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Independentemente da cor política de cada um, a polémica transferência de mais 50 milhões de euros anuais para a Madeira conseguiu pôr-nos os cabelos em pé, sobretudo aos que residem no Interior.

Madeira e Beira Interior

António Cabanas - «Terras do Lince»Não porque não gostemos da Madeira, ou porque tenhamos alguma pedra no sapato com o Dr. Alberto João. Como não gostamos de nivelar por baixo, achamos que os madeirenses merecem tudo o que têm direito. Note-se que essa verba representa uma ínfima parte do que é transferido para aquela região autónoma pelo estado e pela UE e, vistas bem as coisas, é uma gota no oceano da nossa dívida pública. Mas em face das dificuldades que Portugal atravessa e da pobreza que alastra escondida por algumas regiões do continente, fiquei a pensar com os meus botões que este não é um país normal.
Apesar de ser pouco, distribuído pelos 25 concelhos da Beira Interior (distritos de Castelo Branco e Guarda), esse dinheiro daria, em cada ano, 2 milhões por município, o suficiente para cada um acudir às dificuldades com que se debate. Comparando áreas geográficas, estaríamos a beneficiar um território incomparavelmente maior – só o Sabugal tem mais área que a região madeirense. Já no que respeita à população, a Madeira é hoje muito povoada (o dinheiro atrai pessoas!), mas ainda assim tem menos gente que a Beira Interior, aproximadamente 245 000 habitantes, contra os 381 000 da nossa região. Se, da mesma forma, nos baixassem o IVA para 14%, poderíamos atrair investimento, e, em poucos anos, teríamos uma média de riqueza, pelo menos igual à média nacional. Mas não, enquanto uns vivem à grande, outros que apertem o cinto!
Se houvesse um referendo nesta altura sobre a independência da Madeira, sentir-me-ia tentado a votar a favor: dê-se-lhe a independência! Claro que é apenas o desabafo invejoso, de quem gostava de ter as mesmas armas, porque o que esteve mal até aqui não foi a Madeira receber mais que as outras regiões, o que esteve mal, foi o interior receber menos que a Madeira. Mas este não é um país de gente normal, nem de um parlamento normal, nem de um governo normal e muito menos de uma oposição normal. Neste capítulo, tenho que dar razão a Alberto João quando se refere ao contenente, como um país de doidos.
Como estamos em maré de números, vem a propósito a notícia desta semana de que os quatro grandes bancos privados portugueses BES, BCP, BPI e Santander Totta deram lucro em 2009. Finalmente uma boa notícia, diríamos, numa situação normal. Com a economia a afundar-se, com notícias quase diárias de fábricas a fechar, do desemprego a subir em flecha, das contas públicas em derrapagem, do governo a cair a pique, dita assim, esta parecia ser mesmo a melhor notícia da semana. Mas não é.
É que, para um cidadão normal, num país normal, com uma formação moral normal, os bancos arrecadarem quase 1,5 mil milhões, quando se pede aos portugueses que apertem o cinto, só pode considerar-se uma partida de carnaval! Mas como este não é um país normal, nem de gente que regule bem, – porque se regulasse já se teriam revoltado há muito – tudo é admissível. Então a uns, congela-se o salário, e a outros, permite-se o jackpot!?
Quanto poderia ser feito com um bilião e meio de euros!? Daria, por exemplo, para fazer metade do tal aeroporto de Lisboa! Dois anos de lucros bancários dariam para pagar toda a obra! Ou então, para fazer a nova travessia do Tejo e pagar as SCUTs durante um ano! Daria para o Aeroporto Regional da Beira Interior e sobraria muito dinheiro! Acham muito? Só estamos a falar do lucro de 2009, mas em 2006 foi semelhante e em 2005 a banca arrecadou só 3 mil milhões de euros! Coisa pouca!
Fico com saudades do Vasco Gonçalves e das nacionalizações!
Quando a banca, por culpa própria, e por ganância desmedida, quase se afundava e nos afundava a todos, o estado, ou seja o contribuinte, que pagasse as favas! E pagou! Quando dá lucros usurários e escabrosos porque nos esmifram até ao tutano, aqui del-rei que não se pode tocar nos prémios dos banqueiros sob pena dos expertos debandarem para outro país. Deixá-los ir! Até seria bom, com banqueiros menos expertos, mais ficará no bolso dos clientes.
Durante o auge da crise financeira, dizia-se que nada ficaria como dantes. E não ficou, ficou pior! Ninguém tem coragem de tocar nos agiotas! Eu diria que não tardará que tudo volte à santa paz da gestão experta: das offshores, dos investimentos nos paraísos fiscais, do capitalismo selvagem e da banca a pagar 15% de IRC enquanto o resto da economia paga 25%.
Somos ou não um país de doidos!?
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

O Museu do Oriente comemorou este sábado, 9 de Maio, o primeiro aniversário. O Capeia Arraiana esteve à fala com a sua directora, Natália Correia Guedes, doutorada em Museologia e com fortes ligações ao concelho do Sabugal onde passa com a família «os tempos livres possíveis» na sua quinta recuperada, junto ao rio Côa, em Vale das Éguas.

