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O governo está a estudar o encerramento de boa parte das Repartições da Autoridade Tributária e Aduaneira, nomeadamente em zonas do Interior, onde a dimensão dos serviços não justifica a sua existência. No Distrito da Guarda teme-se o encerramento de diversas repartições, podendo uma delas ser a do Sabugal.

O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) tem manifestado preocupação com os termos de um eventual projecto de encerramento de algumas repartições de Finanças, agora rebaptizadas de Repartições da Autoridade Tributária e Aduaneira, face à possibilidade da passagem de alguns trabalhadores para o quadro da mobilidade especial.
No Ministério das Finanças o assunto está a ser analisado com toda a reserva, mas fala-se estar em cima da mesa a possibilidade de fechar um terço das Repartições de Finanças que estão espalhadas pelo país, sendo que no distrito da Guarda apenas terão por certo escapar à extinção as repartições de maiores dimensões, que serão as da Guarda, Seia e Gouveia. Fala-se que outros cenários apontam para que a repartição do Sabugal se mantenha, mas isso é por ora uma incógnita, na medida em que nada de concreto se sabe acerca dos termos da reforma da máquina fiscal.
Entretanto o grupo Parlamentas do Partido «Os Verdes», que recebeu em audiência uma delegação do STI, anunciou que questionou formalmente o Governo acerca da real intenção de encerrar repartições da Autoridade Tributária e Aduaneira e, em caso afirmativo, quais as que tenciona encerrar. Perguntam ainda «Os Verdes» quantos trabalhadores irão ser afectados na sequência desses encerramentos e que estudos foram feitos sobre os impactos desta medida nas populações.
O projecto que estará ser preparado no Ministério das Finanças, baseia-se nas directrizes do PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central) e prevê medidas de concentrações de serviços, fusões das tesourarias com os serviços de cobrança das autarquias e da Segurança Social.
Porém o «encolher» do Fisco poderá começar nas estruturas de topo, reduzindo-se o número de direcções distritais, que se passarão a chamar-se direcções regionais, o que permitirá diminuir também o número de dirigentes.
plb

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«A felicidade é a compreensão lógica do mundo» (Spinoza).

