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Por decisão da Câmara Municipal do Sabugal, a gestão das Zonas de Caça Municipais passa a ser da inteira responsabilidade do Município, pondo termo a uma parceria que o mesmo mantinha com a Coacaça (União das Entidades Gestoras de Caça e Pesca do Sabugal).

A cooperação entre a Coacaça e o Município já revelava problemas desde há alguns meses e no final do último Verão levara a uma substancial diminuição nos apoios financeiros por parte do Município.
Porém os desentendimentos culminaram com a presença do presidente da Coacaça, Carlos Nabais, na reunião de Câmara do passado dia 18 de Janeiro, onde reconheceu que a Côacaça não conseguiu implementar por inteiro o projecto inicial, nomeadamente pelo facto da Câmara Municipal, embora subsidiando as actividades, não ter colaborado suficientemente no desenvolvimento do projecto. Essa falta de cooperação deveu-se sobretudo à «falta de vontade dos técnicos da Câmara».
«Parece que há vontade de que a Coacaça não tenha sucesso, o que dificulta o bom desenvolvimento do projecto», disse Carlos Nabais perante o presidente e os vereadores.
Face à situação, a opção era simples, segundo Carlos Nabais: «Ou a Coacaça toma conta da gestão das municipais definitivamente ou passa a Câmara a tomar conta das zonas municipais, como até aqui, porque, como já percebi, a cooperação entre as duas entidades não funciona».
Na mesma reunião o presidente António Robalo propôs ao executivo municipal que a gestão das zonas de caça municipais passasse para a Coacaça. A proposta foi porém rejeitada com os votos contrários dos eleitos do PS e do vereador Joaquim Ricardo, votando favoravelmente o presidente e os vereadores do PSD. A votação aconteceu após farta discussão e culminou na apresentação de declarações de voto.
A vereadora Sandra Fortuna, em nome dos socialistas, declarou entender «que os técnicos da Câmara são capazes de fazer uma óptima gestão das Reservas Municipais e a Câmara tem todas as condições para desenvolver um bom projecto».
Joaquim Ricardo declarou que «o Município teria tudo a ganhar com a parceria estabelecida se fosse pacífico o relacionamento entre as duas entidades, ou seja, se cada um fosse capaz de levar a cabo os compromissos assumidos, mas isso nunca aconteceu e nunca acontecerá».
São três as concessões de caça do Município: Sabugal Oeste, Médio Côa e Serra do Homem de Pedra.
plb

O meu preferido entretém nas horas mortas era serigaitar pelos campos em busca dos animais bravios. Já meu pai, que Deus haja, era, para além de lavrador, um valente monteiro e foi com ele que aprendi a lidar com a clavina e a bater tojeiros, silvedos e tourais à cata de coelhos e lebres.

