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Uma emissão de televisão começa muito tempo antes de o programa ir para o ar ou, para sermos mais precisos, subir para ficar on-line. O último debate entre três dos cinco candidatos autárquicos à Câmara Municipal do Sabugal só foi possível graças ao esforço e profissionalismo da redacção da Guarda da «LocalVisãoTv» em colaboração com o «Capeia Arraiana».

Local Visão Tv - Guarda

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Com um lema muito multimédia (com o qual nos identificamos) a LocalVisãoTv «prossegue na sua trajectória de melhor informar e gerar a maior proximidade com as gentes e territórios locais. Nesta missão, arrepiamos caminho nos conteúdos audiovisuais seguindo critérios editoriais que nos diferenciam do jornalismo televisivo seguido pelos restantes órgãos de comunicação audiovisual. LocalVisãoTv, mais perto de si».
Por mais esta parceria e em jeito de agradecimento a Carlos Ramalho, director-geral, Gabriela Leal, directora para o distrito da Guarda, Paula Pinto, chefe de redacção, Sara Castro, Miguel Almeida e Leonor Colaço (produção), Miguel Lima e Orlando Almeida (imagem), Miguel Dinis (som), Sérgio Caetano (grafismo), Miguel Almeida e Miguel Lima (pós-produção) aproveitamos para publicar a peça das filmagens de bastidores produzida pelo «realizador-chefe» da LocalVisão Tv.
jcl

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SEGUNDA PARTE da mesa redonda entre os candidatos à presidência da Câmara Municipal do Sabugal que teve lugar na capela do cibercentro da Guarda no dia 7 de Outubro de 2009 organizada pela «LocalVisão Tv» e pelo «Capeia Arraiana».

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A «LocalVisão Tv» e o «Capeia Arraiana» organizaram esta quarta-feira, 7 de Outubro, uma mesa-redonda com os candidatos à presidência da Câmara Municipal do Sabugal. O convite endereçado aos cinco candidatos foi aceite por António Dionísio (PS), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU). A candidata do CDS-PP, Ana Isabel Charters, invocou dificuldades de agenda para não estar presente e o candidato do PSD, António Robalo, mandou dizer que declinava a presença na mesa-redonda onde se debateu o futuro político do concelho do Sabugal.

Mesa-redonda na LocalVisão Tv

A campanha eleitoral no concelho do Sabugal transferiu-se esta quarta-feira, 7 de Outubro, para as plataformas multimédia das novas tecnologias de informação do século XXI.
Pela primeira vez na história eleitoral sabugalense os cinco protagonistas políticos das próximas autárquicas foram convidados para estar presente num tempo de antena televisivo on-line.
Aceitaram o convite da LocalVisão Tv e do Capeia Arraiana os candidatos António Dionísio (PS), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU).
O programa decorreu num formato de quatro perguntas iguais para os candidatos e de um minuto final para convencer «olhos nos olhos» os eleitores sabugalenses das qualidades das suas propostas.
No final os três candidatos presentes foram unânimes em considerar que a experiência valeu a pena e destacaram a importância da aposta na comunicação nas novas tecnologias de informação.
A candidata do CDS-PP, Ana Charters, informou na segunda-feira dificuldades de agenda para estar presente.
O candidato do PSD, António Robalo, após um primeiro acordo verbal na quarta-feira da semana passada entendeu declinar, através do seu director de campanha, o convite invocando uma agenda preenchida para a manhã desta quarta-feira.
Em Fevereiro deste ano o Capeia Arraiana convidou os três candidatos (à altura) para uma entrevista na Rádio Caria. Aceitaram António Dionísio e Joaquim Ricardo. Recusou António Robalo.
Em Agosto deste ano o Capeia Arraiana convidou os cinco candidatos para uma grande entrevista para o blogue. Aceitaram Ana Isabel Charters, António Dionísio, Joaquim Ricardo e José Manuel Monteiro. António Robalo entendeu não ser ainda o tempo certo. Uma semana depois da publicação das quatro entrevistas mostrou a sua disponibilidade para também dar uma entrevista ao Capeia Arraiana que vinha, quanto a nós, fora de tempo até porque as quatro entrevistas foram todas realizadas antes de darmos início às suas respectivas publicações.
Em Outubro deste ano o Capeia Arraiana convidou os cinco candidatos para estarem presentes numa mesa-redonda televisiva a dois dias do final da campanha eleitoral. A resposta de António Robalo foi, mais uma vez, negativa.

Aqui ficam os factos. Os argumentos ficam para depois…
jcl

A «LocalVisão TV» e o blogue «Capeia Arraiana», organizam em parceria, amanhã, dia 7 de Outubro, uma mesa redonda entre os candidatos à Câmara Municipal do Sabugal. Trata-se da primeira aparição dos candidatos raianos em televisão e da última oportunidade para cada um expor as suas ideias em contraposição às das candidaturas adversárias.

Parceria Localvisão / Capeia ArraianaProsseguindo a sua trajectória de proximidade com o público-alvo, e tendo a missão de informar e chegar a todos os territórios – locais, nacionais e internacionais – a Localvisão TV e o Capeia Arraiana convidaram os cinco candidatos à Câmara Municipal do Sabugal nestas eleições autárquicas.
O encontro terá lugar na Guarda, na Capela do Cybercentro, no Solar dos Póvoas, espaço que servirá de estúdio para a gravação da mesa redonda. As imagens estarão on-line amanhã, quarta-feira, a partir das 20 horas.
Com esta mesa redonda entre os candidatos, a Localvisão TV e o Capeia Arraiana pretendem dinamizar um espaço on-line em antena aberta, na perspectiva de informar e esclarecer o eleitorado.
Durante o programa cada candidato terá oportunidade de defender os motivos da sua candidatura, os projectos para o concelho do Sabugal, as áreas temáticas a potenciar e advogar o seu projecto, enfim, sustentar o futuro do Sabugal.
O programa terá uma duração entre 30 a 40 minutos, havendo a preocupação de proporcionar a todos os participantes o mesmo tempo de antena, de modo a que possam expor com igual oportunidade as ideias mestras das suas candidaturas.
plb

A campanha eleitoral no Sabugal está ao rubro. Num território com 40 freguesias e mais de 100 localidades é enorme o esforço exigido «à máquina de campanha», aos candidatos e aos seus apoiantes. Este domingo as caravanas automóveis de António Dionísio (PS), António Robalo (PSD) e Joaquim Ricardo (MPT) alteraram ruidosamente a pacatez das aldeias e estenderam-se a perder de vista nas estradas do concelho do Sabugal. Nas inevitáveis contagens dos aderentes todos clamam vitória. Há, contudo, uma certeza: todos ultrapassaram a centena de viaturas.

