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A direcção da Associação de Pais e Encarregados de Eduação do Sabugal (APEES) solicitou a publicação de uma carta aberta aos pais da comunidade estudantil do concelho do Sabugal, onde se apela à ajuda para a criação de uma sala para crianças com necessidades educativas especiais. Publicamos na íntegra a referida carta aberta.

APEES

No mês de Junho do corrente ano, apresentou a APEES (Associação de Pais e Encarregados de Educação do Sabugal), ao agrupamento de escolas do Sabugal (ao seu director), e ao município do sabugal (á sua vice presidente), um projecto que a APEES pretende levar a cabo para a comunidade estudantil do concelho do Sabugal, projecto a que foi dado uma importância primeira, tendo o agrupamento já disponibilizado uma sala e o município material escolar.
Este projecto surge, depois da APEES, ter constatado a lacuna da falta de um espaço que reunisse, todas as condições para a aprendizagem, integração e autonomia das crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE), um espaço que para alem da aprendizagem, possa ser um espaço motivador, um espaço de reunião para estas crianças, mas sobretudo um espaço onde estes possam desenvolver competências de autonomia e responsabilidade para a sua vida futura.
Concluído um levantamento pelas técnicas do ensino especial que trabalham na APEES, verificou-se que as crianças com NEES no concelho de Sabugal, para este ano lectivo que vai começar (2012-2013) é de 47 crianças, este projecto pretende congregar em um único espaço de aprendizagem varias áreas temáticas e do comportamento, permitindo em um mesmo local trabalhar com um numero de 6 a 8 crianças durante um dia inteiro, permitindo às técnicas (terapeuta da fala, motricidade, psicóloga, entre outros) desenvolver as suas actividades com o real valor que estas crianças merecem.
Este projecto necessita de um valor considerável de investimento, montante este que a APEES não possui, pretendemos assim levar a cabo uma recolha de fundos, onde o chamamos a aliar-se a esta construção:
Para o efeito foi criada uma conta solidária no credito agrícola, balcão do sabugal com o NIB- 0045 4025 4025 2279 23726, onde de forma muito sincera e agradecia contamos com a sua generosidade.
Dada a extrema importância deste projecto e certos do vosso apoio, agradecemos desde já, em nome da associação, mas sobretudo em nome de toda a comunidade, este não é um projeto da APEES, mas sim um projeto de todos.
O vosso empenho, mas sobretudo a atenção dada bem como o vosso contributo é para nós de um valor inestimável.
O nosso Muito Obrigado.

Sabugal, 30 de Agosto 2012
A Direção da APEES:
Ana Gonçalves, António Castilho, David Carreira, Carlos Robalo, Ester Saldanha