A bem dizer, isso de caçar estava-me no sangue desde garoto, pois logo cedo afinei a pontaria com a fisga e montei costis para filar tordos e gaios. Era o inimigo número um da passarada, entre os catraios do povo, para além de mestre a armar laço, arçolhos e ferros nos locais apropriados. Em casa havia sempre fartura de coelhos e perdizes, quando me dispunha dar uma volta pelo campo. E mais não haveria por a vida de contrabandista e negociante não me deixar muito tempo vago para me dedicar a tais artes.
Em geral caçava sozinho, com a singela companhia da Doninha que, fairando e embrenhando-se nos matagais, fazia a caça sair para campo aberto, onde eu lhe apontava e chapeava chumbo. Mas também gostava de uma boa carava, sempre se convivia e botava faladura, enquanto se percorriam as tapadas ou quando se abancava a emborcar uma mastiga.
Um dos meus nobres comparsas nestas lidas, quando havia ocasião, era o padre Hilário, da Vila do Touro. Era um artista a apontar a espingarda e matreiro ao ponto de se aprochegar, de manso, dos tourais e chumbar os coelhos quando estercavam. Embora barrigana e com ares de lapão, tinha genica que chegasse para trepar a eito pelos cerros e seguir de rota segura em direituras dos barrocais onde abundava caça. Era também homem reinadio e tagarela como poucos. Não fora a sotaina, que até quando seguia pelo mato envergava, e ninguém diria tratar-se de um sacerdote da Madre Igreja.
O padre Hilário apreciava da minha carava, pois também eu era folgazão e advertido e sabia-me deslocar ao esconde-esconde pelos montes, mexendo-me como uma verdugueira quando quer abocanhar um pássaro. Fazíamos uma boa dupla na caça.
Há muito tempo, vivi com ele uma parte, que agora lhes vou contar.
Num mercado da Vila do Touro, que se fazia todas as últimas quintas-feiras do mês, e a que raro faltava, fui ter com o dito prior, pois ele era, além de grande amigo, o meu confessor. Ficou ufano com a minha presença e foi comigo ao confessionário onde, por seu intermédio, prestei contas com Deus. Feita a obrigação, deu-me de cear e logo ali se fez a combina. Ele dava-me dormida na tarimba que tinha montada no paranho e na madrugada chegante íamos caçar.
Descansei o corpanzil em riba duma facha de palha, mas logo que o galo cantou, puxei a clavina do alforge e meti o bornal, com o farnel que trouguera, a tiracolo. Na cozinha rilhámos uma côdea e ala, seguimos à vida.
Por toda a manhã percorremos os cabeços pedregosos de Vale Mourisco, local onde a bicheza bravia abundava e nós conhecíamos a pente fino.
A meio da manhã chegou-se-nos a nainita e decidimos manjar qualquer coisa. Descemos do Cabeço do Peneducho e estacionámos numa achada, à beira de uma presa com água limpa. Saquei então de um fatronco de pão centeio, de uma bela chouriça e de um valente naco de presunto apimentado. Espantou-se o padre Hilário com tal fartança.
– Ó Tosca! Que diabo. Nem pareces temente a Deus!
– Ora essa, sou um pobre pecador que anda sempre pronto a dar contas ao Senhor.
– Então e hoje, que na liturgia é dia de jejum e abstinência, trazes carne prá manja?
– Tem razão Vossa Reverência – disse-lhe, coçando o tutano – nem tal coisa me veio à lembrança!… Onde raio estava com a cachimónia?!
O padre enrugou a fronte, dando ares de desassossego.
– E passaremos fome? – procurou-me.
– Que hemos de fazer? Se é jejum, jejuamos, cumprindo a obrigação… E que boa posta de bacalhau lá tinha na arca! – lamentei-me.
O abade olhou de esguelha para a chouriça e para o presunto, todo a lamber-se e a lamentar-se de ficar com o odre vazio. Botou então o gadanho ao nagalho da chouriça, levantou-se e chegou-se perto do bueiro, onde a mergulhou na água fria e a fez boiar de um lado para o outro. Tirou-a depois e, virando-se para mim:
– Já nadou Tosca! E se nadou é peixe! Vamo-nos a ela!
– Mas, se é pecado?
– Qual pecado, homem de Deus? Desde quando não se come peixe na Quaresma? Passa cá a naifa que já vai num ai.
Dado o ousio do padre atirei-me ao farnel e ali nos alambazámos, enchendo o fole.
Paulo Leitão Batista, «Aventuras de um velho contrabandista»

leitaobatista@gmail.com

A Coacaça, associação que reúne a generalidade das entidades gestoras de caça e pesca do concelho do Sabugal, viu-se obrigada a ajustar o plano de actividades para os anos de 2011 e 2012, perante o facto do Município do Sabugal ter reduzido substancialmente os apoios financeiros à sua actividade.

