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Já em 1949, Einstein dizia «Uma oligarquia de capital privado cujo imenso poder controla, de forma directa ou indirecta, as principais fontes de informação, o que faz tremendamente difícil para o cidadão particular, e em muitos casos realmente impossível, chegar a conclusões objectivas e usar inteligentemente os seus direitos políticos». Está actual, passados 62 anos!

António EmidioNas nossas sociedades democráticas (presentemente com uma Democracia de baixa intensidade) existe uma quantidade enorme de meios de comunicação, ultimamente até surgiram os «gratuitos», isto origina o aparecimento desse sub-valor que é a concorrência, sendo assim, a informação e o que devia ser a verdade, transformaram-se numa mercadoria. Os catedráticos e académicos do sistema dizem que tudo isto é a cultura de massas! Nem mais…
No titulo do meu artigo falo na comunicação social e no «beautiful people», é sobre isto que ele vai incidir, não falarei do controlo desta comunicação social pelo grande capital e de tudo o que daí advém, a mentira e a desinformação.
Levou-me a escrever este artigo uma noticia que li no Correio da Manhã ao balcão do café. Em grandes parangonas estava escrito na primeira página: «Famosos apanhados em escândalo de orgias», numa outra página, um tipo que tem o título de «Rei do jet-set», dizia muito cinicamente: «Sou a pessoa mais pudica deste mundo», tudo isto acompanhado de fotografias (penso que não sejam montagens!) onde esse tal «Rei» está a ser sodomizado. E para apimentar mais a coisa, dizem que andava por lá uma loira (nas orgias, claro!) filha de um conhecido político. Estas gentes querido leitor; são as cloacas da sociedade, minorias improdutivas que não passam de parasitas, tendo como único mérito terem-se transformado em gente conhecida, podemos incluir nesta classe algumas vedetas do futebol, da televisão e, infelizmente, alguns políticos, principalmente os corruptos, juntando a todos estes mais uma fauna de baixo estofo humano e ético, gente toda ela fabricada pelos «mass media».
Temos o direito de perguntar: que sistema político é este? Que sociedade é esta? Que tudo dão a estes medíocres privilegiados e tiram o pão aos cidadãos que trabalham e produzem? Dizem os sacrossantos doutores da lei e os politicamente correctos que é um regime político baseado na justiça social, na igualdade de direitos e de oportunidades.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

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António Dionísio foi eleito provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, nas eleições que se realizaram no dia 6 de Janeiro, ao encabeçar a única lista que se apresentou a sufrágio.

Votaram 108 irmãos, que elegeram os novos órgãos sociais da Misericórdia, na sequência da demissão, há cerca de um ano, da Mesa Administrativa presidida por Romeu Bispo, que agora surge como vice-provedor. A presidir à Assembleia Geral foi eleito o médico Fernando Pinto e para presidir o Conselho Fiscal o professor António Bárbara Ramos.
Capeia Arraiana falou com o novo provedor, que afirmou ter como grande objectivo a preparação da instituição para a exigência dos desafios do futuro. «Tratando-se de uma instituição de carácter solidário, muito voltada para o apoio às crianças e aos idosos, o mais importante é intervir no sentido de a adaptar para as novas realidades que o futuro lhe trará», disse António Dionísio.
Esclareceu ainda tratar-se de uma lista que dá continuidade ao trabalho que já estava a ser feito: «o facto do anterior provedor não abandonar os corpos sociais, passando agora a ser o vice-provedor, significa claramente que estamos perante um projecto que pretende dar seguimento ao trabalho realizado para que evolua com tranquilidade. Queremos que a Santa Casa se volte cada vez mais para a população que serve, prestando-lhe serviços de qualidade.»
Sobre o facto da Misericórdia do Sabugal não ter vista satisfeita a sua pretensão de criar uma Unidade de Cuidados Continuados, António Dionísio, ainda não perdeu a esperança de tal vir a suceder: «A Misericórdia do Sabugal teve boas possibilidades de ver garantido o financiamento público para a criação de uma Unidade de Cuidados Continuados, porém o seu projecto não foi eleito. Mas estaremos atentos à oportunidade de apresentarmos uma nova candidatura, na medida em que isso é extremamente importante para a população idosa que servimos».
Instado a pronunciar-se acerca de algumas considerações que apontam para o facto de se ter candidatado para se manter «à tona da água» após ter suspendido as funções de vereador na sequência da sua candidatura à Câmara Municipal, António Dionísio, rejeita haver qualquer motivação política na sua eleição para provedor. «Para elaborar a lista convidei amigos que considerei capazes de me acompanharem nesta missão, por sinal de diferentes quadrantes políticos, o que por si só é revelador da isenção da candidatura. Essas considerações só podem vir de quem não me conhece ou de quem não quer perceber a razão pela qual uma quantas pessoas se uniram à volta de um projecto de extrema importância para a comunidade. Quem fala sabe o que quer dizer e a intenção com que o diz, mas eu não vou alimentar polémicas. O que lamento é que não tenham aparecido outros interessados em servir a instituição, o que por si também é revelador.»
Os novos corpos sociais da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal vão tomar posse dentro de alguns dias.
plb

António Dionísio é candidato a Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal. A notícia é avançada pelo blogue «Gazeta do Sabugal» indicando ainda que a lista candidata foi entregue esta quarta-feira, 22 de Dezembro.

António DionísioSegundo o blogue «Gazeta do Sabugal» foi apresentada esta quarta-feira, 22 de Dezembro, por António Dionísio uma lista candidata às eleições para a Santa Casa da Misericórdia do Sabugal marcadas para a Assembleia Geral de 6 de Janeiro de 2011.
António Dionísio, chefe de Finanças na Repartição do Sabugal, foi o candidato do Partido Socialista nas últimas eleições autárquicas para a Câmara Municipal do Sabugal tendo conquistado um lugar de vereador ao qual renunciou por questões de saúde.
O actual provedor, Romeu Bispo, assumiu as funções após o falecimento do seu carismático antecessor, José Diamantino do Santos, e há muito que vinha afirmando que gostaria de «passar a pasta motivado por algum cansaço pessoal e os muitos anos que levava dedicados à causa da irmandade».
A Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, uma instituição de grande valor no campo da assistência. Ao serviço da comunidade tem as valências de creche, pré-escolar, A.T.L., Lar de Terceira Idade, Centro de Dia, apoio domiciliário e Centro Comunitário. O orçamento anual da instituição ronda os dois milhões de euros.
jcl

O Partido Socialista do Sabugal realizou no passado domingo, dia 11 de Julho, a sua tradicional sardinhada, reunindo junto ao rio Côa militantes e simpatizantes do partido.

Durante a tarde de domingo juntaram-se na praia fluvial do Sabugal largas dezenas de pessoas, vindas de diversas freguesias do concelho. Militantes, simpatizantes e autarcas eleitos nas listas do partido, marcaram presença no convívio, que todos os anos se realiza no Verão.
A deputada Rita Miguel esteve presente, assim como o governador civil do distrito da Guarda, Santinho Pacheco, e ainda o presidente da federação distrital do partido e agora director da Segurança Social da Guarda, José Albano. António Dionísio, o candidato do PS nas autárquicas de 2009, que, por motivo de doença, suspendeu o mandato de vereador, também esteve entre os convivas, dando assim um sinal de que continuará atento e empenhado na luta política, mau grado a situação em que se encontra.
O momento de convívio serviu de tónico aos eleitos do concelho do Sabugal, numa altura em que o acordo entre o PSD e o MPT na Câmara Municipal garante uma maioria e coloca claramente o PS na situação de oposição.
O encontro deste ano foi organizado pela nova estrutura concelhia do partido, agora presidida por Nuno Teixeira, que sucedeu a Manuel Barros.
plb

O vereador socialista na Câmara Municipal do Sabugal, António Dionísio, solicitou por carta enviada aos serviços camarários a suspensão do mandato. O pedido vai ser comunicado pelo Presidente António Robalo esta quarta-feira, 23 de Junho, na reunião ordinária do executivo.

António Dionísio - PS - SabugalO candidato à Câmara Municipal do Sabugal pelo Partido Socialista, António Dionísio, enviou na segunda-feira, 21 de Junho, uma carta dirigida ao Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, a solicitar a suspensão do mandato de vereador na autarquia.
O Capeia Arraiana sabe ainda que o pedido vai ser lido por António Robalo esta quarta-feira na reunião ordinária do executivo onde já não estará presente o cabeça-de-lista socialista. Os pedidos de suspensão de mandatos têm, de acordo com a lei vigente, um limite máximo de um ano.
Recorde-se que o Partido Socialista conquistou três vereadores nas últimas eleições autárquicas, em Outubro de 2009, e que cabe agora aos socialistas indicar o nome do substituto de António Dionísio.
A lista encabeçada pelo agora auto-suspenso vereador era constituída ainda por Fernanda Esteves (actual presidente da Junta de Freguesia de Sortelha), Luís Nunes Sanches (actual vereador), Manuel Rei Barros (actual presidente da Junta de Freguesia da Rebolosa), Sandra Fortuna (actual vereadora) e por Francisco Vaz e Roberto Lavrador. O vereador substituto, se não houver nenhum impedimento ou recusa, deverá assim ser encontrado nos dois últimos elementos da lista: Francisco Vaz ou Roberto Lavrador.
António Dionísio (ex-chefe de Finanças na Repartição do Sabugal) está actualmente em funções em Aguiar da Beira por motivos de incompatibilidade na Lei Eleitoral Autárquica (inelegibilidades especiais do artigo 7.º) que não permite a um candidato ou vereador autárquico exercer funções no mesmo concelho onde é, por exemplo, chefe da repartição de Finanças.
De acordo com o Artigo 77.º, da Lei 169/99, de 18 de Setembro, o pedido de suspensão de mandato é enviado ao Presidente e apreciado pelo plenário do órgão na reunião imediata à sua apresentação podendo ser invocados motivos de doença comprovada, exercício dos direitos de paternidade e maternidade e afastamento temporário da área da autarquia por período superior a 30 dias. A suspensão que ultrapasse 365 dias, sucessivos ou cumulativamente, transforma-se automaticamente em renúncia salvo se no primeiro dia útil seguinte ao termo daquele prazo o interessado manifestar, por escrito, a vontade de retomar funções.

Lei Eleitoral dos Órgãos da Autarquias Locais. Aqui.
Lei 169/99, de 18 de Setembro, do Regime Jurídico de funcionamento dos órgãos dos Municípios e das Freguesias. Aqui.
jcl

Os três vereadores socialistas, António Dionísio, Luís Nunes e Sandra Fortuna, do executivo da Câmara Municipal do Sabugal emitiram um comunidade de Imprensa em resposta ao comunicado que o Presidente do Município, António Robalo, assinou e divulgou na passada quinta-feira, 17 de Junho, após a nomeação de Joaquim Ricardo, como segundo vereador em permanência e como Presidente do Conselho de Administração da Empresa Municipal Sabugal+.

PS - Partido Socialista - Sabugal«NOTA À IMPRENSA
Perante o comunicado do Sr Presidente da Câmara, os vereadores eleitos pelo Partido Socialista, António Dionísio, Luís Nunes e Sandra Fortuna, desejam deixar estas breves considerações ou, se assim quisermos considerar, rectificações ao que é dito:
1 – O concelho, que nós saibamos, nunca esteve em banho-maria durante este mandato Autárquico, ou se esteve, ao sr. presidente se deve, pois toda a oposição sempre teve grande sentido de responsabilidade aprovando todas as propostas apresentadas em reunião de câmara que tinham como objectivo o desenvolvimento do concelho. Relembramos aqui a aprovação das contas, do orçamento e das previsões para 2010 assim como outras deliberações pontuais que deram sempre total liberdade de governação ao Sr Presidente e respectiva equipa.
Portanto Sr Presidente, se o concelho estava adiado, apenas se deve à sua governação.
2 – O segundo e último ponto que queríamos aqui focar é o que diz respeito às conversações efectuadas, com o desfecho que todos já conhecemos:
Diz o Sr. presidente que, segundo as razões que evoca «levaram a conversações com os restantes elementos do executivo». Ora aqui mais uma vez está a faltar à verdade pois as conversações, pelos vistos, foram efectuadas entre o Sr presidente e o vereador eleito pelo MPT, nunca tendo abordado este assunto com nenhum dos vereadores eleitos do PS.
Aconselhamos o Sr. presidente, a ser mais preciso nas suas afirmações, não deixando assim que a mentira e a hipocrisia tome conta dos responsáveis pelo concelho.
Queremos aqui deixar bem claro que os vereadores eleitos pelo Partido Socialista ao actual executivo camarário, nas suas decisões, nunca tiveram nem terão em conta os seus interesses pessoais pondo sempre o concelho como a sua única e principal preocupação. Nunca deixarão de efectuar, votar e trabalhar propostas que tenham como finalidade o desenvolvimento do concelho.
Esperamos que a actual pesada carga humana a tempo inteiro na Câmara do Sabugal tenha a mestria de governar no sentido de transformar o concelho num território com gente e onde seja bom viver.

