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As concessões SCUT do Algarve, da Beira Interior, no Interior Norte e da Beira Litoral passam a estar sujeitas ao pagamento de portagens a partir de 8 de Dezembro, segundo foi publicado, esta segunda-feira, dia 28 de Novembro, no Diário da República. O diploma legal contém algumas medidas de descriminação positiva para as pessoas e as empresas residentes na proximidade das auto-estradas.

Porticos A23O decreto-lei agora publicado define a criação de «um regime de discriminação positiva para as populações e para as empresas locais, em particular das regiões mais desfavorecidas, que beneficiam de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas de portagem»
Em concreto, as pessoas singulares e colectivas que tenham residência ou sede na área de influência das auto-estradas agora portajadas «ficam isentas do pagamento de taxas de portagem nas primeiras 10 transacções mensais que efectuem na respectiva auto-estrada». Após 10 passagens sob os pórticos, os beneficiários têm direito a «um desconto de 15% no valor da taxa de portagem aplicável em cada transacção».
Os utilizadores que podem beneficiarem da isenção e do desconto, tem de comprovar periodicamente a sua morada de residência ou a sede da empresa, apresentando o título de registo de propriedade, o certificado de matrícula ou um documento do locador que identifique o nome e a morada da residência ou da sede do locatário.
Este regime de isenções e descontos estará em vigor até 30 de Junho de 2012. A partir desta data mantém-se apenas para as auto-estradas que servem regiões com um Produto Interno Bruto (PIB) per capita inferior a 80% da média do PIB per capita nacional.
O sistema de cobrança é “exclusivamente electrónico” e o não pagamento de portagens está sujeito a sanções.
Para além da A23 e da A25, que servem a região da Guarda, as vias que passam a ter portagens são a A22, que integra a Concessão do Algarve, e a A24, integrada na Concessão do Interior Norte.
Entretanto as comunidades portuguesas no Reino Unido, França e Alemanha contestaram já a introdução de portagens nas antigas SCUT, afirmando que ponderam deixar de passar férias em Portugal por ficar mais caro do que outros destinos.
«Quem fica a perder é o país, porque as pessoas vão para outros destinos passar férias em vez de irem para Portugal», disse à agência Lusa Augusto Neves, representante da comunidade portuguesa no Reino Unido, acusando os ex-governantes e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de falhar as promessas de não colocar portagens nas SCUT, caso não existissem estradas alternativas dignas.
Segundo Augusto Neves, há emigrantes portugueses que colocam a hipótese de não passarem as férias de Natal, nem de verão, em Portugal.
«Há pessoas que dizem que dizem que vão para Espanha ou para outro lado, porque as férias já não ficam baratas. Nós regressamos a Portugal pelo patriotismo e pelos familiares, mas, se cada vez que nos deslocarmos de um lado para o outro, principalmente no interior do país, tivermos de pagar, se vamos ter que andar a pagar portagens, tudo se torna complicado», considera.
A comunidade portuguesa de emigrantes na Alemanha também «não está contente» com a introdução de mais portagens em Portugal e reclama o facto das tarifas serem «caras» e de nem haver informação suficiente sobre a forma de pagamento.
«Em algumas auto-estradas não se paga na hora e quem não está avisado, não sabe como se paga», lamenta Maria da Piedade Ascensão, representante da comunidade portuguesa na Alemanha, acrescentando, por outro lado, que são tarifas «caras».
A comunidade portuguesa em França reconhece que o país atravessa dificuldades económicas, mas também contesta a introdução de portagens em Portugal, sugerindo que deveria haver outras alternativas para o encaixe de verbas nos cofres do Estado.
«A comunidade sabe que há esforços a fazer por causa das dificuldades económicas. No entanto, nunca é agradável uma taxa de imposição suplementar, designadamente quando a emigração é uma mais valia para Portugal, quando vai visitar os seus», adiantou à Lusa Paulo Marques, representante da comunidade portuguesa em França.
plb

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O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, preside esta segunda-feira, 28 de Novembro, em Trancoso à criação oficial do Gabinete de Apoio ao Emigrante. Para o efeito é celebrado o protocolo de colaboração entre a Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas e o Município de Trancoso.

Trancoso

A cerimónia da criação do Gabinete de Apoio ao Emigrante de Trancoso conta com a presença do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, do director-geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas, Embaixador Santos Braga e do director de Serviços da Direcção de Serviços Regional da DGACCP (Porto), Jorge Oliveira.
Em recente visita realizada a Trancoso o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, esteve reunido com Júlio Sarmento, presidente da Câmara Municipal de Trancoso, com vista à criação do referido Gabinete.
Salientou, na altura, que «este Gabinete é importante para o tratamento dos processos relativos aos portugueses residentes no estrangeiro, facilitando a sua resolução ou acompanhamento, mas também dirigido aos que já regressaram ou pretendam emigrar, além de poder também representar a entrada de divisas no concelho e recursos». O governante citou o caso de alguns municípios onde o Gabinete de Apoio ao Emigrante «está a trabalhar muito bem» referindo, por exemplo, o caso de pensões da Segurança Social que são tratadas por este tipo de departamento e que são localmente depositadas nos bancos, sendo assim «dinheiro que entra e que acaba por ser ali gasto na localidade».
O Presidente do Município de Trancoso, Júlio Sarmento, manifestou por seu turno o apoio e a abertura da autarquia para a criação deste departamento, realçando ainda a importância que as comunidades de portugueses, nomeadamente os trancosenses residentes no estrangeiro desempenham na divulgação da cultura e língua portuguesa, contribuindo para o desenvolvimento dos países onde estão radicadas mas também das terras de origem e o seu conhecimento além fronteiras.
No decorrer desta deslocação o Secretario de Estado das Comunidades Portuguesas vai ainda avistar-se com os presidentes de Juntas de Freguesia do concelho de Trancoso e ainda com responsáveis por serviços e forças de segurança sedeadas no distrito da Guarda.
jcl (com Gabinete de Comunicação e Imagem da C.M.Trancoso)

Luís Baptista-Martins (primeiro subscritor) e Francisco Almeida (porta-voz da comissão de utentes das A23, A24 e A25) levaram à Assembleia da República uma petição com milhares de assinaturas contra a introdução de portagens nas SCUT’s da Beira Interior.

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jcl

A Presidência da República anunciou hoje, 25 de Novembro, a promulgação do diploma legal que prevê a cobrança de portagens nos lanços e sublanços das auto-estradas SCUT do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta.

O regime de cobrança de taxas de portagem nas SCUT «foi promulgado em 16 de Novembro, aguardando ainda publicação no Diário da República», lê-se numa nota divulgada no portal on-line da Presidência da República.
Prevê-se para os próximos dias a publicação do Decreto-Lei no Diário da República, de modo a entrar em vigor, dando início à cobrança das portagens.
A delonga na cobrança, que o governo em funções anunciou para breve, deveu-se a dúvidas de Cavaco Silva e respectivos pedidos de esclarecimento ao governo sobre o diploma em questão.
A promulgação presidencial motivou uma imediata reacção por parte da Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A24 e A23, que convocou para o dia 2 de Dezembro (sexta-feira) uma marcha lenta na A25, com partida de Viseu, às 17 horas.
Francisco Almeida, da Comissão, diz que o Presidente da República «fez mal e a sua decisão é frontalmente incoerente com os seus recentes discursos sobre a necessidade de políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento do interior. É caso para dizer – “bem prega Frei Tomás” ou ainda “ olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço”».
Entretanto, a nível operacional, está tudo a postos para a cobrança através dos pórticos instalados nas auto-estradas.
As portagens nas ex-SCUT passarão a ser cobradas através de pagamento automático, o qual funciona nos mesmos termos que têm funcionando os identificadores Via Verde (que também servem para as novas auto-estradas a portajar). As passagens serão debitadas directamente na conta bancária do utilizador, sem necessidade de se deslocar para realizar pagamentos de facturas ou carregamentos.
Uma via alternativa ao pagamento automático é o pré-pagamento com identificação do proprietário do veículo, que consiste na criação de um pré-pago onde serão realizados pré-carregamentos de saldo, que serão utilizados aquando da passagem nos pórticos.
Uma terceira alternativa é o chamado pré-pagamento anónimo, que consiste na criação de um pré-pago associado a um dispositivo electrónico temporário. Neste sistema, serão realizados pré-carregamentos de saldo que posteriormente serão utilizados aquando da passagem nos pórticos das vias com cobrança electrónica. O pré-carregamento tem um prazo de validade de 90 dias.
Os veículos sem dispositivo electrónico também podem circular, devendo, nesse caso, a cobrança da taxa de portagem ser necessariamente realizada com recurso à imagem da matrícula do veículo, devendo ser regularizada no regime de pós-pagamento, junto dos balcões dos CTT e da rede Payshop até 5 dias úteis após a passagem. Esta alternativa não está disponível para os veículos com matrícula estrangeira.
plb

O deputado do PSD eleito pelo distrito da Guarda, Manuel Meirinho, questionou o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, sobre a administração eleitoral e o sistema de recenseamento eleitoral e o projecto do novo mapa das freguesias.

