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Hoje, 11 de Novembro, evoca-se S. Martinho, dia em que a tradição manda comer castanhas e provar o vinho novo e a jeropiga.

Nas nossas terras sabugalenses, um pouco à semelhança de todo o País, o dia de S. Martinho, obriga à realização de convívios entre amigos, onde o vinho, a jeropiga e as castanhas fazem parte das ementas, proporcionando bons momentos de lazer e de convivência social.
Os nossos adágios populares referem-se abundantemente a este dia maravilhoso do nosso calendário. Liga-se o nome do santo não apenas à amizade e ao convívio, mas também à gastronomia e à vida agrícola. Vejamos esses rifões, alguns com curiosas cambiantes:
– Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
– Dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
– No S. Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho e põe-te a mal com o teu vizinho.
– Pelo S. Martinho, mata o teu porco e prova o teu vinho.
– Pelo S. Martinho, fura o teu pipinho.
– Pelo S. Martinho, prova o teu vinho e mata o porquinho.
– Pelo S. Martinho, semeia fava e linho.
– Queres pasmar teu vizinho? Lavra e esterca no S. Martinho.
– Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-eis pelo S. Martinho.

Na liturgia, o dia de S. Martinho celebra a data em que este santo, falecido em Candes, foi a enterrar em Tours, França, no ano de 397.
S. Martinho é o primeiro dos santos não mártires, o primeiro confessor, que subiu aos altares.
Antigamente era o santo mais popular de França. O seu túmulo, que está dentro de uma basílica, era o maior centro de peregrinação de toda a Europa Ocidental. A sua generosidade e a fama de milagreiro fizeram deste santo uma figura extremamente popular.
É santo patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, dos restauradores, hotéis, e pensões, dos produtores de vinho, dos alcoólicos, dos soldados… e também de muitos animais, como cavalos e gansos.
Em Portugal o dia de S. Martinho é invocado nas cerimónias religiosas exaltando o seu espírito de solidariedade. Lembra-se sobretudo o episódio em que partilhou a sua capa com um pobre que encontrou num caminho.
plb

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Nos contactos que vou tendo com os meus conterrâneos a castanha, sobretudo nesta época, vem sempre à baila. Em Foios não há ninguém que não tenha castanheiros e se houvesse alguém que não tivesse apanharia, certamente, os de alguém, de meias ou de terças.

(clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTanto o secretário como o tesoureiro da Junta de Freguesia de Foios são excelentes produtores de castanha e como lido com eles praticamente todos os dias, vou escutando as conversas que travam, com as muitas pessoas que passam pela Junta, pelo que estou bastante bem informado sobre esta actividade.
As pessoas dos Foios estão deveras satisfeitas com a produção e com a venda, no presente ano de 2011.
As primeiras castanhas que caíram, ainda com um tempo de Verão, assustaram as pessoas. A ausência da chuva e o calor faziam com que as castanhas ficassem algo secas ou «bladas» como por cá se diz.
Os compradores do costume também não apareciam e as pessoas já deitavam contas à vida.
Algum comprador que ia aparecendo era ele que fazia o preço e ia dizendo às pessoas que as castanhas não tinham procura.
As pessoas dos grandes centros em vez de procurarem as quentes e boas castanhas procuravam os gelados.
Finalmente o S. Pedro fez a vontade às pessoas e a chuva e o vento vieram em abundância, quando a maioria dos castanheiros se encontravam ainda bastante carregados.
A castanha engrossou um pouco mais e ficou muito mais luzidia como por aqui se diz. Foi um milagre.
Os compradores começaram a vir em força e já não havia castanhas que chegassem. Antes do dia de Todos os Santos as camionetas não paravam de chegar. Alguns compradores vinham duas vezes no dia e outros até por cá dormiam.
Então aí é que os produtores tiveram sorte. Os compradores eram muitos e quase entraram em despique.
Acabaram por pagar a castanha a um preço que as pessoas já consideram, mais ou menos justo.
A maioria vendeu a um euro e meio muito embora algumas tivessem ficado por um e vinte ou um e trinta.
Penso que das mais de 150 toneladas que se produzem nos Foios poucas castanhas devem ter ficado debaixo dos castanheiros.
Fico muito feliz quando converso com as pessoas e as vejo entusiasmadas a ponto de dizerem: Quando verifico que tenho um castanheiro a secar planto, de imediato, três.
Cá pelos Foios todos nos incentivamos uns aos outros porque toda a gente tem plena consciência da enorme importância do castanheiro.
Seria bom que se fizessem estudos e levantamentos, em todo o concelho do Sabugal, e que se incentivassem as pessoas a plantar grandes soutos.
Apelo igualmente às entidades oficiais, nomeadamente e sobretudo à Câmara Municipal, para que se debrucem sobre esta problemática.
O escoamento este ano correu bastante bem mas não estamos livres de anos maus.
O trabalho que se vai desenvolvendo na Colónia Agrícola Martin Rei é já muito importante mas julgo que se poderá ir muito mais além, para bem de todos.
Se os castanheiros secaram em algumas zonas do nosso Município, outrora consideradas mananciais, teremos que ser corajosos e arrancar com novas experiências.
Se os nossos ex-governantes não tivessem dado subsídios para se arrancarem, pomares, vinhas e outras espécies talvez não tivéssemos chegado ao estado de desgraça em que nos encontramos.
Mas tudo o que acabo de referir não nos deverá levar à revolta e ao desânimo, pura e simplesmente. Bem pelo contrário.
O nosso Concelho tem muitas potencialidades, nos mais variados aspectos, pelo que teremos que ser corajosos e organizados.