A Assembleia Geral da Côacaça reuniu no dia 14 de Outubro, a fim de analisar a nova situação. Os 30 mil euros que o Município se propõe transferir para a associação, em resultado de um protocolo a celebrar entre as duas entidades, obrigará a uma reestruturação da actividade a executar com o objectivo de corresponder aos compromissos com a autarquia, que é parte interessada no desenvolvimento da actividade da associação.
Face às dificuldades e à previsível diminuição dos apoios financeiros, não foram renovados os contratos com os cinco funcionários que a associação dispunha. A situação inviabilizará a celebração de outros cinco contratos, podendo porém celebrar-se dois ou três, tudo dependendo dos termos em que ficar definida a reestruturação do plano de actividades, que ficou decidido efectuar.
A Côacaça propõem-se gerir e implementar alguns projectos que, através do exercício da caça e da pesca, contribuindo para a dinamização económica e turística do concelho do Sabugal. Entre os projectos que a associação e a Câmara Municipal vão protocolar com o Município estão actividades como: a limpeza dos pontos de água nas zonas de caça municipais, a organização e promoção de batidas, montarias e torneios de pesca, a fiscalização do exercício da caça e da pesca nas zonas concessionadas e fazer repovoamentos de espécies piscícolas e cinegéticas.
A associação, enquanto união das entidades gestoras de caça e pesca no concelho do Sabugal, integra as concessões: Zona de caça Municipal do Sabugal Oeste, Zona de Caça Municipal do Médio Côa, Zona de Caça da Serra do Homem de Pedra, Concessão de Pesca Desportiva do Sabugal.
O Município do Sabugal encontrou na Côacaça um parceiro estratégico para a gestão e a exploração dos recursos de caça e pesca do concelho, os quais são um factor estratégico de desenvolvimento económico e turístico que importa aproveitar. A associação tem gerido a exploração desses recursos com uma maior proximidade do aquela que o Município teve enquanto desempenhou algumas das actividades agora atribuídas à associação.
plb

Militares da GNR, da Secção de Investigação Criminal do Comando Territorial da Guarda, efectuaram uma busca domiciliária numa residência em Adão, concelho da Guarda, tendo apreendido duas armas de fogo ilegais, uma caçadeira de calibre 12 mm e uma pistola de calibre 6,35 mm.

Operação STOP da GNRSegundo o comunicado semanal da GNR da Guarda, a apreensão aconteceu no dia 6 de Outubro, no âmbito de um inquérito a correr termos no Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Especificas, por crime de violência doméstica. Para além das armas foram ainda apreendidos 15 cartuchos e 9 munições.
Em consequência da descoberta das armas e munições ilegais, foi detido o homem residente na morada, de 57 anos de idade, que foi presente ao Tribunal Judicial da Guarda, que o sujeitou à medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
No dia 3 de Outubro, o Núcleo de Investigação Criminal de Pinhel deteve em flagrante delito, dois indivíduos de 42 e 58 anos de idade, residentes em Ervedosa, concelho de Pinhel, por crime de burla a um casal de idosos, residentes em Coriscada, concelho de Mêda. Os suspeitos tentavam celebrar um negócio de venda de um animal de raça asinina (um burro), aproveitando-se da idoneidade e vulnerabilidade do casal, para receberem em troca uma quantia mais elevada do que o real valor do animal, pressionando constantemente as vítimas.
Os factos foram participados ao Tribunal Judicial da Mêda, sendo imposta aos detidos a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Marcando o início da época venatória, a GNR levou a efeito, no dia 5 de Outubro, uma acção de fiscalização em todo o distrito da Guarda, tendo em vista verificar a legalidade do exercício da caça por meios e métodos contrários aos legalmente definidos, quer nos locais autorizados para a sua prática, quer nos itinerários de acesso e regresso dos mesmos. Foram fiscalizados 150 caçadores, o que resultou na elaboração de seis autos de contra-ordenação por diversas infracções à legislação da caça. Foi ainda apreendida uma arma de caça, sete cartuchos e respectivos documentos, uma vez que o caçador tinha a validade da carta de caçador expirada.
plb

Eu José Leal, na qualidade de Presidente da Associação de Caça e Pesca dos Foios, tenho procurado que tudo corra da melhor maneira. Mas nem sempre é fácil, visto que os dinheiros são escassos e governar-mo-nos apenas com o dinheiro das quotas dos associados é muito complicado.

