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«AS TERRAS SÃO TODAS IGUAIS. AS GENTES É QUE SÃO DIFERENTES!» Esta abertura vem a propósito da minha ida ao encerro da Freineda, na passada sexta-feira, dia 8, do corrente mês de Setembro.

(Clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaQuando pela zona da Raia só já vive de saudade em relação às festas do mês de Agosto, com particular destaque para os encerros e capeias, eis que é anunciado um encerro que deixa deslumbrados todos quantos se dignam ir até à Freineda, essa simpática localidade, também raiana, mas já do concelho de Almeida.
Fui lá, pela primeira vez, no passado ano – 2011 – e já fiz promessa de ir todos os anos.
Na passada sexta feira fui com o meu amigo Chico Lei, num carro de dois lugares, mas logo atrás de nós seguia o jipe do Lei Chão com mais quatro ou cinco fojeiros. Alguns iam pela primeira vez mas já com algumas boas referências.
Quando chegámos ao local do Taco, também conhecido pelo «Mata Bicho», fomos cumprimentados por alguns amigos que por lá temos e logo nos puseram completamente à vontade. «O que está aqui é para todos!» E o que lá havia. Quantidade e qualidade tanto de comida como de bebida.
«Ó pessoal, toca a aproximar. Isto é para todos. Então já provaram a sangria? E o branquinho? Mas o tinto também não é mau.»
Nas mesas abundava o presunto e o chouriço, entre outras especialidades, mas o leitão acabou por ser rei.
Entretanto iam chegando muitos cavaleiros, carrinhas, tractores e motas que, após uma passagem pelo local do Taco, davam uma arrancada até ao sítio onde se encontravam os toiros prontos para as mais diversas faenas do encerro.
A febre, tanto dos humanos, especialmente dos cavaleiros, como dos bichos era, de tal ordem, que arrancaram todos numa barafunda e correria louca a ponto de me fazerem lembrar as guerras nos desertos de alguns países e que a televisão, infelizmente, nos vai mostrando.
Como o terreno é muito plano também dá para tractores, motas, jipes e carrinhas, correrem na perseguição dos bichos.
Os participantes, numa gritaria infernal, faziam-se ouvir dizendo: «O amarelo já fugiu, os cabrestos também já andam longe mas já lá vêm outra vez. Toca gente a subir para os respectivos veículos para se aproximarem o mais possível dos animais.»
Por fim lá os aproximaram do caminho e em marcha lenta fizeram dois ou três quilómetros até que acabaram por chegar próximo do povoado onde entraram já em grande correria, como é habitual, tendo acabado por entrar na praça com sucesso.
Confesso que gostei de tudo mas, de sobre maneira, da simpatia dos freinedenses que não deixam os créditos por mãos alheias.
Um especial carinho e agradecimento para o amigo Tó Reis, Gonçalves, Mário Rocha e Zé Manel-prof. (entre muitos outros) que fazem questão de servir bem todas as pessoas a ponto de as fazerem sentir igual ou melhor que na sua própria terra.
Um grande Bem-Haja e viva a Freineda por ser um exemplo!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

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Agora, que a época das capeias arraianas terminou, parece-me oportuno reflectir sobre o que ela foi.

Este era o primeiro ano em que a capeia arraiana se apresentava ostentando a classificação de património cultural imaterial nacional. Alguém se lembrou disto? Creio, até, que a maioria dos arraianos nem sabe de tal título atribuído à sua maior manifestação cultural. Pois bem, a primeira questão desta reflexão, prende-se precisamente, com o título desta crónica: chamar os bois pelo nome. Uma capeia arraiana não é uma garraiada, uma garraiada não é uma largada e uma largada não é um touro á corda. Um touro e um forcão não é uma capeia arraiana! Uma capeia arraiana é composta por três momentos: encerro (ir a buscar os touros a pé, repito, a pé – cavalos e pessoas – e encerrá-los); esperar os touros ao forcão (afoliá-los*) e desencerro (levar os touros de volta a pé). São estes os momentos que compõem uma capeia arraiana. Sem o cumprimento testes três momentos, portanto, com a falta de algum deles, não se cumpre a capeia arraiana. Será somente uma garraiada com forcão. Ora, esta época houve acontecimentos que feriram o cumprimento destes momentos, não cumprindo, assim, a tradição da capeia arraiana. Neste ano (e sempre) era importante que a matriz da tradição fosse e seja cumprida. O que candidatámos a património e nos foi concedido foi a capeia arraiana com todos os seus rituais. Não foi isso que aconteceu. Houve falhas que não podem acontecer, sob o risco de estarmos a entregar argumentos que funcionam contra nós. Prepara-se para Setembro a entrega de um Projecto lei contra as touradas. É bom que estejamos atentos. Por isso, não consigo perceber por que motivo, e é a segunda questão desta reflexão, não existe uma espécie de entidade reguladora que preserve oficialmente o conceito da capeia arraiana. Onde está o pelouro da cultura? O que foi feito neste ano para a divulgação da capeia arraiana como património cultural? E não me refiro á divulgação nacional, mas aqui, na raia? Se queremos valer-nos desta tradição, se a queremos preservar e rentabilizar como um valor cultural e económico, temos que fazer muito mais. As capeias arraianas não podem continuar a ser tratadas desta forma. É preciso um maior rigor no cumprimento dos rituais, na seriedade dos encerros, na apresentação e cuidado dos animais (a presença oficial de um veterinário é imprescindível) e na assistência médica.
Como primeiro ano de património demos uma má imagem das capeias arraianas. Se tudo deixarmos como está, corremos o risco de deteriorar-mos a capeia arraiana. E esta, não é somente um espectáculo com touros. É muito mais. É a maior manifestação social e cultural comunitária.

