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Tinha acabado o ano escolar no Outeiro de São Miguel, colégio situado num ermo a poucos quilómetros da Guarda, e fui para férias do Verão para a minha aldeia, o Vale da Senhora da Póvoa. É então que o meu Avô me comunica que no próximo ano me ia matricular no Externato Secundário do Sabugal para frequentar o 4.º Ano do Liceu.

José Jorge CameiraOu por estar perto da aldeia, ou porque tinha lá amigos que lhe recomendaram esse colégio dirigido pelo Dr. Diamantino, que tinha já fama de competente, disciplinador e com um bom grupo de Professores.
De princípio o assunto não me agradou muito, porque estava perto da minha Aldeia e o meu Avô poderia controlar melhor os meus passos e o pior de tudo seria a possibilidade de ele aparecer de repente por lá. Ora eu naquela idade queria, desejava, precisava de rédea solta…
Pensando melhor depois, aceitei a ideia, porque seria uma espécie de dois em um: era uma rambóia no Sabugal e outra aos fins de semana no Vale… Mas que boa vida de aventura eu iria ter!
O Sabugal é hoje cidade, mas é povoado que ficou pertença do Reino de Portugal pelo Tratado de Alcanizes, ao tempo do Rei D. Dinis, em pleno Século XIII. Por ser perto de Espanha, teve imensas estórias de contrabando de e para Espanha: para lá ia o café, o bacalhau, tabaco das marcas Porto, Definitivos e Kentucky e de lá vinha aquele saboroso pão formato quadrilátero além de outras coisas… era o tempo que 1 Escudo valia 2,5 Pesetas.
Famosas aldeias são deste concelho – Quadrazais, Fóios (terra do meu amigalhaço Ismael Sanches Vaz), Soito (das laranjadas e das castanhas)…
O Castelo é o ex-libris –«Castelo de Cinco Quinas só há um em Portugal ; fica nas margens do Côa, na vila do Sabugal».
À volta da Vila corre preguiçoso o Rio Côa – o único Rio de Portugal que vai para Norte, desaguando no Rio Douro. Por coincidência, ou talvez não, tem muitas semelhanças com o Castelo de Beja. O de Beja tem apenas «4 quinas», mas os documentos históricos dizem que a sua primeira reconstrução conhecida foi no tempo de D. Dinis, rei este que tem muito a ver com o Sabugal.
Chegou Outubro, fui para o Sabugal. Estava a papinha feita: ficaria hospedado na casa da Dona Jesus Alexandrino, uma casarona com quintal mesmo ao lado do Externato, com cama e comida prontinha na mesa. Na casa havia mais dois colegas estudantes do mesmo colégio, o Joaquim Corte e a Leopoldina de Santo Estevâo que haveria de casar com o Manuel Félix do Vale, já falecido.
Foram feitas as apresentações no Externato, mas eis que começam cedo as «confusões» – boas, entenda-se…
No Colégio conheci vários colegas, entre outros que já esqueci o nome: Orlindo Metaio, o Zé Rente, o Ferreira, o Zé Carlos Mendes, um gajo grandalhão e já com ares de intelectual…
Raparigas, algumas ainda lembro o nome: Hortênsia Malaquias, a Milice, Alice, a Lena Ermidinha, Isaura, as duas Fernandinhas.
O Zé Rente, lidei com ele os dois anos que estive no Colégio e tive uma admiração especial por ele: teve um acidente quando era mais novo – fez uma imitação de pistola em madeira e ao experimentá-la, o fulminante atingiu um dos olhos e cegou. Mas isso nunca o impediu de ser um exímio jogador de bola. Pegava na bola numa baliza e ia fazer golo na outra, sempre com toques de bola, saltitando no sapato dele… A fintar, era arte e finura em pessoa.
Mas tivemos as nossas makas: queria ser líder, mas eu também queria!
Casou com uma colega do Externato, a Vitória Pinto de Santo Estevão.