Os candidatos desdobram-se em iniciativas para convencer o eleitorado que o seu programa e as soluções que apresentam são os melhores para o futuro do concelho.
Contactos de porta em porta, distribuição de folhetos em mercados, discursos em comícios, palavras de ordem nos carros de som, é assim o quotidiano das candidaturas, especialmente nas dos três partidos acima referidos. Os restantes – CDU e CDS – optam por campanhas mais discretas e menos onerosas.
A candidata do CDS, Ana Charters, tem saído à rua. Esteve em alguns mercados e percorreu as ruas de algumas povoações, mantendo contactos directos com as populações. Prefere as conversas pessoais e parece desvalorizar os discursos em apresentações de listas e em comícios, assim como os debates. Também não aposta na Internet, sendo a única candidatura que não tem um blogue.
José Manuel Monteiro, candidato da CDU, ainda não foi ao terreno, mas esta semana estará já em campanha, optando por algumas sessões de esclarecimento, distribuição de folhetos e contactos pessoais com os eleitores. Desde há muito que tem um blogue na Internet, onde divulgou o seu programa eleitoral, e participou no debate promovido pela Rádio Altitude.
As caravanas das três principais candidaturas marcaram o dia 4 de Outubro. As filas de automóveis estenderam-se pelas estradas, passando pelas terras em grande burburinho, ferindo a pacatez de domingo. Para os participantes foi um dia extenuante, com cerca de 12 horas em movimento, parando apenas para comer e fazer as necessidades, incluindo o almoço.
Todos saíram do Sabugal, onde os apoiantes se concentraram, seguindo depois em diferentes direcções. Os do MPT e do PS almoçaram no Soito, os primeiros na Lameira e os segundos na Praça de Touros, enquanto que o PSD optou pelo Sabugal, no Largo da Fonte. No final do dia, já com a noite cerrada, o PSD acabou no Soito e o PS e o MPT terminaram no Sabugal. Os conta-quilómetros de cada participante nas caravanas marcavam ao final do dia mais 300 quilómetros, que correspondiam ao consumo de algumas dezenas de litros de combustível. Ficou o sentimento do dever cumprido e cada candidatura com a ideia de que tinha ganho às outras, juntando mais automóveis e mais gente na sua comitiva.
Os comícios de encerramento da campanha eleitoral estão marcados para a noite de sexta-feira com António Robalo (21.30 horas) no Auditório Municipal, Joaquim Ricardo (21.00) no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal e António Dionísio (21.00) no Salão das Escolas do Sabugal.

GALERIA DE IMAGENS – CAMPANHA ELEITORAL – ANTÓNIO DIONÍSIO
 
 
GALERIA DE IMAGENS – CAMPANHA ELEITORAL – ANTÓNIO ROBALO
 
 
GALERIA DE IMAGENS – CAMPANHA ELEITORAL – JOAQUIM RICARDO
 
 
Clique nas imagens para ampliar

jcl e plb

Combater a desertificação humana do concelho do Sabugal é o objectivo comum aos programas eleitorais das várias candidaturas à Câmara Municipal do Sabugal. Capeia Arraiana «esmiuçou» os vários planos de acção para os próximos quatro anos e dá conta daquilo que em cada um é mais expressivo.

Ana Isabel Charters - CDS-PP - SabugalANA ISABEL CHARTERS, candidata do CDS-PP, aceitou ser candidata por ter sentido o «chamamento» das origens e propõe-se fazer o melhor que sabe.
No seu programa de acção começa por se comprometer a obter junto dos organismos responsáveis as condições técnicas necessárias para o acesso eficaz ao telemóvel e à Internet em toda a área do concelho.
Tal como os demais candidatos, elege a desertificação humana como a principal preocupação: «Sem uma luta sem tréguas neste domínio de nada valerão os restantes esforços camarários.»
Bater-se-á pelo apoio da Câmara às associações e aos privados que queiram concretizar projectos económicos na área dos desportos a desenvolver na barragem do Sabugal, na área da pesca desportiva, na área das bicicletas de montanha, na construção de parques de campismo, de campos de férias e de unidades de juventude.
Ana Charters vai acarinhar o rio Côa, evitando a sua poluição e promovendo a limpeza das margens. Fomentará os Encontros Ambientais do Sabugal, para que os jovens possam, durante as férias e em campos próprios, trocar experiências e aprender com especialistas desta área como conseguir um equilíbrio ecológico sustentável.
Para Ana Charters, «ser velho não é uma doença: chegar a velho é uma virtude», pelo que se propõe fomentar a animação recreativa e cultural, de confraternização social, de ocupação de tempo ao ar livre e de exercício físico para os idosos.
Também se propõe intermediar entre os agricultores e o Ministério da Agricultura, criando um posto de atendimento permanente na Câmara destinado aos agricultores.

António Dionísio - PS - SabugalANTÓNIO DIONÍSIO, candidato do Partido Socialista, apresenta um programa assente na ideia de mudança para a criação de «um concelho do Sabugal com futuro». No fundo, pretende um concelho «atractivo para nascer, crescer, viver, trabalhar, investir, envelhecer e visitar».
Propõem-se afirmar o Sabugal no contexto regional, lançando mão de um conjunto de medidas para obter o desenvolvimento sustentado, apostando no turismo, reforçando a coesão social e fomentando a cultura e o associativismo. Por outro lado António Dionísio pretende promover a qualidade de vida, melhorar as acessibilidades e melhorar a «governação local». Dentro das medidas propostas surge o compromisso de «apoiar o reconhecimento da Capeia Arraiana enquanto património cultural único», e a introdução do ensino da língua espanhola nas escolas.
O programa aponta um conjunto de medidas, que se propõe realizar já em 2010. Dentre elas está a criação do gabinete de imagem do concelho e a instituição da figura do provedor do munícipe. Também pretende criar conselhos municipais: dos anteriores autarcas, da cultura, desporto e lazer e do turismo. Também fala na loja do cidadão móvel e na loja do munícipe, prometendo ainda levar as reuniões do executivo municipal às freguesias.
O candidato socialista enumera ainda um conjunto de programas, a implementar a breve trecho, como: o «Novo Sabugalense», de apoio à gravidez e à maternidade; «O Meu Livro Escolar» para distribuição de manuais aos alunos; o «Férias de Verão» para ocupação dos tempos livres; o «Noivos Felizes» de apoio aos jovens casais; o «Na Minha Casa», para melhorar o apoio domiciliário aos idosos; o «Sou Idoso, Estou Isento» para livrar os idosos de impostos e taxas municipais; o «Sabugal Terra da Castanha» para incentivo à plantação de castanheiros; o «Sabugal, Terra Doce» para apoio à apicultura; o «A Minha Aldeia é Linda» para requalificação das aldeias; e o «Sabugal Alternativo», para apostar nas energias renováveis.

