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«Da Guarda para o Mundo!» A delegação da Guarda da LocalVisãoTv comemora este domingo, 19 de Dezembro, dois anos de existência. É um projecto que modificou a Internet no distrito da Guarda e na aldeia global sem fronteiras da rede. O Capeia Arraiana endereça à administração, direcção e redacção da Guarda um forte, farto, fiel, formoso e… quente PARABÉNS!

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Que grande festa na Bendada! No dia 11 de Agosto de 2010 a aldeia da música engalanou-se para receber as centenas de amigos que marcaram presença nos 140 anos da Sociedade Filarmónica Bendadense.

140 Anos da Banda Filarmónica Bendada

Esteve tudo muito bem, as bandas convidadas, a banda aniversariante, que nos encantaram com uma bela arruada seguido de um jantar volante.
Após o repasto fomos brindados por um concerto de todas as filarmónicas, pautado por um intervalo para a troca de presentes e lembranças, seguidamente cantaram-se os parabéns acompanhado de um saboroso bolo de aniversário.
Esteve muita gente, mesmo muita gente, como há muito tempo não se via na Bendada.
Mais uma vez parabéns e obrigado por nos proporcionarem esta festa.
Como autarca da Freguesia agradeço a todos os que nos deram o prazer da sua presença, um obrigado especial ao Sr. Governador Civil que na impossibilidade de estar presente se dignou fazer representar, ao Sr. Presidente do Município do Sabugal, bem como todo o executivo presente.
Quero enaltecer mais uma vez o trabalho e dedicação da direcção e músicos da Sociedade Filarmónica Bendadense por nos proporcionar estes magníficos momentos, quer musicais quer de convívio e não esquecendo nunca de elevar e dignificar o nome da Bendada.
Os 140 anos já fazem parte do passado. Vamos caminhar para comemorar com muita música os 150 anos.
Jorge Manuel Dias
(Presidente da Junta de Freguesia da Bendada)

A minha madrinha Maria dos Prazeres Garcia de Carvalho, comemora neste dia 19 de Janeiro de 2010, a bonita idade de 104 anos, na companhia dos outros residentes do Lar Nossa Senhora da Graça, da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal. Relembro aqui, neste dia, o que exprimi a quando dos aniversários dos 102 e 103 anos, reescrevendo os respectivos textos publicados neste Blogue.

Dona Prazeres Garcia de CarvalhoParabéns Dona Prazeres! Parabéns pelos 103 anos!
A Senhora Dona Prazeres Garcia de Carvalho, benemérita da Santa Casa de Misericórdia do Sabugal, à qual doou a sua residência, sita na rua Reis Chorão desta cidade e utente do Lar Nossa Senhora da Graça do Sabugal, há largos anos, natural do Soito, viúva do Sr. Porfírio Póvoas, natural do Sabugal, onde foi comerciante, perfaz amanhã, dia 19 de Janeiro, 103 anos, sendo considerada a pessoa com mais idade no concelho, ou possivelmente do distrito.
A Dona Prazeres Garcia de Carvalho comemora esta segunda-feira, 19 de Janeiro, 103 anos de idade. Encontra-se bem de saúde, tendo-se deslocado, pelos seus próprios meios, para junto do telefone, para receber os parabéns.
O Lar Nossa Senhora da Graça, vai dedicar-lhe uma missa em acção de graças, na capela do Lar, pelas 11 horas da manhã.
A direcção da instituição, vai também promover um lanche alargado, na tarde do mesmo dia, oferecendo um bolo de aniversário com a participação de todos os utentes e funcionários.
Hoje, em que felizmente, os ditos «velhos» são cada vez mais jovens graças à redução da taxa de mortalidade no inicio de vida, ao aumento dos índices de sobrevivência às doenças típicas da velhice, melhores condições sanitárias e alimentação, qualidade de vida e bons hábitos quotidianos, conservam as funções vitais até quase ao último momento.
Superando em muito a esperança media de vida, os Lares e Residenciais de qualidade, têm uma grande quota-parte destes sucessos, mantendo através de actividades de lazer o corpo e a mente ocupados. O facto de viverem perto da família e/ou amigos, que é o caso da maior parte dos utentes das Casas de Repouso espalhadas pelo nosso concelho, contribui também para o seu bem-estar.
(18 de Janeiro de 2009)

Prazeres Garcia de Carvalho festeja 102 anos
Dona Prazeres do Soito festejou 102 primaveras em 19 de Janeiro passado na Casa de Repouso de Nossa Senhora da Graça do Sabugal. Os nossos idosos chegam mais longe «por culpa» da qualidade de vida das nossas terras.
A respeitável anciã festejou 102 anos a 19 de Janeiro na Casa de Repouso de Nossa Senhora da Graça do Sabugal. O soitense José Morgado que com ela conviveu deixa-nos o seu testemunho:
«Se hoje adoro tanto o Sabugal, à minha madrinha Prazeres o devo.
Terminei o meu 5.º ano dos Liceus no Colégio de S. José (Rocha) na Guarda, como interno nos princípios dos anos 60. Filho único e órfão de mãe desde os sete anos, nunca conhecera verdadeiro ambiente familiar.
Convenci o meu pai, António José Garcia de Carvalho (Tonho Zé Pedro) a deixar-me continuar os estudos no Externato do Sabugal, no ano em que o Dr. Diamantino ensaiou o 6.º e o 7.º anos no Colégio.
Hóspede na casa do senhor Porfírio Póvoas, comerciante sabugalense, casado em terceiras núpcias com a Dona Prazeres, cedo se tornou a minha família de adopção.
Com quase completa liberdade (sem cair na libertinagem) a contrastar com a disciplina rígida do cónego Quintalo, ainda hoje considero que foi onde me senti mais livre e com melhor qualidade de vida.
Dona Prazeres doou à Santa Casa da Misericórdia do Sabugal a sua residência de anos, na Rua Reis Chorão, e comprou um pequeno apartamento onde viveu até à sua entrada para o Lar.
Já como residente do Lar preparou meticulosamente o seu futuro e da sobrinha que com ela sempre viveu. Conseguiu, paulatinamente, transformar em meios líquidos todo o seu património imobiliário e recheio da casa, até ao ínfimo objecto, com mãos hábeis, que fariam inveja aos nossos gestores públicos, que se desfazem do património que é de todos nós por tuta-e-meia.
Muitos e longos anos madrinha, para continuares a provar que a tua longevidade se deve em parte à qualidade de vida que sempre houve e há no Sabugal, que tu elegeste para viver.»
(11 de Fevereiro de 2008)
José Morgado

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Astérix o irredutível gaulês que arrebatou os louros de César cumpre meio século de resistência. Astérix comemora 50 anos e a «festa» de aniversário da personagem de banda desenhada decorre em 19 países através do lançamento do livro «O Aniversário de Astérix e Obélix, Livro de Ouro». A obra tem uma edição total de 3,5 milhões de exemplares e foi lançada em Portugal aos primeiros minutos desta quinta-feira, 22 de Outubro.

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Os Bombeiros Voluntários do Sabugal comemoram no dia 7 de Agosto, 114 anos de actividade. As festividades estão marcadas para sábado, 8 de Agosto, no terreno junto ao Estádio Municipal onde vai ser construído o futuro quartel da corporação.

