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Fernando Pessoa visitou o Sabugal no dia 18 de Março de 2011. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Fernando Pessoa, talvez o nosso melhor poeta, a par de Camões, foi imbuído de um profundo exoterismo, que influenciou a sua obra. E o exoterismo de Pessoa vem-lhe do facto de ter sido maçon. Um facto público e um poema o comprovam…

João ValenteAquando da discussão da célebre lei 1901 na Assembleia Nacional, proibindo a maçonaria e o funcionalismo de pertencer a esta, Pessoa escreveu um célebre artigo no Diário de Notícias, defendendo e enaltecendo as virtudes da maçonaria.
Existe igualmente um poema de Pessoa, que tem passado despercebido em que ele aborda o segredo da maçonaria como um sopro de espírito na alma que o maçon recebe e é incomunicável. Este poema, pelos conhecimentos que revela demonstra que Pessoa foi maçon.
Por isso, muitas vezes, nem tudo o que parece; nem tudo o se diz, é!
Isto tudo vem a talhe de foice não para falar de Pessoa, mas de Shakespeare, o maior escritor da língua Inglesa, que pela tradição foi também maçon, o que justificaria porque além de católico, as suas obras estão imbuídas da filosofia platónica.
Tal doutrina, caracteriza-se pela preocupação com os temas da moral, com base no conhecimento das verdades essenciais/modelos que determinam a realidade, visando toda meditação filosófica o conhecimento do Bem (que no ideal platónico era o Sol/Luz de todas as outras ideias).
O conhecimento do Bem, a suprema ideia que ilumina todas as outras, torna possível a implantação da justiça entre os estados e entre os homens. Tais pressupostos foram absorvidos e são o alicerce do pensamento/filosofia ocidental, e também da simbologia maçónica.
Há uma íntima e harmónica ligação entre o plano do conhecimento e da acção (moral, política), e a ferramenta que possibilita essa articulação é a filosofia ao libertar o espírito dos cuidados do corpo, como afirma Descartes O filósofo assume, então, uma dupla missão especulativa e operativa.
Por essa razão o percurso maçónico tem duas vertentes: A especulativa, na busca do conhecimento e combate às trevas, numa tentativa de apropriação do real. Por outro lado a vertente operativa, pois ser possuidor de um saber, conduz a que esse saber deva ser aplicado na transformação do homem e do mundo, tal como Platão encarava na tarefa do «Filósofo-Rei».
Nesta dupla dimensão é de fundamental importância o «Filósofo-Rei», que venceu as paixões pela razão/sabedoria (Homem platonicamente Bom, Belo e Justo, virtudes correspondentes às colunas do templo maçónico), representando a luz do conhecimento para os seus concidadãos exercendo a essencial condução no destino do estado democrático.
O homem, tornado filósofo através da busca de si mesmo («Homo gnosce te ipsum, Visita Interiorem Terrae, Rectificandoque, Invenies Occultum Lapidem»).
Por isso os heróis das obras de Sakespeare lutam contra uma insurreição interior da alma, consequência do eterno conflito entre o Bem e o Mal, o Amor e o Ódio. O herói shakespeariano é inicialmente nobre, mas entretém uma fraqueza que o fará sucumbir à tentação. Assim é a ambição para Macbeth, o ciúme, para Otelo e o puritanismo, para Ângelo. O herói cai, mas levanta-se. Ele rejeita o amor para satisfazer sua paixão desregrada cometendo um assassinato. Vai ao interior do seu próprio ser, toma consciência do mal que existe nele, e supera-o conduzindo e alterando o destino superando-o com a própria morte. O herói shakespeariano é um idealista que se perde no niilismo por não encontrar resposta às suas questões. É um homem platónico, por antenomásia.
Paradigmática é a célebre obra de Hamelet em que o enredo decorre na Dinamarca. O rei é envenenado furtivamente por seu irmão Cláudio, que usurpa a coroa e desposa sua cunhada Gertrudes, mãe de Hamlet. O espectro do rei assassinado aparece a Hamlet, revelando-lhe as circunstâncias da morte e instigando-o à vingança. Hamlet denuncia a corrupção da corte (Há algo de podre no reino da Dinamarca. Também o há no de Portugal, mas isso é outra história) e ama a filha do lorde camareiro Polónio, Ofélia. Entretanto, ele sofre de melancolia e pensa até no suicídio. Renuncia ao amor de Ofélia, e o drama que se lhe coloca é combater o Mal ou fugir dele pela morte.
«Ser ou não ser, essa é que é a questão: Será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna ou tomar armas contra um mar de escolhos e, enfrentando-os, vencer? Morrer — Dormir: Nada mais; e dizer que pelo sono findam as dores, como os mil abalos inerentes à carne — é a conclusão que devemos buscar. Morrer — Dormir. Dormir! Talvez sonhar — eis o problema, pois os sonhos que vieram nesse sono de morte, uma vez livres deste invólucro mortal, fazem cismar. Esse é o motivo que prolonga a desdita desta vida. […] Quem carregara suando o fardo da pesada vida se o medo do que depois da morte — o país ignorado de onde nunca ninguém voltou — não nos turbasse a mente e nos fizesse arcar c’o mal que temos em vez de voar para esse, que ignoramos?»
O mundo das sombras, ou da Luz? É esta a questão que se colocou a Hamelet e que se coloca a nós também.
O problema é que a nós, ao contrário de Hamelet, nos turba a mente…
Obs: Esta crónica foi escrita de memória porque só tinha quinze minutos para a sua edição pelo que ficam desde já os leitores de sobreaviso para qualquer lapso de informação, do qual, desde já me penitencio.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O título da crónica que se segue (e só o título) foi-me sugerido por um subproduto televisivo transmitido pela RTP1 há alguns anos  uma história lamecha, do género «romance da Coxinha», uma das múltiplas novelas com que quotidianamente três canais nos ensaboam o juízo. Há tempos contei nove mas pequei por defeito: são quinze!

