You are currently browsing the tag archive for the ‘eleições’ tag.
Porque já entrámos em pleno período pré-eleitoral…

Em junho de 2008 escrevi uma crónica que terminava da seguinte forma:
«E porque penso que as pessoas se devem definir e que quando se escreve num espaço público se deve aos seus leitores a clarificação das suas posições, não posso deixar de declarar que apoio de forma incondicional o anunciado candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal, o António Dionísio, isto é, o Toni.
Apoio-o por ser um sabugalense; apoio-o por ser um homem bom e um homem de bem; apoio-o por ser uma lufada de ar fresco na vida política do Concelho; apoio-o por acreditar nas suas capacidades para criar uma nova era de desenvolvimento do Concelho; apoio-o por fim, por ser o candidato do Partido Socialista.»
Os meses seguintes vieram dar-me razão, pois o Toni teve a capacidade de apresentar um programa eleitoral ambicioso e muito exigente, o qual, estou certo, permitiria criar um Concelho do Sabugal com futuro.
Mas teve também a capacidade de juntar à sua volta um conjunto de militantes socialistas e de independentes que tudo fizeram para que o Toni fosse eleito Presidente e, assim, pudesse concretizar as suas propostas.
Passados quatro anos, o Partido Socialista escolhe um candidato que, pelas suas próprias palavras, não se revia na estratégia do Partido Socialista em 2009, e que agora avança num processo de seleção para o qual uma parte significativa dos sabugalenses que se envolveram e continuaram envolvidos politicamente com as ideias da candidatura do Toni, não foi perdida nem achada.
Como o disse em 2008, há alturas em que devemos a quem nos lê, um esclarecimento das nossas posições, custe o que custar.
E por isso, não posso deixar de dizer que nada tenho a ver com a atual estratégia eleitoral do Partido Socialista, pelo que comuniquei já aos órgãos partidários competentes esta minha posição, lamentando que tudo o que foi construído em conjunto nos últimos quatro anos, seja deitado fora como se de lixo se tratasse, e lamentando ainda que tudo isto se pareça mais com uma vingança de quem não esteve com o PS em 2009, e se aproveite agora da ocasião para expurgar o Partido de qualquer memória do Toni e da sua equipa.
Este lamento e este desânimo que passa um pouco pela maioria dos sabugalenses que se mobilizaram em 2009, vinha-me sendo transmitido de várias formas, acompanhadas, quase sempre, de uma pergunta «mas não é possível construir uma alternativa?»
Ora da minha estadia no Sabugal no último fim de semana, fico com a sensação que há uma hipótese de se renovar a esperança que o Toni nos deu em 2009. Tomei conhecimento da existência de um grupo alargado de sabugalenses, independentes e militantes partidários, presidentes de junta e membros da assembleia municipal, que ainda hoje se reveem no programa apresentado pelo Toni e com vontade de criar uma plataforma que corporize essa alternativa para as próximas eleições autárquicas.
Acredito hoje que o amor à terra que nos viu nascer, e a crença que todos temos em que as propostas apresentadas continuam a ser as mais adequadas para inverter o ciclo de desertificação, envelhecimento e perda de competitividade regional do Concelho do Sabugal, levará, repito, acredito eu, a que muitos, incluindo o Toni, se mobilizem para apresentar uma alternativa de futuro!
Se assim for, e embora lamente que o Partido Socialista tenha tomado outras opções, lá estarei na linha da frente como há quatro anos!
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
rmlmatos@gmail.com
A lista encabeçada pelo actual presidente do Benfica, Luis Filipe Vieira, integra um ilustre Beirão, o Dr. João Varandas Fernandes, médico cirurgião, na área de ortopedia, natural de Vale de Espinho, freguesia do concelho do Sabugal.

O Sport Lisboa e Benfica está, como é público, a atravessar um período pré-eleitoral, onde até agora se apresentam ao sufrágio dos sócios duas listas de candidatos aos órgãos sociais do clube, uma delas encabeçada pelo actual presidente da direcção Luís Filipe Vieira.