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Na sua última charla de grande conselheiro, que foi para o ar dia 28 de Maio, o comentarista Luís Filipe de Meneses fez preceder os seus considerandos de uma declaração de profunda amizade e de total consonância ideológica com o agora em vias de proscrição, Miguel Relvas.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaA amizade é uma das maiores virtudes humanas que Cícero,no seu famoso tratado De Amicicia, naturalmente livre pensador, antepunha a todas as outras, e que nós, marcados pelo pensamento católico, colocamos logo a seguir às teologais.
Para além de exprimir sentimentos, a declaração, para nós que não somos amigos do visado e nem sequer partilhantes do seu democratismo social, arrasta logo uma confissão de total parcialidade. É que como já assinalara o prático Aristóteles, com amizade até o corvo é branco.
E estas associações de socorros mútuos, que são as ideologias político-partidárias, mesmo quando vêm em defesa de correlegionários isentos de toda a mácula, prestam um mau serviço aos que visam defender. Com efeito, o homem da rua, o cidadão comum, que não vive da Política tem uma visão terrivelmente negativa daqueles que se incrustaram nos partidos e que, não tendo nunca exercido uma profissão sujeita ás leis do mercado ou havendo falhado nela, ascenderam unicamente por uma via – genericamente considerada ínvia – a um estatuto altamente privilegiado e contrastante com a mediania ou até a envergonhada pobreza dos que não quiseram ser nem carreiristas, nem carneiristas.
E verdade, custe ou não admiti-lo, é que existem em Portugal bandos de licenciados em Medicina ou Direito, nas mais diversas engenharias ou em díspares economias, ou até em curso sem mercados, que saltam das câmaras para o governo, das empresas públicas para o Parlamento, dos monopólios estaduais para oligopólios de padrinhos e que nunca deram provas de competência, e que numa economia de mercado dificilmente subsistiriam individualmente e colocados em empresas não protegidas as conduziriam à falência. Os membros destes bandos perenizam-se em si próprios e criam filhos, genros e afilhados que vão pelo mesmo caminho.
Esta república que substituiu um estado de direito perfeitamente estruturado até ao Consulado de Caetano já assegura, mau grado não ter ainda meio século, empregos de excelência a filhos e netos dos primeiros Patres Patriae.
Repugna-lhes a hereditariedade monárquica, apesar de saberem que os príncipes eram educados desde o nascimento para o duro ofício de reinar. Mas transmitem aos que lhes são próximos, comendas e prebendas. E para eles não há sequer limite de nada.
Publicou-se uma lei a estabelecer o número máximo de mandatos municipais – torneia-se mudando de município. Publicou-se outra lei, tabelando vencimentos – mandam-na às malvas, alardeando competências.
Suas Excelências deviam ir era para as empresas não monopolistas, porque nestas qualquer brilha. Mas mesmo nas de maior fracasso – TAP, CP… – os vencimentos não baixam.
Em Portugal, não se premeia o mérito, mas a fidelidade política e o conhecimento dos bastidores.
O caso do grande espião é paradigmático. Vale pelos segredos de Estado e do Estado.
Salazar podia ter muitos defeitos, mas escolhia os ministros pela sua capacidade. Duarte Pacheco, Manuel Rodrigues, Adriano Moreira, Franco Nogueira, os últimos ministros que escolheu para as Finanças. Em relaçao a estes, um velho colega do Seminário e Faculdade advertiu-o: «Ó Antonio, olha que eles não defendem o Regime». «Pois não, o regime defendo-o eu, quero é que eles defendam o escudo».
Com este espírito do supremo interesse nacional, aconselhava que se lesse Mestre Aquilino, inimigo do Regime.
É este espírito de grandeza que falta aos políticos de profissão, que prestariam um grande serviço se se deixassem substituir, não se perenizassem por si mesmos, nem praticassem regras de sucessão.
«Caso da Semana», opinião de Manuel Leal Freire

