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Chegados a julho, muitos sabugalenses, entre os quais eu próprio, entram em ritmo de férias. Mas quero aqui deixar três notas sobre temas que diretamente dizem respeito ao nosso Concelho.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»1. A Sabugal +
Muito se tem falado desta Empresa Municipal, nem sempre pelas melhores razões. Penso que todos já perceberam do que se trata, e sobre isso a última Assembleia Municipal foi suficientemente esclarecedora.
Mas não posso deixar, até porque sou um dos que defendem que se analise a possibilidade da sua extinção, de chamar a atenção para dois aspetos fundamentais:
Em primeiro lugar, não é verdade que o museu, a piscina, o pavilhão gimnodesportivo, os postos de turismo, etc., só funcionem porque existe a Sabugal +. Se tal fosse verdade, então não havia este tipo de equipamentos e de serviços nos Concelhos onde não há empresas municipais, como é o caso de Vila Franca de Xira ou de Penamacor.
Também não é verdade que, se a Sabugal + fechar, os seus trabalhadores tenham de, obrigatoriamente, ir para o desemprego. A lei que o Governo da República se prepara para aprovar, o demonstra. Os trabalhadores da Sabugal + são necessários, pois os serviços que eles prestam não têm trabalhadores na Câmara, se não estava-se perante uma duplicação de pessoal que, acredito, nunca esteve na intenção dos responsáveis pela fundação da Empresa, nem na ideia dos seus defensores…
2. A Feira de São Pedro
Para os mais velhos, os dias de Mercado todos os meses e das feiras de S. Pedro e de setembro eram dias grandes no Sabugal.
Desde o Largo da Câmara, Avenida das Tílias abaixo, Largo de São Pedro, enfim, o centro do Sabugal enchia-se de vida e todos, velhos e novos, ali se abasteciam.
Cheguei ao Sabugal, sexta-feira e encontrei uma cidade igual à de todos os dias, nem me apercebendo que era dia da feira de São Pedro!
Pode ter havido razões muito fortes para retirar os mercados e feiras do centro, mas hoje, não tenho dúvidas em o afirmar, seria muito bom para a revitalização deste mesmo centro que ali se voltassem a realizar.
Não digo nas mesmas ruas e largos, mas no centro da cidade!
3. Aquela «senhora» a quem deram um lugar de ministra…
Várias centenas de autarcas acompanharam a direção da ANMP na entrega de um documento contra o encerramento dos Tribunais de 54 Concelhos.
E estas centenas de autarcas que foram eleitos pelos portugueses, foram insultados por uma “senhora” a quem, sem ter sido eleita, lhe deram o lugar de ministra da Justiça.
Esta “senhora”, para além de prepotente, arrogante e incapaz de corrigir um erro monumental, mostrou ser mal educada e cobarde ao recusar-se a receber os representantes dos portugueses.
Muito se assanhou com o que o Bastonário da Ordem dos Advogados lhe chamou, mas dia 28 de junho, muitos de nós achámos que se calhar o Bastonário tinha razão…

PS1: Foi com grande orgulho e uma certa vaidade que dia 29 presidi a uma das melhores Assembleias Municipais a que já assisti. A riqueza do debate, a forma exemplar como os deputados participaram, são a prova de que há mulheres e homens dedicados e capazes de defender os interesses do nosso Concelho.
A todos o meu obrigado enquanto Presidente e enquanto sabugalense.
PS2: É sempre com tristeza e saudade que vemos partir os nossos. Tendo já expressado pessoalmente as minhas condolências, aqui deixo publicamente uma palavra de solidariedade para com o Presidente da Câmara e seus familiares, na hora triste da partida de seu pai.

«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

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No dia 25 de Novembro, sexta-feira, cumpre-se a tradição com a realização da feira de Santa Catarina na Rebolosa, local onde se tira a «licença» para a matança do porco.