No tempo em que era Presidente do Município o Sr. Eng.º Morgado e o Sr. Manuel Rito Vice-Presidente, foi-nos concedida uma pequena – para nós grande – verba que deu para procedermos a alguns trabalhos no edifício que nos serve de sede. Antigo Posto da Guarda Fiscal que é propriedade da Junta de Freguesia mas que cedeu à Associação de Caça e Pesca enquanto existir.
No passado ano tivemos que proceder ao levantamento do telhado, que era de madeira e se encontrava em muito mau estado.
Para nos podermos abalançar em todos os trabalhos que era necessário levar a efeito tivemos que também contar com a colaboração da Junta de Freguesia que nos ajudou e nos continua a ajudar.
Visto todos termos consciência das enormes dificuldades financeiras decidi, como Presidente, mobilizar o maior número possível de associados e hoje, dia 21 de Maio, os quinze caçadores que responderam à chamada trabalharam afincadamente nas mais diversas tarefas. Uns nivelaram e cimentaram os pátios e outros pintaram o edifício.
Visto que também dou um jeito na cozinha preparei um merecido almoço para todos aqueles que decidiram comparecer e trabalhar no edifício que é, afinal, de todos.
Como já vem sendo habitual também este ano vamos organizar, no pavilhão multiusos, a festa dos caçadores no dia 10 do próximo mês de Junho.
Para esta festa é convidado todo o povo porque é uma maneira de agradecer e reconhecer todos os proprietários dos terrenos que estão integrados na reserva de caça associativa.
José Afonso Leal (Presidente da Associação de Caça e Pesca dos Foios)

O concelho do Sabugal esteve incluído na realização de uma operação de combate à criminalidade, realizada pelo comando da Guarda da GNR, com incidência na fiscalização a estabelecimentos de diversão nocturna, onde foram detidos indivíduos que exerciam ilegalmente a profissão de seguranças. Em Seia e em Manteigas a GNR deteve caçadores furtivos.

gnrEm 22 de Janeiro, o Comando Territorial levou a efeito uma operação de prevenção da criminalidade, realizada nos concelhos de Sabugal, Seia, Celorico da Beira, e Trancoso, onde foram inspeccionados oito bares e controladas 31 pessoas. Foram efectuadas três detenções pelo exercício ilegal da função de segurança privada e uma outra por autorizar o exercício dessa função de segurança. Foram ainda notificadas para comparecerem no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, três cidadãs brasileiras que se encontravam em situação ilegal no território nacional.
Segundo a nota semanal da GNR, no dia 18 de Janeiro, foi detido, em flagrante delito, um indivíduo de 48 anos de idade, residente no Sabugueiro, concelho de Seia, empregado na restauração, por crime de caça ilegal. O indivíduo encontrava-se a transportar um javali que tinha abatido, sendo-lhe apreendida a arma de caça, cinco laços em cabo de aço e a viatura que utilizava. Presente ao Tribunal Judicial de Seia ficou a aguardar a leitura da sentença.
No dia 20 de Janeiro, foi também detido em flagrante um indivíduo, reformado, de 64 anos de idade, residente na Guarda, por andar a caçar em local não autorizado através de meios não permitidos. O detido caçava aos tordos numa zona de caça para a qual não estava autorizado, utilizando como método um chamariz que lhe foi apreendido, bem como a arma de caça e 28 cartuchos. Presente ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira foi-lhe aplicada a multa de 270 euros e a sanção acessória de inibição de caçar (cassação da carta de caçador).
Durante a semana passada a GNR efectuou ainda quatro detenções por condução sob o efeito do álcool e duas por condução sem habilitação legal.
Para além das ocorrências de natureza criminal que motivaram a detenção dos seus autores, registaram-se outras ocorrências criminais, de que se destacam 23 furtos, oito casos de ofensas à integridade física, seis actos de dano, cinco situações de injúrias, duas de ameaça, duas de violência doméstica, uma de burla e uma de falsificação.
Registaram-se 25 acidentes de viação, sendo 17 em resultado de colisão, seis por despiste e dois por atropelamento. Destes acidentes resultaram sete feridos leves.
Entre os dias 18 e 21 de Janeiro, realizaram-se 23 acções de sensibilização subordinadas aos temas «Comunicar em Segurança – Internet Segura» e «Violência na Escola», em estabelecimentos de ensino dos concelhos de Celorico da Beira, Sabugal, Seia, Pinhel, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo, em cujas acções estiveram presentes 416 alunos e 31 professores.
plb

