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Perdoe-me, o estimado leitor, esta conversa tão ao correr da pena mas deixe-me dizer-lhe que a felicidade pode advir de um «quase nada».

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Direi, em consequência, que, apesar da vida que nos consome, não é bom extinguir rasgos de esperança. Preferível será, aproveitar o simples e o natural como produtores de felicidade.
Pensando bem encontraremos prerrogativas. Temos, de fato, privilégios incríveis, susceptíveis de motivar felicidade pura e simples.
Quando, no mundo que habitamos, damos com quem seja feliz sem motivo bem visível costuma comentar-se: «está feliz por ter nascido».
Ora, ainda que assim não pareça, é mesmo isso que faz falta. É essa felicidade simples, sem motivos (aparentes), que promove a vida, alimentando-a em sucessões de meros momentos felizes.
Vendo bem, ter nascido e permanecer vivo é já uma enorme sorte por entre outras hipóteses. É, já, um enorme privilégio desfrutar o universo, o céu e a sua imensidão espacial, as estrelas, a terra, as montanhas e as planícies, o mar e toda esta harmonia inalterável. Nada mais belo que ver o sol renovar-se em cada dia, observar os campos, as flores, os animais, sentir a vida, pressentir os sons e odores da natureza, escutar o vento, as aves e as chuvas.
Será sensato esquecer tudo isto em favor de grandes ambições, de ambições desmedidas que, bem vistas as coisas, não passam de supérfluas?
Valerá, então, a pena parar para escutar, parar para olhar e, sim, aproveitar.
Desfrutemos antes que tudo se apague em silêncio porque mais depressa do que estamos preparados cessará a oportunidade de estarmos vivos. E, depois… findaremos. Ninguém mais se lembrará de nós. Ninguém se recordará que existimos e, ainda que alguns se recordem, esses, desaparecerão também. Assim, desapareceremos nós definitivamente.
Então, o mais importante, o verdadeiramente mais importante passará com extrema rapidez. Passará de forma incerta e inexplicável.
De resto, tudo na vida, mas mesmo tudo, será rápido e sem consequências. A única consequência importante é a própria vida, a vida que conseguirmos viver.
Não se pode, portanto desperdiçar qualquer pequena/grande felicidade nem deixar de utilizar, em qualquer circunstância, a sorte de viver.
Assim cumpriremos, com o universo, o dever (evidente) que ele nos merece, o dever de gratidão.
E hoje, estimado leitor, a minha crónica é, muito simplesmente, assim.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

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O título da crónica que se segue (e só o título) foi-me sugerido por um subproduto televisivo transmitido pela RTP1 há alguns anos – uma história lamecha, do género «romance da Coxinha» –, uma das múltiplas novelas com que quotidianamente nos ensaboam o juízo.