Natália Correia Guedes - Museu do OrienteA conversa com Natália Correia Guedes deu pano para mangas, ou para sermos mais rigorosos, para várias exposições. Ouvir falar de cultura a quem sabe e depois escolher o mais importante para escrever faz-nos perceber as dificuldades dos comissários das exposições quando seleccionam obras de arte. Abrindo uma excepção vamos dividir em duas partes a entrevista à directora do Museu do Oriente.
– No dia 9 de Março o Museu do Oriente festeja o seu primeiro aniversário…
– Até agora já visitaram o Museu cerca de 130 mil pessoas. A exposição inaugural «Máscaras da Ásia» foi prolongada em virtude do sucesso estando agora a ser desmontada. Durante este primeiro ano decorreram oficinas, workshops, conferências, cursos… espectáculos e concertos que esgotaram os 360 lugares do auditório, enfim, uma grande actividade paralela e onde se incluem as exposições, permanentes e temporárias, de gravura e fotografia.
– Há uma grande aposta nas escolas e nas crianças…
– Exactamente. É uma aposta prioritária. Há agendamento para visitas de escolas praticamente todos os dias. Os monitores fazem visitas guiadas sobre temáticas como, por exemplo, a presença portuguesa na Ásia ou marfins indo-portugueses. As escolas e os professores podem pedir visitas de estudo sobre temas que estejam a desenvolver nas aulas. Em tempos de contenção ter guias especializados em cada uma das matérias poderia obrigar a custos elevadíssimos mas o Museu do Oriente implementou um esquema inovador, pioneiro, que não implica a permanência do monitor. Há que conciliar os pedidos com a chamada do monitor e ele vem quando é necessário e consoante as disponibilidades sendo a despesa coberta com a receita. Os visitantes sabem que vão ter à sua espera um especialista e não um generalista. Imaginemos que as crianças querem um teatro. O monitor é igualmente actor e pode fazer um pequeno teatro relacionado com sombras chinesas, com marionetas ou teatro tailandês.
– Há muitos especialistas em Portugal sobre a cultura chinesa?
– Alguns. Começa a haver e a maior parte são antigos bolseiros da Fundação Oriente que estiveram em Macau, Timor ou Índia a fazer investigação nas áreas da História ou da Arte. Ou fotógrafos de renome. A próxima exposição temporária «Portulíndia» é uma exposição de fotografia comparativa entre Portugal e a Índia de um antigo bolseiro da Fundação.
– É um retorno do investimento da Fundação Oriente nos seus bolseiros…
– Exactamente. Até agora todas as exposições são da autoria de antigos bolseiros. A exposição «A obra de Edgar Martins» estava no Museu do Oriente quando o autor foi o vencedor do Prémio BES. Foi o máximo. Quando ganhou o prémio tinha aqui a exposição. A próxima exposição, do pintor Fausto Sampaio, vai ser inaugurada no primeiro aniversário. O artista andou pelas antigas colónias do Oriente, Índia, Timor e Macau.
– Ao fim do primeiro ano o Museu já está a seu gosto?
– Um Museu é uma obra em permanente evolução, em permanente actualização. Em matéria temática ainda faltam muitas iniciativas mas o que pretendemos é interessar é a comunidade. O nosso objectivo é interessar os portugueses e os estrangeiros com colecções afins para nos virem visitar e conhecer. Pretendemos promover o Museu nas zonas do Interior. Ainda há muito português que não consegue vir a Lisboa com facilidade.
– Há excursões para visitar o Museu do Oriente?
– Sim. De todo o País. A semana passada, por exemplo, tivemos um autocarro de Castelo Branco.
– E do Sabugal?
– Do Sabugal nunca aconteceu.
– A estratégia e a programação incluem levar as exposições do Museu do Oriente a locais que reúnam condições de preservação e segurança…
– A vereadora da cultura da Câmara de Leiria veio visitar o Museu e mostrou interesse em receber exposições nossas. Eles têm umas excelentes instalações num edifício que foi do Banco de Portugal e que vai receber a nossa exposição das máscaras em Agosto o período alto do turismo na região. Temos exposições programadas para Loures e para a Malaposta em Odivelas uma exposição de pintura muito interessante de Xavier Trindade. O espólio foi oferecido à Fundação pelos descendentes para ficar em Goa mas como a colecção estava nos Estados Unidos, houve um acordo que durante a viagem pudesse ser apresentada no Porto, em Leiria e Lisboa. O espaço físico do Museu começa a ser curto. Uma das exposições semi-permanentes intitulada «Deuses da Ásia» é constituída por exemplares que fazem parte de um espólio enorme, a colecção Kwok On (apelido de um coleccionador chinês) que durante uma vida juntou arte efémera oriental relacionada com o teatro e a vida quotidiana tendo organizado um pequeno museu em Paris. A determinada altura propôs à Câmara de Paris que recebesse a colecção mas esta não aceitou. Através de um amigo, que é professor na Universidade da Sorbonne, ofereceu a colecção ao doutor Monjardino e assim a Fundação recebeu, de uma só vez, 13 mil objectos. Neste momento temos expostos cerca de mil objectos ou que significa que durante 13 anos temos matéria para o piso 2 das exposições semi-permanentes. São objectos muito sensíveis e é necessário haver uma certa rotatividade. A actual exposição vai ser desmontada e vai ficar no seu lugar a colecção Ram Navami, um grande acontecimento festivo hindu e apresentada ao público como colecção Kwok On.
– Isso implica um tratamento muito grande de inventário?
– Temos uma senhora francesa Sylvie Gonfond, funcionária da Fundação, que orienta todos os inventários e que é comissária das exposições. O armazém no piso 3 está completamente ocupado de objectos com reserva que podem ser analisados, por exemplo, por investigadores respeitando determinadas condições pelo Museu.
(Continua.)

