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A Adega Cooperativa de Mêda retomou a actividade, três anos após o encerramento das suas instalações.

O Município de Mêda, fez todos os possíveis para recuperar financeiramente a Adega Cooperativa e para que a situação de falência fosse o mais rapidamente ultrapassada, sendo este o culminar de todos os esforços desenvolvidos junto dos diversos agentes envolvidos.
Na campanha deste ano, a Adega, além das uvas provenientes das zonas pertencentes à Região Demarcada do Douro, recebe também, nas suas instalações uvas provenientes de vinhas instaladas fora desta região, apresentando-se assim como uma mais-valia para os produtores que não possuem vinhas na região demarcada. Com a nova possibilidade de receber uvas de todo o concelho, cria-se uma enorme oportunidade de ajuda aos viticultores de todo o concelho, uma vez que antigamente a adega apenas podia aceitar uvas provenientes de 4 freguesias que pertenciam à Região Demarcada do Douro. Esta medida, visa promover o concelho como um todo, criando novas oportunidades de promoção, pois para além do «Vinho Fino» (nome dado aqui ao Vinho do Porto), também se produzem excelentes vinhos da Beira Interior e Vinhos de altitude. Podemos mesmo dizer que o concelho de Mêda se reveste de características geográficas/geológicas únicas.
O Município entende que a Adega Cooperativa é um pilar fundamental da vida económica do concelho e não podia ficar alheio às dificuldades que os agricultores/viticultores atravessam, especialmente em tempos de conjuntura como os que atravessamos hoje. Desta forma resta à Autarquia desejar uma boa época de vindimas a todos os agricultores e viticultores do concelho.
plb (com CM Mêda)

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No domingo, dia 30 de Janeiro, às 15 horas, realiza-se uma sessão de esclarecimento no Auditório Municipal do Sabugal acerca do chamado Projecto das Cabras – Self-Prevention.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTendo plena consciência de que tem havido muitas pessoas a procurar esclarecimentos acerca do projecto que prevê a introdução de cento e cinquenta mil cabras no território do AECT – Duero/Douro, a técnica do AECT, Beatriz Sousa, pensou levar a efeito uma sessão de esclarecimento sobre este tema.
O José Luis Pascual, Director do AECT, acompanhado de alguns técnicos, vai pois fazer a apresentação do projecto e responder a todas as questões que lhe vierem a ser colocadas.
Este projecto, de introdução de 150 mil cabras no território do AECT tem entusiasmado muitas pessoas, mas também muito se tem especulado sobre o mesmo.
Visto os técnicos já terem começado a trabalhar no concelho do Sabugal é de todo conveniente ir à reunião, do próximo domingo para, na altura de podermos decidir, o façamos de forma segura e devidamente esclarecidos.
Para mais esclarecimentos vá ao google e digite «AECT – Duero-Douro».
Não falte e convide hipotéticos interessados.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

No passado sábado, dia 18 do corrente mês de Dezembro, os sócios do AECT reuniram, em Assembleia Geral, no auditório municipal de Mogadouro. Confesso que não esperava que tivessem marcado presença cento e quarenta associados.