Uma elevada percentagem de juristas, essencialmente de advogados de barra, se vem sucessivamente sentando, e assentando, nos cadeirões dos parlamentos portugueses – e damos ao termo a sua maior abrangência, conglobando nele as cortes e as mais simples assembleias comunais – no quase milenário transcurso do nosso sistema representativo.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaDo Chanceler Julião aos nossos dias, passando por Fernao Lobeiras, porta-voz com outro Fernão, mas este mesteiral da plebe lisboeta na oposição ao casamento de Dom Fernando com a barregã Leonor de Teles.
Por João das Regras que vingou a morte ignominiosa daquela, concitando ao levantamento geral contra as pretensões da adúltera.
Por Febo Moniz, que tentou manter aceso o patriotismo português, mas foi vencido pelos burros carregados de prata, com que Filipe II, recordado do exemplo de um outro Filipe, o da Macedonia, adormeceu a consciência do nosso conselho de governadores.
Por Estevão Malagrido, irmão do frade que o progressista SEBASTIÃO JOSÉ mandou queimar, como já imolara pelo fogo os pescadores da Trafaria e de Monte Gordo.
Pelos grandes formuladores reformadores e reformuladores das Ordenações Afonsinas, Manuelinas e Filipinas
A João Camoesas, mais célebre pela bexiga que pela oratória.
Ás Águias de Aveiro e do Marão, esses sim imortais na arte de Demóstenes, não descurando, obviamente, os interesses dos povos que os mandatavam.
Aos legistas com lugar nas Cortes Gerais e nas demais grandes e pequenas assembleias, que nunca esqueceram os deveres de solidariedade para com os seus colegas de formação.
Dando, em todas as ocasiões, mesmo nas mais difíceis, testemunhos impressionantes dela.
Com o advento da chamada democracia representativa, ao contrário do que a terminologia sócio-política inculca, os representantes, se já só mui debilmente se sentem obrigados para com os povos que os elegeram, parecem cortar, pelo simples acto da investidura, todas as obrigações para com os seus companheiros de classe profissional.
Só assim se pode entender que entre os advogados eleitos deputados desde a CONSTITUINTE até agora, e já são largas dezenas, nenhum tenha tentado inverter, ou no mínimo travar, o declínio da condição de advogado.
Pessoalmente, não sentirão o drama.
O ESTATUTO DE DEPUTADO, extremando-os da penúria geral e garantindo-lhes uma respeitabilidade a toda a prova, põe-nos a coberto das dificuldades gerais.
Pela reforma antecipada e financeiramente de privilégio.
Por um volumoso subsídio de reintegração na vida activa, embora nada tenham perdido, em clientela, antes pelo contrário, com a chegada ao Parlamento.
Pelas conesias que acumulou com o cargo – e não carrego – de deputado, como são as de provedor disto e daquilo…
Suas Excelências não sentirão na pele ou na alma as agruras por que passam os ex-colegas de profissão que se não amesendaram nas benesses da Política.
Mas que têm o direito moral de exigir um pouco de solidariedade.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