Natália Correia Guedes, neta do escritor sabugalense Joaquim Manuel Correia (natural da Ruvina), já desempenhou vários cargos públicos, designadamente subscretária de Estado da Cultura (1990 e 91), catedrática da Universidade Católica, fundadora e directora do Museu Nacional do Traje (1975 a 79), directora-geral do Património Cultural, presidente do Instituto Português do Património Cultural (1980 a 84), directora do Museu Nacional dos Coches (1985 a 90), coordenadora do projecto «Inventário do Património Cultural (1997 a 2000), autora de diversos catálogos de exposições e monografias e comissária de exposições de arte em Portugal e no estrangeiro e mais recentemente comissária geral das Comemorações do V Centenário do Nascimento de S. Franciso Xavier.
jcl

O sabugalense Joaquim Esteves Saloio teve engenho e arte para concretizar uma difícil passagem de testemunho enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral dos anteriores órgãos sociais da Casa do Concelho do Sabugal. Vamos conhecer um pouco melhor este carismático bancário-advogado.

Joaquim Esteves Saloio, é natural da Torre, no concelho do Sabugal. Nasceu no seio de uma família de agricultores e foi o quinto de seis filhos de Manuel José Saloio e Maria Domingas Martins Esteves.
Frequentou a Escola Primária na Torre mas nesse tempo o exame da 4.ª classe era feito no Sabugal. A custo lá confessou que sabia muito bem a data, 1956, porque tinha ganho o prémio do melhor exame desse ano no concelho do Sabugal. Insistimos para que nos explicasse como tudo aconteceu apesar de nos ir dizendo que «talvez fosse melhor não pôr isso no artigo»:
– Era um tipo muito envergonhado na terceira classe. Houve uma altura em que a professora da classe feminina adoeceu e levavam as raparigas à tarde para a nossa sala. Invariavelmente tinha dores de barriga para me deixarem ir mais cedo para casa. O exame da quarta classe no Sabugal foi feito pelo director e pela professora Nina, que dava aulas na Colónia Agrícola de Martim-Rei. Trocavam muitos segredinhos e como pensei que eram namorados fui respondendo descontraidamente às perguntas. No final deram os parabéns à minha professora, a D. Isabel Baltasar, mulher de José Maria Baltasar, que foi presidente da Câmara Municipal do Sabugal antes do 25 de Abril.
Nesse ano ingressou no Seminário Menor da Guarda (instalado no Fundão) onde estudou durante cinco anos. Mas logo nas primeiras férias do Natal quando chegou à aldeia o primo, António Esteves Morgado (que veio a ser presidente do município sabugalense), correu a dizer-lhe: «Oh Quim! Tens que ir à escola porque a professora tem uma caixa com 36 livros e um diploma do melhor exame para te dar.» E assim ficou registada a data para sempre.
Joaquim Saloio frequentou o Seminário Maior na cidade da Guarda durante sete anos. Foi jogador-treinador da equipa dos seminaristas entre 1965 e 67 e recorda os renhidos desafios com o Colégio de São José, do Outeiro de São Miguel, do Reformatório do Mondego e com o Liceu da Guarda onde alinhava o célebre Cameira que chegou a ser internacional português.
Concluiu o curso de Teologia com 23 anos e o padre Joaquim Teles Sampaio, da Amoreira, levou-o para Moçambique para a paróquia de Macuti, na Beira, onde foi responsável pelo canto coral, catequese e escutismo acumulando com as aulas de Moral na Escola Industrial e Comercial Freire de Andrade. «Não fui ordenado padre porque ainda não tinha feito 24 anos. Eu teria requerido a dispensa da idade se o bispo me proporcionasse trabalhar em equipa com os padres Pereira de Matos e Bernardo José Guerra Ribeiro», esclareceu-nos a propósito.