António Robalo - PSD - SabugalANTÓNIO ROBALO, candidato do PSD, tem como maiores apostas o combate ao despovoamento e a obtenção de mais coesão social e mais competitividade para o concelho. Atrair investimento, melhorar as infra-estruturas e os serviços públicos, promover a protecção do ambiente, o desporto e o lazer, são também metas essenciais.
O candidato aposta na inovação e na promoção do emprego qualificado, bem como na dinamização das actividades económicas. Numa palavra: «manter o concelho no rumo certo».
O programa aponta para grandes objectivos: um concelho empreendedor, um concelho atractivo, um concelho preocupado com as pessoas, um concelho com ensino qualificado, um concelho equilibrado, um concelho jovem e inovador.
Enumeramos algumas medidas concretas que constam do plano de acção nas áreas do empreendorismo e da acção social: constituir a «SabugalInvest» para a captação de investimento, incluir pavilhões multiuso no espaço do mercado municipal, requalificar o espaço entre as pontes do sabugal do rio Côa, criar um centro de micologia, apoiar a efectivação do projecto Ofélia Club (1027 camas e 342 empregos em Malcata), criar condições de conforto e segurança nas capeias arraianas, fundar uma universidade sénior e defender a implementação de uma rede de cuidados continuados.
Na área da educação, a candidatura também aponta medidas: construir os centros previstos na carta educativa, dar mais meios informáticos às escolas e instalar o Centro de Estudos Pinharanda Gomes.
Para se atingir um concelho equilibrado, fala-se na conclusão da ligação A23-Fronteira, na requalificação das estradas e numa melhor parceria entre a protecção civil municipal e os bombeiros.
Também se defendem medidas para os jovens: criar um Fórum Jovem voltado para debates temáticos, criar espaços informais de desporto e de convívio.
O programa eleitoral acaba com a revelação de um sonho do candidato: «A instalação de um parque temático com atractividade internacional».

Joaquim Ricardo - MPT - SabugalJOAQUIM RICARDO, candidato do MTP – Partido da Terra, expõe no seu programa dois objectivos estratégicos: gerir na autarquia a pensar nas pessoas e promover a sustentabilidade económica e social.
Para gerir melhor a autarquia propõe um conjunto de «medidas estratégicas», de que são exemplo a promoção da qualidade dos serviços prestados e o reforço das competências das Juntas de Freguesias.
Enuncia ainda um conjunto de medidas no campo da saúde, da cultura e do desporto, assim como da mobilidade, onde fala da criação de circuitos para veículos não poluentes ou a urbanização dos recursos hídricos junto das povoações.
O candidato propõe-se criar um pólo universitário no concelho, desenvolver a indústria da construção civil e dar incentivos à fixação de residência no concelho.
No que toca à meta estratégica de promoção da sustentabilidade económica e social, a candidatura apresenta medidas de apoio à actividade empresarial e social, ao turismo, floresta e ensino.
Joaquim Ricardo quer criar pólos industriais ao longo do território concelhio, incentivar a criação do próprio emprego, apoiar as IPSS criando uma imagem de marca dos seus serviços (que quer promover no exterior) e criar uma liga concelhia das IPSS. Quanto às tradições quer que a capeia arraiana se realize ao longo de todo o ano e, em alternativa a um parque de campismo de grande dimensão, prefere criar pequenos parques de campismo ao longo do concelho.
Quanto ao apoio à floresta, Joaquim Ricardo quer promover a produção da castanha em larga escala, para além de espécies não resinosas. Já na educação quer apoiar as famílias a suportar as despesas com o ensino superior dos filhos e criar uma escola profissional e uma escola de música na Bendada.

José Manuel Monteiro - CDU -SabugalJOSÉ MANUEL MONTEIRO, candidato da CDU, aposta no lema «Tornar Possível o Impossível», assumindo-se como uma candidatura de ruptura.
O programa de acção assenta na ideia de um desenvolvimento com quatro eixos: económico (concelho economicamente viável), social (socialmente coeso e solidário), cultural (aliando a tradição à modernidade), ecológico (sustentável para as gerações futuras).
O candidato aposta na ideia de uma «gestão participada», em que os cidadãos tomam parte em todos os momentos cruciais da vida autárquica, e promete a descentralização das reuniões de Câmara e da Assembleia Municipal.
Como objectivos, a candidatura afirma querer fixar população através de incentivos à criação de emprego, reduzindo ou isentando taxas e impostos municipais, criando apoios às empresas e ao comércio tradicional e dialogando com os agentes económicos.
Também aposta na atracção turística, criando a Rota dos Castelos, reabilitando os núcleos históricos, fomentando o turismo rural e reabilitando os moinhos existentes. Aposta ainda na cultura, recuperando a gíria quadrazenha e constituindo museus do contrabando e da emigração.
Quanto ao lazer, ganha expressão a criação de um passeio público entre a ponte do Sabugal e a barragem, também com funções de ciclovia. No apoio social, quer um concelho socialmente coeso e solidário, criando o «cartão sénior», atribuindo bolsas de estudo e criando um centro de recolha de material escolar usado e outros bens, para distribuição a famílias carenciadas.
Quanto às acessibilidades diz que exigirá ao Governo o reperfilamento da estrada para a Guarda. No que toca aos serviços da autarquia, aposta na implementação de um Balcão Único de Atendimento ao Munícipe e no envolvimento dos trabalhadores municipais na gestão da autarquia.
plb

António Dionísio (PS-Partido Socialista), António Robalo (PSD-Partido Social-Democrata), Joaquim Ricardo (MPT-Partido da Terra) e José Manuel Monteiro (CDU-Coligação Democrática Unitária) marcaram presença esta sexta-feira, 25 de Setembro, no programa de Rui Isidro na Rádio Altitude. Ana Isabel Charters (CDS-PP) declinou o convite por considerar ser ainda muito cedo para dar início à sua campanha eleitoral. Divergências à parte os quatro candidatos concordaram num ponto: a desertificação é o grande problema do concelho do Sabugal.

Rádio AltitudeO jornalista da Rádio Altitude, Rui Isidro, introduziu o debate recordando que o concelho do Sabugal é o exemplo de maior alternância política no poder em todo o distrito da Guarda. Em 1976, nas primeiras eleições a presidência da Câmara foi conquistada pelo CDS. Em 1979 e durante dois mandatos foi governada pelo PSD para mudar de cor em 1985 novamente para o CDS e também por duas eleições. Em 1993 o PS conquistou a autarquia sabugalense mas, nas eleições seguintes, o PSD reconquistou a presidência. Em 2001 os sociais-democratas em coligação com o CDS mantiveram o poder e nas últimas eleições, 2005, o PSD, com Manuel Rito Alves, voltou a ganhar o município com maioria (quatro em sete) de mandatos .
Abriu o debate o candidato da CDU, José Manuel Monteiro, que após cumprimentar todos os sabugalenses deu a conhecer as linhas mestras do seu programa eleitoral com o lema «tornar possível o impossível». «As propostas da CDU assentam em quatro eixos de desenvolvimento: um concelho economicamente viável, um concelho socialmente coeso e solidário, um concelho culturalmente vivo aliando a tradição à modernidade e um concelho ecologicamente sustentável para as gerações futuras. «Achamos que é necessário fazer roturas, achamos que é necessário mudar», disse, ainda, José Manuel Monteiro.
António Dionísio foi o segundo candidato a entrar na antena da rádio elegendo como bandeira da candidatura o combate à desertificação. O candidato socialista considerou, também, que «o concelho do Sabugal tem que se afirmar no contexto regional com qualificação e inovação».
Joaquim Ricardo começou por agradecer à Rádio Altitude a possibilidade de estar presente num debate com os outros candidatos ao município sabugalense. Elegeu igualmente a desertificação como o grande inimigo a combater durante os próximos quatro anos. «Comigo as pessoas estarão sempre em primeiro lugar. As política autárquicas nos últimos 30 anos esqueceram as pessoas. Os dois grandes pilares da candidatura assentam na gestão da autarquia a pensar nas pessoas e na promoção da sustentabilidade económica e social do nosso território».
António Robalo chegou à Rádio Altitude já com o debate a decorrer e foi o quarto candidato a responder à questão inicial do moderador Rui Isidro. «Eu candidato-me na sequência do trabalho desenvolvido há doze anos durante três mandatos. O maior problema é não termos gente. Tudo temos feito para captar gente e vamos continuar a tudo fazer nesse sentido», explicou o candidato social-democrata.
O debate entre os quatro candidatos continuou com o balanço sobre os últimos quatro anos da gestão social-democrata na Câmara do Sabugal, sobre as apostas para o futuro do concelho do Sabugal e por fim a oportunidade a cada candidato para expor as razões porque consideram que os eleitores sabugalenses devem votar nas suas candidaturas.