Está marcada para os dias 11 a 14 de Novembro, na cidade da Mêda, a I Feira da Caça, Floresta e Produtos Regionais, organizada pela Câmara Municipal da Mêda, em parceria com a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda.

Feira Caça Floresta Produtos Regionais Mêda

A caça em Portugal tem raízes profundas e hoje reconhece-se a importância do ordenamento do espaço e da gestão sustentada deste importante recurso económico. Com efeito, a caça quando bem gerida pode ser a base de uma importante actividade económica, mas o seu valor aumenta, ainda mais, quando se desenvolve nas zonas mais deprimidas do nosso país, onde a agricultura e a silvicultura encontram algumas dificuldades. A caça é hoje uma actividade que contribui para o aumento do rendimento das explorações agrícolas e para o rendimento das comunidades locais, incentivando a associação. É por isso um importante contributo para o desenvolvimento rural.
O Município de Mêda e a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda (ACCPM), pretendem com este certame divulgar o património cinegético, natural, gastronómico e paisagístico do concelho.
Este evento conta com várias áreas de exposição relacionadas com a caça, produtos regionais, exposição e venda de vinhos locais, tasquinhas com pratos e petiscos de caça, animação e diversas actividades ligadas à temática do evento.
No dia dedicado à floresta irá ter lugar o 1.º Encontro de Sapadores Florestais do Distrito da Guarda, e um colóquio tendo como temática a Protecção Civil.
Paralelamente à Feira irão ser realizadas montarias ao javali (dias 11 e 13), largadas de perdizes (dia 14) e de pombos (dia 12), demonstrações de St. Huberto e de Cetraria (dias 13 e 14), Laser Shot, animação musical, visitas turísticas aos produtores de vinho locais, e um magusto, que irão animar o programa da Feira. Durante os dias em que decorre o certame, os restaurantes do concelho aderentes irão confeccionar, especialmente para estes dias, diversos pratos de caça de forma a divulgar a gastronomia local com os produtos regionais do concelho.
Os interessados em participar nas actividades de caça (montarias e largadas) devem proceder à sua inscrição até sábado, 30 de Outubro através da ACCPM (telemóvel 961 509 491).
jcl (com Turismo da Mêda)

A Guarda Nacional republicana deteve na zona de Pinhel um caçador por falta de licença de uso e porte de arma. Durante a semana transacta a GNR efectuou ainda fiscalizações à floresta e à circulação de mercadorias, tendo procedido a um total de 16 detenções e registou mais de 70 ocorrências criminais, 30 das quais por furto.