Santa Catarina - RebolosaSanta Catarina é a padroeira da freguesia, e todos os anos, no seu dia, 25 de Novembro, há feira e festa, a que acorre muita gente. Sendo o dia, segundo a tradição, a partir do qual se podem matar os porcos em toda a região, a feira é também um pretexto para muitos se juntarem em convívio, ali grelhando as primeiras febras, entrecostos e entremeadas, regadas com o vinho novo que sai das barricas e das cubas.
A Junta de Freguesia e a Associação Social Cultural e Desportiva da Rebolosa, apostadas em manter a tradição, organizaram um programa, que inclui um almoço convívio, previsto para o recinto de festas, fronteiro ao Largo de Santa Catarina.
Mas o programa da festa prevê também outros momentos, nomeadamente a realização de uma missa em honra de Santa Catarina, a que se seguirá uma procissão pelas ruas da aldeia. À tarde, após o almoço de convívio, haverá um passeio pelas adegas da freguesia, a fim de provar o vinho novo, seguida de uma capeia arraiana na Praça de Touros.
A fechar o programa, haverá, após o jantar, o imprescindível baile, abrilhantado pelo organista Virgílio Faleiro.
O presidente da Junta de Freguesia, Manuel Barros, garante que quem for à feira terá direito a uma licença formal, que o autoriza a fazer a sua matança.
plb

Três dias de animação intensa e de qualidade, com a participação directa de mais de 100 pessoas, e mais de 7.500 visitantes. É este o balanço que a organização da Feira de São João faz do evento que animou a Guarda entre 23 e 25 de Junho e que contou com a colaboração de dezenas de colectividades do concelho e da região, tanto na venda de produtos como na animação do evento.

Artesãos, artistas populares, músicos, actores, animadores e vendedores participaram nesta grande festa que foi a evocação histórica da feira de inícios do século XX na cidade mais alta. Uma grande festa na qual não faltaram as tasquinhas com a ementa a condizer com os santos populares, a venda de artesanato da região e dos produtos hortícolas e frutícolas e, é claro, a animação. De destacar ainda um dos pontos altos deste evento: a fogueira e baile de São João. Depois da queima da boneca na fogueira de rosmaninhos, uma tradição da região, veio o baile popular ao som de um duo de acordeões que juntou centenas de pessoas em rodopio pelo recinto.
De referir ainda que grande maioria dos participantes da feira ficou satisfeito com a grande afluência de público nesta edição. A Feira de S. João foi uma iniciava organizada pela Culturguarda em parceria com a Câmara Municipal da Guarda, inserida num dos projectos da candidatura ao programa Mais Centro, Eixo 2 – Política de Cidades – Parcerias para a Regeneração Urbana.
plb (com Culturguarda)

À chegada, Junho costuma fazer-se acompanhar dos primeiros calores estivais. Não tem sido tanto assim este ano ainda que o sol principie a fazer-se de ouro. É, também, por esta época que o céu inventa a cor azul celeste.