Rádio Altitude on-line (90.0 FM). Aqui.

Rádio Altitude – Debate entre os candidatos à Câmara Municipal do Sabugal
jcl

O Sabugal prepara-se para viver um fim-de-semana de intensa campanha eleitoral. Os três principais candidatos apresentam-se ao eleitorado acompanhados dos elementos das listas à Câmara Muncipal, à Assembleia Municipal e às Juntas de Freguesia. Estão todos na área do jogo e preparam-se para superar o desafio sem cairem na piscina. É caso para dizer: soltem a parede.

Faltam 21 dias para as Eleições Autárquicas e apenas oito para «umas» Legislativas que escolhem o Governo de Portugal mas que parecem não ter importância no concelho do Sabugal. Também é um facto que os principais protagonistas ignoram o concelho e para eles Portugal termina na cidade da Guarda. Será pelos maus acessos? Será pela proximidade a Espanha?
A propósito de espanhóis e de TGV não há ninguém que explique aos portugueses que o comboio de alta velocidade é estratégico mas não é prioritário. O motivo parece-me evidente. Uma das linhas do AVE espanhol (bandeira da Expo espanhola) liga Sevilha a Madrid. Da capital espanhola partem linhas para Barcelona, Málaga e Vallodolid mas ainda ninguém sabe quando será feita a ligação, através dos Pirinéus, à cidade de Pau onde termina (começa) o TGV francês. Contra factos…
Mas voltemos ao concelho do Sabugal ignorando deliberadamente as Eleições Legislativas «em represália» à ausência total de campanha eleitoral dos partidos políticos na conquista de votos para a eleições dos quatro deputados do círculo eleitoral da Guarda. Impõe-se ignorar quem nos ignora.
Os eleitores sabugalenses não podem queixar-se da falta de candidatos à Câmara Municipal do Sabugal. Apresentam-se a votos cinco candidatos – Ana Isabel Charters (CDS-PP), António Dionísio (PS), António Robalo (PSD), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU) – e apenas o concelho da Guarda, com seis candidaturas, tem mais opções de escolha. Nos outros dez concelhos temos Aguiar da Beira (com três candidaturas), Almeida (três), Celorico da Beira (quatro), Figueira de Castelo Rodrigo (três), Fornos de Algodres (quatro), Gouveia (quatro), Manteigas (três), Mêda (três), Pinhel (três), Seia (três), Trancoso (três) e Vila Nova de Foz Côa (três).

Candidaturas posicionam-se para ir a jogo
Este fim-de-semana os sabugalenses estão (todos) convidados para as três iniciativas partidárias que vão decorrer no Sabugal marcando o arranque em força das campanhas para as eleições autárquicas.
Para este sábado, 19 de Setembro, às 21 horas, está marcada para o Salão da Junta de Freguesia do Sabugal a apresentação dos candidatos das listas do MPT- Partido da Terra e a divulgação pública oficial do compromisso eleitoral. Joaquim Ricardo lidera a lista à Câmara Municipal e António Gata é candidato à Assembleia Municipal. O MPT apresenta listas a 14 Assembleias de Freguesia sabugalenses.
Lema: «Um projecto, um rumo, um futuro, e uma certeza: Mudar é possível!»

MPT-PARTIDO DA TERRA
Câmara Municipal Joaquim Ricardo
Assembleia Municipal António Gata
Assembleias
de
Freguesia
Águas Belas António Manuel P. Oliveira
Aldeia do Bispo Francisco Luiz Bárrios
Aldeia da Ribeira Filomena Neves Dias Rito
Aldeia S. António Nuno Miguel Silva Mota
Aldeia Velha José da Silva Moreira
Bendada Joaquim José S. P. Roque
Bismula Susana Maria A. André
Casteleiro Jorge M. C. Cameira
Quadrazais Simão N. M. Leitão
Sabugal Patrício da Silva Martins
Santo Estêvão António C. S. Martins
Seixo do Côa Domingos Cairrão Neto
Soito Rui José Rito Martins
Vale de Espinho António M. V. Fernandes

No domingo, 20 de Setembro, terá lugar no Auditório Municipal do Sabugal, às 17:30 horas, a cerimónia de apresentação pública dos candidatos sociais-democratas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia. O Partido Social Democrata apresenta o actual vereador António Robalo como candidato à Câmara Municipal e o actual presidente da autarquia, Manuel Rito Alves como candidato à Assembleia Municipal. Os sociais-democratas concorrem em 24 Assembleias de Freguesia.
Lema: «Saber fazer bem.»

PSD-PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA
Câmara Municipal António Robalo
Assembleia Municipal Manuel Rito Alves
Assembleias
de
Freguesia
Águas Belas Carlos José A. Barata
Aldeia da Ribeira António M. Fernandes
Aldeia S. António Paulo Jorge F. Afonso
Aldeia do Bispo João Grancho Inácio
Baraçal Luís C. C. Lajes
Bendada Jorge Manuel Dias
Bismula Joaquim M. M. Leal
Cerdeira Joaquim M. C. Matos
Malcata Vítor Manuel Fernandes
Penalobo Daniel Alves
Pousafoles Bispo Nazaré N. A. M. Gomes
Quadrazais Carlos A. Panto
Q. S. Bartolomeu Joaquim A. F. Corte
Rapoula do Côa Álvaro M. P. Santos
Rebolosa Albino Frango
Rendo José Miguel P. M. Robalo
Sabugal Manuel A. A. Lousa
Seixo do Côa Manuel Reduto
Soito Alberto J. L. Barata
Sortelha Geraldo Mendes
Vale de Espinho Domingos M. G. Malhadas
Vila Boa Alfredo M. A. Monteiro
Vila Touro Manuel F. T. Simões
Vilar Maior António Bárbara Cunha

Igualmente no domingo, 20 de Setembro, às 18 horas, a Comissão Política Concelhia do Sabugal do Partido Socialista faz a apresentação pública das listas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal. O comunicado socialista indica que estará presente o Secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, os candidatos às legislativas pelo círculo eleitoral da Guarda e os representantes das listas para as eleições autárquicas do concelho do Sabugal. António Dionísio é o candidato à Câmara Municipal e Ramiro Matos à Assembleia Municipal. O Partido Socialista concorre a 20 Assembleias de Freguesia.
Lema: «Assim é possível. Sabugal – Concelho do Futuro.»

