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As comemorações dos 150 anos do nascimento do escritor ruvinense Joaquim Manuel Correia reservaram lugar na história do concelho do Sabugal. As cerimónias decorreram durante a manhã com palestras no Auditório Municipal e durante a tarde no Museu com o lançamento do romance «Celestina», um inédito que, finalmente, pode (e deve) ser lido por todos os sabugalenses. Extraordinário e preocupante foi o alheamento dos alunos e professores do Sabugal que primaram pela ausência e indiferença perante a qualidade e o valor indiscutível dos oradores presentes.

Joaquim Manuel CorreiaFoi uma jornada repleta de ensinamentos sobre a vida e obra de Joaquim Manuel Correia, a história do Sabugal e de Portugal.
Norberto Manso, pela «Sabugal+», Natália Correia Guedes, neta do homenageado, e Manuel Rito Dias, presidente da Câmara Municipal do Sabugal abriram as comemorações e deram as boas-vindas aos presentes.
Moderados pelo vereador António Robalo, natural e residente na Ruvina, participaram no primeiro painel João Serra (professor e historiador das Caldas da Rainha) com o tema «Os trabalhos de Joaquim Manuel Correia», mestre Jesué Pinharanda Gomes (pensador e filósofo de Quadrazais) com «Joaquim Manuel Correia: aspectos da sua vida e obra» e Manuel Leal Freire (poeta e escritor da Bismula) que falou de «Aspectos de uma família na Ruvina nos finais do séc. XIX».
O segundo painel foi constituído por Adérito Tavares (professor e historiador de Aldeia do Bispo) que resumiu «O País e o Sabugal: Enquadramento Histórico – 1858-1974» e Manuel Meirinho Martins (politólogo do Soito) finalizou com «O Sabugal de hoje».
No final o moderador António Robalo concluiu e encerrou os trabalhos da manhã lendo excertos de um texto que um ruvinense passou à prosa nas «Páginas Interiores» deste blogue. Aqui deixamos a excelência do seu pensamento e do seu sentir sobre a Ruvina: «Na Ruvina tomei consciência do mais importante da vida tendo aprendido a gostar das pessoas e a valorizá-las pelo que são. Quando falo da Ruvina as emoções assaltam-me e embarga-se-me a voz. O meu pensamento treme, quando falo da minha aldeia.
Foi na Ruvina que me cortaram o cordão umbilical, porque na altura não havia maternidades e tudo ficava longe. Foi aqui que aprendi a rir, a chorar, andar, a falar, a ler e a escrever.
Acredito como Rilke, que a nossa pátria é a nossa infância. A minha infância é a minha aldeia. A Ruvina sempre foi e será para mim uma lição de vida e por isso, sempre que posso retorno às origens. Em pensamento nunca a abandono e a ela regresso diariamente. A sua ausência é uma coisa que trago sempre comigo.»

Na parte da tarde decorreu no Museu Municipal a inauguração da exposição sobre o homenageado e a apresentação e lançamento do romance «Celestina».
Entre outros marcou presença o padre António Souta que levou consigo um exemplar autografado pela neta do escritor. Com aquela tranquilidade que lhe é peculiar confessou enquanto Natália Correia Guedes lhe autografava o exemplar de «Celestina»: «Quanto tinha que ir visitar uma freguesia do concelho lia primeiro o livro de Joaquim Manuel Correia, Memórias do Concelho do Sabugal, para melhor me preparar para a homília.»
Extraordinário e preocupante é a ausência de alunos e professores que muito teriam a aprender com todas as sábias apresentações de todos os conferencistas. Ou, então, é porque já sabem tudo…
(fim)
jcl

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O historiador Adérito Tavares, natural de Aldeia do Bispo, deu no Auditório Municipal do Sabugal uma brilhante lição de História de Portugal. Muito lhe ficou por dizer apesar de o ilustre docente da Universidade Católica se ter limitado ao período em que viveu Joaquim Manuel Correia.