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jcl

O deputado do PSD eleito pelo distrito da Guarda, Manuel Meirinho, questionou o ministro da Educação, Nuno Crato, nas Comissões de Orçamento e Finanças, Educação, Ciência e Cultura durante a audição sobre o Orçamento de Estado para 2012 sobre o manifesto orçamental dos reitores das universidades portuguesas.

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jcl

A Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) tem reunido com todos os presidentes de câmara do país, dentro de um processo de contestação à Lei do Orçamento do Estado (OE) para 2012, considerando que a mesma coloca os municípios numa situação inaceitável de asfixia financeira. Face á contestação dos municípios o governo recuou na proposta de alterar os limites ao endividamento da administração local.

Mau grado as fortes críticas da ANMP, a Lei do Orçamento foi já aprovada na generalidade pela Assembleia da República no passado dia 11 de Novembro, com os votos favoráveis do PSD e CDS, a abstenção do PS e os votos contrários do PCP, BE e PEV. Seguindo-se agora a sua discussão e votação na especialidade, os Municípios esperam que algumas das medidas previstas venham ainda a ser alteradas.
Numa resolução do seu Conselho Geral, foi dada a conhecer a posição critica da ANMP face ao OE 2012, no qual se prevê uma diminuição em 120 milhões de euros nas transferências do Estado, face ao ano de 2011, com manifestos prejuízos para as populações.
O documento considera que o esforço pedido aos municípios portugueses é desigual e desproporcional face à Administração Central, uma vez que apenas 0,87% do valor do défice previsto para este ano advém da administração local. Isso demonstra que é mentirosa a ideia reiteradamente veiculada de que os municípios são geridos deficientemente e que são quem mais contribuiu para a situação actual das finanças públicas. A título de exemplo, a ANMP aponta o facto de que «só o passivo das Estradas de Portugal corresponde ao dobro dos passivos totais dos municípios».
Outro facto que preocupava a associação era a redução dos limites de endividamento, o que, a ser aplicado como mera operação administrativa e contabilística, levaria a que muitos municípios caíssem na situação de endividamento excessivo, ainda que este ano tenham diminuído o valor da dívida. Porém o governo recuou já neste propósito, sendo sensível à perspectiva da ANMP de que essa situação de ilegalidade administrativa «inventada» pelo OE, contribuiria para a criação de um alarme político e social artificial em torno dos municípios.
Outra consideração que o documento contém é a de que a asfixia financeira terá por consequência a perda de avultadas verbas do QREN, o que fará com que milhões de euros sejam devolvidos a Bruxelas, na medida em que os municípios são responsáveis por 45% do investimento público. Essa situação, a verificar-se, provocará igualmente a asfixia dos agentes económicos locais, com consequências ao nível de uma menor criação de riqueza, aumento do desemprego e diminuição das receitas provenientes dos impostos sobre os rendimentos e o consumo.
Outra situação resultante da asfixia financeira das Câmaras Municipais é a inevitável incapacidade de prestarem apoios social às populações em tempo de crise, pois há muito que os municípios vêm substituindo a Administração Central nessa tarefa.
Face à discussão do OE na especialidade, a ANMP espera ver amenizados alguns dos efeitos previstos para os municípios.
Tendo reunido entretanto com os grupos parlamentares, o primeiro-ministro e o presidente da República, a fim de melhor os elucidar da situação, a ANMP anunciou que todos manifestaram compreensão e preocupação, tendo o primeiro-ministro aceitado alterar algumas disposições, em sede de especialidade. Passos Coelho terá assumido o compromisso de não alterar os limites ao endividamento dos municípios.
plb

«A vida é um rio que corre para a nascente», destaca o sabugalense Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, na apresentação do seu mais recente livro «Como se desenha uma casa». Reportagem e edição da jornalista Paula Pinto com imagem de José Loureiro da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

Este domingo, dia 13 de Novembro, estiveram connosco duas dezenas de pessoas, que se fazem transportar em auto-caravanas e que, quando circulam, dão vida, alma e alegria às freguesias por onde passam e onde estacionam.

(clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaCom a crise que ultrapassamos, em termos de gente, é caso para dizer que todas as pessoas são bem-vindas.
Este grupo, de ilustres personalidades, que já mais algumas vezes por aqui tinham passado, têm-nos incentivado à criação do parque de caravanas que estamos a implantar.
O grupo chegou ao espaço, do futuro parque de auto-caravanas, por volta das 13,30 horas, onde almoçaram e onde eu tive o prazer de, com eles, ter tomado café e copa.
De seguida todas as pessoas se deslocaram ao Centro Cívico onde a Junta de Freguesia ofereceu umas castanhas assadas regadas com a saborosa jeropiga da região.
Depois de um franco e útil diálogo chegámos à conclusão de que o parque de auto-caravanas de Foios poderá ser inaugurado na Primavera do próximo ano de 2012.
Antes da despedida foi feita uma foto de grupo e, de seguida, todas as pessoas ocuparam lugar nas respectivas viaturas em direcção da vizinha localidade de Alfaiates.
Pela parte que nos diz respeito só temos a agradecer a passagem pelos Foios com a certeza de que sempre teremos o maior prazer em os receber e com eles conviver.

Não esquecer: Turismo é Futuro!

«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Nos últimos dias foram afixados, junto aos pórticos de portagem na auto-estrada A23 (Torre Novas – Guarda), os valores a cobrar, porém a empresa concessionária informou a Lusa de que os preços «não são definitivos, nem está a ser cobrado qualquer valor a quem passa».

Desde a última semana que a Scutvias tem vindo a colocar preços por troço, progressivamente, nos respectivos painéis, ao lado dos pórticos de portagem electrónica, mesmo antes de serem conhecidos esses valores.
Apesar de estarem tapados com redes, algumas destas protecções já voaram e os números que continuam cobertos tornam-se visíveis à noite por estarem pintados com tinta reflectora.
A situação tem motivado dúvidas dos condutores que têm contactado a Scutvias «através do número de apoio», sublinhou a mesma fonte.
Segundo fonte da empresa, os preços estão colocados «com um sistema amovível e os números podem ser alterados a qualquer momento».
Foram afixados para que a empresa não fosse apanhada de surpresa caso fosse necessário «iniciar a cobrança de portagens num curto espaço de tempo».
Para o efeito, os preços por troço foram calculados «partindo do pressuposto que será aplicado o valor médio de oito cêntimos por quilómetros», tal como nas outras vias ex-SCUT (autoestradas sem custos para o utilizador). Não há porém qualquer indicação de que assim seja, pois logo que os preços sejam oficialmente fixados, serão feitas as alterações necessárias nos painéis.
A Comissão contra as portagens divulgou o valor provável a cobrar nos vários troços das SCUT, nomeadamente na A23 (Guarda – Torres Novas) e A25 (Vilar Formoso – Aveiro). Com base nesses valores, uma deslocação da Guarda a Torres Novas, em veículo ligeiro da classe 1, ficará em 16,70 euros. Quem pretenda vir a Lisboa e siga pela A1, pagará ainda 5,65 euros, o que leva a que o percurso até à capital importe em 22,35 euros. Assim, uma ida e volta a Lisboa custará a um guardense 44,70 euros.
plb

O Presidente da República, Cavaco Silva, pediu esclarecimentos ao Governo sobre o diploma que visa a introdução de portagens nas SCUT, facto que atrasou o início da cobrança.

