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A gastronomia vai estar em destaque entre 17 e 21 de Fevereiro nas terras raianas do Sabugal. Entre as várias iniciativas destaque para o III Capítulo da Confraria do Bucho Raiano. Edição da jornalista Sara Castro com imagem de Paula Pinto da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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A tradição carnavalesca na raiana Aldeia do Bispo. Reportagem do jornalista Pedro Taborda com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Aldeia do Bispo manteve a tradição com um extenso programa para a quadra de Carnaval onde faltaram os desfiles de Carnaval e as capeias. Desde domingo até terça-feira houve estoinas, bandoleros, jagunços, largadas «del ganado», buídas e comidas (patatas, chupaméis, lagartas, mílharas, caldo de baginas e buchos com orelhas, rabos, patas e cornos), palhaçadas, judiarias e macadadas e claro… capeias com vois, espertas bacas e respectivos bitelos. Este ano pegou ao forcão um sabugalense muito especial.

Na terça-feira de Carnaval juntaram-se no Xalmas Bar um grupo de amigos de Francisco Bárrios para almoçar… Bucho Raiano confeccionado de forma artesanal pelo anfitrião. À mesa marcaram presença, entre outros, Santinho Pacheco (governador civil da Guarda), José Albano (director distrital da Segurança Social), Luís Sanches, Sandra Fortuna, Francisco Vaz, Nuno Teixeira, Manuel Nabais, António Gata e Manuel Gouveia. Nas ruas de Aldeia do Bispo pegou ao forcão um sabugalense muito especial… António dos Santos Robalo.
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Existem momentos, pequenos fragmentos de tempo, que se eternizam. Costumo dizer, usando a expressão que um menino de nove anos me ensinou, que são as «fotografias do coração». Simples?

Carnaval

Carla NovoCaptei a ideia sem ter de lhe perguntar, necessariamente, o que raio quereria ele dizer com isso. Nem foi preciso lhe perguntar. Tamanha a simplicidade com que as crianças captam tudo o que as rodeia e, depois, usam uma capacidade incrível de as «traduzir» e «armazenar». É, também esse álbum mágico, que faz de nós o que somos. Sem máscaras. A proposta é aproveitar o fim-de-semana carnavalesco para pegar na sua máquina fotográfica – não a digital ou a velhinha de rolo – mas sim aquela do coração e tirar as melhores fotos. São dias e folia pagã onde quase tudo é permitido. Podemos fingir que não somos nós – apesar de passarmos o tempo a querermos saber quem somos. Podemos (o)usar máscaras atrevidas, assustadoras, angelicais – apesar de passarmos o tempo a quer ver os outros sem elas. Podemos atirar vasos de água – apesar de passarmos o tempo a tentar economizá-la em nome do planeta. Podemos atirar serpentinas e papelinhos – apesar de passarmos o tempo a dizer que não se atiram papéis para o chão. Podemos assumir quase tudo para depois num dia de cinzas enterrarmos o que havíamos assumido – apesar de passarmos o tempo a tentarmos ser e a exigir que sejam coerentes connosco. Gosto do carnaval. Não por ser folia pagã, mas simplesmente, por ser aquele «faz de conta» que nos alivia a tensão dos dias e das verdadeiras máscaras. Por ser aquele «faz de conta» que abraça as crianças e lhes arranca gargalhadas. Assim, espero passar esses momentos a registar cada momento com a tal câmara especial capaz de tirar as tais «fotografias do coração». Prepara-se para o desfile e não se preocupe se está no ritmo do cortejo, afinal todos os foliões seguem a mesma entoação: divertir. Este é lema. Então, aceita o convite para posar?
«Jardim dos Sentidos», crónica de Carla Novo

carlanovo4@hotmail.com

A 4.ª edição dos Roteiros Gastronómicos Sabugal à Mesa vai decorrer entre os dias 5 e 8 de Março por alturas do Carnaval. A Confraria do Bucho Raiano organiza o II Capítulo com Cerimónia de Entronização e a exposição «Emoções Gastronómicas» no Museu Municipal do Sabugal. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagens de arquivo da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Roteiros Gastronómicos da Câmara Municipal do Sabugal e VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano em destaque na primeira página do jornal «O Interior».

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Autoria: Jornal «O Interior» posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

GALERIA DE IMAGENS – 14-2-2010
Fotos com Direitos Reservados – Clique nas imagens para ampliar

O ritual com vários rituais cumpriu-se! O «Cortejo» que tradicionalmente se desenrola, aquando do Carnaval em Aldeia do Bispo, uma vez mais saíu à rua, no passado Domingo de Carnaval, dia 14 de Fevereiro.