Bombeiros Voluntários Sabugal - 114 anos«Cumprem-se precisamente amanhã cem anos, da data em que um grupo de homens bons tiveram a ousadia de comparecer no Governo Civil da Guarda com um projecto de estatutos, e disseram a quem os recebeu, que o povo de Sabugal, essa Vila de cinco quinas perdida nas serras a raiar Espanha, portuguesa pelo tratado de Alcanizes, também queria juntar esforços para protecção de vidas e bens, seus e dos seus vizinhos.»
Assim começava, em 6 de Agosto de 1995 a intervenção do Presidente da Direcção da altura (por acaso o mesmo de hoje), na sessão solene da comemoração do centenário da Associação.
Em 7 de Agosto de 2009, comemorar-se-ão 114 anos.
Quisemos este ano comemorá-los de forma diferente: Porque cada vez mais as Associações se dissociam das populações, ou vice-versa, quisemos comemorá-los com a população, sócios ou não, pouco importa, já que a associação e sobretudo o seu Corpo de Bombeiros, serve a todos, independentemente de ser ou não sócio, independentemente da sua raça ou credo.
Assim, convidamos todos, a testemunhar connosco, no dia 8 de Agosto, a escritura do terreno que vai servir para a construção de novas instalações, mais modernas e mais adaptadas às necessidades de agora, e depois conviver connosco num lanche convívio aberto a todos que desejem participar.
Queremos que venhas… e tragas um amigo, sejas ou não sócio, tenhas ou não ideia de contribuir para que o novo quartel seja uma realidade.
Com a ajuda de todos, há-de sê-lo.
A Associação e o seu Corpo de Bombeiros, mas sobretudo as populações que poderão vir a ter melhor serviço, vo-lo agradecerão.
Luís Carriço

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito juntou as comemorações do aniversário à chegada, novinha em folha, da ambulância do INEM. No final de um intenso programa os convidados e os «da casa» reuniram-se à volta de um bolo de aniversário com 28 velas.

GALERIA DE IMAGENS – 11-7-2009

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito (AHBVS), foi fundada em 05 de Junho de 1981. No concelho, já havia uma corporação, quase centenária, Associação dos Bombeiros do Sabugal.

Assinatura do Protocolo entre os Bombeiros Voluntários do Soito e o INEM

Um conjunto de «Homens Bons» do Soito de que só me lembro do Sr. Manuel Joaquim Fogeiro Rito (sócio nº 1) e do Sr. Fausto Emídio (sócio n.º 3) que dando largas ao sonho, iniciaram várias diligencias no sentido de criar uma Associação de Bombeiros no Soito.
A, então aldeia do Soito, com uma vasta área de floresta de carvalhos, castanheiros, pinheiros e vegetação rasteira, além das imensas searas de trigo e centeio, eram pasto privilegiado para os fogos, acontecendo o mesmo com as aldeias vizinhas, de difícil acesso, encontrando-se longe do apoio concelhio, de que distavam muitos quilómetros.
Ainda me lembro, principalmente nos fogos nas zonas habitacionais, que era uso, tocar os sinos a «Rebate» para juntar o povo, que com os parcos meios tentavam debilitar as chamas, em acções tipicamente comunitárias de entre ajuda.
Felizmente, neste campo, melhores tempos vieram. Este ano de 2009, a Associação dos Bombeiros do Soito, na Comemoração dos seus 28 anos de existência, tem sobejamente motivos para ser um dia especial.
A efeméride, foi propositadamente adiada, até ao dia em que seria entregue a Ambulância 112 do INEM e a consequente assinatura do Protocolo entre as entidades intervenientes ou seja o Ministério da Saúde, o INEM e a Presidência da Associação.
Chegou finalmente o dia 11 de Julho de 2009, dia aprazado para a Cerimónia. O programa, que foi brilhantemente cumprido na íntegra, foi o seguinte: hastear das bandeiras (9.30 horas), formaturra de recepção às entidades convidadas (10.30), Porto de Honra (11.30), romagem ao cemitério (12.15), Missa Solene e Bênção de quatro novas viaturas (12.30), desfile motorizado (13.15) e almoço de confraternização (13.40).
A assinatura do Protocolo foi, contra o habitual, realizada nas próprias instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros do Soito, por Manuel Pizarro, Secretário de Estado da Saúde, por Abílio Gomes, Presidente do INEM e por Benedita Rito Dias, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito.
Encontravam-se também presentes às cerimónias André Azevedo, Chefe de Gabinete, João Nabais, Secretário Geral da Saúde, Pedro Lopes, Vice-Presidente do INEM, Paulo Hortêncio, Vice-Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses e Manuel Rito Alves, Presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
Também marcaram presença o Presidente da Federação de Bombeiros da Guarda, o Presidente da Casa do Concelho do Sabugal, o Presidente da Junta de Freguesia do Soito e o representante dos Bombeiros Voluntários do Sabugal.
Nunca a Associação, tinha sido brindada com tão ilustres representantes. E não era para menos, porque os Bombeiros do Soito, com esta cedência e decisão do Governo, ficaram apetrechados com um Posto de Emergência Médica (PEM) com equipamentos e tecnologia sofisticados no seguimento da decisão do Conselho de Ministros que passa a permitir o uso de desfibrilhadores, por paramédicos e outros profissionais habilitados, possibilitando a utilização dos três equipamentos que não estavam a ser utilizados, por falta de médico.
O evento, decorreu sem falhas e a organização está de parabéns, pois foram-lhe tecidos pelas altas individualidades, rasgados louvores pelo dinamismo e eficácia da mesma, com especial realce à sua Presidente Benedita Rito Dias.
Salienta-se também o grande empenho do Comandante dos Bombeiros e seus adjuntos, que não pouparam esforços para que as formaturas e desfiles motorizados e outras actividades inerentes ao Corpo dos Bombeiros, corressem pelo melhor e onde pontuavam muitos elementos jovens e mesmo juvenis que emprestaram à cerimónia muita beleza e empatia a todos os visitantes e participantes.
Isso mesmo foi salientado por todos os elementos da mesa da Presidência das Cerimónias, salientando que o grupo etário é heterogéneo e com predominância das camadas mais jovens, que são o futuro desta Associação Humanitária e suas congéneres.
José Morgado (vice-presidente do Conselho Fiscal)

O Museu do Oriente comemorou este sábado, 9 de Maio, o primeiro aniversário. O Capeia Arraiana esteve à fala com a sua directora, Natália Correia Guedes, doutorada em Museologia e com fortes ligações ao concelho do Sabugal onde passa com a família «os tempos livres possíveis» na sua quinta recuperada, junto ao rio Côa, em Vale das Éguas.