José Manuel Campos - Nascente do CôaDepois da maioria dos técnicos do AECT terem identificado e distribuído a documentação a todos os associados, que se dignaram comparecer, pediram para que entrassem e ocupassem lugar no auditório.
O Presidente da mesa da assembleia depois de ter verificado que havia condições para que os trabalhos se pudessem iniciar abriu a sessão.
A ordem de trabalhos era bastante extensa mas mesmo assim, com a boa vontade e com o bom senso de todos, fez-se um esforço para que todos os pontos, da ordem de trabalhos, pudessem ser analisados e discutidos antes do almoço.
Foi bom que assim tivesse acontecido visto que tempo em Mogadouro estava algo complicado, com bastante nevoeiro e algum gelo nas estradas da região. Assim, depois de degustada a riquíssima posta mirandesa, regada com um bom tinto a condizer, fizemo-nos à estrada de modo a que todas as pessoas pudessem estar nos seus lares à hora do jantar, tal como de facto aconteceu.
O quinto ponto da ordem de trabalhos estava relacionado com o projecto Self-Prevention ou projecto das cabras como algumas pessoas o vão designado.
Depois do Director José Luis Pascual ter proferido algumas palavras alusivas ao tema chamou ao palco os técnicos que têm estado mais envolvidos e mais comprometidos com este projecto. Os veterinários, economistas, engenheiros florestais e outros expuseram e desenvolveram os temas com tanta clareza que deixaram todos os membros da assembleia convencidos de que o projecto tem pernas para andar e que vai ser mesmo realidade.
Depois das referidas exposições abriu-se um curto período para debate. Alguns associados usaram da palavra para pedidos de esclarecimentos e achegas para logo, de seguida, ter sido posto à votação. O projecto das cabras acabara de ser aprovado por unanimidade e com uma salva de palmas.
O Director, visivelmente satisfeito, agradeceu a confiança manifestada e disse que no princípio do ano de 2011 já os técnicos sairão para o terreno fazer trabalho de campo junto das populações.
Sendo eu um homem de fé e de esperança nunca tive dúvidas de que o projecto Self-Prevention se converteria em realidade e que poderia aportar progresso e desenvolvimento para a zona do AECT visto todos sabermos que é considerada uma das manchas mais negra e mais atrasada de toda a Europa comunitária.
Se uma caminhada começa, de facto, num passo hoje, não tenho dúvidas em afirmar que se deu um passo gigante. Até os mais cépticos ficaram convencidos de que o Sef-Prevencion vai ser mesmo realidade.
Também não me restam dúvidas de que o caminho tem sido e continua a ser muito espinhoso. Mas hoje, posso afirmar, garantidamente, que estamos no bom caminho e que os objectivos hão-de ser certamente alcançados.
Um dos últimos pontos da ordem de trabalhos teve a ver com desistências e novas adesões. Também este ponto me deixou deveras satisfeito por ter verificado que saíram alguns e entraram outros. Como costuma dizer o Director Zé Luis: «O AECT é como o galinheiro. Umas saem e outras entram. Sempre assim foi.»
Registei também com muito agrado a presença do nosso Presidente António Robalo que, sentado numa cadeira da primeira fila, ouviu todos os intervenientes com muita atenção tendo tirado imensas notas.
Também já me tinha surpreendido a Vice-Presidente, Delfina Leal, aquando da vinda do Director ao Salão Nobre do nosso Município, para reunir com dezoito Presidentes de Junta. A reunião demorou três horas e a Vice-Presidente não arredou pé. Por isso me apraz afirmar que o nosso Município aderiu ao AECT depois de terem estudado bem a lição e tirado todas as dúvidas que pudessem subsistir.
A reunião da Assembleia acabou com todos os membros a discutir o pagamento das quotas. Há Ayuntamientos e Juntas de Freguesia que têm as quotas em atraso e outros que ainda não pagaram. A Direcção do AECT vai entrar em contacto com esses associados e dizer-lhes que ou regularizam a situação ou terão mesmo que sair do AECT por uma questão de justiça em relação àqueles que são cumpridores têm as quotas em dia.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A conceituada revista norte-americana, Wine Spectator, vai atribuir na edição de Maio 100 pontos ao Porto Dow’s Vintage 2007 do produtor Symington Family Estates.

Porto Dow's Vintage 2007 - Symington Family Estates - Wine SpectatorO vinho do Porto Dow’s Vintage 2007 vai receber a pontuação máxima, 100 pontos, na edição de Maio da Wine Spectator, uma das mais prestigiadas revistas de vinhos do Mundo. O vinho está incluido na secção «Coleccionáveis» da publicação, que o considera «o melhor Dow’s alguma vez produzido» e aconselha a sua reserva pelo menos até 2022.
A revista norte-americana vai ainda atribuir 96 pontos ao Graham’s Vintage 2007, também da Symington Family Estates.
Em declarações à agência Lusa, Charles Symington, enólogo-chefe da Symington mostra-se satisfeito com as pontuações atribuídas pela Wine Spectator. «Uma pessoa fica sem palavras quando se chega aos cem pontos. Sinto uma enorme satisfação, qualquer produtor procura que isto aconteça uma vez na vida», disse Charles Symington, co-autor dos vinhos premiados, que afirmou ainda serem muito raros os vinhos que recebem tal pontuação. «Em 2008 houve um vinho e em 2009 nenhum. São, também, muito poucos os que chegam aos noventa e seis pontos.»
Nenhum outro vinho português conseguiu tal feito, o que confirma a excelência e o prestígio mundial do vinho do Porto.
Nunca qualquer marca de champanhe, com toda a história, fama e glamour que carrega esta denominação, obteve a pontuação máxima. E do Velho Mundo vitícola apenas quatro vinhos da Borgonha e 24 de Bordéus conseguiram chegar aos 100 pontos.
Na nota de prova, conhecida ontem, James Suckling, o provador da Wine Spectator para Portugal, referiu-se ao Dow’s 2007 como o «melhor vintage» de sempre desta marca. O preço de venda ao público de cada garrafa é de 65 euros.
jcl