O Faustino (nome fictício) era um colega vivaço, sempre bem disposto, voluntarioso, fortalhaço, sempre rindo e um ás a jogar às damas. Ninguém no Sabugal o derrotava no tabuleiro do AltoBar!
Foi neste café que aconteceu uma estória engraçada.
A rapaziada bebia cerveja Sagres, a tal que custava 7 escudos.
Um dia foi uma risada geral quando um emigrante que chegou de «vacanças» e todo vaidoso pediu uma «bièrre» e cobraram-lhe 10 escudos. É que a «bièrre» é mais cara! – disse o empregado.
O Faustino logo nos primeiros dias disse a todos da turma, perante a minha estupefacção:
– Ei, malta, temos um novo colega, o Zé Jorge, temos que celebrar a vinda dele para o Externato! Na próxima segunda-feira, todos para minha casa à noite.
A recepção à minha chegada ao Sabugal foi assim programada o que deu ensejo que nesse fim de semana eu tivesse «subtraído» dois garrafões de vinho nas barricas da minha casa no Vale da Senhora da Póvoa.
Na noite da segunda-feira lá fui eu, éramos 12 ao todo. Já os tinha visto no Externato e só isso.
Quando entrei na casa do Faustino estava uma grande lareira acesa, grandes brasas que iluminavam uma grande sala. Sobre aquele braseal, várias galinhas assavam e estavam preparadas também chouriças. Pão… e, mesmo a calhar, os meus garrafões de vinho tinto.
Foi uma noitada de comer e beber, como eu nunca tinha tido na vida. Uma farra completa!
Alguém disse para irmos dar uma volta pela vila para refrescar a cabeça do tintol, depois voltarmos para a segunda demão.
Assim foi: passear, cantar, fazer barulho, pedradas nos gatos, alguns até com ruidosos traques que provocavam grandes gargalhadas! Alguém dava um, alguém respondia com outro.
Ora fazer algazarra a essa hora e naqueles tempos, a coisa tinha que dar para o torto. Podia ser coisa subversiva ou coisa de comunistas!
De repente lá em cima na rua principal e junto à Igreja ouvimos os apitos da GNR (os policias odiados de então) e os avisos habituais da bófia:
– Parem em nome da Lei! Ou vão todos presos!!!
É o páras!! Páro, o tanas… ai, pernas para que vos quero…
Nós os 12 começámos a correr pelas ruas fugindo aos GNR’s, cada um para o seu lado, e para agravar a situação, estávamos atordoados pela pinga e de barriga cheia de petiscos.
Lembro-me que fugia deles e sentia um preguinho do salto do meu sapato esquerdo que entrava e saía dentro do meu calcanhar, mas não havia hipótese: tinha de correr e muito!
Estava eu correndo com outro e chegados aquele pequeno jardim atrás do edifício onde era na altura as Finanças, ouvimos um voz forte e autoritária:
– EI , QUEM VEM LÁ?
Por instinto, julgando ser um dos polícias, eu e o meu colega jogámo-nos por aquela ribanceira que vai dar lá muito em baixo ao Rio Côa. Caímos no meio das silvas, rebolámos, ficámos todos arranhados, rasgados…
Inabanão, ouvimos alguém rir: era o Faustino que estava escondido e ouvindo os nossos passos, gritou daquela maneira! Mesmo na altura do perigo, ele gozava com a situação…
As correrias continuaram e eram 5 da matina entrei no meu quarto na casa da Dona Jesus Alexandrino.
A coisa não terminou assim. De manhã a ramona da GNR foi prender 11 moços, debalde procuraram o décimo segundo, que era eu…
Não fui dentro porque era novo na vila, ninguém me conhecia e os 11 não piaram!!
Acreditem: pelas 11 da manhã pedalava eu na bicicleta do Joaquim Corte junto ao local onde estavam de cana os meus colegas. Passaram algumas horas no xelindró e quando saíram, começámos logo de imediato a arranjar OUTRO MOTIVO para uma festança igual. O vinho das pipas da minha casa na aldeia estava garantido!

