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O antigo quartel das esquadras na zona história da Estrela do Interior foi o palco da terceira feira de coleccionismo e antiguidades e do agricultura. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Acontecimentos importantes para o concelho do Sabugal muitos foram durante o ano que agora finda. A nossa escolha para «Acontecimento do Ano 2010» recai nas «Jornadas do Mundo Rural» que decorreram no dia 26 de Abril no Auditório Municipal do Sabugal presididas por António Serrano, ministro da Agricultura, do desenvolvimento rural e das pescas e com a participação de cerca de três centenas de agricultores de todo o distrito. O Sabugal foi o local escolhido para o maior acontecimento do distrito da Guarda no ano que agora finda e que pretendeu recolocar o mundo rural e a agricultura dos territórios beirões no centro das atenções regionais e nacionais. O Capeia Arraiana está em condições de adiantar que o concelho do Sabugal vai integrar o projecto piloto do Plano Estratégico de Desenvolvimento Agrícola do Ministério da Agricultura.

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O maior acontecimento no distrito da Guarda foi, sem sombra de dúvidas, recolocar o mundo rural e a agricultura no centro das atenções regionais e nacionais. O ministro da Agricultura, António Serrano, viajou desde o Terreiro do Paço, em Lisboa, para incentivar os agricultores do distrito da Guarda a valorizar a ruralidade raiana e beirã sem ter vergonha de ser do mundo rural. A imitação das grandes cidades não tem sustentabilidade nem razão de ser nestes territórios que sempre produziram produtos agrícolas de excelência e agora têm as terras ao abandono vítimas de forte desertificação. Não se pede a ninguém que pratique uma agricultura de subsistência, pobre e violenta, que sacrificou as gerações que nos antecederam. A aposta passa por fazer a diferença com investimentos modernos em produtos de qualidade, certificados, produzidos, transformados e colocados directamente no consumidor final. Os objectivos são ambiciosos mas «falta pouca coisa». Apenas «falta» empreendedorismo porque os apoios locais e nacionais parecem estar disponíveis.
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Questionado pelo semanário «Nova Guarda» durante as Jornadas de Reflexão sobre o Mundo Rural o ministro António Serrano justificou a escolha do Sabugal: «Há uma vontade muito forte de reconstruir e desenvolver este território e quisemos fazer aqui estas jornadas de reflexão sobre o futuro deste concelho e do distrito da Guarda no domínio da agricultura e do desenvolvimento rural. Precisamos discutir em conjunto – municípios, governo civil, associações, sociedade civil – uma estratégia comum. Não pode ser cada a fazê-lo por sua iniciativa de forma isolada e descoordenada.» O ministro aproveitou para anunciar a criação de um grupo de trabalho distrital com a missão de ser promovido um plano de desenvolvimento do distrito a médio prazo.
«A agricultura é um sector estratégico para o desenvolvimento sustentado de Portugal. A agricultura tem uma valência fundamental na criação de emprego e é uma oportunidade nacional para combater a crise económica em que mergulhou todo o mundo. Precisamos de uma nova agricultura e de gente nova para implementar novas práticas agrícolas numa lógica de desenvolvimento rural. Muita gente saiu deste concelho (Sabugal) e desta região e necessitamos de redefinir o que podemos fazer, em conjunto, no domínio das novas culturas, da produção animal e florestal. A agricultura não é fonte de problemas, a agricultura é parte da solução e eu acho que esta é a consciência cívica que todos devemos assumir reconhecendo o contributo que os agricultores dão a toda a sociedade. Se os consumidores optassem pela compra de produtos nacionais estavam a ajudar a agricultura portuguesa e a criar condições para que recupere o papel que já teve no passado», afirmou, ainda, o ministro da Agricultura António Serrano.
O concelho do Sabugal é um dos concelhos escolhidos para o projecto piloto do Ministério da Agricultura. Santinho Pacheco em declarações ao Capeia Arraiana adiantou que o Ministro da Agricultura está verdadeiramente interessado em que este plano estratégico de desenvolvimento agrícola dê resultado. «No plano que vamos apresentar até ao final do ano – e se não for possível todos – vamos indicar três ou quatro concelhos com grandes potencialidades agrícolas para que sejam considerados municípios piloto para aplicar um conjunto de princípios que, no nosso entender, vão inverter por completo as ideias sobre o mundo rural e o seu desenvolvimento. A aposta no concelho do Sabugal, com uma grande diversidade muito grande, seria na área da pecuária (pequenos ruminantes e gado vacum); em Figueira de Castelo Rodrigo nas amendoeiras, olival, vinhas e ligação ao Douro; no concelho da Guarda ou eventualmente de Celorico da Beira têm o parque natural da Serra da Estrela, o queijo da Serra e áreas de minifúndio. Levaremos com espírito aberto ao senhor Ministro.» Como nota final defendeu que «a zona da Raia pode ser no presente o que o Alentejo foi no século passado onde todos queriam ter um monte».