A classe profissional mais inclementemente castigada pelos sucessos e insucessos das últimas décadas da vida prrtuguesa foi incontestavelmente a dos advogados.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaA proliferação das faculdades de Direito. A necessidade por elas sentida de atrair candidatos, ainda que sem qualidade e preparação – as notas de acesso cingem-se a menos de metade do valor de outras anteriormente menos nobres. A incapacidade da Ordem para condicionar o acesso a indivíduos mínimamente preparados. A descomunal desproporção entre o número de advogados e as necessidades dos pleiteantes. A invasão do espaço de ocupação até agora privativo de advogados por profissionais com outros títulos ou até de sem título nenhum. A não obrigatoriedade de intervenção de advogado em actos e contratos de valor e grau de complexidade fixados em legislação apropriada.
A acumulação das funções de advogado de empresa com as de advogado em sede liberal, ou até as de barrista com as de consultor. Tudo foram factores que, isolada ou conjuntamente se repercutiram negativamente na situação do advogado. Na formação cultural de base, na preparação técnico-jurídica, na sustentabilidade financeira, na consideração social.
E a verdade é que uma classe profissional que gozava na generalidade de uma honesta independência económica, de uma acrisolada cultura e de um invejável estatuto social se foi a pouco deteriorando em todos aqueles níveis, vegetando em escritórios sem clientela ou auferindo retribuições de indiferenciado por conta de alguns nababos.
Resta, ainda um património de seriedade, acumulado por uma série sucessiva de gerações.
Mas é esse resto da antiga dignidade que agora está a ser posto em causa.
E por um membro da classe, apenas momentaneamente alcandorada à condição de titular da pasta da Justiça.
Quando se esperava que Sua Excelência, lembrada do seu estatuto de advogada, viesse reabilitar a classe, ei-la a lançar sobre os descamisados que prestam apoio jurídico aos pobres o labéu da tentativa de locupletamento à custa dos dinheiros públicos.
Parece que Sua Excelência como os seus parceiros de união pretendem criar novas fidelidades no Ministério da Justiça, criando a figura do defensor público.
Cremos que é uma péssima ideia. Mas é a de Sua Excelência e a dos seus pares.
Pode legitimamente defendê-la. Mas sem atingir a dignidade dos que praticam o apoio.
Seria bem mais próprio de quem pretende arrogar-se o papel de moralizadora que impedisse os pareceres multimilionários de escritórios fabulosamente enriquecidos à custa do erário público.
Mas isso seria exigir demais a uma baronesa do PSD. Aliás, esta tendência para tornar público um serviço prestado por privados, que são em toda a acepção do termo os advogados oficiosos, privados até de condigna retribuição não parece minimamente concorde com o programa do Governo.
De ideologias não vale a pena falar, uma vez que o PPD-PSD, ou PS, lhe é avesso.
Mas o que todos os advogados – e não só os que se disponibilizaram para o patrocínio oficioso – exigem é que a ex-advogada e transitoriamente titular da pasta da Justiça se retrate do labéu infamante que lançou sobre a classe.
Já não chegava que a política oficial, paraoficial e oficiosa dos governos que vêm desservindo o País tivesse miserabilizado financeiramente a classe, vindo agora uma alta hierarca do Estado, com as responsabilidades de advogada meramente em excursão pelo Governo, tripudiar sobre a honorabilidade dos advogados pobres.
Se Sua Excelência pretender funcionalizar a advocacia que o sustente sem tergiversações ou tenteios. Mas deixando de vilipendiar a classe.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