Sabugal, 22 de Junho de 2010
Os vereadores do Partido Socialista
António Dionísio
Luís Nunes
Sandra Fortuna»

O vereador António Dionísio, cabeça-de-lista do Partido Socialista às eleições autárquicas de Outubro de 2009, enviou-nos com pedido de publicação um comunicado com esclarecimentos sobre uma participação que lhe foi movida no Tribunal Judicial do Sabugal por irregularidades no cumprimento da Lei Eleitoral. A carta aberta de António Dionísio é agora publicada na íntegra…

António Dionísio - PS - Sabugal«CARTA AOS SABUGALENSES
Conforme foi amplamente notificado, deu em tempos entrada no Tribunal Judicial do Sabugal, uma participação contra mim, por irregularidades no cumprimento da Lei Eleitoral, nomeadamente, pondo em causa a minha ilegibilidade nas listas do Partido Socialista às últimas eleições Autárquicas. Este processo foi por aquele Tribunal, remetido ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco por ser deste a respectiva competência.
Tomei agora conhecimento de que na realidade o Sr. Sandro Manuel Martins Freire, dirigiu ao Ministério Público junto do Tribunal Judicial do Sabugal, e à Procuradoria Geral da República exposições dando conta de que eu, na data das eleições, 11/10/2009, me encontrava em condições para não poder ser eleito já que exercia as funções de Chefe de Finanças do Sabugal as quais continuei a exercer.
Como é óbvio, este assunto nunca me preocupou pois, estou certo de que o Sr Sandro Freire apenas tinha por objectivo a minha descredibilização como cidadão e como chefe de Finanças, perante a população do Sabugal.
Pensou com certeza o Sr. Sandro Freire que todas as pessoas têm o mesmo código de conduta que ele. Pois engane-se.
O Ministério Público decidiu pelo arquivamento dos autos em virtude de nem à data das eleições nem actualmente se verificar qualquer situação de inelegibilidade.
Ao Sr. Sandro Freire e a todas as pessoas que se revêem na sua atitude, que esta decisão sirva para que na próxima vez se informem sobre a realidade, antes de efectuarem qualquer participação contra quem quer que seja.
Fica assim encerrado este capítulo, onde ficou demonstrado de que é minha conduta natural o integral cumprimento das leis e a minha convicção de que é bom viver com a nossa consciência tranquila.
Sabugal, 22 de Junho de 2010
António Dionísio»

O Executivo Municipal do Sabugal aprovou por unanimidade a proposta do presidente da Câmara de incluir mais dois vereadores na gestão política permanente da autarquia.

Paços do Concelho - SabugalA proposta do presidente foi discutida e votada na última reunião do executivo, realizada a 19 de Maio, meio ano após a mesma proposta ter sido rejeitada pelos vereadores eleitos. Até agora a Câmara teve apenas a tempo inteiro o presidente, António Robalo, e a vice-presidente, Delfina Leal, o que foi considerado inadequado e limitativo da acção da câmara face à sobrecarga de funções que cada um mantinha.
A escolha foi por voto secreto, tendo a mesma sido aprovada com votos favoráveis de todos os elementos do executivo. Cabe agora a António Robalo escolher e convidar os dois vereadores que passarão a exercer funções em permanência e aos quais atribuirá pelouros.
É certo que um dos escolhidos será o vereador Ernesto Cunha, eleito pelo PSD, que vem exercendo funções no gabinete do presidente como assessor. Porém para haver um segundo vereador a desempenhar funções executivas, ele terá de vir da oposição, podendo a escolha do presidente recair no vereador eleito pelo MPT, Joaquim Ricardo, ou num dos três eleitos pelo PS – António Dionísio, Luís Sanches ou Sandra Fortuna.
Outra incógnita é se o escolhido pelo presidente aceitará a indigitação, uma vez que o presidente não indicou se já garantiu uma resposta positiva por parte dos vereadores da oposição.
Espera-se que numa das próximas reuniões o presidente anuncie ao executivo quais os vereadores que convidou para exercerem funções em permanência e quais os pelouros que lhes vai atribuir.
plb

O vereador socialista António Dionísio pediu a suspensão de funções, a fim de tratar de um problema de saúde.

O vereador do PS, António Dionísio, informou os demais elementos do executivo na última reunião de Câmara, ocorrida ontem, dia 3 de Março. António Dionísio transmitiu ao Presidente da Câmara e aos vereadores do executivo, que tem sentido alguns problemas de saúde, que não especificou, que lhe limitam a capacidade de se dedicar nos devidos termos às suas funções de vereador, pelo que se vê obrigado afastar-se, embora por um período pequeno, contando retomar em breve as suas funções.
Face à suspensão de mandato do ex-candidato do Partido Socialista a presidente da Câmara Municipal, o mesmo será agora substituído, nor termos legais, por Francisco António Simões dos Santos Vaz. O novo vereador do executivo camarário, que exercerá funções temporariamente em representação do PS, é guarda-florestal, tem 43 anos e é natural de Alfaiates.
plb

Uma emissão de televisão começa muito tempo antes de o programa ir para o ar ou, para sermos mais precisos, subir para ficar on-line. O último debate entre três dos cinco candidatos autárquicos à Câmara Municipal do Sabugal só foi possível graças ao esforço e profissionalismo da redacção da Guarda da «LocalVisãoTv» em colaboração com o «Capeia Arraiana».

Local Visão Tv - Guarda

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Com um lema muito multimédia (com o qual nos identificamos) a LocalVisãoTv «prossegue na sua trajectória de melhor informar e gerar a maior proximidade com as gentes e territórios locais. Nesta missão, arrepiamos caminho nos conteúdos audiovisuais seguindo critérios editoriais que nos diferenciam do jornalismo televisivo seguido pelos restantes órgãos de comunicação audiovisual. LocalVisãoTv, mais perto de si».
Por mais esta parceria e em jeito de agradecimento a Carlos Ramalho, director-geral, Gabriela Leal, directora para o distrito da Guarda, Paula Pinto, chefe de redacção, Sara Castro, Miguel Almeida e Leonor Colaço (produção), Miguel Lima e Orlando Almeida (imagem), Miguel Dinis (som), Sérgio Caetano (grafismo), Miguel Almeida e Miguel Lima (pós-produção) aproveitamos para publicar a peça das filmagens de bastidores produzida pelo «realizador-chefe» da LocalVisão Tv.
jcl

SEGUNDA PARTE da mesa redonda entre os candidatos à presidência da Câmara Municipal do Sabugal que teve lugar na capela do cibercentro da Guarda no dia 7 de Outubro de 2009 organizada pela «LocalVisão Tv» e pelo «Capeia Arraiana».

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A «LocalVisão Tv» e o «Capeia Arraiana» organizaram esta quarta-feira, 7 de Outubro, uma mesa-redonda com os candidatos à presidência da Câmara Municipal do Sabugal. O convite endereçado aos cinco candidatos foi aceite por António Dionísio (PS), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU). A candidata do CDS-PP, Ana Isabel Charters, invocou dificuldades de agenda para não estar presente e o candidato do PSD, António Robalo, mandou dizer que declinava a presença na mesa-redonda onde se debateu o futuro político do concelho do Sabugal.

Mesa-redonda na LocalVisão Tv

A campanha eleitoral no concelho do Sabugal transferiu-se esta quarta-feira, 7 de Outubro, para as plataformas multimédia das novas tecnologias de informação do século XXI.
Pela primeira vez na história eleitoral sabugalense os cinco protagonistas políticos das próximas autárquicas foram convidados para estar presente num tempo de antena televisivo on-line.
Aceitaram o convite da LocalVisão Tv e do Capeia Arraiana os candidatos António Dionísio (PS), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU).
O programa decorreu num formato de quatro perguntas iguais para os candidatos e de um minuto final para convencer «olhos nos olhos» os eleitores sabugalenses das qualidades das suas propostas.
No final os três candidatos presentes foram unânimes em considerar que a experiência valeu a pena e destacaram a importância da aposta na comunicação nas novas tecnologias de informação.
A candidata do CDS-PP, Ana Charters, informou na segunda-feira dificuldades de agenda para estar presente.
O candidato do PSD, António Robalo, após um primeiro acordo verbal na quarta-feira da semana passada entendeu declinar, através do seu director de campanha, o convite invocando uma agenda preenchida para a manhã desta quarta-feira.
Em Fevereiro deste ano o Capeia Arraiana convidou os três candidatos (à altura) para uma entrevista na Rádio Caria. Aceitaram António Dionísio e Joaquim Ricardo. Recusou António Robalo.
Em Agosto deste ano o Capeia Arraiana convidou os cinco candidatos para uma grande entrevista para o blogue. Aceitaram Ana Isabel Charters, António Dionísio, Joaquim Ricardo e José Manuel Monteiro. António Robalo entendeu não ser ainda o tempo certo. Uma semana depois da publicação das quatro entrevistas mostrou a sua disponibilidade para também dar uma entrevista ao Capeia Arraiana que vinha, quanto a nós, fora de tempo até porque as quatro entrevistas foram todas realizadas antes de darmos início às suas respectivas publicações.
Em Outubro deste ano o Capeia Arraiana convidou os cinco candidatos para estarem presentes numa mesa-redonda televisiva a dois dias do final da campanha eleitoral. A resposta de António Robalo foi, mais uma vez, negativa.

Aqui ficam os factos. Os argumentos ficam para depois…
jcl

A «LocalVisão TV» e o blogue «Capeia Arraiana», organizam em parceria, amanhã, dia 7 de Outubro, uma mesa redonda entre os candidatos à Câmara Municipal do Sabugal. Trata-se da primeira aparição dos candidatos raianos em televisão e da última oportunidade para cada um expor as suas ideias em contraposição às das candidaturas adversárias.

Parceria Localvisão / Capeia ArraianaProsseguindo a sua trajectória de proximidade com o público-alvo, e tendo a missão de informar e chegar a todos os territórios – locais, nacionais e internacionais – a Localvisão TV e o Capeia Arraiana convidaram os cinco candidatos à Câmara Municipal do Sabugal nestas eleições autárquicas.
O encontro terá lugar na Guarda, na Capela do Cybercentro, no Solar dos Póvoas, espaço que servirá de estúdio para a gravação da mesa redonda. As imagens estarão on-line amanhã, quarta-feira, a partir das 20 horas.
Com esta mesa redonda entre os candidatos, a Localvisão TV e o Capeia Arraiana pretendem dinamizar um espaço on-line em antena aberta, na perspectiva de informar e esclarecer o eleitorado.
Durante o programa cada candidato terá oportunidade de defender os motivos da sua candidatura, os projectos para o concelho do Sabugal, as áreas temáticas a potenciar e advogar o seu projecto, enfim, sustentar o futuro do Sabugal.
O programa terá uma duração entre 30 a 40 minutos, havendo a preocupação de proporcionar a todos os participantes o mesmo tempo de antena, de modo a que possam expor com igual oportunidade as ideias mestras das suas candidaturas.
plb

A campanha eleitoral no Sabugal está ao rubro. Num território com 40 freguesias e mais de 100 localidades é enorme o esforço exigido «à máquina de campanha», aos candidatos e aos seus apoiantes. Este domingo as caravanas automóveis de António Dionísio (PS), António Robalo (PSD) e Joaquim Ricardo (MPT) alteraram ruidosamente a pacatez das aldeias e estenderam-se a perder de vista nas estradas do concelho do Sabugal. Nas inevitáveis contagens dos aderentes todos clamam vitória. Há, contudo, uma certeza: todos ultrapassaram a centena de viaturas.

Os candidatos desdobram-se em iniciativas para convencer o eleitorado que o seu programa e as soluções que apresentam são os melhores para o futuro do concelho.
Contactos de porta em porta, distribuição de folhetos em mercados, discursos em comícios, palavras de ordem nos carros de som, é assim o quotidiano das candidaturas, especialmente nas dos três partidos acima referidos. Os restantes – CDU e CDS – optam por campanhas mais discretas e menos onerosas.
A candidata do CDS, Ana Charters, tem saído à rua. Esteve em alguns mercados e percorreu as ruas de algumas povoações, mantendo contactos directos com as populações. Prefere as conversas pessoais e parece desvalorizar os discursos em apresentações de listas e em comícios, assim como os debates. Também não aposta na Internet, sendo a única candidatura que não tem um blogue.
José Manuel Monteiro, candidato da CDU, ainda não foi ao terreno, mas esta semana estará já em campanha, optando por algumas sessões de esclarecimento, distribuição de folhetos e contactos pessoais com os eleitores. Desde há muito que tem um blogue na Internet, onde divulgou o seu programa eleitoral, e participou no debate promovido pela Rádio Altitude.
As caravanas das três principais candidaturas marcaram o dia 4 de Outubro. As filas de automóveis estenderam-se pelas estradas, passando pelas terras em grande burburinho, ferindo a pacatez de domingo. Para os participantes foi um dia extenuante, com cerca de 12 horas em movimento, parando apenas para comer e fazer as necessidades, incluindo o almoço.
Todos saíram do Sabugal, onde os apoiantes se concentraram, seguindo depois em diferentes direcções. Os do MPT e do PS almoçaram no Soito, os primeiros na Lameira e os segundos na Praça de Touros, enquanto que o PSD optou pelo Sabugal, no Largo da Fonte. No final do dia, já com a noite cerrada, o PSD acabou no Soito e o PS e o MPT terminaram no Sabugal. Os conta-quilómetros de cada participante nas caravanas marcavam ao final do dia mais 300 quilómetros, que correspondiam ao consumo de algumas dezenas de litros de combustível. Ficou o sentimento do dever cumprido e cada candidatura com a ideia de que tinha ganho às outras, juntando mais automóveis e mais gente na sua comitiva.
Os comícios de encerramento da campanha eleitoral estão marcados para a noite de sexta-feira com António Robalo (21.30 horas) no Auditório Municipal, Joaquim Ricardo (21.00) no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal e António Dionísio (21.00) no Salão das Escolas do Sabugal.

GALERIA DE IMAGENS – CAMPANHA ELEITORAL – ANTÓNIO DIONÍSIO
 
 
GALERIA DE IMAGENS – CAMPANHA ELEITORAL – ANTÓNIO ROBALO
 
 
GALERIA DE IMAGENS – CAMPANHA ELEITORAL – JOAQUIM RICARDO
 
 
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jcl e plb

Combater a desertificação humana do concelho do Sabugal é o objectivo comum aos programas eleitorais das várias candidaturas à Câmara Municipal do Sabugal. Capeia Arraiana «esmiuçou» os vários planos de acção para os próximos quatro anos e dá conta daquilo que em cada um é mais expressivo.