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Prémio Capeia Arraiana 2010
CÂMARA MUNICIPAL E ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO SABUGAL – O «Prémio Capeia Arraiana 2010» vai para a Câmara Municipal e para a Assembleia Municipal do Sabugal.
Em Maio o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, informava que «a candidatura da capeia arraiana está em fase de preparação por parte da Câmara, através da empresa municipal Sabugal+ que tem feito recolhas de vídeos, de textos, de testemunhos orais, fotográficos e escritos alusivos à capeia arraiana para apresentar a candidatura ao Instituto dos Museus e da Conservação que, depois de aceite, dará conhecimento à UNESCO».
Reunidos no dia 24 de Setembro de 2010 os membros da Assembleia Municipal deliberaram, por unanimidade, classificar a capeia arraiana, tourada que inclui a lide dos touros com recurso ao forcão, como «património cultural imaterial de interesse municipal».
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Destaque Capeia Arraiana 2010
COMISSÃO DO CENTENÁRIO – O «Destaque Capeia Arraiana 2010» vai para a Comissão do Centenário da República presidida pelo prof. Adérito Tavares.
5 de Outubro de 1910. 5 de Outubro de 2010. Os 100 anos da República foram assinalados com pompa e circunstância no concelho do Sabugal. A Comissão do Centenário, presidida por Adérito Tavares, preparou com muita dignidade – e qualidade – um programa comemorativo que destaca os valores republicanos da educação, liberdade, igualdade e justiça para todos.
A sessão solene das comemorações do Centenário da Implantação da República no concelho do Sabugal, no dia 5 de Outubro de 2010, teve lugar no Auditório Municipal. A mesa foi constituída por António Robalo, presidente da Câmara Municipal do Sabugal, por Santinho Pacheco, governador civil da Guarda, por Ramiro Matos, presidente da Assembleia Municipal do Sabugal, por Adérito Tavares, presidente da Comissão Municipal para as Comemorações e por Jaime Vieira, igualmente da Comissão Municipal.
«Não há democracia sem liberdade. Não há liberdade sem educação.»
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jcl

Falecido o meu sogro, as «terras» que tinha e tratava ficam, infelizmente, abandonadas…

Pomar

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Não tendo nascido numa família de agricultores nunca na minha vida tinha tido grandes contactos com os trabalhos agrícolas, até ao momento em que comecei a ajudar o meu sogro, sobretudo na vindima e na apanha da azeitona.
Pequeno agricultor, as suas terras (propriedades muito pequenas e afastadas umas das outras), estavam sempre num «brinco», lavradas, limpas, regadas.
Até aos últimos momentos da sua vida, nunca abandonou aqueles torrões, o que permitiu que, alguns meses depois da sua morte, ainda tenha sido possível colher as uvas e fazer 300 a 400 litros de vinho. Também das oliveiras será possível tirar lá para Novembro cerca de 100 litros de azeite.
Mas como custou ver como em poucos meses as terras apresentavam já sinais claros de abandono!…
E este vai ser o futuro daquelas e de quantas terras espalhadas por este país fora e, naturalmente, também no Sabugal.
Eu não sei nem tenho vida para olhar por aquilo que o meu sogro deixou, e na aldeia não há ninguém que possa contratar para fazer os trabalhos agrícolas necessários à manutenção e limpeza as terras.
Como eu estarão certamente muitos dos sabugalenses que vivem e trabalham fora da sua aldeia, seja em Portugal, seja no estrangeiro.
Mas, estou certo, quase todos gostariam de ver, quando fossem à sua aldeia, as terras dos pais com aspecto de cuidadas, mesmo que de lá não colhessem nada.
E estou certo que, como eu, muitos estariam dispostos a pagar por esse trabalho…
E por isso penso que uma Empresa de Manutenção de Espaços Agrícolas tem hoje possibilidades de singrar no Concelho do Sabugal.
Claro que tem riscos; claro que até se obter um conjunto de clientes suficiente vai passar algum tempo; claro que não poderiam ser praticadas tabelas de preços muito elevados; claro que há necessidade de garantir níveis elevados de confiança entre a empresa e os proprietários.
E por isso, penso também que esta empresa não poderá ser apenas fruto da iniciativa privada, mas antes devendo a iniciativa da sua constituição envolver, na fase de arranque, não só as Autarquias (Câmara Municipal e Juntas de Freguesia), mas também e, sobretudo, a COOPCÔA, a ACRISABUGAL, a ADES, a PRÓ-RAIA e demais Associações directa ou indirectamente ligadas ao sector.
Manter as terras dos nossos antepassados limpas e cuidadas, é algo que lhe devemos, mas é também uma forma de limitar a dimensão dos incêndios estivais, e de manter um território.
Claro que não ponho de lado que empresas deste tipo possam, caso haja clientes interessados, cultivar as terras e entregar aos seus donos os produtos agrícolas produzidos…
(E agora vou comer uma das maçãs bravo esmolfe que, se calhar pela última vez, as macieiras do meu sogro ainda deram…)
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