PS-PARTIDO SOCIALISTA
Câmara Municipal António Dionísio
Assembleia Municipal Ramiro Matos
Assembleias
de
Freguesia
Aldeia S. António José António Amândio
Águas Belas Carlos Alberto C. Capelo
Aldeia da Ribeira Manuel Gonçalves Martins
Bendada Adérito Alves Pinto
Bismula José Augusto Vaz
Casteleiro António J. G. Marques
Malcata Sandra M. G. Varandas
Moita António J. N. Moreno
Q. S. Bartolomeu Lénia C. Santos Diogo
Quadrazais Silvina M. V. Silva
Rapoula do Côa Horácio Martins
Rebolosa Manuel Rei E. Barros
Rendo Rafael F. M. P. Costa
Sabugal Manuel Joaquim Rasteiro
Seixo do Côa Martinho L. Correia
Soito João Manuel F. Calva
Sortelha Fernanda M. M. Esteves
Vale de Espinho José M. Lucas Mendes
Vila do Touro Carlos Santos Lages

Aproveitamos para lembrar as listas das candidaturas do CDS-PP com Ana Isabel Charters (com o lema «Temos soluções e sugestões, venham comigo»)…

CDS/PP-CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL/PARTIDO POPULAR
Câmara Municipal Ana Isabel Charters
Assembleia Municipal Filipe Paulo Mendes Cunha
Assembleias
de
Freguesia
Aldeia S. António Jorge Joaquim B. M. Simões
Pousafoles Bispo Francisco Pires Dias

…e da CDU com José Manuel Monteiro.

CDU-COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA
Câmara Municipal José Manuel Monteiro
Assembleia Municipal João Carlos Taborda Manata
Assembleias
de
Freguesia
Alfaiates Porfírio Ramos
Cerdeira do Côa Osvaldo Teixeira d’Almeida
Moita Honório Antunes Santos
Rendo Manuel António Pereira
Sabugal Celso Cruz das Vinhas

É, portanto, um fim-de-semana de muitas movimentações políticas com os candidatos a alinharem-se na linha da área de jogo para a grande partida. No final apenas um conseguirá passar com todos os seus trunfos pela «urna da parede eleitoral». Para os outros está reservado… «um banho» apesar de considerar a esta distância que nenhuma das candidaturas irá conseguir alcançar os quatro vereadores que permitem governar com uma confortável maioria como aconteceu nesta mandato. Os acordos pós-eleitorais (ou pré) serão por isso um factor a ter em conta numa autarquia com sete mandatos e onde os cenários mais prováveis são: 3 – 3 – 1 ou 3 – 2 – 2. Não é uma sondagem. É, apenas, uma projecção a 21 dias da data das eleições. Vale o que vale.
É agora tempo de conhecer os programas eleitorais dos candidatos. Assim eles sejam tornados públicos. A finalizar deixo um desejo em forma de pedido aos próximos presidente e vereadores: tenham capacidade e querer para colocar os interesses do concelho acima dos interesses pessoais.

Alguns comentários mal-educados (escondidos sob anonimato) que nos têm chegado só demonstram a falta de cultura democrática, ou melhor, a asfixia democrática que alguns desejam para o Sabugal e para os Sabugalenses.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

Na sequência da tragédia provocada pelos recentes incêndios no concelho do Sabugal entendemos colocar, publicamente, aos candidatos duas questões. Depois da candidatura de António Dionísio (PS) e de Ana Isabel Charters (CDS-PP) é agora tempo de saber o que pensa o candidato da CDU, José Manuel Monteiro.

José Manuel Monteiro - CDU– Se estivessem no poder como actuariam para colmatar no imediato as dificuldades dos agricultores em arranjar alimentos para os seus animais?
– Em primeiro lugar o que haveria a fazer era a distribuição de alimentos para o gado pelos agricultores afectados, uma vez que o gado ficou sem alimentação. Julgamos saber que a Câmara Municipal do Sabugal já disponibilizou isso. Aqui está uma boa medida. Assim, os criadores de gado afectados poderão, no imediato, resolver a situação. Parece-nos também que a declaração de calamidade pública, solicitada pela Câmara Municipal deverá ser acatada pelo Governo e as verbas solicitadas, após um apuramento correcto, deverão ser entregues aos criadores de gado de forma célere.
A criação de um seguro agrícola público, financiado por fundos comunitários, que permita garantir um rendimento mínimo aos agricultores em casos de calamidades públicas como secas, temporais, granizo, incêndios, epizootias, etc. é, desde há muito, uma das propostas do PCP para colmatar estas situações catastróficas.
– Como pensam investir na reflorestação de videiras, oliveiras, carvalhos e outras árvores no concelho?
– A causa maior dos incêndios é a desertificação (humana e agrícola) a que as nossas aldeias estão votadas. E as consequências da política agrícola comum (PAC) e as políticas nacionais que lhe estão subjacentes e que têm causado a destruição da agricultura e abandono forçado dos campos por falta de rendimento e as dificuldades de escoamento das produções.
A Câmara Municipal poderá colocar os seus técnicos florestais a trabalhar, em parceria com as Juntas de Freguesia, no sentido de serem apuradas as árvores que melhor se enquadram na paisagem e para serem concedidos apoios dos fundos comunitários para as catástrofes. Mas, não se deve esquecer que o Governo tem também uma grande responsabilidade. O Governo PS não explica porque razão a floresta não é rentável ou é abandonada – nada diz, por exemplo, sobre a estagnação ao longo dos anos do preço da madeira.
Na reflorestação da área ardida, no concelho do Sabugal, poderá ver-se, também, a vontade do Governo no investimento público, uma das suas grandes bandeiras. Não basta investir em grandes obras. O investimento público num sector como o florestal, poderá ser de grande interesse nacional e é, com certeza, de grande interesse para o concelho do Sabugal.
jcl