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaFernando Pessoa foi um homem constantemente torturado por uma angústia metafísica que lhe atormentou a existência. Num dos seus mais conhecidos poemas, Tabacaria, céptico, amargo e desiludido, confessa: «Vivi, estudei, amei e até cri / E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.» Pessoa inveja os ignorantes por serem ignorantes da sua ignorância. Inveja a rapariga pobre e suja que come chocolates, porque «não há mais metafísica no mundo senão chocolates». Inveja «o Esteves sem metafísica» que sai da tabacaria metendo o troco na algibeira. E, todavia, tanto Pessoa como Mário de Sá-Carneiro interrogam-se sobre o que seja a autêntica felicidade. O inocente, o louco, o ignorante, serão felizes? Que é ser feliz sem o saber? Uma pedra será feliz? Para se ser verdadeiramente feliz não será indispensável consciencializar a felicidade?
Será verdade que a sabedoria mata a felicidade? Ao comer a maçã, Adão foi condenado à infelicidade? Será a felicidade inatingível? E será mensurável? Os cinco escudos que a minha madrinha Vieira me dava no dia da festa da Senhora dos Milagres, em Aldeia do Bispo, proporcionavam-me uma felicidade incomensuravelmente maior que os milhares de euros que, eventualmente, me pudessem sair amanhã no totoloto. Por outro lado, hoje, ler um bom livro, ver um bom filme, ouvir um concerto, visitar Paris, Florença, Siena, Nova Iorque ou Toledo (as minhas cidades preferidas!), comer uma boa refeição em boa companhia, dão-me uma felicidade que na infância ou na juventude não existia. Em cada idade existe uma felicidade diferente. Ou, glosando Pirandello, é legítimo dizer que para cada um existe a sua felicidade. Um golo, no momento mais decisivo do mais importante desafio de futebol deixa-me perfeitamente indiferente. Em contrapartida, proporciona momentos de indiscutível felicidade a muitos futebolómanos.
Existem, é certo, causas óbvias de felicidade ou de infelicidade – ter ou não ter saúde, ter ou não ter acesso aos confortos da vida moderna, possuir ou não uma família estável e «normal», gostar ou não do trabalho que se faz, viver ou não com um mínimo de «qualidade de vida». Depois, a personalidade de cada um faz a diferença. Há os eternos descontentes e insatisfeitos e aqueles que se satisfazem com muito pouco e que valorizam as pequenas alegrias da vida. Tive um colega, o Henrique, que ficou cego e sem um braço devido à explosão de uma granada. Já depois do acidente, licenciou-se em História e tornou-se um professor apreciado e respeitado pelos seus alunos. Em casa, era ele quem tratava da mãe, idosa e entrevada. Tudo isto, que seria motivo para grande infelicidade, fez dele um homem lutador, que enfrentava quotidianamente a adversidade com uma coragem admirável. À sua maneira, era feliz. Lembra-me, aliás, aquela história de um fulano que sentia uma grande frustração por ser baixinho e a quem passou o desgosto quando um dia conheceu um homem sem pernas.
O ser humano é de uma complexidade espantosa. A própria infelicidade de uns pode ser causa indirecta de felicidade para outros. Teríamos a Nona Sinfonia sem a surdez de Beethoven? Ou os poemas de António Nobre sem a sua tuberculose? Ou os quadros de Van Gogh sem a sua loucura? Ou a filosofia de Nietzsche sem a sua sífilis?
É um lugar comum dizer-se que a riqueza e o poder não trazem a felicidade (embora se acrescente que «ajudam muito»). Na verdade, há pobres felizes e ricos extremamente infelizes. Podemos dar um exemplo histórico.
O rei de Portugal D. Afonso VI foi um homem destinado à desgraça. Ainda criança, teve uma doença que o deixou hemiplégico, deficiente mental e sexualmente incapacitado. Não era o filho primogénito de D. João IV e D. Luísa de Gusmão. Esse era o príncipe D. Teodósio de Bragança, que morreu em 1653, com 19 anos. Quando, por sua vez, o rei D. João IV faleceu, em 1656, subiu ao trono o jovem Afonso VI, com apenas 13 anos de idade. A regência da mãe primeiro e o governo do enérgico ministro conde de Castelo Melhor depois, conseguiram ultrapassar, temporariamente, as insuficiências do jovem monarca e a vida desregrada a que se entregou. Com vista ao apoio da França na luta pela restauração da independência portuguesa, D. Afonso VI veio a casar com D. Maria Francisca Isabel de Sabóia, em 1666. Não tardaria, porém, a desenrolar-se no Paço uma conspiração com vista ao afastamento do jovem monarca do trono e à sua substituição pelo irmão, o futuro D. Pedro II. Organizado o «processo do Rei», ficou «demonstrada» a sua «incapacidade de procriar» e, como tal, de «gerar descendência». D. Pedro torna-se regente, o casamento de D. Afonso VI com D. Maria Francisca é anulado em 1668 e esta casa com o cunhado. Em 1669, o pobre rei, perdido o trono e a esposa para o irmão, é desterrado para Angra, onde permanecerá até 1674. Transferido para o Palácio de Sintra, aí viria a morrer, triste e solitário, em 1683. Usando a linguagem popular das nossas terras: D. Afonso VI foi um «desinfeliz».
Rico ou pobre, nobre ou plebeu, sábio ou ignorante, belo ou feio, qual é o passaporte para a felicidade? Ninguém sabe. Há quem nasça para sofrer. E há até quem busque deliberadamente o sofrimento e o martírio como sublimação da existência e expiação das faltas cometidas. A outros, a vida estende-lhes uma passadeira dourada desde o berço até à cova. Existem pessoas que possuem tudo – riqueza, poder, sabedoria, beleza, e são profundamente amargas e infelizes. Onde está o segredo da felicidade perene e verdadeira? Talvez Ricardo Reis (Pessoa, de novo e sempre) tenha parte da resposta: «Para ser grande, sê inteiro. / Nada teu exagera ou exclui. / Sê todo, em cada coisa. / Põe quanto és no mínimo que fazes. / Assim, em cada lago a lua toda / Brilha, porque alta vive.»
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

Há tempos li um livro cuja história me deixou a pensar e que gostaria de partilhar.