A Câmara Municipal do Sabugal contactou com todos os Presidente de Junta para que estes pudessem divulgar que colocavam autocarros à disposição das pessoas, que se dediquem à exploração agro-pecuária, para que pudessem fazer uma visita à Feira de Salamanca.

(Clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Nascente do CôaInscreveram-se cerca de 130 pessoas que foram transportadas em três autocarros que foram alugados à empresa Viúva Monteiro.
A partida estava marcada para as oito horas e assim aconteceu. A grande maioria das pessoas tomaram lugar no Sabugal e outras entraram no Soito, Alfaiates ou Aldeia da Ponte conforme melhor conviesse a cada uma.
Em Aldeia da Ponte tomou-se a direcção de Ciudad Rodrigo e com as boas vias de comunicação existentes mal se dá pelo caminho.
Às dez horas e quinze minutos os três autocarros chegavam ao parque de estacionamento da feira.
O Eng.º Ernesto e a Eng.ª Carla chefiavam a comitiva e anunciaram que os autocarros sairiam, desse mesmo local, às 18 horas, tal como aconteceu, visto que toda a gente cumpriu os horários.
Depois de todas as pessoas terem entrado no recinto da feira formaram-se, espontânea e naturalmente os grupos e toca todos a marchar de pavilhão em pavilhão para se poderem admirar as mais diversas raças dos mais diversos animais.
Outros foram para a parte da maquinaria que também abundava. Havia todo o tipo de alfaias agrícolas e só se ouviam comentários do género: «Tudo isto é muito bonito mas… aqui em Espanha podem funcionar mas na nossa zona nem pensar atendendo à diminuta propriedade existente.» Custa ouvi-lo e dizê-lo mas é pura realidade. Enquanto sejamos pequenos na propriedade nunca seremos grandes no resto.
Estas visitas, de estudo, revelam-se de um enorme interesse porque, já que mais não seja, valem pelas reflexões e comparações que fazemos.
O meu tio Chico da Clara sempre dizia: «Há que sair porque em casa pouco ou nada se aprende.»
Julgando interpretar o sentimento da maioria das pessoas que nos deslocámos pretendo agradecer o gesto da Câmara esperando que no próximo ano se possa repetir a cena mas organizada mais atempadamente e com um programa mais bem elaborado.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A parceria Portugal Rural apresentou em sessão pública o projecto de cooperação interterritorial no âmbito do Leader e do Subprograma 3 do Proder. O evento decorreu na Loja Portugal Rural, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa e contou entre outros com a presença do ministro da Agricultura, António Serrano, dos representantes da Pró-Raia, António Robalo e Elsa Fernandes e dos deputados pelo círculo da Guarda, Carlos Peixoto e João Prata.

