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A Unidade Pastoral do Planalto do Côa realizou no passado dia 5 de Outubro o seu segundo passeio paroquial. O destinou foi o Douro Vinhateiro, na mais bela estação do ano naquela que é a primeira região vitivinícola demarcada do mundo.

Viagem Douro Vinhateiro

Padre Hélder LopesOs boletins meteorológicos anunciavam um passeio estragado. O tempo que se fez sentir no Domingo, 3 de Outubro, alarmou os que se inscreveram. E no início do dia em que Portugal comemorava o Centenário da Implantação da República, todos começaram a chegar com casacos e guarda-chuvas. Mas a aurora trazia o prenúncio de um esplêndido dia de Outono.
Os sessenta participantes eram oriundos da Bismula, Rapoula do Côa, Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas e Vilar Maior. Às nove e meia da manhã fez-se a primeira pausa na Quintela da Lapa, no Santuário da Senhora da Lapa. Todos tentaram atravessar o buraco do lajedo de granito, sentindo-se na cara de quem por ele passava uma grande alegria! «Consegui passar!» dizia-se com alívio.
Já em Lamego subimos ao Santuário da Senhora dos Remédios, donde se vislumbra toda a cidade e parte dos vales coloridos que beijam o Douro. Descida a pé a escadaria monumental, e toda a avenida principal da bela cidade, celebrou-se Eucaristia na riquíssima Sé Catedral. Presidiu o Pe. Hélder Lopes, acompanhado do seu colega e amigo Pe. Filipe Pereira, natural de Lamego e Pároco na zona de Meda. O jovem anfitrião disse querer acolher-nos como Maria e Marta acolheram Jesus em sua casa. No final da celebração conduziu-nos até ao restaurante panorâmico construído sobre as águas do Rio Douro, do Hotel Régua Douro, na cidade do Peso da Régua. Foi tempo para retemperar forças com enchidos da região, pescada com molho de camarão, vitela assada no forno sem esquecer o vinho daquelas encostas.
Nas Caves do Vinho «Castelinho» fomos bem recebidos pelos responsáveis da Cave de S. Domingos e assistimos a uma «aula de enologia». Descobrimos os tipos e respectivas características dos diversos vinhos finos do Douro, castas predominantes na região, formas de envelhecimento, e anos excepcionais em colheitas. Tiradas todas as dúvidas, passámos por entre centenas de milhares de litros de vinho, alguns já engarrafados e com datas de colheita de há mais de 60 anos. Na sala de provas degustámos um vinho licoroso, que alegrou pequenos e grandes, novos e velhos!
Depois das compras regressámos a casa pelo vale do Douro vinhateiro. Ao longo de vários quilómetros viajámos ao longo da margem do rio. Depois começamos a subir em direcção ao coração do Douro Vinhateiro: S. João da Pesqueira. Deslumbrámo-nos com as vinhas multicoloridas, com os trabalhadores atarefados na apanha do precioso fruto, com a paisagem encantada, ricamente embelezada pela luz dourada do sol que nunca nos deixou ao longo do dia.
Fizemos a última paragem na Meda, para um reforço à base de «Bolas de Lamego» de bacalhau, presunto, frango, fiambre e queijo.
No caminho rezámos Laudes, Vésperas e o Rosário. Como era dia da República fez-se um concurso no autocarro: o primeiro que soubesse cantar todo o hino nacional, sem se enganar na letra das três estrofes e sem desafinar, faria o passeio gratuitamente e receberia uma garrafa de vinho do Porto, um cálice para vinho e uma tablete de chocolate. O concurso foi muito divertido, e a Dona Laurinda Pires da Ruvina levou para casa o tão almejado prémio.
Ao chegarmos a casa uma única coisa brotava naturalmente das nossas almas: «Dai graças ao Senhor, porque é eterna a Sua bondade!»
Pe. Hélder Lopes

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O CERVAS devolveu à natureza, após recuperação, uma cegonha-branca (Ciconia ciconia) encontrada em Ruivós em Julho.

Fotos Tânia Leitão – Clique nas imagens para ampliar

Uma equipa do CERVAS-Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (Gouveia) esteve esta quinta-feira, 26 de Agosto, em Ruivós para devolver à natureza a cegonha branca (ciconia ciconia) júnior que foi encontrada muito debilitada dentro da povoação no dia 14 de Julho pelo Tiago Lages e pelo Daniel Moura (dois jovens de férias na aldeia). A recolha do animal foi feita por um vigilante da Reserva Nacional da Serra da Malcata que posteriormente a fez chegar ao CERVAS.
O processo de recuperação envolveu alimentação, de modo a assegurar um correcto desenvolvimento corporal e da plumagem de voo, o contacto com outros animais da mesma espécie de modo a que pudesse adquirir os comportamentos típicos da espécie, bem como treinos de voo de modo a poder fortalecer a sua musculatura.
Na sua devolução à Natureza estiveram presentes cerca de duas dezenas de pessoas, entre as quais Delfina Leal (vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal), Fernanda Cruz (Conselho de Administração da Sabugal+) e Manuel Vaz Leitão, presidente da Junta de Freguesia de Ruivós.
A ave, apadrinhada por um dos presentes, foi baptizada com o nome de «São Gabriel».
jcl

O CERVAS devolveu à natureza na aldeia das Batocas uma águia-de-asa-redonda. O momento foi testemunhado por alguns populares e por Delfina Leal, vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal. Na próxima quinta-feira, 26 de Agosto, vai ser igualmente libertada uma cegonha júnior encontrada muito debilitada na freguesia de Ruivós.

Clique nas imagens para ampliar

A águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) foi encontrada em Maio na Estrada Nacional que liga o Sabugal a Vilar Formoso, junto ao cruzamento para as Batocas. O animal foi recolhido por um particular após a queda do ninho, durante o abate de árvores e foi entregue à equipa do SEPNA da GNR da Guarda. Encaminhada para o CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens, em Gouveia, iniciou um processo de recuperação que consistiu em alimentação, de modo a que pudesse ter um desenvolvimento normal, para além de ter sido submetida a treinos de voo e de caça, e de ter estado em contacto com animais da mesma espécie, de modo a assegurar uma correcta aprendizagem dos comportamentos típicos.
O CERVAS tem como regra devolver os animais selvagens, depois de recuperados no seu «hospital», nos locais onde foram encontrados tentando garantir a sua rápida integração no meio ambiente.
Na sua devolução à natureza, no dia 12 de Agosto, nas Batocas, estiveram presentes cerca de 20 pessoas, entre as quais Delfina Leal, vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, para além de alguns populares, que baptizaram a ave com o nome «Batoquinhas».
Estranha-se a ausência de representantes da Junta de Freguesia de Aldeia da Ribeira e a falta de informação aos habitantes locais que declararam desconher a iniciativa.

Libertação de uma cegonha branca em Ruivós
Na próxima quinta-feira, 26 de Agosto, às nove e meia da manhã, o CERVAS vai devolver no Largo da Igreja Matriz de Ruivós uma cegonha branca (ciconia ciconia) júnior encontrada muito debilitada dentro da povoação no dia 14 de Julho pelo Tiago Lages e pelo Daniel Moura (dois jovens de férias na aldeia), após ter caído do ninho. A sua entrega ao CERVAS foi feita por um vigilante da Reserva Nacional da Serra da Malcata.
O processo de recuperação envolveu alimentação, de modo a assegurar um correcto desenvolvimento corporal e da plumagem de voo, o contacto com outros animais da mesma espécie de modo a que pudesse adquirir os comportamentos típicos da espécie, bem como treinos de voo de modo a poder fortalecer a sua musculatura.
A cegonha-branca (Ciconia ciconia) pertence à ordem dos ciconiiformes e distribui-se por todo o nosso país. Possui um comprimento entre 90 e 105cm (com o pescoço distendido) e uma envergadura entre 180 e 218cm. Pode viver até cerca de 33 anos em estado selvagem. Esta ave tem uma plumagem de cor branca com excepção das penas primárias e secundárias, as grandes coberturas e as coberturas primárias, a alula e as escapulares que apresentam uma coloração preta. A cegonha-branca possui pernas altas de coloração vermelha e pescoço longo. Os juvenis distinguem-se dos indivíduos imaturos e adultos principalmente através da coloração do bico: nas primeiras fases de vida é mais curto e quase preto, passando progressivamente para uma coloração acastanhada ou vermelho-pálido com a ponta preta, até atingir a coloração vermelha, típica dos adultos. 
Apesar de ser considerada uma ave aquática, a maioria dos casais nidificantes em Portugal utiliza diversos habitats como pastagens naturais, searas, montados ou lameiros. No entanto, charcas, pequenas ribeiras, pântanos, sapais e arrozais são muito utilizados por estas aves como locais de alimentação.
A cegonha-branca apresenta uma dieta bastante variada: insectos, lagostim-vermelho, anfíbios, pequenos mamíferos, répteis e até mesmo restos de alimento humano, que encontram em lixeiras e aterros sanitários.
Esta espécie é monogâmica e, geralmente, utiliza o mesmo ninho, ano após ano. Os casais podem nidificar isoladamente ou em colónias. Em Portugal, são conhecidas colónias constituídas por mais de 70 casais nidificantes. Esta espécie escolhe árvores, construções humanas de diversos tipos, postes e escarpas fluviais e costeiras para edificar o ninho. A postura é efectuada em Fevereiro/Março, sendo que a incubação dura 33-34 dias. O período de permanência no ninho, após a eclosão, é de aproximadamente dois meses (58-64 dias). A incubação, tal como a protecção e a alimentação das crias, é realizada por ambos os membros do casal, podendo ser criadas 1 a 5 crias.
Como curiosidade, a associação milenar da cegonha-branca ao nascimento de crianças está intimamente relacionada com os seus hábitos migratórios. O seu regresso à Europa, para aqui se reproduzir, coincidente com a estação da Primavera, que simboliza o renascimento da vida, tornou esta espécie num símbolo de fertilidade.
O CERVAS é um «hospital de animais» em Gouveia pertencente ao Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) / Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e que se encontra actualmente sob a gestão da Associação ALDEIA com o apoio da ANA – Aeroportos de Portugal e outros parceiros. O centro tem como objectivos detectar e solucionar diversos problemas associados à conservação e gestão das populações de animais selvagens e dos seus habitates. As linhas de acção do CERVAS são a recuperação de animais selvagens feridos ou debilitados, o apoio e/ou a realização de trabalhos de monitorização ecológica e sanitária das populações de animais selvagens, o apoio e fomento à aplicação do Programa Antídoto, a promoção da sensibilização ambiental em matéria de conservação e gestão dos animais selvagens e o funcionamento como unidade intermédia de gestão e transferência de informação e amostras tratadas através de parcerias científicas.
jcl (com CERVAS)