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou que a cobrança das portagens seria concretizada até ao final de Outubro, o que contudo não se concretizou dada o facto do presidente da República não ter promulgado o diploma legal a tempo de entrar em vigor dentro dos prazos previstos pelo governo.
«O projecto de diploma em causa deu entrada na Presidência da República no dia 20 de Outubro. A Casa Civil procedeu, de imediato, à sua análise jurídica e económica. No dia 2 de Novembro, foram solicitados ao Governo esclarecimentos sobre o diploma, aguardando-se a resposta. Nos termos constitucionais, o Presidente da República dispõe de 40 dias para a decisão de promulgação», lê-se num comunicado divulgado pela Presidência da República na sua página oficial na Internet.
O comunicado não especifica contudo quais as dúvidas que o presidente tem face ao diploma do Governo que pretende introduzir de portagens nas SCUT (auto-estradas sem custos para o utilizador) do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta.
Na vigência do anterior Governo o início da cobrança das portagens na A22, A23, A24 e A25 chegou a estar previsto para 15 de Abril, mas a medida ficou suspensa, com base num parecer jurídico que considerou ser inconstitucional um Executivo de gestão aprovar um decreto-lei para introduzir novas portagens e definir o respectivo regime de isenções e descontos.
De acordo com a Constituição o chefe de Estado terá até ao final de Novembro para decidir sobre a promulgação ou não do diploma que pretende introduzir portagens nas SCUT.
A empresa Estradas de Portugal informou entretanto que perde cerca de nove milhões de euros por cada mês de atraso na introdução das portagens.
plb

Marques Mendes analisou os privilégios privados das empresas públicas de transportes no seu comentário político semanal na TVI24. São números e factos chocantes que clarificam o estado a que chegou o Estado português.

(Clique na imagem para ver o vídeo.)

Possivelmente além das barbearias deviam existir cabeleireiros porque as empresas também têm empregados femininos. E viva o subsídio de assiduidade.
jcl

Nos últimos vinte anos assistimos ao fim da divisão da Europa em dois blocos político-militares e à multipolarização do mundo, com o fim da «guerra-fria». A consequência, foi a aceleração da unificação a nível financeiro, económico, social, tecnológico e informativo, do espaço planetário, que já estava em curso com o inicio da era moderna e a que chamamos globalização. (continuação.)

João Valente

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaII – Cidadãos medíocres
Atingimos assim uma sociedade de «cidadãos medíocres» que não querem ter que escolher o que é digno de estima, e que perdendo esse hábito, têm cada vez mais dificuldade em articular em público questões com um conteúdo moral sério, que lhes parecem violar o espírito democrático da tolerância, porque exigem a escolha entre melhor e o pior, o bem e o mal. Uma sociedade de «cidadãos ignorantes», que segundo Francis Fukuyama, «querem saír por ai abraçando todas as pessoas, dizendo-lhes que por mais miserável e vil que seja as suas vidas, têm, mesmo assim dignidade, são alguém». De cidadãos amorais que «não estão dispostos a excluír, como indigno, qualquer acto ou pessoa».
Sem capacidade de deliberar, ou seja de realizar escolhas políticas, de se comprometer moralmente, o cidadão torna-se indiferente à implicação das decisões políticas no seu futuro, centrando-se na sua privacidade, na satisfação dos interesses próprios do momento e reduzindo a vida política à mera formalidade procedimental que sustenta o status quo, que mais não é, segundo Pascal Bruckner, referindo-se ao execício cíclico do direito de voto, que «mudar de pessoal político como fazemos zapping na televisão, por fadiga das mesmas imagens», escolher apenas aqueles que absorvem catarquicamente a culpa e responsabilidade que os «cidadãos medíocres» afastaram de si.
Como consequência, temos a apetência pelo relativismo, em que todos os sistemas de valores são relativos ao tempo e lugar, não sendo nenhum deles verdadeiro, mas apenas reflexo de interesses dos seus proponentes. Deste ponto de vista, o «cidadão medíocre» acredita que o seu modo de vida é tão bom como qualquer outro e que por tal motivo realiza-se ficando em casa, auto-satisfeito da sua tolerância e ausência de fanatismo.
Não é por acaso que na democracia moderna os cidadãos se preocupam mais com os ganhos materiais e vivem num mundo económico dedicado à satisfação de uma miríade de necessidades do corpo. A felicidade consiste no bem-estar individual, compreendido não como vida feliz, mas atomisticamente, como instante feliz, acesso súbito, casual e fugaz na busca do conforto de uma vida burguesa, em que a privacidade e a satisfação dos desejos individuais é o valor essencial.
Uma «vida nua», sem afectos, apática, acomodaticia, sem, nas palavras do Zaratrustra de Nietzsche, «qualquer crença ou superstição», sem personalidade, incapaz de iniciativa e de resistência, socialmente irrelevante, cedendo à mais leve pressão, sofrendo todas as influências, adaptável a todas as circunstâncias e atenta a qualquer vantagem pessoal, de moral equilibrista e oportunista.
De forma eloquente, Zygmunt Bauman caracterizou a psicologia social destes «cidadãos medíocres»: «Estão fora da sua órbita o engenho, a virtude e a dignidade, privilegios dos caracteres excelentes; sofrem deles e os desdenham. São cegos para as auroras; ignoram a quimera do artista, o sonho do sábio e a paixão do apóstolo. Condenados a vegetar, não suspeitam que existe o infinito para lá dos seus horizontes. O horror do desconhecido os ata a mil prejuízos, tornando-os timoratos e indecisos: nada aguça a sua curiosidade; carecem de iniciativa e olham sempre o passado, como se tivessem olhos na nuca. São incapazes de virtude; não a concebem ou lhes exige demasiado esforço. Nenhum afan de santidade alvoroça o sangue em seu coração; às vezes não delinquem por cobardía ante a culpa.»
E Antero de Quental, no «Ensaio Sobre o Futuro da Música», resumiria esta patologia como um «espírito cheio de esperança e vazio de crenças, alimentando de sonhos um infinito desejo de realidades, triste até à morte, alegre até ao frenesi, atrevido, intemerato – e desolado».
Em suma, uma sociedade de “cidadãos medíocres», incapazes de conceber uma perfeição, de formar um ideal; rotineiros, honestos e mansos; que pensam com a cabeça dos outros, compartillham a hipocrisia moral e ajustam o seu carácter às suas conveniências egoístas. Uma cidadania de homens vulgares, vivendo na contradição intima entre o sentimento de infinita liberdade e uma consciência infeliz, nas palavras de Hegel, porque apesar de livres para agirem e darem o seu contributo individual para uma sociedade melhor, as suas características são imitarem todos os que o rodeiam, pensarem com a cabeça alheia, serem incapazes de ideais próprias, adaptados que estão a viverem em rebanho.
Por isso não me surpreendi quando vi recentemente Julius Assange, numa manifestação de indignados, gritar a palavra de ordem de que «somos indivíduos»; da mesma forma que foi natural o meu apelo de colaboração numa acção popular contra a ilegalidade do atentado ao património, em Sortelha, «cair», salvo algumas honrosas excepções, «em saco roto».
Tudo não são mais que sintomas patológicos do mesmo «espírito cheio de esperanças e vazio de crenças», da «consciência infeliz», que caracterizam os «cidadãos medíocres» da sociedade moderna; dessa «coisa essencialmente moderna» que é a «ambição ilimitada, junto com um doloroso sofrimento, uma fraqueza mórbida, uma vaga e indefinível doença», nas palavras de Antero de Quental.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O deputado do PSD eleito pelo distrito da Guarda, Manuel Meirinho, questionou o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, sobre a Rede Nacional de Judiarias na sequência do II Congresso Internacional da Memória Sefardita.

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Manuel Meirinho, natural da freguesia do Soito, concelho do Sabugal colocou a Francisco José Viegas duas questões defendendo a importância da divulgação da Rede Nacional de Judiarias e alertando para a necessidade de clarificar e validar o património existente para que «não se venda gato por lebre».
jcl

Nos últimos vinte anos assistimos ao fim da divisão da Europa em dois blocos político-militares e à multipolarização do mundo, com o fim da «guerra-fria». A consequência, foi a aceleração da unificação a nível financeiro, económico, social, tecnológico e informativo, do espaço planetário, que já estava em curso com o inicio da era moderna e a que chamamos globalização.