O Dr João Varandas Fernandes, que é um cirurgião de reconhecida competência profissional, figura na Lista de Filipe Vieira como candidato a Vice-presidente, prometendo empenhar-se na luta pelo prestígio do Benfica, enquanto clube nacional com elevado valor histórico e com potencial vitorioso.
O médico sabugalense foi durante muito tempo um dos rostos do movimento «Benfica Vencer Vencer», crítico da gestão de Luis Filipe Vieira, passando agora porém para a lista encabeçada pelo actual presidente do clube, por considerar que ele representa na actual conjuntura a melhor opção para o Benfica.
O cirurgião de Vale de Espinho é director clínico do Hospital de Cascais e tem obra publicada no sector da Saúde, sendo uma voz ouvida com muita atenção por ser considerado um homem de grande saber e prestígio.
Um outro sabugalense, José Amaral Marques, vice-presidente da Casa do Benfica do Sabugal, integra a Comissão de Honra da candidatura de Luís Filipe Vieira.
plb
Os civilistas justinianos e quantos se lhe seguiram ao longo dos séculos, passando pelos bolonhistas, dão como ponto assente que os contratos para prestação de facto se esgotam no do «ut facias», ou seja – eu dou isto para que tu faças isso.

Os eleitores dão o voto para que o votado execute em contrapartida o programa de governo que apresentou. Isto é indubitavelmente certo, não permitindo duas interpretações.
É certo que este nosso mundo é, passe o paradoxo, o do incerto e efémero. O que os candidatos a governantes podiam acautelar com uma cláusula. Nenhum o faz, porque nenhum tem a intenção de cumprir o programa, ponto a ponto, pois todos sabem da impossibilidade de o fazer.
E até de razoavelmente se aproximarem do projectado, até porque o projecto é uma simples meta para que se tende.
Mas em face do não cumprimento, os eleitores, pelo seu lado, não têm nenhuma hipótese de denunciar imediatamente o contrato. Para tanto, não detêm meios, e a única sanção que lhes é possivel aplicar é, findo o prazo do contrato, não o revalidar, elegendo outros que também não poderão honrar o sinalagma.
Em face da impossibilidade de cumprimento, os eleitos poderiam demitir-se, o que nada resolveria, e, não havendo, nem podendo objectivamente haver, qualquer sanção penal ou sequer civil para o incumprimento, a solução é aguentar.
Muitos governantes confessam viver terrivéis dramas de consciência, ante o incumprimento. A maior parte vai vivendo o dia a dia com as benesses que o poder propicia, embalado quando não obrigado pela clientela.
E todos os regimes têm de ter em linha de conta o homem tal qual ele é, com virtudes e imperfeições, com fraquezas e tentações, e não o homem como deveria ser – o Cândido, de Voltaire, «O bom selvagem», de Rousseau, ainda não corrompido pelo meio.
Mas o homem é, por natureza imperfeito e mesmo imperfectível. E se é certo que todos constituímos, desde Adão, uma cadeia que vive sempre, continuamente aprende e dia a dia se aperfeiçoa, não é menos verdade que o espírito de Caim continuará a influenciar-nos negativamente até que no Vale de Josafá ressoem as trombetas do Juízo Final.
Depois, o Poder deslumbra, pelo que, mesmo de boa fé e recta intenção, os eleitos não resignam.
Vem-nos à mente um poema de Torga:
Na frente ocidental nada de novo
O povo
Continua a resistir.
Sem que ninguém lhe valha
Geme e trabalha
Até cair
«Caso da Semana», opinião de Manuel Leal Freire
Ausente por motivos profissionais, não quero deixar de dizer «presente» em mais uma quinta-feira.

Embora não pareça, as estruturas partidárias estão já ao rubro com a aproximação de mais umas eleições autárquicas, daqui a pouco mais de um ano!
E estas ainda com maior significado, pois, a limitação de mandatos sucessivos (três para os eleitos locais), vai provocar uma razia nos Presidentes de Câmara e de Junta, um pouco por todo o país.