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaFernando Pessoa foi um homem constantemente torturado por uma angústia metafísica que lhe atormentou a existência. Num dos seus mais conhecidos poemas, Tabacaria, céptico, amargo e desiludido, confessa: «Vivi, estudei, amei e até cri / E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.» Pessoa inveja os ignorantes por serem ignorantes da sua ignorância. Inveja a rapariga pobre e suja que come chocolates, porque «não há mais metafísica no mundo senão chocolates». Inveja «o Esteves sem metafísica» que sai da tabacaria metendo o troco na algibeira. E, todavia, tanto Pessoa como Mário de Sá-Carneiro interrogam-se sobre o que seja a autêntica felicidade. O inocente, o louco, o ignorante, serão felizes? Que é ser feliz sem o saber? Uma pedra será feliz? Para se ser verdadeiramente feliz não será indispensável consciencializar a felicidade?
Será verdade que a sabedoria mata a felicidade? Ao comer a maçã, Adão foi condenado à infelicidade? Será a felicidade inatingível? E será mensurável? Os cinco escudos que a minha madrinha Vieira me dava no dia da festa da Senhora dos Milagres, lá em Aldeia do Bispo, proporcionavam-me uma felicidade incomensuravelmente maior que os milhares de euros que, eventualmente, me pudessem sair amanhã na lotaria. Por outro lado, hoje, ler um bom livro, ver um bom filme, ouvir um concerto, visitar Paris, Florença, Siena, Praga ou Toledo (as minhas cidades preferidas!), comer uma boa refeição em boa companhia, dão-me uma felicidade que na infância ou na juventude não existia. Em cada idade existe uma felicidade diferente. Ou, glosando Pirandello, é legítimo dizer que para cada um existe a sua felicidade. Um golo, no momento mais decisivo do mais importante desafio de futebol deixa-me perfeitamente indiferente. Em contrapartida, proporciona momentos de indiscutível felicidade a muitos futebolómanos.
Existem, é certo, causas óbvias de felicidade ou de infelicidade  ter ou não ter saúde, ter ou não ter acesso aos confortos da vida moderna, possuir ou não uma família estável, gostar ou não do trabalho que se faz, viver ou não com um mínimo de «qualidade de vida». Depois, a personalidade de cada um faz a diferença. Há os eternos descontentes e insatisfeitos e aqueles que se satisfazem com muito pouco e que valorizam as pequenas alegrias da vida. Tive um colega, o Henrique, que ficou cego e sem um braço devido à explosão de uma granada. Já depois do acidente, licenciou-se em História e tornou-se um professor apreciado e respeitado pelos seus alunos. Em casa, era ele quem tratava da mãe, idosa e entrevada. Tudo isto, que seria motivo para grande infelicidade, faz dele um homem lutador, que enfrenta quotidianamente a adversidade com uma coragem admirável. À sua maneira, é feliz. Lembra-me, aliás, aquela história de um fulano que sentia uma grande frustração por ser baixinho e a quem passou o desgosto quando um dia encontrou um homem sem pernas.
O ser humano é de uma complexidade espantosa. A própria infelicidade de uns pode ser causa indirecta de felicidade para outros. Teríamos a Nona Sinfonia sem a surdez de Beethoven? Ou o Só de António Nobre sem a sua tuberculose? Ou os quadros de Van Gogh sem a sua loucura? Ou a filosofia de Nietzsche sem a sua sífilis?
É um lugar comum dizer-se que a riqueza e o poder não trazem a felicidade (embora se acrescente que «ajudam muito»). Na verdade, há pobres felizes e ricos extremamente infelizes. Rico ou pobre, nobre ou plebeu, sábio ou ignorante, belo ou feio, qual é o passaporte para a felicidade? Ninguém sabe. Há quem nasça para sofrer. E há até quem busque deliberadamente o sofrimento e o martírio como sublimação da existência e expiação das faltas cometidas. A outros, a vida estende-lhes uma passadeira dourada desde o berço até à cova. Existem pessoas que possuem tudo riqueza, poder, sabedoria, beleza, e são (como se diz na nossa terra) uns «desinfelizes». Onde está o segredo da alegria perene e verdadeira? Talvez Ricardo Reis (Pessoa, de novo e sempre) tenha parte da resposta: «Para ser grande, sê inteiro. / Nada teu exagera ou exclui. / Sê todo, em cada coisa. / Põe quanto és no mínimo que fazes. / Assim, em cada lago a lua toda / Brilha, porque alta vive.»
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