O Conselho Sectorial de Servicios Sociales da AECT-Agrupación Europea de Cooperación Territorial Duero-Douro difundiu uma convocatória para uma reunião no dia 26 de Março de todos os membros no Centro Cívico dos Fóios, no concelho do Sabugal.

AECT-Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero-DouroOs membros do AECT-Agrupación Europea de Cooperación Territorial Duero-Douro, com sede em Trabanca, foram convocados para uma reunião ordinária do Conselho Sectorial de Servicios Sociales (Saúde, Serviços Sociais e Acção Social) marcada para o dia 26 de Março, às 15 horas no Centro Cívico dos Fóios.
A Ordem de Trabalhos, assinada pelo director-geral, Jose Luis Pascual, e pelo coordenador territorial, João Henriques, inclui os «relatórios sobre as acções realizadas pelo AECT até à data e projectos actualmente em andamento; informações sobre o programa operacional de cooperação transfronteiriça Espanha-Portugal, propostas de trabalho e projectos, pedidos e perguntas».
Além dos membros do Conselho Sectorial estarão presentes os representantes das freguesias do Sabugal pertencentes ao AECT Duero-Douro, a Associação de Freguesias da Raia e do Côa sediada na Freineda, e das localidade fronteiriças da Freineda, Navasfrías, El Payo, Peñaparda, Villasrubias, Robleda, El Sahugo, Herguijuela de Ciudad Rodrigo, El Bodón, Agallas, La Encina, Fuenteguinaldo, Ituero, Espeja, Morasverdes e Serradilla del Arroyo.
jcl (com Ana Belén Cerezo)

A 3.ª edição dos Roteiros Gastronómicos do concelho do Sabugal vai estar em destaque, na próxima quinta-feira no programa «Portugal em Directo» da RTP-1. Os sabores gastronómicos à disposição nos 13 restaurantes aderentes e o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano serão tema de conversa na reportagem assinada pelo jornalista Jorge Esteves.