Vou tentar que esta crónica seja um mero exercício de lógica. A lógica é um ramo da filosofia que trata das regras de bem pensar. È um instrumento do pensar. Assim, um sistema lógico é um conjunto de regras e de axiomas para aferir e que procuram demonstrar formalmente o raciocínio lógico.
A ideia anda à volta da proposta do governo do Orçamento de Estado (OE). Aviso, desde já, que não me interessam as cores políticas para este exercício!
Ora, segundo as afirmações do governo, foi descoberto (ou existe) um buraco (reparem, é sempre um buraco, nunca um poço! É que estes ainda podem ter petróleo ou água, os buracos só têm… buracos!) de três mil milhões! Estes, a somar a outros buracos, dá um número, que não se sabe ao certo, de buracos e ainda nem somei o buraco da Madeira!!
O governo, para tapar um buraco, provisoriamente, retêm metade do subsidio de Natal aos funcionários públicos. Mil milhões. Nesse mesmo dia, o governo passava um cheque ao BPN dos amigos do Sr. Silva, que, por acaso, é Presidente da República, de… mil milhões! Poderão argumentar que era um compromisso do anterior governo. Sim, mas o subsídio de Natal é um compromisso com os trabalhadores! Porquê cumprir um e não outro?
Sigamos o raciocínio, 50% de subsídio = a mil milhões, 100% de subsídio = a dois mil milhões. Com o anúncio do governo de reter o subsídio de Natal e de férias durante dois anos, portando, 100% x 4 = a oito mil milhões! Neste anúncio, o governo até já prevê um buraco em 2013! Não sabe de onde, não sabe porquê, mas sabe de um buraco para daqui a dois anos!!! E lá vamos nós a pagar o buraco do Sr. Jardim!!!
É que, este OE, parece apresentar somente como grande vector de cortar nas despesas esta magnânime ideia: corta-se nos salários dos trabalhadores e retira-se-lhe o subsídio de Natal e de férias. A todos? Não. Só alguns. Porque as reformas vitalícias… dos políticos, não se toca! Coitados, eles ganharam tão pouco e ganham tão pouco… Pois foram estes mesmos políticos que assinaram e construíram esta situação!
Mas voltemos à lógica! Se, menos poder de compra, menos consumo. Menos consumo, logo, menos negócio. Menos negócio, menos produção. Menos produção, logo, maior desemprego! Maior desemprego, mais subsídio de desemprego, menor receita fiscal. Menor receita fiscal, logo aumento de impostos. Aumento de imposto… é a velha história da pescadinha de rabo na boca!
Mas analisemos um pouco mais a pobreza deste OE. Não por ser de austeridade. Mas por não trazer uma única ideia para o pais! Resume-se a cortes e aumentos. Nem uma estratégia para o país, nenhum investimento e, contudo, consegue manter toda a nomenklatura existente. Seria importante que fosse apresentado um plano para dar aos portugueses uma esperança, que mais não fosse!, de que os sacrifícios são necessários mas não em vão. Por exemplo, seria uma excelente oportunidade para olhar para o interior. Incentivando as pessoas e as empresas a instalarem-se no interior, através de benesses e benefícios. Tentando equilibrar o país.
Apetece dizer que, para tomarem estas decisões e, restringidos às directrizes da troika, pergunto, para quê um governo com tanta gente? Não chegariam, vamos lá, quatro, para poderem jogar uma sueca, ministros? Para quê tanta gente na Assembleia? Não seria um bom sinal, começar a poupar por aí?!… Mas isto seria a lógica.. E aquilo que vejo é, precisamente, a ausência de lógica. Como pode haver lógica, se chamamos para resolver o problema os mesmos que o causaram?! Como pode haver lógica, quando os prazos que nos são colocados para o pagamento de dívidas, para a resolução das reformas, é completamente irrealista?! Como pode haver lógica, quando queremos ovos, mas matamos a galinha?!
É a troika, respondem-me. E, é aqui que falta novamente a lógica, precisávamos de um primeiro-ministro que fosse diplomata, e temos um primeiro-ministro que não passa de um secretário-geral da troika. É alógica, ou falta dela.
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou hoje, no seu discurso de tomada de posse, que o seu Governo não vai nomear novos governadores civis e vai promover um «Programa Nacional de Poupança». Na Assembleia da República a deputada social-democrata Assunção Esteves foi eleita à primeira volta, com 186 votos a favor, 41 brancos e dois contra conquistando 81 por cento dos votos dos deputados. A antiga juíza do Tribunal Constitucional é a primeira mulher a ser eleita presidente da Assembleia da República.

Governo Civil - Guarda

«O Estado dará o exemplo de rigor e contenção para que haja recursos para os que mais necessitam. E o meu Governo será o líder desse exemplo, como de resto a decisão de não nomear novos governadores civis já sinaliza», declarou Passos Coelho, na cerimónia de posse do XIX Governo, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro disse ainda que vai responder «à estagnação económica» com «um Programa para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego, que ataca os bloqueios à produtividade e à iniciativa empresarial, e que aposta nos sectores dos bens transaccionáveis», considerando: «É aqui que se joga o futuro da nossa prosperidade».
As medidas de «desvalorização fiscal» são «uma aposta decisiva na reaquisição de competitividade externa», referiu o primeiro-ministro e presidente do PSD.
O «Programa Nacional de Poupança», terá «o intuito de elevar a taxa de poupança para reduzir o endividamento das famílias e das empresas» e incluirá «um esforço de atracão das poupanças dos portugueses que vivem no estrangeiro, travando assim a dependência extrema e insustentável da economia nacional relativamente ao financiamento externo», disse.
«Do mesmo modo que em face das presentes restrições teremos todos de aprender a fazer mais e melhor com menos, teremos também todos de conseguir ainda assim poupar mais. Aumentar a poupança converteu-se num imperativo económico de primeira ordem de recuperação da economia portuguesa», considerou Passos Coelho.
Em declarações à Lusa, Duarte Caldeira, presidente da Liga de Bombeiros salientou que o fim dos Governos Civis «vai obrigatoriamente suscitar uma reflexão e reestruturação do sistema de protecção civil em Portugal», porque o Governo Civil tem competências do ponto de vista político-administrativo que ou transitam para outra entidade ou têm de ser repensadas.
Em causa está, explicou, o papel desempenhado por «muitos governadores civis dos últimos governos como preciosos auxiliares para os bombeiros, ao fazerem a ponte com Governo central e com os autarcas».