Portugal Rural - António Robalo - Presidente - Câmara Municipal Sabugal

A parceria Portugal Rural integra 12 associações com expressão a nível nacional – Pró-Raia, Adices (GAL coordenador do projecto de cooperação), Adae, Adelo, Adirn, Adruse, Atahca, Desteque, Leader Oeste, Pinhal Maior, Raia Histórica e Tagus – que se juntaram num espaço citadino situado no bairro de Campo de Ourique com o objectivo de promover e dinamizar a comercialização de produtos regionais nos grandes centros urbanos.
No dia 30 de Junho foi apresentado o projecto de parceria interterritorial Portugal Rural, no âmbito da Cooperração Leader do Subprograma 3 do Proder. Na estiveram presentes o ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, António Serrano, os deputados pelo círculo eleitoral da Guarda, Carlos Peixoto e João Prata e representantes das 12 associações integrantes da parceria. Pela Pró-Raia marcaram presença o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, a vereadora da Câmara Municipal da Guarda, Elsa Fernandes, acompanhados de alguns técnicos. O Presidente da Câmara Municipal de Manteigas, Esmeraldo Carvalhinho, representou a Adruse – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela que integra ainda os concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Seia e Gouveia.
As boas-vindas de abertura estiveram a cargo do presidente da Adices, Atílio Nunes, e foram seguida da apresentação do projecto de cooperação Portugal Rural-Gal Parceiros. A cerimónia que contou com a degustação de produtos regionais de excelência foi antecedida pelo discurso do Ministro António Serrano que aproveitou para percorrer as bancas promocionais das 12 associações.
«Não venho aqui para fazer promessas mas não podemos esquecer as importantes acções destes grupos de actividade local» começou por dizer António Serrano num breve discurso. «Todos estes projectos e investimentos que implicam muito dinheiro devem ter como primeiro objectivo a criação de postos de trabalho e depois como factor de divulgação dos territórios do Interior. Peço a todos que intervenham nestes projectos com profissionalismo e muito responsabilidade e que alcancem altos níveis de execução», acrescentou ainda o ministro da Agricultura.
A estratégia a desenvolver encontra-se alicerçada em três níveis de actuação comuns e integrados: a intervenção nos territórios rurais de abrangência do projecto; a intervenção em ambiente urbano; e a intervenção promocional e comunicacional do projecto. Estas três áreas de actuação incidem, fundamentalmente, em quatro aspectos: promoção, comercialização, qualificação e sensibilização de públicos.
O projecto vai decorrer entre 2010 e 2013 e pretende desenvolver trabalho em cooperação para alcançar resultados num conjunto de mais-valias para os territórios abrangidos.
A loja Portugal Rural é um espaço moderno com uma montra de vidro que permite grande visibilidade do exterior, com expositores agradáveis à vista preenchidos com os sabores genuínos da produção portuguesa desde Trás-os-Montes até à Estremadura Oeste às portas de Lisboa.
Após percorrerem a loja os visitantes são surpreendidos com uma taberna (que apresenta excelentes vinhos) e um pátio interior ao ar livre. Uma larga escada em caracol leva à cave onde vai ser possível regalar a vista com produtos de artesanato português, ou melhor, do bom, genuíno e tradicional artesanato português.
Resta dizer que a loja do «Portugal Rural» (Rua Saraiva de Carvalho junto ao Café Canas) está a poucos metros de outro espaço «Verdes são os Campos» (Rua Coelho da Rocha junto à Casa Fernando Pessoa) que integra também em parceria a Pró-Raia e que está vocacionado para promover os aspectos turísticos regionais.
O mundo rural português vestiu-se com fato domingueiro de ir à missa e está a seduzir com muito charme no cosmopolita bairro de Campo de Ourique os sempre «esquisitos» clientes citadinos formatados por culturas e gastronomias do fast-food estrangeiro.
jcl

A parceria Portugal Rural apresentou em sessão pública o projecto de cooperação interterritorial no âmbito do Leader e do Subprograma 3 do Proder. O evento decorreu na Loja Portugal Rural, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa e contou entre outros com a presença do ministro da Agricultura, António Serrano, dos representantes da Pró-Raia, António Robalo e Elsa Fernandes e dos deputados pelo círculo da Guarda, Carlos Peixoto e João Prata.

GALERIA DE IMAGENS    –    PORTUGAL RURAL    –    30-6-2010
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

plb

A parceria Portugal Rural apresentou em sessão pública o projecto de cooperação interterritorial no âmbito do Leader e do Subprograma 3 do Proder. O evento decorreu na Loja Portugal Rural, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa e contou entre outros com a presença do ministro da Agricultura, António Serrano, dos representantes da Pró-Raia, António Robalo e Elsa Fernandes e dos deputados pelo círculo da Guarda, Carlos Peixoto e João Prata.

GALERIA DE IMAGENS   –    PORTUGAL RURAL    –    30-6-2010
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No dia 11 de Junho e no âmbito das celebrações do 25.º aniversário da adesão de Portugal à União Europeia, Dacian Cioloş, Comissário Europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, e António Serrano, Ministro da Agricultura, estiveram em Santarém para participar no debate sobre a reforma da PAC pós-2013, promovido pela Confederação dos Agricultores de Portugal. No colóquio participou também António Robalo e Paulo Marques em representação da Pró-Raia que esteve presente integrada no stand da Federação «Minha Terra».