Roteiros Gastronómicos do Sabugal - 13 a 16 de FevereiroEsta quinta-feira, 11 de Fevereiro, o programa da RTP-1 «Portugal em Directo», emitido entre as 18 e as 19 horas, estará em directo no concelho do Sabugal para divulgar os Roteiros Gastronómicos organizados pela Câmara Municipal. Entre outros estão previstas as intervenções de responsáveis autárquicos, de gerentes de restaurantes e do grão-mestre do Capítulo da Confraria do Bucho Raiano.
No fim-de-semana alargado do Carnaval multiplicam-se pelas terras beirãs as iniciativas para seduzir turistas nacionais e internacionais a visitar as belezas naturais e provar a diversificada gastronomia regional. O concelho do Sabugal juntou-se à «oportunidade» e desde há uns anos que tem vindo a promover a gastronomia raiana durante este período de folia ampliado pelas férias escolares. A possibilidade de ter a Serra da Estrela a poucos quilómetros de distância e a «sorte» de poder ver cair neve é mais uma sedução para rumar até às terras raianas.
A 3.ª Edição dos Roteiros Gastronómicos do Sabugal, organizada pela Câmara Municipal decorrem entre 13 e 16 de Fevereiro e são introduzidos na sexta-feira pelo Colóquio «Entre o Fogão e o Cliente» no Auditório Municipal. A intervenção principal estará a cargo de Paulo Vaz, director da Escola de Hotelaria e Turismo do Douro com o tema «A importância da Gastronomia no Turismo e na Economia Local».
Ao longo dos quatro dias estarão disponíveis nos 13 restaurantes aderentes – «O Pelicano», em Alfaiates; «Bica dos Covões», em Badamalos; «El Dorado», nos Fóios; «Trutalcôa», em Quadrazais; «Éden», na Rebolosa; «Zé Nabeiro», no Soito, «D. Sancho I», em Sortelha; e «Atlântida», «O Lei», «O Templo», «RaiHotel», «Sol-Rio» e «Robalo» no Sabugal – os petiscos e os pratos tradicionais estarão disponíveis nas ementas. Trutas do Rio Côa, caldudo, caldo escoado, canja dos cornos, vitela, borrego e cabrito do Sabugal, castanhas, tortulhos, salada de meruges e os enchidos onde reina o bucho raiano como especialidade máxima. As sopas paridas, os coscoréis e as floretas são algumas das sobremesas típicas que podem, também ser apreciadas durante o fim-de-semana de Carnaval no Sabugal.
Uma das iniciativas em destaque é o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano, no sábado de Carnaval, no Restaurante Robalo com a presença de confrades devidamente trajados e seus convidados que vão ter à sua disposição o Bucho Raiano.

Nunca é tarde para mudar e emendar especialmente se os argumentos forem positivos e fortes. «Roteiros Gastronómicos» podem ser feitos em qualquer concelho deste país mas… «Roteiros Gastronómicos do Bucho Raiano» apenas o Sabugal pode apresentar.
jcl

A primeira rota turística de Figueira de Castelo Rodrigo vai ser lançada esta semana. Com folhetos em português, espanhol e inglês, a «Rota d’Alva e da flor da amendoeira» é a primeira de quatro que pretendem dar a conhecer o concelho a partir de Figueira de Castelo Rodrigo. O Passeio Ribeirinho, em construção, vai ligar o Rio Douro à foz do Águeda.

Figueira de Castelo RodrigoEsta rota é lançada ao mesmo tempo em que o Passeio Ribeirinho que liga o Rio Douro à foz do Águeda, em Barca d’Alva fica concluído.
Este Passeio Ribeirinho pretende criar uma zona de lazer com vista panorâmica sobre o Douro ao mesmo tempo que vai tentar revitalizar o antigo caminho do cais turístico-fluvial à Ponte Internacional que liga Portugal a Espanha.
As obras de construção do passeio ribeirinho, na margem esquerda do Rio Douro, em Barca d’Alva, já se encontram em fase de conclusão.
Esta intervenção levada a cabo pela autarquia Figueirense tem por objectivo criar em Barca d’Alva mais uma excelente zona de lazer com vista panorâmica sobre o Rio Douro, complementando assim a beleza desta localidade inserida no Parque Natural do Douro Internacional, ao mesmo tempo que revitaliza um antigo caminho que vai desde o cais turístico-fluvial à Ponte Internacional que liga Portugal a Espanha. São cerca de dois mil metros de percurso pedestre que vão permitir aos residentes e aos muitos milhares de turistas que passam por Barca d’Alva, o contacto com a natureza, podendo contemplar de bem perto, os Rios Douro e Águeda, que correm mesmo ali ao lado.
Este projecto contempla áreas para a prática de actividades físicas e de lazer e ainda um circuito para a prática de BTT. Ao longo do percurso, está prevista a plantação de várias árvores de pequeno porte, características da região, assim como serão também colocados bancos de granito e construídas duas pérgulas em madeira.
Face aos grandes investimentos levados a cabo pela autarquia figueirense, Barca d’Alva é hoje um importante pólo para o desenvolvimento turístico da região, onde desembarcam anualmente no cais turístico-fluvial cerca de quarenta mil turistas, vindos dos cruzeiros efectuados no Douro.
Esta localidade possui ainda magníficas paisagens naturais, tornando-se mais bela pelo bonito panorama que conferem as amendoeiras em flor, nos meses de Fevereiro e Março.
jcl

Onde fotografar? E o que fotografar?