Carnaval em Aldeia do Bispo - 2010A organização uma vez mais, como tem sido timbre nos últimos anos, não deixou os créditos, firmemente consolidados, por mãos alheias e muito menos por ideias ou pensamentos estranhos.
A organização do certame resultou de uma parceria conjunta da Junta de Freguesia, Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo e Associação «Raiar» com a sempre prestimosa colaboração e divulgação, através da feitura dos cartazes, da Tipografia e Litografia do Alentejo «Diana».
O imponente desfile foi aberto por um carro alegórico, transportando uma «maqueta» do Campanário, ex-libris da aldeia. Bela representação e forma de apresentação alegórica da imponência e beleza pretendidas, a que se associava uma «maqueta» da bandeira, muito bem urdida e desenhada, símbolo da “mocidade da aldeia” e com a qual os Mordomos da Capeia, em Agosto, desfilam no tradicional «Passeio» pelas ruas da povoação.
Incorporava-se, a seguir no cortejo, o estandarte com a esfinge do “Santo” Entrudo secundado por dois andores, um deles com a imagem do Entrudo, transportados aos ombros, cada um deles por quatro figurantes e ambos muito bem enquadrados por mulheres trajadas a rigor, envergando saia preta, blusa garrida de ramagens, lenço de várias cores e cestinha na mão, procurando recordar os trajes antigos alusivos aos tempos das nossas avós ou bisavós.
Seguia-se um grupo de crianças, envergando coloridos trajes alusivos às «alabardas» – artefactos construídos com um objecto de madeira, devidamente coberto com tiras de papel de várias cores e muito bem coladas e com que os jovens desfilam no «Passeio». Cada criança simbolizava uma alabarda, não esquecendo o pormenor da mesma ser encimada com uma lança, numa perfeita e fidedigna imitação da alabarda na realidade.
O séquito do cortejo desenrolava-se com dois «clérigos» devidamente protegidos dos acidentes de percurso ou das várias intempéries pelo “pálio”, transportados por quatro figurantes.
O grupo de tambores e bombos desfilavam, a meio do cortejo, procurando marcar a cadência e impor o ritmo do mesmo.
Os tradicionais «cabeçudos» e «gigantones» desfilavam em seguida procurando dar um ar da sua graça de forma a causar o riso e gáudio dos espectadores e transeuntes.
O cortejo continuava e desta feita surgiram os «salva-vidas» transportados por jovens com a finalidade de, em vários momentos do percurso do cortejo, se construir uma «praça» improvisada onde os touros seriam lidados. Seguia o «forcão» devidamente empunhado e transportado pelos mais jovens – os homens de amanhã – com o objectivo de realizar a lide dos touros, o que ocorreu várias vezes, durante o percurso.
Também, no desfile se integravam os célebres «Capinhas», com particular realce para Don Conrado «El Maño», que lidariam os touros a pé.
O tradicional encerro dos touros, também, acontecia. Cavaleiros e cavalos e alguns mais atrevidos ou «afoitos» a pé enquadravam os touros, numa perfeita e completa simulação do que é o encerro típico na raia, aquando da realização da capeia tradicional, nas épocas festivas de verão. Como é vulgar, um acidente de percurso surge, «a fuga dos touros». Contudo os cavaleiros, com todo o seu saber de experiência feito, lá os conseguiram «acercar» e voltar ao seu percurso normal.
E, finalmente a encerrar o cortejo o carro alegórico com a representação de um «Pronto-Socorro», onde prontificavam dois enfermeiros/curandeiros para acudir às emergências e acidentes de percurso e não faltando a sempre especial assistência do mui competente clínico e sempre zeloso, «Dr. Camejo».
Uma palavra de apreço, reconhecimento e gratidão para com toda a organização, intervenientes, colaboradores e participantes neste evento que tanto enobrece Aldeia do Bispo.
De igual forma o Carnaval de Aldeia do Bispo também é conhecido pela realização das tradicionais capeias e largadas de touros pelas ruas, no Domingo e Terça-feira de Carnaval. Uma vez mais a tradição cumpriu-se. Tanto num dia como no outro os espectáculos decorreram com as peripécias habituais. A lide dos cornúpetos ao forção e corridas dos mesmos através da rua entre as duas igrejas decorreu com algumas peripécias mais ou menos caricatas a surgirem, sobretudo nos largo do Côrro, largo do Pocinho ou na Praça mas sem grande necessidade de registo ou menção especial. Viveram-se momentos de alguma hilariedade e boa disposição, apesar do frio que se fazia sentir.
Contudo não resisto a relatar um episódio, algo insólito e invulgar- que ocorreu no Domingo, aquando da largada.
A vaca «Dona Morita» resolveu visitar a futura Casa de Turismo Rural, situada no Largo do Pocinho. Pretendia tão só constatar in loco se as instalações reuniam as condições adequadas ao seu estatuto de cornúpeto para aí passar a próxima época de veraneio ou devaneio ou quiçá, a possível lua-de-mel.
Uma referência especial para o dia de segunda-feira, dia 15 de Fevereiro. Acordámos e fomos surpreendidos pelo espectáculo deslumbrante e indescritível que é a neve. A aldeia ficou coberta com um manto bastante espesso de neve. Espectáculo sempre agradável para a vista e que nos faz a alguns de nós, que residimos longe da terra, reviver os tempos da nossa infância ou os tempos antigos. Também as crianças e adultos se divertiram e improvisaram algumas brincadeiras com a neve.
Afinal a neve quis também ela associar-se ao Carnaval e proporcionarmo-nos um espectáculo sempre deslumbrante e inolvidável.
Manuel Luís F. Nunes
«Do Largo do Pocinho à Rua da Barreira»

