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Os cogumelos venenosos fizeram mais uma vítima mortal, uma mulher de 64 anos, e deixaram um homem em estado muito grave, desta vez foi na Torre, aldeia da freguesia e concelho do Sabugal.

Ludovina Martins, de 64 anos, e João Correia, de 65, emigrantes em França, mas e a passar férias e a tratar da terra, colheram e comeram cogumelos, o que foi fatal: a mulher não resistiu a uma disfunção hepática aguda e acabou por morrer segunda-feira nos Hospitais da Universidade de Coimbra. O marido está em estado grave.
Ao que tudo indica os cogumelos ingeridos eram da espécie amanita phalloides, muito venenosa. Comeram os cogumelos e fecharam-se em casa, onde estiveram dois dias a sofrer, até que pediram socorro aos vizinhos, que por vez chamaram o INEM.
O INEM deslocou-se imediatamente ao local e conduziu o casal ao centro de saúde do Sabugal, de onde seguiram para o hospital da Guarda e depois para Coimbra. Ludovina martins, em estado muito grave, não resistiu e faleceu, enquanto que João Correia ficou internado no serviço de Gastrenterologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde ainda permanece, sem estar fora de perigo, embora com prognóstico favorável.
O acontecido deixou os habitantes da Torre em estado de choque. Muitos não compreendem como se enganaram na colheita dos cogumelos, uma vez que o casal era apreciador e aparentemente conhecedor das espécies.
Com este caso na Torre, eleva-se para quatro o número de mortes provocadas por cogumelos venenosos nas últimas três semanas. Em finais de Outubro, em Peso da Régua, um casal e o filho morreram após ingerirem cogumelos da mesma espécie, amanita phalloides. O filho tinha 42 anos de idade, o pai 68 e a mãe 70.
O envenenamento por ingestão de cogumelos venenosos provoca a rápida falência do fígado, dos rins e do sistema nervoso. Em casos graves só o transplante hepático evita a morte.
plb
Adivinha-se um bom ano de castanhas e de cogumelos. As chuvas que caíram nos dias 21 de Agosto e 1 de Setembro de 2011 afectaram algumas festas, que iam acontecendo um pouco por todo o país mas, por outro lado, poderemos considerar que foi uma bênção caída do Céu.

Os combatentes dos fogos folgaram por alguns dias e o verdejante dos campos aconteceu num curto espaço de tempo.
Os castanheiros, árvore muito abundante nos Foios, cerca de duzentas toneladas ano, agradeceram as abundantes chuvas tendo o seu colorido alterado o semblante da noite para o dia.
E os cogumelos?
Quem diria que poderiam surgir tão rapidamente e em tão grande quantidade?
Costumamos dizer que, nos Foios, no tempo das castanhas e dos cogumelos ninguém adoece e vou constatando que é, de facto, assim. E ainda bem. Olho vivo e pé ligeiro.
Muito embora eu não seja um grande pesquisador dos cogumelos confesso que admiro e louvo as pessoas que fazem pela vida.
Quando a abundância é grande chega, directa ou indirectamente, a todas as casas.
Hoje o meu amigo Zé Leal convidou um grupo de amigos para degustarmos uma lebre na sua quinta do “Prado da Barrosa” e qual não foi o meu espanto quando, antes da lebre, surgiu um enorme recipiente onde haviam sido confeccionados cinco quilos de boletos. Que especialidade. De comer a chorar por mais.
A lebre estava muito bem confeccionada mas sobrou metade. Os surpreendentes cogumelos acabaram por se transformar no prato principal tendo a lebre ficado para segundo plano.
Ao fim da tarde duas vizinhas minhas passaram junto da minha casa com quatro cestas de boletos que foram vender ao posto de recolha local.
Hoje também fui dar uma volta por uns soutos e confesso que fiquei encantado com o colorido dos castanheiros. O verde é encantador e anuncia um ano farto de castanhas. Assim seja.
