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As comemorações dos 75 anos do Rancho Folclórico de Aranhas, concelho de Penamacor, têm lugar nos dias 23 e 24 de Abril de 2011.

Rancho Folclórico Aranhas - Penamacor

Passaram 75 anos que o Senhor Dr. Rui Martins Ferreira e sua esposa D. Margarida, apoiados pelo Etnólogo Eurico Salles Viana e com o apoio de uma grande quantidade de gente da nossa terra, infelizmente muitos já falecidos, que se iniciou uma caminhada que chegou até nós.
Um percurso nem sempre fácil mas, que muita gente de Aranhas teimou levar por diante, ultrapassando muitos obstáculos que se foram deparando ao longo dos tempos. A imigração, a falta de emprego que levou e leva a juventude a procurar novos horizontes, a diminuição contínua da população de Aranhas, foram as principais razões dos vários interregnos que o rancho sofreu ao longo da sua vida. Entre tormentas e receios, apareceram sempre algumas pessoas com força e vontade para o reerguer, lutando sempre contra os condicionalismos da realidade da nossa terra e da nossa região. E, neste momento, devemos sentir orgulho em dar continuidade a tão nobre causa.
Para dar início às comemorações das Bodas de Platina, iremos realizar um convívio com o X Festival de Folclore e de Etnografia no próximo dia de Páscoa. Devido ao corte de subsídios e da crise económica, foi reduzida a participação de grupos presentes. No entanto a qualidade do espectáculo estará garantida.
No sábado, 23 de Abril, vamos reviver o passado, com a apresentação, ao vivo, da cozedura do pão no forno recuperado no Beco da Rua da Fonte, propriedade do amigo António Joaquim Borrego Raposo.
No domingo, após a missa marcada para as 12.00 horas será efectuado um desfile até à nossa sede (Ex-Escola Primária), abrilhantado pela nossa sempre amiga Banda de Aldeia de João Pires. O programa inclui após o almoço a actuação do Grupo Etnográfico de S. Miguel D’Acha, Rancho Folclórico de Juncal do Campo e Rancho Folclórico de Aranhas, com apresentação e explicação dos novos trajos, recolhidos pelo nosso grupo de trabalho coordenado por Lopes Marcelo.
A sede do Rancho estará aberta para visita e haverá também quermesse e bar.
Contamos com a presença de todos.
António Lopes Geraldes
(Presidente da Direcção do Rancho Folclórico)

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Natural de Aldeia do Bispo (Penamacor), de seu nome António Afonso Ramos, o Tonho era uma das figuras mais típicas que apareceram no concelho do Sabugal, nas décadas de 40 e 50, do século XX.

Joao Aristides DuarteSegundo me disse o João Manata, cuja mãe era natural de Aldeia do Bispo (Penamacor), o Tonho era aí conhecido pelo Tonho Tonho.
No concelho do Sabugal era conhecido pelo Tonho D’Aldeia.
Corria as terras do concelho, sobretudo as que ficavam no caminho de Penamacor para a zona raiana do concelho do Sabugal.
Também era certo e sabido que essa figura típica não falhava uma romaria da Senhora da Póvoa e outras romarias nos concelhos de Sabugal e Penamacor.
Quem acompanhava o Tonho era o seu pai, o seu tio e, por vezes a sua mãe e a sua irmã. Traziam um burro, com uns alforges, que esperavam levar cheio, no regresso à sua terra-natal.
No Soito ficavam instalados na casa da sra. Maria José Martins.
O Tonho dava voltas ao Soito, com o seu pai, cego de nascença e que tocava guitarra feita de folha-de-flandres e o seu tio, que cantava com voz muito esganiçada. As cantigas que eles tocavam e cantavam eram referentes a desgraças que se tinham passado em várias das localidades por onde tinham passado, nomeadamente mortes por enforcamento e outros acontecimentos semelhantes, um reportório que já vinha desde tempos medievais, quando era através das «cantigas do ceguinho» que muitos acontecimentos passavam de boca em boca.
Na época das malhas, ao Tonho e à família davam grãos de trigo e centeio que eles colocavam no alforge, para depois ser vendido e com isso arranjarem algum sustento.
Certa vez o Tonho, no Soito, perdeu o chapéu e, então, passou a pedir um chapéu a toda a gente, até que arranjou muitos. Quando questionado, porque continuava a pedir, respondeu: «Se não pedir é que não me dão…»
Quando o pai e a mãe do Tonho faleceram, o Tonho continuou a vir ao Soito, mesmo depois da morte da sr.ª Maria José Martins. Nessa altura ficava instalado na casa do sr. Alfredo Manso, o futuro sacristão do Soito.
Há uns 15 anos vi o Tonho em Malcata, na Festa de Agosto, no Largo do Rossio. A minha mãe, que o conhecia do Soito, foi-lhe falar. Nessa altura ele disse que só já queria «ferrinhos», isto é dinheiro, já não estando interessado em produtos para a alimentação.
Há três anos, em Monsanto, onde se vendem azulejos e outras recordações do Tonho, e onde aparece sempre escrito «Figura Típica», a senhora da loja comercial referiu, no entanto, que as pessoas do concelho de Penamacor já não lhe davam «ferrinhos», porque constava que alguns familiares lhe ficavam com eles. Quem sabia disso continuava a dar-lhe comida e não «ferrinhos».
Uma das suas características era a de pregar sustos às raparigas. Ainda hoje há quem se lembre (por comentários inseridos em blogues) dos sustos que apanhou, quando era jovem, pelo Tonho D’Aldeia.
A morte do Tonho, que aconteceu no dia 15 de Agosto de 1997, nas Aranhas (Penamacor) foi notícia no «Jornal do Fundão» e noutros jornais regionais da Beira Baixa.
«Memória, Memórias…», opinião de João Aristides Duarte