Assunção Esteves - Presidente Assembleia República

Assunção Esteves eleita à primeira
Assunção Esteves foi eleita à primeira para a Presidência da Assembleia da República com 186 votos, ficando a 18 votos do resultado obtido em 2009 por Jaime Gama – que foi o presidente da AR mais votado desde o 25 de Abril – mas que mesmo assim é uma maioria confortável. A candidata do PSD obteve ainda 41 votos brancos e dois nulos. Votaram 229 deputados, tendo faltado um.
A eleição acontece depois de Fernando Nobre ter falhado por duas vez a eleição para o segundo lugar mais importante do Estado português.
Assunção Esteves torna-se assim na primeira mulher a assumir o cargo que representa a segunda figura do Estado.
Assunção Esteves, de 54 anos, foi a primeira mulher a desempenhar o cargo de juíza no Tribunal Constitucional, onde esteve entre 1989 e 1998, e também a única eurodeputada eleita para o Parlamento Europeu nas eleições de 2004, pela lista de coligação Força Portugal (PSD/CDS-PP).
Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, onde também fez um mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, Assunção Esteves foi eleita deputada pelo círculo de Vila Real, em 1987, na primeira maioria absoluta liderada por Cavaco Silva, informa ainda a Lusa.

Aproveitamos para desejar felicidades e votos de boa governação a dois beirões: ao ministro das Finanças, Vítor Gaspar, natural de Manteigas e ao secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, natural do Pocinho, Vila Nova de Foz Côa.
jcl (com agência Lusa)

Esta é uma história que aconteceu comigo há uns dias e que me deixou a pensar…

Escadas

Carla NovoComo uma comum mortal trabalho e sou obrigada a fazer descontos para o estado. Então, cheia de vontade e de gratidão por poder pertencer à classe trabalhadora por conta de outrem lá fui, feliz e contente, tratar de assuntos relacionados com o IRS. Entrei na repartição das finanças, alheia ao aspecto degradado e aos rostos amargos – tentando não me contagiar pelo ambiente – até porque estava um lindo dia de sol! – e retirei a respectiva senha. Fui apetrechada de tudo quando pudesse envolver horas de espera e portanto o tempo passou de forma graciosa e até conheci uma senhora cuja filha é inteligente e trabalha para a união europeia! Ok. Tudo decorria muito bem nesta minha aventura pública quando me deparei com alg9o que me arrombou o coração: uma senhora de idade avançada e que mal aguentava o peso da bengala que a sustinha enfiava os olhos pela máquina das senhas só para tentar ver a que deveria tirar. Ofereci-me para a ajudar e como não entendi totalmente qual era o assunto resolvi tirar três senhas diferentes, sendo chamada na que fosse em primeiro lugar! A senhora agradeceu e meteu-se a caminho… do segundo piso. Para choque, pelo menos meu, a dita repartição (e acredito que existam muitas assim) funciona num prédio antigo sem elevador e mesmo para entrar no rés-do-chão é necessário descer pelo menos três degraus. Ou seja, um deficiente motor que se faça transportar de cadeira de rodas, um carrinho de bebé, ou mesmo novos e velhos com dificuldades motoras estão sujeitos a uma sessão grátis de fisioterapia enquanto esperam, pois ou têm a sorte de resolver tudo no rés-do-chão e aí só descem e depois sobem três degraus, ou, têm de se esmerar para escalar os restantes pisos (no total três) do edifício! Enfim, não deixa de ser frustrante saber que os meus descontos (como os de todos os outros) ainda não chegam para elevadores em edifícios de repartições públicas – e também em nada me admirava que o uso destes ascensores acabe num destes dias por ser cobrado aos contribuintes e aos utentes. Resta saber se o bilhete de uma subida e descida é de preço único!
«Jardim dos Sentidos», crónica de Carla Novo

carlanovo4@hotmail.com

A 10.ª edição da colectânea «Direito Tributário» da autoria do sabugalense Joaquim Ricardo vai ser colocada à venda pelo Grupo Editorial Vida Económica a partir do dia 20 de Agosto.