Natália Correia Guedes - Museu do OrienteA conversa com Natália Correia Guedes deu pano para mangas, ou para sermos mais rigorosos, para várias exposições. Ouvir falar de cultura a quem sabe e depois escolher o mais importante para escrever faz-nos perceber as dificuldades dos comissários das exposições quando seleccionam obras de arte. Abrindo uma excepção vamos dividir em duas partes a entrevista à directora do Museu do Oriente.
– No dia 9 de Março o Museu do Oriente festeja o seu primeiro aniversário…
– Até agora já visitaram o Museu cerca de 130 mil pessoas. A exposição inaugural «Máscaras da Ásia» foi prolongada em virtude do sucesso estando agora a ser desmontada. Durante este primeiro ano decorreram oficinas, workshops, conferências, cursos… espectáculos e concertos que esgotaram os 360 lugares do auditório, enfim, uma grande actividade paralela e onde se incluem as exposições, permanentes e temporárias, de gravura e fotografia.
– Há uma grande aposta nas escolas e nas crianças…
– Exactamente. É uma aposta prioritária. Há agendamento para visitas de escolas praticamente todos os dias. Os monitores fazem visitas guiadas sobre temáticas como, por exemplo, a presença portuguesa na Ásia ou marfins indo-portugueses. As escolas e os professores podem pedir visitas de estudo sobre temas que estejam a desenvolver nas aulas. Em tempos de contenção ter guias especializados em cada uma das matérias poderia obrigar a custos elevadíssimos mas o Museu do Oriente implementou um esquema inovador, pioneiro, que não implica a permanência do monitor. Há que conciliar os pedidos com a chamada do monitor e ele vem quando é necessário e consoante as disponibilidades sendo a despesa coberta com a receita. Os visitantes sabem que vão ter à sua espera um especialista e não um generalista. Imaginemos que as crianças querem um teatro. O monitor é igualmente actor e pode fazer um pequeno teatro relacionado com sombras chinesas, com marionetas ou teatro tailandês.
– Há muitos especialistas em Portugal sobre a cultura chinesa?
– Alguns. Começa a haver e a maior parte são antigos bolseiros da Fundação Oriente que estiveram em Macau, Timor ou Índia a fazer investigação nas áreas da História ou da Arte. Ou fotógrafos de renome. A próxima exposição temporária «Portulíndia» é uma exposição de fotografia comparativa entre Portugal e a Índia de um antigo bolseiro da Fundação.
– É um retorno do investimento da Fundação Oriente nos seus bolseiros…
– Exactamente. Até agora todas as exposições são da autoria de antigos bolseiros. A exposição «A obra de Edgar Martins» estava no Museu do Oriente quando o autor foi o vencedor do Prémio BES. Foi o máximo. Quando ganhou o prémio tinha aqui a exposição. A próxima exposição, do pintor Fausto Sampaio, vai ser inaugurada no primeiro aniversário. O artista andou pelas antigas colónias do Oriente, Índia, Timor e Macau.
– Ao fim do primeiro ano o Museu já está a seu gosto?
– Um Museu é uma obra em permanente evolução, em permanente actualização. Em matéria temática ainda faltam muitas iniciativas mas o que pretendemos é interessar é a comunidade. O nosso objectivo é interessar os portugueses e os estrangeiros com colecções afins para nos virem visitar e conhecer. Pretendemos promover o Museu nas zonas do Interior. Ainda há muito português que não consegue vir a Lisboa com facilidade.
– Há excursões para visitar o Museu do Oriente?
– Sim. De todo o País. A semana passada, por exemplo, tivemos um autocarro de Castelo Branco.
– E do Sabugal?
– Do Sabugal nunca aconteceu.
– A estratégia e a programação incluem levar as exposições do Museu do Oriente a locais que reúnam condições de preservação e segurança…
– A vereadora da cultura da Câmara de Leiria veio visitar o Museu e mostrou interesse em receber exposições nossas. Eles têm umas excelentes instalações num edifício que foi do Banco de Portugal e que vai receber a nossa exposição das máscaras em Agosto o período alto do turismo na região. Temos exposições programadas para Loures e para a Malaposta em Odivelas uma exposição de pintura muito interessante de Xavier Trindade. O espólio foi oferecido à Fundação pelos descendentes para ficar em Goa mas como a colecção estava nos Estados Unidos, houve um acordo que durante a viagem pudesse ser apresentada no Porto, em Leiria e Lisboa. O espaço físico do Museu começa a ser curto. Uma das exposições semi-permanentes intitulada «Deuses da Ásia» é constituída por exemplares que fazem parte de um espólio enorme, a colecção Kwok On (apelido de um coleccionador chinês) que durante uma vida juntou arte efémera oriental relacionada com o teatro e a vida quotidiana tendo organizado um pequeno museu em Paris. A determinada altura propôs à Câmara de Paris que recebesse a colecção mas esta não aceitou. Através de um amigo, que é professor na Universidade da Sorbonne, ofereceu a colecção ao doutor Monjardino e assim a Fundação recebeu, de uma só vez, 13 mil objectos. Neste momento temos expostos cerca de mil objectos ou que significa que durante 13 anos temos matéria para o piso 2 das exposições semi-permanentes. São objectos muito sensíveis e é necessário haver uma certa rotatividade. A actual exposição vai ser desmontada e vai ficar no seu lugar a colecção Ram Navami, um grande acontecimento festivo hindu e apresentada ao público como colecção Kwok On.
– Isso implica um tratamento muito grande de inventário?
– Temos uma senhora francesa Sylvie Gonfond, funcionária da Fundação, que orienta todos os inventários e que é comissária das exposições. O armazém no piso 3 está completamente ocupado de objectos com reserva que podem ser analisados, por exemplo, por investigadores respeitando determinadas condições pelo Museu.
(Continua.)

Natália Correia Guedes, neta do escritor sabugalense Joaquim Manuel Correia (natural da Ruvina), já desempenhou vários cargos públicos, designadamente subscretária de Estado da Cultura (1990 e 91), catedrática da Universidade Católica, fundadora e directora do Museu Nacional do Traje (1975 a 79), directora-geral do Património Cultural, presidente do Instituto Português do Património Cultural (1980 a 84), directora do Museu Nacional dos Coches (1985 a 90), coordenadora do projecto «Inventário do Património Cultural (1997 a 2000), autora de diversos catálogos de exposições e monografias e comissária de exposições de arte em Portugal e no estrangeiro e mais recentemente comissária geral das Comemorações do V Centenário do Nascimento de S. Franciso Xavier.
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Esta segunda parte da conversa com a directora do Museu do Oriente, Natália Correia Guedes, aborda a riqueza do património do Sabugal, o Grupo dos Amigos do Museu do Oriente e a Ordem Hospitaleira de São João de Deus cuja história se mistura com a das terras da raia ribacudana.