GNRSegundo o comunicado semanal do comando territorial da Guarda, a GNR realizou no dia 22 de Agosto uma operação de fiscalização do exercício da caça, por ocasião da abertura do acto venatório de 2010, direccionada para a caça às aves migratórias de verão. Durante a operação foram fiscalizados 23 caçadores, sendo um deles, detido por crime de falta de licença de uso e porte de arma de caça e elaborados dois autos de contra-ordenação por infracções à legislação da caça. Foram ainda apreendidas duas armas de caça e 48 cartuchos. O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Pinhel, sendo-lhe aplicada, como medida de coação, Termo de Identidade e Residência.
Durante a semana foram detidos 16 Indivíduos pelos seguintes motivos: 10 por crime de condução sob o efeito do álcool, um por resistência e coação sobre militar da GNR, um por injúrias, ameaças e difamação a militares da GNR, um por desobediência, um por caça ilegal e dois por mandado judicial.
Foram elaborados 299 autos de contra-ordenação, pelas seguintes infracções: 273 à legislação rodoviária, 21 à legislação da natureza e ambiente e 5 à legislação policial.
Para além das ocorrências de natureza criminal que motivaram a detenção dos seus autores, registaram-se outras ocorrências, das quais se destacam: 30 furtos, 11 danos, sete ofensas à Integridade Física , 11 ameaças, 12 actos de violência doméstica, oito incêndios florestais, duas injurias, uma burla.
Registaram-se 33 acidentes de viação, resultando 23 de colisão, oito de despiste e dois de atropelamento (de animais). Dos sinistros resultaram um ferido grave e oito feridos leves. Após análise sumária das causas dos acidentes registados, a GNR apurou que a causa provável da sua maioria foi a velocidade excessiva e o desrespeito pela cedência de passagem e pela distância de segurança.
plb

A Portaria n.º 412/2010, de 28 de Junho, renovou a zona de caça municipal da Serra do Homem da Pedra e a Portaria n.º 451/2010, de 29 de Junho, renovou a zona de caça municipal do Médio Côa, situadas no município do Sabugal.

Zona Caça Municipal - SabugalEm 2004 foram criadas pelas Portarias nos. 142/2004, e 144/2004, de 12 de Fevereiro, as zonas de caça municipais da Serra do Homem da Pedra (2236 ha) e do Médio Côa (6116 ha), situadas no município do Sabugal. As concessões eram válidas por seis anos e a sua gestão foi transferida para o município do Sabugal que requereu as suas renovações.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural o Secretário de Estado do Ambiente cumpridos os preceitos legais e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo Despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território pelo Despacho n.º 932/2010, de 14 de Janeiro, publicaram em Diário da República as Portaria 412/2010, de 28 de Junho e 451/2010, de 29 de Junho, renovando as transferências das zonas de caça municipais da Serra do Homem da Pedra e do Médio Côa.
Zona de Caça Municipal da Serra do Homem da Pedra (2236 ha) – Terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Aldeia Velha, Alfaiates, Nave, Quadrazais, Soito e Vale de Espinho, todas no município do Sabugal.
Zona de Caça Municipal do Médio Côa (6116 ha) – Terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Aldeia da Ribeira, Badamalos, Bismula, Nave, Quadrazais, Rapoula do Côa, Rebolosa, Rendo, Ruivós, Ruvina, Sabugal, Soito, Vale das Éguas, Valongo do Côa, Vila Boa e Vilar Maior, todas no município do Sabugal.

Portaria n.º 412/2010, de 29 de Junho. Aqui.
Portaria n.º 451/2010, de 29 de Junho. Aqui.
jcl

A Festa da Caça decorreu nos dias 1 e 2 de Maio na freguesia do Casteleiro. A reportagem da Local Visão Tv (Guarda) tem a assinatura da jornalista Paula Pinto com imagem de Sérgio Caetano.

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

Nos próximos dias 1 e 2 de Maio, o Casteleiro vai ser palco da 1ª Edição da «Festa da Caça», uma iniciativa da Junta de Freguesia que pretende potenciar o desenvolvimento da Aldeia apostando nas vertentes cultural, de animação, valorização do património e dos produtos locais existentes.