E se no Sabugal o atual Presidente pode, se assim o entender o Partido a que pertence, e o mesmo quiser, recandidatar-se, já no que diz respeito a Presidentes de Junta de Freguesia, muitos dos atuais estarão impedidos de se recandidatar.
Por outro lado, as alterações ao Mapa Administrativo (a propósito, o que se passará com esta famigerada Lei que nunca mais vê a luz do dia?…), a que se associam as alterações já anunciadas à Lei das Autarquias, de que as mais sonantes seriam a extinção das eleições para Presidente da Câmara que passaria a ser o primeiro nome da lista mais votada para a Assembleia Municipal, bem como a não eleição de vereadores que passariam a ser escolhidos pelo Presidente da Câmara, criando executivos monopartidários ou resultantes de coligações pós-eleitorais, constituem também um novo cenário em que as forças partidárias se vão mover e fazer as suas opções.
Os que me conhecem sabem que sempre defendi que os candidatos são importantes, mas, mais importantes ainda são as propostas que trazem para o desenvolvimento do Concelho.
Dou por isso muita importância às propostas eleitorais que são apresentadas, e nesse sentido, lembrei-me de algo que escrevi para o Jornal «Cinco Quinas» em 2001, e que aqui me permito reproduzir:
(..) nem sempre damos a devida importância aos propósitos contidos nesses programas, o que leva a que a qualidade desse documento seja normalmente muito baixa, quantas vezes limitada ao enunciar de um conjunto, quanto maior melhor, de ações e projetos a realizar se forem eleitos.
A desvalorização do programa eleitoral reflete-se também no facto de mais tarde nunca se controlar o grau de execução das medidas ali constantes.
No entanto, o programa eleitoral deveria ser colocado ao mesmo nível da qualidade dos candidatos, devendo todo o cidadão eleitor assentar a escolha do seu voto em função do binómio cidadão candidato/programa eleitoral.
E se esta questão é importante no geral, ela ganha importância acrescida quando se pensa a realidade do concelho do Sabugal.
Aqui os programas eleitorais não podem medir-se ao quilómetro de estrada, ao contador de água, aos complexos desportivos a construir, às praias fluviais a criar, etc., etc.
Um programa eleitoral no nosso concelho tem de conter, obrigatoriamente, que estratégia de desenvolvimento os candidatos têm para o concelho, e que, refletindo sobre a realidade recente do Sabugal, enquadre e condicione o cenário de desenvolvimento futuro do concelho, salientando os fatores chave da sustentabilidade e competitividade, bem como as respetivas dinâmicas estruturais de desenvolvimento.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
rmlmatos@gmail.com
Da análise que fiz aos resultados eleitorais de domingo passado no Concelho do Sabugal retiro os seguintes aspectos mais relevantes.
1. É completamente incompreensível que, para uma população estimada em Dezembro de 2009 de 13.002 pessoas, se registe um número de eleitores de 15.773. Torna-se urgente encontrar uma solução para isto, no sentido de se acabar com percentagens de abstenção tão elevadas (54,33%).
Saliente-se, no entanto, que 18 das freguesias registaram uma abstenção inferior à média do Concelho, com destaque para Aldeia do Bispo, Cerdeira, Penalobo e Pousafoles do Bispo, com afluências ás urnas de perto de 60%.
Com registo negativo salientam-se as freguesias de Valongo (29,31% de votantes), Vale de Espinho (30,74%), Quadrazais (30,92%) e Alfaiates (32,71%).
2. O único Partido que registou uma subida face às legislativas de 2009 é o PSD com 3.472 eleitores, mais 21,5% que em 2009, mas ligeiramente inferior (-8,3%) face aos resultados nas Autárquicas de 2009.
Os melhores resultados deste Partido registaram-se em Aldeia do Bispo, Aldeia Velha, Baraçal, Lomba, Ruvina, Soito, Vale das Éguas e Vale de Espinho com valores superiores a 60%.
O PSD alcança valores inferiores a 40% dos votos expressos nas freguesias de Aldeia da Ponte, Aldeia de Sto António, Bendada, Casteleiro, Fóios, Moita e Santo Estêvão.