GALERIA DE IMAGENS – 14-2-2010
Fotos RAIAR – Clique nas imagens para ampliar

Num ambiente de frio intenso (as temperaturas chegaram a atingir os 7 – 8 graus negativos), o Carnaval 2010, em Aldeia do Bispo, subiu mais alguns degraus para se afirmar definitivamente como um dos mais importantes da raia sabugalense (pelo menos…).

Carnaval - Aldeia do Bispo - 2010 - RaiarMarcaram presença muitos conterrâneos (em número superior ao habitual, em minha opinião) e muitos forasteiros, quer portugueses, quer espanhóis (alguns, com pinta de Recortadores, vindos de Coria).
Domingo – Por volta das 11.30 horas, teve lugar o encerro dos touros (e algumas vaquechas), no percurso entre o cemitério velho e o largo da Igreja. Apesar da temperatura rondar, a essa hora, os 2-3 graus negativos, compareceu muita gente ao encerro, de tal forma que havia quem comentasse que parecia o encerro de Agosto. Seguiu-se o «boi da prova», com a animação dos naturais de Aldeia do Bispo e dos «de fora», que nesta altura também são autorizados a pegar ao forcão e a dar umas «carreirinhas».
Após o almoço, teve início o cortejo carnavalesco, ao som dos bombos, isto é, do barulho dos bombos, já que os instrumentistas actuaram de improviso e imitaram as linhas paralelas: por mais que tocassem nunca conseguiram encontrar-se.
Abriu o desfile o carro alegórico do campanário, com a lindíssima bandeira «de bandear» dos mordomos, seguido do andor do Santo Entrudo, ladeado pelas senhoras da terra, nos seus belos trajes regionais; imediatamente a seguir vinha o «Menino» e, mais atrás, o palio com a autoridade religiosa que dá nome à terra. Seguiam-se a «banda» e uma novidade que a todos maravilhou, «as alabardas andantes». As crianças foram, efectivamente, a atracção principal deste renovado corso carnavalesco. Mais atrás vinham os cabeçudos e gigantones, a praça desmontável (outra novidade), o forcão dos mais pequenos e a representação do encerro (os touros eram muito bravos, estavam constantemente a fugir e deram trabalho redobrado aos cavaleiros). Encerrou o cortejo, a ambulância, do Dr. Camejo.
O acto final do desfile de carnaval teve lugar com um teatro, em frente do chafariz e da casa do João Fernandes: as «raparigas/praça desmontável» fizeram um círculo, as alabardas andantes, todas sorridentes, deram o seu passeio ao som do tambor e teve início a tourada: o touro marrou rijamente, veio o «capinha Manho», que se deixou apanhar, tendo sido socorrido e levado em maca pelas enfermeiras do Dr. Camejo.
Findo o desfile de Carnaval, teve início a capeia com bois a sério (bem, a sério a sério não eram bem, porque estavam tão magrinhos que eram mais esqueletos ambulantes com cornos numa ponta).
Mas lá que escornavam, escornavam e deram alguns empurrões, coisas sem gravidade … aos do costume, àqueles que vêem sempre dois touros e depois fogem do que não é, mas são apanhados pelo touro que é.
Por volta das seis horas, os touros, acompanhados pelos cabrestos, estavam fartos de correrem da Igreja de baixo, rua acima até à praça e da praça em sentido inverso até à Igreja, abanando os cornos para enxotar os mais afoitos e as gentes estavam fartas do frio que se fazia sentir. Após uma breve troca de olhares, concordaram que o melhor era cada um regressar a sua casa para tratar do jantar e aquecer o esqueleto.
Segunda-feira – Aldeia do Bispo acordou coberta por um manto de neve que, em sítios mais abrigados, chegou a ter entre dez e quinze centímetros de altura. Para os menos habituados, foi um enorme prazer poderem pisar uma alcatifa tão branca e fofa; para os mais velhos, a eminência de um «chambote» revelou-se factor inibidor de grandes passeios.
Com tanta neve, ninguém se atreveu a falar nos Jogos Tradicionais, previstos no programa para as «14.00 horas no largo da aldeia».