Adérito TavaresAdérito Tavares ilustrou a sua apresentação com imagens projectadas no grande ecrã do Auditório Municipal que ajudaram a melhor perceber o período conturbado de passagem da Monarquia para a República.
Como já tocou está na hora de entrar na «sala de aulas»…
«Vamos iniciar esta análise histórica na chamada segunda parte da Dinastia de Bragança onde reinaram D. Maria II (1834-53) e D. Pedro V (1853-1861) que assistiram entre 1851 e 1887 ao movimento político que procurou restaurar a tranquilidade em Portugal.
Em 1884 dá-se a Patuleia (revolução da Maria da Fonte) com o Duque de Saldanha (regeneração) a conseguir impor uma certa acalmia no País. Mas D. Pedro V morre em 1861, com apenas 24 anos, e D. Luís sucede ao irmão.
As freguesias do concelho do Sabugal apresentam no Censo de 1864: Aldeia da Ponte, Aldeia Velha e Alfaiates com mais de 1000 habitantes. Quadrazais com 1654 habitantes e Soito 1226 são as freguesias com mais habitantes. O Sabugal regista 1550 habitantes. A Ruvina com 180 habitantes e cerca de 180 habitantes (50 fogos) e Ruivós com 165 são as menos populosas.
Por essa altura aparece António Maria Fontes Pereira de Melo, o grande visionário que faz a modernização de Portugal no século XIX. Surgem o telégrafo, os correios (o primeiro selo em Portugal data de 1853 e regista a morte da rainha embora o selo postal já existisse desde 1840 em Inglaterra) e o telefone.
O surgimento do caminho-de-ferro vai dar o grande contributo para a modernização do País. Em 1856 é inaugurado o primeiro troço entre Lisboa e o Carregado. A Estação do Rossio é inaugurada a 18 de Maio de 1890 em conjunto com o túnel que ainda hoje existe.
Em 1879 foi inaugurada a Avenida da Liberdade por iniciativa de Ressano Garcia formado na escola de Paris.
A praça do Rossio recebeu, por essa altura, o edifício do Teatro Nacional de Almeida Garrett e depois rebaptizado de D. Maria.
A Praça do Comércio ou Terreiro do Paço foi construída após o terramoto de 1755. No centro, em lugar de destaque, a estátua de D. José alinhado com o arco da Rua Augusta que foi concluído no reinado de D. Luís.
Em 1855 (ano da morte de D. Luís) dá-se o ultimato inglês para impedir que Portugal una Angola a Moçambique. O poderio de Inglaterra face à fraqueza portuguesa impõe-se reivindicando a ligação entre a cidade do Cabo e o Cairo.
Quando o ministro dos negócios estrangeiros português pergunta ao homólogo inglês porque não respeitam a velha aliança este responde-lhe com a célebre afirmação: Não há alianças eternas. Eternos são os interesses de sua magestade.
Rafael Bordalo Pinheiro aproveita para caricaturar um catético Portugal que vive do passado perante a vitalidade da Inglaterra que reivindica a posse das colónias portuguesas.
Os republicanos culpam a monarquia do estado a que chegou Portugal e passam a governar em regime de alternância entre o partido progressista e o partido relativista. O Partido Republicano aparece, entretanto, para colocar em causa a alternância no poder entre os dois partidos. A República consolida a sua caminhada mas o Rei D. Carlos reage e confia a João Franco um governo de ditadura com o parlamento encerrado.
Joaquim Manuel Correia referencia nos seus escritos que o infante D. Manuel visitou o Sabugal em 1906.
Nesta época o país tem a população a crescer. As estatísticas indicam um aumento de quatro mihões para seis milhões de habitantes. Nas eleições apenas votam os cidadãos do sexo masculino.