Ana Isabel Charters - CDS-PP - SabugalANA ISABEL CHARTERS, candidata do CDS-PP, aceitou ser candidata por ter sentido o «chamamento» das origens e propõe-se fazer o melhor que sabe.
No seu programa de acção começa por se comprometer a obter junto dos organismos responsáveis as condições técnicas necessárias para o acesso eficaz ao telemóvel e à Internet em toda a área do concelho.
Tal como os demais candidatos, elege a desertificação humana como a principal preocupação: «Sem uma luta sem tréguas neste domínio de nada valerão os restantes esforços camarários.»
Bater-se-á pelo apoio da Câmara às associações e aos privados que queiram concretizar projectos económicos na área dos desportos a desenvolver na barragem do Sabugal, na área da pesca desportiva, na área das bicicletas de montanha, na construção de parques de campismo, de campos de férias e de unidades de juventude.
Ana Charters vai acarinhar o rio Côa, evitando a sua poluição e promovendo a limpeza das margens. Fomentará os Encontros Ambientais do Sabugal, para que os jovens possam, durante as férias e em campos próprios, trocar experiências e aprender com especialistas desta área como conseguir um equilíbrio ecológico sustentável.
Para Ana Charters, «ser velho não é uma doença: chegar a velho é uma virtude», pelo que se propõe fomentar a animação recreativa e cultural, de confraternização social, de ocupação de tempo ao ar livre e de exercício físico para os idosos.
Também se propõe intermediar entre os agricultores e o Ministério da Agricultura, criando um posto de atendimento permanente na Câmara destinado aos agricultores.

António Dionísio - PS - SabugalANTÓNIO DIONÍSIO, candidato do Partido Socialista, apresenta um programa assente na ideia de mudança para a criação de «um concelho do Sabugal com futuro». No fundo, pretende um concelho «atractivo para nascer, crescer, viver, trabalhar, investir, envelhecer e visitar».
Propõem-se afirmar o Sabugal no contexto regional, lançando mão de um conjunto de medidas para obter o desenvolvimento sustentado, apostando no turismo, reforçando a coesão social e fomentando a cultura e o associativismo. Por outro lado António Dionísio pretende promover a qualidade de vida, melhorar as acessibilidades e melhorar a «governação local». Dentro das medidas propostas surge o compromisso de «apoiar o reconhecimento da Capeia Arraiana enquanto património cultural único», e a introdução do ensino da língua espanhola nas escolas.
O programa aponta um conjunto de medidas, que se propõe realizar já em 2010. Dentre elas está a criação do gabinete de imagem do concelho e a instituição da figura do provedor do munícipe. Também pretende criar conselhos municipais: dos anteriores autarcas, da cultura, desporto e lazer e do turismo. Também fala na loja do cidadão móvel e na loja do munícipe, prometendo ainda levar as reuniões do executivo municipal às freguesias.
O candidato socialista enumera ainda um conjunto de programas, a implementar a breve trecho, como: o «Novo Sabugalense», de apoio à gravidez e à maternidade; «O Meu Livro Escolar» para distribuição de manuais aos alunos; o «Férias de Verão» para ocupação dos tempos livres; o «Noivos Felizes» de apoio aos jovens casais; o «Na Minha Casa», para melhorar o apoio domiciliário aos idosos; o «Sou Idoso, Estou Isento» para livrar os idosos de impostos e taxas municipais; o «Sabugal Terra da Castanha» para incentivo à plantação de castanheiros; o «Sabugal, Terra Doce» para apoio à apicultura; o «A Minha Aldeia é Linda» para requalificação das aldeias; e o «Sabugal Alternativo», para apostar nas energias renováveis.

António Robalo - PSD - SabugalANTÓNIO ROBALO, candidato do PSD, tem como maiores apostas o combate ao despovoamento e a obtenção de mais coesão social e mais competitividade para o concelho. Atrair investimento, melhorar as infra-estruturas e os serviços públicos, promover a protecção do ambiente, o desporto e o lazer, são também metas essenciais.
O candidato aposta na inovação e na promoção do emprego qualificado, bem como na dinamização das actividades económicas. Numa palavra: «manter o concelho no rumo certo».
O programa aponta para grandes objectivos: um concelho empreendedor, um concelho atractivo, um concelho preocupado com as pessoas, um concelho com ensino qualificado, um concelho equilibrado, um concelho jovem e inovador.
Enumeramos algumas medidas concretas que constam do plano de acção nas áreas do empreendorismo e da acção social: constituir a «SabugalInvest» para a captação de investimento, incluir pavilhões multiuso no espaço do mercado municipal, requalificar o espaço entre as pontes do sabugal do rio Côa, criar um centro de micologia, apoiar a efectivação do projecto Ofélia Club (1027 camas e 342 empregos em Malcata), criar condições de conforto e segurança nas capeias arraianas, fundar uma universidade sénior e defender a implementação de uma rede de cuidados continuados.
Na área da educação, a candidatura também aponta medidas: construir os centros previstos na carta educativa, dar mais meios informáticos às escolas e instalar o Centro de Estudos Pinharanda Gomes.
Para se atingir um concelho equilibrado, fala-se na conclusão da ligação A23-Fronteira, na requalificação das estradas e numa melhor parceria entre a protecção civil municipal e os bombeiros.
Também se defendem medidas para os jovens: criar um Fórum Jovem voltado para debates temáticos, criar espaços informais de desporto e de convívio.
O programa eleitoral acaba com a revelação de um sonho do candidato: «A instalação de um parque temático com atractividade internacional».

Joaquim Ricardo - MPT - SabugalJOAQUIM RICARDO, candidato do MTP – Partido da Terra, expõe no seu programa dois objectivos estratégicos: gerir na autarquia a pensar nas pessoas e promover a sustentabilidade económica e social.
Para gerir melhor a autarquia propõe um conjunto de «medidas estratégicas», de que são exemplo a promoção da qualidade dos serviços prestados e o reforço das competências das Juntas de Freguesias.
Enuncia ainda um conjunto de medidas no campo da saúde, da cultura e do desporto, assim como da mobilidade, onde fala da criação de circuitos para veículos não poluentes ou a urbanização dos recursos hídricos junto das povoações.
O candidato propõe-se criar um pólo universitário no concelho, desenvolver a indústria da construção civil e dar incentivos à fixação de residência no concelho.
No que toca à meta estratégica de promoção da sustentabilidade económica e social, a candidatura apresenta medidas de apoio à actividade empresarial e social, ao turismo, floresta e ensino.
Joaquim Ricardo quer criar pólos industriais ao longo do território concelhio, incentivar a criação do próprio emprego, apoiar as IPSS criando uma imagem de marca dos seus serviços (que quer promover no exterior) e criar uma liga concelhia das IPSS. Quanto às tradições quer que a capeia arraiana se realize ao longo de todo o ano e, em alternativa a um parque de campismo de grande dimensão, prefere criar pequenos parques de campismo ao longo do concelho.
Quanto ao apoio à floresta, Joaquim Ricardo quer promover a produção da castanha em larga escala, para além de espécies não resinosas. Já na educação quer apoiar as famílias a suportar as despesas com o ensino superior dos filhos e criar uma escola profissional e uma escola de música na Bendada.

José Manuel Monteiro - CDU -SabugalJOSÉ MANUEL MONTEIRO, candidato da CDU, aposta no lema «Tornar Possível o Impossível», assumindo-se como uma candidatura de ruptura.
O programa de acção assenta na ideia de um desenvolvimento com quatro eixos: económico (concelho economicamente viável), social (socialmente coeso e solidário), cultural (aliando a tradição à modernidade), ecológico (sustentável para as gerações futuras).
O candidato aposta na ideia de uma «gestão participada», em que os cidadãos tomam parte em todos os momentos cruciais da vida autárquica, e promete a descentralização das reuniões de Câmara e da Assembleia Municipal.
Como objectivos, a candidatura afirma querer fixar população através de incentivos à criação de emprego, reduzindo ou isentando taxas e impostos municipais, criando apoios às empresas e ao comércio tradicional e dialogando com os agentes económicos.
Também aposta na atracção turística, criando a Rota dos Castelos, reabilitando os núcleos históricos, fomentando o turismo rural e reabilitando os moinhos existentes. Aposta ainda na cultura, recuperando a gíria quadrazenha e constituindo museus do contrabando e da emigração.
Quanto ao lazer, ganha expressão a criação de um passeio público entre a ponte do Sabugal e a barragem, também com funções de ciclovia. No apoio social, quer um concelho socialmente coeso e solidário, criando o «cartão sénior», atribuindo bolsas de estudo e criando um centro de recolha de material escolar usado e outros bens, para distribuição a famílias carenciadas.
Quanto às acessibilidades diz que exigirá ao Governo o reperfilamento da estrada para a Guarda. No que toca aos serviços da autarquia, aposta na implementação de um Balcão Único de Atendimento ao Munícipe e no envolvimento dos trabalhadores municipais na gestão da autarquia.
plb

António Dionísio (PS-Partido Socialista), António Robalo (PSD-Partido Social-Democrata), Joaquim Ricardo (MPT-Partido da Terra) e José Manuel Monteiro (CDU-Coligação Democrática Unitária) marcaram presença esta sexta-feira, 25 de Setembro, no programa de Rui Isidro na Rádio Altitude. Ana Isabel Charters (CDS-PP) declinou o convite por considerar ser ainda muito cedo para dar início à sua campanha eleitoral. Divergências à parte os quatro candidatos concordaram num ponto: a desertificação é o grande problema do concelho do Sabugal.

Rádio AltitudeO jornalista da Rádio Altitude, Rui Isidro, introduziu o debate recordando que o concelho do Sabugal é o exemplo de maior alternância política no poder em todo o distrito da Guarda. Em 1976, nas primeiras eleições a presidência da Câmara foi conquistada pelo CDS. Em 1979 e durante dois mandatos foi governada pelo PSD para mudar de cor em 1985 novamente para o CDS e também por duas eleições. Em 1993 o PS conquistou a autarquia sabugalense mas, nas eleições seguintes, o PSD reconquistou a presidência. Em 2001 os sociais-democratas em coligação com o CDS mantiveram o poder e nas últimas eleições, 2005, o PSD, com Manuel Rito Alves, voltou a ganhar o município com maioria (quatro em sete) de mandatos .
Abriu o debate o candidato da CDU, José Manuel Monteiro, que após cumprimentar todos os sabugalenses deu a conhecer as linhas mestras do seu programa eleitoral com o lema «tornar possível o impossível». «As propostas da CDU assentam em quatro eixos de desenvolvimento: um concelho economicamente viável, um concelho socialmente coeso e solidário, um concelho culturalmente vivo aliando a tradição à modernidade e um concelho ecologicamente sustentável para as gerações futuras. «Achamos que é necessário fazer roturas, achamos que é necessário mudar», disse, ainda, José Manuel Monteiro.
António Dionísio foi o segundo candidato a entrar na antena da rádio elegendo como bandeira da candidatura o combate à desertificação. O candidato socialista considerou, também, que «o concelho do Sabugal tem que se afirmar no contexto regional com qualificação e inovação».
Joaquim Ricardo começou por agradecer à Rádio Altitude a possibilidade de estar presente num debate com os outros candidatos ao município sabugalense. Elegeu igualmente a desertificação como o grande inimigo a combater durante os próximos quatro anos. «Comigo as pessoas estarão sempre em primeiro lugar. As política autárquicas nos últimos 30 anos esqueceram as pessoas. Os dois grandes pilares da candidatura assentam na gestão da autarquia a pensar nas pessoas e na promoção da sustentabilidade económica e social do nosso território».
António Robalo chegou à Rádio Altitude já com o debate a decorrer e foi o quarto candidato a responder à questão inicial do moderador Rui Isidro. «Eu candidato-me na sequência do trabalho desenvolvido há doze anos durante três mandatos. O maior problema é não termos gente. Tudo temos feito para captar gente e vamos continuar a tudo fazer nesse sentido», explicou o candidato social-democrata.
O debate entre os quatro candidatos continuou com o balanço sobre os últimos quatro anos da gestão social-democrata na Câmara do Sabugal, sobre as apostas para o futuro do concelho do Sabugal e por fim a oportunidade a cada candidato para expor as razões porque consideram que os eleitores sabugalenses devem votar nas suas candidaturas.

Rádio Altitude on-line (90.0 FM). Aqui.

Rádio Altitude – Debate entre os candidatos à Câmara Municipal do Sabugal
jcl

O candidato do PS, António Dionísio escolheu o final da tarde do dia 20 de Setembro para juntar os seus apoiantes no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal e aí apresentar as listas de candidatos aos vários órgãos autárquicos. A sala encheu-se para ouvir falar António José Marques, candidato à Junta de Freguesia do Casteleiro, em representação das freguesias; Manuel Barros, presidente da concelhia do partido; Fernando Pinto, mandatário da candidatura; Maria do Carmo Borges, governadora civil; José Albano, presidente da distrital do PS; Francisco Assis, cabeça de lista à Assembleia da República; Ramiro Matos, candidato à Assembleia Municipal. No final subiu ao palco António Dionísio, que discursou para as várias centenas de apoiantes que enchiam o salão.

Discurso de António Dionísio com a apresentação do programa eleitoral.