Carla NovoApesar de não ser um «bestseller» de autor famoso e de páginas que não acabam mais – o meu critério de escolha literária passa essencialmente pelo «tamanho», pois boas histórias podem-se contar em formatos pequenos! – o seu conteúdo era, no mínimo, intenso. Um analista reflectia sobre a sua existência e a certa altura deparou-se com a culpa e, de certa forma, com a frustração do que era – apenas um analista. Ele sabia que na corrida ao útero fora o espermatozóide vencedor e isso acarretava-lhe inúmeras responsabilidades face a todos os outros, os vencidos, que haviam ficado pelo caminho. Ele fora o mais resistente, o mais rápido, ganhou direito à vida, à sua vida. E agora… era um simples analista. Questionava-se vezes sem conta que futuro teriam tido os seus outros espermatozóides adversários? Médicos? Enginheiros? Professores? Vagabundos? Que peso trazia ele consigo mesmo… e como poderia ele falhar algum dia? Que cobranças teria de enfrentar? De facto, ele poderia ter sido mil e uma coisa… Tal como nós podemos ser o que quisermos ser. O caminho do que somos não é, por si só, mais valiosos do que aquilo que somos – ou julgamos ser? A viagem é sempre mais positiva do que a meta, apesar de nos fazerem crer que não, apesar deste mundo andar a girar ao contrário e de nos fazerem acreditar que apenas o sucesso deve ser valorizado. Porém, estudo científicos já nos provaram que a felicidade depende de nós, das nossas «lentes» para a vida e que as pessoas que traçam objectivos simples a curto e médio prazo são mais felizes do que aquelas que ambicionam ter asas de ícaro! Aproveitar um raio de sol pode ser tanto ou mais gratificante do que ter a praia toda! Assim, gostaria de sugerir que cada um olhasse com as lentes «positivas», com as lentes da gratidão e da valorização de todas as conquistas – sejam elas grandes ou pequenas são sempre vitórias. Olhar para o que se é e não para o que se quer ser, olhar ara o se consegue e não para o que ficou por conseguir – é este o caminho para dias mais satisfatórios, sem dúvida. Quando a agenda está cheia, repare bem nos itens que a preenchem, serão eles assim tão «importantes» e «urgentes», contribuirão eles para a sua felicidade de facto? Dez ou quinze minutos a meditar sobre isto irá certamente fazer repensar por onde andamos a pisar e para onde andamos a caminhar. Ficar dentro de nós por instantes diariamente é um exercício mental que traz recompensas…
«Jardim dos Sentidos», crónica de Carla Novo

carlanovo4@hotmail.com

Há duas coisas que eu ainda não senti na minha vida: a Felicidade e a Liberdade.

António EmidioA Felicidade, penso que só os fanáticos religiosos a conseguem, os místicos, aqueles que se dizem imbuídos de Deus. Isto reza para todos os credos.
Serão felizes os que adoram esta época histórica que atravessamos, que não conhece outros valores que não sejam o êxito, a riqueza, o poder, e a luta de todos contra todos?
Serão felizes os Párias da Terra que têm fome e sede de justiça?
Serão felizes aqueles homens e mulheres que diariamente vão para os empregos ganhar o pão de cada dia?
Serão felizes aqueles homens e mulheres cheios de uma boa ambição (nada tem a ver com o Self Made Man, à americana) que lutam para ter uma vida melhor, chegando alguns e algumas a conseguir licenciaturas, trabalhando e estudando ao mesmo tempo?
Serão felizes aqueles e aquelas que criam pequenas empresas e comércios sem destruírem o semelhante, respeitando a dignidade de todos? São uns autênticos heróis e heroínas, têm atributos como a honestidade, o espírito de sacrifício e a humildade.
Serão felizes aqueles homens e mulheres que se dedicam à nobre causa da governação, orientando-os o bem dos cidadãos, e que são de uma verdadeira ética e esmerada dedicação ao serviço público, quando olham à sua volta e vêem a leprosaria moral que os rodeia?
Serão felizes esses jovens que eu vi divertirem-se tanto no Carnaval, mas que passado este, vão encontrar-se em casa dos pais sem emprego, e se o têm, voltarão para ele com medo de o perder, porque é inseguro e mal pago?
O Mundo, querido leitor(a), é um vale de lágrimas, não acredite no que diz o sistema, esse usa a droga, o álcool, o hedonismo e o consumismo desenfreado, para poder reinar à vontade, quer fazer-nos ver que vivemos no melhor dos mundos.
A Liberdade.
A liberdade absoluta nunca existiu, nem existirá, por razões antropológicas e sociais. A ela não pertencem só direitos, pertencem deveres, e o principal é respeitar a liberdade dos outros. Aquele que se esquece deste pormenor está a atentar contra a liberdade, contra a Democracia, o civismo e a convivência entre os homens.
Sinto que a minha liberdade já não passa de algo abstracto, falo, escrevo (quando me deixam, e até me deixarem) e voto, sem dúvida, mas isso de pouco vale. Eu queria ser livre para acabar com essa gente que tem muitíssimo dinheiro e muito poder, que domina os governos nos quais eu voto, e as decisões deles sobrepõem-se aos órgãos e instituições representativas dos cidadãos. Queria acabar com essa gente que controla os nossos parcos recursos. Esses parasitas dizem que os nossos salários, e as nossas pensões de reforma levam à ruína o País.
Querido leitor(a), deixe-me pedir-lhe uma coisa: durante as campanhas eleitorais, acuse alto e em bom som, os demagogos, os cínicos, os que usam a retórica e instrumentalizam a verdade, mesmo que sejam do seu próprio partido. Ame o seu partido, mas ame mais a verdade!
Se assim não actuar, está a deitar pela janela fora, o pouco que ainda resta de Liberdade e Democracia.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

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