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»O chão ainda não perdeu o verde, ou melhor, o verde/amarelo porque subsistem vestígios dourados (das maias) provenientes dos mais recônditos sítios. Os inícios das manhãs ainda recendem a Primavera.
Os tons quentes e secos do Verão só surgirão lá para Julho e, isto, se S. Pedro fizer questão de manter a tradição.
Ora, em princípios de Junho, falar do Jarmelo é falar da Feira Concurso do gado. Em todos os começos deste mês (este ano no passado domingo, dia doze) o Monte e a Base abandonam quietudes anuais e agitam-se, animam-se, vestem-se de festa e festejam. Sim, pode, por aqui, falar-se de calma, mas não agora. O Monte só é (demasiadamente) sereno todo o resto do ano.
Não se trata, portanto, de uma qualquer, Feira não senhor. Trata-se de uma Feira Concurso com tudo o que caracteriza uma e outra coisa. Há compras e há vendas, claro. Mas há prémios e premiados também. E tem havido, mais recentemente, uma nova forma de animação. A garraiada que, obviamente, foi importada da raia, vem aqui incentivar coragens e inflamar corações.
O gado bovino detém, claramente, a preponderância do concurso embora este seja também extensivo ao gado caprino e ovino.
A Feira transformou-se, ultimamente, numa ocasião de luta. Com o Concurso o Jarmelo torna-se mais visível. Talvez por isso se aproveite reivindicação. Tem vindo a ser solicitado, aos poderes instituídos, que preservem as raças jarmelistas. Trata-se, é evidente, de uma boa luta, de uma luta por causa justa.
É bom que se saiba que há produtores jarmelistas que, em nenhum dia do ano, esquecem esta Feira, este Concurso. Simplesmente cuidam e criam os seus animais no intuito primeiro de aqui vir expô-los, aqui vir sujeitá-los a avaliações. Claro que a certificação da raça seria, para eles, um óptimo prémio. Entretanto vão-se candidatando a outros que vão ganhando e guardando com orgulho pouco disfarçado. Há quem possua, perfiladas em casa, autenticas colecções de taças.
Mas, tudo isto pode, ainda, ser visto como um tributo, um reconhecimento da vaca jarmelista que durante séculos ofereceu à região a qualidade do seu leite, do seu queijo, da sua carne e também do seu trabalho.
As vacas jarmelistas foram, ao longo dos tempos, o principal meio de sustento destas gentes.
Só por isso já merecem parabéns todos aqueles que se têm empenhado promovendo, divulgando e lutando pela sua preservação. Que a sorte os ajude é o mínimo que lhes poderemos desejar.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

A vaca jarmelista foi, mais uma vez, a rainha na 28.ª Feira do Jarmelo. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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jcl

As regiões da Beira Interior Norte, de Salamanca e do Douro Superior juntas nos dias 11 e 12 de Dezembro na 1.ª Feira Transfronteiriça Eco-Raia. Reportagem de Sara Castro com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

A tradição «manda» que se vá buscar a licença para a matança do porco caseiro à Feira de Santa Catarina na Rebolosa. Este ano juntaram-se à festa os confrades da Confraria do Bucho Raiano. Reportagem de Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

Está marcada para os dias 11 a 14 de Novembro, na cidade da Mêda, a I Feira da Caça, Floresta e Produtos Regionais, organizada pela Câmara Municipal da Mêda, em parceria com a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda.

Feira Caça Floresta Produtos Regionais Mêda

A caça em Portugal tem raízes profundas e hoje reconhece-se a importância do ordenamento do espaço e da gestão sustentada deste importante recurso económico. Com efeito, a caça quando bem gerida pode ser a base de uma importante actividade económica, mas o seu valor aumenta, ainda mais, quando se desenvolve nas zonas mais deprimidas do nosso país, onde a agricultura e a silvicultura encontram algumas dificuldades. A caça é hoje uma actividade que contribui para o aumento do rendimento das explorações agrícolas e para o rendimento das comunidades locais, incentivando a associação. É por isso um importante contributo para o desenvolvimento rural.
O Município de Mêda e a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda (ACCPM), pretendem com este certame divulgar o património cinegético, natural, gastronómico e paisagístico do concelho.
Este evento conta com várias áreas de exposição relacionadas com a caça, produtos regionais, exposição e venda de vinhos locais, tasquinhas com pratos e petiscos de caça, animação e diversas actividades ligadas à temática do evento.
No dia dedicado à floresta irá ter lugar o 1.º Encontro de Sapadores Florestais do Distrito da Guarda, e um colóquio tendo como temática a Protecção Civil.
Paralelamente à Feira irão ser realizadas montarias ao javali (dias 11 e 13), largadas de perdizes (dia 14) e de pombos (dia 12), demonstrações de St. Huberto e de Cetraria (dias 13 e 14), Laser Shot, animação musical, visitas turísticas aos produtores de vinho locais, e um magusto, que irão animar o programa da Feira. Durante os dias em que decorre o certame, os restaurantes do concelho aderentes irão confeccionar, especialmente para estes dias, diversos pratos de caça de forma a divulgar a gastronomia local com os produtos regionais do concelho.
Os interessados em participar nas actividades de caça (montarias e largadas) devem proceder à sua inscrição até sábado, 30 de Outubro através da ACCPM (telemóvel 961 509 491).
jcl (com Turismo da Mêda)