(Clique nas imagens para ampliar.)

A fotografia leva a percorrer quilómetros, leva-nos a conhecer hotspots fantásticos. Uma incessante busca dos melhores locais, com a melhor luz, com os melhores tons entre outros.
Recentemente estive na região do Douro, propriamente no Peso da Régua. Quem conhece, certamente saberá que é uma região de extremos, ora muito frio ora muito calor. Toda temática envolvente, desde as vinhas, lagares, o rio, romarias são óptimos pontos de partida para iniciar um projecto fotográfico.
Sendo inverno e com frio rigoroso, procurei a gare de comboios da Régua. Um lugar único e histórico. Encontrei um conjunto de carruagens velhas vandalizadas que serviram de temática e que agora partilho convosco.

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
pmiguelafonso@gmail.com

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: Setembro de 2008.

Local: Museu Municipal do Sabugal.

Legenda: Vinho Conde de Sabugal: produzido no Douro e à venda no Museu Municipal.

Autoria: Capeia Arraiana.
Clique na imagem para ampliar

A Câmara Municipal de Mêda e o Museu do Douro exibem até finais de Setembro na Casa da Cultura da Mêda a exposição «Marcos de Demarcação» inserida nas Comemorações dos 250 Anos da Região Demarcada do Douro.

Exposição «Marcos de Demarcação»O Museu do Douro desenvolveu um estudo acompanhado de um inventário do Património material associado à data da criação da Região Demarcada do Douro, a primeira Região Vitícola demarcada e regulamentada do mundo, criada por Alvará Régio de D. José I em 10 de Setembro de 1756.
O projecto de investigação levado a cabo pelos Serviços de Museologia do Museu, culminou na exposição Marcos da Demarcação e na publicação do inventário dos marcos pombalinos.
O presidente da Câmara Municipal de Mêda, João Mourato, salientou a importância deste evento cultural, de grande expressão e significado, por ter lugar num concelho que «embora sendo de transição, é também Douro nas freguesias de Meda, Longroiva, Poço do canto e Fontelonga, terras de produção do vinho fino ou vinho generoso, depois conhecido por Vinho do Porto».
O presidente do Município de Meda aproveitou a ocasião para reivindicar para Mêda um pólo do Museu do Douro tendo em conta a importância que o Vinho Generoso ou Vinho do porto tem na cultura e na economia das populações, apesar de este concelho não ter sido incluído aquando da demarcação da Região de produção pelo Marquês de Pombal.
O director do Museu do Douro, Maia Pinto (ex-director do Parque Arqueológico do Vale do Côa) comungou a opinião do Presidente da Câmara dizendo que «a Meda também é Douro» e que «para o desenvolvimento saudável de Portugal terá que se defender esta jóia que é o Vale do Douro».
Maia Pinto frisou que «é com esta relação que vamos cimentando o orgulho que criar o orgulho Duriense» que deve abranger os 21 concelhos integrados na Região Demarcada e para o que «vai ser desenvolvido um esforço no QREN – Quadro de referência Estratégica Nacional, por forma a desenvolver outras acções dinâmicas que façam do Museu do Douro algo com alegria, participação e cultura».
A exposição «Marcos de Demarcação» envolve cerca de 70 fotografias daqueles marcos delimitativos da então Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro distribuídas em três núcleos : Museu do Douro (Casa do Douro – Régua), Casa Municipal de Cultura de Mêda e na Casa do Desenho do pintor Júlio Resende.
aps

O Capeia Arraiana solicitou alguns esclarecimentos ao alcalde de Trabanca, Jose Luís Pascual Criado, sobre o projecto AECT–Duero-Douro a que faz referência José Manuel Campos, presidente da Junta de Freguesia dos Fóios, no seu mais recente artigo de opinião «Nascente do Côa».