À guisa de abertura, direi que me confrange funebremente a desenvoltura com que alguns de Vossas Excelências se apresentam em programas televisivos a blasonar sobre o estado a que em Portugal chegou o sistema judicial e a discretear soluções que mirificamene lhe modificariam a face.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaÉ que quem não foi capaz de evitar ou de sequer travar minimmente a degradação técnica, económica e social duma classe que, pelos séculos, foi um referencial de capacidade profissional, de honesto bem estar e excelente reputação, não pode arrogar-se a posse de qualquer solução para um probema, ao qual enquanto no alto papel de bastonário não trouxe qualquer mitigação, sendo, bem pelo contrário, coartífice de apressada deterioração.
Depois, não podem V.ªs Ex.ªs esquecer olimpicamente a angustiada revolta dos advogados que podem ouvi-los.
Sou um obscuro advogado, de Vossas Excelências para usar expressão camoniana, não conhecido nem sonhado.
Mas certamente que um dos mais idosos que teima lutar.
E dói-me dolorosamente – passe o pleonasmo – comparar a situação da generalidade dos advogados de hoje com a daqaueles que há muitas décadas encontrei no exercício do munus.
Objectar-me-ão Vossas Excelências que nada poderiam ter feito nem contra o abandalhamento do ensino do Direito que sob a capa da democratização se permitiu a dúzias de pseudo-faculdades. Nem contra a multiplicação quase em progressão geométrica do número de advogados. Nem a favor da dignificação do advogado oficioso. Nem pela divisão equitativa por todos os escritórios, dos serviços jurídicos encomendados pelo Estado Português, Empresas Públicas e Parapúblicas a meia dezena de privilegiados. Nem para a obrigatoriedade da intervenção de técnicos de Direito em variadíssimos actos.
Mas não é assim.
Outras ordens, com menos tradição interventiva e algumas até há pouco quase desconhecidas, conseguiram não só manter as prerrogativas dos seus membros, mas também alargá-las.
A Ordem dos Medicos não permitiu a proliferação de faculdades e debatendo-se, embora o sistema de saúde com acentuada carência de especialistas, não pactuou com a banalização dos cursos e o rebaixamento da capacidade dos candidatos.
E é tão grande o contraste, que se pode entrar numa faculdade de direito com uma nota de oito ou nove valores, quando nem mesmo os dezoitos franqueiam as portas de qualquer curso médico ou paramédico.
A Ordem dos Tecnicos Oficiais de Contas arrancou legislação que exige a intervenção de representados seus até nas micro-empressas.
E o orgão representativo dos solicitadores – que nem sequer se apavona com a designação de Ordem – aproveitou a reforma da acção executiva para assegurar profícua actividade para a generalidade dos seus membros.
Entretanto, os sucessivos bastonários da Ordem dos Advogados entretiveram-se, uns a mirar olimpicamente os seus símbolos, outros a tratarem dos seus negócios de cujo êxito vieram jactar-se, aliás em linguagem que baralhando mãos atrás com mãos à frente nos fazia recordar narrativa de sucessos por parte de regateiras ou marafonas.
Ex quanto ao título, mas presenças ininterruptas nos grandes midia, cujas portas o bastonariato lhes franqueou continuam a dissertar como que ex-catedra sobre os problemas da justiça, em português nem sempre aprimorado e uma habitual indigência de profundidade doutrinal.
E, muitas vezes, com ideias chocantes e até atentatorias da competência e seriedade de magistrados, advogados e demais operadores judiciários quando não se coibem de afirmar que os ricos, assim como usufruem melhor serviços de saúde também se fazem jus a melhor justiça. Ou de que o Estado Português e os serviços públicos e parapúblicos só devem contratar com as grandes sociedades de advogados.
De sorte que o melhor serviço que Suas Excelências poderão prestar à classe que desserviram e ao ideal de Justiça que não ilustraram, seria remeterem-se ao silêncio, não forçando os advogados, desiludidos e indignados a mudarem de onda quando se anuncia a iminente intervenção de um dos nossos Ex.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