A Associação Sócio-Terapeuta de Almeida (ASTA) realizou nos dias 17 e 18 de Julho a Feira da Solidariedade, que juntou centenas de pessoas nas suas instalações em Cabreira do Côa, concelho de Almeida. Entre os utentes, os voluntários e os colaboradores da Associação há muita gente do Sabugal, que se reúne aos demais apoiantes, em sinal de solidariedade e de apoio a uma associação que desempenha um papel essencial em toda a região. As telas foram doadas à ASTA para angariação de fundos. Capeia Arraiana foi à Feira da Solidariedade e colheu algumas imagens do momento.

GALERIA DE IMAGENS – ALMENDRA
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

plb

No dia 11 de Junho e no âmbito das celebrações do 25.º aniversário da adesão de Portugal à União Europeia, Dacian Cioloş, Comissário Europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, e António Serrano, Ministro da Agricultura, estiveram em Santarém para participar no debate sobre a reforma da PAC pós-2013, promovido pela Confederação dos Agricultores de Portugal. No colóquio participou também António Robalo e Paulo Marques em representação da Pró-Raia que esteve presente integrada no stand da Federação «Minha Terra».

Pró-Raia e Minha TerraDurante a visita à 47.ª Feira Nacional de Agricultura e 57.ª Feira do Ribatejo que decorreu no Centro Nacional e Exposições (CNEMA), em Santarém, Dacian Cioloş, comissário europeu para a agricultura e desenvolvimento rural, tomou conhecimento da especificidade da agricultura portuguesa, admitindo que «Portugal tem um potencial de produção agrícola enorme».
Quanto ao debate público sobre a PAC (Política Agrícola Comum da União Europeia) o comissário referiu que «estamos em período de balanço para ver o que se deve fazer na próxima PAC, uma política pluri-sectorial que deverá manter a coesão social e a pluralidade económica, tendo em conta a diversidade agrícola dos diversos espaços europeus».
Dacian Cioloş considerou ainda que «através do PRODER deverá haver maior contribuição para a inovação na produção agrícola, estimulando assim o sector a desenvolver-se e modernizar-se».
António Serrano, Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas afirmou que «o comissário veio debater com os agricultores portugueses que lhe deram a sua visão dos problemas que temos enfrentado. Foi um debate muito rico sobre o tema», sublinhando que «Portugal tem vindo a marcar uma posição muito firme na preparação da nova PAC. Houve uma reunião em Bruxelas onde defendemos um reequilíbrio orçamental entre os estados-membros, com uma distribuição mais equitativa».
Num breve encontro entre o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, e o Ministro da Agricultura, António Serrano, este último fez questão de recordar com agrado a jornada de trabalho no Auditório Municipal da cidade raiana e que tinha em cima da sua mesa de trabalho as questões que tinham resultado do debate. «O Sabugal e o distrito da Guarda não estão esquecidos», fez questão de dizer o governante ao autarca sabugalense.
A Pró-Raia (Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte) esteve representada no espaço da «Minha Terra» (Federação Portuguesa das Associações de Desenvolvimento Rural) que desenvolve competências a nível da organização e implementação de programas e iniciativas de alcance local, regional, nacional e transnacional e presta assessoria técnica ao desenvolvimento de projectos em diversas áreas do desenvolvimento rural.
A Pró-Raia nasceu em 1994 com o objectivo de promover os espaços naturais e valores patrimoniais, a preservação do ambiente, o reforço da identidade local e o apoio à transformação e comercialização dos produtos locais. A instituição tem sede na Guarda e a sua direcção tem como presidente e vice-presidente, respectivamente, as Câmaras Municipais da Guarda e do Sabugal.
jcl (com agência Lusa)