«Caros conterrâneos e amigos.
Em meu nome pessoal e em nome das mulheres e homens que aceitaram partilhar este desafio de transformar o Concelho do Sabugal numa terra de progresso e desenvolvimento, permiti-me um bem-haja pela vossa presença, começando pelos militantes e simpatizantes do Partido Socialista, mas não esquecendo todos aqueles que pertencem a outros quadrantes políticos, quiseram estar hoje aqui presentes, demonstrando, todos, o seu apoio a esta candidatura que é na realidade uma candidatura pelo Concelho do Sabugal.
Contra o desânimo, contra a lamúria, contra a resignação, aqui nos apresentamos, contando convosco para sermos eleitos para a Câmara, para a Asesembleia Municipal e para as Assembleias de Freguesia para provarmos que vivemos e trabalhamos num Concelho com futuro.
Trazemos com as nossas candidaturas um sopro de esperança, mas também uma certeza: sabemos o que queremos, temos propostas ambiciosas mas realizáveis, e sabemos como as concretizar.
O poder, em democracia, deve servir exclusivamente para promover o bem e o desenvolvimento através do uso permanente do bom senso, dos afectos, da perspectiva histórica do concelho e sobretudo de todos os sabugalenses, pois só unidos conseguiremos transformar este concelho num território de progresso.
É por isso que vos digo que ao candidatarmo-nos aos órgãos autárquicos e ao pedir a Vossa confiança nas nossas ideias e propostas, temos uma responsabilidade cuja dimensão ética, cultural e pública nos impõe uma prática transparente, empenhada, completamente virada para a causa pública, isto é com o espírito de missão capaz de resistir à calúnia, à mesquinhez e a visão bacoca de rivalidades artificiais, usadas normalmente para esconder a incompetência e os vícios decorrentes dos pequenos caciques e da corte da qual se rodeiam.
Não sou diferente dos outros, tenho como todos, defeitos e virtudes e é com essa consciência que me candidato perante vós, tendo a certeza de que, afinal é essa a grande diferença – reconhecer a normalidade da minha pessoa e da minha equipa – e dizer-vos com humildade, que saberemos fazer melhor do que os outros, pois tudo será feito com vontade, com paixão e com espírito de missão, dispostos a dar o seu melhor, pois é nisto que acreditamos.
Acreditamos que podemos construir um concelho forte e com melhor Governo.
Acreditamos que podemos construir um concelho onde é bom nascer e crescer.
Acreditamos que podemos construir um concelho onde é bom viver e envelhecer.
Acreditamos que podemos construir um concelho onde é bom investir e trabalhar.
Acreditamos que podemos construir um concelho onde é bom investir na agricultura.
Acreditamos que podemos construir um concelho com identidade, onde a cultura acontece e que vale a pena visitar.
Acreditamos que podemos construir um concelho sustentável, ligado ao País e ao Mundo.
Acreditamos nas gentes desta terra.
É esta a nossa diferença:
A verdadeira aposta nas pessoas.
A igualdade de oportunidades.
A valorização das nossas gentes.
O reconhecimento da bondade do nosso povo solidário mas empreendedor, humilde mas determinado, leal mas inconformado.
E queremos tudo isto porque o nosso Concelho, a terra que nos viu nascer e crescer e a que nos orgulhamos de pertencer seja qual for o sítio onde moramos, merece o nosso esforço, merece que nos dediquemos de alma e coração a esta missão.
E sabemos, porque as mulheres e homens que se candidatam nas nossas listas, são mulheres e homens de bem, e em quem os sabugalenses podem confiar!

Caros conterrâneos e amigos
A luta eleitoral que estamos a travar não é pessoal. Nem minha, nem vossa.
É a luta pelo futuro desta terra.
Pela concretização das melhores propostas para transformar o presente e alicerçar o amanhã.
A luta e o combate destas Mulheres e Homens.
É feita em nome das suas mais profundas convicções.
De Justiça, de imparcialidade, de crença no trabalho e de Amor à sua Terra.
Bem-hajam em nome do Sabugal.

Até ao próximo dia 11 de Outubro o combate tem que ser diário.
Vamos Terra a Terra. Casa a Casa. Pessoa a Pessoa. Esclarecer, motivar e apresentar o nosso Projecto e as nossas Propostas.
Todos juntos vamos UNIR O SABUGAL.
Com a Força da Nossa Ambição.
Com a Força da Nossa Gente.
Com a Força das Nossa Convicções.
Com o Amor à Nossa Terra.
Viva o Concelho do Sabugal.»

Fotos: Direcção de Campanha de António Dionísio.
jcl

No último fim-de-semana as principais candidaturas à Câmara Municipal do Sabugal mobilizaram os seus apoiantes e apresentaram publicamente as suas listas de candidatos. Joaquim Ricardo, candidato do MPT, apresentou-se no Sábado, dia 19 de Setembro, enquanto que António Robalo e António Dionísio, respectivamente candidatos do PSD e do PS, preferiram o domingo, dia 20.

Candidatos à Câmara Municipal do SabugalFoi um fim-de-semana muito movimentado na vila do Sabugal, com uma boa parte da população mobilizada para os eventos de campanha política protagonizados pelos principais candidatos.
Joaquim Ricardo, candidato pelo Movimento Partido da Terra (MPT), foi o primeiro a vir para o terreno, no sábado, reunindo no Salão da Junta de Freguesia os seus apoiantes, que entusiasticamente o aclamaram. O presidente do Partido, Pedro Quartin Graça, esteve presente para dar um sinal de apreço por esta candidatura, na qual o partido aposta fortemente. Usaram também da palavra o mandatário da candidatura Victor Coelho e o cabeça de lista à Assembleia Municipal António Gata.
Joaquim Ricardo finalizou os discursos defendendo duas ideias fundamentais para a sua futura acção como presidente: «Gerir a autarquia a pensar nas pessoas e promover a sustentabilidade económica e social».
No domingo António Robalo, candidato do PSD, juntou os seus apoiantes no Auditório Municipal. O espaço encheu-se de entusiasmo para ouvir as intervenções, que foram abundantemente aplaudidas. António Robalo, visivelmente emocionado com o estímulo ali recebido, afirmou: «Sei que não estou só. Comigo e com a nossa equipa, o poder autárquico, será, acima de tudo, uma vivência diariamente partilhada com todos.»
No mesmo dia, no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal, António Dionísio, candidato do PS, reuniu os seus apoiantes para a apresentação pública das listas de candidatos. Ramiro Matos, que encabeça a lista à Assembleia Municipal usou da palavra, assim como Maria do Carmo Borges, governadora civil da Guarda, que ali esteve para apoiar aquele que acredita vir a ser o próximo presidente do Município do Sabugal.
No final da apresentação viveu-se o momento esperado pelos muitos presentes, quando António Dionísio subiu ao palco ao som do hino de campanha, tocado ao vivo, e sob uma enorme salva de palmas. Seguiu-se o discurso, centrado na necessidade da mudança.

Contamos publicar esta terça-feira os discursos dos candidatos e as imagens das apresentações públicas das listas.
plb

O Sabugal prepara-se para viver um fim-de-semana de intensa campanha eleitoral. Os três principais candidatos apresentam-se ao eleitorado acompanhados dos elementos das listas à Câmara Muncipal, à Assembleia Municipal e às Juntas de Freguesia. Estão todos na área do jogo e preparam-se para superar o desafio sem cairem na piscina. É caso para dizer: soltem a parede.

Faltam 21 dias para as Eleições Autárquicas e apenas oito para «umas» Legislativas que escolhem o Governo de Portugal mas que parecem não ter importância no concelho do Sabugal. Também é um facto que os principais protagonistas ignoram o concelho e para eles Portugal termina na cidade da Guarda. Será pelos maus acessos? Será pela proximidade a Espanha?
A propósito de espanhóis e de TGV não há ninguém que explique aos portugueses que o comboio de alta velocidade é estratégico mas não é prioritário. O motivo parece-me evidente. Uma das linhas do AVE espanhol (bandeira da Expo espanhola) liga Sevilha a Madrid. Da capital espanhola partem linhas para Barcelona, Málaga e Vallodolid mas ainda ninguém sabe quando será feita a ligação, através dos Pirinéus, à cidade de Pau onde termina (começa) o TGV francês. Contra factos…
Mas voltemos ao concelho do Sabugal ignorando deliberadamente as Eleições Legislativas «em represália» à ausência total de campanha eleitoral dos partidos políticos na conquista de votos para a eleições dos quatro deputados do círculo eleitoral da Guarda. Impõe-se ignorar quem nos ignora.
Os eleitores sabugalenses não podem queixar-se da falta de candidatos à Câmara Municipal do Sabugal. Apresentam-se a votos cinco candidatos – Ana Isabel Charters (CDS-PP), António Dionísio (PS), António Robalo (PSD), Joaquim Ricardo (MPT) e José Manuel Monteiro (CDU) – e apenas o concelho da Guarda, com seis candidaturas, tem mais opções de escolha. Nos outros dez concelhos temos Aguiar da Beira (com três candidaturas), Almeida (três), Celorico da Beira (quatro), Figueira de Castelo Rodrigo (três), Fornos de Algodres (quatro), Gouveia (quatro), Manteigas (três), Mêda (três), Pinhel (três), Seia (três), Trancoso (três) e Vila Nova de Foz Côa (três).

Candidaturas posicionam-se para ir a jogo
Este fim-de-semana os sabugalenses estão (todos) convidados para as três iniciativas partidárias que vão decorrer no Sabugal marcando o arranque em força das campanhas para as eleições autárquicas.
Para este sábado, 19 de Setembro, às 21 horas, está marcada para o Salão da Junta de Freguesia do Sabugal a apresentação dos candidatos das listas do MPT- Partido da Terra e a divulgação pública oficial do compromisso eleitoral. Joaquim Ricardo lidera a lista à Câmara Municipal e António Gata é candidato à Assembleia Municipal. O MPT apresenta listas a 14 Assembleias de Freguesia sabugalenses.
Lema: «Um projecto, um rumo, um futuro, e uma certeza: Mudar é possível!»

MPT-PARTIDO DA TERRA
Câmara Municipal Joaquim Ricardo
Assembleia Municipal António Gata
Assembleias
de
Freguesia
Águas Belas António Manuel P. Oliveira
Aldeia do Bispo Francisco Luiz Bárrios
Aldeia da Ribeira Filomena Neves Dias Rito
Aldeia S. António Nuno Miguel Silva Mota
Aldeia Velha José da Silva Moreira
Bendada Joaquim José S. P. Roque
Bismula Susana Maria A. André
Casteleiro Jorge M. C. Cameira
Quadrazais Simão N. M. Leitão
Sabugal Patrício da Silva Martins
Santo Estêvão António C. S. Martins
Seixo do Côa Domingos Cairrão Neto
Soito Rui José Rito Martins
Vale de Espinho António M. V. Fernandes

No domingo, 20 de Setembro, terá lugar no Auditório Municipal do Sabugal, às 17:30 horas, a cerimónia de apresentação pública dos candidatos sociais-democratas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia. O Partido Social Democrata apresenta o actual vereador António Robalo como candidato à Câmara Municipal e o actual presidente da autarquia, Manuel Rito Alves como candidato à Assembleia Municipal. Os sociais-democratas concorrem em 24 Assembleias de Freguesia.
Lema: «Saber fazer bem.»

PSD-PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA
Câmara Municipal António Robalo
Assembleia Municipal Manuel Rito Alves
Assembleias
de
Freguesia
Águas Belas Carlos José A. Barata
Aldeia da Ribeira António M. Fernandes
Aldeia S. António Paulo Jorge F. Afonso
Aldeia do Bispo João Grancho Inácio
Baraçal Luís C. C. Lajes
Bendada Jorge Manuel Dias
Bismula Joaquim M. M. Leal
Cerdeira Joaquim M. C. Matos
Malcata Vítor Manuel Fernandes
Penalobo Daniel Alves
Pousafoles Bispo Nazaré N. A. M. Gomes
Quadrazais Carlos A. Panto
Q. S. Bartolomeu Joaquim A. F. Corte
Rapoula do Côa Álvaro M. P. Santos
Rebolosa Albino Frango
Rendo José Miguel P. M. Robalo
Sabugal Manuel A. A. Lousa
Seixo do Côa Manuel Reduto
Soito Alberto J. L. Barata
Sortelha Geraldo Mendes
Vale de Espinho Domingos M. G. Malhadas
Vila Boa Alfredo M. A. Monteiro
Vila Touro Manuel F. T. Simões
Vilar Maior António Bárbara Cunha

Igualmente no domingo, 20 de Setembro, às 18 horas, a Comissão Política Concelhia do Sabugal do Partido Socialista faz a apresentação pública das listas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal. O comunicado socialista indica que estará presente o Secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, os candidatos às legislativas pelo círculo eleitoral da Guarda e os representantes das listas para as eleições autárquicas do concelho do Sabugal. António Dionísio é o candidato à Câmara Municipal e Ramiro Matos à Assembleia Municipal. O Partido Socialista concorre a 20 Assembleias de Freguesia.
Lema: «Assim é possível. Sabugal – Concelho do Futuro.»

PS-PARTIDO SOCIALISTA
Câmara Municipal António Dionísio
Assembleia Municipal Ramiro Matos
Assembleias
de
Freguesia
Aldeia S. António José António Amândio
Águas Belas Carlos Alberto C. Capelo
Aldeia da Ribeira Manuel Gonçalves Martins
Bendada Adérito Alves Pinto
Bismula José Augusto Vaz
Casteleiro António J. G. Marques
Malcata Sandra M. G. Varandas
Moita António J. N. Moreno
Q. S. Bartolomeu Lénia C. Santos Diogo
Quadrazais Silvina M. V. Silva
Rapoula do Côa Horácio Martins
Rebolosa Manuel Rei E. Barros
Rendo Rafael F. M. P. Costa
Sabugal Manuel Joaquim Rasteiro
Seixo do Côa Martinho L. Correia
Soito João Manuel F. Calva
Sortelha Fernanda M. M. Esteves
Vale de Espinho José M. Lucas Mendes
Vila do Touro Carlos Santos Lages

Aproveitamos para lembrar as listas das candidaturas do CDS-PP com Ana Isabel Charters (com o lema «Temos soluções e sugestões, venham comigo»)…

CDS/PP-CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL/PARTIDO POPULAR
Câmara Municipal Ana Isabel Charters
Assembleia Municipal Filipe Paulo Mendes Cunha
Assembleias
de
Freguesia
Aldeia S. António Jorge Joaquim B. M. Simões
Pousafoles Bispo Francisco Pires Dias

…e da CDU com José Manuel Monteiro.