Os socialistas do Sabugal, através da Comissão Política Concelhia do partido, divulgaram uma «carta aberta» ao presidente da Câmara Municipal do Sabugal, relembrando as promessas não cumpridas após dois anos à frente do Município.

Sob o título «Para onde caminha o concelho do Sabugal», a carta foi depositada nos correios na passada sexta-feira para distribuição por todas as casas do concelho do Sabugal.
A duríssima missiva tece críticas à postura do presidente, que acusa de prepotência e de incapacidade para produzir «qualquer obra vital para o presente e, sobretudo, para o futuro», afirmando ainda de não se dar pela sua existência, «excepto a presença em festas, antecedidas, obviamente, do respectivo contributo financeiro».
Os socialistas fazem um conjunto de perguntas acerca de promessas que consideram não estar cumpridas, como o parque de campismo, o Ofélia Club, a Sabugalinvest, os centros educativos e o parque temático.
Numa espécie de reentré politica, os socialistas alertam que «a Câmara do Sabugal navega sem rumo, sem timoneiro nem rota», e pedem ao presidente provas de seriedade política e respeito pelos sabugalenses.

Publicamos a «carta aberta» na íntegra:
«Afinal, para onde caminha o Concelho do Sabugal?
A população do Concelho do Sabugal tem hoje a noção exacta que as promessas feitas e as medidas propostas por este Executivo, não estão a ser cumpridas e, pior ainda, que não se vislumbra que o venham a ser.
O Sr. Presidente da Câmara deixa todos os dias provas claras e inequívocas que não sabe o que fará no dia seguinte e, lamentavelmente, dirige a Câmara numa pose de «quero, posso e mando», sem ouvir ninguém, quer do seu círculo mais próximo, de quem o apoiou, da oposição, ou do mais discreto sabugalense.
A preocupação e a inquietação dos sabugalenses é verificar que se chegou já a um ponto de não retorno, e que a Câmara do Sabugal não produz qualquer obra vital para o presente e, sobretudo, para o futuro do concelho. Aliás, é já voz comum que não se dá conta da sua existência, excepto a presença assídua em festas, antecedidas, obviamente, do respectivo contributo financeiro.
Tudo o que prometera ou iniciara, o Sr. Presidente e o PSD vão deixando ou sendo obrigados a deixar cair!
Mas, cegos pelo poder, o Sr. Presidente e o seu executivo, autosatisfazem-se em manobras de diversão, como se a realidade não fosse, infelizmente, trágica.
Param-se as obras da famigerada ligação à A23? Não, só se atrasam…
Não há interessados no hotel do Cró? Vamos arranjar outra solução…
O parceiro privado do Parque de Campismo foge de um investimento ruinoso para ele e para os sabugalenses? Então não conhecem a varinha mágica da Sabugal+…
O «Ophélia Clube» patina e nunca mais avança? Temos o projecto e já comprámos os terrenos…
E não nos esquecemos das promessas eleitorais do Sr. Presidente, embora pensemos que as mesmas já foram há muito esquecidas por quem as prometeu!
A criação da SabugalInvest. A qualificação do Mercado do Sabugal. A requalificação do Rio Côa. O Centro Nacional de Micologia da Colónia Agrícola. O Centro Náutico. A melhoria da rede social. Os Centros Educativos. O Parque Temático de atractividade internacional.
Tanta promessa para tão poucos resultados!
Mas mais ainda:
Na área cultural não se conhece a realização de qualquer evento diferenciador e com qualidade capaz de captar a vinda de gente ao nosso Concelho.
A regeneração da prática agrícola, tantas vezes apregoada como essencial ao desenvolvimento, terá ficado no papel.
A abertura das Termas do Cró foi conseguida à custa dos cofres municipais, sem qualquer estudo económico/financeiro realista e rapidamente será outro «poço sem fundo».
A barragem do Sabugal, uma mais-valia única, continua deserta e sem qualquer aproveitamento nas áreas desportivas, turísticas ou outras.
Mas não é só o que deixou de ser feito que nos preocupa.
Preocupa-nos:
A situação de falência financeira da Autarquia (e da Sabugal +), com dívidas a curto prazo, sobrevivendo graças a contas caucionadas!
O endividamento crescente da Autarquia junto da banca, com dívidas a curto e médio prazo de alguns milhões de euros, ultrapassando o patamar legal de endividamento!
As trocas e baldrocas da Administração da Sabugal +, transformada em tábua de salvação para os desvarios do executivo!
O engordar dos quadros da Câmara e da Sabugal +!
As ilegalidades já detectadas e do conhecimento público de uma recente inspecção do IGAL, no que diz respeito a transferências para as freguesias e as associações e às nomeações de vogais do Conselho de Administração da Sabugal+!
Afinal, Senhor Presidente da Câmara, a meio do mandato para que foi eleito, os sabugalenses já perceberam que a oportunidade que lhe deram foi tempo desperdiçado. Pior que isso, já perceberam que cada dia que passa agrava o futuro desta terra.
O Senhor Presidente da Câmara é o único responsável pela situação em que o Concelho do Sabugal se encontra. O Partido Socialista, através dos seus Vereadores na Câmara, assumiu uma posição de não obstrução e nunca procurou inviabilizar a sua gestão. Mas compete a quem gere apresentar os caminhos e os objectivos a que se propõe.
Senhor Presidente da Câmara, os factos falam por si. A Câmara do Sabugal navega sem rumo, sem timoneiro nem rota.
Senhor Presidente da Câmara, o Concelho do Sabugal não pode esperar nem ver hipotecar o seu futuro a cada dia que passa.
Senhor Presidente da Câmara, assuma as consequências políticas de quem sabe reconhecer as suas incapacidades e dê uma prova de seriedade política e respeito pelos sabugalenses.
A Concelhia do Partido Socialista do Sabugal»
plb

Publicamos, de seguida, um pedido de resposta de Manuel Rito Alves a um artigo publicado on-line no Capeia Arraiana. (actualização.)