Natália Correia Guedes - Museu do Oriente– O concelho do Sabugal tem vestígios históricos interessantes…
– O concelho do Sabugal é muito rico em património. Há determinados nichos que estão esquecidos e que poderiam ser postos em destaque. Estive este fim-de-semana na Ponte de Sequeiros [n.r. Valongo do Côa]. Quem já leva a sua cultura sabe que está na presença de uma ponte romana que era uma via muito importante e a dificuldade de transportar todas aquelas pedras. Mas porque é que se justificou uma ponte naquele local? Porque havia minas de ouro e por isso muitas moedas se têm encontrado naquela rota. Mas isto devia ser explicado no local com um cartaz interpretativo. Quando há património disperso que faz parte de um roteiro constrói-se um centro de interpretação que explica toda essa matéria. Os visitantes a partir do centro de interpretação localizam-se geograficamente estando demarcados com muita clareza determinados locais para serem visitados. Os países nórdicos e a Holanda têm este trabalho extremamente bem feito nesta matéria.
– É esse o papel de um responsável de um Museu?
– Claro. É fundamental saber explicar e transmitir toda a sua sabedoria aos visitantes transformando um passeio turístico em ensinamentos culturais. Até porque o interlocutor pode saber mais. Uma vez o Museu de Arqueologia fez uma super-exposição com ouros pré-históricos. Uma professora de Vila Real vinha a acompanhar os alunos. Olhou para o cartaz e exclamou «Tenho em casa um colar destes!» O colar era nem mais nem menos do que um «torques pré-histórico» que um familiar tinha encontrado na lavoura do campo. O colar foi vendido a um antiquário mas eu consegui convencê-lo a revender e a Câmara adquiriu-o. O colar de valor incalculável está neste momento no Museu de Vila Real. E já que falamos de Vila Real não resisto a contar um episódio que se passou recentemente na Ruvina. O padre João Parente, de Vila Real, é especialista em numismática romana e já publicou livros sobre a adoração das serpentes. Elaborou uma colecção de milhares de moedas antigas e ofereceu-a à Câmara Municipal de Vila Real. É um benemérito. Já esteve comigo na Ruvina e aproveitámos para espreitar o chamado barroco da serpente.
– Conheço o Barroco da Serpente na Ruvina. Nem sequer está referenciado com placas. Tem algum interesse histórico?
– Encontrei-me com o padre João Parente na Academia Portuguesa de Ciências e a conversa andou à volta das características dos povos ofiusas, ou seja, povos que adoravam as serpentes – o nome Ofir está relacionado – e de como o cristianismo purificou todas essas adorações pré-históricas. Aproveitei para lhe perguntar quais são as características das cobras gravadas nas pedras. Ele fez-me um desenho com umas pequenas covas no final do rasto para onde o sangue escorria. No fundo o cristianismo purificou essa divinização da cobra e acabou por colocá-la na esfera que suporta a imagem de Nossa Senhora, ou seja, o domínio do bem sobre o mal. «Na Ruvina há lá uma barroca com essas características» comentei. Há pouco tempo, eu e o padre João fomos até lá, retirámos com uma vassoura de piassaba a terra que estava a tapar as reentrâncias e lá estava bem marcada a serpente.
– E esses vestígios deviam ser preservados?
– Sem dúvida nenhuma. Mas por vezes falta sensibilidade. A adoração do javali e do porco selvagem existia porque era o único animal que conseguia vencer a cobra, altamente venenosa para o homem. Eram os chamados berrões. Há um estudo recente foi feito há três ou quatro anos sobre os berrões que são, geralmente, esculpidos em granito.
– A Fundação consegue comprar tudo o que gostaria?
– As Fundações não substituem o Estado mas têm um papel fundamental na recolha e preservação do património… É um fenómeno muito curioso. Desde que o Museu abriu há permanentemente propostas de venda de particulares. Nem sempre é possível. Neste momento há que ter um equilíbrio financeiro muito grande de gestão dos fundos e porque houve um investimento brutal em recuperar o edifício e montar o museu. O equilíbrio financeiro é fundamental.
– Já tiveram solicitações para «emprestarem» exposições de outros museus? E do Museu do Sabugal?
– As peças de arte viajam muito. Ainda não tivemos nenhuma exposição vinda de outro museu mas está em estudo essa possibilidade. Uma parte significativa da exposição Kwok On sobre máscaras já esteve numa cidade do sul de França. O sucesso foi tal que este ano veio cá um grupo da escola local visitar o Museu do Oriente. Do Museu do Sabugal não tivemos, até agora, nenhum pedido ou contacto.
– Quais são as actividades do Grupo de Amigos do Museu do Oriente?
– Acabou de sair daqui um autocarro com cerca de 40 pessoas, do Grupo de Amigos do Museu do Oriente, que vão até a Sines visitar o museu local… Têm mensalmente uma actividade que, na realidade, serve para levar a mensagem do Museu do Oriente e trazer notícias e novidades. A grande maioria é do corpo diplomático. Antigos embaixadores no Oriente e pessoas que viveram em Macau e Timor e que nos são muito úteis porque têm contactos e conhecem coleccionadores particulares. Vamos, por exemplo, fazer uma exposição sobre flores do Oriente. Eu tenho que localizar porcelanas com flores, pratas, etc., e há sempre algum deles que conhece alguém que tem lá em casa determinado objecto. Estas grupo dá ao Museu um grande enriquecimento cultural. Há pessoas que têm em casa peças excelentes, muitas vezes herdadas, e que nem sabem o que valem. Peças excepcionais. No ano passado uma senhora foi ao antiquário mostrar uma peça que tinha em casa. Era uma peça excepcional do século XVI que acabou por ser capa da revista do leilão de um importante leiloeiro em Londres. Durante séculos fomos entreposto de obras de arte excepcionais vindas do Oriente que passavam por Portugal compradas por burgueses endinheirados, nobres. As rotas das porcelanas, das sedas que representavam o lastro possível de um navio ou seja, aquele peso que era necessário para equilibrar o barco. Os chineses mais cultos apreciam a porcelana de melhor manufactura ou por que era monocromática ou uma pasta de melhor qualidade. A nossa Companhias das Indias fazia apenas o transporte. Nós temos exposta uma vitrina enorme com os pratos colocados em forma de dragão chinês e em que cada prato tem as armas de uma família portuguesa. São centenas de peças que a Fundação comprou a um coleccionador que as reuniu durante mais de 20 anos.
– Sei que esteve ligada à Ordem Hospitaleira de São João de Deus…
– Não é bem uma ligação. A Ordem Hospitaleira de São João de Deus, há uns dois anos, pediu-me para elaborar um programa para montar o Museu da Ordem. Eu ainda não estava aqui na Fundação Oriente. Fiz o programa mas quem veio a montar o Museu foi uma filha minha conservadora de museus, Carmina Correia Guedes, com o meu acompanhamento. A 8 de Março foi inaugurado o Museu no Hospital do Telhal, perto de Sintra. O que é que isto tem a ver com o Sabugal? Tem tudo a ver com o Sabugal. A Ordem Hospitaleira de São João de Deus foi extinta em Portugal, como todas as ordens religiosas, em Portugal em 1834. Quando regressam, pela mão do padre Bento Menni instalam-se em Aldeia da Ponte. A primeira casa da Ordem Hospitaleira foi em Aldeia da Ponte que infelizmente está em ruínas mas penso que recuperáveis. Devemos, pois, destacar este facto. Foi graças a uma adesão enorme da pessoas da zona do Sabugal que se restabeleceu a Ordem Hospitaleira em Portugal. Aliás, como sabe, muitos dos irmãos espalhados pelas casas da Ordem são oriundos das aldeias do Sabugal. Aproveitei para deixar um catálogo, com um cartão pessoal, aos responsáveis do Museu do Sabugal dando conta da importância da relação que os dois museus podiam ter mas, até agora, ainda não recebi qualquer resposta.

1 – Agradecemos a disponibilidade de agenda de Natália Correia Guedes, directora do Museu do Oriente, para receber o Capeia Arraiana e para nos guiar numa visita à exposição de Fausto Sampaio em fase final de montagem. Por curiosidade refira-se que uma das pinturas que vai estar exposta pertence a uma das paredes do gabinete do primeiro-ministro José Sócrates.

2 – Na Ordem Hospitaleira de S. João de Deus, entre 1891 e 2006, dos 1.090 candidatos a irmãos, 199 eram do Sabugal. Muitos dos religiosos da região chegaram mesmo a ocupar lugares de destaque como José Joaquim Fernandes e Horácio Monteiro (naturais de Quintas de S. Bartolomeu estão actualmente na Madeira), o padre Carreto (Rapoula do Côa) e outros.