A Junta de Freguesia de Ruivós e a Associação dos Amigos de Ruivós organizaram um passeio de cicloturismo aberto a todas as idades entre Ruivós e Badamalos com passagem pela Ponte de Sequeiros em Valongo do Côa.

Passeio Cicloturismo Ruivós - Ponte Sequeiros - Ponte Badamalos

A partida para o passeio de cicloturismo foi dada às 10 horas da manhã do dia 3 de Agosto no parque do Salão de Festas e sede da AAR-Associação dos Amigos de Ruivós.
Aos 44 participantes de todas as idades presentes à partida juntaram-se, para apoiar a passagem nos cruzamentos, algumas moto4 e motorizadas recuperadas tipo «Famel Zundapp» que deixaram o seu som e cheiros caracteristicos a lembrar os anos 80 quando eram donas e senhoras das estradas e caminhos de quase todo o país. No concelho do Sabugal muitos jovens após regressarem de uma temporada de trabalho nas vindimas ou na apanha da maça em terras de França adquiriam a sua motorizada V5, Sachs ou Zundapp e apresentavam-se orgulhosos e vaidosos nos bailes e discotecas raianas.
Voltando às bicletas e após vigorosas pedaladas do pelotão estrada abaixo os ciclistas passaram à igreja matriz de Ruivós, olharam a amoreira e rumaram para as primeiras dificuldades do percurso, sempre a subir, até à rotunda da Santíssima Trindade onde tomaram o sentido de Valongo do Côa. Pelo caminho foram acontecendo pequenos percalços como distraídas saídas de estrada ou correntes que se soltavam e obrigavam ao apoio técnico do «carro-vassoura».
À chegada à belíssima Ponte de Sequeiros o presidente da Junta de Freguesia de Valongo do Côa, Alberto Monteiro, fez questão de brindar todos os participantes a acompanhantes com um «reabastecimento» para recuperar forças e apagar a sede.
Após uns banhos no rio Côa era tempo de atravessar a secular passagem fortificada em estilo românico sustentada por três arcos que já foi passagem de fronteira e tem data de construção provável no século XIII.
As dificuldades eram agora acrescidas porque, se a primeira parte do percurso foi toda em alcatrão, a «segunda etapa» decorreu inteiramente em terra batida que levantava muito pó à passagem dos cicloturistas. À cabeça do pelotão, sempre em alta rotação, um fugitivo de nome Padre Hélder Lopes deixava muito para trás toda a concorrência. De facto, mostrando excelente forma física e equipado a rigor o Padre Hélder esteve sempre na dianteira e foi dos primeiros a chegar à Quinta do Marrafa do Soito (actualmente propriedade de Manuel Vaz Leitão, presidente da Junta de Freguesia de Ruivós).
O pelotão foi acompanhado por uma caravana automóvel com dezenas de ruivosenses que, apesar de não participarem de bicicleta, não quiseram deixar de estar presentes provocando um vazio de pessoas na aldeia de Ruivós.
Ainda antes de atacarem um porco no espeto ciclistas e acompanhantes refrescaram-se dando um mergulho nas águas do Côa.
O convívio do 1.º passeio de cicloturismo de Ruivós teve como convidado de honra António Robalo, presidente da Câmara Municipal do Sabugal, que se fez acompanhar por Delfina Leal, Joaquim Ricardo, Vítor Proença e outras ilustres personalidades.
Jornada de amizade em tempo de emigrantes que levou as bandeiras da Junta de Freguesia e da Associação de Ruivós a esvoaçar ao longo do Côa até terras da Miuzela e deu a conhecer pela primeira vez a muitos miúdos e graúdos a ponte de Sequeiros.
Foi bonita a festa.
jcl

A Junta de Freguesia de Ruivós e a Associação dos Amigos de Ruivós organizaram um passeio de cicloturismo aberto a todas as idades entre Ruivós e Badamalos com passagem pela Ponte de Sequeiros em Valongo do Côa.

GALERIA DE IMAGENS – PASSEIO CICLOTURISMO  –  3-8-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

Mais imagens. Aqui.
jcl

A Junta de Freguesia de Ruivós e Associação dos Amigos de Ruivós organizam em parceria o 1.º Passeio de Cicloturismo da freguesia. A concentração está marcado para as 10 horas do dia 3 de Agosto junto à sede da Associação. O percurso passa pela Ponte de Sequeiros (com paragem para reabastecimento) e termina na Ponte de Badamalos com um almoço. O passeio é aberto a participantes de todas as idades portadores de fato de banho.

Passeio de Cicloturismo

A Portaria n.º 412/2010, de 28 de Junho, renovou a zona de caça municipal da Serra do Homem da Pedra e a Portaria n.º 451/2010, de 29 de Junho, renovou a zona de caça municipal do Médio Côa, situadas no município do Sabugal.

Zona Caça Municipal - SabugalEm 2004 foram criadas pelas Portarias nos. 142/2004, e 144/2004, de 12 de Fevereiro, as zonas de caça municipais da Serra do Homem da Pedra (2236 ha) e do Médio Côa (6116 ha), situadas no município do Sabugal. As concessões eram válidas por seis anos e a sua gestão foi transferida para o município do Sabugal que requereu as suas renovações.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural o Secretário de Estado do Ambiente cumpridos os preceitos legais e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo Despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território pelo Despacho n.º 932/2010, de 14 de Janeiro, publicaram em Diário da República as Portaria 412/2010, de 28 de Junho e 451/2010, de 29 de Junho, renovando as transferências das zonas de caça municipais da Serra do Homem da Pedra e do Médio Côa.
Zona de Caça Municipal da Serra do Homem da Pedra (2236 ha) – Terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Aldeia Velha, Alfaiates, Nave, Quadrazais, Soito e Vale de Espinho, todas no município do Sabugal.
Zona de Caça Municipal do Médio Côa (6116 ha) – Terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Aldeia da Ribeira, Badamalos, Bismula, Nave, Quadrazais, Rapoula do Côa, Rebolosa, Rendo, Ruivós, Ruvina, Sabugal, Soito, Vale das Éguas, Valongo do Côa, Vila Boa e Vilar Maior, todas no município do Sabugal.

Portaria n.º 412/2010, de 29 de Junho. Aqui.
Portaria n.º 451/2010, de 29 de Junho. Aqui.
jcl

Na Raia Sabugalense o mês de Agosto rima com Encerros e Capeias Arraianas. Já falta pouco!

Calendário 2010 - Capeias Arraianas - Encerros - Sabugal

A Unidade Pastoral do Planalto do Côa realizou no passado dia 10 de Junho a sua primeira peregrinação inter-paroquial. Uma centena de peregrinos rumou ao Santuário Nacional de Cristo Rei, em Almada, para encerrar festivamente o Ano Sacerdotal, proclamado pelo Papa Bento XVI.