Direito Tributário - Joaquim Ricardo

O Grupo Editorial Vida Económica prepara-se para distribuir a 10.ª edição do manual «Direito Tributário», actualização 2010, da autoria do sabugalense Joaquim Ricardo.
As 1520 páginas da colectânea de legislação com notas e remissões actualizados incluem princípios fiscais, contencioso e procedimentos tributários, tributação de rendimento, tributação do consumo, tributação do património, legislação complementar e doutrina administrativa.
O manual destina-se principalmente a Técnicos Oficiais de Contas, funcionários da DGCI, consultores fiscais, gerentes e quadros de empresas e profissionais liberais como advogados e solicitadores que necessitam de uma informação completa e actualizada. Edição especialmente recomendada para todos aqueles que necessitam de actualizar os seus conhecimentos no âmbito do sistema fiscal e do direito tributário processual e profissionais que se relacionem com questões fiscais.
Para além das alterações decorrentes do Orçamento do Estado para 2010, inclui as alterações em sede de IVA, IRS e IRC adoptadas no âmbito das medidas de austeridade e de redução do défice público e as novas alterações introduzidas ao Código do IRS e ao Estatuto dos Benefícios Fiscais, no âmbito do regime de tributação das mais-valias mobiliárias (Lei n.º 15/2010, de 26 de Julho).
O autor apoia-se, de forma inovadora, nas novas tecnologias e notifica, por via electrónica, as alterações e actualizações aos utilizadores do «Direito Tributário».
Reconhecidos fiscalistas comentam o manual de Joaquim Ricardo de forma elogiosa.
«O livro é consultado em todas as repartições de finanças do País. A compilação num só volume de toda a legislação fiscal relevante, permite assim, simplificar as tarefas de busca, nomeadamente das normas que complementam os grandes códigos em matéria fiscal.» (Vítor Conceição Negrais.)
«Obra anual completa que contém todos os códigos e mais legislação fiscal em vigor.» (Rogério Fernandes Ferreira.)
Em declarações ao Capeia Arraiana o autor destacou as principais vantagens da sua obra. «Permite consultar num só volume toda a legislação fiscal, é actualizada sempre que necessário na Internet e tem uma nova edição todos os anos», começou por explicar Joaquim Ricardo destacando a «importância da remissão nos artigos e as abundantes anotações e comentários ao longo das cerca de 1500 páginas».
O primeiro volume resultou de um curso de fiscalidade com mais de 300 horas que o autor deu no ISMAI na cidade da Maia.
«O curso foi muito frequentado e tive alunos muito interessados que provocaram em mim a necessidade de transformar a sebenta das aulas em manual que pudesse ser facilmente utilizado nas repartições de finanças», recorda Joaquim Ricardo, reputado técnico de finanças e actual vereador da Câmara Municipal do Sabugal nascido em Aldeia de Santo António.
As encomendas podem ser feitas para o Grupo Editorial Vida Económica pelo correio electrónico: encomendas@vidaeconomica.pt
jcl

A colectânea «Direito Tributário 2009», publicada pela «Vida Económica» é a oitava edição actualizada do trabalho do técnico da Administração Tributária, Joaquim Ricardo, que junta, num só volume de 1460 páginas, toda a legislação relevante do sistema fiscal.