3 – Há uma clara falta de interesse dos responsáveis sabugalenses em encetar uma parceria (privilegiada) com o imenso património cultural do Museu do Oriente. Há uma clara falta de motivação para levar os alunos das escolas do Sabugal a visitar os museus de Lisboa. Há uma clara ausência de aproveitamento das «coisas» históricas da Ordem Hospitaleira de São João de Deus e da sua relação com os sabugalenses e o Sabugal. Será falta (excesso) de sensibilidade, será falta (excesso) de profissionalismo, será falta (excesso) de vontade, será falta (excesso) de trabalho ou será… falta (excesso) de tempo?
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Há um ano uma chuva miudinha que se fez sentir durante todo o dia 9 de Maio obrigou os visitantes a permanecer em redor do antigo edifício dos Armazéns Frigoríficos de Alcântara de chapéu aberto até conseguirem entrar no mais novo museu de Lisboa, o Museu do Oriente. Para comemorar o primeiro aniversário está previsto um vasto programa de actividades de entrada livre para os dias 8, 9 e 10 de Maio. Em destaque vai estar a exposição de pintura «Viagens no Oriente» de Fausto Sampaio que reúne 60 obras algumas delas de colecções particulares.

Museu do OrienteAs comemorações do primeiro aniversário começam no dia 8 com um concerto de Rão Kyao no Auditório do Museu para a qual é necessária a aquisição de bilhete. No mesmo dia, inaugura a exposição Viagens no Oriente, da autoria de Fausto Sampaio (1893-1956). Em exposição vão estar 60 obras que retratam a Índia, Macau, Timor e Macassar. Pelas 19.00, no Lounge, Paulo Sousa lança o seu último disco, Ao Vivo no Museu do Oriente, resultante da gravação do concerto que Paulo Sousa e o tablista Raimund Engelhardt deram no Museu do Oriente no princípio do ano.
Este ano, e já com quase 120 mil visitantes, o Museu do Oriente preparou um vasto programa de actividades em que grandes e pequenos podem participar. Mediante a aquisição de um passaporte, equivalente à entrada no museu, poderá empreender uma viagem por terras longínquas que o levará à China, Tailândia, Japão, Indonésia e Timor. No final, é só recortar o destacável do passaporte e nele escrever uma frase inspirada em três conceitos: Museu do Oriente, Viagem, Ásia. A melhor frase, avaliada por um júri de três representantes da Fundação Oriente, será contemplada com uma viagem a Macau.Da caligrafia japonesa ao origami, passando por demonstrações do uso do kimono, pela arte chinesa de recorte de papel ou pela demonstração do ritual do chá oolong, pelo ensino da dança indonésia ou por um workshop de ábaco, pela consulta do signo do zodíaco ou até mesmo por um recital de poesia chinesa, pelo tai chi, massagens tailandesas ou ioga, pela pintura de tecidos e por inúmeras visitas temáticas é um nunca acabar de actividades ininterruptas a começarem logo de manhã e a acabarem ao fim da tarde.
O museu reúne colecções que têm o Oriente como temática principal, nas vertentes histórica, religiosa, antropológica e artística e tem como directora Natália Correia Guedes, neta do escritor sabugalense Joaquim Manuel Correia.

O Capeia Arraiana foi recebido no Museu do Oriente, com muita simpatia, por Natália Correia Guedes. No próximo sábado, 9 de Maio, dia do primeiro aniversário do Museu do Oriente, vamos publicar um «À fala com… Natália Correia Guedes» em que a especialista em museologia nos fala desta sua experiência «por terras do Oriente» e da relação pessoal com o Sabugal.
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Publicamos – correndo o risco de sermos acusados de promoção em causa própria – os comentários que nos fizeram chegar ilustres sabugalenses.

Esteves Carreirinha - Ecos da Aldeia«Na comemoração do 2.º aniversário do Capeia Arraiana, apenas umas pequenas palavras de incentivo e parabéns aos seus mentores e a todos os seus colaboradores, pois uma página desta dimensão foi um lufada de ar fresco na informação via net, a nível do Concelho de Sabugal.
Todos sabemos que as nossas Aldeias estão cada vez mais isoladas e com menos gente, pertencemos ao Interior, significando que está quase tudo dito, mas não deve ser assim, nada de resignação, temos que ir ajudando a reagir, como podemos, apesar de quase todas terem páginas na net, que vão servindo para os que estão lá bem longe matarem as saudades das origens, que a todos apertam, mesmo aos que, menos longe estão, como é caso de muitos de nós, bastando apenas cerca de três horas na viagem e lá chegamos num ai, algumas vezes durante todo o ano.
Em relação ao site, como diria alguém, em matéria de informação, temos que estar um passo adiante dos leitores, quem informa ou escreve tem essa obrigação, pois para isso se prepara e investiga, ainda que com algumas limitações, dando um trabalhão danado, principalmente para quem a experiência não abunda tanto, em relação aos que já estão mais rotinados nesta área, que é a escrita de informação ou opinião.
A página Capeia Arraiana deve-se a dois ilustres sabugalenses, que meteram mãos à obra, o Zé Carlos Lages e o Paulo Leitão, a eles temos que estar agradecidos e, em boa hora o fizeram, pois apesar de tudo o que já explanei, aqui em cima, a página passou a ser uma referência obrigatória para muitos arraianos, tanto na informação de âmbito geral, como na informação rápida e actual, sobre tudo o que acontece no Concelho, bem acolitada por todos os bons colaboradores, que souberam angariar para estas lides da escrita.
Pela minha parte, tenho dado o pouco que sei e posso, no sentido de transmitir histórias ou factos relacionados com a minha Aldeia, ninguém me levará a mal por isso, bem como alguns outros temas, que dizem respeito ao nosso Concelho. Se calhar, por vezes, não merecemos uma ou outra maldade que nos fazem. Não por parte do site, bem entendido. Quem dá o que pode!… Não será muito, mas é o possível, também não nos cabe avaliar, nem ficaria bem, por uma questão de princípio, se o que se disponibiliza, todas as semanas, vale a pena, cada um dos que frequentam a página, apreciará como lhe aprouver. Pela minha parte, espero não ter defraudado muito as expectativas, contentando-me com algumas míseras migalhas da confiança dos visitantes desta simpática e magnifica página aberta, que prestigia e, de que maneira, as terras de Riba-Côa, bem como as suas rijas gentes, que por lá vão resistindo.
Parabéns CapeiaArraiana por estes dois anos de belo serviço prestado aos sabugalenses.»
Esteves Carreirinha («Ecos da Aldeia»)

José Robalo – «Páginas Interiores»«O Capeia Arraiana está em festa! Passam dois anos e o capeia está cada vez mais consolidado como meio de comunicação dos sabugalenses dos quatro cantos do mundo!…
Estão de parabéns o Paulo Leitão e o Zé Carlos Lages, pela tenacidade e entrega ao projecto.
Como democrata, para mim o Capeia é um espaço de afirmação dos direitos, liberdades e garantias. O Capeia é um espaço de liberdade.»
José Robalo («Páginas Interiores»)

Ramiro Matos«Paulo e Zé Carlos: Esta não é mais uma crónica! É simplesmente um abraço de parabéns pelos dois anos que se cumprem hoje, deste vosso e nosso Capeia Arraiana.
Votos de parabéns, mas, sobretudo, um grande obrigado:
Obrigado pela coragem de ter arrancado com esta aventura;
Obrigado pelo dinamismo que souberam imprimir ao Blogue;
Obrigado, pelo que tendes feito pelo desenvolvimento do Concelho do Sabugal.
Hoje, goste-se ou não, o Capeia Arraiana já é uma referência na vida de muitos sabugalenses…
Que as forças não vos faltem…»
Ramiro Matos («Sabugal Melhor»)