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Em poucos dias, inscreveram-se 100 paroquianos das paróquias que me estão confiadas, para participar na Peregrinação de encerramento do Ano Sacerdotal. Oriundos de Badamalos, Bismula, Rapoula do Côa, Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas e Vilar Maior, partiram em dois autocarros da empresa sabugalense Viúva Monteiro, com destino a Lisboa e Almada.
Em Lisboa, durante a manhã, tiveram a oportunidade de visitar o belíssimo Mosteiros dos Jerónimos, onde está sepultado Luís de Camões, o Museu Nacional de Arqueologia e a Torre de Belém, um dos ex-líbris da capital portuguesa. Saborearam um delicioso Pastel de Belém acabado de fazer e passaram pela restaurada Praça do Comércio e por algumas das mais conhecidas avenidas da marginal lisboeta.
Depois de atravessarem a ponte 25 de Abril, ao início da tarde, nos parques de merendas do Santuário de Cristo Rei retemperaram forças com as merendas ricamente preparadas, subiram ao topo do monumento religioso, contemplaram a grandiosa vista sobre a bacia do Tejo e celebraram com solenidade a Eucaristia no Santuário.
No regresso, já a caminho de casa, passaram pelo Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, onde tiveram de oportunidade de rezar na Capelinha das Aparições. Merendaram uma vez mais e preparam-se para o final da viagem de regresso às paróquias.
Tudo correu muito bem e no final havia um sentimento generalizado de alegria e agradecimento ao Senhor Jesus Cristo por ter proporcionado momentos de partilha e aprofundamento da fé tão fortes. Em muitos peregrinos ficou a vontade de fazer mais actividades deste género, tendo o pároco agradecido a participação de todos e manifestado o desejo de, brevemente, lhes satisfazer a vontade.
Aos quatro motoristas, aos que colaboraram para que tudo corresse dentro do planeado e a todos os que ficaram em casa oferecendo as suas orações para que tudo corresse bem, aqui deixo uma palavra de agradecimento sentida.
Pe. Hélder Lopes

Le dimanche 28 mars, une trentaine de personnes on pu écouter en exclusivité le nouvel album de Pedro Abrunhosa «Longe» dans son intégralité au Boom studio à Porto. J’étais parmi les heureux élus pour cette cession. Pedro Abrunhosa prend un nouveau virage avec cet album, plus rock que jamais. quelques belles balades subsitent encore malgré tout «Não Desistas de Mim», «Pode o Céu Ser Tão Longe», «Já não há para onde fugir» et «Capitão da Areia» qui raisonne comme une comptine pour enfant sans en avoir la sonorité. Et pour les autres, un conseil, ils n’y à plus qu’à pousser les chaises et les tables et se laisser transporter par la musique, la voix, bouger, vibrer et sauter, pas besoin d’autres vitamines après deux écoutes, on en redemande.

Pedro Abrunhosa com Fátima LeitãoAccompagné d’un nouveau groupe, Comité Caviar, Claudio Souto aux Claviers, Pedro Martins à la batterie, Marco Nunès et Paul Praça à la guitare, Miguel Barros à la bass et Edgar Cramelo au au Saxophone. pour le chanteur c’est une renaissance, aprés 20 ans pasé avec os Bandemonio.
Pedro Abrunhosa débute par le conservatoire. À 16 ans il étudie l’analyse, la composition et l’histoire de la musique avec Álvaro Salazar et Jorge Peixinho à l’école de musique de Porto. Il continue en passant par le conservatoire avec Câlinerie Lima et est également invité à rejoindre le groupe de musique contemporaine de Madrid du compositeur Enrique X. Macias, avec qui il a fait certains spectacles en Espagne et au Portugal. Lorsqu’il commence à jouer du jazz c’est déjà en professionnel. En 1984 il continue son parcours en s’arrêtant de nouveau à Madrid où il continue à apprendre avec le contrebassiste Todd Coolman et les musiciens Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood et Steve Brown. Il travaille également avec Adriano Aguiar et Alejandro Erlich Oliva, ses maîtres contrebassistes. Ce furent ses années Jazz.
Il participe à des séminaires internationaux, crée des groupes, joue dans des orchestre et fait des tournées. Il collabore avec de grands musiciens comme Adriano Aguiar et Alejandro Erlich Oliva. Il enseigne également la contrebasse à l’école du Hot Club de Lisbonne, réalise et produit l’émission «Até Jazz», diffusée sur Radio Club Porto, et le Cool Jazz Orchestra qui devient plus tard Pedro Abrunhosa e a maquina do som.
Par la suite, il sort avec le groupe Bandemónio l’album jazz-rock «Viagens» Sorti en 1994. Le saxophoniste de James Brown, Maceo Parker participe à cet album et à la tournée internationale qui suit.
Pedro Abrunhosa a toujours voyagé à travers tous les styles de la musique et à travers tous les continents avec une 4L de seconde main ou en stop avec son sac à dos. À l’inverse de beaucoup d’autres, son parcours musical est parti du plus complexe au plus simple: cap sur l’épuration du langage en allant à l’essence des choses.
Sa musique est reconnue et entendue par le Grand Public dès la sortie de ce premier album.
En 1996, Pedro Abrunhosa sort «Tempo». Pour ce second album, il travaille avec les musiciens de Prince les New Power Generation et Tom Tucker, son ingénieur du son principal. Carlos do Carmo, Opus Ensemble et Rui Veloso ont participent également à cette oeuvre.
Le tube de Pedro Abrunhosa est «Se fosse um dia o teu olhar», sorti de ce second album; cette chanson a servi de bande originale au film «Adam et Eve» de Joaquim Leitão. 800 000 exemplaires de ce titre se sont vendu au Brésil. une version française est sortie en 1998: Si je voyais à travers tes yeux, dans une compilation avec deux autres titres en français.
Les textes de Pedro Abrunhosa sont remplis d’histoires heureuses, malheureuses, uniques et intenses. C’est peut-être pour ça que le réalisateur Manoel De Oliveira a choisi les chansons de Pedro Abrunhosa pour son film la Lettre, prix du jury de Cannes 1999, où le musicien joue son propre rôle. Il s’agit d’une adaptation du roman la Princesse de Clèves, de Madame de La Fayette.
En 1999 sort également l’album «Silêncio». En 2002 sort l’album Momento. le clip de la chanson éponyme a été réalisé par Manoel De Oliveira.
En 2003, la version audio du concert du Coliseu de Porto 1997 est éditée dans un coffret de 3 CD, Palco, dont fait partie un album de duos avec de grands noms de la musique brésilienne comme le chanteur Lenine.
Pedro Abrunhosa inaugure la «Casa da Música» de Porto le 20 avril 2005. À cette occasion, il enregistre un album live ainsi que son premier DVD Intimidade.
En 2005 sort également,le clip «Eu estou aqui».
Ces Dernières années, Pedro Abrunhosa a édité des livres, fait des conférences et a travaillé avec des musiciens d’horizons et d’âges différents.
L’album Luz, sorti en 2007, a été disque d’or dès la première semaine.
Depuis le 12 avril 2010 son album «Longe» est disponible dans les lieux habituels, quand il a été également publié son dernier site http://www.abrunhosa.com. L’apparence du site est modifiée conformément à l’heure de la journée que vous visitez, accompagnée d’effets sonores adaptés en temps et lieu que les images de fond évoquent. Il était un projet développé par deux sociétés de Porto/Portugal: Basepoint (développement) et du Campo Visual (Design).

Emissão da Rádio Plànete Lusophone. Aqui.
Fátima Leitão

A Fátima Leitão nasceu e vive em França. Os pais (emigrantes) são naturais de Ruivós.
jcl

A caminhada deste mês de Maio organizada pela Câmara Municipal do Sabugal vai percorrer os caminhos da freguesia de Ruivós. A concentração está marcada para as nove horas da manhã do dia 16, domingo, junto ao Salão de Festas e sede da Associação dos Amigos de Ruivós.

34.ª Caminhada pelo Interior Raiano - Ruivós

jcl

No dia 17 de Abril, fui de propósito com os meus pais e a minha irmã, de Vila Nova de Gaia ao Sabugal, para assistir à cerimónia de entronização da Confraria do Bucho Raiano. Ficámos hospedados no RaiHotel e o motivo era nobre: a minha mãe foi receber uma insígnia e nós fomos acompanhá-la, claro.