De acordo com os entendidos e tendo em conta as excelentes condições atmosféricas, dentro de um mês os ouriços começaram a sorrir e a mostrar o colorido desse saboroso fruto.
É caso para dizer que a crise ainda não passou por aqui. E ainda bem.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com
Ontem, quarta-feira, dia 2 de Junho, participei num almoço convívio na quinta do amigo Zé Leal, a «ilha», como por aqui lhe chamamos, que dista um quilómetro de Foios, o qual nos proporcionou uma agradável surpresa.
A uma determinada altura qual não foi o meu espanto quando o Luís, mais a filha Patrícia, apareceram perante todos com uma caixa de cogumelos que recolheram numas carvalheiras próximas do dito local. Os ditos eram «boletos», também conhecidos por «cepos», na voz do povo.
As condições climáticas proporcionam que estes fungos tivessem condições para se desenvolverem nesta época do ano, o que não é comum. O achado do Luís e da Patrícia constituiu uma enorme surpresa para todos os participantes no convívio e, como não são egoístas nem interesseiros, e gostam imenso de partilhar, o Luís disse prontamente: «Estes não vão ser vendidos aos espanhóis. Vamos comê-los com o grupo que aqui se encontra».
Em boa hora se comeram os boletos, que nesta altura têm um especial sabor visto não ser o tempo deles. Há anos e anos e este que agora corre parece ser propício a estas agradáveis surpresas.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)
jmncampos@gmail.com
A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua memória fotográfica para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com
Local: Casa do Castelo, Sabugal.
Legenda: Dádiva da Natureza. Exposição de cogumelos comestíveis.
Autoria: Kim Tomé (Tutatux).
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O Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) pretende criar três zonas de exploração micológica para rentabilizar a produção de cogumelos na região. A proposta já seguiu para os Ministérios da Agricultura e do Ambiente. O projecto prevê ainda percursos pela Serra com acompanhantes de turistas que pretendam reconhecer e apanhar cogumelos.
O PNSE anunciou esta quinta-feira, 6 de Novembro, que propôs aos Ministérios da Agricultura e do Ambiente a criação de zonas de exploração micológica para rentabilizar a produção de cogumelos na região nas Penhas Douradas (Manteigas), Fernão Joanes (Guarda) e Cortes do Meio (Covilhã).
Em declarações à agência Lusa, Fernando Matos, técnico do PNSE salientou que «um levantamento realizado em 2004 seleccionou três zonas para retirar mais-valias para a população e para beneficiar a floresta não deixando que ela se degrade porque no futuro apenas poderão ser recolhidos cogumelos mediante autorização das entidades responsáveis».
O processo de Fernão Joanes é o que está mais avançado porque «foi feita a identificação dos cogumelos existentes e foi dada formação a uma dúzia de habitantes para saberem quais são comestíveis e, inclusivamente, para acompanharem turistas que pretendam recolhê-los enquanto passeam pela Serra», acrescentou o técnico.
O levantamento que suportou a candidatura para a criação da futura zona de exploração micológica de Fernão Joanes menciona que naquela zona foram identificadas 98 espécies de macrofungos silvestres.
O presidente da Junta de Freguesia de Fernão Joanes, Daniel Vendeiro, considera que o projecto «é importante para a localidade porque os cogumelos são uma das nossas riquezas e, se for bem aproveitada, trará rendimento e for bem trabalhado e divulgado, poderá dinamizar o comércio da região».
jcl
A jornada micológica, uma reunião de balanço do Festival do Forcão realizado este ano e uma sessão de esclarecimento sobre incêndios florestais, animaram a freguesia dos Fóios, que acolheu as diversas iniciativas no Centro Cívico «Nascente do Côa».
No sábado, dia 25 de Outubro, realizou-se uma jornada micológica, subordinada ao tema «Aprender a conhecer mais e melhor os cogumelos». De manhã aconteceu um passeio pelo campo tendo sido recolhidas algumas variedades de cogumelos, que foram estudadas na parte da tarde, no Centro Cívico.