António Morgado e Manuel Rito«Carta Aberta aos Eleitores do Concelho do Sabugal
Deram-me hoje uma cópia impressa de um artigo que o Sr. Paulo Leitão Baptista publicou, onde afirma que na campanha do P.S. o Eng.º António Morgado terá afirmado que pedia desculpa aos sabugalenses por ter apoiado a equipa que constitui o executivo actual, afirmando ter-se enganado redondamente ao acreditar que a mesma estava à altura das exigências. E acrescenta: “mostraram-se incapazes, e nada digno de registo fizeram nestes quatro anos, pelo que não merecem ser eleitos para um novo mandato”.
Assumindo como certo que o Sr. Paulo Leitão Baptista não está a mentir e que, portanto, é verdade que o Eng.º Morgado disse o que se afirma acima, e porque como diz o povo, “quem não se sente não é filho de boa gente”, e isso eu sou de certeza, tenho a dizer:
Em 1997 era candidato a Presidente da Câmara Municipal, nas listas do P.S.D. o Eng.º António Morgado e, quer eu Manuel Rito, quer o Eng.º António Robalo integrávamos a lista que apresentou um plano de acção onde, entre outras propostas, aparecia a promoção e desenvolvimento das Termas do Cró, a ligação IP2 – Fronteira (IP2 é a actual A23), criar um Parque Industrial para o Soito, etc.
Em 2001 torna a ser candidato à Câmara Municipal o Eng.º Morgado, fazendo parte da lista eu, Manuel Rito, o Eng.º Robalo, o Eng.º Ernesto Cunha, Victor Proença, e no respectivo plano de acção propusemo-nos entre muitas outras coisas:
o A construção do parque de Campismo e lazer do Sabugal, a ligação IP2 – Fronteira, a criação das Reservas de Caça Municipais em conjunto com as Associações de Caça e Pesca, a cooperação com Espanha no domínio das acessibilidades, a revitalização das termas do Cró, a construção de um Parque Industrial no Soito, etc. etc.
Em 2005, sendo o Eng.º Morgado candidato em primeiro lugar, nas listas do PSD, à Assembleia Municipal e apoiante de primeira linha na candidatura à Câmara Municipal do Sabugal encabeçada por mim, e de que faziam parte o Eng. António Robalo e o Eng.º Ernesto Cunha, constava do programa eleitoral:
o Ligação A23 – Fronteira;
o A transformação do Cró numa estância termal moderna;
o A construção do Parque de Campismo e Lazer da Sr.ª da Graça;
o A entrada em funcionamento do Pólo Empresarial do Soito /Centro de Negócios Transfronteiriço;
o A aposta no repovoamento cinegético e na vigilância das Reservas de Caça (municipais e associativas);
o A continuação da cooperação com Salamanca para a conclusão das estradas de fronteira, etc. etc.
Durante estes quatro anos trabalhámos para implementar estes e outros projectos, e hoje, como toda a gente sabe, todos os que referi estão concluídos ou em execução, honrando assim compromissos que vêm desde há 12 anos e que continuamos convencidos que são estratégicos para a modernização e melhoria da qualidade de vida do concelho do Sabugal.
Como é pois possível que o Eng.º Morgado que os defendia há tanto tempo, agora que os vê implementados ou em implementação diga de quem trabalhou para isso que se “mostraram incapazes e nada digno de registo fizeram nestes quatro anos”?
Que segundas intenções esconderá?
Manuel Rito Alves
Nota: Os planos de acção e o programa eleitoral referidos, foram públicos e tenho-os na minha posse para os exibir a quem tiver qualquer dúvida.»

Confirmamos e «assumindo como certo que o Sr. Paulo Leitão Baptista não está a mentir» sobre o discurso de António Morgado proferido na aldeia da Torre.
jcl


(actualização.)

Após a publicação do pedido de resposta do Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal, António Esteves Morgado, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, pediu a publicação mais uma resposta à resposta.

Resposta à Resposta

«Ao Engº Morgado (com Conhecimento a todos os potenciais interessados)
Obviamente que o Sr é um cidadão livre, num País democrático e que vota em quem quer como qualquer outro cidadão eleitor.
Isto não está em causa, nem me incomoda, o que está em causa é a sua participação em campanha com ataques pessoais a uma equipa que consigo partilhou um projecto para o Concelho e que após a sua saída mais não fez que honrar esse projecto em circunstâncias diferentes das dos dois mandatos em que o Sr foi Presidente de Câmara. Recordo-lhe que o 3º Quadro Comunitário de Apoio estava esgotado e o 4º ainda não entrou efectivamente em vigor.
Nunca fiz, e não é agora que vou começar a fazer política com base em ataques pessoais. Sempre defendi um projecto para o Concelho (que até pensei que era o “nosso projecto”) e continuo a fazê-lo.
Acreditei até há muito pouco tempo que o Sr também assim pensava. Enganei-me. Paciência…
Para mim o assunto morre aqui.
Manuel Rito Alves.»