Raquel Lages BaptistaA minha avó Glória nasceu por aqueles lados, em Ruivós, e desde pequena que eu vou todos os anos de férias à aldeia. Um dia aqui, outro ali, lá passeávamos até ao Sabugal, mas verdade é uma: uma realidade que me deveria ser familiar, passou-me completamente ao lado! Chegar ao Sabugal a perguntar-me o que era uma Confraria, com uma vaga noção do que era um Bucho e o desconhecimento total da definição de Raiano, deixou-me de certa forma envergonhada.
Numa atitude de quase auto-desculpabilização pensei: «Está bem, é bom, mas é só um bucho certo?»
Assim, estava eu a estudar para o teste de filosofia, quando comecei a olhar à volta. Fiz uma breve estimativa do número de pessoas que ali se encontravam na cerimónia. Era muita gente é certo, e dentro do espírito filosófico em que me encontrava naquele momento, lembrei-me do princípio da causalidade – «tudo o que acontece tem uma causa» – dizia Immanuel Kant, como eu acabara de ler no livro. De facto, tanta gente reunida não era obra do acaso. Existia realmente uma causa precendente a esta celebração. Ouvi o Sr. Célio Rolinho Pires dizer: «Para permitir a divulgação e promoção daquilo que na realidade nos distingue: os produtos da nossa região.»
O que distingue os sujeitos uns dos outros são os seus diferentes atributos e características. Julgo durante muito tempo ter deixado que me passassem ao lado, muitas dessas características e atributos de uma região que, de certa forma, é também um bocadinho minha.
A Confraria tem sido assim uma boa oportunidade para me colocar mais próxima dela e, obviamente, para me recordar das maravilhas da gastronomia local. É que, saliente-se «Sua Excelência o Bucho Raiano» como o primo Carlos lhe chamou, bem mereceu a homenagem de entrada que lhe foi feita ao almoço. Para além da gastronomia, o almoço permitiu também o contacto entre as confrarias de diferentes regiões e produtos.
Daí a importância destes grupos: o Bucho é uma característica da região (que também é minha) e que tem de ser promovida e divulgada para que, mais e mais, o Sabugal se distinga.
Raquel Lages Baptista

A Raquel tem 16 anos e é filha da confreira Maria Manuela Lages. É mais uma geração de descendentes de raianos que – ou se ganha ou se perde – nesta eterna valorização dos nossos valores e das nossas raízes.
jcl

Desde longa data, a festa esteve presente no quotidiano popular, e a festa religiosa integrava-se também neste quotidiano. Destas faziam parte as procissões, manifestações colectivas que realizadas em espaços públicos, eram de natureza comemorativa, festiva, penitencial ou expiatória, quaresmais, de desagravo, propiciatórias, de acção de graças, etc.

João ValentePara isso contribuiu, como escreveu Katia Mattoso, a respeito dos povos ibéricos, «a religião do povo ser mais religião da paixão que de ressurreição. Ela se manifestar melhor numa procissão do Senhor Morto, que no Triunfo Eucarístico».
As disposições da Mesa de Consciência, as Ordenações Filipinas, a Inquisição, também ajudaram, impondo os dogmas e práticas cristãs às populações, sem discussões.
Os compromissos de algumas Irmandades das Misericórdias, puniam também quem não aparecesse aos actos públicos, oferecendo em contrapartida indulgências para a participação nas procissões «Corpus Christi», no seguimento da doutrina do Concílio Tridentino que desenhou duas faces para o Deus Cristão: A de um «Deus remunerador», para os submissos; A de outro «Deus vingador», para os relapsos.
Por último, o culto pela Paixão e pela Virgem Dolorosa era geral no Ocidente antes da reforma e foi recuperado na Contra-Reforma, expandindo-se por toda a diáspora portuguesa no mundo e reflectindo-se na arte religiosa com cenas do calvário ou da paixão de Cristo, os chamados Passos ou Mistérios.
«Ensinem os bispos com cuidado, que com as histórias dos Mistérios da nossa redempção com as pinturas, e outras semelhantes, se instrue, e confirma o povo, para se lembrar, e venerar com frequência os Artigos da fé.» (sessão XXV do Concílio de Trento in Reycent, 1786, p.352-353.)
Assim, a liturgia dos Mistérios da Paixão, a composição artística do calvário e a representação das mesmas por autos bíblicos, foi uma consequência do sentimento religioso popular e desta evolução histórica, cujas reminiscências na cultura popular ainda subsistem nos autos da paixão, no andar dos passos e nas procissões das Endoenças ou Fogaréus.
Com o crescimento de popularidade, a natureza do ritual que exibia o sofrimento de Cristo, foi realçando o dramatismo e teatralidade de algumas personagens, como o desfile nocturno de flagelantes encapuçados, descalços, oferecendo um espectáculo expiatório e penitencial por excelência.
«Quando eles saíam com uma imagem, para fazer o povo chorar a vestiam de luto e decoravam com toda a forma de adornos para provocar dor» (S. João de Ávila, a propósito dos Passos da Paixão e dos irmãos das confrarias).
«Se aí existe algum amor, a alma está recompensada, o coração está suavizado, e as lágrimas vêm.» (Santa Tereza de Ávila, também a propósito dos Passos da Paixão.)
As lágrimas não eram só de sentimento, mas serviam também para purificar a alma, através da expiação pública, que a procissão da Semana Santa proporcionava.
Algumas faziam-se fora do período Quaresmal, mas estavam intimamente ligadas ao ciclo Pascal, revestindo o mesmo cariz penitencial. Era o caso das Endoenças que em Trás-Os-Montes se realizavam em Setembro e entre nós a célebre romaria dos encruados ou descamisados, em Setembro, a Sacaparte (onde só participavam homens) e que foi extinta já no século XIX, pelo último Bispo de Pinhel.
Estas manifestações religiosas eram promovidas sobretudo, após o aparecimento das Misericórdias, pelas respectivas Irmandades, cujos compromissos previam a sua forma de realização, bem como a participação dos irmãos nos diversos actos públicos de expiação.
Por exemplo o cap. XXXIV do compromisso da Misericórdia de Lisboa (copiado pela maioria das Misericórdias portuguesas) a procissão de Endoenças tinha por fim visitar todas as igrejas onde estava o Santíssimo Sacramento, despertando no povo o sentimento de religião pela paixão de Cristo.
Possivelmente é deste compromisso que no Sardoal e noutras terras se foi buscar a tradição (cuja origem hoje ninguém sabe) de enfeitar com pétalas todas as capelas do lugar, por onde passa a procissão da Paixão.
Normalmente na frente ia a bandeira da Misericórdia levada por um irmão, acompanhado de dois irmãos, com tocheiros. Adiante da bandeira iam dois irmãos com varas. Seguiam os clérigos, muitos irmãos e os penitentes.
Paixão de CristoOs actuais compromissos de algumas Misericórdias ainda mantêm estas e outras obrigações relacionadas com a Paixão de Cristo. Outras estão a retomá-lo em nome da tradição e também pelo sabor pitoresco da religiosidade popular que manifestam estes rituais, como é o caso de Penafiel.
Era assim descrita no século XVIII uma destas procissões de Endoenças:
«Os irmãos serão sempre duzentos e cincoenta até trezentos, e todos vão vestidos com ricas vestimentas pretas, e postos em ordem de procissão com velas nas mãos. Diante d’elles vão oitocentos, novecentos, até mil homens e mulheres disciplinando-se, os quaes vão todos vestidos de vestimentas pretas, e assim homens como mulheres se ferem com disciplinas, que tiram muito sangue; e esta procissão vae repartida em três ou quatro estancias, e entre uma e outra um retábulo ou Christo posto na cuz, e no meio vão dez ou doze irmãos com suas varas, regendo-os e mettendo-os em ordem.
Entre estes disciplinantes vão muitos homens com barras de ferro, e cruzes de pau grandes e pedras às costas: e para claridade da gente levam cincoenta pharoes de fogo, em que se gastam dois mil novellos de fiado de tomentos engraxados em borras de azeite e sebo para darem bom lume, os quaes pharoes vãos postos em hasteas muito compridas e altas; e levam trinta lanternas grandes metidas também em hasteas com velas dentro acesas; e os irmãos que regem, trazem nas mãos quantidades de velas para tanto que faltar proverem de outras: levam mais trinta homens com bacias nas mãos cheias de vinho cozido, e os disciplinantes molham e lavam n’elle as disciplinas, porque lhes apertam as carnes. Da mesma maneira vão dez ou doze homens com caixas de marmelada feita em fatias, as quaes mandam muitas pessoas fidalgas devotas, que dão aos penitentes; e levam outras de confeitados e de cidrão para os que enfraquecerem acorrerem-lhes com um bocado; e vão outros tantos homens com quartas de água e púcaros nas mãos, dando agua aos que d’ella têem necessidade. E tanto que chegam à casa da Mesiricórdia estão physicos que espremem as chagas dos penitentes e lhes lavam com vinho para isso confeccionado, e os apertam e veste, e se vão curados para suas casas.» (Costa Goodolphim, in As Mesiricórdias, Lisboa, Imprensa Nacional, 1897, pág. 50).
Nas nossas aldeias também havia estas tradições ligadas à Quaresma, especialmente nas terras que tinham Santas Casas da Misericórdia, como Vilar Maior, Sortelha, Sabugal, Alfaiates e ainda em Pousafoles e no Soito.
«Na vila do Sabugal ainda subsiste o velho costume de nos domingos da Quaresma, ao anoitecer, toda a gente visitar as igrejas e capelas, cantando o terço no trajecto, até voltarem à igreja paroquial, onde entram somente os homens, ficando as mulheres à porta, entoando todas a Salvé Rainha. O mais curioso é que visitam também o local onde houve outras capelas, como a de S. Pedro e S. Tiago, e as ruínas da ermida de S. Domingos. Quando o povo, com o pároco e alguns homens vestidos de opas, com insígnias e cruz alçada, chegam junto das capelas ou do local em que elas existiram, todos ajoelham e rezam, terminando tudo na igreja paroquial com o canto da Salvé Rainha. Em todos os dias da Quaresma há o costume de encomendar as almas, que consiste num canto triste e sentimental, altas horas da noite, geralmente executado por homens e mulheres que tenham fama de cantar bem. Os rapazes costumam também entoar o terço, em dois grupos, percorrendo todas as ruas, bem distanciados um do outro, rezando alternadamente.» (Joaquim Correia in Terras de Ribacôa.)
Célebre também pela sua espectacularidade, era, segundo o mesmo autor, a procissão dos passos em Ruivós. «Lá apareciam em carne e osso soldados armados de lanças, levando à frente o centurião, com fardas, imitando as dos soldados romanos, a Madalena, de compridas tranças, S. Longuinhos, Simão Cireneu e a Verónica. Não faltava o Calhorra, empunhando e tocando uma grande trombeta, de som grave, rouco, que no dizer do povo, significava: Morra Jesus. O pobre trombeteiro, que era sempre um mendigo, a quem davam um quartinho, isto é, 1200 reis, ia defendido pelos mordomos e pela escolta, metido na sua túnica amarelada, semelhante à pele do lagarto, de chita pintalgada, e nem assim se livrava de pedradas dos rapazes, que consideravam uma boa acção apedrejar o desgraçado, ainda que fosse perto do andor de S. João ou da Virgem, que seguiam na procissão, ou perto do Senhor dos Passos, toscas imagens cujas feições faziam calafrios, devidas ao santeiro Cardépe, do Souto, um curioso inculto, mas habilidoso.. Quando o Senhor dos Passos serviu pela primeira vez nesta procissão, uma mulher do Souto gritou: – Ah! Pai divino, pai divino, feito do castanheiro do ti Corrécha! Desse castanheiro já eu comi castanhas!… Aquela imagem gigantesca causava terror, impressionava a multidão que reunia no largo de S. Paulo, onde era o calvário, junto da velha igreja. Era ali que a substituíam por outra imagem pregada na cruz. Uns soldados jogavam os dados, outros simulavam cravar as lanças no corpo de Jesus, outros levavam-lhe uma esponja à boca, na ponta duma lança. .. Havia três sermões, em que quase sempre era orador o falecido Padre João de Matos (O celebre Padre Matos das Guerrilhas Carlistas e da «Pavorosa», pároco de Aldeia da Ribeira), que arrancava à multidão muitos soluços e lágrimas, sendo ele o primeiro a chorar.» (ibiden.)
Contudo, como todas as outras tradições, estas também se vão perdendo e daqui a uns anos são apenas uma memória do passado, apenas registadas em livros.
A desertificação com a emigração e o decurso do tempo são uma esponja que vai apagando a nossa história colectiva.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Junta de Freguesia de Ruivós recupera «tronco», Largo de São Paulo e Fonte Romana.