O almoço, confeccionado pelos elementos da equipa de sapadores florestais dos Fóios, teve lugar na sede dos caçadores, antigo posto da Guarda Fiscal. Comeram-se várias espécies de cogumelos que haviam sido recolhidos durante a manhã.
Também sábado, mas à noite, reuniram no Centro Cívico «Nascente do Côa» os representantes das aldeias raianas que participam no Festival do Forcão, a quem foram apresentadas as contas relativas ao evento, que teve lugar na Praça Municipal da vila do Soito, no passado mês de Agosto.
A organização, que este ano coube aos Fóios e Aldeia do Bispo, apresentou as contas e entregou o cheque com a quantia sobrante a cada uma das Juntas de Freguesia. a cada uma couberam dois mil e 466 euros.
Para além da distribuição dos dinheiros sobrantes analisou-se a acção das Juntas organizadoras tendo sido feitas algumas chamadas de atenção para que alguns erros verificados não venham a ser repetidos no futuro. Seguiu-se um jantar convívio no restaurante do viveiro de trutas, onde todos participaram, dentro dum verdadeiro espírito raiano.
A Associação «Côaflor», sedeada na cidade do Sabugal, realizou uma sessão de esclarecimento que teve também lugar no Centro Cívico, pelas 17 horas do domingo, dia 26.
Para além dos engenheiros João e Artur, da «Côaflor», sentaram-se na mesa o engenheiro Alberto, do gabinete florestal do Município de Sabugal, bem como dois militares do SEPNA da Guarda Nacional Republicana.
Todos os técnicos abordaram temas relacionados com os procedimentos relativos a queimadas, protecção das habitações, palheiros e barracões agrícolas.
Depois das exposições feitas pelos técnicos houve algum tempo para perguntas e respostas.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)
jmncampos@gmail.com
A partir das nove horas da manhã de sábado, 3 de Novembro, decorre no Museu e Auditório Municipal do Sabugal a Feira da Castanha e do Cogumelo. Os fungos micorrízicos e os fungos patogénicos são convidados de honra.
O que são fungos micorrízicos? E fungos patogénicos? As respostas a estas e outras questões serão desenvolvidas por especialistas na Feira da Castanha e do Cogumelo que vai realizar-se sábado, 3 de Novembro, no Museu e Auditório Municipal em organização conjunta da Câmara Municipal do Sabugal e da «Sabugal+», EM.
Durante a manhã e após a sessão de abertura marcada para as 9.30 horas os interessados podem participar em quatro conferências sobre castanhas e cogumelos.
10.00 horas – «Contributos dos fungos micorrízicos para o melhor desenvolvimento do castanheiro. Divulgação de alguns cogumelos presentes nos soutos do concelho do Sabugal», por Gravito Henriques.
10.30 – «Hongos patogeneos – Fungos patogénicos», por Celso Ramos Blanco e José Ignácio Gómez Risueño.
11.15 – «As doenças importantes do castanheiro», por Maria Eugénia Madureira Gouveia.
11.45 – «Transformação industrial da castanha em Portugal», por Álvaro Coto.
O resto da manhã será preenchido com um debate entre a assistência e os conferencistas.
O almoço (petisco) será confeccionado com os ingredientes da ordem do dia: cogumelos e castanhas.
E depois da teoria a prática. A tarde será preenchida com demonstrações da máquina de apanhar e calibrar e o Concurso da Castanha. No espaço de exposições temporárias do Museu do Sabugal, produtores da região raiana apresentam as suas selecções de frutos das castaneáceas que serão avaliadas por um júri especializado.
Dar a conhecer os produtos do Sabugal e da região raiana e transmitir aos produtores formas de melhorar a sua produção e comercialização é o objectivo desta iniciativa camarária.
A entrada é gratuita.
jcl (com Matilde Cardoso)


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