3. O segundo Partido mais votado é o PS com 2.004 (27,82%) votantes, o que representa uma queda de 31,5% face às Legislativas de 2009 e de 42,7% face às últimas Autárquicas.
O PS teve resultados superiores a 40% nas freguesias da Bendada (48,53%), Bismula (40,59%), Casteleiro (48,21%), e Fóios (46,07%).
Os piores resultados (inferiores a 15% dos votos expressos) verificam-se no Baraçal (13,28%), Nave (14,29%), Pousafoles do Bispo (9,5%), Ruivós (13,64%), e Vale das Éguas (11,11).
4. No que diz respeito ao CDS, o mesmo obtém 760 votos (10,55%), valor muito superior ao registado nas Autárquicas de 2009 (213 votos), mas claramente inferior aos 1008 votos que havia obtido nas Legislativas anteriores.
O CDS tem os seus melhores resultados (acima dos 15%), em Aldeia de Sto António, Cerdeira, Nave, Penalobo, Pousafoles do Bispo, Quintas de São Bartolomeu, Rebolosa e Ruivós, salientando-se Pousafoles com 23% e Ruivós com 25%.
Os piores resultados verificam-se em Valongo com apenas 2,94% e na Ruvina com 4,23%.
5. O PCP/PEV atinge os 2,75%, com 198 votantes, menos 21% que em 2009, mas muito superior aos 97 votantes obtidos nas Autárquicas de 2009.
De salientar os bons resultados obtidos na Moita (9,21%), Valongo (8,82%), Águas Belas (8,06%), e Alfaiates (7,01%).
O PCP/PEV obtém valores inferiores a 1% em Aldeia do Bispo, Aldeia da Ribeira, Bismula, Forcalhos, Quintas de São Bartolomeu, Vale das Éguas e Vilar Maior.
6. O Bloco de Esquerda (BE) que havia sido o quarto Partido mais votado no Concelho com 504 votos, segue a tendência nacional, perdendo quase 66% de votantes. Os seus melhores resultados, superiores a 4%, verificam-se em: Fóios (5,24%), Malcata (4,19%), Pousafoles (5,5%), Ruivós (4,55%), Santo Estêvão (4,14%) e Vale das Éguas (4,44%).
Com valores inferiores a 1% vêm a Bismula, Lomba, Penalobo, Quadrazais, Quintas de São Bartolomeu, Rapoula, Rebolosa, Vila Boa e Vila do Touro.
7. Uma última referência ao MPT que com 43 votos (0,6%) e um decréscimo de 28,3% face ás Legislativas de 2009, mostra que nada ganhou com o seu fugaz aparecimento nas Autárquicas onde, se relembra, obteve 1.781 votos!
Ps: Durante a campanha eleitoral abstive-me de qualquer referência à mesma, ou de comentar crónicas aqui publicadas sobre o assunto.
O Povo, como já disse várias vezes, tem sido sábio e soberano nas escolhas que faz. As eleições são o acto mais singular de uma Democracia como a nossa e os resultados obtidos devem merecer de todos o respeito e o acatamento.
Os Portugueses decidiram dar a maioria absoluta ao PSD e ao CDS e é a estes Partidos que compete governar o País nos próximos quatro anos.
O PS perdeu, e compete-lhe ser oposição.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com
O PSD-Partido Social Democrata venceu as eleições legislativas 2011. Pedro Passos Coelho é o novo primeiro-ministro de Portugal e abre-se um novo ciclo político em Portugal. No distrito da Guarda que elegeu (quase?) sempre dois deputados para o PSD e igual número para o PS aconteceu a grande surpresa. Pela primeira vez os sociais-democratas alcançam três deputados «roubando» o tradicional segundo eleito aos socialistas.
20.00 – O PSD esmagou o PS nestas eleições legislativas. As primeiras projecções das estações televisivas indicam cerca de 10% de diferença nas preferências dos portugueses. O partido encabeçado por Pedro Passos Coelho regista entre 38,3% a 42,5% dos votos, contra 25,5% e 29,7% do PS, ficando abaixo dos 30%, segundo a previsão da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença às 20 horas.