GALERIA DE IMAGENS – RUIVÓS
Fotos Capeia Arraiana  –  Clique nas imagens para ampliar

Junto à capela de São Paulo o largo com o mesmo nome foi recuperado com supervisão paisagística qualificada. O descampado deu lugar a três «ilhas» ocupadas por barrocos e guardadas por tranquilas oliveiras. A Fonte Romana voltou a ficar à vista e os pilares do «tronco» onde eram ferrados ou curados os animais – à sombra da histórica amoreira – voltaram à sua posição original. O espaço público de Ruivós está a renascer com muito cuidado e bom-gosto.

Manuel Leitão - Presidente Junta Freguesia Ruivós

Em Ruivós a eleição dos membros da Junta é feita em plenário cumprindo a regra das freguesias com menos de 150 eleitores. Em Outubro do ano passado «apareceu a votos» uma única lista encabeçada pelo actual presidente Manuel Leitão que não perdeu tempo e tem vindo a fazer uma notável obra de recuperação e qualificação dos espaços e caminhos públicos.
Em Novembro a Junta apelou à participação de toda a população e durante todo o mês os fins-de-semana foram ocupados com a recuperação e limpeza dos caminhos rurais.
«Tinha como grande objectivo iniciar o meu mandato com a recuperação do espaço histórico do Largo de São Paulo», começou por nos dizer Manuel Leitão, presidente da Junta de Freguesia de Ruivós. «Pedimos a colaboração da Câmara Municipal do Sabugal e os trabalhos de recuperação e arranjos paisagísticos do largo foram acompanhados pela eng.ª Cláudia. Plantámos por toda a freguesia cerca de três dezenas de oliveiras que fomos buscar a Longroivo. As que estão plantadas no Largo de São Paulo foram oferecidas pelo senhor Manuel Joaquim Rito do Soito. Os barrocos estavam em terrenos onde, em criança, guardava as vacas dos meus pais», esclarece-nos o empreendedor autarca.
A cerca de 500 metros da actual povoação de Ruivós no Largo de São Paulo e encostada ao cemitério ergue-se a Capela de São Paulo catalogada com grande antiguidade e que pode ter sido inicialmente uma mesquita. Está situada no vale de Valdeiras também conhecido como vale da ribeira da Nave reconhecido como um dos caminhos de Santiago certificado pela concha decalcada na pedra da janela da igreja matriz.
Na capela de São Paulo uma estela de granito embutida na parede virada a Norte tem uma inscrição romana, em latim, descodificada pelo arqueólogo Marcos Osório da Silva e que diz: «(A ???c) a Alfídia Ama, filhos de Lúcio Ânio Cipiano. Aos seus filhos, o pai mandou fazer esta memória».
Ainda de acordo com o estudo de Marcos Osório «Ruivós – Antiguidade de uma Freguesia» durante o domínio romano toda a região em torno de Ruivós «dada a sua referida riqueza agrícola, voltou a ser densamente povoada e no lugar onde se situa a capela de São Paulo, ter-se-á implantado uma unidade habitacional/agrícola, denominada nos tempos romanos de villae. (…) A sul da capela, existe uma nascente chamada de fonte romana que poderá corresponder a um local de tradição no abastecimento de água ao local».
«A fonte romana há muito que estava escondida pelas silvas e pelas giestas», recorda Manuel Leitão quando chegamos à portaleira de um lameiro onde se notam as paredes em pedra recolocadas, recentemente, no lugar. Ao fundo uma espécie de anta protege uma pequena presa de água arrimada a um cristalino ribeiro de geladas águas que corre com imponência nestes chuvosos tempos de Março. «Aqui está ela! Limpámos o lameiro e a fonte romana e queremos fazer aqui um parque de merendas», diz-nos com orgulho o presidente.
A visita guiada terminou nas traseiras da igreja matriz de Ruivós junto ao antigo «tronco» com seis pedras graníticas verticais onde os animais eram ferrados ou curados quando tinham pernas partidas ou estortegadas. Ao lado do «tronco» mantém-se imponente a velhinha amoreira testemunha silenciosa da brincadeira de gerações de crianças e que em todas deixou a sua marca colorida. Nas mãos, no corpo, na roupa. As amoras são daquelas que crescem até ficar enormes e vermelhas e depois amadurecem para preto. É a amoreira do povo. É a velhinha amoreira que merecia ser podada, tratada, revitalizada e condecorada com a ordem de monumento da freguesia de Ruivós. Aqui fica o desafio ao dinâmico presidente Manuel Leitão.
jcl

Os chefes do Agrupamento 727 de Escuteiros do Sabugal fizeram este domingo, 21 de Março, um reconhecimento do terreno na freguesia de Ruivós para preparar o acantonamento marcado para os dias 10 e 11 de Abril próximos.

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O Agrupamento de Escuteiros 727 (CNE 727) do Sabugal vai realizar um acantonamento na freguesia de Ruivós nos dias 10 e 11 de Abril. Para o efeito vão ser utilizadas as instalações do Salão de Festas e ter o apoio da Junta de Freguesia e da Associação dos Amigos de Ruivós. O reconhecimento teve início na capela da Santíssima Trindade localizada num planalto com um miradouro que permite avistar as terras de Espanha, a Guarda e a sempre imponente e bela Serra da Estrela. Os escuteiros vão utilizar trilhos em terra batida, fugindo ao alcatrão, e passando pela zona das vinhas de Ruivós até terminarem no Salão de Festas.
O CNE 727 foi criado em 6 de Maio de 1982 mas por motivos diversos esteve praticamente inactivo desde 2002 tendo sido reactivado em Abril de 2008. Os novos escuteiros juraram as promessas em 9/10 de Maio de 2009.
Para ser escuteiro é necessária, antes das acções externas – os raids vulgarmente conhecidos como caminhadas –, muita formação teórica.
«Estamos a iniciar tudo de novo», disse ao Capeia Arraiana o chefe Nelito, líder do grupo, lembrando que estão «abertos à adesão de todos os jovens do concelho do Sabugal». «Estamos dispostos a aceitar inscrições para formação de chefes na Junta Regional da Diocese da Guarda com sede na Covilhã», acrescentou.
«Mas porquê na Covilhã?» – foi a dúvida que colocámos ao chefe Nelito. «A zona da Covilhã está muito mais activa. A maior parte das actividades são no sul da diocese. Mas, recentemente, os responsáveis da Junta visitaram o Sabugal e ficaram admirados com as condições físicas e naturais das nossas terras», esclareceu o escuteiro-mor.
Em 20 de Dezembro quando o grupo raiano fez um acantonamento na Rapoula do Côa com uma caminhada até às Termas do Cró trocaram impressões com escuteiros de Cascais que estiveram cerca de uma semana em Sortelha. As reacções dos forasteiros à estadia e à recepção por parte das populações foram muito positivas e de grande satisfação.
No entanto o discurso dos chefes escoteiros presentes em Ruivós deu a entender alguma apreensão e desapontamento pela falta de adesão dos jovens sabugalenses à nobre actividade escoteira justificada com a muita oferta desportiva no concelho.
O agrupamento CNE 727 tem como assistentes o Pe. Manuel Igreja Dinis (pároco do Sabugal) e o Pe. Hélder e é constituído por três secções: Lobitos (dos seis aos 10 anos) reconhecidos pelo lenço amarelo debruado a branco; Exploradores (dos 11 aos 14 anos) que utilizam um lenço verde debruado a branco; e Pioneiros (entre os 15 e os 17 anos) que equipam com um lenço azul debruado a branco.
O Corpo Nacional de Escutas é um movimento do Escutismo Católico Português.