O maior poeta português do século XX, Fernando Pessoa, era descendente de Custódio da Cunha, trineto do alcaide-mor do castelo de Alfaiates, Pêro da Cunha e de sua mulher Brites do Mercado, de família judia convertida, natural da vila de Alfaiates, no actual concelho do Sabugal.

Fernando PessoaUm rigoroso estudo da árvore geneológica do poeta e escritor Fernando Pessoa disponível no portal «geneall.pt» – base de dados com as árvores geneológicas de grandes nomes mundiais – «chega até» Manuel Pessoa (meados do séc. XVI), cuja filha, Francisca Pessoa, casou em Montemor-o-Velho em 1612 com Gaspar de Oliveira, pais de Madalena Pessoa. Esta casou com Custódio da Cunha Oliveira, natural de Alcaide. O sangue cristão-novo da família, que tanto destacou o poeta, deriva desta casamento, pois Custódio da Cunha Oliveira era trineto do alcaide-mor do castelo de Alfaiates, Pêro da Cunha, fidalgo da casa de D. Manuel I e de D. João III, e de sua mulher Brites do Mercado, de família judia, convertida, natural da vila de Alfaiates.
Custódio da Cunha e Madalena Pessoa foram pais de Sancho Pessoa da Cunha e de Manuel da Cunha Pessoa, ambos nascidos no Fundão. Manuel casou com Ana Nunes da Cunha e o filho de ambos, Diogo Nunes da Cunha Pessoa, casou com Rosa Maria Pessoa. Tiveram como descendente o médico Daniel Pessoa e Cunha que nasceu em Serpa e casou em Faro em 1808 com Joana Pereira de Araújo e Sousa, filha do militar brasonado José de Araújo e Sousa, natural de Arouca e de sua mulher Bárbara de Sequeira Mimoso, de ilustres famílias algarvias. Daniel Pessoa e Cunha e sua mulher foram pais do general Joaquim António de Araújo Pessoa (1813-1885), avô paterno de Fernando Pessoa.
O poeta e escritor Fernando António Nogueira de Seabra Pessoa nasceu no dia de Santo António, 13 de Junho de 1888, em Lisboa num prédio do Largo de São Carlos, em frente ao teatro do mesmo nome e perto da Igreja de Nossa Senhora dos Mártires.
Foi primogénito do casamento de Joaquim António de Nogueira Pessoa, natural de Tavira, funcionário do Ministério da Justiça e crítico musical no Diário de Notícias, com Maria Madalena Pinheiro Nogueira, açoriana da ilha Terceira. O pai do poeta faleceu em 1893 com tuberculose e três anos depois a família parte para Durban, na África do Sul, em consequência do segundo casamento da mãe de Fernando Pessoa com o cônsul português naquela cidade. Deste casamento a mãe de Fernando Pessoa terá mais cinco filhos.
Em 1905 a família regressa a Lisboa onde o poeta passa a viver e a trabalhar e onde escreve toda a sua obra até morrer solteiro e sem descendência em 1935.
O poeta acreditava na força da sua hereditariedade tendo sempre afirmado descender de uma família «mista de fidalgos e judeus beirões».
O portal «Geneall.pt» em língua portuguesa incorpora genealogias e é um projecto de carácter científico e cultural para promover, divulgar e conservar estudos e investigações numa base de dados única sobre as ligações geneológicas de figuras históricas.

Pode consultar a página da base de dados geneológica «Geneall.pt» aqui.
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