akapunkrural@gmail.com

A minha visita ao Sabugal aconteceu na sequência do convite que enviei para a sessão de lançamento em Lisboa do meu último livro «Breve História dos Judeus em Portugal». Entre as respostas recebidas uma ex-aluna lamentava não poder estar presente por razões profissionais, mas enviava-me o link de uma página electrónica onde alguém se tinha referido a um dos meus anteriores livros da trilogia «Portugal e os Judeus». Cliquei e deparei com o Capeia Arraiana. Tratava-se de um post do Kim Tomé sobre a descoberta de uma alegada Arca Sagrada (Aron HaCodesh) na Casa do Castelo.

Jorge Martins - Casa do Castelo - Sabugal

Tendo ficado admirado por não ver os poderes locais divulgarem e integrarem o achado nos seus roteiros turísticos e/ou culturais, resolvi fazer um comentário e oferecer-me para ajudar quem estava a tentar divulgar o achado e a bela ideia defendida pelo Kim Tomé da criação de um Roteiro Judaico do Sabugal. É uma ideia que muito me agrada, pois tenho trabalhado em Roteiros da Lisboa Judaica. Foi o meu primeiro contacto com o Sabugal.
Já nem me recordo de como começou o contacto entre mim e a Natália Bispo, a proprietária da Casa do Castelo, mas, e-mail para lá e e-mail para cá, ficou agendada uma sessão de lançamento do meu livro no Sabugal para dia 17 do corrente mês de Outubro. Pensei: serão uns duzentos e tal quilómetros, não há problema!
Entretanto, as maiores surpresas estavam para vir. Recebo um e-mail da Natália a dizer-me que o mundo é pequeno e que nada acontece por acaso. Pois é, um dos amigos da Casa do Castelo era um colega e amigo Carlos Alberto, que tinha umas lojas na Pontinha, onde vivo. À primeira tentativa não vislumbrei tal colega. Mas, logo de seguida, recordei-me do Carlos Gomes. Ficaria acordado que seria ele a apresentar o meu trabalho.
Mas, a coisa não ficou por aqui. Uns dias após a divulgação dessa sessão no meu blogue, recebo um e-mail do meu amigo Albino Silva a perguntar se sabia onde era o Sabugal. Respondi-lhe que fora ver ao mapa e que teria muito gosto em levá-lo comigo. Aceitou o desafio, porque tinha uma casa em Penamacor, na freguesia de Aranhas. E assim lá fui eu com o Albino Silva e a Maria Helena, a sua esposa, a caminho do Sabugal. Eu, que sou um fervoroso admirador do Interior do país, exultei com esta série de circunstâncias e juntei o útil ao agradável.
Para além da deliciosa e intimista sessão na Casa do Castelo, onde me senti em casa, pude banquetear-me, na companhia de uma série de amigos da Natália Bispo, que se esmerou para oferecer o que de melhor têm os sabugalenses: a hospitalidade e o orgulho pela sua terra… e um manjar irrepreensível. Claro que, feitas as apresentações, numa mesa de arqueólogos, escritores, professores, figuras locais e os meus amigos Albino e Helena, logo após o almoço fomos ao Bardo do Kim Tomé beber um jazz de todo inimaginável e, já agora, uma cafezinho para rematar. Depois de tudo isto, pensei se seria indispensável fazer a apresentação do meu livro. Obviamente, o Carlos não perdeu tempo e pôs a cereja em cima do bolo: levou-me ao Castelo de Cinco Quinas, orgulho maior dos sabugalenses. Simplesmente inesquecível!