No final do dia, quer dizer, à noite, isto é, à noitinha, realizou-se o baile dos mascarados ocasionais e dos de todos os dias, no pavilhão do Lar de Santo Antão, animado pelo conjunto «Fãs da Farra», com entrega de prémios às melhores mascaras para a ocasião.
Viu-se muita gente de Aldeia do Bispo mas, igualmente, de outras aldeias das redondezas, em alegre convivência.
Na terça feira de carnaval, ainda com neve bem visível, mas com menos frio que no Domingo (2-3 graus positivos), repetiu-se o encerro e com o mesmo trajecto. Dado o atraso verificado, relativamente à hora prevista, houve menos resistentes, mas o brilho foi idêntico ao de Domingo.
Aquando do início da tourada já toda a neve tinha derretido.
Como balanço final, posso testemunhar que foram dias muito divertidos e em que as coisas correram com grande animação. O frio prejudicou, mas não impediu o convívio entre as gentes da terra e os visitantes.
Os trajes e adereços carnavalescos foram recuperados uns e outros feitos de novo, com criatividade e sentido estético, como as fotografias demonstram. Para isso foi necessário que muitas pessoas trabalhassem muitos dias e muitas noites, mas o resultado do seu trabalho agradou a todos. Para todas essas pessoas e, em nome de todos aqueles que, como eu, usufruíram da sua dedicação e empenho um Muito Obrigado.
A organização do Carnaval deste ano esteve a cargo da Associação da Mocidade, da Junta de Freguesia e da Raiar, com a colaboração da Litografia Diana. Atendendo aos resultados obtidos, esta colaboração deverá ser consolidada e alargada, inclusivamente, a outro tipo de iniciativas.
Francisco Ricardo

O Comando Territorial da Guarda efectua uma operação de intensificação de regulação e fiscalização rodoviária, durante esta época festiva, dando prioridade a uma actuação preventiva e de apoio, combatendo desta forma a sinistralidade rodoviária.

Brigada Trânsito GNRSegundo um comunicado divulgado hoje, a Operação Carnaval 2010 acontecerá de 12 a 16 de Fevereiro. O esforço de prevenção e fiscalização incidirá nas principais vias do distrito (Auto-Estradas e Estradas Nacionais) e, particularmente nos acessos à fronteira de Vilar Formoso e maciço central da Serra da Estrela
«Nesta operação o Comando Territorial da Guarda estará particularmente atenta à condução agressiva dos condutores que coloquem em causa a sua segurança e a de terceiros, ao uso de cintos de segurança e/ou sistemas de retenção nos bancos dianteiros e traseiros, à utilização indevida de auscultadores sonoros e aparelhos radiotelefónicos, para além do controlo da velocidade e da alcoolemia», refere o comandante da GNR da Guarda, Coronel José Antunes.
Simultaneamente vai realizar-se uma outra Operação, denominada «Brincar ao Carnaval em Segurança», com inicio hoje, 8 de Fevereiro, com o objectivo de sensibilizar a comunidade escolar e a população em geral, dos perigos da utilização não autorizada das chamadas «Bombinhas de Carnaval» e avisando que será reprimida toda e qualquer actividade ilícita.
No decurso da última semana a GNR procedeu à detenção de 15 Indivíduos pelos seguintes motivos: sete por crime de condução sob o efeito do álcool, dois por condução sem habilitação legal, dois por tráfico de estupefacientes, dois por ameaças e coação a militares da GNR em patrulha e um por caça por meios não permitidos. Foi ainda detido um indivíduo através do cumprimento de mandado judicial.
No mesmo período foram elaborados 306 autos de contra-ordenação, pelas seguintes infracções: 266 à Legislação Rodoviária, 21 à Legislação da Natureza e Ambiente e 19 à Legislação Policial.
No referente à sinistralidade rodoviária, verificaram-se 30 acidentes de viação, 20 dos quais em resultado de colisões, sete por despiste e três por atropelamento. Destes acidentes resultaram um morto, um ferido grave e 12 feridos leves. Após análise sumária das causas dos acidentes registados, foi possível apurar como causas prováveis, o desrespeito pela sinalização e a velocidade excessiva.
plb