O CDS-PP continua como a terceira força política, com 11,1% a 13,9% dos votos. O PCP conta com 6,8% a 9%, enquanto o BE fica com 4,5% e 6,7%.
A abstenção terá ficado entre os 39,3% e os 43,7%, batendo o recorde das última seleições legislativas.
21.13 – O secretário-geral do PS, José Sócrates, declara no Hotel Altis que se demite de líder socialista encerrando um ciclo político no Partido Socialista não pretendendo ocupar nenhum cargo político nos tempos mais próximos.
21.50 – Resultado histórico do PSD no distrito da Guarda. Pela primeira vez altera-se o equilíbrio nos deputados eleitos. O PSD elege três deputados e o PS apenas um.
23.07 – Pedro Passos Coelho dirige-se ao País. No púlpito onde discursa o lema de campanha «Está na hora de MUDAR» foi alterado para «PORTUGAL Unido e Forte». «Quero garantir a todos os portugueses que todos os sacrifícios que tivermos de enfrentar serão acompanhados da minha parte pela transparência total e o trabalho absoluto. Quero por isso dizer a todos os portugueses que vai ser difícil mas vai valer a pena», disse na sua intervenção o futuro primeiro-ministro de Portugal.
jcl
Nas eleições 2011 para a Presidência da República, o candidato vencedor Aníbal Cavaco Silva alcançou 42.762 votos (59,98 por cento) no distrito da Guarda e 3.622 votos (63,01 por cento) nas 40 freguesias do concelho do Sabugal.
| CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA |
Fonte: DGAI-Direcção-Geral da Administração Interna.
jcl
Após um período sem apresentação de listas para os corpos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sabugal apareceu, finalmente, uma lista candidata onde Luís Carriço e Ramiro Matos surgem de novo como candidatos a presidentes da Direcção e da Mesa da Assembleia Geral, respectivamente. Contudo a novidade é o surgimento de António Robalo, presidente da Câmara Municipal do Sabugal, para o lugar de presidente do Conselho Fiscal. Transcrevemos seguidamente a convocatória da Assembleia Geral e a composição da lista que irá a sufrágio.
«RAMIRO MANUEL LOPES DE MATOS, Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sabugal, usando dos poderes que me são conferidos pela alínea a) do Art.º 38.º dos Estatutos da referida Associação, convoco a Assembleia Geral a ter lugar no dia 21 de Janeiro de 2011, na Sede da Associação, para se proceder à Eleição dos Corpos Gerentes da Associação para o triénio 2011-2013.
A mesa eleitoral funcionará, entre as 17 e as 21 horas, de acordo com o n.º 4 do Art.º 69.º dos Estatutos.
Sabugal, 17 de Janeiro de 2011.
O Presidente da Assembleia Geral
Ramiro Manuel Lopes de Matos»
Lista candidata aos Órgãos Sociais da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Sabugal.
Assembleia Geral
Ramiro Manuel Lopes de Matos (Presidente)
Manuel Joaquim Rasteiro (Vice-Presidente)
João Carlos Taborda Manata (Secretário)
Direcção
Luis Carlos Carriço (Presidente)
Manuel Augusto Franco Ramos (Vice-Presidente)
Manuel Augusto Nabais (Vice-Presidente)
Jaime Lino Neto Pereira Pinto (Vogal)
José Carlos Lages (Vogal)
Manuel José Teixeira (Vogal)
Nuno M. Fernandes Conde (Vogal)
Alcino Joaquim Pereira Oliveira (Vogal)
Helena Isabel Andrade Carriço (Suplente)
Conselho Fiscal
António dos Santos Robalo (Presidente)
Luís Carlos Carreto Lages (Relator)
Paulo Costa Caramona (Vogal)
plb
O PSD venceu este domingo, 7 de Junho, as eleições para o Parlamento Europeu com 1.127.128 votos (31,69%) correspondentes a oito eurodeputados. Apurados os votos nacionais falta contabilizar os votos da emigração.