Pró-Raia e Minha TerraDurante a visita à 47.ª Feira Nacional de Agricultura e 57.ª Feira do Ribatejo que decorreu no Centro Nacional e Exposições (CNEMA), em Santarém, Dacian Cioloş, comissário europeu para a agricultura e desenvolvimento rural, tomou conhecimento da especificidade da agricultura portuguesa, admitindo que «Portugal tem um potencial de produção agrícola enorme».
Quanto ao debate público sobre a PAC (Política Agrícola Comum da União Europeia) o comissário referiu que «estamos em período de balanço para ver o que se deve fazer na próxima PAC, uma política pluri-sectorial que deverá manter a coesão social e a pluralidade económica, tendo em conta a diversidade agrícola dos diversos espaços europeus».
Dacian Cioloş considerou ainda que «através do PRODER deverá haver maior contribuição para a inovação na produção agrícola, estimulando assim o sector a desenvolver-se e modernizar-se».
António Serrano, Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas afirmou que «o comissário veio debater com os agricultores portugueses que lhe deram a sua visão dos problemas que temos enfrentado. Foi um debate muito rico sobre o tema», sublinhando que «Portugal tem vindo a marcar uma posição muito firme na preparação da nova PAC. Houve uma reunião em Bruxelas onde defendemos um reequilíbrio orçamental entre os estados-membros, com uma distribuição mais equitativa».
Num breve encontro entre o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, e o Ministro da Agricultura, António Serrano, este último fez questão de recordar com agrado a jornada de trabalho no Auditório Municipal da cidade raiana e que tinha em cima da sua mesa de trabalho as questões que tinham resultado do debate. «O Sabugal e o distrito da Guarda não estão esquecidos», fez questão de dizer o governante ao autarca sabugalense.
A Pró-Raia (Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte) esteve representada no espaço da «Minha Terra» (Federação Portuguesa das Associações de Desenvolvimento Rural) que desenvolve competências a nível da organização e implementação de programas e iniciativas de alcance local, regional, nacional e transnacional e presta assessoria técnica ao desenvolvimento de projectos em diversas áreas do desenvolvimento rural.
A Pró-Raia nasceu em 1994 com o objectivo de promover os espaços naturais e valores patrimoniais, a preservação do ambiente, o reforço da identidade local e o apoio à transformação e comercialização dos produtos locais. A instituição tem sede na Guarda e a sua direcção tem como presidente e vice-presidente, respectivamente, as Câmaras Municipais da Guarda e do Sabugal.
jcl (com agência Lusa)

O ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, António Serrano, presidiu no Sabugal à Jornada de Reflexão sobre o «Agricultura e Desenvolvimento Rural no distrito da Guarda», promovida pelo Governador Civil, Santinho Pacheco. A reportagem da Local Visão Tv (Guarda) tem a assinatura da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida.

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A reforma da estrutura fundiária, nas zonas de minifúndio, terá obrigatoriamente que ser feita para o bom aproveitamento da agricultura e da floresta. Essa reforma terá forçosamente de incluir mudanças que tornem mais fácil o emparcelamento da propriedade rústica de pequena dimensão. O alcance de eventuais medidas de apoio ao emparcelamento seria bem maior do que a simples distribuição dos enganadores subsídios.