O Agrupamento CNE 727 do Sabugal está a aceitar inscrições através do email: cne727@gmail.com
jcl

As terras de Ruivós cobriram-se de branco com um nevão memorável na segunda-feira de Carnaval, 15 de Fevereiro.

GALERIA DE IMAGENS – 15-10-2009
Fotos Capeia Arraiana  –  Clique nas imagens para ampliar

Com o objectivo de reduzir a colónia de raposas que tem vindo a causar grandes prejuízos aos agricultores dos limites de Ruivós, Ruvina e Vale das Éguas foi organizada uma batida para o próximo domingo, 7 de Fevereiro. A organização está a cargo da Câmara Municipal do Sabugal com o apoio da Associação dos Amigos de Ruivós e conta com o apoio do Centro Social e Cultural da Ruvina e a Associação dos Amigos de Vale das Éguas. As inscrições dos caçadores interessados em participar na caçada devem ser feitas para o telemóvel 967 571 165.

Batida à Raposa - Ruivós

Nos Fóios vai viver-se a noite de reveillon no pavilhão local, onde será servido um suculento jantar e haverá baile pela noite dentro, assim se dando as boas vindas ao ano 2010. Outras terras do concelho têm também previstas festas de passagem de ano.

Segundo uma nota que nos foi enviada pelo presidente da Junta de Freguesia dos Fóios, José Manuel Campos, a ementa tem por aperitivos marisco e salgados e como pratos quentes haverá arroz de polvo e leitão com salada. Haverá ainda sobremesas variadas, servidas em buffet, e como bebidas estará disponível vinho (tinto e branco), água e refrigerantes. Também haverá café e digestivos. Às 2 da madrugada será servido caldo verde.
Também no Sabugal está previsto um reveillon, desta feita no Raihotel, onde se realizará um jantar da gala com música ao vivo. A ementa é composta por creme de espargos, bacalhau no forno com broa, nacos de vitela enrolados em bacon com arroz de frutos secos, crepe com gelado e frutos silvestres. Haverá também carnes frias, mariscos, queijos, fruta e um sortido de sobremesas. Aqui o caldo verde é servido à meia-noite, no preciso momento em que se comemora a entrada no ano 2010.
Rebelhos, aldeia do lado sul do concelho do Sabugal terá também a sua festa de passagem de ano, organizada pelo Grupo Desportivo e Cultural de Rebelhos.
O mesmo acontecerá em Aldeia do Bispo, terra raiana onde a Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo prepara uma festa, a realizar no pavilhão do Lar de Santo Antão.
Também a Associação Cultural e Recreativa da Torre, aldeia da freguesia do Sabugal, terá a sua festa na sede da associação.
Outra passagem de ano prevista é na Bendada, terra sulista do concelho, que espera encher de gente a Associação dos Amigos do Progresso da Bendada na noite do dia 31 de Dezembro.
O Centro Cultural e Recreativo de Alfaiates, também meteu mãos à obra e organizou um jantar seguido de baile pela noite dentro.
A aldeia serrana de Malcata também junta o povo para o festejo, o que acontecerá na Associação Cultural e Desportiva de Malcata. A novidade é a presença de uma discoteca móvel, que animará a malta jovem pela noite dentro.
Em Ruivós a festa está prevista para o salão de festas da aldeia e a organização pertence a respectiva Junta de Freguesia.
Também no Ozendo tudo está a postos para uma festa que marque uma entrada em grande o novo ano. O convívio acontecerá na Associação Recreativa e Cultural do Ozendo.
A Rapoula do Côa realizou já o seu convívio do dia 26 de Dezembro, como um jantar de natal, organizado pela Junta de Freguesia, Associação Recreativa e Cultural e Centro de Dia. O mesmo sucedeu nos Forcalhos, onde os habitantes da aldeia reuniram para uma inédita ceia de natal no dia 18 de Dezembro.
plb

O Magusto da Unidade Pastoral do Planalto do Côa decorreu em Vale das Éguas, este domingo, dia 8 de Novembro, e contou com a presença de dezenas de participantes.

Padre Hélder LopesDecorreu no passado Domingo, dia 8 de Novembro, o magusto da Unidade Pastoral do Planalto do Côa. Esta iniciativa inter-paroquial, que congrega as comunidades da Arrifana do Côa, Badamalos, Bismula, Carvalhal, Rapoula do Côa, Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas e Vilar Maior, promovida pelo seu pároco, Padre Hélder Lopes, decorreu pelo segundo ano consecutivo.
A itinerância do acontecimento levou-o, este ano, à paróquia de Vale das Éguas. O Conselho Económico Paroquial, a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal trabalharam em conjunto para proporcionar um grande dia de convívio.
Este ano a «Festa da Amizade e da Alegria», assim apelidada, constou de Eucaristia, precedida de ensaio de cânticos, almoço para todos os participantes, uma primeira parte do magusto, depois um fantástico torneiro de matraquilhos humanos, e por fim, a segunda parte do magusto. O dia terminou com o regresso de todos às suas terras.
Desde as 9.20 horas houve percursos de autocarro organizados entre as paróquias para trazer todos os participantes até Vale das Éguas. Às 10.40 horas adro e Igreja Paroquial de S. Sebastião estavam repletos de fiéis. Chegou a temer-se que as nuvens se desfizessem em água.
Cerca de duas centenas de pessoas participaram no banquete excelentemente confeccionado por pessoas da terra. Dezenas de crianças vindas de toda a parte davam um colorido especial à imensa moldura humana que se juntou no fim da refeição.
Mais de 50 quilos de castanhas e vários litros de jeropiga foram distribuídos pelos presentes, que não desaproveitaram a oportunidade de enfarruscar os amigos. Depois do momento alto, que foi a Eucaristia, o ex-líbris do dia foi o torneio de matraquilhos humanos, que a quase todos cativou. Formaram-se dezoito equipas de cinco elementos. Ao todo eram cerca de 90 participantes de todas as idades e feitios, homens e mulheres, velhos e crianças, que ao longo de mais de hora e meia, se digladiaram dentro da fantástica estrutura insuflável contratada e montada para o efeito.
No fim dos 18 jogos do campeonato, organizado por eliminatórias, saiu vitoriosa a equipa chamada «Os Presidentes», que como o próprio nome indica, era constituída por presidentes de Junta das diversas terras ali representadas. A segunda parte do magusto, já com muitos bolos e sobremesas, foi embelezada pela animação de algumas jovens promessas da música e da dança, que cantaram e nos encantaram com os seus passos. Foi um momento especialíssimo de convívio e lazer.
Pe. Hélder Lopes

Realizaram-se este domingo, 18 de Outubro, plenários em sete freguesias do concelho do Sabugal para eleger as equipas que vão dirigir as respectivas juntas nos próximos quatro anos. Foram eleitos os seguintes presidentes: Joaquim José (Badamalos), Ismael Carlos (Forcalhos), Domingos Barroso Romão (Lomba), Manuel Vaz Leitão (Ruivós), Armindo de Jesus Neves (Ruvina), Fernando Rasteiro Proença (Vale das Éguas) e Alberto PIres Monteiro (Valongo do Côa).