João Valente

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaI – A nova cidadania
A maior transformação que a globalização trouxe, foi o aparecimemnto de uma era pós-política e um novo conceito de cidadania:
Como dizia Carl Schmit na apresentação do seu «conceito político», «o mundo político é um pluriuniverso, não um universo». Isto é, da vida política faz parte um natural antagonismo e afastameno entre os homens e as diversas comunidades.
Porque político, numa perspectiva Schmitiana e tradicional, é a possibilidade de diferenciar soberanamente entre amigo e inimigo, e no mundo, o exercício unilateral de soberania, a globalização, unificando o espaço planetário, facilitando a circulação de capitais, pessoas, bens e informações, num processo de esbatimento de fronteiras, reconfigurou aquele conceito de política.
Alguns autores falam inclusive do aparecimento de uma «nova política», uma «sub-política» na qual os estados, partidos e elites políticas tradicionais já não monopolizam o protagonismo, aparecendo novas iniciativas promovidas por novos actores políticos em que, como refere Ulrich Beck, «as iniciativas dos cidadãos conquistam temáticamente o poder».
Com efeito, como explicava Heidegger no seu Ser e Tempo, o mundo é um totalidade relacional que nada deixa fora da sua estrutura unificadora pela teia global de relações, conexões e remissões, com que permite que tudo se torne mais próximo e «à-mão».
Junger, por sua vez, vê na «moblição total» promovida pela unificação da técnica no espaço planetário, o afastamento do presente temporal das paisagens românticas e isoladas do passado.
Ou seja, a globalização, como estrutura unitária subjacente à totalidade dos entes, permite que cada um seja o que é na quotidianiedade da nossa relação com ele; isto é, um novo tipo de cidadão. A globalização marcando tudo o que é humano pela técnica, impõe aos novos cidadãos já não a opção por políticas diferentes, mas a participação no processo de globalização crescente e inevitável, ou a fuga alienante, romântica e cada vez mais impossível, porque no mundo deixaram de haver clareiras à globalização.
E porque todo este processo é inevitável, as escolhas políticas não fazem qualquer diferença, e consequentemente, qualquer conflito político é hoje indiferente.
É esta crença na indiferença das escolhas políticas que caracteriza hoje a cidadania em geral e na prática política das democracias em que hoje vivemos. Uma consciência da total irrevelância e indiferença das escolhas e decisões politicas realizadas.
Sendo indiferente o que se escolhe, também o pocesso deliberativo, no âmbito do qual são feitas as decisões e as escolhas, é desvalorizado.
Por conseguinte, a «nova cidadania» caracteriza-se pelo crescente abandono da participação política, crescente descrença nas instâncias que na vida democrática têm a incumbência do momento deliberativo das decisões, o descrédito das instituições parlamentares, com gradual transferência das suas funções para as instâncias executivas, e numa arbitrieriedade crescente das decisões, as quais são cada vez mais alheias à crítica e ao debate, à racionalidade deliberativa.
De facto, num mundo totalmemte unificado e cuja mobilização é cada vez mais veloz, os cidadãos valorizam mais as decisões rápidas de governos dinâmicos, que a morosidade do debate, da crítica prospectiva e dos raciocínios deliberativos.
É por isso que os cidadãos das nossas actuais democracias são cada vez mais individualistas, descrentes na participação política e o poder se concentra cada vez mais nas mãos de governos de executivos governamentais e administrativos.
E com a desvalorização da participação política, os cidadãos vão perdendo a capacidade de deliberar, que apenas se adquire e cultiva e através de um processo gradual e lento de maturidade e educação nas virtudes cívicas, pela responsabilização nas decisões e capacidade de enfrentar as cisões e custos individuais que estas implicam.
(Continua.)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

As novas portagens que passarão em breve a ser cobradas nas auto-estradas que servem a Beira Interior (A23 e A25) poderão afectar uma média diária superior de 21 mil automobilistas.

Segundo a edição on-line do Diário Económico, a introdução de portagens nas últimas quatro concessões SCUT (sem cobrança aos utilizadores), prometida pelo Governo até ao final do presente mês, vai afectar cerca de 42 mil utilizadores por dia, sem que metade desse número é comporto pelo tráfego diário das auto-estradas A23 e A25.
Citando dados divulgados pelo Instituto Nacional de Infra-estruturas Rodoviárias, no primeiro semestre deste ano, o tráfego médio diário conjunto nestas quatro SCUT foi de 42.248 automóveis diários. Esse valor significativo verificou-se, mau grado as quebras gerais registadas em todas as concessionárias SCUT.
Será sobre este universo que vai incidir a medida anunciada na passada sexta-feira, na Assembleia da República, por Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, durante a apresentação das linhas orientadoras do Plano Estratégico de Transportes, para o período de 2011 a 2015.
No primeiro semestre deste ano, foi a SCUT do Algarve a que registou mais tráfego, com uma média diária de 14.548 veículos. É também sobre esta SCUT, que liga Lagos até à fronteira espanhola, em Vila Real de Santo António, que a contestação tem sido mais forte, não só em Portugal, mas também do lado de Espanha, uma vez que é muito utilizada por turistas espanhóis que visitam regularmente o Algarve.
A SCUT das Beiras Litoral e Alta, que vai de Aveiro a Vilar Formoso, apresentou um tráfego médio diário de 11.903 carros durante o primeiro semestre deste ano. A SCUT da Beira Interior, entre Abrantes e a Guarda, registou uma circulação diária de 9.470 veículos diariamente, e a SCUT do Interior Norte, ente Viseu e Chaves teve um tráfego diário de 6.327 viaturas.
Teme-se porém que a introdução das portagens afaste, pelo menos num período inicial, uma parte substancial do tráfego das auto-estradas, o que gorará em parte as expectativas criadas em torno da receita estimada pelo Governo e pelas estradas de Portugal.
plb

O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, afirmou ontem no Parlamento que as portagens em todas as Scut vão avançar ainda este mês de Outubro. A garantia foi prestada na discussão do plano estratégico dos Transportes, documento que será aprovado no próximo conselho de ministros da próxima quinta-feira.

O ministro não se coibiu de apresentar medidas nada consensuais e até «impopulares», o que justificou perante a situação difícil que o país atravessa. Uma dessas medidas é que, ainda em Outubro, deixará de haver auto-estradas gratuitas em Portugal.
«Em relação às Scut, haverá um decreto-lei que será aprovado em conselho de ministros na próxima semana», revelou o ministro na audição na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas.
O governante garantiu porém que mesmo com a introdução de portagens em todas as Scut, e com a actualização pela inflação do Contributo de Serviço Rodoviário, o endividamento da Estradas de Portugal em 2030 será de 21 mil milhões de euros.
Para além da universalidade de utilizador-pagador, o Governo vai avançar com a renegociação de contratos assinados com as concessionarias, de modo a acomodar também o cancelamento e suspensão de vários troços, para gerar poupanças estimadas na ordem dos mil milhões de euros. O ministro anunciou ainda a intenção de criar uma rede de postos de abastecimento de combustível low-cost bem como a autorização de estacionamento de veículos GPL em parques cobertos.
«Espero que não restem dúvidas do nosso interesse para continuar a prestar um serviço público. O que é insustentável não tem futuro. Não vejo esta reforma como uma imposição da troika mas como um dever patriótico», afirmou Álvaro Santos Pereira perante os deputados.
Quem não se conforma é a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, A24 e A25, que promete «uma resposta a esta afronta», tal como afirmou Francisco Almeida, da dita comissão.
plb

A empresa Estradas de Portugal (EP) está pronta para iniciar a cobrança de portagens nas SCUT do Algarve (A22), Beiras Litoral e Alta (A25), Beira Interior (A23) e Interior Norte (A24), assegurou ontem, 21 de Setembro, na Assembleia da República, a administradora da empresa Ana Tomaz.

A empresa aguarda apenas pela a conclusão do processo legislativo necessário para o início do pagamento, o que sucederá em breve. «Temos tudo preparado para começar com a cobrança de portagens», garantiu a administradora durante uma audição nas comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública e Economia e Obras Públicas sobre uma auditoria à EP, que conclui que a empresa corre o risco de insustentabilidade financeira a partir de 2014.
A administradora informou mesmo os deputados que os veículos com matrícula estrangeira já estão a pagar portagens. «Já há cobrança de veículos com matrícula estrangeira. Já temos brigadas de fiscalização na rua, que esclarecem sobre estas matérias», assegurou Ana Tomaz.
Entretanto a comissão contra as portagens nas autoestradas A23, A24 e A25 anunciou ir desenvolver novas acções de protesto, a fim de evitar a efectiva cobrança de portagens nas auto-estradas do interior. A comissão considera que as alternativas não são viáveis, o que torna injusta a cobrança de portagens.
Para dar expressão ao protesto os jornalistas vão ser convidados para seguirem, em autocarro, um ou mais camiões pesados entre Viseu e Aveiro pela Estrada Nacional 16. «Assim ficará claro quando dizemos que não há alternativas», disse Francisco Almeida, da Comissão, numa conferência de imprensa realizada em Viseu. A comissão divulgou um modelo de carta a entregar a todas as autarquias próximas das auto-estradas, para que aprovam moções contra as portagens. Haverá ainda outras acções de protesto, como abaixo assinados, buzinões, marchas lentas e cartas individuais que os prejudicados poderão enviar ao primeiro-ministro.
plb

O queijo Serra da Estrela, defendido nacional e internacionalmente, pela Confraria do Queijo Serra da Estrela foi votado como uma das 7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal. Reportagem e edição da jornalista Paula Pinto da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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jcl

O governo assumiu, pela voz do ministro da presidência, Miguel Relvas, que as câmaras municipais ficaram fora de eventuais extinções e fusões, porque o Memorando da troika apenas fala na redução «de autarquias», nada mais especificando. Assim sendo a extinção de autarquias acontecerá apenas ao nível das freguesias.