João Duarte«Conheci o blogue Capeia Arraiana por umas pesquisas na internet, mais ou menos há dois anos.
Gosto de estar informado sobre o que passa no meu concelho.
Adicionei o blogue aos meus favoritos e, agora, visito-o todos os dias.
O ano passado, como estava fora de casa (colocado como professor no concelho de Seia), visitava-o menos vezes.
Em Novembro do ano passado encontrei o José Carlos Lages (que eu já conhecia e com quem já tinha falado noutras ocasiões) num magusto, no Soito, e o que eu lhe disse era que me admirava muito como um blogue com tantos visitantes tinha tão poucos comentários.
Mais tarde voltei a encontrar o José Carlos na inauguração da Exposição de Fernando Monteiro, no Museu do Sabugal.
Em Julho passado, aquando da realização da Festa da Europa, o José Carlos convidou-me para eu escrever umas coisas sobre música no blogue.
Como esta área me interessa resolvi aceitar o desafio e, hoje, todas as segundas-feiras o Capeia Arraiana publica as minhas crónicas sobre música, na secção “Música… Músicas”, que sei que têm algum interesse para uma parte dos visitantes.
Os comentários no blogue aumentaram. Ainda bem… é isso que se pretende de um blogue. Que haja interactividade com os leitores.
Parabéns ao blogue, pelo seu segundo aniversário, e aos seus autores. Mantenham este espírito por muitos e bons anos.»
João Aristides Duarte (Música, Músicas…)

António Emidio«Parabéns Paulo Leitão e José Carlos Lages por estes dois anos de Capeia Arraiana.
Notei que sempre nela se praticou o pluralismo de opiniões, de crenças e de pontos de vista, o que também notei que algumas pessoas não aceitam.
Esta liberdade de escrever brilha pela sua ausência na maior parte das publicações e nos órgãos de comunicação social.
Um bem haja por este meio de comunicação alternativo, por esta ÁGORA onde todos gozamos de um estado de livre expressão.»
António Emídio («Passeio pelo Côa»)

Joaquim Ricardo«Comecei a cooperar com o Capeia assombrado pelo medo do eco das minhas pobres letras – Era como atirar uma pedra para o escuro profundo (nunca se sabe onde ela vai cair!) Depois habituei-me, um pouco reconfortado! Conclui que, afinal, fui capaz de vencer esse medo de (enfrentar!) um público que me era «desconhecido» e até consegui, modéstia à parte, «abanar» os cibernéticos «capeiarraianos» pelos comentários que tive o prazer de lhes arrancar da mente. Criou-se diálogo – o das «Quartas» à tarde. O «Ideias Soltas» amadureceu e encontra-se hoje e assumidamente em estado de hibernação «gestacional». Aos meus habituais leitores, aqueles que pacientemente me lêem e até têm a maçada de me prendar com a sua opinião, o meu bem-haja! Voltarei em breve num outro espaço – O que a casa me queira dispensar! Afinal a vida continua mas agora noutro projecto. 
Termino este meu breve comentário não sem antes desejar aos responsáveis por este projecto jornalístico as maiores felicidades e estou certo que o seu êxito está «seguramente» assegurado. Parabéns pelos dois anos de vida!»
Joaquim Ricardo («Ideias Soltas»)

Pedro Afonso«A construção de um projecto sólido a longo prazo em prol da divulgação, promoção e informação revelou-se um desafio que alicerçou o contributo do blogue Capeia Arraiana.
É, esta capacidade de transmissão de informação que torna possível impulsionar todo um potencial de uma região. Que permite criar laços de pertença e meios para fazer mais e melhor.
Como um outsider da cidade do Sabugal não deixo de partilhar os valores e âmbito de intervenção do Capeia Arraiana. Promover e divulgar mas acima de tudo informar o presente e o futuro.
Aos administradores Zé Carlos e Leitão Batista e a todos os colaboradores que encarnam mensagem do Capeia, os meu sinceros parabéns e votos de muitos mais.»
Pedro Afonso («A Objectiva de…»)

Morgado Carvalho«O Capeia Arraiana – blogue de todos os Sabugalenses, em sentido latu senso porque não é só dos naturais e residentes na cidade do Sabugal, mas dos de todos das freguesias do concelho)faz este mês dois anos de existência. Os seus fundadores (administradores) e responsáveis pela sua manutenção diária, de seus nomes José Carlos Lages, jornalista encartado que além desta sua actividade primária é também gestor de eventos e autor da rubrica «A Cidade e as Terras» e Paulo Leitão Batista, economista e alto funcionário do SEF, escritor nas horas vagas, com ensaios e livros publicados sobre a realidade da vida aldeana do nosso concelho, autor da rubrica «Contraponto». São estes dois meninos que contra ventos e marés mantêm sempre actual e dinâmico, com a colaboração de alguns arraianos, este blogue que é uma janela magnífica, sempre aberta aos residentes, migrantes internos e externos, informando, difundindo opiniões e permitindo comentários, sobre assuntos directa ou indirectamente ligados ao nosso torrão natal.
Por uma questão de homenagem enumero também aqueles colaboradores que no último quadrimestre, me têm obrigado a clicar no Capeia Arraiana, todos os dias em que posso disponibilizar tempo para isso. Bertrand Russel, filosofo inglês e já mencionado pelo meu conterrâneo Carlos Meirinho Carrilho Rito escreveu com muita propriedade o seguinte: O tempo que gostas a perder, não é tempo perdido. Esta máxima aplica-se perfeitamente ao tempo gasto com este blogue.Parabéns à equipa do Capeia Arraiana e seus mais próximos colaboradores: António Emídio com «Passeio Pelo Côa», José Manuel Campos com «Nascente Do Côa», Aristides Duarte com «Música, Músicas», Pedro Afonso com «A Objectiva de…», José Robalo com «Páginas Interiores», Esteves Carreirinha com «Ecos da Aldeia», e Vera Vilanova com «A Falar Com Saúde…».
José Morgado Carvalho

Kim Tutatux«Depois de ter vivido a minha vida em Lisboa, levado pelos meus pais que, na força de emigração, foram para Lisboa na década de 60, decidi por minha iniciativa vir para a terra onde nasci contribuir de forma efectiva para o desenvolvimento sócio/cultural com um projecto que envolve as novas tecnologias da comunicação e o livre acesso a estas.
Ao chegar, um dos projectos que tomei conhecimento foi este o CAPEIA ARRAIANA, de inicio pareceu-me apenas mais um projecto como tantos outros, contudo ao fim de algum tempo verifiquei que é um projecto com pessoas empenhadas em contribuir para o desenvolvimento desta terra, abrindo à discussão temas que até então estavam fora de ponderação.
Conclui então que o CAPEIA ARRAIANA é o único orgão de informação do Sabugal onde os temas que efectivamente são importantes para o desenvolvimento local são tratados de forma independente e séria.
Por essa razão, comecei a disponibilizar os meus trabalhos para utilização no CAPEIA ARRAIANA, pois tenho sempre agrado em colaborar com os que estão mais interessados em contribuir para o desenvolvimento local do que em ganhar protagonismos exacerbados.
Constato que o empenho e dedicação que vocês colocam neste projecto e a projecção que este tem é tal, que já seria tempo de avançar com o projecto tendo em vista um Site onde outras vertentes e dinâmicas possam também ser exploradas em prol deste concelho. Contai com o meu apoio e colaboração sempre que for necessário.
Um enorme BEM-HAJA pelo vosso altruísmo e trabalho em prol do desenvolvimento desta região.
Kim Tomé (Tutatux)