Passado um ano foi incorporado na tropa em Lourenço Marques, primeiro com a especialidade de secretariado e depois em Nampula, como alferes na chefia dos Serviços de Contabilidade e Administração. Aproveitou para dar aulas e ganhar algum dinheiro extra na Escola Industrial e Comercial Neutel de Abreu.
– Um dia entra pela repartição dentro um tipo a dizer que era da Guarda. «E eu também», respondi-lhe. «Sou do Sabugal», acrescentou então. «E eu também», repeti. Olhámos um para outro incrédulos. E foi lá longe em Moçambique que conheci o Morgado Carvalho do Soito. Foi uma festa.
Em 1974, a seguir ao 25 de Abril, regressou ao continente e ao Sabugal.
– Concorri e entrei no BES (antigo Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa) tendo ficado colocado nos serviços centrais na sede. Passei pela secção de letras, pelo departamento Internacional e finalmente fui secretário do Conselho de Administração do BES durante cerca de 13 anos. Pertenci durante muitos anos à direcção do Grupo Desportivo do banco onde em colaboração com Nuno Espinal fundámos o BESCLORE (Grupo de Danças e Cantares do BES).
Decidiu matricular-se na Universidade de Direito tendo-se licenciado em Direito em 1982.
Em Outubro de 2000 ingressou nos corpos sociais do Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) como presidente do Conselho Geral e desde 2003 é presidente da Mesa Unificada da Assembleia e Conselho Geral.
– Uma dia, José Cunha, director do banco combinou comigo ir comer lebre com feijão branco a um restaurante na Baixa. Fiquei sentado ao lado do dono dos armazéns Capelo. E a propósito do Sabugal, o senhor Manuel Capelo diz-me que ainda era primo de uma tal Ti Domingas. Na Torre apenas duas mulheres tiveram esse nome e uma já tinha morrido – Só pode ser a minha mãe – disse-lhe concluindo que acabava de conhecer mais um primo.
As estórias das férias de Verão de Joaquim Saloio enquanto andou no Seminário foram mais que muitas. Entre as publicáveis aqui ficam duas:
Com os nossos 18 ou 19 anos eu e o meu primo, António Morgado, iamos até ao Ozendo e costumavamos visitar a Ti Isabel, mãe da Alexandrina Pereira. Nesse tempo as mulheres sentavam-se nas escaleiras das casas à fresca da tarde. Comentando o pagamento das patentas* uma das senhoras presentes virou-se para nós e disse – Vocês os dois! Se algum vier casar ao Ozendo não paga de patenta menos de cinco contos de réis! – ficámos, estupefactos, a olhar um para o outro mas rematámos «Não importa! Arranjamos melhor sem ter que pagar a patenta!» e fomos embora. Aqui fica outra… Uma vez na Capeia de Quadrazais, como andava no seminário, tive um lugar reservado só para mim na janela da casa da Olinda, filha da Ti Maria do Balhezinho. A meio da capeia apareceram duas raparigas na janela do lado. A dona da casa apresentou-nos e diz-me – Éh Quim! Atira-te a elas! São universitárias!
E terminou com música: «Na altura o Rádio Altitude era conhecido como o Rádio Moca. No top das músicas pedidas esteve durante muito tempo a Baby Baby Camback. Outras modas!»
Fez-se sócio da Casa do Concelho do Sabugal por influência da então estudante Amélia Martins, de Rendo. «Colaborei com a Casa no Conselho Fiscal e ultimamente como presidente da Mesa da Assembleia Geral onde passei uma das mais atribuladas fases da instituição. Felizmente que tudo está no bom caminho. Agora é preciso olhar para a frente.»
Joaquim Esteves Saloio na primeira pessoa.

* A «Patenta» ou «Pagar o vinho» era uma moda que caiu em desuso nas terras raianas em que os forasteiros que quisessem namorar raparigas da aldeia eram obrigados a pagar uma borga para todos os solteiros. Só depois lhe era permitido circular e permanecer junto da casa da sua amada.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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