CDU-COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA
Câmara Municipal José Manuel Monteiro
Assembleia Municipal João Carlos Taborda Manata
Assembleias
de
Freguesia
Alfaiates Porfírio Ramos
Cerdeira do Côa Osvaldo Teixeira d’Almeida
Moita Honório Antunes Santos
Rendo Manuel António Pereira
Sabugal Celso Cruz das Vinhas

É, portanto, um fim-de-semana de muitas movimentações políticas com os candidatos a alinharem-se na linha da área de jogo para a grande partida. No final apenas um conseguirá passar com todos os seus trunfos pela «urna da parede eleitoral». Para os outros está reservado… «um banho» apesar de considerar a esta distância que nenhuma das candidaturas irá conseguir alcançar os quatro vereadores que permitem governar com uma confortável maioria como aconteceu nesta mandato. Os acordos pós-eleitorais (ou pré) serão por isso um factor a ter em conta numa autarquia com sete mandatos e onde os cenários mais prováveis são: 3 – 3 – 1 ou 3 – 2 – 2. Não é uma sondagem. É, apenas, uma projecção a 21 dias da data das eleições. Vale o que vale.
É agora tempo de conhecer os programas eleitorais dos candidatos. Assim eles sejam tornados públicos. A finalizar deixo um desejo em forma de pedido aos próximos presidente e vereadores: tenham capacidade e querer para colocar os interesses do concelho acima dos interesses pessoais.

Alguns comentários mal-educados (escondidos sob anonimato) que nos têm chegado só demonstram a falta de cultura democrática, ou melhor, a asfixia democrática que alguns desejam para o Sabugal e para os Sabugalenses.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

O Partido Socialista vai apresentar os seus candidatos às eleições autárquicas no próximo dia 20 de Setembro, a partir das 18 horas, no salão da Junta de Freguesia do sabugal.

folhetoOs socialistas sabugalenses estão a mobilizar os simpatizantes da candidatura de António Dionísio para o final da tarde do próximo domingo, a fim de assistirem à apresentação dos candidatos. Está confirmada a presença do Secretário de Estado das Obras Publicas e militante socialista, Paulo Campos.
Na cerimónia marcarão ainda presença os candidatos do PS pelo círculo da Guarda às eleições legislativas e o presidente da federação distrital do partido, José Albano.
Serão apresentados os candidatos à Câmara Municipal, cuja lista é encabeçada por António Dionísio, à Assembleia Municipal, encabeçada por Ramiro Matos, e a 20 juntas de freguesia.
Depois da apresentação dos candidatos haverá um jantar de convívio.
plb

Os outdoors, vulgarmente conhecidos por cartazes, da campanha eleitoral do candidato António Robalo foram vandalizados em três freguesias.

(Clique nas imagens para ampliar.)

Os cartazes do candidato social-democrata à Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, foram vandalizados nas freguesias de Vale de Espinho, Aldeia Velha e Soito.
Uma nota emitida pelo director de campanha, Vítor Proença, dá conta que «vai ser feita queixa contra desconhecidos junto da GNR do Soito e da Comissão Nacional de Eleições».
As aldeias do concelho do Sabugal receberam durante o mês de Julho os cartazes de António Dionísio (PS) e de Joaquim Ricardo (MPT) e mais recentemente – há cerca de uma semana – começou a aparecer a propaganda do candidato António Robalo que é agora motivo de queixa às autoridades.
Recorde-se que para 27 de Setembro estão marcadas as eleições legislativas (deputados à Assembleia da República) e para 11 de Outubro as autárquicas desdobradas em três boletins de voto: Assembleia Municipal, Câmara Municipal e Juntas de Freguesia.

1- Não deixa de ser curioso que o legislador tenha dada a mesma importância às três eleições e tenha «obrigado» ao voto em três boletins. Mas… não deixa de ser, igualmente, curioso que nos cartazes já afixados dos três partidos (MPT, PS e PSD – por ordem alfabética) apenas aparecem as caras dos candidatos a Presidente da Câmara quando o número um à Assembleia Municipal e o primeiro da lista à Junta da Freguesia estão colocados democraticamente no mesmo patamar de importância. Considero até que para alguns candidatos seria – ou não – uma mais-valia a presença da imagem do seu número um à Assembleia Municipal. «Coisas» das campanhas da nossa democracia.
2 – Não deixa de ser curioso que num dos outdoors ainda é vísivel uma escada encostada à estrutura.
jcl

A candidatura de António Dionísio emitiu, esta sexta-feira, um comunicado analisando a situação provocada pelos incêndios no concelho do Sabugal que reproduzimos na íntegra.

«O FUTURO DO CONCELHO DO SABUGAL PASSA PELA FLORESTA

António DionísioCaros conterrâneos
O momento difícil vivido por todos nós, nos últimos dias de Agosto, quando tudo parecia arder e o trabalho esforçado e, muitas vezes, heróico das populações e dos Bombeiros para salvar vidas e bens se revelava insuficiente face à violência do fogo, obriga-me a dirigir-me a todos vós, num abraço de solidariedade com todos os que perderam os seus bens e viram os seus terrenos, culturas e árvores destruídos pelo fogo.
Quero, por outro lado, afirmar que, sabendo tirar lições do que correu mal, me mantenho na posição que sempre assumi de não me limitar a fazer queixas e a solicitar apoios da Administração Central.
Claro que é com grande satisfação que vejo a atitude do Ministério da Agricultura no pronto apoio aos agricultores do Concelho afectados, demonstrando que, pelo menos desta vez, souberam estar atentos e responder àquilo que era uma situação de catástrofe que exigia uma resposta imediata.
Mas quero dizer-vos também que acredito que esta desgraça que se abateu sobre o Concelho pode e deve tambem ser vista como uma oportunidade de ouro para criar um sector florestal sustentável e rentável na nossa terra.
E para isso, e levantando o véu sobre o meu Programa Eleitoral embora não tendo ainda sido divulgado publicamente, posso desde já adiantar que considero a Agricultura e a Floresta como uma prioridade política e que após a minha eleição, me proponho concretizar as seguintes Medidas para o Sector:
1 – Criar, em parceria com as Associações do Sector, o Gabinete Municipal de Apoio à Agricultura;
2 – Elaborar o “Plano de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura do Concelho do Sabugal”, em parceria com as Associações do Sector Agrícola;
3 – Aprofundar o Protocolo existente com o Ministério da Agricultura para transformar as instalações da Colónia Agrícola de Martim Rei num instrumento fundamental de apoio à actividade agrícola do Concelho e da Região;
4 – Criar o Programa “Sabugal, Terra de Floresta”, apoiando o desenvolvimento de um sector florestal e criar uma Empresa de capitais mistos (públicos e privados) de Gestão Florestal;
5 – Criar o Programa “Sabugal, Terra de Gado”, apoiando o desenvolvimento de um sector agro-pecuário e silvo-pastorício e criar uma Empresa de capitais mistos (públicos e privados) de Gestão de Espaços de Pastagem;
6 – Criar o Programa “Sabugal, Terra da Castanha”;
7 – Criar o Programa “Sabugal, Terra da Oliveira”.

Estas são algumas medidas que fazem parte do Meu Programa Eleitoral que brevemente apresentarei a todos os habitantes do concelho. No entanto considero que desde já devem ser tomadas medidas de emergência por forma a minimizar os graves prejuizos que os nossos agricultores tiveram com a passagem do fogo:
Tudo deverá ser feito para que os apoios disponibilizados pela Administração Central cheguem a todos os agricultores afectados para que possam refazer as suas vidas.
Assim, os elementos da Câmara e das Juntas de Freguesia que acompanharão os tecnicos do Ministério da Agricultura no levantamento exaustivo das situações devem actuar como “advogados” dos agricultores, tudo fazendo para que nada fique por registar.
Considero igualmente que o trabalho da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia só deverá terminar quando todos os apoios forem concedidos, o que quer dizer que a Câmara e as Juntas deverão igualmente apoiar os agricultores no preenchimento de toda a papelada que for exigida.
Por último, e complementando os apoios já anunciados pelo Ministério da Agricultura, considero que cabe à Câmara Municipal definir de imediato formas de ajuda monetária, técnica e psicológica, complementando as ajudas governamentais, para a compra forragens para os animais, aquisição de oliveiras para plantar, limpeza das áreas ardidas, recuperação de vedações, aquisição de sementes, reconstrução de palheiros e abrigos, etc. para todos aqueles que ficaram sem o seu meio de subsistência.
Esta é uma medida que de imediato deve ser implementada, não esquecendo que as as constantes do meu programa eleitoral serão medidas para implementar por forma que no futuro estas calamidades sejam atenuadas.
Deverá tambem ser revisto o Plano de Emergência em caso de catástrofe – fogo, inundação, seca, etc. – que deverá ser dado a conhecer a toda a população, onde, com o apoio de todos, se deverá referenciar os pontos onde a intervenção do homem pode ser mais eficaz no seu combate.
Assumo igualmente o compromisso que, após a minha tomada de posse como Presidente da Câmara, e tendo em atenção o levantamento das situações que entretanto terão sido feitas pelos Serviços Municipais e pelas Juntas de Freguesia, proporei a isenção do pagamento de IMI referente às propriedades cujo revestimento florestal tenha sido destruído por estes incêndios.
António Dionísio»


n.d.a.
Ontem, quinta-feira, o Capeia Arraiana deixou um repto aos cinco candidatos à presidência à Câmara Municipal do Sabugal com duas questão que gostariamos de ver respondidas publicamente:
– Se estivessem no poder como actuariam para colmatar no imediato as dificuldades dos agricultores em arranjar alimentos para os seus animais?
– Como pensam investir na reflorestação de videiras, oliveiras, carvalhos e outras árvores no concelho?

Consideramos que a resposta está dada por parte de António Dionísio. Acreditamos que os restantes candidatos estão, igualmente, interessados em explicar aos eleitores sabugalenses o que pensam das duas questões.
jcl e plb

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: 22 de Agosto de 2008.

Local: Praça de Toiros de Aldeia da Ponte.

Legenda: José Lucas, Artur Morgado, António Dionísio, António Morgado e Luís Sanches.

Autoria: Capeia Arraiana.

Clique na imagem para ampliar

O actual vereador da Educação e Cultural e candidato à Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, é o convidado este sábado do programa «Hora Informativa» da Rádio Caria.

António RobaloO candidato à Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, é o convidado do jornalista Sérgio Paulo Gomes, coordenador do programa «Hora Informativa» que vai para o ar este sábado entre o meio-dia e a uma hora da tarde na antena da Rádio Caria.
Fecha-se, assim, o conjunto de entrevistas iniciadas em Fevereiro aos três principais candidatos à Câmara Municipal Sabugal. Recorde-se que Joaquim Ricardo, em Fevereiro, e António Dionísio, em Março, estiveram neste mesmo programa a convite do jornalista Sérgio Paulo Gomes em parceria com o Capeia Arraiana.
Os candidatos e os seus apoiantes têm-se desdobrado nas últimas semanas em contactos e no fecho das listas para as Juntas de Freguesias e as praças e rotundas do concelho têm sido redecoradas com os placards das candidaturas de Joaquim Ricardo e António Dionísio.

Os previsões do tempo apontam para um mês de Agosto muito nervoso e politicamente a escaldar.
jcl

Quando faltam cerca de 80 dias para as eleições autárquicas marcadas para 11 de Outubro os nomes e os lugares nas listas para as Juntas de Freguesia e Câmara Municipal estão praticamente definidos e «negociados». O Capeia Arraiana entendeu ser a altura certa para uma grande entrevista aos três candidatos à presidência da Câmara Municipal do Sabugal. António Dionísio (PS) e Joaquim Ricardo (MPT) aceitaram o nosso desafio mas António Robalo (PSD) não se mostrou disponível. Durante uma descontraída conversa à hora do almoço com o candidato António Dionísio a entrevista ficou agendada para o final do dia na sua sede de campanha. Vamos conhecer um pouco melhor o que pensa o candidato socialista à presidência do município sabugalense.