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a) Dentro de dois dias a contar da recepção, se a publicação for diária.»
José Carlos Lages e Paulo Leitão Batista
Administradores do blogue Capeia Arraiana

«Senhor presidente, às vezes não basta fazer e nem sempre fazer muito. É preciso que se faça bem. É que também há doentes que morrem da cura… E o Sabugal morre mesmo, se não lhe acodem com o remédio certo!»

João ValenteSenhor Presidente da Câmara,
Fizeram-se muitas obras no concelho. As estradas arranjadas, saneamento e vários equipamentos urbanos em muitas freguesias, recuperação das Termas do Cró e um novo Centro Empresarial, entre outras, que o senhor presidente já enumerou num post anterior publicado aqui no Capeia Arraiana.
Para quem o conteste, as obras estão no terreno, são realidade que não se pode varrer para debaixo do tapete; o efeito pelo menos, já que mais não seja, reflecte-se no orçamento camarário, com o encargo na rubrica dos empréstimos contraídos para o efeito.
Nunca um executivo camarário foi tão dinâmico e deixa tanta obra feita. «Contra facta non rimenda!» [Contra factos, não há argumentos!]
O problema é que não há consenso sobre a vantagem das obras que o executivo fez, porque não resolvem os problemas estruturais do concelho; a saber: Desertificação, desaparecimento do sector produtivo tradicional, envelhecimento da população.
Refém do seu isolamento geográfico como terra de fronteira, o concelho apresenta esta patologia crónica persistente, que se vem inexoravelmente agravando e se revela impossível de travar.
Lembra um paciente, cujo diagnóstico sendo pacífico, mas que estando gravemente doente, não tem cura fácil.
Chama-se o médico à cabeceira do moribundo e o sábio esculápio toma-lhe o pulso onde a custo apalpa um fraco latejar da vida que não quer despedir-se; observa-lhe a língua esbranquiçada; ausculta-lhe a farfalheira dos brônquios; examina-lhe com vagares científicos o bacio; a cor anormal das fezes, a espessura vermelha da urina.
Encolhe os ombros resignado. O quadro é complicado: Anemia, fraqueza geral, apatia, prostração; Falham os sinais vitais; a morte aproxima-se, inevitável. Para justificar a deslocação e os honorários, receita cataplasmas, sangria e caldos de galinha.
Pois, senhor presidente, receio bem que as obras que este executivo fez, não tenham sido mais que cataplasmas, sangrias e caldos de galinha para as maleitas que afligem o concelho.
Não fixam população; não invertem a desertificação e envelhecimento da população; não atraem investimento para transformar e renovar o tecido produtivo.
V. Exa. trata a caldos de galinha quando devia prescrever vitaminas. Erra na terapêutica; morre-lhe o paciente.
As estradas, o centro empresarial, as termas e o saneamento não estimulam a iniciativa num concelho sem pessoas qualificadas, empreendedoras e sem pólos de atracção.
As obras de saneamento e urbanização de mais de um milhão de euros em Vilar Maior, por exemplo, não evitam que em dez anos a população residente esteja reduzida, pela lei natural da vida, a uma vintena de habitantes. Este exemplo é paradigmático.
Quem partiu já não volta; quem ficou acaba por morrer um dia; e ainda ninguém descobriu a forma de transformar giestas e barrocos em gente…
Concelhos com os mesmos problemas do Sabugal já não fazem estas obras, pela mesma razão de que já ninguém receita cataplasmas, sangrias e caldos de galinha a um anémico. Definem vários clusters sustentados no património histórico, cultural e natural do território, que servindo de pólos de atracção urbana, estabilizam a população e fomentam a iniciativa empresarial pela criação de novas oportunidades de negócio.
O vizinho concelho de Belmonte, por exemplo, criando os museus judaico e do azeite, e recuperando o centro histórico ligado aos descobrimentos, tem anualmente 275.000 visitantes, susteve a desertificação, aumentou a população residente e obteve um crescimento económico de 8%.
Senhor presidente, às vezes não basta fazer e nem sempre fazer muito. É preciso que se faça bem.
É que também há doentes que morrem da cura… E o Sabugal morre mesmo, se não lhe acodem com o remédio certo!
Atentamente,
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

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