Paulo Rangel, cabeça-de-lista do PSD ao Parlamento Europeu, considerou este domingo à noite que «os resultados das eleições representam uma derrota do PS e do engenheiro José Sócrates e uma vitória da presidente do PSD». «A nossa presidente é a grande vencedora desta noite pela sua determinação, pela forma como levou o partido ao caminho de uma política de verdade que naturalmente os portugueses entenderam hoje, de forma expressiva, nas urnas, pelo seu voto», declarou ainda Paulo Rangel, no seu discurso de vitória, na sede nacional do PSD. Rangel adiantou que os resultados representam uma «nova esperança a Portugal de que pode ser criada uma nova alternativa às políticas do Governo e do primeiro-ministro».
O secretário-geral do PS, José Sócrates, considerou «decepcionantes» os resultados das eleições europeias, mas lembrou que «as legislativas serão diferentes e que o Governo vai manter a sua linha de rumo». José Sócrates discursou no Hotel Altis, em Lisboa, após uma curta declaração do seu cabeça-de-lista às eleições europeias, Vital Moreira, que assumiu «pessoalmente a derrota».
As listas de recenseamento eleitoral portuguesas têm um total de 9.604.744 eleitores inscritos mas só 3.557.264 votaram correspondendo a 37.04 por cento do total.
A lista social democrata com 31.69 por cento dos votos elegeu oito eurodeputados. O PS com 26,58% alcançou sete eurodeputados. O Bloco de Esquerda deverá eleger o terceiro eurodeputado tendo 10.73% com 381.791 dos votos, tornando-se a terceira força política. A CDU (PCP mais Verdes) passou para quarto lugar com uma percentagem de 10,66% elegeu com dois eurodeputados. O CDS também manteve os dois lugares na Europa com 8.37% do total de votantes.
Laurinda Alves, do MEP, conquistou o sexto lugar (1,49%) mas não conseguiu ser eleita. Votaram em branco 4.63% dos eleitores e dois por cento dos votos foram considerados nulos.
Portugal voltou a registar nas eleições europeias de hoje uma taxa de participação (cerca de 36,5 por cento) inferior à média comunitária (43,4 por cento), mesmo perante um novo recorde de abstenção na União Europeia, segundo dados provisórios.
No Parlamento Europeu o maior grupo continua a ser o Partido Popular Europeu e as maiores mudandas são os Verdes, que ganham 14 deputados, e os socialistas, que perdem 15.
jcl (com agência Lusa)
A prática da caça no território nacional está proibida no domingo, 7 de Junho, em consequência da realização das eleições para o Parlamento Europeu.
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas divulgou um comunicado onde refere que por via da realização das eleições para o Parlamento Europeu, no domingo, 7 de Junho, é proibida a prática da caça em todo o território nacional.
Segundo o número 4 do Artigo 89.º do Decreto-Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, a caça «é proibida nos dias em que se realizem eleições ou referendos nacionais e, ainda, quando se realizem eleições ou referendos locais na área das respectivas autarquias».
De acordo com o calendário cinegético 2009/2010, a época de caça abriu no passado dia 1 de Junho, para espécies como o javali, veado, gamo, corço e o muflão. A prática estará proibida em todo o território nacional no próximo domingo, devido à realização das eleições para o Parlamento Europeu.
Calendário Venatório 2009-2010. Aqui.
jcl
Leitor(a) talvez o maior castigo para aqueles que não se interessam pela política, é serem governados por aqueles que se interessam. Digo isto, porque domingo prevê-se uma forte abstenção nas eleições para o Parlamento Europeu. A abstenção está relacionada com a apatia cívica, ou seja, «isso não me diz nada». O voto em branco, por sua vez está relacionado com o protesto. Portanto leitor(a), se não quiser votar em ninguém, proteste, mas não fique em casa.
Umas notas soltas sobre o que é o Parlamento Europeu, e a política da União Europeia.