Um mês depois da aventura em que interveio a autoridade, apareceu novo motivo para uma festança entre os que estudávamos no Sabugal: o Faustino avisou que fazia anos e que tinha de haver festa!
– E tu ó Zé Jorge, não te esqueças de trazer uns garrafões de vinho, mas roubados, assim até sabe melhor a pinga…
Assim foi. Na tal sala da casa dele comemos um belo guisado de coelho e disse que foram roubados em Vila Boa. O Faustino avisou logo que era tudo para nós comermos, ela não iria comer por estar com uma grande dor de barriga!
Era um guisado feito numa panela de ferro das antigas e o cheiro entrava pelos narizes. Apiguilhado pelo vinho do Sr Tenente (o meu Avô do Vale), então foi o máximo. Ganda comezaina, cum catano! Não meteu barulho nas ruas, senão haveria outra «séjour» detrás das grades…
Estava a panela bem raspada, até houve quem passasse pão por dentro para aproveitar o molho como gulodice, quando o Faustino pediu silêncio. Aí vem discurso, pensámos!
– Oiçam, vocês lembram-se daquela gata velha em casa da minha avó, lá no cimo das escadas, cega dum olho, deitava pus amarelado, era um nojo, a velhota pedia-me muitas vezes para a matar?
– FOI ESSA GATA QUE VOCÊS ACABARAM DE COMER!!!
E começou rindo desavergonhadamente, segurando até a barriga…
Bem. Imagine-se a malta a sair correndo para a rua e todos enfiando o dedo bem fundo na goela para vomitar! Eu também. E injuriando o gajo… que ainda se ria perdidamente!

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

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Realiza-se no dia 28 de Maio o quinto encontro de antigos alunos, professores e funcionários do Colégio do Sabugal, cuja concentração está marcada para o santuário da Senhora da Graça.

Ex-alunos e professores com José Diamantino dos SantosPelas 11 horas os antigos alunos encontram-se no recinto da Senhora da Graça, onde meia hora depois lhes será servido um «porto de honra». Às 12h30 haverá missa na capela do santuário e de seguida a comitiva desloca-se para a cidade do Sabugal, onde, pelas 13h30, se realizará o almoço de convívio, servido no restaurante do RaiaHotel.
As inscrições estão abertas e os interessados poderão marcar a sua presença contactando a Comissão Organizadora deste encontro de 2011: Fátima Freire (962918817), Ana Maria Coutinho (962345214), Manuel Soares Azevedo (933202788) e Manuel A. Nabais (963835665).
O Externato Secundário do Sabugal foi fundado em 1952 por José Diamantino dos Santos, que para além de proprietário foi também director do colégio. Pelo estabelecimento passaram milhares de jovens do concelho do Sabugal e de freguesias limítrofes, fazendo ali os seus estudos secundários.
Em 1986, o Externato fechou as portas, o que aconteceu após a chegada da Escola Secundária do Sabugal. Durante décadas o externato foi o único estabelecimento de ensino, superando a falta da escola oficial.
Os encontros de convívio vêm-se realizando anualmente, sendo um momento de grande amizade e de confraternização entre as várias gerações de alunos e professores que frequentaram as salas de aula do antigo colégio do Sabugal.
plb

José Diamantino dos Santos, fundador e director do Externato Secundário do Sabugal, foi homenageado postumamente, por ocasião do quarto encontro de antigos alunos e professores do colégio.