Penamacor

António Cabanas - «Terras do Lince»É comum dizer-se que um dos problemas da nossa agricultura é o minifúndio. Não será certamente o único, haverá, evidentemente, outros constrangimentos. Talvez o minifúndio não seja sequer um problema em si mesmo, porque, como se sabe, há culturas e regiões, nas quais se aproveita bem o minifúndio, tornando-o rentável, como acontece, por exemplo, com o vinho verde. O problema será antes a desadequada dimensão da estrutura fundiária para a agricultura que se pretende.
Na Beira Interior, grande ou pequena a propriedade agrícola produz muito pouco. Mais preocupante até, é verem-se áreas e mais áreas, pequenas e grandes, em alguns casos onde se investiu em regadio e acessos, ao abandono, ocupadas de matos, sem qualquer utilidade que não seja a caça, e nem mesmo essa, porque, frequentemente mal gerida, escasseiam espécimes e os complementos turísticos de apoio à actividade cinegética. Nem pretendo sequer falar dos fogos e das parcelas que ardem sem que ninguém as reclame, que isso seria matéria para outro artigo.
As zonas mais férteis e próximas dos povoados são naturalmente as mais pulverizadas, divididas até ao milímetro por gerações sucessivas de camponeses pobres e de famílias numerosas, num tempo em que qualquer palmo de terra era defendido com unhas e dentes. Assim se compreende que a principal motivação dos nossos primeiros emigrantes fosse ganhar dinheiro para compra de umas courelas.
Pagas a bom preço, essas mesmas courelas, depressa e por ironia do destino, se tornariam numa espécie de castigo para quem tem agora de as tratar, só para as não ver abandonadas. Muitos vão gastando nelas as suas reformas! Passadas duas ou três décadas, deparamo-nos com hortas e chãos de boa terra a encherem-se de giestas, soutos e olivais decrépitos que de vez em quando carregam mas que ninguém colhe, porque a população é escassa e idosa e já não tem forças nem saúde para as fainas agrícolas e os mais novos, como se sabe, preferem outras profissões, preferência, aliás, incentivada pelos progenitores.
Apesar de tudo, as áreas maiores são melhor aproveitadas, designadamente para o pastoreio extensivo, pelo menos enquanto as ajudas à pecuária se mantiverem.
As mais pequenas, como é bom de ver, necessitam urgentemente de ser emparceladas para que possam ser rentáveis. Não tendo o estado a iniciativa do seu emparcelamento, resta a via aquisitiva. No entanto, aqui levanta-se um problema complicado: a burocracia e custos da aquisição. Distribuídas por numerosos herdeiros, as parcelas, que por serem pequenas valem muito pouco, estão quase sempre por registar, para já não falar da inadmissível falta de cadastro em algumas regiões. Além disso são geralmente propriedade de pessoas que vivem em Paris, Lisboa e outras cidades, onde cada metro de terra parece valer ouro. Quando alguém lhes oferece uns trocos por uma pequena horta, logo torcem o nariz. Ao saber que também terão que fazer umas escrituras e uns registos e que nisso têm que se haver com irmãos, cunhados ou sobrinhos, então nem querem voltar a falar do assunto. Por vezes nem chegam a saber que, além disso, ainda poderiam arcar com exorbitantes mais valias.
Há dois anos, por 750 euros, adquiri a um emigrante, uma pequena parcela de pouco mais de 800 m² para, através dela, melhorar o acesso a outros terrenos. Passados uns meses, encontrei o vendedor que se queixou de, além dos gastos habituais que teve com o pré-registo, ter sido taxado em 20% de mais-valias sobre o lucro, apesar de tratar-se de uma herança. Ora, o lucro tinha sido de 740 euros por o valor patrimonial inicial ser de 10 euros! Dizendo que não voltaria a vender mais nada, lamentava-se do nosso país, parodiando: – Mais-valia estar quieto!
Apesar de tudo lá consegui acrescentar mais uns metros a uma pequena quinta, composta de dez antigos prédios, perfazendo agora um pouco mais de seis hectares, onde pastam churras do campo. Dois desses prédios são lotes de emparcelamento, feito pelo estado e que resultaram da reunião de outros 11, pelo que a minha quintinha de seis hectares era anteriormente um conjunto de 19 artigos! Os restantes fui adquirindo a outros tantos emigrantes ao longo de cerca de uma dúzia de anos tendo ainda alguns por legalizar pelos motivos que se imaginam.
Se não se fizer uma verdadeira reforma da aquisição da terra, a estrutura fundiária levará ainda algumas décadas – a juntar às décadas já perdidas – para se adequar às necessidades da agricultura moderna. Tempo demais para uma região que precisa urgentemente de modernizar-se e sem essa modernização quase mais-vale estar quieto.
Como não é possível voltar-se à enxada e ao arado puxado por vacas, penso que assim não será viável aproveitar o recurso mais abundante da região: a terra.
O ano passado coloquei estas questões a um deputado da Comissão de Agricultura e ao secretário de estado da mesma tutela. Pareceram sensibilizados mas a legislatura terminou pouco depois e a coragem para as grandes reformas já tinha murchado.
Nunca entendi a razão de ser mais difícil comprar um prédio rústico de 500 euros do que uma viatura de 10, 50 ou até 100 mil euros. Nunca percebi que razões haverá por detrás ou a que corporações interessará este sistema quase medieval de aquisição.
Entretanto continuam a verter-se verbas significativas numa agricultura e numa floresta que se sabe à partida que não terão futuro sem as tais reformas e pouco ou nada se investe na estruturação fundiária da propriedade. O alcance de eventuais medidas de apoio ao emparcelamento feito pelo estado ou feito de forma privada, seria bem maior do que a simples distribuição de enganadores subsídios.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

O executivo da Câmara Municipal do Sabugal fez esta sexta-feira, 4 de Setembro, uma primeira avaliação dos danos registados no concelho pelos incêndios florestais da última semana. «As freguesias mais afectadas devem ser Sortelha e a Moita e os prejuízos totais estão estimados entre sete a dez milhões de euros», disse à agência Lusa o presidente da autarquia.

