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Passos Coelho há uns tempos proferiu umas palavras nada abonatórias para com os desempregados. É natural, a sua «ideologia» tem como base o desrespeito pelos valores sociais e humanos, sendo assim, os desempregados não o preocupam. Para o Neoliberal só existe o poder financeiro e empresarial. Com este pensamento assim está a Europa e Portugal.

António EmidioO Partido Socialista Europeu lançou um programa para que todos os Estados membros da União Europeia ajudem os jovens que estejam há mais de quatro meses desempregados, oferecendo-lhes um emprego e uma formação específica. Este programa tem por lema «o teu futuro é o meu futuro». Compreende-se este lema, o emprego dos jovens afecta toda a sociedade, não permite o crescimento e impede a resolução da crise económica que nós europeus atravessamos. É um novo Contrato Social entre o Estado e os jovens. O desemprego jovem tem um preço exorbitante: custa à União Europeia aproximadamente 90.000 milhões de euros. Era de toda a conveniência investir muito deste dinheiro na criação de postos de trabalho, ajudando assim os jovens e a economia.
O desemprego jovem é sem sombra de dúvida a maior tragédia desta crise, vai-se perder uma geração condenando-a à inactividade. O desemprego é um drama para todos, para os jovens ainda o é mais porque lhes reduz as perspectivas profissionais, não têm um salário para poderem viver autonomamente e constituir uma família, afecta também mais tarde a sua pensão de reforma. Todo este desemprego também afecta as empresas europeias, porque as priva do trabalho de pessoas criativas e já com um certo nível de formação.
Querido leitor(a), o emprego está associado não somente ao sustento, mas também à dignidade. O desemprego prolongado obriga à perca da esperança de um dia encontrar um emprego decente, é uma morte lenta e uma desintegração profunda do sentido da vida.

Agora uma pequena história de uma multinacional: a Coca-Cola ficou com o controlo da Agência Espanhola de Segurança Alimentar, na pessoa de uma executiva de confiança do presidente desta multinacional na Espanha onde há indignação por este facto. Uma multinacional que explora e contamina água potável de aquíferos em zonas pobres como na India e na América Latina, obrigando a deslocações de populações indígenas para ela poder explorar a água à vontade, e que é conivente com o assassinato de sindicalistas que se opõem a tudo isto!!!.
Talvez um dia entreguem a segurança alimentar em Portugal ao Pingo Doce.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

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Se for preciso lançar no desemprego milhares de trabalhadores, lançam-se e mais nada! As novas formas de contratos laborais estão precedidas por um debilitamento dos direitos laborais e da redução das prestações sociais.

António EmidioUsa-se agora uma nova expressão: seja você mesmo o seu próprio empregado. Muitos caíram e outros continuam a cair nesse «conto de fadas». Endividaram-se, pagando créditos muitas vezes abusivos, ou então gastaram todas as poupanças de uma vida no seu negócio. Presentemente, o que se está a ver é que muitas dessas micro e pequenas empresas, também o pequeno comércio, estão a ir à falência. Não sei se alguém já se apercebeu, mas quem tem de pagar esta crise, é o trabalhador, o funcionário público e o pequeno comerciante, são estes que devem pagar para solucionar o problema dos banqueiros!
Além da crise provocada pelos grandes bancos internacionais, outra das razões para todas estas falências tem a ver com a concorrência. Sempre existiu! Dirá o leitor(a), é verdade digo eu, mas para mim é insuportável ver os lanifícios, o calçado e os têxteis portugueses serem substituídos por roupa e calçado sintético vindos da China e, não só. Isto só trouxe pobreza e desemprego a Portugal. O mesmo aconteceu com os produtos agrícolas, pagaram-nos para que destruíssemos a nossa agricultura, obrigando-nos a importar depois esses mesmos produtos comprados às grandes herdades agrícolas europeias e mundiais, cujos donos (especuladores) e accionistas nada fazem senão arrecadar lucros. A concorrência foi longe demais, o nosso Concelho é um exemplo, a sua agricultura foi destruída, é necessário e urgente voltar a produzir bens básicos através de uma economia local. O nosso problema é o minifúndio? Pode-se reformar isso através de uma acção política concertada com os proprietários dos terrenos. Porque não a pecuária? Temos clima e terrenos para boas pastagens, a partir daí apostaríamos nos lacticínios, a manteiga, o queijo, os yogurtes, as natas, produtos que podiam ser exportados. Opinião discutível? Claro! Mas é minha.
O que fizeram ao sector das pescas? A mesma coisa!
Querido leitor(a), não existe a tão falada Comunidade Internacional, existem sim organismos regidos pelos interesses particulares das nações mais ricas e poderosas, tanto no campo económico como militar. Os interesses e as necessidades comuns, os interesses e as necessidades dos países mais débeis económica e politicamente não interessam para nada. Assim é a União Europeia e todas as outras organizações a nível mundial. A tal Globalização Neoliberal de que tanto se fala, em vez de trazer solidariedade e aproximar os povos uns dos outros, não! Cada vez os divide mais porque está assente numa coisa destrutiva e agressiva que é a concorrência.
O sistema só fala no lucro, mas convém dizer que esse lucro tão desejado não é o da micro empresa e até da pequena, também o não é o do pequeno comércio, a isso chama ele nichos de mercado, nichos de negócio, ele quer o lucro para a Macro Empresa, para a Multinacional e para a cadeia de Super Mercados, que embolsam milhões de euros de lucro, ao mesmo tempo que os seus trabalhadores vão perdendo a sua capacidade adquisitiva, ou seja, os seus salários vão diminuindo. Essas corporações têm legal e ilegalmente ajudas governamentais, privilégios fiscais e legislativos inadmissíveis (pagam campanhas eleitorais), usam todos os subterfúgios para colocar dinheiro em paraísos fiscais.
O pequeno empresário e o pequeno comerciante limitam-se a ir à falência, destroçados por um Estado Neoliberal que os afoga em impostos. Agora têm de prescindir dos seus poucos trabalhadores, a maior parte do pequeno comércio até do único que tinham, porque também a concorrência desleal e até criminosa os destroçou.