Esta iniciativa tem ainda por meta vir a constituir-se, pela sua repetição anual, como pólo de atractividade e alavanca decisiva no combate à progressiva desertificação a que temos vindo a assistir nos últimos anos.
A 1ª edição da «Festa da Caça do Casteleiro» aposta num programa de qualidade e diversificado, quer a nível da sua estrutura base, quer dos intervenientes. Assim, durante os dias do evento, a Festa irá «ocupar» todos os largos da Freguesia, que os visitantes serão convidados a percorrer, assistindo a diversas actividades temáticas e de animação que decorrerão em permanência.
Igualmente nos dois dias de Festa, mais de duas dezenas de stands exibirão produtos e artesanato local e da região, produtos da terra e os visitantes poderão ainda efectuar passeios a cavalo e de charrette.
A Festa inicia-se no sábado (dia 1 de Maio) com uma largada de perdizes a que se seguirão uma demonstração de «Cães de Parar» e uma mostra de cães de caça. A falcoaria marcará presença com várias demonstrações ao longo do dia. A animação de rua estará a cargo do grupo «Velha Gaiteira» e, no palco principal, actuarão a Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor e o Grupo Musical «Osíris».
No domingo, um grupo de acordeões animará as ruas e largos da freguesia e actuarão o Grupo de Cantares de Santa Maria e o Rancho Folclórico de Valverde. Ao longo do dia terá lugar um Mostra de Cães Serra da Estrela, uma demonstração de cães pela equipa cinotécnica da GNR e todos terão a possibilidade de praticar tiro com arco, besta e zarabatana. As tasquinhas, com ementas de pratos de caça, estarão abertas em permanência durante os dias da festa.
Para a realização deste evento, a Junta de Freguesia conta com o apoio decisivo do Clube de Caça e Pesca do Casteleiro e ainda da Câmara Municipal do Sabugal, Empresa Municipal Sabugal+, Federação de Caça e Pesca da Beira Interior e o patrocínio do RaiHotel (Sabugal).
António José Marques
Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro

O Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso vai receber a 3.ª edição da Feira de Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural nos dias 6 e 7 de Fevereiro de 2010.

Vilar FormosoO evento, organizado pela Câmara Municipal de Almeida, em colaboração com a Federação da Beira Interior, Associação Recreativa de Nave de Haver e o Clube de Caça e Pesca de Vilar Formoso, visa valorizar, promover e divulgar o património cinegético, natural, paisagístico e gastronómico bem como os serviços e actividades relacionadas com o sector da caça, pesca e do mundo rural.
Para além das áreas de exposição relacionadas com a caça, pesca, mundo rural – produtos agro-alimentares regionais e tasquinhas com petiscos e pratos confeccionados à base de caça e pesca, o certame conta com um leque de actividades diversificadas: Montaria ao Javali, Prova de St. Huberto, Demonstração de Cetraria, Tiro ao Prato Virtual, Exposição de Fauna Viva e Espécies Cinegéticas.
No decorrer da feira, os visitantes poderão, ainda, desfrutar da constante animação com grupos musicais regionais.
O Programa da Feira inclui no sábado, 6 de Fevereiro, Montaria ao Javali (Associação Recreativa de Nave de Haver), animação musical com o Grupo de Bombos das Donas (Fundão), demonstração de Cetraria, demonstração de cães (equipa cinotécnica da GNR) e espectáculo de música popular com o Grupo de Cantares «Os Mata Brava». Para domingo estão previstos: demonstração de Aves de rapina, animação musical com o Grupo de Cavaquinhos de Louriçal (Pombal), demonstração de cães (equipa cinotécnica da GNR) e prova de Santo Huberto (Clube de Caça e Pesca de Vilar Formoso).
A feira conta ainda com actividades permanentes como o tiro ao prato virtual, passeios a charrette, exposição e prática de falcoaria, exposição de fauna viva e espécies cinegéticas, tasquinhas e animação de rua.
jcl (com Turismo Municipal de Almeida)

JOAQUIM SAPINHO

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