O povo português é maioritariamente pobre e anda descalço. Portugal foi um povo de pé descalço quase até aos anos 60. O romance de Aquilino Ribeiro Quando os lobos uivam foi apreendido pela PIDE (Polícia Política de Salazar) porque o escritor afirma na obra que Portugal é um povo de pé descalço. Eramos um País de pobres e entre 1861 e 1910 para fugir a essa pobreza emigraram quase um milhão de portugueses.
Mas também havia riqueza. António Carvalho Monteiro, um dos mais ricos do País, era conhecido pelo Monteiro dos Milhões. Foi ele quem mandou construir a Quinta da Regaleira.
Os empresários Francisco Grandella e Alfredo da Silva (CUF) vivem nos fins do séc. XIX e princípios do séc. XX e através das suas iniciativas a indústria portuguesa dá os primeiros passos. Mas Portugal é um país rural. Seis em cada dez portugueses vivem da agricultura. A grande maioria dos agricultores vive para comer. Os registos desse tempo apontam a mortalidade infantil e a tuberculose como a principal causa de morte em Portugal.
A taxa de analfabetismo é grande nos anos 20 com cerca de 60 em cada 100 portugueses sem saberem ler nem escrever. Nesse tempo a educação significa poder, um poder exclusivamente masculino.
Em 1900 o Sabugal tem 89 freguesias, 33 mil habitantes dos quais 86 por cento são analfabetos.
Outro homem contemporâneo de Joaquim Manuel Correia é o dr. Sousa Martins que ficou ligado à cidade da Guarda tendo morrido, em 1904, vítima da tuberculose.
Os republicanos portugueses estão em ebulição e dá-se o regicídio em 1908. Por toda a Europa e em especial na imprensa francesa a morte do Rei D. Carlos é considerada um assassinato bárbaro. Recorde-se que a rainha era francesa. O funeral de D. Carlos é feito no mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.
D. Manuel é muito jovem mas os seus apelos à acalmia popular resultam apenas por dois anos. Liderada pelos militantes da Carbonária a proclamação da República faz-se da varanda da Câmara Municipal de Lisboa por José Relvas. O escudo, a bandeira e o hino (composto para protestar contra o ultimato inglês) transformaram-se em símbolos da República.
O republicano Afonso Costa é um anti-clerical. Também em Aldeia da Ponte havia um colégio jesuíta que foi fechado em 1910. A revista Ilustração Portuguesa desse tempo traz uma reportagem em que aparece o administrador-delegado do Sabugal a encerrar o colégio de Aldeia da Ponte.
Quando Portugal está mergulhado na I Guerra Mundial (Batalha de La Lys em 1918) dão-se os acontecimentos de Fátima.
É implantada uma nova ditadura em que a cara visível é Sidónio Pais assassinado após um ano de governação. Sucede-lhe António José de Almeida (1919-1923) tendo sido o único presidente que cumpriu o seu mandato na sua totalidade. em clima de grande estabilidade.
Entra em cena o jovem Salazar que, como ministro das Finanças, consegue eliminar o défice crónico do País.
No discurso de tomada posse como presidente do Conselho de Ministros aparece acompanhado por Duarte Pacheco (ministro das obras públicas) e António Ferro (imagem de Salazar). Ficou célebre a lição de Salazar: Deus, Pátria, Família (a trilogia da educação nacional). Nós queremos um estado forte. Votai a nova constituição’ podia ler-se no cartaz da Almada Negreiros encomendado pela União Nacional.»
A finalizar Adérito Tavares deixou, ainda, alguns dados sobre o concelho do Sabugal em 1930: «Casamentos, 351 e divórcios, 1. Nasceram 1323 crianças legítimas e apenas 3 por cento nasceram fora do casamento. A natalidade regista 34 por mil e a mortalidade 24 por mil.»
Brilhante lição de História protagonizada por Adérito Tavares que incidiu em especial sobre o período da vida de Joaquim Manuel Correia.
(continua)
jcl