Jose Luis Pascual Criado, Alcalde de Trabanca (foto Ayuntamiento de Trabanca)O tema foi lançado pelo presidente da Junta dos Fóios, José Manuel Campos. O professor é um autarca atento e dinâmico, defensor das suas terras e das suas gentes, sempre decidido «a agarrar à galha» pelo bem da comunidade regional raiana. Assim, se o presidente fojeiro está disposto a empenhar-se é razão mais do que suficiente para aprofundarmos o tema junto dos seus mentores do Ayuntamiento de Trabanca que simpaticamente responderam às nossas questões.
O alcalde Jose Luís Pascual Criado começar por nos esclarecer que «a União Europeia reconheceu o fracasso da tentativa de incrementar a interligação e a efectiva cooperação das regiões transfronteiriças. Para alterar o rumo dos acontecimentos foi aprovado o Regulamento CE 1082/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, no dia 5 de Julho de 2006 que determina as normas de criação e de trabalho dos Agrupamentos Europeus de Cooperação Territorial (AECT’s)».
Para perceber melhor o que são as AECT’s vamos dividi-las em níveis de actuação constituídos por Regiões fronteiriças (CCDR com a Junta de Castilla y León e NUTT’s, com a Beira Interior Norte, Alto Douro e Salamanca), por entidades locais (Câmaras Municipais e freguesias), Associações e Entidades Públicas. Este Regulamento foi adoptado pela legislação de Portugal com o Decreto-Lei n.º 376/2007, de 8 de Novembro, e nos primeiros dias de 2008 pelo Governo de Espanha.
O território de trabalho de Duero-Douro AECT é «constituído pelos municípios e autarquias de Portugal e de Espanha que estão perto do Rio Douro, como Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, os municípios do Parque Natural Douro Internacional e do Parque Natural das Arribes do Douro das províncias de Salamanca e Zamora», esclarece o autarca de Trabanca especificando que «o território do AECT possui umas características muito homogéneas, afastado dos núcleos de poder, com uma população envelhecida, elevada percentagem de despovoamento, infra-estruturas de má qualidade, rede saúde que não consegue abranger toda a população, um tecido empresarial muito fraco e uma realidade económica afastada dos indíces de desenvolvimento e crescimento da Península Ibérica, mas que tem potencialidades que bem trabalhadas podem ser um motor de desenvolvimento e crescimento económico e social das regiões transfronteiriças».
Produtos com elevada qualidade como queijo, vinho, azeite, carne e frutas, a água e as suas potencialidades, dois Parques Naturais, História e Cultura comuns, arte, artesanato, turismo e lazer… são apontados como a chave do projecto. Numa primeira fase mais urgente é importante obter ajudas para as autarquias e municípios do FEDER, FEOGA, INTERREG e do Fundo de Coesão para depois apoiar todas as candidaturas que se apresentem.
A terminar, o alcalde de Trabanca, é ainda mais abrangente afirmando que «os projectos de trabalho do AECT englobam todos aqueles que os seus associados considerem necessários, excepto os relativos às relações internacionais, a questões de segurança pública e polícia e do âmbito da Justiça».
O processo de criação deste Agrupamento inicia-se com um convénio de trabalho com elaboração dos estatutos e posterior aprovação por todos os membros do AECT e depois a Secretaria Técnica Conjunta para a Península Ibérica, sedeada em Badajoz, tem um prazo de três meses para efectivar a criação do Duero-Douro, AECT.
jcl

O AECT-Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero-Douro foi apresentado no auditório municipal do Sabugal por Jose Luís Pascual Criado, alcalde da localidade espanhola de Trabanca, próxima de Freixo de Espada à Cinta. O agrupamento irá incorporar os Ayuntamientos e Juntas de Freguesia interessados, desde Trás-os-Montes até ao concelho do Sabugal e pretende apresentar os projectos de desenvolvimento directamente a Bruxelas.