Talinha«Parabéns… sobretudo pela coragem de durante dois anos manterem um ritmo incrível de notícias!
Um obrigado também pelo interesse que o Capeia Arraiana tem demonstrado pela divulgação-promoção do Concelho de Sabugal.
Estamos todos no «mesmo barco», e se todos soubermos remar com muita força e entusiasmo, o nosso Concelho irá ser conhecido com toda a justiça, por todas as potencialidades humanas e naturais que ele possui!
A toda a equipa do Capeia Arraiana, especialmente a José Carlos Lages e Paulo Leitão Batista o desejo sincero de que consigam manter esta garra jornalística, colocada ao serviço do Concelho que vos viu nascer!»
Natália e Romeu Bispo («Casa do Castelo»)

mono-avatar01a«É curioso, nunca associo a ideia do Capeia Arraiana à ideia de blogue. O Capeia não é um blogue, é um portal de informação sabugalense, algo que não existia e que ocupou, com mérito, um lugar que estaria destinado ao Cinco Quinas, se houvesse dinamismo para tal.
Nestes dois anos, o Capeia tornou-se no portal de referência para tantos de nós que estamos fora da nossa cidade/concelho, e que temos alguma ânsia de informações sobre o que se passa na nossa terra e mesmo para os que estão por cá, mas que não têm acesso aos meios de informação (como é que fazem? Aposto que agora já são eles que ligam). Acho admirável o ponto que este projecto alcançou, principalmente tendo em conta que é um projecto amador e certamente feito à base de muita carolice e perda (ganho) de tempo.
O maior mérito do Capeia foi trazer para si a discussão do que se passa na Pólis, com os senadores envolvidos, a exprimir argumentos, à consulta e discussão de todos. De certa forma, é um contributo essencial para o reconhecimento da internet como um local onde se joga o futuro do concelho e onde se pode discutir esse futuro, sem por de parte a importância que tem na divulgação do Sabugal ao Mundo. Aliás, leva essa discussão ao alcance de muitas mais pessoas que as habituais envolvidas e permite uma maior sinergia de forças com vontade de evoluir o concelho.
Obviamente nem tudo é bom no Capeia e, diariamente, encontro inúmeros pontos onde poderia ser melhor, e que faço a questão de salientar (os cronistas, tz, tz… para quando um cronista a sério como eu?), como bem devem reparar os autores do Capeia (ou então, não me convidavam para isto), mas o certo é que desejo ao Capeia mil anos de sucesso, pois o vosso sucesso é o sucesso de todos os sabugalenses (que não têm Porsches) e da nossa tão esquecida e bela região.»
Mono (Sabugal Tarrento)

Paulo Adão«Antes de mais, os meus parabéns e desejos de muito sucesso nesta « obra prima », assim como em todos os outros projetos pessoais ou profissionais.
Ver-te participar em tão diferentes iniciativas, sempre com grande entusiasmo e com tanto profissionalismo é para mim um orgulho fazer parte dos teus conhecimentos, ser considerado um amigo, mesmo se nos conhecemos há muito pouco tempo. Admiro este esforço enorme que tu fazes (com a colaboração de outros certamente), para dar a conhecer o nosso querido concelho.
Em relação ao Capeia Arraiana: Na qualidade de emigrante, o Capeia Arraiana, tornou-se rapidamente um elo de ligação e uma fonte de informação indespensável. Diariamente, «mato» saudades e tomo conhecimento das mais variadas iniciativas, projetos ou acontecimentos das diferentes Aldeias, das associações, dos « poderes » politicos ou sociais do nosso concelho. Com grande profissionalismo, imparcialidade e dedicação, o Capeia Arraiana dá a conhecer dia após dia as mais variadas noticias do nosso concelho, apresenta e participa nos projetos para o bem e desenvolvimento das nossas Aldeias, critica aquilo que de mal se tem feito com um propósito único: dar a conhecer aquilo que se faz, mostrar que o concelho do Sabugal é um concelho vivo, tem história e tradições, mas também têm Futuro.
Os temas variados do site e refiro apenas alguns, «Concertos míticos», «História da Casa do Concelho do Sabugal», «As conversas com a Saúde», as crónicas variadas de Ramiro Matos, de António Emidio, José Manuel Campos, entre outros, têm conseguido mostrar a riqueza cultural, social e mesmo económica do nosso concelho. Riquezas que precisam de criticos como estes para que não morram e não se percam.
Muito Obrigado ao Capeia Arraiana e a todos os colaboradores por este GRANDE TRABALHO. Continuem assim.
Um grande Abraço desde Paris, Felicidades.
Paulo Adão, Portal Raiar (Aldeia do Bispo)

Agostinho da Silva«Capeia Arraiana.
Como é que vos conheci?… andava eu nas minhas lutas de preservação, expansão da causa e Vaca Jarmelista, e eis que encontro um espaço de gentes da raia (aficionados, portanto).
Mais tarde, tentei convocar alunos do Seminário de Tortosendo para um encontro anual a realizar em Outubro, boa a vossa resposta, publicando o meu apelo.
Claro que em todas as visitas que vos fazia, era sempre na expectativa de encontrar entre os blogers, algum amigo dos tempos de seminário, ou alguma notícia sobre os seu feitos.
Em Outubro do ano passado, o vosso espaço, fez eco do reconhecimento público, pelo Ministério da Agricultura, da vaca jarmelista, fui mantendo as minhas visitas e de vez em quando respondendo com algum post… até que um dia o (agora amigo) JC Lages, me convidou para ser um “à fala com…”, aceitei.
Demorámos, por afazeres de ambos, a falar, mas um dia, num domingo, lá fui eu a Ruivós, bebemos uma jeropiga, e combinámos uma ida ao Jarmelo.
Aí fiz de cicerone, modesto… depois o JC Lages, fez o seu trabalho… vá lá… do género, exagerado em elogios à minha pessoa (deixa lá, que quando eu tiver alguma projecção nacional, levo-te comigo).
Um abraço a toda a equipa, e continuem com este serviço público!!!»
Agostinho da Silva (Jarmelo)

José do Bernardo«O «Capeia Arraiana» acaba por ser o elo de ligação entre as «gentes da raia ribacudana» que vivem fora das suas terras e a seu concelho natal. Desde há dois anos a esta parte «clico» várias vezes ao dia no «link» do blogue, tornando já um ritual, na ânsia constante de encontrar novas notícias.
Parabéns aos fundadores e colaboradores.»
José do Bernardo (Aldeia do Bispo)

a.l.tony«Em primeiro lugar parabéns pelo trabalho que estás a fazer com o Paulo Leitão, no Capeia Arraiana, e pelos dois anos de vida.
Eu só tive conhecimento no mês de Agosto, e para mais, no dia da capeia de Ruivós pela parte do José Robalo que me falou do Blogue Capeia Arraiana, onde ele colaborava.
Continuai assim com a mesma força, porque estais num bom caminho, também para o concelho.
Um Abraço deste»
a.l.tony (Aldeia da Dona)

«O PROGRESSO TAMBÉM SE FAZ A ESCREVER!
PARABÉNS!»
Zé Manel (Foios)

«É com enorme satisfação que desejo os «Parabéns» ao Capeia Arraiana e aos seus fundadores por mais um ano de existência. Que nos anos vindouros possam atingir todos os seus objectivos e continuem num processo de desenvolvimento por fora e por dentro.»
Sónia Costa (HabiSabugal)

Bem-hajam todos. Vamos fazer por merecer a vossa confiança.
José Carlos Lages e Paulo Leitão Batista

GALERIA DE IMAGENS – 14-8-2008
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

O Lar de Santo Antão, em Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal, comemorou 25 anos ao serviço da população no dia 14 de Agosto. As comemorações das bodas de prata contaram com a presença de individualidades religiosas, políticas e cerca de três centenas de pessoas que se quiseram associar à data festiva.