O Memorando impõe que até Julho de 2012, o governo elabore um plano de consolidação no sentido de reorganizar e reduzir significativamente o número de autarquias. Durante largo tempo especulou-se que os «cortes», traduzidos em extinções e fusões, aconteceriam nos 308 municípios e 4259 freguesias actualmente existentes. Porém, segundo a posição agora assumida pelo executivo, as câmaras escapam à extinção, podendo porém aglomerar-se ou fundir-se, se essa for a sua vontade.
Vão ser extintas mil freguesias, sendo que uma boa parte desse esforço de redução acontecerá em espaço urbano, nomeadamente em cidades como Lisboa e Porto, onde existe um número manifestamente exagerado de freguesias. Porém a reforma estender-se-á também a freguesias rurais e do interior do país.
Outra mudança assumida sucederá ao nível do número de vereadores das câmaras, que serão substancialmente reduzidos, embora para isso seja necessário um acordo com o Partido Socialista, pois terá de se alterar a lei eleitoral autárquica. «Conversaremos com o PS. E eu estou profundamente convencido de que não será difícil encontrarmos pontos de entendimento. A situação do país assim o exige e os autarcas de ambas as forças não deixarão de dar o seu contributo para a mudança», defendeu Miguel Relvas a seguir ao Conselho de Ministros de ontem, dia 8 de Setembro, em que as linhas gerais da reforma foram aprovadas.
As câmaras municipais vão ter também que reduzir para metade o número de cargos dirigentes e de chefia de departamentos e de secções, que têm nas suas estruturas organizativas. A proposta do governo aponta para a extinção de quase dois mil dirigentes superiores e intermédios. O governo prevê poupar 40 milhões de euros por ano com a implementação desta medida.
O «choque reformista» nas autarquias, como lhe chamou Miguel Relvas, vai ser agora negociado com a Associação Nacional de Municípios (ANMP) e com a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).
plb

Diz o ditado: «O melhor da festa é esperar por ela!»

Festa do Avante

Não sei se será bem assim. Penso que o melhor da festa é mesmo viver os momentos da festa. Antes e depois são o prelúdio e o poslúdio. São,em meu entender, as ressonâncias da festa.. Melhor ou pior, depende das vivências de cada um.
E, se qualquer festa é abrangida pelas considerações anteriores, não posso deixar de referir a Festa do Avante que em cada ano se concretiza pela quantidade e qualidade nas diversas vertentes que a compôem: cultura e desporto, música, teatro, dança, literatura, ciência, jogos diversos e política (porque não?), exposições, etc…, etc…
Não é preciso ser político partidário para reconhecer a importância de tal evento. Mas se o é (seja qual for o partido) não perderá nada se a visitar. Tantos e tão bons eventos não é fácil de encontrar, em curto espaço de tempo e de local, no nosso país.
Digam o que quiserem. Mas a Festa na Quinta da Atalaia (Seixal) faz inveja a qualquer outra festa. A excelente organização, a afluência de tanto e diversificado público, as condiçôes logísticas que todos podem usufruir, a convivência franca e condiante entre todos (novos e velhos, nacionais e estrangeiros, trabalhadores de campo e visitantes, militantes e não militantes) são uma conjugação de notas e acordes, de melodias e harmonias que nos levam ao auge de uma grande e bela sinfonia.
«Não há festa como esta!» É provavalmente a mais multucultural de todas as cerimónias populares. Gentes de todo o lado, de várias idades, de uma ponta à outra
do espetro político ou sem profecias partidárias, foram mais de 50 mil aqueles que acorreram este ano à 35ª edição da festa nacional, onde o que importa é o convívio.
Festa do Avante? Claro que sim. Sempre!… Todos ficaremos agradecidos.
Rui Chamusco

No dia 1 de Setembro, a sete dias de terminar a votação, já estão registados mais de 660 mil votos na votação pública para eleger as «7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa».

7 Maravilhas Gastronomia

A sete dias de terminar a votação pública nas «7 Maravilhas da Gastronomia®», estão já registados 660 mil votos através do site oficial, facebook, chamada telefónica e SMS. Esta é a edição com maior participação pública de sempre, em que o número total de 656.356 votos atingidos o ano passado, com a eleição das «7 Maravilhas Naturais de Portugal®», foi já ultrapassado.
A votação pública termina às 23.59 horas de dia 7 de Setembro com todo o processo a ser auditado pela PricewaterhouseCoopers. As vencedoras são apuradas pelo maior número de votos, independentemente da categoria, e não serão eleitas mais do que duas Maravilhas por região. As «7 Maravilhas da Gastronomia®» são conhecidas a 10 de Setembro, num espectáculo na Antiga Escola de Cavalaria em Santarém.
O ponto de partida é a gastronomia tradicional, mas a evolução na forma de confeccionar e a abordagem contemporânea dos grandes chefs não será esquecida. A ementa vai ainda incluir os ingredientes, os produtos, os protagonistas e as regiões. As 7 Maravilhas a eleger vão reflectir todas as componentes da boa mesa portuguesa, associadas a regiões que as representam, e será seguramente um roteiro imperdível.
As «7 Maravilhas da Gastronomia®» vão divulgar e promover o património gastronómico nacional, reconhecido e apreciado em todo o mundo pela sua diversidade, pelos sabores únicos e qualidade dos produtos com que os pratos são confecionados. As artes culinárias constituem um património intangível, testemunho da nossa identidade cultural, e são factor decisivo na escolha de Portugal como destino turístico.
A declaração oficial das «7 Maravilhas da Gastronomia®» abre este ano o acesso ao público, com a venda de bilhetes em Plateia Normal ou Plateia Gold. Os bilhetes já se encontram à venda na Blueticket e têm um custo de 20€ ou 50€. Rui Veloso, Ana Moura, Carminho, Boss AC e Zeca Sempre (Nuno Guerreiro, Olavo Bilac, Tozé Santos e Vítor Silva) unem-se a alguns dos melhores bailarinos, acrobatas e performers portugueses. A seguir ao espetáculo tem lugar a After Party 80’s Renascença com DJ Paulino Coelho.
Os bilhetes encontram-se à venda nas bilheteiras do Pavilhão Atlântico, na FNAC, na Agência ABEP, no El Corte Inglés (Lisboa, Gaia), na Agência Alvalade, no Arena de Portimão, no Media Markt (Braga, Porto, Rio Tinto, Aveiro, Sintra, Alfragide, Benfica, Gaia e Leiria), nas Lojas Worten, no Posto de Turismo de Santarém
e no Turismo Lisboa e Vale do Tejo (Casa do Campino de Santarém).

Página oficial das «7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa». Aqui.
aps

O deputado do PSD eleito pelo círculo da Guarda, Carlos Peixoto, defendeu na Assembleia da República a necessidade de se garantir a fiabilidade dos dados estatísticos contidos no Relatório de Segurança Interna (RASI), cuja edição de 2010 foi ontem discutida com os deputados.