LISTAS NAS 40 FREGUESIAS DO CONCELHO
FREGUESIAS CDS-PP CDU MPT PS PSD INDEP.
Águas Belas x x SIM SIM SIM x
Aldeia da Ponte x x x x x SIM
Aldeia da Ribeira x x SIM SIM SIM x
Aldeia Santo António SIM x SIM SIM SIM x
Aldeia do Bispo x x SIM x SIM

x
Aldeia Velha x x SIM x x SIM
Alfaiates x SIM x x x SIM
Badamalos plenário
Baraçal x x x x SIM x
Bendada x x SIM SIM SIM x
Bismula x x SIM SIM SIM x
Casteleiro x x SIM SIM x x
Cerdeira x SIM x x SIM x
Fóios x x x x x SIM
Forcalhos plenário
Lageosa da Raia x x x x x SIM
Lomba plenário
Malcata x x x SIM SIM x
Moita Jardim x SIM x SIM x x
Nave x x x SIM x x
Penalobo x x x x SIM x
Pousafoles do Bispo SIM x x x SIM SIM
Quadrazais x x SIM SIM SIM x
Quintas São Bartolomeu x x x SIM SIM x
Rapoula do Côa x x x SIM SIM x
Rebolosa x x x SIM SIM x
Rendo x SIM x SIM SIM x
Ruivós plenário
Ruvina plenário
Sabugal x SIM SIM SIM SIM x
Santo Estêvão x x SIM x x SIM
Seixo do Côa x x SIM SIM SIM x
Sortelha x x x SIM SIM x
Soito x x SIM SIM SIM x
Vale das Éguas plenário
Vale de Espinho x x SIM SIM SIM x
Valongo do Côa plenário
Vila Boa x x x x SIM x
Vila do Touro x SIM x SIM SIM x
Vilar Maior x x x x SIM x
Total 2 6 14 20 24 7

Foram apresentadas esta segunda-feira, 17 de Agosto, no Tribunal da Comarca do Sabugal as listas de candidatos à Câmara Municipal, às Assembleias e às Juntas de Freguesia do concelho sabugalense. Aos quatro candidatos conhecidos à cadeira da presidência do município – António Dionísio (PS), António Robalo (PSD), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU) – juntou-se em cima da hora a candidatura de Ana Isabel Charters pelo CDS-PP.

O artigo 20.º da Lei Eleitoral para as Autarquias determina que «as listas de candidatos são apresentadas perante o juiz do tribunal da comarca competente em matéria cível com jurisdição na sede do município respectivo até ao 55.º dia anterior à data do acto eleitoral», ou seja, o dia 17 de Agosto de 2009. Todas as candidaturas deixaram para o dia limite a entrega das pastas com dezenas de burocráticas páginas A4 num processo muito pouco ambientalista que ainda não contempla os formatos digitais em suporte CD ou memória portátil, vulgarmente conhecida por «pen».
Antecipando-se à concorrência a CDU-Coligação Democrática Unitária representada por João Manata entregou no Tribunal da Comarca do Sabugal o processo de candidatura às eleições autárquicas durante a manhã desta segunda-feira, 17 de Agosto.
Na parte da tarde surgiu a grande surpresa. Às duas horas da tarde subiu as escadas que levam à secretaria do Tribunal uma delegação de três elementos do CDS-PP, liderada por Cristina Metello de Seixas (na foto), presidente da distrital da Guarda para apresentar a candidatura à presidência do município de Ana Isabel Charters (Sortelha), filha de D. Luísa Lasso de La Veja Y Pedroso Charters, viscondessa de S. Sebastião. Os populares têm como mandatário Francisco Pires Costa Paula, de Pousafoles do Bispo, como candidato à Assembleia Municipal, Filipe Paulo Mendes Cunha, de Pousafoles do Bispo, e apresentam listas às Juntas de Freguesia de Aldeia de Santo António e Pousafoles do Bispo.
O Capeia Arraiana aproveitou para trocar algumas palavras com Cristina Metelllo de Seixas que considera a candidatura popular «como a única capaz de fazer a diferença no actual panorama do concelho» porque «é um projecto sólido que não promete o que não pode cumprir e que deseja ir ao encontro dos anseios dos sabugalenses». «Somos uma candidatura sustentada por uma freguesia com pessoas muito fortes e dinâmicas: Pousafoles do Bispo», disse ainda a dirigente centrista do distrito da Guarda.
Alguns minutos depois surgiu a delegação do PSD liderada pelo candidato António Robalo que se fazia acompanhar do mandatário Luís Eduardo Canaveira Manso (Aldeia do Bispo) e dos elementos da lista Delfina Leal, Ernesto Cunha, Vítor Proença e José Henriques. Os sociais-democratas apresentam como candidato à Assembleia Municipal, Manuel Rito Alves, e listas em 24 freguesias sabugalenses. Recorde-se que o concelho do Sabugal é constituído por 40 freguesias das quais, pela última actualização do recenseamento eleitoral, sete são plenários.
Após um compasso de espera foi a vez dos socialistas darem entrada ao processo de candidatura de António Dionísio que, acompanhado de elementos da lista, testemunhou a entrega pelo mandatário José Fernando de Jesus Pinto das pastas eleitorais. Ramiro Matos, natural da vila do Sabugal, é o candidato à presidência da Assembleia Municipal. Aproveitamos para informar que por esse motivo e respeitando um critério editorial há muito definido o nosso estimado cronista Ramiro Matos suspende até às eleições os seus artigos de opinião no Capeia Arraiana. O Partido Socialista constituiu listas em 20 freguesia.
Por último compareceu o candidato independente nas listas do MPT-Partido da Terra, Joaquim Ricardo, acompanhado pelo mandário Vítor Coelho, pelo candidato à Assembleia Municipal, António Gata e por Alberto Monteiro, actual presidente de Valongo do Côa. A candidatura de Joaquim Ricardo constituiu listas para 15 Juntas de Freguesia.
Estão assim lançados os dados depois de semanas de grande pressão na constituição das listas nas Juntas de Freguesia. É tempo dar início a uma nova etapa da campanha eleitoral agora que todos os nome, cumprindo as quotas de paridade, estão expostos no Tribunal do Sabugal.
jcl

«Não estou nesta luta para combater as outras candidaturas, quero sim contribuir para o debate acerca do futuro do concelho», disse-nos em entrevista José Manuel Monteiro, o candidato da CDU à Câmara Municipal do Sabugal. O ponto de encontro com o economista de 48 anos, natural do Sabugal e director do Departamento de Administração e Finanças da Câmara Municipal de Palmela, foi na esplanada do Centro Comercial Loures Shopping, próximo da morada do candidato que assume protagonizar uma candidatura de ruptura.