25 Anos do Lar de Aldeia do BispoOs 25 anos do Lar de Santo Antão do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres foram comemorados com pompa e circunstância no pavilhão de festas da instituição.
As cerimónias iniciaram-se com uma missa solene presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Diocese da Guarda, acompanhado por D. José Alves, Arcebispo de Évora, o Padre Américo Barroca, o padre Carlos Manso Fernandes, o padre João Manso Martins e mais sete sacerdotes.
Após a celebração eucarística o padre Américo Barroca iniciou a cerimónia de homenagem a diversos colaboradores do Lar dando as boas-vindas a todos e saudando especialmente os prelados da Guarda e de Évora, a Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, o vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda, Manuel Corte e o provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, José Diamantino dos Santos.
«A vivência dos grandes que fundamentam a nossa sociedade estão visíveis na palavra de Deus na Terra. Neste ano dedicado a São Paulo o Lar de Santo Antão uma instituição que apareceu para cumprir a caridade cristã comemora 25 anos de existência. Estamos aqui para nos congratularmos e, em especial, para homenagear o seu fundador, o doutor João Nabais. Muito cedo partiu para o Seminário de Évora onde se formou. Como pedagogo influenciou a renovação do ensino em Portugal mas, acima de tudo, contribuiu para a criação do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres e para esta maravilhosa obra: o Lar de Santo Antão. Agora a obra cresceu, atingiu a maioridade e vive da generosidade e apoio das gentes da nossa terra. Em primeiro lugar o povo de Aldeia do Bispo, em segundo, os nossos idosos, e por último os vários organismos que apoiam o Lar», começou por dizer o Padre Américo Barroca que deixou ainda um pensamento final: «Devemos ser dignos da obra de caridade dos que nos precederam.»
Tudo começou há cerca de 30 anos atrás quando um cortejo de oferendas foi arrematado para possibilitar o arranque das obras de uma Casa que iria acolher os idosos e que foi pioneira no concelho do Sabugal. Ideia arrojada que sofreu o desdém e o escárnio de alguns mas que o tempo veio provar ser fundamental e imprescindível.
O primeiro orador foi Justo Nabais, ilustre empresário do ramo das artes gráficas, proprietário da Tipografia Diana em Évora. «O sonho tornou-se realidade. Há 28 anos não havia condições de higiene e assistência médica na nossa terra mas este Lar foi, em boa hora, o percursor de muitos que se seguiram e vieram dar qualidade de vida aos nossos idosos. Recordo o dia da inauguração com a presença de Leonardo Ribeiro de Almeida, presidente da Assembleia da República e de Teresa Costa Macedo, secretária de Estado da Família. Começamos com 12 idosos e ao fim de três meses passámos para 30. O nosso segredo é que não temos fins lucrativos e por isso não negociamos com idosos ou doentes», enfatizou Justo Nabais.
A intervenção da Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, ficou marcada por alguma emoção recordando que «apesar de ser da Serra casei, há 30 anos, com um homem desta terra». As memórias do passado contemplaram ainda alguns segredos como aquele de «ter ido a Navasfrias buscar um garrafão de azeite para saber como era o contrabando». Mas a vida permitiu-lhe «constatar que esta terra tem homens que dão bons exemplos como este que comemoramos hoje e que resolveu o problema de uma aldeia marcada pela emigração e com muitos idosos a viver na solidão». A responsável pelo Governo Civil da Guarda deixou ainda mais uma ideia forte: «A gratidão devia andar cada vez mais no nosso vocabulário. Devemos substituir a palavra solidariedade por fraternidade até porque aqui, neste Lar, as pessoas são tratadas com fraternidade.»
O vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Corte, aproveitou para felicitar todos os que abraçaram a causa de servir os outros através do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres de Aldeia do Bispo. «Somos um concelho envelhecido e achamos que este bom exemplo de Aldeia do Bispo com instalações de óptima qualidade, quase modelares, deve servir para outras instituições particulares de solidariedade social com mais de 300 postos trabalho directos espalhados pelas freguesias», recordou o autarca.
O Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, fechou os discursos com a força viva que as suas palavras ganham. «Não devemos só olhar para o passado. Devemos olhar para o futuro e acrescentar aos nossos gestos presentes a caridade. Devemos adaptar-nos às novas realidades e necessidades dos tempos modernos. Um centro social não é nada sem a caridade e devemos fazer o bem sem olhar a quem», alertou o prelado.
Seguiu-se a entrega de 14 medalhas às pessoas que contribuiram e contribuem para que o Lar de Santo Antão seja uma realidade com qualidade de vida para os idosos. A primeira, a título póstumo ao dr. João Nabais; a D. António dos Santos, então bispo da Guarda; ao Padre José dos Santos Baptista; a Amândio Antunes Henriques; à Irmã Emília que durante 23 anos supervisionou o Lar; a José Inácio Fernandes; a Diamantino Lourenço Amaro, homem discreto mas com grandes obras; a Helena Manso, actual directora do Lar; à Tipografia Diana, de Justo Nabais; ao Povo de Aldeia do Bispo que contribuiu com um dia de trabalho com a medalha a ser entregue à Junta de Freguesia; aos colaboradores do Lar; a título póstumo a todos os que contribuiram para o Lar; a três funcionárias com mais de 15 anos de Casa; e por fim para Isabel Maria Lourenço Sanches, a funcionária mais antiga do Lar.
Enquanto os colaboradores preparavam o pavilhão para um lanche-convívio os presentes foram convidados a visitar as funcionais instalações do Lar de Santo Antão do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres de Aldeia do Bispo.
Estiveram presentes na assistência ilustres lagarteiros como José Eduardo Lucas e esposa, mestre Alcínio e muitos outros. Aqui deixamos uma saudação muito especial e carinhosa para Ana Manso que assistiu acompanhada de sua filha Rita em fase de recuperação, felizmente, do grave acidente de viação de que foi vítima.
Parabéns a quem sonhou a obra e a quem a tem conduzido por bons caminhos em benefício da qualidade de vida dos idosos da raia sabugalense.
jcl

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: Junho de 2008.

Local: Soito (Sabugal).

Legenda: Cerimónia de comemoração do 27.º Aniversário dos Bombeiros Voluntários do Soito.

Autoria: Josué Rito Dias.
Clique na imagem para ampliar

O diário regional «As Beiras» comemora hoje, dia 15, o seu 14.º aniversário com uma edição especial que vai ser distribuída gratuitamente.

Diário As BeirasA edição especial de hoje, dia 15 de Março, do diário regional «As Beiras» assinala o 14.º aniversário da publicação.
O número de aniversário aumentou o número de páginas de 36 para 88 e a tiragem passou para 66 mil (mais 50 mil exemplares). Inclui um suplemento de Economia e Empresas (16 páginas) com «Um olhar sobre a economia e sobre as empresas que estão a triunfar na região Centro».
O jornal é distribuído hoje, gratuitamente, na Guarda, Castelo Branco, Viseu, Coimbra, Aveiro e Leiria nas grandes superfícies, estações de serviço e bares históricos das seis capitais de distrito.

O Capeia Arraiana endereça os parabéns a todos os colaboradores do diário regional «As Beiras».
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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