O que vamos eleger Domingo é um parlamento que não dirige a Europa, as suas resoluções são só consultivas, são adaptações de directivas da Comissão Europeia, e esta não é mais nem menos que uma burocracia anti-democrática comprometida com o neoliberalismo e que tem à cabeça o ultraliberal e conservado Durão Barroso, um homem cujo discurso carece de credibilidade e cujas políticas que desenvolveu e promoveu durante o seu mandato foram de cunho neoliberal.
Um exemplo do pouco poder do Parlamento Europeu: este negou-se a estreitar as relações com Israel, devido à sua política contra o Povo Palestino. A União Europeia ignorou o Parlamento, e uns dias antes do massacre de Gaza decide o contrário. Para que serviu o nosso voto nas últimas eleições europeias? Será que o lobby judaico teve mais força que o Parlamento eleito pelos Povos Europeus?
Económica e socialmente o que é a União Europeia? São 27 estados, com 27 níveis salariais diferentes e com políticas fiscais também diferentes. É um espaço económico que faz competir trabalhadores europeus contra trabalhadores europeus, a ver os que trabalham mais barato. Os estados competem entre eles para ver qual baixa mais os impostos às empresas, para estas se instalarem no seu território. Isto origina a redução dos recursos do estado para o gasto público e social (saúde, ensino, pensões e reformas) e a deterioração das condições de trabalho. Por isso só ouvimos falar em empresa, concorrência e consumo.
Muito havia para dizer, mas por questões de espaço vou só referir-me à agricultura. A PAC ( Política Agrícola Comum ) vai ser reformada em 2013, e a porta voz da Comissária da Agricultura disse o seguinte numa entrevista: «…com a publicação destas LISTAS esperamos chegar a estabelecer um sistema mais equilibrado, uma política que permita aos PEQUENOS AGRICULTORES VIVER». O que é essa lista da qual a senhora fala? É a lista dos beneficiários da PAC em toda a Europa, já lhe chamam a lista dos milionários da PAC.
Vejamos um pouco:
Na França nenhum agricultor está entre os 24 beneficiários das maiores ajudas, as superiores a 5 milhões de euros. Mas está o grupo Doux, uma empresa que vende carne de frango para mais de cem países, recebeu 62 milhões de euros de ajudas. O grupo Louis Viton, que fabrica artigos de luxo, recebeu para o fabrico do seu conhaque uma quantia fabulosa. Na Espanha as maiores ajudas foram para os grandes agrários da Andaluzia, só a duquesa de Alba, uma das muitas pertencentes ao «beautifull People» espanhol recebeu de ajudas para uma herdade que possui, perto de 2 milhões de euros.
Na Inglaterra, a rainha, uma das mulheres mais ricas do Mundo, juntamente com a sua família de príncipes e duques, receberam milhões de euros de ajudas para as suas grandes herdades. Na Alemanha, quem mais recebeu foram clubes privados de esqui e equitação, e também o magnate da indústria automóvel Wolgang Porshe. Na Dinamarca, o príncipe Joaquim recebeu aproximadamente 300 mil euros também para as suas grandes herdades.
Meia dúzia de milionários europeus, e não só, consta que multinacionais de outros países também receberam dinheiro, usufruíram de ajudas, mais que os pequenos e médios agricultores de toda a União Europeia.
Atrevo-me a dizer, com razão ou sem ela, que esta será uma das principais razões, senão e a primeira, da desertificação do nosso Concelho. Temos que recordar que Portugal faz parte da União Europeia, e o Concelho do Sabugal faz parte de Portugal, ou não será?
Leitor(a), vote ou proteste, mas Domingo não fique em casa.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio
ant.emidio@gmail.com
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, tem programados para sábado, 18 de Abril, uma visita ao distrito da Guarda e um comício na cidade guardense. A apresentação pública de alguns candidatos autárquicos laranjas poderá ser uma hipótese na agenda da líder social-democrata em terras beirãs.