Grande Entrevista José Manuel Monteiro candidato CDU eleições autárquicas Sabugal

– Quais são as suas origens no concelho?
– Sou natural do Sabugal, assim como o meu pai, Carlos Monteiro. Já a minha mãe, Maria Alice, é natural das Quintas de São Bartolomeu. Vivi e cresci no Sabugal, de onde saí com 17 anos, vindo para Lisboa para fazer o ano propedêutico, que era um ano de estudos de preparação para a Universidade. Tirando eu, toda a minha família vive no Sabugal e eu vou mantendo uma ligação à minha terra, indo lá quando posso, pelo menos duas vezes por ano. E acompanho também com muito interesse a vida do Sabugal.
– Como surgiu a oportunidade de se candidatar à Câmara Municipal do Sabugal pela CDU?
– Recebi um convite do PCP do Sabugal e, após ponderar, achei que deveria aceitar esse desafio, no sentido de dar um contributo para a discussão daquilo que queremos que o concelho seja.
– Quais as expectativas que tem face a esse desafio?
– Em primeiro lugar queremos apresentar uma equipa que esteja disponível e possa dar um contributo para o debate. Depois queremos apresentar propostas nas quais, independentemente das questões político-ideológicas, os sabugalenses se revejam. Quanto a resultados eleitorais, a nossa maior expectativa é aumentar o número dos representantes da CDU na Assembleia Municipal, o que claramente se justifica na medida em que os mesmos têm tido aí um papel preponderante. E, já agora, seria simpático que a CDU elegesse um representante no executivo.
– Portanto acredita que poderá ser eleito vereador?
– Porque não? Isso dependerá da vontade dos sabugalenses em fazerem rupturas.
– Como conta fazer a campanha para passar a sua mensagem ao eleitorado?
– Estamos neste momento a programar a nossa campanha e temos princípios de base e propostas concretas que apresentaremos a seu tempo na forma de programa. Quanto à forma de passarmos a nossa mensagem, eu acredito sobretudo no contacto directo com as pessoas e é nisso que vamos apostar.
– As outras candidaturas falam muito na necessidade de se lutar contra a desertificação. Como é que a candidatura da CDU encara este problema e como pensa fazer-lhe face?
– Posso adiantar que defendemos quatro eixos de desenvolvimento: económico, social, cultural e ecológico. Depois queremos, no fundamental, atingir seis objectivos. Em primeiro lugar, enquanto grande objectivo, colocamos a necessidade do Sabugal recuperar a sua posição estratégica, tanto no plano regional como nacional, sendo aqui muito importante ter em conta que o concelho do Sabugal é periférico relativamente ao espaço nacional, mas não o é no contexto ibérico, dada a nossa posição junto à fronteira. Um segundo objectivo é a criação de emprego, nomeadamente na área dos serviços, no apoio à população sénior, bem como na agricultura e na indústria. A estratégia do poder local passa não apenas pelo desenvolvimento das competências próprias das autarquias, mas também por haver um trabalho de influência institucional, exigindo e reivindicando junto do poder central.
– Mas como se cria emprego no Sabugal?
– Esta questão da criação de emprego é fundamental para a fixação das populações e a luta contra a desertificação. Há um conjunto de instrumentos, como o uso das taxas municipais, reduzindo e ou isentando, o mesmo se passando em relação a alguns impostos, como IMI e a derrama sobre o IRC. Mas temos também um terceiro objectivo, que é revitalizar alguns núcleos habitacionais históricos, nomeadamente o do Sabugal. Há ali um conjunto de casas que estão degradadas e que importa recuperar porque elas representam, de certa forma, a nossa identidade. Chegou a altura da Câmara agir. Se os particulares não têm capacidade e condições para recuperarem as casas isso deve caber à Câmara, que as deverá recuperar e depois colocar no mercado de arrendamento ou até colocá-las à venda. Não se pode continuar a pactuar com a degradação dos núcleos históricos.
– Isso quanto ao Sabugal. E quanto às aldeias?
– Algumas aldeias também têm núcleos históricos que podem beneficiar dessas medidas. É possível revitalizar algumas aldeias apostando na captação de turistas. Falo aqui, por exemplo, no turista de fim-de-semana. Para isso também é necessário valorizar o património natural, dando a devida atenção à Serra da Malcata, ao Rio Côa e a outros recursos naturais que possuímos. Depois não esqueçamos que o concelho tem cinco castelos e isso deve dar azo à criação de uma rota dos castelos, ligando-os e associando a esta rota a gastronomia. Aliás o nosso quarto grande objectivo é a valorização e difusão da cultura raiana, tendo em conta, por exemplo, alguns valores gastronómicos, como os enchidos, a truta, o cabrito e o queijo, sendo aqui importante a certificação dos produtos, na qual a Câmara pode ter um papel directo de apoio a quem se dedica a estas actividades. A isto deve-se associar a restauração e a hospedagem, entrando aqui as aldeias porque muitas delas têm condições para apostarem no turismo de habitação. Um quinto grande objectivo é a implementação de uma política de gestão pública e participada.
– Mas a gestão pública dos serviços já existe…
– Sim, mas veremos o que sucederá quando a água for privatizada.
– É contra a privatização da água?
– A água é um bem público. Há princípios dos quais eu não abdico e um deles é o de que os bens públicos como a água têm de ser geridos de uma forma pública. O privado interessa-se pelos negócios rentáveis, mas não é aceitável que se faça negócio com bens públicos.
– Falava-nos no objectivo da gestão pública e participada…
– Tem de haver uma gestão pública, mas também uma gestão participada, no sentido de que a população deve ser chamada a participar na gestão autárquica, em vez de apenas ser chamada a pronunciar-se cada quatro anos, em eleições.
– E como se faz essa gestão participada?
– Chamando as pessoas a intervir. Se a população não vem ter com o poder político, é este que deve ir ao encontro das populações. De resto há exemplos em Portugal e no mundo de práticas de gestão pública em que é a administração pública que vai a ter com os cidadãos. Mas quero dizer ainda que temos um sexto objectivo, que é a optimização dos recursos financeiros da autarquia e a valorização dos trabalhadores autárquicos.
– Como se pode fazer diferente e melhor no Sabugal?
– Em primeiro lugar, e como já disse, chamando as populações a participar. Depois é necessário assumir que a Câmara não tem que substituir a administração central. Por isso a execução da ligação à A23 a expensas da Câmara é um erro. Tem de se bater à porta do poder central as vezes necessárias, pressionando as Estradas de Portugal e o Ministério dos Transportes e Obras Públicas, no sentido de se garantir que o Estado cumpra o seu dever, dentro das suas competências. Neste caso concreto, quanto muito deveria haver um protocolo em que a Câmara garantisse que as Estradas de Portugal pagariam as obras ainda que a Câmara avançasse com a sua execução por considerar isso urgente.
– Há quem defenda que, neste momento, o mais prioritário seria a melhoria da ligação à Guarda, enquanto sede do distrito, também pensa assim?
– Neste momento isso é essencial, porque essa estrada liga-nos a duas auto-estradas, a A23 e a A25, sendo até necessário redefinir o traçado. Claro que a ligação à A23 também é importante, mas é necessário definir qual é a primeira prioridade em termos de obra a executar. O aliciante de um programa autárquico é a ideia de que nem tudo vai ser possível realizar em quatro anos, até por insuficiência de meios. O que distingue as candidaturas é a prioridade que colocam na satisfação das necessidades e como isso se concretiza. Sendo os recursos limitados, a acção politica baseia-se na capacidade de decidir.
– Que acção cultural defende para o concelho?
– Há várias iniciativas a realizar, mas há uma que considero fundamental, que é a recolha da gíria quadrazenha. Isso pode ser feito através da comunidade escolar, mas é fundamental recolher aquele património etnográfico, assim como o do contrabando, enquanto forma de vida que deu de comer a muita gente durante décadas.
– Quanto ao Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito, recentemente inaugurado, o que considera que deve ser feito para o dinamizar?
– São óptimas instalações, que podem ser sobretudo usadas para instalar um pólo de apoio à constituição de empresas, sobretudo as micro e pequenas empresas, que poderão encontrar ali um centro de partilha de recursos. Também pode ser um pólo cultural, que acolha iniciativas dessa natureza.
– E quanto à Praia Fluvial do Sabugal?
– Eu não gosto de lhe chamar praia fluvial. Para mim é o rio. Era ali que, quando era miúdo, ia com os meus amigos. Chamávamos-lhe o Muro, e usufruíamos daquele recurso durante todo o Verão. Considero que o rio deve ser melhor utilizado nos dias de hoje, desde os Fóios a Badamalos. O essencial é ter um rio limpo, com alguns apoios básicos, mas sem lhe retirar o seu aspecto natural. É necessário valorizar e dignificar aquele espaço. Ainda dentro disso temos a proposta de criar um passeio público, ou um percurso pedonal com ciclovia, entre o Sol Rio e a Barragem do Sabugal. Teria de ser o mais natural possível. As caminhadas estão na moda e podemos criar ali um percurso com condições de ser usado por toda a população nos momentos de lazer.
– Que outras propostas concretas vai apresentar?
– Muitas, que farão parte do nosso programa eleitoral. Por exemplo, defendo a criação de um cartão sénior para se garantirem descontos no comércio local aos mais idosos, assim se apoiando também as lojas comerciais. O Instituto Politécnico da Guarda também pode criar um pólo no Sabugal, com cursos ligados à gestão agrícola, por exemplo. Também defendemos que a Câmara crie bolsas de estudo para jovens carenciados. Quanto aos serviços do Município, deve ser criado um gabinete de atendimento ao público, que trate de todos os assuntos, com possibilidade de se descentralizar pelas aldeias. Pode ser um serviço móvel, que além do mais leve a biblioteca municipal às freguesias.
jcl e plb