Direito Tributário - Joaquim RicardoA oitava edição actualizada da colectânea «Direito Tributário», publicada em Março de 2009, da autoria do técnico da Administração Tributária, Joaquim Ricardo, sistematiza num só volume todo o sistema fiscal português e inclui numerosa legislação fundamental e doutrina administrativa.
Foi a pensar nos utilizadores de tão abundante legislação que desenvolvemos este trabalho, juntando num só volume toda a legislação relevante do sistema fiscal. E, a par desta compilação, foram feitas inúmeras remissões e anotações, completadas aqui e ali com alguns exemplos – poucos, para não avolumar demasiado o trabalho.
A obra «Direito Tributário 2009» destina-se principalmente a técnicos oficiais de contas, funcionários da DGCI, consultores fiscais, profissionais liberais tais como advogados e solicitadores que necessitam de uma informação completa e actualizada, gerentes e quadros das empresas. A edição é especialmente recomendada para todos aqueles que necessitam de actualizar os seus conhecimentos no âmbito do sistema fiscal e do direito tributário processual e profissionais que se relacionem com questões fiscais.
O livro, editado pela «Vida Económica», com 1460 páginas, está estruturado em cinco partes que abrangem os «Princípios fiscais, contencioso e procedimento tributário», «Tributação do rendimento», «Tributação do consumo», «Tributação do património» e a «Legislação complementar e doutrina fiscal» juntando num só volume toda a legislação relevante do sistema fiscal.
O autor, Joaquim Ricardo, é natural de Aldeia de Santo António, concelho do Sabugal, e licenciado em Contabilidade e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior da Maia e pós-graduado em Prospectiva e Estratégia das Organizações pelo Conservatório de Ciências e Tecnologias do Porto/CNAM – Paris. É técnico da Administração Tributária – Chefia tributária, do Quadro da Direcção – Geral dos Impostos (D.G.C.I.) e formador no Instituto de Formação Tributária. É ainda responsável por diversos cursos de especialização fiscal, no âmbito do programa de formação ao longo da vida, ministrados em diversos organismos de que se destacam o Instituto Superior da Maia e o Conservatório de Ciências e Tecnologias do Porto.
jcl

O Ministério das Finanças e a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) assinaram esta segunda-feira um protocolo de cooperação que permitirá às Juntas de Freguesia informar e apoiar os contribuintes no envio electrónico das declarações de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), relativas ao ano de 2008.

IRS 2008Foi celebrado esta segunda-feira, dia 9 de Março, um protocolo entre o Ministério das Finanças e a ANAFRE que possibilita o preenchimento e envio das declarações de IRS pelos serviços autárquicos.
As Juntas de Freguesia aderentes vão, assim, disponibilizar o equipamento informático necessário e ajudar os contribuintes no acesso ao portal da Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) e na submissão das respectivas declarações electrónicas.
A formação dos funcionários das freguesias que vão desempenhar estas funções será da responsabilidade da DGCI e do Centro de Estudos e Formação Autárquica (CEFA).
Por cada declaração de rendimentos submetida através dos seus equipamentos informáticos, a Junta de Freguesia receberá uma compensação financeira de dois euros, acrescida de um montante definido em razão do número de eleitores recenseados nessa freguesia.
A entrega por via electrónica do IRS começa a 10 de Março e prolonga-se até 15 de Abril. Este ano, quem enviar as declarações por esta via, na primeira fase, que abrange rendimentos por conta de outrem ou pensões, vai receber o reembolso do IRS mais cedo. O Governo decidiu antecipar os reembolsos para o final do mês de Abril, como uma forma de «aliviar» a carteira das famílias.
jcl

A partir de 1 de Julho a auto-estrada da Beira Interior, A23, vai passar a ter portagens. O Governo pretende compensar a diminuição de receitas em consequência da redução do IVA de 21 para 20 por cento. (actualização).

Placa de aproximação a portagemA introdução de portagens na auto-estrada da Beira Interior, mais conhecida como A23, era um dos segredos mais bem guardados do Ministério das Finanças.
Mas o Capeia Arraiana está em condições de afirmar que Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, vai informar ainda esta semana a empresa concessionária da SCUT da Beira Interior (sem cobrança para os utilizadores) da decisão do Governo.
O concurso público internacional para a concessão de portagens na A23 entre a ligação à auto-estrada do Norte e Vilar Formoso será da responsabilidade dos Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC).
A escolha da empresa concorrente à concessão com a qual o Estado celebrará o contrato de concessão terá uma fase preparatória de negociações com os dois concorrentes que apresentem as propostas mais vantajosas para o interesse dos utilizadores.
Todo o processo deverá decorrer a grande velocidade porque o ministro das Finanças pretende activar as portagens no mesmo dia em que entra em vigor a baixa de um ponto percentual no Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
Está prevista para amanhã, quarta-feira, uma conferência de Imprensa em que será divulgada toda a verdade. Voltaremos em breve ao assunto…