Carlos Peixoto interveio após o Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, se ter congratulado com os resultados obtidos pelo anterior governo em matéria de segurança. No decurso de uma intervenção destinada a apresentar o RASI de 2010, o ministro considerou os dados do relatório «globalmente positivos, apesar do pequeno acréscimo da criminalidade violenta», destacando ainda o facto de Portugal continuar a ser «um dos países mais seguros da Europa».
O deputado de Gouveia, Carlos Peixoto, sustentou que de facto «Portugal é um país seguro», embora admita que esta é uma situação que «é previsível que se altere». De resto, foi o único parlamentar a alertar para a velha questão da fiabilidade dos números da criminalidade em Portugal: «é preciso garantir que os dados estatísticos que são publicados no RASI reflectem, de facto, a realidade». Manifestou ainda a dúvida «se as participações directamente feitas ao Ministério Público estão incluídas» e defendeu a realização por parte do governo de «estudos rigorosos» com vista a apurar a dimensão das chamadas «cifras negras», onde estão incluídos os crimes que não são participados.
Ministro considerou haver uma «especial vulnerabilidade» das pessoas que residem nas zonas rurais do interior do país, o que motivará o accionamento de um programa de reforço da segurança para quem vive e trabalha no meio rural.
Segundo os dados que constam no RASI, verificou-se em 2010 uma redução da criminalidade geral em 0,6 por cento face a 2009
plb

«É só para olhar um bocadito para trás e ganhar coragem para chegar ao Luxemburgo», diz um dos emigrantes que parou em Vilar Formoso. «Até para o ano!» é o desejo de histórias de vida que escrevem desde os anos 60 do século passado a história de Portugal. Reportagem, em Vilar Formoso, da jornalista Paula Pinto com imagem de Andrea Marques da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Há cerca de 50 anos foram construídas duas casas florestais na área geográfica de Fóios e uma na área de Quadrazais, no concelho de Sabugal. As referidas casas foram habitadas por guardas florestais, com as respectivas famílias, durante uma dezena de anos. Os guardas tinham por missão fiscalizar as áreas de baldio que haviam sido florestadas.

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José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaNessa altura havia muitos pastores em toda a zona e era necessário e conveniente que as cabras não entrassem nas áreas florestadas.
Depois das árvores se terem desenvolvido, e quando o gado já podia entrar nas respectivas áreas, e também porque era desumano terem essas famílias a cerca de quatro ou cinco quilómetros dos povoados, os Serviços Florestais deixaram as casas ao abandono.
No princípio da década dos anos 90, altura em que o engº Renato Costa foi Director da Reserva Natural da Serra da Malcata e, sob proposta dele, o ICN adquiriu, aos Serviços Florestais, as três casas, tendo conseguido, através da aprovação de um projecto, uma verba que foi muitíssimo bem aplicada. As casas foram, na verdade, muito bem recuperadas e equipadas para a prática do turismo. Acontece, porém, que entretanto o senhor engº Renato Costa foi substituído e os directores vindouros nunca manifestaram grande interesse em alugar as casas, para a prática do turismo, muito embora a procura seja enorme.
Para que serviu o dispêndio da verba em causa se as casas continuam igualmente fechadas e com os equipamentos a degradarem-se? É de bradar aos céus. Somos, de facto, um País que nem se governa nem se deixa governar. A quem interessará que as casas continuem fechadas e abandonadas? É, na verdade, um crime de lesa Pátria.
Numa altura em que tanto se fala em turismo rural, e vindo tantos grupos para esta bonita zona raiana, não haverá alguém que consiga dar uma ordem e pôr as coisas no devido lugar? Somos pobres porque nos fazem ser pobres.
Enviem para os Vossos contactos para ver se conseguimos envergonhar senhores responsáveis pelo ICNB.
Enquanto continuarmos a ser governados por quem não nos conhece, pobre interior.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Ricardo Mestre é o novo camisola amarela da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa depois de vencer o contra-relógio da sétima etapa entre o Sabugal e a Guarda. Nos 35, 3 quilómetros de luta individual contra o cronómetro o corredor algarvio gastou 46 minutos e 52 segundos deixando o segundo melhor registo, de Hernâni Broco (LA / Antarte), a um minuto. Ricardo Vilela (Onda/Boavista) foi o terceiro classificado a minuto e 42 segundos do melhor tempo. O anterior líder, Sérgio Ribeiro (Barbot/Efapel) não conseguiu melhor que a sétima posição a quase dois minutos e meio de Mestre e desceu ao quarto lugar da geral.

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Após esta etapa, a Volta a Portugal Jogos Santa Casa já conheceu quarto líderes distintos, mas esta é a primeira vez que Mestre está de amarelo na “Grandíssima” além de ter ganho esta sexta-feira o primeiro crono da carreira. «É sempre bom vestir a amarela e confio na equipa para a poder defender. Sabia que ganhar este contra-relógio era bastante difícil depois de fazer seis etapas. Agora quem quiser ganhar a Volta vai ter de atacar amanhã mas nós vamos estar atentos a todas as situações. Tenho a camisola amarela, mas também tenho dois colegas de equipa que estão bem posicionados, vamos ver…», afirmou Ricardo Mestre aludindo à etapa Rainha da Serra da Estrela.
As equipas portuguesas têm dominado esta Volta desde o primeiro dia. Neste contra-relógio os primeiros oito classificados foram corredores nacionais e na classificação geral, entre os dez melhores, apenas surge um estrangeiro, exactamente na décima posição.

Vem aí a Torre, o dia das grandes decisões
Depois do contra-relógio, sem tempo para recuperar fôlego, o pelotão enfrenta a Etapa Rainha da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa subindo a Serra da Estrela até ao alto da Torre. Este sábado, a partida de Seia está marcada para as 11h50, 15 minutos antes do horário inicialmente estabelecido. O pelotão vai percorrer os principais pontos da serra, recuperando a Lagos Sports, este ano, a tradicional escalada às Penhas da Saúde pelo lado da Covilhã. Nos derradeiros quilómetros a ascensão ao ponto mais alto de Portugal continental será feita por Seia.
No domingo a etapa que vai começar na Covilhã será também antecipada 15 minutos, decisão tomada pela organização devido à média baixa que o pelotão tem feito nas últimas etapas e que tem condicionado os horários de transmissão televisiva da RTP.
jcl (com Lagos Sports)

No livro «Forcão – Capeia Arraiana» as poderosas imagens de Joaquim Tomé (Tutatux) investem ao longo das páginas nas galhas da escrita magistral de António Cabanas e vão servir para acrescentar história à História das terras de Riba-Côa. António Cabanas, natural de Meimoa, é também um homem da Malcata e da Raia e é agora, definitivamente, um verdadeiro raiano. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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A semana nacional em revista com passagem pelas redacções distritais da LocalVisãoTv.

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O deputado do PSD, Carlos Peixoto, eleito pelo círculo eleitoral da Guarda afirmou esta esta semana no Parlamento que é tempo do Governo assumir o tema da interioridade como um desígnio nacional.

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A interioridade foi o tema escolhido pelo PSD para a primeira declaração política desta legislatura. O deputado da Guarda, Carlos Peixoto, começou por recordar que «37 anos de democracia criaram um fosso muito maior entre um Portugal promissor (o do Litoral) e um Portugal redutor (o do Interior)». Na opinião do social-democrata, «são os governos, designadamente o de hoje, quem tem de fazer o que os de ontem esqueceram, assumindo como desígnio nacional a obrigação de travar esta sangria».
O deputado beirão, eleito pela região da Guarda, lembrou que de acordo com os resultados dos Censos, nos últimos 10 anos, o distrito de Castelo Branco perdeu quase 13 mil habitantes e o da Guarda quase 20 mil. Aliado a este despovoamento, o parlamentar afirmou que um estudo prospectivo realizado pelas Nações Unidas prevê que, em 2030, 80 por cento da população estará concentrada nas áreas da Grande Lisboa e do Grande Porto, cerca de 8 por cento viverá em cidades médias e só 12 por cento resistirá em todo o Interior. «É, pois, tempo de pormos os olhos em Estados com a nossa dimensão, mas com uma competitividade manifestamente superior», acrescentou Carlos Peixoto.
Carlos Peixoto frisou que é de salutar que as grandes cidades continuem fortes e competitivas, «mas é também premente e patriótico que o resto do País deixe de ser, como diz o adágio, apenas paisagem».
«O PSD sabe que este Governo terá arte, engenho e, sobretudo, coragem para inverter a trajectória do despovoamento e da desertificação de Portugal mais profundo. É tempo desta questão passar a fazer parte do discurso e da prática política. Por isso, o PSD irá propor um amplo debate no seio do Parlamento e fora dele sobre este tema da interioridade, com a audição de entidades públicas e de organismos e personalidades da sociedade civil capazes de dar os seus contributos em prol deste combate que o País não pode deixar de travar. Porque a melhor forma de ajudar o litoral é desenvolver o interior de Portugal», disse ainda o deputado social-democrata Carlos Peixoto.
jcl

Não sou de prestar grande atenção a assuntos políticos e financeiros. Tento manter-me sã num sistema de «loucos» do qual faço parte à parte.