A vida são dois dias e o carnaval em Aldeia do Bispo são três. Nos dias 14, 15 e 16 de Fevereiro, Aldeia do Bispo sai à rua com os seus desfiles de carnaval, os encerros e garraiadas que já vão sendo tradição nesta aldeia raiana.

Paulo AdãoA Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo, em parceria com a Associação Raiar, com os apoios da Junta de Freguesia e da Diana, Litográfica do Alentejo, organiza aquele que é o maior carnaval da Raia: o carnaval de Aldeia do Bispo.
Esta tradição, sob a responsabilidade das sucessivas Juntas de Freguesia, começou há vários anos, com encerros e garraiadas, depois juntaram-se os gigantones e cabeçudos. De meia duzia de pessoas em desfile há alguns anos atrás, o carnaval de Aldeia do Bispo é hoje um momento onde toda a povoação se envolve, onde todos participam de livre vontade, onde o bom ambiente, a boa disposição, a alegria e o convívio não faltam.
De Lisboa, do Porto, de Paris ou de outros destinos, são já muitos os que regressam à Aldeia do Bispo nesta altura, para assitirem, participarem e festejar o carnaval.
No programa para este ano, além das garraiadas, o desfile de carnaval vai realçar as tradições de outros tempos, tentar mostrar como os antigos viviam esta época, como se disfarçavam para festejar o carnaval.
Durante três dias, vai haver festa e animação pelas ruas de Aldeia do Bispo. A organização promete folia e divertimento para todos. Não faltem, tragam um amigo e venham divertir-se à Aldeia do Bispo.
«Um lagarteiro em Paris», opinião de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

O cerimonial da Sentença do Galo no Domingo Gordo de Carnaval é um ritual que se perde na memória dos de Ruivós. Acto bárbaro para uns, momento de convívio em dia de vale-tudo para outros, a Sentença do Galo reuniu os ruivosenses em mais uma jornada de convívio e confraternização.

GansoGaloOs residentes (facilmente substituível por resistentes) em Ruivós voltaram a encenar no Domingo Gordo a Sentença do Galo. Acto eventualmente chocante para as mentalidades mais urbanas ou mais sensíveis ou fazendo parte das leis da tradição e da vida para outros.
Resumindo, na tarde de domingo de Carnaval, enquanto se inscrevem os participantes o galo é enterrado no largo central só com o bico e a crista de fora. Depois, de olhos vendados e um cajado na mão, são obrigados a rodopiar até perderem o «Norte». Apoiados, aos gritos, pelas indicações de uns e por falsas dicas de outros, os concorrentes lá vão andando até conseguirem encontrar e tocar a cabeça do mais que sentenciado galo.
O domingo terminou no Salão de Festas local onde a malta, em alegre confraternização, saboreou canja de galinha e carne assada apaladadas pelas cozinheiras Isabel, Luísa, Nazaré, Teresa, Lurdes, Glória e companhia. O grelhador esteve a cargo do Ricardo e do Manuel Leitão. Jogar uma suecada fez, igualmente, parte da ementa.
No entanto, este ano a Sentença do Galo em Ruivós teve uma particularidade inédita que vamos partilhar com todos. Os galos da aldeia conseguiram esconder-se todos e por mais que procurassem nas capoeiras e nos currais não conseguiram vislumbrar nenhum. Mas a festa tinha que se fazer e… à falta de galo foi contratado um ganso que, disfarçado com uma crista, ocupou o papel principal de uma peça que não estava nos seus planos representar. A mudança do actor principal, mais duro e mais prolongado no tempo de cozedura, «obrigou» a que o povo de Ruivós se reunisse novamente este sábado, 28 de Fevereiro, para degustar o já famoso «GansoGalo» (até parece que querem concorrer com a VacaGalo do Jarmelo do Agostinho da Silva). A refeição, que incluiu caldo de baginas, teve como convidado especial, o padre Hélder, que se juntou aos seus paroquianos confirmando os sentimentos de proximidade, simpatia e saudável brincadeira que é cada vez mais a sua imagem de marca. A imagem de um pastor que não fica no alto do monte a supervisionar o rebanho e que prefere andar no meio das suas ovelhas. A imagem de um padre do século XXI.
As obras de renovação do telhado do Salão de Festas e da sede da Associação dos Amigos de Ruivós, com o apoio da Câmara Municipal do Sabugal, estão terminadas. A sede da Associação passará a funcionar num gabinete fechado no interior do Salão de Festas. Três bonitas placas trabalhadas em madeira pelo Ricardo Leitão indicam na parede por cima da porta «Associação dos Amigos de Ruivós».
A inauguração da sede da Associação deverá coincidir com a Caminhada pelo Interior do mês de Maio prevista para a freguesia de Ruivós.
jcl