A AENEBEIRA-Associação Empresarial do Nordeste da Beira organiza de 26 a 28 de Fevereiro e em 6 e 7 de Março no Pavilhão Multiusos de Trancoso a VII VFeira do Fumeiro, dos Sabores e do Artesanato do Nordeste da Beira e III Festival Gastronómico «Trancoso – Gastronomia com Tradição».

Feira Fumeiro Sabores Artesanato Nordeste BeiraA VII Feira do Fumeiro, dos Sabores e do Artesanato do Nordeste da Beira é uma mostra do que melhor se produz e oferece com qualidade e sentido de preservação das actividades e sabores tradicionais na região do Nordeste da Beira. Em paralelo decorre o III Festival Gastronómico a que aderiram dez restaurantes de Trancoso e que apresentam nas suas ementas pratos confeccionados com produtos regionais.
O Presidente da AENEBEIRA, António Oliveira, anunciou a presença de 94 expositores distribuídos por 105 stands que vão mostrar produtos regionais com destaque para os enchidos, queijos, pão e doçaria, gastronomia regional, compotas, azeites e artesanato. A música e o folclore da região também marcam presença num certame que decorre no período dos circuitos das Amendoeiras em Flor que atraem milhares de turistas ao Douro.
O programa musical para o Pavilhão Multiusos inclui o Grupo de Bombos «Os Caldeireiros de Rio de Mel», o grupo de concertinas do Reboleiro, o grupo de acordeonistas do Távora e Douro Sul, a banda filarmónica de Freches, o rancho folclórico e etnográfico de Trancoso, os grupos de concertinas Terras do Demo e Póvoa do Concelho, os grupos de bombos de Miguel Choco e de Vanda do Cepo, a Infantuna, o rancho folclórico e etnográfico de Palhais e Benvende e a Fanfarra Sacabuxa da Castanheira.
A lista de restaurantes aderentes inclui o Área Benta, a Asa Dourada, a Casa dos Grelhados, a Quinta da Cerca, o Marquês, o Museu, Portas d’el Rei, Queda d’Água, Rota dos Cavaleiros e São Marcos.
A associação empresarial vai disponibilizar cerca de 30 mil euros no iniciativa que abrange a região compreendida entre a Serra da Estrela e o Douro, sendo que 65 por cento dos custos de promoção provêm do Sistema de Incentivos das Acções Locais (SIAC).
Ambas iniciativas são apoiadas pelo QREN – Quadro de Referência Estratégica Nacional, Programa MAIS CENTRO.Sedeada em Trancoso, a AENEBEIRA possui cerca de 750 associados distribuídos pelos concelhos do Nordeste da Beira Meda, Trancoso, Aguiar da Beira, Pinhel e limítrofes, ligados principalmente ao sector comercial e de serviços.
aps (com Trancoso Eventos)

O Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso vai receber a 3.ª edição da Feira de Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural nos dias 6 e 7 de Fevereiro de 2010.