António Dionísio

– Em primeiro lugar gostaríamos de saber se a decisão de ser candidato foi amadurecida ao longo dos anos?
– Nunca me tinha passado pela cabeça candidatar-me a presidente da Câmara Municipal do Sabugal nem pelo Partido Socialista nem por qualquer outro partido. Quando me foi endereçado o convite fiquei um pouco admirado e pedi algum tempo para ponderar a minha decisão. Entretanto fiquei a saber que o actual presidente, Manuel Rito, não se recandidatava ao lugar. Entendi que devia aceitar o desafio para transformar o Sabugal num concelho com futuro e evitar que ele fique estagnado. Actualmente não temos projecção para o futuro. E eu desejo fazer do Sabugal um concelho com futuro.
– Há quem o acuse de não viver no concelho a tempo inteiro. Isso limita-lhe o conhecimento que tem da realidade do Sabugal?
– É uma falsa questão. Aliás a maior parte das pessoas que fazem essa acusação nem cá vivem ou trabalham fora. Eu faço a minha vida no Sabugal. Já houve presidentes da Câmara que nunca cá viveram e nunca cá trabalharam. Eu tento, sempre que possível, fazer compras no comércio sabugalense. Aliás sou proprietário de um negócio de família com mais de 50 anos que é possivelmente o mais antigo comércio de retrosaria, fazendas e tapeçaria do concelho do Sabugal. Inicialmente gerido pelo meu pai na actual loja do senhor Alfredo e, desde há uns anos, na actual localização junto à praia fluvial. Nunca abandonei o Sabugal mesmo quando, por motivos profissionais estive em França, nos Açores ou no Porto. Posso-lhes garantir que conheço muito bem os usos e costumes da nossa gente. Conheço o concelho de uma ponta a outra. Não foi preciso chegar o tempo da campanha para conhecer as aldeias.
– Que reacções tem tido nestas visitas às aldeias?
– Em geral foram muito boas. Os sabugalenses estavam à espera de uma lufada de ar fresco nas candidaturas à Câmara. Além da minha família e dos meus amigos de sempre que me apoiaram desde o início tenho recebido muitos incentivos de pessoas conhecidas. Revejo-me nos ideais socialistas e sociais-democratas do Partido Socialista mas a minha candidatura não se esgota na política. É importante aparecerem sabugalenses com ideias novas para o concelho.
– As opções políticas tomadas fizeram o concelho perder tempo?
– Não direi que se perdeu tempo. Ao longo do mandato quem decidiu considerou que tomou as opções correctas. Mas agora verificamos que não foram tomadas as melhores opções para combater o nosso maior problema, a desertificação. O objectivo não foi alcançado por este executivo.
– Se atingir o seu objectivo qual será a sua primeira medida de combate à desertificação?
– Acredito que o Sabugal é um concelho com futuro. Vou trabalhar para combater a desertificação apoiando a população activa e criando incentivos à fixação dos jovens em colaboração com as associações e as IPSS’s. A Câmara não pode tomar o lugar dos empresários. Vamos criar apoios à actividade empresarial tendo como pano de fundo a desertificação. Temos que estancar a desertificação. É esse o meu grande desafio para os próximos quatro anos. Meu e dos actuais funcionários camarários. Confio e preciso das competências de todos.
– E como vereador? Leva o seu mandato até ao fim?
– Não coloco esse cenário mas se a minha candidatura não for a mais votada serei vereador até ao final do mandato.
– Os custos das obras que o actual executivo lançou como a ligação à A23, o parque empresarial e o parque de campismo podem condicionar a actividade do futuro presidente…
– A ligação à A23 foi imaginada pelo actual executivo para melhorar a ligação de Espanha à Cova da Beira. O Sabugal precisa de melhorar as ligação rodoviárias mas considero que devemos decidir aonde nos queremos ligar. A nossa ligação de sempre é com a Guarda, sede de distrito, onde vamos aos hospitais, às instituições, aos serviços públicos e a PLIE, um grande investimento do Governo, que será um grande factor de desenvolvimento regional. Por tudo isso defendo uma ligação prioritária à Guarda e às duas auto-estradas que nos ligam a Portugal e à Europa. Os troços que estão agora a ser construídos não tem princípio nem fim. Vejam, por exemplo, a estrada do Alto do Cardeal até ao Ozendo. Os troços que a tropa anda a abrir e a ligação só vão ter viabilidade se for o Governo a suportá-los. Para que serve uma estrada que chega ao concelho de Belmonte e não tem continuação?
– O António Dionísio já foi candidato nas listas do PSD à Câmara do Sabugal…
– Nas autárquicas as pessoas são mais importantes que os partidos. Fui em quinto lugar apenas para apoiar o meu grande amigo José Maria Bragança.
– Um mau resultado nas Legislativas por parte do Partido Socialista poderá influenciar as Autárquicas?
– As eleições Legislativas têm uma abrangência completamente diferente das Autárquicas. Durante muito tempo o Sabugal foi o concelho da alternância. A população do concelho do Sabugal vota nas pessoas que conhece e que lhe inspiram confiança. Evidentemente as candidaturas estão ligadas a partidos mas considero que são eleições com motivações locais e focadas nas pessoas com quem falamos ou reconhecemos nas ruas das nossas terras.
– O que é que o candidato António Dionísio gostaria que não acontecesse no combate político no Sabugal?
– Gostaria que não houvessem nunca ataques pessoais. Os ataques pessoais apenas servem para fazer esquecer os temas que devem ser debatidos e que interessam a todos os sabugalenses.
jcl e plb

Esta quarta-feira o Capeia Arraiana vai dar o pontapé de saída na campanha autárquica no concelho do Sabugal com grandes entrevistas a dois candidatos. Falar positivo, falar bonito, subir não sei quantos lugares num ranking que ninguém reconhece, não falar… Não! O Capeia Arraiana apenas pode prometer… falar verdade. Vamos a isso quando faltam cerca de 80 dias para o domingo de 11 de Outubro.

Eleições Autárquicas Sabugal - Sedes CampanhaEste é um artigo de opinião assinado por um dos administradores do Capeia Arraiana. Assinado e assumido. Há cerca de um ano assumi a minha admiração por Manuel Rito Alves, actual presidente da Câmara Municipal do Sabugal. Assumi e mantenho. É provavelmente (como dizem na ciência política) o grande animal político do concelho.
Aos anteriores presidentes reconheço jogo político a António Morgado e capacidade de resistência a José Freire que, qual fénix, tudo indica será o quinto elemento na lista de deputados da Guarda do Partido Socialista à Assembleia da República. Aqui fica o meu reconhecimento aos três, José Freire, António Morgado e Manuel Rito, por aquilo… por aquilo não… por tudo aquilo que fizeram pelos sabugalenses. Já sei que tudo fizeram na vossa actividade autárquica em benefício de todos os sabugalenses. O tempo e a história farão (ou não) a sua justiça.
Em Março deste ano convidámos os três candidatos (e iremos falar sempre por ordem alfabética) para uma grande entrevista na Rádio Caria no programa «Hora Informativa» da responsabilidade do jornalista Sérgio Paulo Gomes. Aceitaram estar presentes António Dionísio e Joaquim Ricardo. O candidato António Robalo considerou, na resposta ao meu convite pessoal, que ainda não estava em campanha eleitoral. Iniciou-se no concelho do Sabugal o surdo som de que apenas privilegiávamos «alguns candidatos»… Ou seria (será) apenas o pesado som do silêncio de quem por estratégia não quer falar?
Esta semana vamos publicar duas grandes entrevistas assinados pelos administradores do blogue Capeia Arraiana a António Dionísio e Joaquim Ricardo. Mais uma vez o mais que assumido candidato social-democrata, António Robalo, entendeu não ser ainda a altura para falar. Compreendemos até porque ainda faltam cerca de 80 dias para as eleições de 11 de Outubro.
Esta quarta-feira publicamos a entrevista com António Dionísio e amanhã, quinta-feira, a entrevista com Joaquim Ricardo. Os candidatos deram a entrevista no seu terreno: a sua cadeira na sua sede de campanha. António Dionísio antecipou o momento com uma descontraída conversa à hora do almoço com a promessa de nova reunião ao final do dia e Joaquim Ricardo recebeu-nos na menina dos seus olhos, a Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António, com uma visita guiada. A conversa gravada decorreu na sua sede de campanha com vista para o rio Côa.
Destacamos momentos fortes nas duas entrevistas. António Dionísio confirmou-nos que, antes de aceitar o convite perguntou a Manuel Rito se era candidato e Joaquim Ricardo afirma na entrevista que publicamos amanhã, quinta-feira, que nunca seria candidato contra o actual presidente da Câmara.
Os dois candidatos mostraram durante as entrevistas ter fortes ideias e convicções para resolver os problemas do concelho do Sabugal. Têm fé nas suas equipas e acreditam ter as soluções para os grandes problemas do concelho. «Sabugal Concelho com Futuro» de António Dionísio e «Um presidente a sério e igual para todos» de Joaquim Ricardo são duas ideias-força sempre presentes ao longo das entrevistas.
Durante as conversas houve uma entoação mais forte para a falta de ética política na constituição das listas de freguesia e para o clima de silencioso terror que se vive nos protagonistas autárquicos.
Nas eleições europeias no concelho do Sabugal estavam recenseados 16.763 eleitores e votaram 4.923 cidadãos. O PSD obteve 2965 votos (41,95%), o PS alcançou 1248 (25,35%), o CDS teve 387 (7,86%) e o MPT ficou-se pelos 102 (2,07%). Os restantes votos foram distribuídos pelos outros partidos.
Apesar de serem eleições europeias a verdade é que os abstencionistas – emigrantes ou idosos em lares distantes do seu recenseamento – deverão ser muito idênticos nas autárquicas. Mas tudo isto – um total de cerca de cinco mil eleitores – corresponde segundo a Acta n.º 8 da Câmara Municipal do Sabugal a um orçamento relativo ao ano de 2008 com uma receita global de cerca de 21 milhões e meio de euros. A receita orçamental foi de cerca de 18 milhões de euros e a de operações de tesouraria de 1.744.232,46 euros. A despesa totalizou 21.489.933,68 euros e o saldo do exercício que transitou para o ano seguinte foi de 2.311.282,60 euros. Mas chega de números. Os interessados podem consultar a acta no link indicado no final deste artigo.
Por curiosidade posso adiantar que o concelho de Odivelas tem 117.635 eleitores distribuídos por oito freguesias. A freguesia da Póvoa de Santo Adrião, onde residem muitos sabugalenses, têm recenseados cerca de 13 mil eleitores. Sinto necessidade de sublinhar que uma das oito freguesias do concelho de Odivelas tem, mais ou menos, os mesmos recenseados que todo o concelho do Sabugal. Os senhores autarcas sabugalenses deviam, de vez em quando, recordar que há freguesias urbanas com mais eleitores que todas as 40 freguesias do concelho sabugalense.
Mas… estão errados os que pensam que só devem governar para quem lhes dá os votos. Os senhores candidatos têm uma grande obrigação. Cativar os descendentes dos sabugalenses para que voltem (sempre) às suas origens. Mostrem que são capazes!

1 – O meu pai ensinou-me que, quando os homens usavam chapéu, a palavra de honra era selada com um aperto de mão. Agora parece que mesmo depois da assinatura e de ofertas em numerário para as campanhas ainda há quem mude de convicções como quem muda de camisa. Pois… Vale o que vale.
2 – Esta semana o destaque do Capeia Arraiana foi retirado da página principal do portal da Câmara Municipal do Sabugal. Agradecemos a gentileza de nos terem privilegiado durante mais de dois anos em lugar de destaque. Retribuímos, dentro das nossas capacidades não comerciais e não subsidiadas sem páginas mensais de publicidade pagas pela autarquia, com a divulgação das actividades autárquicas em forma de notícia ou de cartaz. No nosso critério editorial nada se alterou. Privilegiamos a notícias verdadeiras em lugar das notícias positivas. Privilegiamos a promoção das gentes e das terras raianas. Privilegiamos a opinião da diáspora que tem (e terá sempre) uma palavra a dizer sobre o desenvolvimento do Sabugal. Bem-haja presidente Manuel Rito porque, apesar de não nos ler, privilegiou-nos durante estes mais de dois anos com um link destacado no portal oficial do executivo camarário sabugalense.
3 – Esta marcada para esta quinta-feira, 23 de Julho, uma conferência de imprensa para a apresentação dos nomes da concelhia do PSD do Sabugal que acompanham António Robalo na corrida à presidência da Câmara Municipal do Sabugal. Será uma excelente oportunidade para ouvir falar Manuel Corte, presidente da concelhia do Sabugal do Partido Social Democrata.
4 – O Blogue Capeia Arraiana é publicado diariamente na Internet desde o dia 6 de Dezembro de 2006. São 959 dias até 22 de Julho de 2009. As datas valem o que valem.

Acta n.º 8 da Câmara Municipal do Sabugal. Aqui.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages (jcl)

jcglages@gmail.com

Três das candidaturas conhecidas à Câmara Municipal do Sabugal têm já sedes de campanha, todas elas no centro da cidade do Sabugal e relativamente perto umas das outras.

Eleições Autárquicas Sabugal - Sedes CampanhaA primeira candidatura a assinalar a sede foi a do MPT, cujo cabeça de lista é Joaquim Ricardo. Está num local de fácil acesso, na Avenida Ismael Mota, defronte à agência do banco Millenium. Trata-se de uma vivenda isolada, em local bem visível, cujas grandes janelas do rés-do-chão exibem cartazes com o candidato, a sigla do partido que suporta a candidatura e com os slogans da campanha. De resto a candidatura de Joaquim Ricardo há muito que está em movimento, contendo cartazes em todas as freguesias, sob o lema: «Um presidente a sério e igual para todos.»
Outra sede já ao serviço é a do PS, cuja lista de candidatos é encimada por António Dionísio. Trata-se de uma casa na Rua Florbela Espanca, junto ao Largo da Fonte, nas instalações da antiga oficina de António Chapeira. Embora sita no centro da cidade, esta sede está algo escondida, e pouco visível para quem passa, sendo porém avistada do Largo da Fonte, na rua cujo gaveto é a Ourivesaria Confiança do Senhor Margato. Também aqui os cartazes estão já nas paredes fronteiras da sede, assinalando o local, e contendo a face ampliada do candidato, ladeado com o lema de campanha: «Sabugal concelho com futuro.»
Esta candidatura saiu também já para a rua e os cartazes de campanha cobrem já uma boa parte das freguesias do concelho.
António Robalo, candidato do PSD, foi o último a assinalar a sede de campanha, no Largo da Fonte, junto à escola primária, mas foi quem há mais tempo garantiu o local. Foi no mesmo edifício que a campanha do PSD se centrou há quatro anos e desde logo o ficou garantido que serviria de sede também neste ano.
As paredes fronteiras e laterais contêm cartazes com a imagem do candidato e com os lemas de campanha: «Saber fazer bem» e «As pessoas primeiro».
As três sedes estão relativamente próximas e adivinha-se uma grande azáfama, desde logo no chamado período de pré-campanha, que já se iniciou, mas sobretudo no momento da campanha autárquica, daqui a dois meses, altura em que cada candidatura dará tudo para garantir os votos necessários para a vitória.
plb

O candidato do Partido Socialista à Câmara do Sabugal, António Dionísio, divulgou através do seu blogue os nomes que o acompanham na candidatura, estando entre eles duas mulheres, cumprindo assim a Lei da Paridade.