* Significa correr os touros, tourear.
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

Aldeia da Ponte, honrando a tradição, realiza no dia 7 de Abril (sábado) a habitual Capeia da Páscoa, que para além da lide de touros com o forcão, inclui o encerro.

A Capeia da Páscoa é já uma tradição arreigada nesta freguesia raiana do concelho do sabugal, uma das que mais contribui para a divulgação da tourada popular com forcão, uma exclusividade da raia sabugalense. A realização na aldeia já vem de longe e, pese embora alguma irregularidade, esta é a sétima edição consecutiva.
Os cinco touros que irão animar a tarde na praça de Aldeia da Ponte, sairão da quinta do Ganadeiro Zé Noi, acompanhados pelos cabrestos, pela 8 horas do sábado, a fim de serem conduzidos à aldeia. Os cavaleiros encarregar-se-ão da boa condução das rezes, para que, pelas 11 horas, o cortejo taurino entre em corrida na praça. Feito o tradicional encerro, um dos touros será de imediato lidado – é o touro da prova, uma velha tradição taurina da raia, que em Aldeia da Ponte se segue com preceito.
Depois do almoço, pelas 16 horas, iniciar-se-á a capeia com a lide dos touros com o manejo do forcão.
A organização da Capeia da Páscoa pertence à Associação da Juventude Pontense.
Esteves Carreirinha, o maior entusiasta das Capeias Arraianas, explica as razões da manutenção desta tradição taurina em Aldeia da Ponte, sua terra natal: «O principal objectivo da Capeia da Páscoa, assim como de muitas outras, é proporcionar o convívio perfeito que estas realizações acarretam, seja na Páscoa, São Pedro, Agosto ou qualquer outra data que seja escolhida. Todos sabemos que onde há cornos, a malta comparece, seja em que Aldeia for. É a sina dos arraianos, que não querem deixar esmorecer a tradição».
No dia 7 de Abril, todos a Aldeia da Ponte!
plb

No passado dia 10, do corrente mês de Setembro fui, com um grupo de amigos, ao encerro da Freineda.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaConfesso que nunca havia ido e tinha a impressão de que pouco deveria valer. Enganei-me, redondamente, e vou ficar cliente.
É verdade que estava habituado aos encerros da raia sabugalense pelo que nem me passava pela cabeça que pudesse haver tão bom ou melhor.
Os amigos da Freineda provaram saber receber e provaram que o encerro não são só toiros e cavalos.
Então os aspectos humanos não contam? Foi, na verdade, o que mais me impressionou.
Numa tapada, grande e plana, colocaram umas extensas mesas com comida variada e em abundância, para toda a gente.
Reparei que, à medida que as pessoas iam chegando, havia logo alguém da organização a convidá-las para se aproximarem das mesas.
Quando verificavam que alguém se acanhava eram eles próprios que lhes levavam comida e bebida. Que belos exemplos!
Eu já conhecia bastante bem o pessoal da Freineda mas confesso que quase sempre me surpreendem com a sua gentileza e simpatia. É que este procedimento parece-me contagiante. Não é só um ou outro amigo a assim proceder. Este sentimento generalizou-se e parece-me que todas as pessoas já assim são.
Mas voltando ao encerro verifiquei que, ainda a maioria das pessoas estavam em volta das mesas, quando se aperceberam que os toiros e cavaleiros se aproximavam.
Todas as pessoas se começaram a movimentar em carrinhas, tractores e motas. Outras acompanhavam os toiros, os cabrestos e os cavaleiros, a pé, sem demonstrarem grande receio.
A festa torna-se mais bonita e mais participativa pelo facto dos terrenos serem extensos e muito planos. Todas as pessoas se incorporam e se sentem participativas.
Desde essa zona até ao local do redondel ainda se demora cerca de meia hora. Dá para a maioria das pessoas se deslocarem, por todos os meios, até à praça para verem entrar o gado.
Depois destas bonitas cerimónias todas as pessoas vão tratar da barriguinha.
Aqui também pretendo fazer uma referência à união das pessoas da Freineda. A Comissão de Festas instalou um bar e um restaurante, na zona, e servem bebidas e refeições sem explorarem a clientela.
Admirei o entusiasmo com que todas as pessoas, homens e senhoras, se movimentam para que tudo corra pelo melhor e para que os forasteiros vão a contar bem da festa.
Aqui fica o meu registo e os meus agradecimentos ao povo da Freineda que me parece ser um modelo a copiar e a seguir por muitas outras freguesias.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Encerros, capeias, cavalos e toiros fazem parte da identidade das gentes raianas, da verdadeira alma raiana do concelho do Sabugal. Reportagem em Aldeia da Ponte da jornalista Paula Pinto com imagem de Sérgio Caetano da redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Encerros, capeias, cavalos e toiros fazem parte da identidade das gentes raianas, da verdadeira alma raiana do concelho do Sabugal. Reportagem em Aldeia da Ponte da jornalista Paula Pinto com imagem de Sérgio Caetano da redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Encerro e Capeia Arraiana em Aldeia da Ponte no concelho do Sabugal. Uma festa com cavalos e toiros. Uma festa com forcão. Uma festa raiana. Uma festa única. Uma festa eterna. A identidade de um povo e de uma região. Reportagem da jornalista Paula Pinto e imagem de Sérgio Caetano da LocalVisãoTv (Guarda).

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