O «Fórum Portugal de Verdade» anda na estrada com a sua principal protagonista a líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, desdobrando-se em comícios e sessões de esclarecimento. Na quinta-feira, 16 de Abril, estará em Aveiro, no dia 17 em Castelo Branco e no sábado marcará presença na Guarda, igualmente, para um comício.
Esperam-se muitas novidades «laranjas» entre a Páscoa e o final do mês de Abril. Está marcada para o dia 14 de Abril uma reunião da Comissão Permanente e da Comissão Política Nacional do PSD. Os estatutos do partido dão competências à Comissão Política Nacional para apresentar ao Conselho Nacional as propostas de listas de candidatura ao Parlamento Europeu competindo ao Conselho Nacional do partido a última palavra. O Tribunal Constitucional obriga à apresentação das listas dos candidatos ao Parlamento Europeu até ao dia 27 de Abril.
A cidade da Guarda poderá ser, no dia 18 de Abril, o palco escolhido para dar a conhecer novidades «europeias» e para algumas apresentações… autárquicas.
jcl
Decorreu ontem, terça-feira, no Restaurante Trutalcôa, em Quadrazais, um jantar com apoiantes da candidatura de Joaquim Ricardo e que contou com a presença de alguns presidentes de Juntas de Freguesia do concelho do Sabugal.
Apoiantes da candidatura de Joaquim Ricardo sentaram-se à mesa no restaurante do Tó das Trutas esta terça-feira, 23 de Setembro, para debater o actual momento político com alguns presidentes de Junta de Freguesia do concelho do Sabugal.
Estamos, também, em condições de afirmar que o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito, «passou» pelo restaurante enquanto decorria o jantar que tinha em cima da mesa a disponibilidade de Joaquim Ricardo para encabeçar uma lista apoiada pelos sociais-democratas.
Setembro e Outubro são os meses das grandes decisões.
Joaquim Ricardo deu a conhecer publicamente no Capeia Arraiana a sua disponibilidade para encabeçar uma lista à Câmara Municipal do Sabugal. A sua candidatura alterou as regras do jogo e veio obrigar à definição de posições por parte dos mais variados intervenientes políticos.
O Partido Socialista ratificou, recentemente, por votação dos militantes o nome de António Dionísio como candidato oficial.
O Partido Social Democrata ainda não anunciou oficialmente o seu eleito. O silêncio «laranja» tem sido estrategicamente gerido por Manuel Corte, presidente da Comissão Política Concelhia dos sociais-democratas do Sabugal.
O Capeia Arraiana soube de fonte segura que o Presidente da Distrital da Guarda, Álvaro Amaro, esteve reunido no Sabugal, com altos responsáveis políticos e autárquicos no sentido de concertar estratégias e decidir o nome do candidato laranja.
O actual presidente do município sabugalense, Manuel Rito Alves, tem uma palavra a dizer em todo o processo até porque as orientações da presidente do partido, Manuela Ferreira Leite, vão no sentido de convidar todos os actuais presidentes sociais-democratas a recandidatarem-se. Convite que Manuel Rito declinou por motivos pessoais.
O cenário laranja para as próximas eleições autárquicas resume-se agora a duas (de três) possibilidades: ou na contagem das nove «espingardas» na reunião da Comissão Política do PSD surge o nome de um candidato «interno» que reúna a maioria dos votos ou, então, poderão ter que aceitar a disponibilidade de Joaquim Ricardo para encabeçar uma lista social-democrata.
Mas em política nada é definitivo. E se não houver entendimento estamos em crer que Manuel Rito Alves poderá, apesar dos problemas pessoais, dar um murro na mesa e equacionar uma recandidatura ao cargo de presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
jcl


















Clique para ampliar
Clique para visitar a Caracol Real
Clique para visitar Vinhos de Belmonte
Clique para ampliar

Clique para ver o blogue oficial
Clique para ver a página web
Clique para visitar
Clique aqui
Clique para visitar
Clique para visitar
Clique para ampliar




Clicar na imagem para aceder
Clicar na imagem para ver
Clique para ver o calendário
Comentários recentes