Os painéis moderados pelo vereador António Robalo contaram com ilustres convidados sabugalenses da área da cultura e da história. O filósofo e pensador mestre Pinharanda Gomes, o professor e historiador Adérito Tavares, o escritor e poeta Leal Freire, o professor e historiador João Serra e o politólogo Manuel Meirinho.

João SerraO vereador António Robalo, natural e residente na Ruvina, abriu a palestra agradecendo à família de Joaquim Manuel Correia e a todos os participantes pela sua presença e fez a introdução ao primeiro palestrante o professor e historiador João Serra. Passamos ao resumo da sua intervenção:
«A vida de Joaquim Manuel Correia está dividida em duas partes» começou por dizer João Serra separando «uma parte entre 1858 e 1905 em que a vida se processa entre o Sabugal, Guarda e Coimbra e uma segunda metade 1905-1945 que decorre basicamente nas Caldas da Rainha e Óbidos. Peniche onde viveu entre 1888 e 89 mudou a história da sua vida. Aqui conheceu a sua mulher mas tiveram que ir viver para a Columbeira, Bombarral quando o sogro, médico, morreu.
Por essa altura deve ter conhecido os irmãos Bordalo Pinheiro. Um grupo de rendilheiras (renda de bilros) de Peniche eram orientadas por Augusta Bordalo Pinheiro e na edição da obra do escritor sabugalense encontramos um desenho que representa o escritor (com a nota «precisa de ser melhorado») feito por Rafael Bordalo Pinheiro e datado de 26-9-1889.
Entre 1905 e 1945, Joaquim Manuel Correia estabeleceu-se nas Caldas da Rainha, na Praça Maria Pia, (Praça da República depois de 1910) e passou a residir na Rua Nova que foi rebaptizada de Rua Rafael Bordalo Pinheiro. Tinha um percurso intelectual e percebeu-se, localmente, que não era uma pessoa qualquer. Em 1907 o Partido Republicano das Caldas convidou-o para uma paletra que teve um enorme êxito e em Novembro de 1908 o partido convidou-o a encabeçar a lista à Câmara.
Foi Presidente da Comissão Republicana e o primeiro presidente republicano das Caldas da Rainha e administrador do concelho (representante do Governo).
Dois momentos marcantes – No dia 7 de Outubro de 1910 dirige-se a todos os habitantes do concelho para que colaborem na concretização da implantação da nova ordem, a República Portuguesa, proclamando o fim da monarquia e aclamando o progresso de um novo regime assente na razão e nos operários da razão que são capaz de ir além da religião porque é necessário separar o Estado da religião.
Um levantamento popular invade o convento franciscano e dá ordem prisão dos frades. Considerou, como administrador do concelho, não haver justificação e devolve aos frades as suas terras o que lhe causa alguns dissabores no partido republicano. Na sequência de um conflito entre o professor e o padre na freguesia de Santa Catarina o edifício público da escola foi apedrejado. Outubro era o mês do rosário e o início do ano lectivo. O administrador do concelho, Joaquim Manuel Correia, foi chamado a intervir e fez então um apelo histórico: todos têm direito à sua fé mas o fanatismo é prejudicial à estabilidade social.
Um depois demitiu-se e não mais regressou à vida política activa.
Foi fundador da «Gazeta das Caldas» e fez parte da rede de sábios dos finais do séc. XIX e princípios do séc. XX. A acumulação de saberes locais levou a proferir um dia uma frase lapidar. «A unidade de Portugal é feita de enorme riqueza de diversidades regionais.»
(continua)
jcl

As comemorações dos 150 anos do nascimento de Joaquim Manuel Correia organizadas pela Câmara Municipal do Sabugal e a empresa municipal Sabugal+ em colaboração com a família do autor arrancaram no dia 5 de Abril no Auditório Municipal do Sabugal com uma palestra e o lançamento editorial do romance inédito «Celestina» escrito em 1904. Completa-se assim a triologia de romances raianos, escritos nos finais do séc. XIX e princípios do séc. XX e que inclue a «Rosa da Montanha», de António José de Carvalho (1871) e «Maria Mim», de Nuno de Montemor, publicado em 1939.