Para os forasteiros, devo informar que, ao sair da Casa do Castelo, viramos à esquerda e estamos no Bardo, que tem um ambiente de fazer inveja a muitos bares de Lisboa. Uns poucos metros à frente fica o imponente castelo. Já imaginaram um largo como este – o Largo de St.ª Maria do Castelo –, onde se realiza uma imperdível Feira Franca? Na próxima escapadinha, ou nas próximas férias, não deixem de dar uma saltada ao Sabugal, com paragem obrigatória na Casa do Castelo, para adquirir lembranças regionais e no Bardo, para se refrescarem, a olhar para o castelo. Conseguem mesmo imaginar? Não? Então, vão lá confirmar.
E ainda havia a sessão de apresentação do livro, que correu muito bem. No pequeno espaço, da maior dimensão humana possível, amontoavam-se algumas dezenas de pessoas. Há sessões que têm mesmo que ser assim: conferencista e assistência face a face. Ainda por cima, tínhamos a celebrada Arca Sagrada a um palmo de distância. No fim da sessão era indisfarçável a satisfação de todos os presentes. Um judeu de Belmonte orou frente à Arca, fechando com chave de ouro a cerimónia.
Faço aqui uma interrupção na narração, para criar ainda mais a água na boca daqueles que estarão a cogitar uma visita ao Sabugal. Não é que os meus amigos Albino e Helena andaram a fazer de cicerones por terras das Beiras? Levaram-me a Penamacor, a Penha Garcia, a Monsanto, às Termas de Monfortinho, a Idanha-a-Nova, a Idanha-a-Velha e a Constância, em cujas redondezas comi uns bolinhos de «queijo» (uma partida em que caí redondo), gulosos até mais não. Fiquei a saber que, no primeiro fim-de-semana de Novembro há uma festa em Idanha-a-Velha. E, não sei não, mas talvez me vejam por lá, se a vida profissional mo permitir.
Regressemos às despedidas da Casa do Castelo. Propositadamente, não vos contei que costumo repetir a todos os amigos que não nasceram em Lisboa que tenho desgosto de não ter terra e uma inveja de todos os que a têm para visitar na Páscoa e trazer a bagageira do carro cheia de cebolas e batatas. Lisboa, onde nasci, é bonita, mas não cumpre este desiderato. Disse isso mesmo à Natália Bispo e ela desafiou-me a ser adoptado pelo Sabugal. Aceitei o desafio. Na despedida da Casa do Castelo, a Natália pegou em dois sacos e disse-me: «Aqui tem as batatas e as cebolas! Agora, já tem terra.»
Fiquei desarmado e convencido: tornei-me sabugalense. Subi ao piso de cima e assinei o livro dos Amigos da Casa do Castelo. A partir do dia 17 de Outubro de 2009 passei a ter uma terra adoptiva: o Sabugal. E por lá me continuarão a ver. Até porque me comprometi a ajudar a Casa do Castelo a divulgar o património que possui e a colaborar na feitura de um Roteiro Judaico do Sabugal.
Não quero terminar sem um detalhe. Uns dias antes de ir ao Sabugal fui entrevistado pelo José Carlos Lages para o Capeia Arraiana. A empatia com os sabugalenses, que já existia à distância, cimentou-se logo ali, tal foi a conversa animada em que se transformou a entrevista. O meu entrevistador só dizia: «E eu que não trouxe o gravador!»
Haverá maiores motivos para me sentir adoptado como sabugalense?
Pontinha, 22 de Outubro de 2009
Jorge Martins

Aqui deixamos um grande abraço raiano a Jorge Martins. E uma certeza: ainda tem muito para descobrir no concelho do Sabugal. O nosso bem-haja por aceitar ser embaixador de uma terra que, apesar de adoptiva, também já considera sua.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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