Vindos de vários pontos do país e até do estrangeiro, os antigos alunos, professores e funcionários do Colégio do Sabugal, reuniram-se no sábado, dia 1 de Maio, para o habitual encontro, o primeiro após a morte do seu fundador.
A recepção aconteceu às 17 horas, nas instalações do antigo colégio, onde os participantes se juntaram na sala onde existia o ginásio. Lurdes Bogas deu as boas-vindas, em nome da comissão instaladora, que integrava ainda José Alberto Monteiro, António Lucas e Fátima Dias. Usou depois da palavra Deolinda Diamantino, viúva do fundador do colégio e também antiga anula e professora do estabelecimento de ensino que durante 38 anos contribuiu para a formação de gerações sucessivas de jovens.
O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, fez as honras da casa, na medida em que o edifício é agora propriedade da autarquia, fazendo uma curta intervenção oral e descerrando a placa alusiva ao «Centro Dr José Diamantino dos Santos», que alberga a Biblioteca Municipal, em homenagem ao fundador, proprietário, director e professor do antigo colégio do Sabugal.
A comitiva dirigiu-se depois à Igreja da Misericórdia, onde foi celebrada uma missa pela alma do Dr Diamantino (também ex-provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal) e demais alunos e professores já falecidos. O celebrante do acto religioso foi o Padre António Souta, também ele um antigo professor do colégio.
O jantar de convívio foi servido do Restaurante D. Dinis, no RaiHotel. Para além do jantar propriamente dito, houve animação musical, baile e uma sucessão de pequenas surpresas.
É de assinalar a presença no jantar dos presidente do vice-presidente da Câmara Municipal Penamacor, Domingos Torrão e António Cabanas, que não foram estudantes do colégio, mas reconheceram o importante papel desempenhado por essa instituição no desenvolvimento da educação da região, incluindo em algumas terras do concelho de Penamacor, cujos naturais estudaram no Sabugal.
No final foi nomeada a comissão que organizará o próximo encontro: Manuel Nabais Ana Maria Coutinho, Manuel Azevedo, e Fátima Freire.
plb

José Diamantino dos Santos, fundador e director do Externato Secundário do Sabugal, faleceu em 2 de Fevereiro de 2009. Será homenageado, por ocasião do encontro dos antigos estudantes do colégio por si fundado, que acontecerá a 1 de Maio no Sabugal. Associando-nos desde já a esse preito, aqui ficam algumas notas biográficas desse grande sabugalense.

Nasceu no Freixial, concelho do Fundão, a 4 de Novembro de 1930. Fez a escola primária em Vilar Maior, no concelho do Sabugal, e frequentou depois o Seminário Menor de Beja e o Seminário Maior dos Olivais em Lisboa, vindo a terminar os seus estudos na Universidade de Salamanca, em Espanha, onde se licenciou em Filosofia.
De regresso ao concelho do Sabugal, fundou, em 1955, o Externato Secundário do Sabugal, onde exerceu a sua actividade de professor e director até 1986, data em que fechou as portas, dando lugar à Escola Secundária do Sabugal.
O «Colégio», como era conhecido o Externato, foi durante os anos em que existiu o maior foco irradiador de cultura no concelho do Sabugal. Milhares de jovens de gerações sucessivas tiveram a sua formação nesse grande centro de instrução, assim se preparando para a vida, vendo no seu director não apenas um empenhado e exigente pedagogo, mas sobretudo um amigo e até, em certos casos, um autêntico pai.
O Dr Diamantino dos Santos, era, para além de proprietário, director e professor do Colégio um homem perfeitamente integrado na vida sabugalense, tendo granjeado um prestígio assinalável, dado o seu empenho na educação dos jovens.
Essa notoriedade conduziu-o à eleição para presidente da Câmara Municipal do Sabugal, cargo que exerceu durante oito anos sucessivos. Isso aconteceu ainda antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, quando não existia o poder local democrático que hoje conhecemos, mas também num tempo em que os Municípios quase não possuíam recursos e as aldeias estavam muito carenciadas. Mesmo assim, fazendo face às dificuldades, o Dr Diamantino, enquanto presidente de Câmara, deu um forte e decisivo impulso ao desenvolvimento do concelho. Melhorou as infra-estruturas, tais como as vias de comunicação e instalação eléctrica em todas as freguesias do concelho, e também a formação das populações, com a construção de diversas escolas primárias.
Foi um dos fundadores do Sporting Clube do Sabugal, em 1959, participando depois activamente na vida desta associação. Foi presidente da direcção, cargo que exerceu em diversos mandatos, e desempenhou igualmente as funções de presidente da Mesa da Assembleia Geral.
Também participou na gestão do Hospital do Sabugal, sendo durante alguns anos membro da sua Comissão Administradora. Ainda dentro do sector da educação, estruturou e dirigiu o Ciclo Preparatório do Sabugal, entre os anos 1972 e 1975.
Pertenceu aos corpos gerentes da Casa do Concelho do Sabugal, como presidente da Assembleia Geral, entre os anos 1990 e 1992, tendo obtido em 1996 o título de Sócio Honorário desta associação sabugalense, em reconhecimento pelo seu papel no desenvolvimento do concelho.
Depois de encerrado o Colégio que fundou e dirigiu, o Dr Diamantino dedicou-se sobretudo a outra obra, onde colocou todo o seu esforço: a Santa Casa da Misericórdia do Sabugal. Foi eleito sucessivamente Provedor, e, enquanto tal, desempenhou um papel verdadeiramente ímpar no desenvolvimento da assistência social. Promoveu a instalação do Lar de Idosos Nossa Senhora da Graça nas antigas instalações do Hospital e criou ainda as valências de centro de dia, apoio domiciliário, centro comunitário, creche, ensino pré-escolar e apoio aos tempos livres.
O encontro de antigos alunos, funcionários e professores do Colégio do Sabugal que se realiza este ano é o momento oportuno para que o concelho do Sabugal preste o devido tributo a um homem que marcou a vida concelhia durante décadas e ganhou um lugar destacado no coração dos sabugalenses.
Paulo Leitão Batista