Reciclar Lixo

Carla NovoMas, ouvi um zumzum de que Portugal fora colocado num certo contentor do Lixo – ou algo semelhante – do tipo, pertencemos agora ao grupo do Lixo (internacional). Isto fez-me pensar em mil e uma coisas e dei por mim a perguntar-me em qual dos contentores o «meu» cantinho à beira do Atlântico fora colocado? Teria sido no Verde, no Azul ou no Amarelo? Sim, porque quando atiramos algo para o Lixo: do género um saco com coisas de que já não precisamos porque já as consumimos ou, simplesmente, já não cabem mais nos nossos sentidos – fazemo-lo com o intuito de nos desfazermos delas, ainda que possam ser úteis para outros e até, reutilizáveis! Por isso faz toda a diferença saber se esse tal Lixo é ou não reciclável. Gosto de acreditar que sim. Que será aquele gesto de quem atira ao contentor (independentemente da cor) alguma coisa e passado pouco tempo alguém já lá foi apanhar – como acontece com roupas, brinquedos, utensílios que já não desejamos e que outros os acham e acolhem com agrado. Se assim for, talvez alguém pegue neste Portugal em potencial crescimento e renovável. Depois, percebi que o lixo é sempre algo renovador e por isso mesmo reconfortante. Ninguém atira nada para o lixo sem mais nem menos. Se lá está é porque seguirá outro caminho, está numa espécie de limbo, num estado de transição. E isso é positivo. Os aterros não são cemitérios tóxicos, são fontes de mudança e de renascimento. Portanto, quando «nos» atiram para o lixo podem até estar a desenhar um novo futuro. Promissor e feito de esperança. E, pensando bem, mais vale estar no tal lixo do que numa prateleira de um lar em coma a apanhar pó sem qualquer janela aberta a novas perspectivas! Viva o Lixo!
«Jardim dos Sentidos», crónica de Carla Novo

carlanovo4@hotmail.com

Já são conhecidos os resultados provisórios dos Censos de 2011. Uma primeira análise aos resultados conhecidos permite-nos retirar desde já algumas conclusões.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»1 – Análise Regional
– A Beira Interior Norte perde na última década 9,5 por cento da população residente, acentuando a tendência negativa de -2,69 registada na década anterior.
– Tendência igualmente negativa na Cova da Beira (-6,23%), embora menos acentuada.
– Forte descida dos concelhos vizinhos do Sabugal, -15,11 por cento para Penamacor e -9,04 por cento para Belmonte.

CENSOS – VARIAÇÃO DA POPULAÇÃO ENTRE 2001 E 2011
NUT / CONCELHO 2001 2011 VARIAÇÃO %
Beira Interior Norte 115.325 104.371 – 09,50
Almeida 08.423 07.210 – 14,40
Celorico da Beira 08.875 07.695 – 13,30
Figueira de Castelo Rodrigo 07.158 06.259 – 12,56
Guarda 43.822 42.460 – 03,11
Manteigas 04.094 03.471 – 15,22
Mêda 06.239 05.163 – 17,25
Pinhel 10.954 09.615 – 12,22
SABUGAL 14.871 012.544 – 15,65
Trancoso 10.889 09.954 – 08,59
Cova da Beira 93.579 87.747 – 06,23
Belmonte 07.592 06.906 – 09,04
Covilhã 54.505 51.770 – 05,02
Fundão 31.482 29.172 – 07,34
Castelo Branco 55.708 56.033 00,58
Penamacor 06.658 05.652 – 15,11

– O Concelho do Sabugal regista a segunda maior quebra (-15,65%), apenas suplantado pela Meda (-17,25%). Este resultado mostra que durante a última década se agravou o ritmo de desertificação do Concelho pois entre 1991 e 2001, o Concelho tinha perdido 12,31 por cento da sua população.
– Merece igualmente realce o facto de os principais concelhos do eixo A23 – Guarda (-3,11%), Covilhã (-5,02) e Fundão (-7,34%) -, registarem igualmente variações negativas da sua população, o que mostra que têm razão aqueles que, como eu, vêm afirmando que apostar apenas nas cidades daquele eixo não respondem àquilo que são hoje as tendências de desertificação dos Concelhos do Interior. Saliente-se que a quarta cidade deste eixo – Castelo Branco -, embora não perca população, praticamente vê estagnar o número de residentes (+0,58%).

2 – Análise Local
– Embora não sendo conhecidos os valores absolutos da população por Freguesia, é possível já perceber como evoluíram as nossas freguesias na última década.
Apenas duas freguesias – Rebolosa e Ruivós –, apresentam um aumento de população (entre 10 e 20%), enquanto Aldeia de Santo António terá registado uma manutenção relativa das pessoas residentes (encontra-se no intervalo -2 a 2%).
– Aldeia da Ponte, Badamalos, Bismula, Malcata e Quadrazais viram a sua população diminuir numa percentagem entre -2 e -10%.
– Com uma variação negativa entre -10 e -20% surgem Aldeia Velha, Bendada, Cerdeira, Fóios, Forcalhos, Lageosa, Nave, Pousafoles do Bispo, Quintas de São Bartolomeu, Rendo, Ruvina, Sabugal, Santo Estêvão, Soito e Vale das Éguas.
– As restantes 17 freguesias registam uma variação negativa superior a 20%.
– Os valores provisórios divulgados contêm um dado que, pelo menos para mim, é claramente uma surpresa, a forte perda de população do Sabugal e do Soito!
– Igualmente de salientar as perdas significativas do eixo de acesso à A23, Santo Estêvão e Casteleiro, mas também da Bendada.
– Realce ainda para o facto de Aldeia da Ponte, a freguesia com melhores acessos a Espanha, registar uma variação negativa inferior à média concelhia.

Naturalmente, o conhecimento dos resultados definitivos permitirá análises mais aprofundadas. Pelo que, a seu tempo, aqui voltarei ao assunto.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

A cobrança de portagens nas quatro auto-estradas SCUT (sem custos para o utilizador) «deverá avançar em Setembro», disse à agência Lusa fonte ligada às negociações da cobrança no interior do país.

Em causa estão portagens nas SCUT do Algarve (A22), Beiras Litoral e Alta (A25), Beira Interior (A23) e Interior Norte (A24)
Segundo a mesma fonte, o assunto está a ser tratado em reuniões das concessionárias com uma comissão de negociação dos respectivos contratos e nesses encontros «ainda não houve uma data definida».
No entanto, a perspectiva é de que até ao final do mês «sejam publicados em Diário da República os preços a praticar» nas quatro SCUT e que serão afixados nos placares que antecedem cada pórtico.
Depois da publicação, «as concessionárias deverão ter um mês para implementar a cobrança», acrescentou.
A cobrança chegou a estar prevista para 15 de Abril, mas o anterior Governo suspendeu a medida por considerar, com base num parecer jurídico, que seria inconstitucional um executivo de gestão aprovar um decreto-lei para introduzir novas portagens, respectivo regime de isenções e descontos.
plb

O concelho do Sabugal perdeu 2327 residentes em dez anos. Este é o facto mais saliente na análise aos resultados preliminares dos Censos 2011 publicados pelo Instituto Nacional de Estatística. A actual população residente é constituída por 12.544 habitantes contra 14.871 em 2001. A população portuguesa regista 10.555.853 indivíduos e cresceu 1,9 por cento em dez anos.