José Manuel Monteiro, de 48 anos, natural do Sabugal, economista e chefe do Departamento de Administração e Finanças do Município de Palmela, é o candidato da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara Municipal do Sabugal.

CDU - Autárquicas 2009O candidato agora conhecido disse ao Capeia Arraiana que aceitou o convite que lhe foi dirigido por entender tratar-se de um desafio interessante, na medida em que poderá ajudar no debate acerca do futuro do concelho do Sabugal: «apresentaremos projectos alternativos como contribuição para repensar o que o concelho é e o que pode vir a ser», disse o novo candidato autárquico.
José Manuel Monteiro saiu do Sabugal ainda muito jovem, para estudar, tendo depois fixado residência em Loures, de cuja Câmara Municipal é técnico superior, agora em comissão de serviço em Palmela, onde exerce um cargo dirigente na administração autárquica. Licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas no ISCTE e fez uma pós-graduação em Contabilidade e Administração Pública.
A CDU apresenta desta forma aquele que é o quarto candidato conhecido no Sabugal, juntando-se a António Robalo, António Dionísio e Joaquim Ricardo, que há muito estão na corrida.
Como candidato à Assembleia Municipal a CDU mantém a candidatura do actual deputado municipal João Manata, do Sabugal.
Segundo a expressão curiosa de um militante comunista do concelho, o tradicional candidato da CDU «zitaseabrou», pelo que não irá nas listas deste ano da coligação, que de qualquer forma decidira já renovar os nomes, não o convidando para encabeçar a Lista. De facto, Geraldo Mendes, natural de Sortelha, que foi o cabeça de lista da CDU nos últimos actos eleitorais, resolveu candidatar-se pelo PSD à Junta de Freguesia da sua terra.
plb

João Manata, relojoeiro de profissão, é deputado municipal, eleito pela CDU. Para além da mestria do ofício, que exige longo tempo de dedicação, João Manata é um conviva que mantém contacto permanente com a gente do Sabugal, sendo por todos acarinhado. Está atento à vida do concelho, com especial incidência na actividade autárquica, pelo que fomos à sua oficina onde conversámos acerca da vida política do concelho, numa altura em que o quadro de candidatos às próximas eleições autárquicas está quase completo.

manataPara quando se prevê a escolha do candidato da CDU a presidente da Câmara Municipal do Sabugal?
Ainda é muito cedo para isso. A seu tempo escolheremos o nosso candidato, que se apresentará como a verdadeira alternativa. O Sabugal precisa de uma política de esquerda, pois é necessário haver sensibilidade social para se resolverem os problemas das populações do concelho. E não tenhamos dúvidas: nenhuma outra força política pode oferecer essa alternativa que nós iremos apresentar.
Como deputado municipal e observador atento, o que pensa da actividade da câmara Municipal durante o presente mandato?
Tem sido uma actuação amorfa, pelo menos em relação às pequenas obras, que são por vezes as mais importantes, porque são as que mais dizem respeito às pessoas. Além do mais, na sua maior parte, representam a resolução de pequenos problemas práticos, que não têm sequer incidência de vulto em termos orçamentais.
Mas, falando de grandes obras, o que pensa do Centro de Negócios Transfronteiriço, construído no Soito?
Dou-lhe o benefício da dúvida, mas para nós essa obra nunca seria prioritária.
E quanto à ligação à A23?
É uma obra importante e fundamental para o concelho, mas preferíamos que fosse o governo a suportá-la, porque tem essa obrigação. Porém, perante essa impossibilidade, é bom que a Câmara avance, desde que a execução dessa obra não ponha em causa outras que sejam também fundamentais para o nosso futuro.
Sobre as Termas do Cró?
É uma obra importante e espero que as termas se revitalizem, mas sem as transformar numa estância de luxo a que só os ricos tenham acesso.
E a Festa da Europa, realizada no Verão?
A segunda edição, realizada este ano, esteve melhor. Mas ainda não é aquilo que o Sabugal precisa. Defendo uma festa, onde a par da animação, se divulguem as nossas potencialidades ao nível gastronómico, do artesanato e de outros produtos locais.
O Sabugal elegeu delegados ao congresso do PCP?
Nós elegemos delegados em conjunto com os concelhos de Pinhel, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo. Por acaso nenhum dos delegados eleitos é do Sabugal, mas isso não diminui a nossa representatividade.
Enquanto militante do PCP o que espera deste congresso?
Desejo que contribua para o fortalecimento do partido e para a sua afirmação política.
Afastados os chamados «reformistas», fala-se agora de uma luta renhida entre os «duros» do partido…
Digam o que disserem, a verdade é que o PCP é o partido mais aberto da democracia portuguesa. É o único que debate em todas as suas organizações, da base ao topo, todas as questões e com uma grande abertura, tornando públicas as suas teses para o congresso.
Voltando ao Sabugal, o PCP continua ser um partido muito pouco implantado. Isso impede-o de ter grandes expectativas quanto ao futuro?
Temos de reconhecer que ainda não atingimos os nossos objectivos no que toca ao concelho do Sabugal, mas continuamos a lutar por isso. Temos por perspectiva crescer mais, sobretudo no seio da juventude.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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