Incêndio no Sabugal - Foto Joaquim Tomé (Tutatux)

Na reunião de hoje do executivo municipal foi discutida uma «primeira avaliação» dos danos registados no concelho, que estão, sobretudo, relacionados com «a agricultura e a floresta».
O documento analisado, elaborado pela autarquia em colaboração com os serviços regionais do Ministério da Agricultura, não traduz um «levantamento exaustivo» dos prejuízos, sendo que o relatório final só deverá ficar pronto «na próxima semana».
«Ainda não temos o registo de todos os proprietários que foram afectados pelas chamas», adiantou Manuel Rito, presidente da Câmara sabugalense, contando que «todas as freguesias atingidas têm gente com a agricultura afectada e parece que as mais afectadas serão Sortelha e Moita».
«Há agricultores «que perderem cem por cento das pastagens para o gado», daí que a autarquia também tenha deliberado, em colaboração com a Acrisabugal-Associação de Criadores de Ruminantes do Concelho do Sabugal «a aquisição de forragens para distribuição gratuita aos criadores de gado do concelho».
Na habitual reunião das sextas-feiras foi, também, decidido que na Zona de Caça Municipal a caça ficará apenas permitida «a proprietários» e foram pedidos apoios para que os habitantes tenham subsídios para «aquisição de lenha».
A autarquia também vai pedir ao Governo «que possa implementar no concelho o cadastro geométrico da propriedade, para que a Câmara possa implementar o agravamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) aos proprietários que não limpem os terrenos, para que se possa pensar em emparcelamento no futuro», adiantou o autarca que se mostrou satisfeito pelo facto de o Ministério da Agricultura ter hoje anunciado medidas de apoio aos agricultores da região.
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas anunciou em comunicado ter decidido «com base num primeiro inventário realizado por técnicos no dia seguinte à extinção do fogo, criar um conjunto de medidas de apoio aos agricultores lesados».
A nota adianta que «haverá um apoio extraordinário para os agricultores afectados, destinado à alimentação animal, que será de cinquenta euros por cabeça de ovino e caprino e de cem euros por cabeça de bovino».
O Governo também vai «conceder ajudas à reposição do potencial produtivo (medida inscrita no PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural) no máximo de apoio legalmente previsto, ou seja, cinquenta por cento a fundo perdido».
«Este apoio permitirá reparar, por exemplo, situações de perda de olival, de vinhas, de animais mortos, de colmeias e também de equipamentos agrícolas, caso de motores de rega e tubagens», salienta a nota ministerial.
O primeiro inventário realizado detectou prejuízos nas freguesias de Bendada, Casteleiro, Moita, Sortelha, Santo Estêvão, Aldeia de Santo António, Água Belas, Baraçal, Quintas de S. Bartolomeu, Rapoula, Vila do Touro, Vale de Espinho, Quadrazais, Foios e Soito.
jcl (com agência Lusa)

A prática da caça no território nacional está proibida no domingo, 7 de Junho, em consequência da realização das eleições para o Parlamento Europeu.

Parlamento Europeu - Eleições - 2009O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas divulgou um comunicado onde refere que por via da realização das eleições para o Parlamento Europeu, no domingo, 7 de Junho, é proibida a prática da caça em todo o território nacional.
Segundo o número 4 do Artigo 89.º do Decreto-Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, a caça «é proibida nos dias em que se realizem eleições ou referendos nacionais e, ainda, quando se realizem eleições ou referendos locais na área das respectivas autarquias».
De acordo com o calendário cinegético 2009/2010, a época de caça abriu no passado dia 1 de Junho, para espécies como o javali, veado, gamo, corço e o muflão. A prática estará proibida em todo o território nacional no próximo domingo, devido à realização das eleições para o Parlamento Europeu.

Calendário Venatório 2009-2010. Aqui.
jcl

O ministro da Agricultura, Jaime Silva, afirmou em Santarém no Encontro Nacional de Caçadores que as verbas para as associações da caça já está a ser distribuído.