Vilar FormosoO evento, organizado pela Câmara Municipal de Almeida, em colaboração com a Federação da Beira Interior, Associação Recreativa de Nave de Haver e o Clube de Caça e Pesca de Vilar Formoso, visa valorizar, promover e divulgar o património cinegético, natural, paisagístico e gastronómico bem como os serviços e actividades relacionadas com o sector da caça, pesca e do mundo rural.
Para além das áreas de exposição relacionadas com a caça, pesca, mundo rural – produtos agro-alimentares regionais e tasquinhas com petiscos e pratos confeccionados à base de caça e pesca, o certame conta com um leque de actividades diversificadas: Montaria ao Javali, Prova de St. Huberto, Demonstração de Cetraria, Tiro ao Prato Virtual, Exposição de Fauna Viva e Espécies Cinegéticas.
No decorrer da feira, os visitantes poderão, ainda, desfrutar da constante animação com grupos musicais regionais.
O Programa da Feira inclui no sábado, 6 de Fevereiro, Montaria ao Javali (Associação Recreativa de Nave de Haver), animação musical com o Grupo de Bombos das Donas (Fundão), demonstração de Cetraria, demonstração de cães (equipa cinotécnica da GNR) e espectáculo de música popular com o Grupo de Cantares «Os Mata Brava». Para domingo estão previstos: demonstração de Aves de rapina, animação musical com o Grupo de Cavaquinhos de Louriçal (Pombal), demonstração de cães (equipa cinotécnica da GNR) e prova de Santo Huberto (Clube de Caça e Pesca de Vilar Formoso).
A feira conta ainda com actividades permanentes como o tiro ao prato virtual, passeios a charrette, exposição e prática de falcoaria, exposição de fauna viva e espécies cinegéticas, tasquinhas e animação de rua.
jcl (com Turismo Municipal de Almeida)

O Município de Almeida promove nos dias 8 e 9 de Novembro no Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso a I Feira da Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural. Entre as várias actividades previstas no programa destaque para a Montaria ao Javali em Nave de Haver e para a Largada de Perdizes em Vilar Formoso.

Feira de Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural de AlmeidaA primeira edição da Feira de Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural organizada pela Câmara Municipal de Almeida decorre nos dias 8 e 9 de Novembro no Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso. A montaria ao javali em Nave de Haver no sábado e a largada de perdizes em Vilar Formoso no domingo são as cabeça de cartaz do certame.
A abertura do salão de exposições está marcada para as 10 horas da manhã de sábado podendo ser admirados no recinto do pavilhão objectos de caça, pesca, jipes florestais, produtos agro-alimentares e tradicionais do mundo rural e fauna viva como cavalos, falcões, javalis, avestruzes, perdizes, coelhos, pombos e cães de raça.
O programa inclui demonstrações de meios da equipa cinotécnica da Guarda Nacional Republicana, o grupo de concertinas Clave de Sol, exibição de aves de presa (falcoaria) e de cães de parar com a presença de Vítor Maurício. O colóquio «Caça, pesca e Comunidade» conta com os oradores António Borges (Caça e Sociedade), Lurdes Martins (Contributo das concepções de pesca desportiva para o desenvolvimento local), Paulo Paixão (O corço no concelho) e Amílcar Teixeira (Caracterização das comunidades salmonídeas da Região Centro). A actuação do Grupo de Fados da Guarda finaliza o primeiro dia do evento.
No domingo terá lugar em Vilar Formoso uma largada de perdizes, nova demonstração de meios da equipa cinotécnica da GNR, a actuação do grupo de concertinas de Figueira de Castelo Rodrigo, a libertação de uma ave recuperada nas Cervas, a exibição do Grupo de Lendas, Danças e Cantares de Ribacôa. A primeira edição encerrará com as danças do Rancho Folclórico da Miuzela.
O evento contará em permanência com tasquinhas com petiscos de caça e pesca, assadores de castanhas, exposições de cães e matilhas, tiro com arco e besta e passeios de charrette para todos os visitantes.
jcl

A Feira de Setembro do Sabugal revela-se hoje um mero mercado mensal, com pouca afluência de fregueses e feirantes, não havendo sequer rasto das melancias que antigamente também davam nome à feira..