GALERIA DE IMAGENS – 22-02-2009
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GALERIA DE IMAGENS – 22-02-2009
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Ontem, noite fria, deu-se a já anunciada morte do galo do entrudo. Ontem, procedeu-se ao seu julgamento, na praça pública. Conforme vinha sendo preparado, aconteceu. Morreu de morte queimada.

Vacagalo do JarmeloO povo em algazarra, reuniu-se com um único intuito: comer a canja do galináceo. A organização serviu-se das associações para criar um ambiente algo hostil e quiçá influenciando/balanceando a populaça para o desfecho final.
Uns poucos resistentes, que fariam a defesa, reparámos que esbracejavam desalmadamente no cimo de uma «padiola» de fardos de palha, na iludida tentativa de apaziguar a fome de canja das gentes que de todas as ruas apareciam com ânsias de assistir ao terrífico espectáculo. Houve mesmo quem no final de um momento de desepero, ali mesmo junto à Igreja da Misericórdia, fizesse o próprio: MISERICÓRDIA!! Não se sabe a certeza se gritou, se implorou aos confrades da mesma que já partiram. Certo é que para espanto geral, num raro momento de flagelo purgante dos males que imputavam sobre o acusado, ali mesmo se atirou da referida «padiola» em que iam as testemunhas de acusação e defesa. O que certas personagens fazem pelas suas causas!?
Quando já todos pensavam que a defesa ia ali baquear, eis que da morte sai sempre vida e com trejeitos algo estranhos, devolve o «epíteto» que a acusação lhe atirara e qual renascido, faz-se novamente à causa até à grande praça.
Podemos aqui afirmar que a organização tentou por todas as artimanhas inebriar as gentes, imagine-se! distribuindo vinhaça gratuitamente, como se fosse necessário: todos sabemos que nestes dias o povo é uma borracheira colectiva mesmo sem vinho.
Pese embora a noite, dava para perceber nos olhares o brilho da ansiedade por presenciar o horrendo ( as gentes querem sangue).
Já na praça, deu-se início às «funções». Pelo aspecto dos «meliantes», cedo se percebeu o que estaríamos ali a fazer. Em surdina, ia a defesa passando a mensagem de que o galináceo estava inocente. O grande trunfo da defesa, era a vacagalo, prima do dito, vinda do Jarmelo. Lá do palanque da defesa, tentámos vislumbrar a falange de apoio, numa réstea de esperança que a mobilização consertada, viesse a resultar pela primeira vez no inédito: Julgamento e glorificação do Galo.
Pelo que foi possível observar, a prima jarmelista vacagalo, foi mais uma vez estrategicamente relegada para segundos planos (mais uma vez, aqui foi visível qual a in tenção da «festa», dado que a defesa consertara uma estratégia «limpa», sem qualquer atropelo ao segredo de justiça, mas tão só assente em verdades e inevitáveis momentos de visibilidade, como aliás ao que parece, sempre foram os métodos de trabalho do estratega, que «maquiavelizou» o plano).
Quando, ao que foi possível apurar, esta falange de apoio, composta por mais de duas dezenas de convictos «fiéis» (soberbamente caracterizados, com indeléveis marcas de personalidade na cabeça) se aproximavam, foram literalmente abafados e estrategicamente colocados na sombra numa analogia que passo a descrever: O meritíssimo Juiz, estava sentado num plano central, sobre o qual era natural que incidissem fortes projectores de luz (sabe-se da física, que quanto mais potente for o foco, mais acentuada torna a sua sombra. Ora este foi o lugar que «por acaso» tocou àquela que durante duas semanas se preparara para dar visibilidade à inocência de seu primo da Guarda). A luz que deveria pois trazer clarividência, serviu pois para colocar em desvantagem toda a estratégia visual da defesa.