(actualização no dia 2 de Abril da notícia dada a 1 de Abril).
E tal como prometido aqui estamos hoje, quarta-feira, 2 de Abril, para corrigir a nossa estória do dia 1 de Abril. Apesar da diminuição do IVA para 20 por cento não estão previstas portagens na A23. Era apenas e só o dia 1 de Abril, dia das mentiras. E agora mais a sério esperamos que esta mentira embora muitas vezes lida não se torne nunca numa verdade.
jcl
e plb

A taxa do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), actualmente em 21 por cento, vai baixar um ponto percentual a partir de 1 de Julho. O anúncio foi feito esta tarde pelo primeiro-ministro José Sócrates.

José Sócrates«O Governo vai baixar a taxa do IVA de 21 para 20 por cento a partir de 1 de Julho deste ano, foi anunciado esta tarde, 26 de Março, pelo primeiro-ministro José Sócrates. Recorde-se que no início da legislatura o actual Governo tinha aumentado a taxa em dois pontos percentuais.
A redução do IVA será proposta à Assembleia da República depois de aprovada amanhã, quinta-feira, em reunião do Conselho de Ministros.
«O esforço dos portugueses a quem foram pedidos sacrifícios nestes últimos anos» e o trabalho do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que resultou na baixa do défice do Estado foram elogiados pelo primeiro-ministro.
José Sócrates adiantou ainda que «a baixa do IVA é de apenas um ponto percentual porque subsiste uma situação financeira internacional muito crítica».
jcl

O PRACE prevê o fecho de 121 repartições de Finanças por todo o País e coloca mais de dois mil funcionários na situação de excedentários. O processo de «emagrecimento» da máquina fiscal prevê reduzir de nove para três as repartições da Beira Interior.

Loja do CidadãoO PRACE-Programa de Reestruturação da Administração Central propõe a concentração de vários serviços públicos através da concentração e fusão das tesourarias das Finanças, das Câmaras e da Segurança Social num só local apoiadas pelas facilidades de acesso pela Internet de todos os contribuintes às obrigações fiscais.
O encerramento de 121 repartições de Finanças (actualmente chamam-se serviços locais do fisco) provocará a dispensa de mais de dois mil funcionários tributários excedentários que serão transferidos para as lojas do cidadão da segunda geração.
O relatório aponta exemplos concretos. A Beira Interior, actualmente com nove repartições passará a ter apenas «três serviços locais» contribuindo ainda mais para a desertificação da região. Em Trás-os-Montes os 14 serviços existentes serão «fundidos» em apenas cinco.
Toda a estrutura da máquina fiscal será mexida. As 21 direcções distritais passam para 12 regionais e, numa segunda fase, para apenas cinco direcções regionais coincidindo com o plano nacional das cinco regiões administrativas defendido pelo movimento cívico «Regiões, Sim».
Haverá «deslocalizações» em todas as zonas do País com os funcionários das Finanças a terem que escolher entre três alternativas geográficas mais próximas ou, se não aceitarem nenhuma, serão colocados na mobilidade especial.
Como benefício para os cofres do Estado, o estudo refere que a extinção de serviços locais de cobrança «irá ocasionar uma importante redução do número de pessoal da carreira de chefia tributária», estimado no final de 2005 em 1229 efectivos.
Os cofres do Ministério das Finanças beneficiam com a implementação do plano que irá ocasionar uma importante redução do número de pessoal da carreira de chefia tributária estimado no final de 2005 em 1229 efectivos.

Números e estatísticas para brilhar na Europa é o que importa e interessa ao Governo. A percentagem de desempregados em Portugal e de portugueses que continuam a ter que emigrar para arranjar trabalho não entra nas grandes opções e nas preocupações do executivo.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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