A secundar António Dionísio estará Fernanda Manuela Matos Esteves, de 36 anos, Engenheira Técnica Agrária, natural de Sortelha.
Em terceiro lugar surge Luís Manuel Nunes Sanches, de 51 anos, Técnico Agrícola, natural de Aldeia Velha. Luís Sanches exerce actualmente as funções de vereador do executivo, sendo o único dos actuais eleitos do PS a integrar a lista de candidatos às próximas eleições.
Em quarto lugar estará Manuel Rei Esteves Barros, de 39 anos, professor do ensino secundário, natural da Rebolosa. Manuel Barros exerce as funções de presidente da concelhia do PS e é presidente da Junta de Freguesia da Rebolosa.
Em quinto lugar da lista surge outra mulher: Sandra Isabel Santos Fortuna, de 29 anos, também professora do ensino secundário e natural do Casteleiro.
Em sexto estará Francisco António Simões dos Santos Vaz, de 43 anos, Guarda Florestal, natural de Alfaiates.
Em sétimo surge Roberto Cayuela Vaz Lavrador, de 37 anos, Técnico Oficial de Contas, natural do Soito.
Dos sete candidatos conhecidos, apenas dois são militantes do PS, Manuel Barros e Sandra Fortuna, sendo os restantes independentes.
António Dionísio destaca no seu blogue o facto de se tratar de uma equipa jovem (média de 39 anos) «com candidatos que amam a sua terra e que pretendem dar um contributo válido para o seu desenvolvimento. São mulheres e homens que têm experiência de vida, que se dedicam com empenho à sua profissão, que participam activamente na vida comunitária e que reúnem condições para merecerem a confiança dos eleitores sabugalenses».
plb

A candidatura de António Dionísio à Câmara do Sabugal distribuiu um folheto de campanha contendo uma mensagem do candidato, que promete apresentar um programa eleitoral com promessas concretas para a construção de um concelho moderno, desenvolvido e atractivo.

folhetoDepois de António Robalo se apresentar aos eleitores através de um folheto distribuído à população, de que Capeia Arraiana deu a devida nota, surge agora António Dionísio a distribuir uma brochura.
Num grafismo dominado pela cor azul em diferentes tons, evidenciam-se um castelo estilizado e o rosto do candidato, acompanhando o lema: «Sabugal 2009 – Concelho com Futuro!».
Neste primeiro panfleto de campanha dos socialistas para as autárquicas enumeram-se as razões do apelo à mudança e elencam-se os desafios a que o candidato se propõe: definir o concelho que queremos, afirmar o concelho num contexto regional, criar um concelho qualificado, desenvolver a economia, desenvolver o turismo, gerir a imagem do concelho e definir um novo modelo de governação local.
O documento apresenta também um texto assinado pelo candidato, subordinado ao tema: «A interioridade e a desertificação». No texto António Dionísio caracteriza o concelho facultando dados estatísticos que comprovam o decréscimo populacional, para depois defender que nem todos os males se devem ao poder central: «Não quero dizer que a Administração Central não tem uma quota-parte significativa no estado a que chegámos. Mas afirmo, sem qualquer dúvida, que não compete ao litoral definir o nosso rumo para um Concelho desenvolvido.» Depois, no referente às soluções para os nossos males, o candidato deixa claro que «a Administração Central pode dar uma boa ajuda, mas somos nós que temos de construir este Concelho moderno, desenvolvido e atractivo».
Defende ainda a união dos sabugalenses: «Todos a puxar para o mesmo lado, unidos por uma estratégia comum de desenvolvimento eis a condição primeira para destruir a nossa interioridade e marginalização face às regiões mais desenvolvidas.»
Para António Dionísio terminou o «discurso do desgraçadinho», devendo antes todo o sabugalense apostar no ditado popular «Ajuda-te e serás ajudado», prometendo contudo para o momento da divulgação do programa eleitoral a transformação da mensagem em pospostas concretas.
plb

Romeu Bispo, natural do Sabugal, funcionário bancário, é o novo provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, sucedendo no cargo a José Diamantino dos Santos, falecido no início do ano. Tem sobre os ombros uma grande responsabilidade, pois a instituição cresceu muito nos últimos anos e desempenha hoje um papel incontornável no apoio social às famílias sabugalenses. Rumores acerca de uma situação financeira muito difícil da Misericórdia, levaram-nos à fala com o novo provedor, que esclareceu a conjuntura actual e falou nos projectos de futuro.

romeu– Como se processou a substituição do Dr. Diamantino enquanto provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal?
– Dentro do que estipulam os Estatutos eu, sendo vice-provedor, passei a desempenhar as funções de provedor, tendo entretanto assumido as funções na Mesa um outro irmão que figurava como suplente. Actualmente a Misericórdia é gerida por cinco elementos. Para além de eu próprio fazem parte da Mesa: Manuel Nunes, António Janela, António Freitas e Maria Rosária Batista. Temos reunido periodicamente e constituímos uma equipa unida, pois estamos todos conscientes do trabalho que há a fazer. Não é fácil substituir uma figura impar como a do Dr. Diamantino e os restantes elementos da Mesa, sabendo disso, têm-me dado todo o apoio.
– Tem havido rumores de que o Dr. Diamantino deixou a Santa Casa numa situação financeira insustentável, o que levou à tomada de medidas drásticas. O que há de verdade nisto?
– A situação financeira da Misericórdia não é de facto famosa. Apresentámos as contas relativas a 2008 na última Assembleia Geral e a verdade é que houve um saldo contabilístico negativo de mais de 180 mil euros, porém o resultado operacional foi na ordem dos 90 mil euros. Perante isto alguma coisa tinha de ser feita. De qualquer forma a verdade é que o próprio Dr. Diamantino há muito nos dizia que a situação era difícil e que teríamos de tomar medidas.
– Mas como vice-provedor não sabia o que se passava?
– O Dr. José Diamantino dedicava praticamente todo o seu tempo à obra e nós comparecíamos nas reuniões e acompanhávamo-lo sempre que era necessário. Sabíamos do que se passava, porque ele nada nos escondia, e falava-nos das dificuldades que se atravessavam e que era necessário ultrapassar. Mas como estávamos habituados ao rigor da sua gestão não vivíamos numa grande preocupação porque contávamos sempre com ele para superar os problemas, que foi de resto o que ele sempre fez nos anos em que esteve à frente da instituição.
– E a que se deve a situação difícil em que a Misericórdia se encontra?
– Fomos visitados por várias inspecções que detectaram anomalias, pois as leis estão sempre a mudar e isso obriga a constantes readaptações. Isso implicou muitas despesas em obras e aquisições para suprir as falhas apontadas. Mas sobretudo houve o investimento na creche, que importou em mais de 200 mil euros, totalmente suportados pela instituição, pois os fundos comunitários prometidos nunca chegaram. As verbas eram do anterior Quadro Comunitário da Apoio e houve algum desentendimento entre as unidades gestoras, Coimbra e Lisboa, o que contribuiu para que a Misericórdia não tivesse recebido qualquer verba. O Dr. Diamantino ficou muito desanimado com isso, falando mesmo em problemas políticos que impediram a concretização do financiamento.
– E que medidas em concreto estão agora a ser tomadas para sanear financeiramente a instituição?
– Tivemos que aumentar as mensalidades dos utentes, quer das crianças quer dos idosos, que estavam inalteradas desde 2005. Esta era de resto uma ideia que o falecido provedor nos dizia que era necessário tomar. Outra medida é avançarmos com a criação da Unidade de Cuidados Continuados, fundamental para servir melhor a população idosa e também para rentabilizar o futuro da instituição.
– E há disponibilidade financeira para se avançar agora com esse projecto?
– Apenas avançaremos se obtivermos financiamento e temos boas perspectivas de o conseguir. Estes projectos são financiados pelo Ministério da Segurança Social, havendo porém a supervisão técnica do Ministério da Saúde, a quem cabe dar o sinal verde para se avançar. E aqui as coisas estão bem encaminhadas porque reunimos recentemente com o Dr. Fernando Girão, que é o administrador da Unidade Local de Saúde da Guarda, que nos elucidou acerca dos passos a dar na nossa candidatura e nos garantiu que o Sabugal terá direito a esse serviço.
– E como é que isso se processou?
– Bem, quem nos deu conhecimento da possibilidade de se avançar com a instalação de uma Unidade de Cuidados Continuados no Sabugal e intercedeu no sentido de se fazer a reunião foi o António Dionísio.
– O Toni, candidato do PS à presidência da Câmara?
– Sim.
– Mas quem andava a falar num hospital de retaguarda para o concelho era o presidente da Câmara, Manuel Rito…
– Sim, isso é verdade, até porque o Sr. Presidente da Câmara também nos falou acerca desse assunto, na reunião de apresentação que tivemos na Câmara, mas a verdade é que a reunião que tivemos com o Dr. Fernando Girão foi patrocinada pelo Toni, que fez com que as coisas avançassem. Eu limitei-me a, em nome da instituição, aproveitar uma oportunidade que penso que o Sabugal não pode perder.
– E para quando está prevista construção da Unidade de Cuidados Continuados?
– Agora esperamos pela conclusão do projecto, que está a cargo de um gabinete de arquitectura, e que nos deve ser apresentado ainda esta semana. De qualquer forma o novo projecto terá de ser analisado e aprovado pelos Ministérios envolvidos, e só então avançarão as obras. Mas estou confiante que no início de 2010 a construção irá avançar.
– Esse também era um objectivo do Dr. José Diamantino?
– Sem dúvida, até porque o novo projecto baseia-se num outro que elaborámos há oito anos, a que chamámos Unidade de Apoio Integrado, que a Misericórdia tentou fazer avançar, mas que apesar de termos o projecto aprovado não foi possível construí-lo porque não reunimos os apoios necessários.
plb

O candidato independente nas listas do Partido Socialista à Câmara Municipal do Sabugal, António Dionísio, foi o convidado do programa «Hora Informativa» da Rádio Caria. Aproveitou para clarificar as suas ideias-força – negociação, parceria e contrato – e para divulgar que já está online o blogue oficial da sua campanha.

António Dionísio e Sérgio Paulo Gomes - Rádio CariaAntónio Dionísio esteve presente este sábado, 14 de Março, no programa «Hora Informativa», da Rádio Caria, da responsabilidade do jornalista Sérgio Paulo Gomes.
Muitos foram os temas abordados entre o meio-dia e a uma hora na antena da rádio mas o grande destaque vai para o anúncio de que já está online o blogue oficial do candidato. Depois de Joaquim Ricardo, candidato independente pelo MPT-Partido da Terra, ter lançado o seu blogue oficial chegou agora a vez de António Dionísio aderir às tecnologias de informação e comunicação privilegiando o suporte em formato de blogue para chegar mais perto dos potenciais eleitores.
«Mas quem visita o Sabugal, chega e percebe que há muita qualidade de vida», afirma Sérgio Paulo Gomes em jeito de provocação. «O Sabugal tem muita qualidade de vida para quem nos visita durante dois ou três dias mas falta como ganhar a vida para os que vivem cá todo o ano», respondeu-lhe António Dionísio.
Sobre a análise ao processo das águas António Dionísio considerou que o artigo que escreveu e publicou no Capeia Arraiana «foi uma análise e um chamar de atenção para alguns problemas que a população em geral ainda não se deu conta. Não deve ser tomada nenhuma decisão sem primeiro ponderar muito bem os prós e contras até porque há a questão dos investimentos no concelho. A Câmara ao transferir as responsabilidades para uma empresa privada vai fazer com que seja essa empresa a escolher os investimentos no concelho e a câmara pode ter prioridades diferentes. É necessário analisar em conjunto com os funcionários camarários envolvidos na mudança até porque eles vão ser transferidos da Câmara para uma empresa privada».
– Acha que o horário do Centro de Saúde do Sabugal poderá vir a sofrer alterações? O que é que lhe disse o Secretário de Estado da Saúde aquando da apresentação da sua candidatura?, questionou o jornalista. «O Secretário de Estado da Saúde afirmou-me que o Centro de Saúde não iria fechar!», respondeu, entre sorrisos, o candidato socialista.
A saúde, o ensino, as acessibilidades e as redes viárias, as Termas do Cró, a Serra da Malcata, o Rio Côa, o Turismo e a Bolsa de Turismo de Lisboa foram, também, temas abordados durante a entrevista que António Dionísio concedeu à Rádio Caria.
«A chave para o desenvolvimento sustentável está no ordenamento do território e as minhas palavras-chave vão ser negociação, parceria e contrato», conclui António Dionísio que terminou a entrevista com a divulgação do endereço na Internet do blogue oficial da campanha.

Blogue oficial da candidatura de António Dionísio aqui.

Oiça, aqui, no Capeia Arraiana, a entrevista de António Dionísio à Rádio Caria…
Parte 1

Parte 2

Parte 3

jcl

O candidato socialista à Câmara Municipal do Sabugal, António Dionísio, é o convidado no próximo sábado do jornalista Sérgio Paulo Gomes no programa «Hora Informativa» da Rádio Caria. O Capeia Arraiana soube de fonte segura que António Dionísio vai aproveitar a presença na Rádio Caria para divulgar uma novidade relacionada com a sua campanha.

António DionísioAntónio Dionísio vai estar presente no sábado, dia 14 de Março, entre o meio-dia e a uma hora da tarde, no programa «Hora Informativa» da Rádio Caria. A entrevista ao candidato socialista à Câmara Municipal do Sabugal vai ser conduzida pelo responsável do programa, o jornalista Sérgio Paulo Gomes.
Na cerimónia de apresentação da candidatura, no dia 13 de Dezembro de 2008, estiveram presentes no salão da Junta de Freguesia do Sabugal o Secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, o presidente da Comissão Política Concelhia do Sabugal, Manuel Barros, o deputado natural de Aldeia de Santo António, Alberto Antunes, os deputados pelo distrito da Guarda, Fernando Cabral e Rita Miguel e o presidente da Federação Distrital da Guarda, José Albano.
Na altura, António Dionísio afirmou que «o concelho do Sabugal tinha três grandes desafios pela frente: Definir o pensamento futuro do concelho, definir um novo modelo de governação local e construir um território sustentável».
Agora na antena da rádio em 102.5 Mhz para os distritos da Guarda e Castelo Branco e na emissão online para todo o Mundo o candidato António Dionísio vai ter mais uma oportunidade de se dar a conhecer e de fazer passar a sua mensagem.
O Capeia Arraiana está em condições de adiantar que António Dionísio reserva para sábado, em directo na Rádio Caria, a divulgação de uma novidade relacionada com a sua campanha.
jcl

Tomei conhecimento, através da edição de 13 de Fevereiro do jornal Diário XXI, que a Águas de Portugal propôs aos Municípios que integram a empresa Águas do Zêzere e Côa (AZC), que esta passasse a fazer a distribuição de água «em baixa», isto é, desde os depósitos até ao consumidor. Porque esta não é apenas uma questão técnica, sinto que é meu dever tecer alguns considerandos.