Quando do outro lado da praça, passaram a voz à acusação, logo se deu conta que se tratava de um ilustre (a julgar pelos penachos que luzia nos ombros) jurista da capital. Logo que tomou a palavra, se começaram a ouvir em surdina, que receberia mais este por duas palavras, que algum dia nos poderia chegar a todos de algum presunto FREEAIRPORT, mas retirando estas «tiradas» só permitidas em ajuntamentos nocturnos e dias como este de desvarios, cedo se percebeu que a acusação tinha a situação controlada, nomeadamente até pela, suposta, postura (mais uma vez acentuada pelas gentes anónimas) do Meritíssimo Juiz, com uma certa inclinação visual prá esquerda.
Acareações e arrazoados (nada de confundir com arroz de cabidela), infâmias e campanhas negras, tudo espremido, estaria pronta a sentença, mas num gesto «Ponçopilateano», o meritíssimo Juiz, quis saber da «verdade» da populaça. Para surpresa, a reacção foi de VIVA O GALO, durante três vezes (fruto da surdina que a defesa conseguiu fazer passar, quer durante a semana, quer no próprio momento).
Ao meritíssimo, não restava outra alternativa, senão… cumprir o guião: MORTE AO GALO!
Concedeu-se, ainda assim, um último desejo, ao infortunado. Eis que para surpresa geral, o galináceo, pediu o impensável: que numa terra de gente ilustrada e punhos nas camisas, fosse-lhe permitido ouvir a «contra-argumentação», pela voz dessa grande representante da chamada «esquerda plebeia»: ODETE SANTOS.
Percebemos das suas palavras que afinal o veredicto popular estava certo: o Galo, não era afinal o causador, mas tão só o bode expiatório.
Seguiu-se a expiação, pela imolação de um fogo purificador, dispensando ao acusado esse ritual da reconciliação.
A populaça, que antes defendera o galo, corre agora, em atropelo em prol da canja que acabara de se fazer, a memória é curta e o oportunismo caracteriza-nos.
Quando todos pensavam que iria haver caldeirada, nem sequer arroz de cabidela tivemos, quando todos gritaram vida ao galo, veio a canja.
Mais uma vez, aqui enquanto familiar infortunado, a prima do Jarmelo, reafirma, que ele nunca recebeu luvas a não ser por causa da neve, recebeu sim uns cachecóis… mas que mal tem isso? O cachecol, até ajuda a manter a cabeça erguida, e pode dar-nos aquela postura de esquerda chique, nuns, e noutros, sim de grosseiros sujeitos e sujeitas.
Agostinho da Silva, no dia seguinte em representação da Vacagalo

A Vacagalo, apareceu no meu «espírito» no «desfile» do ano passado. Seria uma forma graciosa de mais uma vez chamar a Vaca jarmelista para a visibilidade.

Vacagalo do JarmeloNeste momento, depois de apresentada a ideia à coordenação deste espectáculo – TMG-Teatro Municipal da Guarda – avançámos para a execução, com gente devidamente «certificada», sejam eles: Mateus Miragaia (o tal das tesouras de tosquia), na soldadura; Elsa Miragaia (produtora cultural/espectáculos), nos adereços dos acompanhantes do «bicho»; arquitectos Isidro Almeida e António Trindade e o designer Agostinho da Silva na execução (este último, acumulou, indevidamente outros cargos pomposos de coordenação executiva, ideia e mais tachos – ainda assessorado por Joaquim Monteiro da Silva nas especificações morfológicas da vaca).
Trata-se de uma figura que mistura a vaca (jarmelista) e o galo (do entrudo), poderíamos considerá-la como a prima do Jarmelo, que vem visitar o galo da cidade no dia do seu infortúnio.
Esta vaca, ao que parece, esárá a sofrer um plano mais abrangente de adaptação a dias melhores, daí que se transvista em outras roupagens, na tentativa de de alguma forma despertar o ineresse da região para as suas sine die, questões, de resolução sem fim à vista.
Claro!! estes sujeitos, e sujeitas, esquerdistas plebeus e também chiques, fazem parte da Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo, que por eles será representada, mais uns quantos que se inscreveram na página na Internet do Jarmelo.
Agostinho da Silva

São muitas e variadas as iniciativas para o período do Carnaval no concelho do Sabugal. Existem tantas iniciativas nas terras beirãs da raia sabugalense que só falta mesmo… participar.