Feira de Setembro no SabugalRealizou-se hoje, 4 de Setembro, a afamada Feira das Melancias do Sabugal. Quem ali se deslocou no intuito de ir a uma feira de ano, com a grandeza própria deste tipo de eventos, ficou desenganado: a feira de agora já não tem nada a ver com a feira de outros tempos.
Antigamente, a também apelidada Feira Nova era aguardada com ansiedade por toda a população. O seu sinal mais marcante consistia nas colossais melancias que se vendiam na ocasião. Camionetas, tractores e até carros de vacas, chegavam de véspera ao largo de S. Sebastião e ali estacionavam e expunham a produção de melancias. Na sua maior parte eram produtores particulares, vindos das terras do sul do concelho, como Casteleiro e Moita, a que se juntava gente do termo de Belmonte e de Penamacor.
Alguns compravam as melancias na véspera e outros guardavam-se para o dia da própria feira. Não havia quem não levasse uma melancia grande para casa. Dela comeria toda a família e dela se guardava a semente para o amanho do melancial na primavera chegante.
Era pitoresco o quadro das melancias em monte, no solo ou nas camionetas, e as pessoas de roda das maiores, exigindo ao feirante que fizesse a «capadura» à escolhida, a ver se estava madura. Muitas vezes era aos garotos que cabia transportar as melancias, o que era uma festa, já que o transporte era rebolando a peça colossal de fruta pelas ruas, a caminho de casa.
Hoje fomos à feira. Corremos as tendas e bancas e verificámos que não havia uma única camioneta vendendo melancias. Quem queria seguir a tradição, restava-lhe ir ao edifício da Praça Municipal e comprar uma pequena melancia nas bancas fixas dos vendedores de fruta.
No restante também a feira é muito fraca. Hoje certamente prejudicada pela chuva que caiu durante a manhã, mas a decadência deve-se sobretudo à mudança de tempos. Nos dias que correm a feira ambulante já não é o local eleito para as compras, preferindo-se os centros comerciais e os hipermercados, que a pouco e pouco vão invadindo todo o território.
Desde o tempo medieval que o Sabugal tem duas feiras de referência: a de S. Pedro, em 29 de Junho, e a Feira Nova, na primeira quinta-feira de Setembro. Ambas são hoje uma sombra daquilo que foram outrora. Outros tempos, outras vontades, outros hábitos!
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Espera-se em vão que ocorram no Sabugal iniciativas de relevo que aproveitem o curto período de viagens e de lazer que o Carnaval representa para a região. Nada sucedendo, perde-se, sucessivamente, a oportunidade de promover as nossas terras.

Tecedeiras na Feira das Tradições - PinhelO Carnaval é, por excelência, o período do ano em que mais gente ruma à Serra da Estela. Vão em busca da alvura da neve, das magníficas paisagens, da robustez dos nossos monumentos históricos. Num primeiro momento entopem as estradas que conduzem ao maciço central. Mas permanecem ali apenas algumas horas. No topo da serra o frio é intenso e o contacto com a neve, embora agrade, é coisa de pouca dura para quem não está avezado aos rigores do frio.
Resulta que no resto do tempo os visitantes deambulam pela região, procurando pontos de interesse. Percorrem os roteiros das aldeias históricas, onde se inclui a nossa Sortelha. Degustam os nossos sabores gastronómicos. Vão de roda por feiras, festivais e exposições que na ocasião se realizam.
E no que toca a certames de promoção turística e económica, há muito que algumas autarquias descobriram ser este um tempo de oportunidades. Há eventos de referência obrigatória. Só para dar alguns exemplos: Seia tem este ano a XXXI Feira do Queijo, Pinhel a XIII Feira das Tradições, Manteigas a XV Mostra de Actividades Económicas, Celorico da Beira a habitual Feira do Queijo da Serra da Estrela.
O caso é que no Sabugal nada se passa. Para Sortelha não se conhece programa de animação que potencie as visitas neste período. Na sede do concelho também nada se realiza em proveito da oportunidade. Parece que em Aldeia do Bispo vai haver desfile carnavalesco e também tourada. Em algumas freguesias fazem-se até bailes de máscaras, promovidos por associações. Mas as coisas ficam-se por aqui.
Lá para Abril, ou Maio, haverá, possivelmente, a reedição da Mostra Agro-Alimentar do Alto Côa, no Soito. Ora o certame virá fora de tempo! Não conseguiu, até agora, passar de um vulgar ajuntamento de amigos que bebem copos e soltam gargalhadas. De tão colossal fracasso, até já alguém sugeriu, e bem, que a dispendiosa iniciativa municipal passe para o dia 25 de Novembro, na Rebolosa, aproveitando o bom ajuntamento de gente na Feira de Santa Catarina.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