Foi divulgado o programa do habitual encontro de antigos alunos do Colégio do Sabugal, que se realiza no dia 1 de Maio.

Segundo o programa, o IV Encontro de Antigos Alunos Funcionários e Professores do Externato Secundário do Sabugal terá lugar às 17 horas no antigo edifício do Colégio.
Às 18 horas haverá uma missa pela alma do fundador e director do Colégio, Dr José Diamantino dos Santos, e demais antigos alunos, professores e funcionários já falecidos.
Depois os participantes dirigem-se ao restaurante D. Dinis, no RaiHotel, onde pelas 19 horas e 30 minutos se realizará o jantar de convívio, seguido de animação e outras surpresas que acontecerão pela noite dentro.
Este é o primeiro encontro após o falecimento do fundador do colégio, acontecida no início de 2009, pelo que se espera uma grande adesão, já que este será também um momento de homenagem ao Dr José Diamantino dos Santos.
Os interessados deverão contactar a comissão organizativa do encontro, assim constituída:
Maria de Lurdes Bogas (271752372 ou 969444024)
José Alberto Monteiro (271753157 ou (961369494)
António Lucas (218132543ou 917047042)
Fátima Dias (918176697).
As inscrições também podem ser efectuadas para o seguinte endereço electrónico: ess.4encontro@gmail.com.
A data limite para as inscrições é o dia 23 de Abril.
plb

O quarto encontro dos antigos alunos e professores do Externato Secundário do Sabugal vai acontecer no dia 1 de Maio de 2010 no Sabugal. O encontro, que deveria ter acontecido em 2009, não se realizou devido ao falecimento de José Diamantino dos Santos, fundador daquele colégio, onde estudaram gerações sucessivas de estudantes do concelho do Sabugal.

Ex-alunos e professores com José Diamantino dos SantosO programa da iniciativa ainda não foi divulgado, contudo espera-se que a comissão organizadora promova uma homenagem póstuma ao fundador e director do externato. O convívio realiza-se anualmente na Primavera, porém no ano passado o mesmo foi primeiramente adiado para Setembro, devido à proximidade da data do falecimento de José Diamantino dos Santos, acontecida em 2 de Fevereiro desse ano, e depois de novo adiado. A ideia do encontro passa também pelo convívio e pela alegria natural pela reunião de muita gente que raramente se encontra, facto que pesou na decisão dos organizadores de deixarem passar o ano da morte do fundador sem que o encontro se realizasse.
Antevê-se que a edição deste ano junte um número recorde de antigos alunos e professores, tendo em perspectiva precisamente a evocação da memória do fundador do externato que marcou uma época da vida concelhia.
A comissão organizadora é constituída pelos ex-estudantes José Alberto Monteiro, Maria de Lurdes Bogas, Fátima Dias e António Lucas, que a seu tempo divulgarão os contactos para efeitos de recepção das inscrições por parte dos interessados.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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