António DionisioAntes de mais faço notar que actualmente a AZC detém as redes de saneamento e faz já a distribuição de água «em alta», isto é desde a captação até aos depósitos existentes. Aquilo que é proposto significa na prática que esta empresa passe a monopolizar o saneamento e a distribuição de água ás populações, anulando o papel dos municípios nesta matéria.
A questão é eminentemente política, pois envolve a alteração profunda de toda uma tradição autárquica de gestão das redes de distribuição de água. Tal mudança, a acontecer, terá, como a seguir demonstrarei, consequências para todos os habitantes do concelho do Sabugal.
Penso que os actuais Executivos Municipais, incluindo o do nosso Concelho, não têm condições políticas para, a cerca de seis meses das eleições, assumirem compromissos desta importância.
Permito-me então levantar as questões que me parecem mais importantes:
A questão do planeamento – Sendo a gestão da empresa de carácter supra-municipal, será esta a definir onde, quando e como se farão os investimentos. Sendo assim, qual o papel que cabe a cada Município na definição das intervenções a realizar no seu próprio território e como se conciliam os seus interesses com os dos outros Municípios? Todos sabemos os problemas que as políticas de investimento da AZC têm representado para muitas freguesias do nosso Concelho, onde ainda hoje os depósitos de água são abastecidos pelos Bombeiros…
Como ficará salvaguardado que os planos de investimento da empresa atendam ás prioridades definidas pelo poder autárquico local?
A questão da coesão – A distribuição e comercialização da água são factores de coesão social e territorial, não só no que diz respeito ao acesso de todos a água em boas condições, mas também, enquanto instrumento de garantia. Isto é, a Autarquia pode definir tarifários diferenciados ou mesmo isenções de taxas tendo em conta as necessidades de alguns sabugalenses ou os papéis sociais de algumas entidades, como as IPSS e os Bombeiros…
Hoje a utilização da água enquanto factor de coesão social, tem na prática um efeito de perda de receitas, mas com a cobrança das taxas pela empresa alguém terá de pagar a factura, caso a Autarquia decida baixar os valores por motivos sociais. Neste caso, não se trata apenas de uma perda de receita, mas igualmente de mais uma despesa, mas agora ao preço que a dita empresa venderá a água ao consumidor.
A questão tarifária – O preço da água é definido pelas Autarquias, que têm sido sensíveis às questões sociais e aos custos da interioridade, mas nada nos garante que a empresa tenha essa sensibilidade. A entrega da exploração das redes de distribuição poderá ter como consequência o aumento das taxas. Outro pormenor é saber se a empresa vai manter tarifários distintos consoante os municípios, ou se passa a correr tudo pela mesma bitola.
A questão da manutenção das redes – Importa saber a quem se passará a dirigir o consumidor se houver um corte de fornecimento. A um «call-center» localizado algures, como hoje acontece, por exemplo, na PT ou na EDP? Ou à Câmara? E as equipas de manutenção pertencerão aos serviços municipais? Então, como é? Existem equipas em cada Concelho ou é uma entidade única localizada na Guarda, na Covilhã ou noutro qualquer local, de onde partem as equipas de intervenção? E, já agora, como pode a Autarquia intervir em caso de má qualidade de serviço?
A questão dos trabalhadores das Autarquias – Esta é igualmente uma questão importante. Se toda a gestão das redes de distribuição de água passa para a empresa, o que vai acontecer aos trabalhadores das Autarquias que hoje desenvolvem a sua actividade neste sector? Passam para os quadros da empresa? E neste caso, mantêm o vínculo à Administração Pública, ou continuam nas Autarquias a desenvolver outras tarefas?
Pessoalmente, e porque não conheço em pormenor a proposta apresentada, não me considero em condições para tomar uma posição definitiva em relação à mesma.
O que está aqui em causa é, acima de tudo, o bem-estar e a qualidade de vida dos sabugalenses, o que passa pelo acesso de todos a um serviço eficiente de distribuição de água de qualidade e a preços adequados.
Passar este serviço da alçada directa das Autarquias para uma empresa como a AZC, pode ser bom ou pode ser um desastre. Por isso afirmei que, a seis meses de eleições, esta decisão não pode ser tomada. É um assunto demasiado importante, e que mexe com a vida de todos. Nestes termos, a decisão deve ser precedida por um amplo debate.
Aqui deixo desde já o meu contributo.
António Dionísio

No início de 2009, o ano de todas as eleições, o Capeia Arraiana entendeu convidar os três candidatos a ocuparem um espaço comunicacional de esclarecimento (livre e gratuito) para discussão pública dos seus pontos de vista. O chefe de finanças António Dionísio (Sabugal), o engenheiro António Robalo (Ruvina) e o chefe de divisão de finanças Joaquim Ricardo (Aldeia de Santo António) têm diversos prós e contras no momento actual das suas candidaturas.

Eleições Autárquicas no SabugalOs candidatos, bem aconselhados, deviam perceber que já estão em intensa campanha eleitoral, diria até, que deviam estar em exclusividade. A nível nacional os três momentos eleitorais (ou apenas dois por acumulação) ainda não estão marcados mas, daqui a quatro/cinco meses (Junho ou Julho), podem ocorrer as eleições para o Parlamento Europeu a primeira prova de fogo aos candidatos. Os que se identificarem com as forças políticas ganhadoras vão ver nisso um sinal positivo. Os outros vão dizer que as eleições europeias têm motivações muito diferentes das locais.
Teremos, depois, as legislativas e as autárquicas que podem, ou não, ser em simultâneo mas que têm de decorrer obrigatoriamente até Outubro. Faltam por isso apenas oito, oito longos meses para três grandes momentos eleitorais em que os candidatos autárquicos vão estar disponíveis e em permanência no terreno.
O candidato pelo Partido Socialista, António Dionísio, tem como principal ponto negativo a sua inelegibilidade (especial) enquanto chefe da repartição de finanças do círculo eleitoral onde exerce funções (artigo 7.º da Lei Eleitoral). A questão, no entanto, já foi respondida pelo candidato em entrevista recente ao Capeia Arraiana. A concretização dos seus objectivos estará muito dependente das dinâmicas – pessoal e do seu staff –, da capacidade de aconchegar as duas facções dos socialistas sabugalenses e de convencer todos aqueles que são críticos da actuação de cerca de uma década de governação social-democrata. Uma boa presença, a simpatia e o relacionamento cordial são os pontos fortes de António Dionísio. Como candidato irá construir uma imagem de fractura com o passado e de insatisfação com o que foi feito, apoiado no não comprometimento (tal como Joaquim Ricardo) com a política do executivo municipal.
Vale o que vale: ligação familiar à vila do Soito.
O candidato pelo Partido Social Democrata, António Robalo, em funções como vereador autárquico não tem nenhuma inelegibilidade legal. A não concretização, durante 2009, de projectos anunciados pela maioria social-democrata no executivo camarário, com destaque para o mega-investimento da Malcata, e a imagem «desgastada» por muitos anos de poder poderá transformar-se em factor negativo. O poder político executivo é sempre uma moeda de duas faces. O PSD tem uma grande tradição autárquica em Portugal e em especial no Sabugal. Na balança das decisões estarão os pesos da satisfação dos 40 presidentes de Junta de Freguesia, das Associações e outras entidades raianas. Mas, acima de tudo, tem de conviver até às eleições com a sombra das palavras e das decisões de Manuel Rito. E, claro, em política nunca é a oposição que ganha é sempre o poder que perde. Como factores positivos destacam-se o profundo conhecimento (mais de 10 anos) dos dossiers municipais e a grande capacidade de trabalho nas muitas frentes em que está envolvido.
Vale o que vale: ligação familiar à vila do Soito.
O candidato independente nas listas do MPT-Partido da Terra, Joaquim Ricardo, o primeiro candidato assumido, veio baralhar as contas dos actores políticos tradicionais no concelho do Sabugal. Não consideramos que seja um factor negativo. Aliás, o actual presidente da Câmara do Sabugal, Manuel Rito Alves, não é militante partidário e foi candidato independente nas listas do PSD. O candidato natural de Aldeia de Santo António aparece com uma mensagem marcadamente ambientalista num partido que preza os valores da Natureza. As candidaturas independentes (sem apoio partidário) à luz das actuais leis eleitorais são praticamente irrealizáveis. Assim, Joaquim Ricardo, assumiu a liderança local de um projecto com valores nacionais do Partido da Terra que tem dois deputados eleitos nas listas do PSD. A nível concelhio uma campanha transversal aos partidos tradicionais poderá trazer muitos dividendos com conquistas nos eleitorados laranja e rosa que não se revêem nos respectivos candidatos. Factor muito positivo é a aposta evidente e em força nas novas tecnologias de informação. Tem contra si, como factor negativo, uma imagem relativamente desconhecida no eleitorado sabugalense e pouco ou nenhum conhecimento das relações e interesses jogados às quintas-feiras. A escolha (apresentação) do número dois poderá ter sido um pouco precipitada até pela falta de envolvência do mesmo, até ao momento, no confronto público de ideias.
Vale o que vale: ser do lado de lá do Côa.
A grande expectativa prende-se agora com as possíveis nomeações femininas para a corrida eleitoral. A Lei Orgânica n.º 3/2006, de 21 de Agosto, conhecida como Lei da Paridade estabelece que as listas para a Assembleia da República, para o Parlamento Europeu e para as Autarquias Locais são compostas de modo a assegurar a representação mínima de 33 por cento de cada um dos sexos para promover a paridade entre homens e mulheres. Assim, a ordenação das listas não pode conter mais de dois candidatos do mesmo sexo colocados, consecutivamente, com excepção das freguesias com 750 ou menos eleitores. O não cumprimento obriga ao pagamento de uma coima e à afixação da lista faltosa na porta do Tribunal da Comarca respectiva. Aqui reside, agora, a curiosidade sobre as escolhas (ou não) dos candidatos.
A nível nacional, após o 25 de Abril, tivemos todos uma brutal relação com a política. Actualmente é difícil descobrir as diferenças entre os dois principais partidos portugueses. O eleitorado é uma espécie de mercado. A imagem submete as pessoas a alguma escravidão mas para os políticos é fundamental o tratamento da imagem. Não se esgota na diferença das pessoas porque as ideias são praticamente as mesmas. É tão importante o que se diz e as tomadas de posição como o que não se diz ou fica por dizer. Em Direito da Comunicação aprende-se que «o que não está na acta não está no Mundo» e, de facto, assim é. O Ministro não fala à hora dos jogos mas as decisões governativas que mais prejudicam os cidadãos como o aumento dos impostos são tomadas quando as atenções estão viradas para o futebol.
Actualmente, deixámos de estar no domínio da substância e vivemos no domínio da imagem. Desenganem-se aqueles que acham que não é necessário o confronto de ideias e que tudo se resume a um privado «toma lá, dá cá» do século passado. A incapacidade de transmitir a mensagem provoca a morte da mesma. Vão ser necessárias frases com impacto que sejam validadas pelo marketing político. «Mais Saúde, Menos Estado, Melhor Estado» são chavões e frases acertivas que entram no ouvido e são mobilizadoras. Os directores de campanha apostam em frases curtas. Vivemos um tempo de velocidade com a notícia à distância de um clique.

A nível distrital constou-me que Álvaro Amaro (actual presidente da Câmara de Gouveia) está dividido entre a candidatura a dois amores: a Câmara Municipal de Coimbra e o Parlamento Europeu. Mas o que pode ser verdade hoje…
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

A ausência do Concelho do Sabugal da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), realizada recentemente, não pode ser olhada como uma simples má decisão do Executivo Municipal. Esta ausência demonstra de forma clara, a falta de uma Estratégia de Desenvolvimento Turístico para o nosso Concelho.

António DionisioPorém não chega acentuar este facto e, por isso, aqui apresento de forma sumária a minha posição sobre as questões do Turismo no Sabugal.
Em primeiro lugar devo afirmar que estas questões não podem ser analisadas sem se ter um projecto para o Concelho, isto é, sem primeiro se pensar que Concelho se quer.
A mim interessa-me, antes de mais, perceber qual o papel que o Turismo assume para contribuir para transformação do Concelho num espaço competitivo, onde se promova de forma sustentada a qualidade de vida de todos os habitantes, e acredito que um Sector Turístico forte, será sempre um dos pilares do desenvolvimento do Concelho do Sabugal.
Em segundo lugar, considero que as questões turísticas devem ser definidas e concretizadas de forma pensada e planeada, o que obrigará, antes de mais, à elaboração de um Plano de Desenvolvimento Turístico do Concelho do Sabugal que defina uma estratégia, elabore planos de acção e identifique os «clientes» que se pretendem atrair.
São bem conhecidos os recursos turísticos que o Concelho possui e que vão desde a riqueza natural, ao património histórico, passando pelo património etnográfico, a que se associa a proximidade a destinos turísticos tão importantes com a Serra da Estrela.
As estratégias a desenvolver devem, no meu entender, partir desta abundância de recursos para a definição da oferta turística em que devemos apostar, não nos distraindo com coisas que parecem muito bonitas mas em nada contribuem para a concretização e a afirmação do Sabugal enquanto destino turístico.
Acredito também que não é possível definir estratégias e planos sem uma participação activa dos diferentes actores, envolvendo a população, o comércio local e, claro, o sector da hotelaria e restauração.
Mas ter uma oferta turística diversificada e rica não chega. Torna-se necessário, como já o afirmei publicamente, saber «vender o Concelho», optando por técnicas de marketing que coloquem o Concelho no competitivo mercado territorial, demonstrando quais as vantagens do Município que justificam, face aos visitantes, a sua opção por este território.
Importa assim definir estratégias de promoção do Concelho enquanto destino turístico, quer directamente junto dos potenciais visitantes, quer ainda junto dos órgãos de informação e, sobretudo, dos operadores turísticos.
Não têm sido estas as opções do actual Executivo Municipal e tal tem conduzido a uma perda consecutiva de competitividade face a outros destinos turísticos de Concelhos vizinhos.
E por isso, a ausência da Bolsa de Turismo de Lisboa…
António Dionísio

JOAQUIM SAPINHO

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