A partir das nove horas da manhã de sábado, 3 de Novembro, decorre no Museu e Auditório Municipal do Sabugal a Feira da Castanha e do Cogumelo. Os fungos micorrízicos e os fungos patogénicos são convidados de honra.

Feira da Castanha e do Cogumelo no SabugalO que são fungos micorrízicos? E fungos patogénicos? As respostas a estas e outras questões serão desenvolvidas por especialistas na Feira da Castanha e do Cogumelo que vai realizar-se sábado, 3 de Novembro, no Museu e Auditório Municipal em organização conjunta da Câmara Municipal do Sabugal e da «Sabugal+», EM.
Durante a manhã e após a sessão de abertura marcada para as 9.30 horas os interessados podem participar em quatro conferências sobre castanhas e cogumelos.
10.00 horas – «Contributos dos fungos micorrízicos para o melhor desenvolvimento do castanheiro. Divulgação de alguns cogumelos presentes nos soutos do concelho do Sabugal», por Gravito Henriques.
10.30 – «Hongos patogeneos – Fungos patogénicos», por Celso Ramos Blanco e José Ignácio Gómez Risueño.
11.15 – «As doenças importantes do castanheiro», por Maria Eugénia Madureira Gouveia.
11.45 – «Transformação industrial da castanha em Portugal», por Álvaro Coto.
O resto da manhã será preenchido com um debate entre a assistência e os conferencistas.
O almoço (petisco) será confeccionado com os ingredientes da ordem do dia: cogumelos e castanhas.
E depois da teoria a prática. A tarde será preenchida com demonstrações da máquina de apanhar e calibrar e o Concurso da Castanha. No espaço de exposições temporárias do Museu do Sabugal, produtores da região raiana apresentam as suas selecções de frutos das castaneáceas que serão avaliadas por um júri especializado.
Dar a conhecer os produtos do Sabugal e da região raiana e transmitir aos produtores formas de melhorar a sua produção e comercialização é o objectivo desta iniciativa camarária.
A entrada é gratuita.
jcl (com Matilde Cardoso)

Inicia-se hoje em Figueira de Castelo Rodrigo a décima edição da Feira das Actividades Económicas, que durará até 15 de Agosto. Para além das exposições e da animação terão lugar jornadas de reflexão e de debate.

Figueira de Castelo RodrigoAproveitando o facto de a região ter muita gentes durante as férias de Verão o Município lançou a iniciativa pretendendo promover a economia do concelho através da divulgação dos produtos locais. Trata-se de demonstrar que Figueira de Castelo Rodrigo tem futuro, porque as suas potencialidades económicas e a sua dinâmica são capazes de fazer face à crescente concorrência de Espanha.
Para além das indústrias e do comércio, a feira apresenta os valores do artesanato local e divulga o potencial turístico da vila beiroa, vizinha de Espanha e do Rio Douro. O certame juntará cerca de 60 expositores em dois largos da povoação.
Em paralelo haverá abundante animação, com as actuações musicais de João Pedro Pais, GNR e André Sardet, entre outros. A organização programou ainda a realização de uma garraiada popular, no dia 12 (domingo).
No segundo dia da iniciativa realizam-se as Jornadas Nacionais de Olivicultura Biológica, organizadas em parceria com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, destinadas a discutir o futuro do olival, que é um dos principais recursos agrícolas do concelho.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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