FREGUESIA ELEIÇÃO PARTIDO PRESIDENTE
Águas Belas Autárquica PS Carlos Alberto C. Capelo
Aldeia do Bispo Autárquica PSD João Grancho do Inácio
Aldeia da Ponte Autárquica I José Francisco M. Nabais
Aldeia da Ribeira Autárquica PSD António M. Fernandes
Aldeia Santo António Autárquica MPT Nuno Miguel Silva Mota
Aldeia Velha Autárquica AAV Manuel Rodrigues Gomes
Alfaiates Autárquica I Francisco N. R. Baltazar
Badamalos Plenário Joaquim José
Baraçal Autárquica PSD Luís Carlos Carreto Lages
 Bendada Autárquica PSD Jorge Manuel Dias
Bismula Autárquica PS José Augusto Vaz
Casteleiro Autárquica PS António José G. Marques
Cerdeira Autárquica PSD Joaquim Manuel C. Matos
Fóios Autárquica I José Manuel N. Campos
Forcalhos Plenário Ismael Carlos
Lageosa da Raia Autárquica I Francisco J. S. Pires
Lomba Plenário Domingos B. Romão
Malcata Autárquica PSD Vítor Manuel Fernandes
Moita Autárquica PS António J. N. Moreno
Nave Autárquica I José Damas Manso
Penalobo Autárquica PSD Daniel Alves
Pousafoles do Bispo Autárquica ADP Alberto Lopes Santos
Quadrazais Autárquica PS Silvina Martins V. Silva
Quintas S. Bartolomeu Autárquica PSD Joaquim A. F. Corte
Rapoula do Côa Autárquica PSD Álvaro Manuel P. Santos
Rebolosa Autárquica PS Manuel Rei E. Barros
Rendo Autárquica PSD José Miguel P. M. Robalo
Ruivós Plenário Manuel Vaz Leitão
Ruvina Plenário Armindo Jesus Neves
Sabugal Autárquica PS Manuel Joaquim Rasteiro
Santo Estêvão Autárquica I Joaquim G. E. Valentim
Seixo do Côa Autárquica PSD Manuel Reduto
Sortelha Autárquica PS Fernanda M. M. Esteves
Soito Autárquica PSD Alberto José L. Barata
Vale das Éguas Plenário Fernando R. Proença
Vale de Espinho Autárquica PS José Manuel L. Mendes
Valongo do Côa Plenário Alberto Pires Monteiro
Vila Boa Autárquica PSD Alfredo M. A. Monteiro
Vila do Touro Autárquica PSD Manuel F. T. Simões
Vilar Maior Autárquica PSD António B. Cunha

A todos os eleitos os nossos votos de boa gestão autárquica ao serviço dos seus conterrâneos.
jcl

CÂMARA MUNICIPAL – Resultados finais no Concelho do Sabugal.

ELEIÇÕES PARA AS AUTARQUIAS LOCAIS – 11-10-2009

CÂMARA MUNICIPAL DO SABUGAL

CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)


Fonte: DGAI-Direcção-Geral da Administração Interna.
jcl e plb

ASSEMBLEIA MUNICIPAL – Resultados finais no Concelho do Sabugal.

ELEIÇÕES PARA AS AUTARQUIAS LOCAIS – 11-10-2009

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO SABUGAL

CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)


Fonte: DGAI-Direcção-Geral da Administração Interna.
jcl e plb

JUNTAS DE FREGUESIA – Resultados finais no Concelho do Sabugal.

ELEIÇÕES PARA AS AUTARQUIAS LOCAIS – 11-10-2009

JUNTAS DE FREGUESIA DO SABUGAL

CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)


Fonte: DGAI-Direcção-Geral da Administração Interna.
jcl e plb

O Partido Socialista (PS) venceu as eleições para a Assembleia da República no distrito da Guarda com 36.825 votos que correspondem a 35,97% do total dos eleitores votantes enquanto o Partido Social Democrata (PSD) obteve 36.419 votos (35,57%). No concelho do Sabugal os socialistas venceram também, com 2.924 votos (35,67%) tendo os social-democratas alcançado 2.857 votos (34,85%). Na terceira posição ficou o CDS-PP, que obteve 1.008 votos (12,3%).

O PS e o PSD (separados por 406 votos) foram os dois partidos mais votados nas 336 freguesias dos 14 concelhos do distrito da Guarda. Foram às urnas 102.380 eleitores (58,33%) num universo de 175.522 votantes. Os resultados provocaram a repetição da divisão (dois para cada lado) dos quatro deputados do círculo eleitoral da Guarda. O PS elegeu os candidatos Francisco José Pereira de Assis Miranda e José Albano Pereira Marques e o PSD assegurou António Carlos Sousa Gomes da Silva Peixoto e João José Pina Prata.
Nas 40 freguesias do concelho do Sabugal votaram 8197 eleitores (50,28%) num total de 16304 inscritos nos cadernos eleitorais.

ELEIÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – 27-9-2009
DISTRITO DA GUARDA CONCELHO DO SABUGAL
Total – 14 Concelhos Total – 40 Freguesias

(Clique nas imagens para ampliar.)

No concelho do Sabugal o Partido Social Democrata (PSD) venceu em 23 freguesias contabilizando 2857 votantes (34,58%). O Partido Socialista (PS) obteve o primeiro lugar em 16 freguesias com 2924 votos (35,67%): Aldeia da Ponte, Aldeia de Santo António, Bendada, Bismula, Casteleiro, Fóios, Malcata, Moita, Quadrazais, Quintas de S. Bartolomeu, Rebolosa, Sabugal, Santo Estêvão, Sortelha, Vila Boa e Valongo. Em Badamalos houve um empate entre os dois partidos, ambos obtendo 13 votos.

O Capeia Arraiana publica de seguida os resultados finais das eleições para a Assembleia da República nas freguesias do concelho do Sabugal.

ELEIÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – 27-9-2009
CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)

Concelho do Sabugal – Total de Inscritos: 16304. Votantes: 8197 (50,28%).
Em Branco: 109 (1,33%). Nulos: 176 (2,15%).
jcl e plb

A Associação dos Amigos de Ruivós marcou para o fim-de-semana de 8 e 9 de Agosto diversas actividades com destaque para a Capeia Arraiana nocturna e a assembleia geral anual no sábado e a feira anual no domingo.

Antecipando o segundo aniversário (14 de Agosto) a Associação dos Amigos de Ruivós convidou todos os sócios e amigos de Ruivós para um almoço nas instalações da sede. A confraternização foi antecedida da assembleia geral anual e teve o seu epílogo com a realização da capeia arraiana nocturna. A festa raiana com forcão dos toiros realizou-se pelo segundo ano consecutivo e juntou à volta da praça dezenas de aficionados.
A capeia arraiana de Ruivós ainda não pertence à primeira divisão da elite das terras raianas. Mas tal como no futebol talvez seja um dia candidata à subida.

GALERIA DE IMAGENS  –  RUIVÓS  –  8-8-2009
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

jcl

As estradas municipais para as freguesias de Ruivós e Vale das Éguas estão a ser alcatroadas. Junto ao Salão de Festas e sede da Associação dos Amigos de Ruivós está a ser construído um parque infantil com cinco equipamentos de diversão.

O mês de Julho transformou algumas das aldeias do concelho do Sabugal. Os melhoramentos levados a cabo pela Câmara Municpal do Sabugal incluem estradas alcatroadas e novos equipamentos de diversão para miúdos e graúdos.
Estão a ser alcatroados esta sexta-feira, 31 de Julho, os cerca de 1800 metros da estrada que liga Ruivós à Ruvina. Os trabalhos tiveram início logo de manhã e devem estar terminados ao final do dia proporcionando aos automobilistas um silencioso e perfeito tapete negro de acesso à freguesia de Ruivós.
Igualmente por iniciativa da autarquia está a ser construído um parque infantil junto ao Salão de Festas e sede da Associação dos Amigos de Ruivós e muito próximo da praça onde terá lugar no sábado à noite, 8 de Agosto, pelo segundo ano consecutivo uma capeia arraiana organizada pela associação.
No dia anterior, quinta-feira, a estrada de ligação entre Vale das Éguas e o cruzamento da Quinta da Telhada foi também alcatroada, 30 de Julho, melhorando de forma significativa o acesso à aldeia e à praia fluvial da freguesia presidida por Fernando Proença.
Em final de mandato o actual executivo procura deixar a sua assinatura nos mais variados melhoramentos em diversas freguesias.
jcl

Com o mês de Agosto chega a época grande das Capeias Arraianas nas terras junto à Raia no concelho do Sabugal. Cumprindo a tradição, as touradas com recurso ao forcão, precedidas do também tradicional encerro, trarão alegria e emoção às nossas aldeias.