Arregaçar as mangas e mãos à obra!

«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Adivinha-se um bom ano de castanhas e de cogumelos. As chuvas que caíram nos dias 21 de Agosto e 1 de Setembro de 2011 afectaram algumas festas, que iam acontecendo um pouco por todo o país mas, por outro lado, poderemos considerar que foi uma bênção caída do Céu.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaOs combatentes dos fogos folgaram por alguns dias e o verdejante dos campos aconteceu num curto espaço de tempo.
Os castanheiros, árvore muito abundante nos Foios, cerca de duzentas toneladas ano, agradeceram as abundantes chuvas tendo o seu colorido alterado o semblante da noite para o dia.
E os cogumelos?
Quem diria que poderiam surgir tão rapidamente e em tão grande quantidade?
Costumamos dizer que, nos Foios, no tempo das castanhas e dos cogumelos ninguém adoece e vou constatando que é, de facto, assim. E ainda bem. Olho vivo e pé ligeiro.
Muito embora eu não seja um grande pesquisador dos cogumelos confesso que admiro e louvo as pessoas que fazem pela vida.
Quando a abundância é grande chega, directa ou indirectamente, a todas as casas.
Hoje o meu amigo Zé Leal convidou um grupo de amigos para degustarmos uma lebre na sua quinta do “Prado da Barrosa” e qual não foi o meu espanto quando, antes da lebre, surgiu um enorme recipiente onde haviam sido confeccionados cinco quilos de boletos. Que especialidade. De comer a chorar por mais.
A lebre estava muito bem confeccionada mas sobrou metade. Os surpreendentes cogumelos acabaram por se transformar no prato principal tendo a lebre ficado para segundo plano.
Ao fim da tarde duas vizinhas minhas passaram junto da minha casa com quatro cestas de boletos que foram vender ao posto de recolha local.
Hoje também fui dar uma volta por uns soutos e confesso que fiquei encantado com o colorido dos castanheiros. O verde é encantador e anuncia um ano farto de castanhas. Assim seja.
De acordo com os entendidos e tendo em conta as excelentes condições atmosféricas, dentro de um mês os ouriços começaram a sorrir e a mostrar o colorido desse saboroso fruto.
É caso para dizer que a crise ainda não passou por aqui. E ainda bem.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Hoje, 11 de Novembro, é o dia de São Martinho. Há um conhecido rifão popular que diz: no dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho. Associou-se também este dia aos magustos, por ser tempo de apanhar as castanhas.

São Martinho foi bispo da cidade de Tours, em França e foi um importante evangelizador do seu tempo. Nasceu em Sabária da Panónia, na Hungria, no ano de 315. Com apenas 12 anos foi alistado pelo pai no exército romano. Enquanto jovem oficial teve uma atitude que o deixou conhecido: deu metade da sua capa a um pedinte que encontrou na borda da estrada, assim o abrigando do frio.
Abandonou o exército romano, baptizou-se e viveu como eremita numa ilha ao largo da costa de França, aí fundando um mosteiro para uma comunidade religiosa que vivia em isolamento. Ordenado padre, foi depois nomeado bispo de Tours. Dedicou-se à evangelização, percorrendo a pé e a cavalo toda a sua diocese.
Na memória popular ficou conhecido o adágio: «No dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho». Também é conhecido o provérbio «no dia de São Martinho prova o teu pipinho», que afinal é uma simples variante do primeiro. A sua ligação ao vinho decorre apenas da altura do ano em que o famoso bispo morreu, na data que ficou consagrada em sua memória. Depois da vindima, feita em Setembro ou no início de Outubro, o vinho ferve no lagar e depois nos pipos e nas cubas, sendo assim o dia de São Martinho, o apropriado para se fazerem as primeiras provas. Ao vinho novo juntam-se as castanhas assadas e assim se celebram os magustos, reunindo familiares e amigos. Este é portanto um tempo de convívio e de amizade.
Hoje já poucos particulares têm lagares para a produção própria de vinho. Vão também rareando as adegas para aí se abrirem os espiches e se provar o vinho que ainda fermenta nos pipos. Os tempos são outros, mas o espírito e a tradição mantêm-se, realizando-se magustos e outros encontros de convívio e a jeropiga, são as bebidas eleitas.
plb

Quando no, dia 5 de Outubro, me levantei, verifiquei que estava um lindo dia de Outono. Uma bonita manhã para dar um passeio por alguns soutos dos Foios. Maravilhei-me. A abundante chuva que caiu no passado domingo, dia 3, foi uma bênção para os castanheiros.

(Clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Nascente do CôaOuviam-se, com frequência, a maioria dos agricultores a clamar por umas pinguinhas para poderem ajudar a criar as castanhas que se previa pudessem ser muito miúdas. Mas o dia 3 de Outubro não aportou apenas umas pinguinhas. Foi dia absolutamente chuvoso ou quase tenebroso.
A volta que hoje dei foi mais para me certificar dos benefícios e dos prejuízos. Depois daquilo que tive oportunidade de observar não me restam dúvidas de que a chuva do passado domingo caiu como o azeite na sopa.
Os ouriços estão com um ar saudável e verifiquei que muitos deles estão a criar três belíssimas castanhas, como é normal e desejável.
Encontrei algumas pernadas caídas e a maioria delas carregadinhas de ouriços. A força do vento fez com que tal tivesse acontecido mas, apesar de tudo, são prejuízos de pequena monta.
Fiquei algo preocupado ao ver alguns castanheiros a ficar um pouco amarelados e com alguns ramos a secar. É a maldita doença da tinta, vulgarmente conhecida pela doença do cancro.
Tenho conversado com alguns produtores de castanhas e dizem-me que a política dos fojeiros é plantar três castanheiros quando se verifica a infecção de um. Hoje reparei que assim é. Em determinadas tapadas observei dois ou três, prestes a secar mas, por outro lado, verifiquei que já havia outros plantados e prestes a ocupar o lugar daqueles que têm morte anunciada.
Dentro de quinze dias teremos a maioria dos ouriços a pingar as saborosas castanhas que, pelo que vou observando é, cada vez mais, um fruto apreciado na confecção de deliciosos pratos. Para já não falar nos muitos magustos que se vão organizando um pouco por toda a parte.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

O mês de Novembro é época dos tradicionais magustos. Por muitos locais do nosso concelho se realizaram estes eventos. Uns com mais participantes, outros com menos; uns mais organizados, outros quase improvisados, o essencial é que estes encontros sirvam essencialmente para que as nossas terras continuem a manter as tradições culturais e, acima de tudo, o convívio entre os seus habitantes e, se possível, entre outros que as visitam.

Magusto na RebolosaTambém a Rebolosa vive este dia com entusiasmo. No dia 16 de Novembro, os Escuteiros do Soito visitaram a Rebolosa, trazendo, com eles, a natural boa disposição e alegria. De manhã, este grupo alegrou a Celebração da Palavra, dirigida pelo diácono Manuel, entoando cânticos acompanhados pelos instrumentos musicais. A manhã esteve muito fria e com um denso nevoeiro, mas também como reza a lenda de S. Martinho, em que Deus, satisfeito com o acto altruísta do soldado Martinho, ao rasgar a capa e dividi-la com um mendigo que enregelava, fez surgir no céu um sol de Verão, para que nem o pobre nem o soldado ficassem com frio, também nesta tarde, o sol apareceu e convidou toda a população a participar no tradicional magusto.
Nas lajes, onde antigamente se malhavam os cereais, na época em que este espaço estava associado ao trabalho, mas também ao alegre convívio e união entre todos, igualmente neste dia se juntou muita gente para uns momentos de convívio e para celebrar o S. Martinho com muitas castanhas, oferecidas pela Associação Social, Cultural e Desportiva e pela Junta de Freguesia, assadas na caruma, como manda a tradição, e com a jeropiga caseira que vários rebolosenses fizeram questão de partilhar.
E depois do S. Martinho, vamos festejar o dia de Santa Catarina, nossa padroeira. Fica aqui o convite para que nos visitem no próximo dia 25 de Novembro, onde não faltará a carne assada e o bom vinho da nossa terra e, onde terão a oportunidade de «tirar a licença» para a matança do porco.
Manuel Rei Esteves Barros

«Ronda de São Martinho – Recuperar as Tradições Raianas» é o lema da iniciativa da Associação Transcudânia em parceria com entidades privadas locais e ao abrigo do protocolo com a Câmara Municipal do Sabugal.

Ronda de São MartinhoAntigamente, no Dia de São Martinho (11 de Novembro) e após o Magusto em que a geropiga fazia companhia às castanhas, os rapazes fazia-se a Ronda pelas adegas e tabernas das aldeias.
As mãos dos rondeiros faziam soar chocalhos, campainhas e outros instrumentos que soavam e ecoavam pela fria noite raiana.
A Transcundânia em associação com diversas instituições e entidades locais propõe-se recuperar a ancestral tradição das rondas da noite de São Martinho.
A proposta, aberta a todos, vai recriar no Largo de Santa Maria de Fátima (mais conhecido por Largo do Castelo) um magusto em forte fogueira, após o qual se vai percorrer a cidade do Sabugal em grupo cantando e declamando pelas tascas e cafés.
A intenção é envolver os sabugalenses, as empresas e comerciantes na recuperação desta ancestral tradição raiana que parece estar a perder-se na escura noite da desertificação.
A iniciativa decorre no âmbito das actividades da Associação Transcudania e do protocolo existente com a Câmara Municipal do Sabugal sendo de salientar o esforço realizado pelos seus dirigentes para recuperar tradições que fazem parte do nosso passado e da nossa História.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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