Vamos ficar com um pensamento e umas palavras do economista Maynard Keynes, tão falado ao longo desta crise económica: «As ideias, o conhecimento, a arte, a hospitalidade e as viagens, são coisas que deveriam ser pela sua natureza internacionais. Mas deixemos que os produtos sejam de origem nacional quando isto seja razoável e convenientemente possível, e além de tudo, deixemos que as finanças sejam primordialmente nacionais.»
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

O Eurostat (Gabinete de Estatística da União Europeia) divulgou no passado dia 1 de Dezembro a taxa de desemprego nos vários países da União, relativa ao mês de Outubro de 2009, registando Portugal um das maiores taxas de desemprego: 10,2%.

José Manuel Monteiro - «Largo de Alcanizes»De acordo com os dados oficiais Portugal apresenta assim cerca de 567,7 mil desempregados. Contudo, todos sabemos que os números reais são muito mais elevados. Não constam das estatísticas oficiais todos aqueles que estando efectivamente desempregados, não procuraram emprego no ultimo mês (inactivos disponíveis) ou fizeram uns biscatos (sub-emprego invisível) para ir vivendo. Assim, o emprego real será muito superior, atingindo perto dos 717 mil portugueses.
Mas, ao mesmo tempo que o desemprego sobe, dados publicados pelo Boletim Estatístico do Ministério do Trabalho e da Solidariedade do mês de Outubro, indicam que a taxa de cobertura do subsidio de desemprego diminui, passando de 350.822 para 436.899 os desempregados a receberem subsidio de desemprego.
Perante este cenário e as previsões unânimes que o desemprego vai ainda subir em Portugal, recordemos que os últimos dados do INE, relativos ao 3.º trimestre de 2009, apontavam para 9,8% de desempregados, torna-se urgente tomar medidas efectivas que combatam este flagelo.
A crise actual, é uma crise típica do capitalismo, caracterizada por um excesso de produção face à procura. As empresas não conseguem escoar uma parte da sua produção, não porque as necessidades da população estejam satisfeitas, mas sim porque esta não tem poder de compra para a sua aquisição. Não sendo possível escoar a produção, as empresas entram em processos de redução da produção, reduzindo os postos de trabalho e muitas delas entram mesmo em processos de falência, agravando ainda mais o problema e a redução do poder de compra da população. A juntar à falta de poder de compra, o endividamento das famílias – nem sempre feito para aquisição de bens de primeira necessidade, mas dirigido a outros bens oferecidos pela sociedade de consumo com o acesso facilitado pela simplicidade de crédito dado pelo sistema bancário – aumenta perigosamente. Paralelamente a este ciclo assistimos a um grupo restrito de população a aumentar desmesuradamente os seus rendimentos e a ostentar bens de luxos, nomeadamente carros sem pudor nem vergonha.
As desigualdades sociais agravam-se também elas características dos modelos capitalistas.
Dizia que era necessário encontrar vontade política e medidas certas para combater esta situação.
Não tenho dúvidas que essas medidas passam obrigatoriamente pela aplicação de uma correcta politica de rendimentos, nomeadamente na melhoria dos salários e pensões, no aumento do subsídio de desemprego e na maior taxa de cobertura do mesmo, no aumento do salário mínimo nacional e numa política fiscal justa que não penalize os rendimentos do trabalho. Estas medidas provocariam aumento do poder de compra de parte significativa da população e seriam indutoras de diminuição só por si do desemprego. Não podemos esquecer que o desemprego está igualmente na origem de destruição de riqueza. Estudos económicos referem que, se o total de desempregados estivesse em situação de trabalho, o valor da riqueza anual criada corresponderia a cerca de 14% do PIB previsto para 2009.
É urgente repensar as políticas económicas, é urgente alterar algumas mentalidades empresariais baseadas em baixos salários.
A competitividade não se alcança com a desmotivação e a precariedade do trabalho.
«Largo de Alcanizes», opinião de José Manuel Monteiro

jose.m.monteiro@netcabo.pt

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