Familia de Joaquim Manuel CorreiaAs comemorações dos 150 anos do nascimento de Joaquim Manuel Correia no dia 5 de Abril, no Auditório Municipal do Sabugal, foram abertas por Norberto Manso, presidente da Sabugal+ que deu as boas-vindas a todos os presentes.
«Estamos aqui para recordar o homem, a obra e alguns aspectos da vida do homenageado. Vamos ouvir durante a manhã as intervenções dos ilustres palestrantes convidados aos quais aproveito para agradecer a sua disponibilidade e na parte da tarde estamos todos convidados para o lançamento da edição do livro Celestina, um romance inédito de Joaquim Manuel Correia», salientou Norberto Manso no seu discurso de abertura finalizando com a apresentação da neta do autor, Natália Correia Guedes, a quem deu a palavra.
«É um dia muito importante para a família. A figura do meu avô não teria tido relevo se o seu filho Fernando Correia não tivesse contribuído para isso. A família sente-se muito honrada com a homenagem que a Câmara Municipal do Sabugal, a quem saudo na pessoa do seu presidente, lhe faz», começou por dizer Natália Correia Guedes recordando de seguida o percurso da família e do avô que «tinha paixão pela Ruvina, pelo Sabugal e de um modo geral pela Beira. Depois de se formar em Coimbra foi colocado no Litoral, em Peniche, teve uma breve estadia no Sabugal e voltou novamente ao Litoral para as Caldas da Rainha. Toda a minha vida houve um corte com o Sabugal. O regresso às origens deu-se agora com o regresso da família com o herdo da Quinta da Telhada na Ruvina. O meu avô emigrou para o Litoral e agora nós emigrámos para o Sabugal.»
A neta do escritor considerou ainda que a interioridade é qualidade de vida e descoberta para as novas gerações do prazer do campo. «As gerações urbanóides nunca ouviram matar um enxame de abelhas nem um javali bater à porta», poetizou.
«Felicito-vos por todos aqueles ficaram e que nos transmitem. Já começámos a recuperar as casas e os moinhos da quinta e tivemos o prazer de conhecer novos primos que não sabíamos que existiam. Queria agradecer em especial à Irmã Felicidade que nos recebeu no Colégio de Cristo-Rei, na Ruvina, como se fosse a nossa casa. É nosso desejo que actas desta conferência sejam publicadas em breve», disse a terminar.
O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito, tomou a palavra para dar as boas-vindas, em nome do município, a todos os prelectores e à família do homenageado.
– Um concelho sem história não pode ter futuro! Não há dúvida que o autor escreveu o livro das memórias para que o castelo e o Sabugal nunca fosse esquecido. Joaquim Manuel Correia amava o concelho e pretendia acima de tudo dá-lo a conhecer. Conheci «pessoalmente» o autor ruvinense no Liceu da Guarda pelo livro Terras de Ribacôa apesar de ser muito difícil de consultar porque estava esgotado em todo o lado. Recordo que em 1988 o município sabugalense reeditou o livro. Em boa-hora, acrescento!
O presidente aproveitou, ainda, para destacar o «seu» concelho…
– Há algum tempo atrás fiquei a saber de um romance sem título definitivo que falava sobre os usos e costumes da nossa região. A família mostrou a sua disponibilidade para conversar e estamos em condições de afirmar que, por protocolo, houve uma cedência dos direitos dos livros Terras de Ribacôa e de Celestina a favor do património municipal. O concelho do Sabugal sendo um concelho do Interior é esquecido porque não aparece nas televisões mas… somos um concelho com muita qualidade de vida.
O período introdutório das comemorações terminou, assim, com a intervenção de Manuel Rito Dias, presidente da Câmara Municipal do Sabugal.

(Continua.) (Este trabalho de reportagem, dividido em seis partes, obrigou a uma preparação cuidada e vai ser publicado por fases e de acordo com a disponibilidade temporal do autor. A sequência completa e seguida pode ser lida na categoria «Cultura» / «Joaquim Manuel Correia».)
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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