Censos 2011 - Sabugal - Guarda

Um dos primeiros balanços aos resultados dos Censos 2011 publicados pelo INE-Instituto Nacional de Estatística indica que residem actualmente no concelho do Sabugal 12544 habitantes (53,13% mulheres e 46,87% homens) perdendo 2327 residentes em relação aos Censos 2001.
Os questionários realizados nas localidades sabugalenses apontam para a existência de 15.405 alojamentos, 15.119 edifícios e um total de 5362 famílias, com uma dimensão média familiar de 2.3 elementos colocando o Sabugal como o quarto concelho mais habitado.
O distrito da Guarda registou 160.931 residentes distribuídos pelos 14 concelhos da seguinte forma: Guarda, 42.460; Seia, 24.641; Gouveia, 14.089; Sabugal, 12.544; Trancoso, 9.954; Pinhel, 9.615; Celorico da Beira, 7.695; Vila Nova de Foz Côa, 7.318; Almeida, 7.210; Figueira de Castelo Rodrigo, 6.259; Aguiar da Beira, 5.521; Mêda, 5.163; Fornos de Algodres, 4.991; e Manteigas, 3.471.
A diminuição da população foi mais acentuada na Serra da Estrela (-12.4%), Beira Interior Norte (-9,5%), Pinhal Interior Sul (9,1%), Trás-os-Montes (-8,3%) e Douro (7,2%).
Portugal tem 10.555.853 habitantes ganhando cerca de 200 mil novos habitantes num crescimento cada vez mais desigual entre a concentração no Litoral e o Interior onde a desertificação é cada vez mais acentuada em virtude da migração interna e para fora do país. Os Censos 2011 registam no território nacional 4.079.577 famílias, 5.879.845 alojamentos e 3.550.823 edifícios.
As maiores taxas de crescimento ocorreram no Algarve (14,0%), Madeira (9,4%), Setúbal (8,9%). Na Grande Lisboa (4,7%) os concelhos de Mafra, Alcochete, Montijo, Sesimbra e Cascais e no Grande Porto (2,0%), a Maia, Valongo e Vila do Conde foram os concelhos que mais cresceram.
A sondagem que mantivemos activa no Capeia Arraiana durante dois meses com a questão «Nos Censos 2001 a população residente no concelho do Sabugal registou 14.871 habitantes. E em 2011 como será?» registou 411 votos assim distribuídos: Mais de 14.871, 28 votos; Entre 10.000 e 14.871, 169 votos; e menos de 10.000, 214 votos.

1 – O concelho do Sabugal mantém, inalterável, o caminho da desertificação.
2 – Tudo parece indicar que Portugal regressou à situação de país de emigrantes.
3 – Os contadores de dados actualizados ao momento pela Pordata, Fundação Francisco Manuel do Santos, sobre o retrato de Portugal com o resumo dos indicadores da sociedade portuguesa contemporânea e dos números que contam a nossa história mais recente são… assustadores.
Aqui.
jcl

Durante dois dias, 2 e 3 de Julho, quatro dezenas de confrarias gastronómicas de vários pontos do país, incluindo a Madeira e os Açores, aproveitaram as festas da cidade de Coimbra para promover os produtos e as tradições que defendem no evento «Sabores Tradicionais» organizado pela Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas. A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal marcou presença na recepção nos paços do concelho e no cortejo que percorreu as ruas da cidade dos estudantes até às margens do Mondego.

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A concentração das confrarias teve lugar no sábado de manhã em frente ao edifício da Câmara Municipal de Coimbra com o presidente da autarquia, João Paulo Barbosa de Melo, a dar as boas-vindas aos confrades numa rápida recepção no interior do edifício. O cortejo dos confrades com os respectivos estandartes percorreu, de seguida, as ruas de Coimbra até ao Parque Manuel Braga, na margem direita do rio Mondego.
O espaço dividiu-se em quatro áreas distintas: mercado tradicional e artesanato com exposição e venda de produtos alimentares e artesãos ao vivo, espaço de degustação com tasquinhas de petiscos servidos pelas Confrarias, espaço de composição criativa onde chefes de cozinha – Luís Lavrador, Albano Lourenço e Hélio Loureiro – interpretaram e recriaram pratos tradicionais e o espaço animação com grupos de cantares e teatro de rua entre outras atracções.
«É importante apostar naquilo que é nosso e este espaço é uma mostra da gastronomia portuguesa de referência onde vamos expor e vender produtos como doçaria, enchidos, vinhos, queijos ou frutas», afirmou com convicção no discurso de abertura do certame Madalena Carrito, presidente da Federação Portuguesa das Confrarias.
O evento «Sabores Tradicionais» é dos cinco acontecimentos turísticos integrados na promoção «Quero Ir» na Região Centro. A iniciativa envolveu a Federação Gastronómicas das Confrarias Portuguesas, a Turismo Centro de Portugal e a Câmara Municipal de Coimbra e serviu, também, para promover o concurso «7 Maravilhas da Gastronomia» onde a Região Centro tem seis pratos entre os finalistas com destaque para o queijo Serra da Estrela, a Chanfana, o leitão à moda da Bairrada e o pastel de Tentúgal.
O maranho com surpreendentes sabores a acafrão, a maça portuguesa com diferentes variantes de tartes e bolos, a geropiga e o vinho do douro, a sopa da pedra, a caçoila de cabra velha, o bacalhau ou as sainhas de ovar foram alguns dos petiscos oferecidos pelos produtores e pelos confrades e confreiras presentes nas barraquinhas.

A Confraria do Bucho Raiano apesar do convite e da insistência da organização para uma participação activa na área dos stands de artesanato, de degustação e de restauração não conseguiu reunir as condições ideias para marcar mais uma vez presença tal como tinha feito no Mercado da Ribeira em Setembro de 2010.
jcl

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou hoje, no seu discurso de tomada de posse, que o seu Governo não vai nomear novos governadores civis e vai promover um «Programa Nacional de Poupança». Na Assembleia da República a deputada social-democrata Assunção Esteves foi eleita à primeira volta, com 186 votos a favor, 41 brancos e dois contra conquistando 81 por cento dos votos dos deputados. A antiga juíza do Tribunal Constitucional é a primeira mulher a ser eleita presidente da Assembleia da República.

Governo Civil - Guarda

«O Estado dará o exemplo de rigor e contenção para que haja recursos para os que mais necessitam. E o meu Governo será o líder desse exemplo, como de resto a decisão de não nomear novos governadores civis já sinaliza», declarou Passos Coelho, na cerimónia de posse do XIX Governo, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro disse ainda que vai responder «à estagnação económica» com «um Programa para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego, que ataca os bloqueios à produtividade e à iniciativa empresarial, e que aposta nos sectores dos bens transaccionáveis», considerando: «É aqui que se joga o futuro da nossa prosperidade».
As medidas de «desvalorização fiscal» são «uma aposta decisiva na reaquisição de competitividade externa», referiu o primeiro-ministro e presidente do PSD.
O «Programa Nacional de Poupança», terá «o intuito de elevar a taxa de poupança para reduzir o endividamento das famílias e das empresas» e incluirá «um esforço de atracão das poupanças dos portugueses que vivem no estrangeiro, travando assim a dependência extrema e insustentável da economia nacional relativamente ao financiamento externo», disse.
«Do mesmo modo que em face das presentes restrições teremos todos de aprender a fazer mais e melhor com menos, teremos também todos de conseguir ainda assim poupar mais. Aumentar a poupança converteu-se num imperativo económico de primeira ordem de recuperação da economia portuguesa», considerou Passos Coelho.
Em declarações à Lusa, Duarte Caldeira, presidente da Liga de Bombeiros salientou que o fim dos Governos Civis «vai obrigatoriamente suscitar uma reflexão e reestruturação do sistema de protecção civil em Portugal», porque o Governo Civil tem competências do ponto de vista político-administrativo que ou transitam para outra entidade ou têm de ser repensadas.
Em causa está, explicou, o papel desempenhado por «muitos governadores civis dos últimos governos como preciosos auxiliares para os bombeiros, ao fazerem a ponte com Governo central e com os autarcas».

Assunção Esteves - Presidente Assembleia República

Assunção Esteves eleita à primeira
Assunção Esteves foi eleita à primeira para a Presidência da Assembleia da República com 186 votos, ficando a 18 votos do resultado obtido em 2009 por Jaime Gama – que foi o presidente da AR mais votado desde o 25 de Abril – mas que mesmo assim é uma maioria confortável. A candidata do PSD obteve ainda 41 votos brancos e dois nulos. Votaram 229 deputados, tendo faltado um.
A eleição acontece depois de Fernando Nobre ter falhado por duas vez a eleição para o segundo lugar mais importante do Estado português.
Assunção Esteves torna-se assim na primeira mulher a assumir o cargo que representa a segunda figura do Estado.
Assunção Esteves, de 54 anos, foi a primeira mulher a desempenhar o cargo de juíza no Tribunal Constitucional, onde esteve entre 1989 e 1998, e também a única eurodeputada eleita para o Parlamento Europeu nas eleições de 2004, pela lista de coligação Força Portugal (PSD/CDS-PP).
Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, onde também fez um mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, Assunção Esteves foi eleita deputada pelo círculo de Vila Real, em 1987, na primeira maioria absoluta liderada por Cavaco Silva, informa ainda a Lusa.

Aproveitamos para desejar felicidades e votos de boa governação a dois beirões: ao ministro das Finanças, Vítor Gaspar, natural de Manteigas e ao secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, natural do Pocinho, Vila Nova de Foz Côa.
jcl (com agência Lusa)

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