JavaliAs boas notícias para os caçadores não se fizeram esperar durante o 17.º Encontro Nacional de Caçadores que decorreu em Santarém integrado na 21.ª edição da Expocaça.
O ministro da Agricultura, Jaime Silva, anunciou que os 2,5 milhões de euros da verba que resulta de 30 por cento das receitas obtidas com a emissão das cartas de caçador iriam começar já esta semana a serem distribuídas.
Estes valores vão servir para acções de formação aos caçadores e também para que as associações possam desempenhar tarefas que anteriormente cabiam à administração central.
O Ministro foi, também, confrontado por Jacinto Amaro, presidente da Federação Portuguesa de Caça (Fencaça), sobre a necessidade de criação de um serviço específico dentro do Ministério da Agricultura para que os processos com as organizações de caçadores se tornem mais rápidos nas suas resoluções.
O Ministro aceitou que a Autoridade da Floresta Nacional (AFN) não consegui cumprir o que estava acordado e daí a demora, mas que agora já estavam criados todos os mecanismos que fariam com as situações fossem mais rapidamente resolvidas.
No final deste encontro Jacinto Ramos mostrou-se bastante satisfeito com os progressos anunciados pelo ministro e a comprová-lo está a primeira ordem de transferência já efectuada.
Regressa assim a paz entre as associações de caçadores e o Governo.

Mais informações relativas à época de caça Aqui.
aps

Quando se fala de Paris, pensa-se na torre Eiffel, no rio Sena, no Lido ou Moulin Rouge. Em Paris são organizados eventos de grande envergadura, o Salão do Automóvel ou o Salão da Agricultura. É sobre este último que escrevo estas palavras.

Paulo AdãoEstá aberto desde sabado passado e até ao dia 1 de Março o Salão da Agricultura, uma das maiores exposições organizadas anualmente em Paris, onde os modelos são os animais. Animais das mais variadas raças e espécies, de França e outros países, são preparados durante todo o ano, para poderem aguentar 15 dias de exposição, aceitarem carinhos e festas de milhares de visitantes.
Este ano, esperam-se mais de 600.000 visitantes. Os melhores ou mais originais, particiam em concursos, desfilam em passerelles em frente de centenas de cusiosos, jornalistas, especialistas e em frente aos juizes que vão dar o seu voto, pela beleza, pelo seu comportamento.
Além dos animais, é o salão onde se apresentam novidades relacionadas com a agricultura. Este ano, por exemplo, este salão quer dar enfaze às energias renováveis, quer mostrar que a agricultura se moderniza tendo na mira os problemas ambientais.
Salão da Agricultura de ParisComo acontece quase todos os anos, peguei na minha familia e fomos passar algumas horas ao salão, apreciar esta riqueza, que de uma maneira ou de outra é o principio e o fim de tudo. O que seria uma sociedade sem agricultura, sem vacas ou cavalos? O que seria a raia sem touros?
Como em todas as exposições que visito, procuro sempre, com alguma curiosidade (e com muito orgulho) algum expositor português, alguma bandeira portuguesa. Este ano, encontrei apenas um pequeno espaço, dedicado ao Perdigueiro, um cão de raça que todos conhecemos. Lá estava um bonito exemplar desta raça, com uma bandeira de Portugal bem esticada e em altura. Talvez houvesse outros, mas não encontrei. O tempo também foi pouco.
O que mais me surpreende sempre, é a grande diversidade de raças de vacas e touros, de cavalos. É impressionante estar à alguns centimetros de alguns animais, mais altos que nós, que pesam mais de 1500 Kg e que finalmente até são de uma beleza rara. Mais que um salão, é realmente uma passerelle de moda animal.
«Um lagarteiro em Paris», opinião de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

Os pescadores desportivos podem obter a licença para pesca lúdica em água doce em qualquer caixa Multibanco, a partir desta segunda-feira, 1 de Setembro.

Pescador desportivoAs licenças de pesca lúdica podem ser obtidas pelos pescadores desportivos em qualquer caixa Multibanco, cumprindo assim mais uma medida prevista no âmbito do Simplex – Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa.
Com esta medida o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pretende simplificar o processo de licenciamento de pesca desportiva tal como aconteceu, há três meses, com as licenças de caça. A medida foi bem recebida e cerca de dois terços dos 80 mil caçadores actualmente licenciados já renovaram a sua autorização através da rede Multibanco.
Os pescadores desportivos podem obter as suas licenças acedendo numa caixa ATM (Multibanco) aos menus «Pagamentos e Outros Serviços»,«Estado e Sector Público» e «Licenciamento de Pesca Lúdica» devendo então seguir as instruções subsequentes que surgem no ecrã.
jcl

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