José Manuel Campos - «Nascente do Côa»A Presidência do Município de Sabugal convocou todos os Presidentes de Junta para uma reunião, que teve lugar no auditório municipal, no dia 13 do corrente mês de Março, pelas 18 horas. Depois de um ligeiro atraso chegou ao palco um senhor espanhol para nos informar e esclarecer acerca de um «convénio de cooperação territorial» que vai ser integrado por Câmaras e Juntas, do lado português, e por ayuntamientos do lado espanhol.
O Agrupamento abrange a faixa raiana desde Trás-os Montes até ao concelho de Sabugal. Já tem personalidade jurídica própria e foi matriculado no registo do Ministério del Interior no dia 17 de Março de 2005 sob o número 584.709.
O senhor espanhol, atrás referido, chama-se Jose Luís Pascual Criado. É médico e alcalde de uma povoação que tem por nome Trabanca, próxima de Freixo de Espada à Cinta. Disse que sua localidade tem apenas 300 habitantes e reconheceu que a calamidade e a desgraça são comuns aos dois lados da fronteira.
Depois da apresentação foram-nos distribuídos os estatutos do AECT que me pareceram claros e objectivos e têm o seguinte cabeçalho: «Convénio de Cooperação Territorial Europeia entre os Membros da Espanha e Portugal, pelo que se institui o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero-Douro»
O alcalde Jose Luís esforçou-se por esclarecer todos os presentes. Comunicou-nos que os futuros projectos de desenvolvimento serão apresentados directamente a Bruxelas sem que tenham que ser filtrados pelos governos de Portugal e Espanha.
Informou, também, que no próximo dia 5 de Abril haverá uma reunião, em Trabanca, onde deverão estar presentes todos os Ayuntamientos e Juntas de Freguesias que decidam incorporar o AECT.
Na qualidade de Presidente de Junta de Foios – freguesia raiana – fiquei encantado com o que vi, li e ouvi. Este agrupamento, ou associação, já anda na minha mente há muitos anos. Com os amigos e alcaldes vizinhos já muitas vezes analisámos e discutimos estas matérias. Acontece, porém, que quando sonhávamos não era tão alto. Mas ainda bem que surgiram outros autarcas a tornar realidade a nossa intenção. Verifiquei, com agrado, que o AECT é muito mais abrangente que aquele que andava nas nossas mentes. Mas por ser abrangente mais me entusiasma.
AECT-Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero-DouroTodos sabemos que a zona fronteiriça – Portugal e Espanha – é a mancha negra e a parte mais atrasada de toda a Europa comunitária. Nunca tivemos força nem união para gritar bem alto a razão que nos assiste. Tenho fé e esperança que o AECT ainda venha a tempo. Mas para que possa ter a força e a razão é necessário, conveniente e mesmo imperioso que nos unamos.
Na minha opinião esta é uma oportunidade que não deveremos desperdiçar. Quando o alcalde José Luís nos transmitiu que a quota anual será no valor de mil euros todos achámos bastante elevada. Lá dentro do auditório ninguém se manifestou mas quando saímos ouviram-se algumas vozes discordantes. Acontece que depois de termos trocado algumas impressões acabaram por chegar à conclusão que poderá valer a pena. Eu não tenho dúvidas. Já não temos mais nada a que nos possamos agarrar. A maldita desertificação já tomou conta de nós. Somos cada vez menos. Mas saibamos, apesar de tudo, ser homens de fé e de esperança. Saibamo-nos unir e organizar e talvez consigamos inverter a tendência. Que fique bem claro que eu, pessoalmente, não tenho qualquer interesse em que as Juntas adiram ou não a este agrupamento. Eu apenas dou a minha opinião. Cada Junta é livre e soberana para integrar ou não o agrupamento.
Na sexta-feira estive em Navasfrias com Celso Ramos, alcalde desta localidade, e conversámos sobre este assunto. Ele disse-me que tem participado em muitas reuniões e que já está esclarecido. Mas mesmo assim só segunda feira, dia 17, entregará os documentos de adesão. Acrescentou que todos temos a ganhar com esta associação porque se lhe afigura que será uma comunidade com bastante poder para levar por diante a concretização de projectos integrados que poderão e deverão ajudar a desenvolver a parte mais atrasada de todo a Europa comunitária. Assim seja.
Pela parte que me diz respeito informo que solicitei ao Presidente da Assembleia de Freguesia a marcação de uma reunião extraordinária, para apresentar o assunto a todos os membros e desde que tenhamos luz verde, da assembleia de freguesia, como sinceramente espero, assinaremos todos os documentos e no dia 5 lá estaremos na assembleia geral que se vai realizar em Trabanca.
Viva a Raia, Viva la Raya.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

jmncampos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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