Roteiros GastronómicosO período do Carnaval permite libertar muito da pressão acumulada ao longo de meses. No concelho do Sabugal poderá usufruir de muitas iniciativas entre 21 e 24 de Fevereiro. No âmbito da realização dos Roteiros Gastronómicos, promovidos pela Câmara Municipal de Sabugal, vai realizar-se no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 11 horas, no Museu Municipal, uma acção de divulgação onde estarão representados os onze restaurantes aderentes que apresentarão uma mostra das iguarias que compõem a cozinha tradicional típica deste concelho.
No domingo, 22 de Fevereiro, decorre no Salão de Festas da Junta de Freguesia do Sabugal o almoço anual de domingo gordo da Confraria do Bucho Raiano. Aproveita e viva momentos da tradição raiana. O almoço é aberto aos confrades e a todos os que se lhes queiram juntar desde que façam a sua marcação até à data limite.
Programa dos Festejos de Carnaval no concelho do Sabugal
Roteiros Gastronómicos do Concelho de Sabugal: de 21 a 24 de Fevereiro.
Almoço da Confraria do Bucho Raiano: 22 de Fevereiro pelas 12 horas.
Desfiles de Carnaval no Sabugal: 22 e 24 de Fevereiro pelas 14 horas.
«O Pão da Nossa aldeia» pelo Grupo Guardiões da Lua: 22 de Fevereiro pelas 11 horas.
Carnaval em Aldeia do Bispo: 22,23 e 24 de Fevereiro.
Baile de Finalistas: 21 de Fevereiro pelas 22 horas.
Vários bailes de Carnaval em diversas freguesias do concelho.
Juntos fazemos um concelho activo…e divertido.
fr

Espera-se em vão que ocorram no Sabugal iniciativas de relevo que aproveitem o curto período de viagens e de lazer que o Carnaval representa para a região. Nada sucedendo, perde-se, sucessivamente, a oportunidade de promover as nossas terras.

Tecedeiras na Feira das Tradições - PinhelO Carnaval é, por excelência, o período do ano em que mais gente ruma à Serra da Estela. Vão em busca da alvura da neve, das magníficas paisagens, da robustez dos nossos monumentos históricos. Num primeiro momento entopem as estradas que conduzem ao maciço central. Mas permanecem ali apenas algumas horas. No topo da serra o frio é intenso e o contacto com a neve, embora agrade, é coisa de pouca dura para quem não está avezado aos rigores do frio.
Resulta que no resto do tempo os visitantes deambulam pela região, procurando pontos de interesse. Percorrem os roteiros das aldeias históricas, onde se inclui a nossa Sortelha. Degustam os nossos sabores gastronómicos. Vão de roda por feiras, festivais e exposições que na ocasião se realizam.
E no que toca a certames de promoção turística e económica, há muito que algumas autarquias descobriram ser este um tempo de oportunidades. Há eventos de referência obrigatória. Só para dar alguns exemplos: Seia tem este ano a XXXI Feira do Queijo, Pinhel a XIII Feira das Tradições, Manteigas a XV Mostra de Actividades Económicas, Celorico da Beira a habitual Feira do Queijo da Serra da Estrela.
O caso é que no Sabugal nada se passa. Para Sortelha não se conhece programa de animação que potencie as visitas neste período. Na sede do concelho também nada se realiza em proveito da oportunidade. Parece que em Aldeia do Bispo vai haver desfile carnavalesco e também tourada. Em algumas freguesias fazem-se até bailes de máscaras, promovidos por associações. Mas as coisas ficam-se por aqui.
Lá para Abril, ou Maio, haverá, possivelmente, a reedição da Mostra Agro-Alimentar do Alto Côa, no Soito. Ora o certame virá fora de tempo! Não conseguiu, até agora, passar de um vulgar ajuntamento de amigos que bebem copos e soltam gargalhadas. De tão colossal fracasso, até já alguém sugeriu, e bem, que a dispendiosa iniciativa municipal passe para o dia 25 de Novembro, na Rebolosa, aproveitando o bom ajuntamento de gente na Feira de Santa Catarina.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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Em exibição nos cinemas UCI

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