DIA FREGUESIA EVENTO
19-07 Aldeia da Ponte Cartel de Variedades
06-08 Lageosa da Raia Capeia Arraiana
07-08 Soito Capeia Arraiana (nocturna)
08-08 Ruivós Capeia Arraiana (nocturna)
09-08 Soito Exibição de recortes
09-08 Aldeia da Ponte Tourada à Portuguesa
10-08 Aldeia do Bispo Capeia Arraiana
10-08 Seixo do Côa Garraiada
11-08 Soito Capeia Arraiana
12-08 Ozendo
Rebolosa
Capeia Arraiana
14-08 Nave Capeia Arraiana
15-08 Aldeia da Ponte Capeia Arraiana
17-08 Alfaiates
Forcalhos
Vale de Espinho
Capeia Arraiana
18-08 Fóios Capeia Arraiana
20-08 Vale das Éguas Capeia Arraiana (nocturna)
22-08 Aldeia da Ponte Festival «Ó Forcão Rapazes»
25-08 Aldeia Velha Capeia Arraiana

 

Festival «Ó Forcão Rapazes-2008Para os interessados, divulgamos desde já o calendário das Touradas de 2009.
Comecemos pelas Capeias (touradas com forcão) que, como é costume, abrem na Lageosa e encerram em Aldeia Velha:
Lageosa da Raia, dia 6.
Ruivós, dia 8 (nocturna).
Aldeia da Ponte, dia 9.
Aldeia do Bispo, dia 10.
Soito, dia 11.
Ozendo e Rebolosa, dia 12.
Nave, dia 14.
Aldeia da Ponte, dia 15.
Alfaiates, Forcalhos e Vale de Espinho, dia 17.
Fóios, dia 18.
Vale das Éguas, dia 20 (nocturna).
Aldeia Velha, dia 25.
No Seixo do Côa, a 10 de Agosto, realiza-se uma também tradicional garraiada, mais propriamente chamada «tourada à vara larga»:
A Praça de Touros de Aldeia da Ponte recebe também alguns espectáculos tauromáquicos.
Ainda em Julho, no dia 19, haverá Variedades Taurinas com cavaleiros praticantes e amadores, assim como novilheiros e forcados.
A 9 de Agosto a mesma praça de touros recebe a sempre muito aguardada Tourada à Portuguesa, com cavaleiros profissionais, organizada pela Associação «Amigos de Aldeia da Ponte».
Momento muito aguardado todos os anos é o Festival «Ó Forcão Rapazes», que na tarde do dia 22 de Agosto se realiza também na Praça de Aldeia da Ponte, onde 9 equipas representativas das aldeias raianas (Alfaiates, Aldeia do Bispo, Aldeia da Ponte, Aldeia velha, Fóios, Forcalhos, Lageosa da Raia, Ozendo e Soito) exibirão a melhor arte de pegar ao forcão.
plb

«Ruivós pelos meus olhos» é o lema do concurso de fotografia e vídeo organizado pela Associação dos Amigos de Ruivós. O objectivo do desafio com data limite de 15 de Agosto, aberto a sócios e não sócios, é perpetuar em imagens digitais a freguesia de Ruivós.

Clique para Ampliar

(Clique na imagem para ampliar.)

Um concurso de fotografia e de vídeo, em formato digital, denominado «Ruivós pelos meus olhos» e a decorrer até 15 de Agosto é a actual iniciativa promovida pela Associação dos Amigos de Ruivós.
O concurso tem um carácter exclusivamente cultural, sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, aberto a sócios e não sócios, e tem como objectivo estimular a participação dos amantes da fotografia e do vídeo e guardar para sempre imagens da vida da freguesia em 2009.
Um júri composto pelos fotógrafos profissionais Kim Tomé (Tutatux) e Pedro Afonso premiará a melhor fotografia e o melhor vídeo, utilizando critérios de originalidade, criatividade, beleza e fidelidade ao tema proposto sendo a sua decisão soberana e definitiva. Serão desclassificadas fotografias em que o júri detecte situações de manipulação digital.
Os trabalhos, sem limite por participante, deverão ser enviados em formato digital nos formatos «JPG» ou «TIF» (máximo 300kb) para as fotografias e «AVI», «MPG» ou «WMV» (máximo de 5 minutos) para os vídeos.
Os participantes deverão indicar o nome completo, idade, telefone, contacto de email, afinidade com a freguesia de Ruivós (não é obrigatória) e a cedência dos direitos de autor para posterior publicação pública dos trabalhos.
A Associação dos Amigos de Ruivós, fundada a 14 de Agosto de 2007, tem levado a cabo iniciativas em prol da promoção e do desenvolvimento da freguesia com especial destaque para a realização da primeira Capeia com forcão da história da aldeia em Agosto de 2008.

Os trabalhos podem ser enviados por correio para: Associação dos Amigos de Ruivós – Estrada Municipal – Sede da AAR-Salão de Festas – 6320-291 Ruivós
ou para o email: ruivospelosmeusolhos@gmail.com

Página oficial da Associação dos Amigos de Ruivós. Aqui.
Blogue oficial da Associação dos Amigos de Ruivós. Aqui.
jcl

O PSD venceu as eleições para o Parlamento Europeu no distrito da Guarda com 25.783 votos que correspondem a 40,76% do total dos eleitores votantes enquanto o PS obteve 17.032 votos (26,92%). No concelho do Sabugal os sociais-democratas foram o partido mais votado com 2065 votos (41,95%) tendo os socialistas alcançado 1248 votos (25,35%).

ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU – 7-6-2009
DISTRITO DA GUARDA CONCELHO DO SABUGAL

(Clique nas imagens para ampliar.)

No concelho do Sabugal o Partido Social Democrata (PSD) venceu em 35 freguesias. O Partidos Socialista obteve o primeiro lugar em Valongo do Côa, Moita, Fóios, Casteleiro e Bendada. Em Aldeia Velha o MEP, de Laurinda Alves (com raízes na freguesia), obteve o segundo lugar com 35 votos.

O Capeia Arraiana publica, de seguida, os resultados finais das eleições ao Parlamento Europeu nas freguesias do concelho do Sabugal.

ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU – 7-6-2009
CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Pena Lobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
“>
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Vale Longo Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)


Concelho do Sabugal – Total de Inscritos: 16763. Votantes: 4923 (29.37%).
Em Branco: 209 (4,25%). Nulos: 133 (2,7%).
jcl

Sexta-feira, quatro da tarde. Hoje vou sair mais cedo do trabalho. Destino: Ruivós. O Rui vem apanhar-me a casa, o resto da malta já nos espera para a jantarada em terras da Raia. Apesar da viagem que ainda temos pela frente a nossa cabeça já está lá. Não apenas pelos bons petiscos que nos esperam mas muito principalmente pelos amigos. Uns que já lá estão porque lá vivem, outros como o Gonçalo e a Sandra que também partiram hoje de Lisboa para lá.

A 23.ª Caminhada pelo Interior organizada pela Câmara Municipal do Sabugal com o apoio das Juntas de Freguesia de Ruivós e da Bismula e da Associação dos Amigos de Ruivós decorreu com grande participação popular.

A primeira paragem, para o pequeno-almoço, ocorreu na antiga escola primária da Bismula com os participantes a serem muito bem recebidos pela Junta de Freguesia local. Após a subida das Areeiras foi tempo para uma paragem retemperadora de reagrupamento junto ao miradouro da capela da Santíssima Trindade que proporciona uma vista deslumbrante até à cidade da Guarda. O merecido almoço (arroz de feijão com porco no espeto) decorreu, em alegre convívio, na sede da Associação dos Amigos de Ruivós.
As caminhadas organizadas pela Câmara Municipal do Sabugal são uma das mais bem conseguidas iniciativas deste mandato prestes a terminar. Para os da terra servem para rever lameiros e chões há muitos anos abandonados. Para os de fora servem para admirar e conhecer as belezas naturais das terras do concelho do Sabugal.
O pó levanta-se nos caminhos e os pássaros calam-se admirados enquanto aquela longa fila humana avança por entre centenárias paredes de pedra encrustadas no verde da paisagem.
Parabéns a todos os participantes!

GALERIA DE IMAGENS – 17-5-2009

A 23.ª Caminhada pelo Interior organizada pela Câmara Municipal do Sabugal com o apoio das Juntas de Freguesia de Ruivós e da Bismula e da Associação dos Amigos de Ruivós decorreu com grande participação popular.

GALERIA DE IMAGENS – 17-5-2009
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

A 23.ª Caminhada pelo Interior organizada pela Câmara Municipal do Sabugal com o apoio das Juntas de Freguesia de Ruivós e da Bismula e da Associação dos Amigos de Ruivós decorreu com grande participação popular.

GALERIA DE IMAGENS – 17-5-2009
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

O mês de Maio é decorado com as cores da Primavera que pinta as giestas raianas com flores amarelas. A «Caminhada das Maias» é, por isso, um excelente rótulo para mais uma caminhada pelo interior raiano, um evento organizado mensalmente pela Câmara Municipal do Sabugal.

Caminhada das Maias em Ruivós

A 23.ª Caminhada pelo Interior (Raiano) da Câmara Municipal do Sabugal está marcada para domingo, 17 de Maio de 2009, às nove horas da manhã, na freguesia de Ruivós.
Os participantes serão recebidos junto à sede da Associação Amigos de Ruivós estando o início da caminhada marcado para as 9.30 horas. O pequeno-almoço será servido na antiga escola da Bismula (10.30) e no regresso ao ponto de partida será servido, por volta da uma da tarde, um retemperador almoço a todos os participantes.

A inscrição na caminhada é gratuita e pode ser feita no local da partida.
Organização:
Câmara Municipal do Sabugal.
Apoios: Juntas de Freguesia de Ruivós e da Bismula.
Equipa de apoio: Associação Amigos de Ruivós.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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