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A piloto portuguesa, Elisabete Jacinto, visitou nos dias 10 e 11 de Julho o Vale Glaciar do Zezêre, no concelho de Manteigas, que já conquistou um lugar entre as três finalistas na Categoria Grandes Relevos, no âmbito do concurso de eleição das «7 Maravilhas Naturais de Portugal». A piloto português é a madrinha da candidatura.

Elisabete Jacinto - Vale Glaciar do Zêzere - ManteigasA piloto português Elisabete Jacinto aproveitou a visita ao Vale Glaciar do Zêzere – da qual é madrinha de candidatura – para admirar a paisagem natural resultante da glaciação há milhares de anos.
Durante a passagem pelo Vale Glaciar do Zêzere, a madrinha da Maravilha contemplou os locais de maior interesse como a Nave de Santo António, o Covão D’Ametade, a Fonte Paulo Luís Martins, entre outros, apreciando as águas cristalinas do Zêzere e o verde das encostas formadas por imponentes blocos erráticos.
Amante da natureza e apaixonada pela fotografia, a madrinha usufruiu desta beleza paisagística para fotografar a grandiosidade do Vale Glaciar do Zêzere em forma de «U».
Elisabete Jacinto é uma piloto portuguesa sobejamente conhecida no panorama do desporto motorizado e automóvel com participação em diversas provas nacionais e internacionais de Todo-o-Terreno, nomeadamente no «Dakar», entre 1998 e 2001 na categoria de motos, e, desde 2003 na categoria de camiões. Licenciada em Geografia, autora de manuais escolares e co-autora da Banda Desenhada «Os Portugas no Dakar».

O Capeia Arraiana apoia a candidatura do Vale Glaciar do Zêzere a «Maravilha Natural de Portugal».
jcl (com C. M. Manteigas)

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Elisabete Jacinto é a madrinha da candidatura do Vale Glaciar do Zêzere, no concelho de Manteigas, a uma das «7 Maravilhas Naturais de Portugal». Reportagem do jornalista Sérgio Caetano, voz-off de Paula Pinto e imagem de Miguel Almeida da redacção da Local Visão Tv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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O Capeia Arraiana e a LocalVisãoTv estiveram presentes na entrega do primeiro cão de raça Serra da Estrela ao abrigo do protocolo entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Associação Portuguesa do Cão Serra da Estrela. A Kika é a primeira de oito cachorros que vão ser cedidos a pastores com rebanhos de ovelhas e cabras no concelho do Sabugal. A Kika é uma doce e pachorrenta cadelinha, com dois meses, que teve o seu nome escolhido pela madrinha, Delfina Leal, vice-presidente da autarquia sabugalense durante a cerimónia rural marcada para o passado dia 11 de Julho na quinta dos criadores. A Kika é a nova estrela da serra raiana.

Kika - Cão Serra da Estrela

O cão «Serra da Estrela» tem o seu solar da raça na região da Serra da Estrela. Nesta região agreste de montanha foi, desde tempos imemoriais, utilizado pelos povos que a povoaram, como companheiro fiel, de guarda dos rebanhos e haveres. Os Romanos descreveram-no como «Fiel, Belo e Feroz».

A entrega do primeiro cão do protocolo entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Associação Portuguesa do Cão Serra da Estrela «aconteceu» na Quinta do Espinhal, dos criadores Maria Cecília e Reis Nunes em Rebelhos com a presença da vice-presidente, Delfina Leal, e do vereador, Ernesto Cunha, pela autarquia e de Alfredo Ferreira, presidente da Direcção da Associação Portuguesa do Cão Serra da Estrela (APCSE).
«A madrinha tem que escolher um nome para a cadela», desafiou o criador Reis Nunes esclarecendo que atribuem letras às ninhadas: «Esta é a K!» A madrinha Delfina Leal pouco demorou a decidir-se: «Então fica Kika!»
A Kika é uma doce e pachorrenta cachorrinha da raça Serra da Estrela com apenas dois meses. A Kika foi baptizada num domingo de Julho temperado por um sol escaldante («um calor de ananazes» como gostava de dizer Eça de Queirós) junto a um rebanho de ovelhas e cabras ali para os lados de Rebelhos no limite ocidental do concelho do Sabugal. Foram testemunhas o pastor Francisco Almeida e Olívia do Vale proprietária de um rebanho com mais de 500 ovelhas e feliz contemplada no sorteio do primeiro cão.
Até ao final do ano a Câmara Municipal do Sabugal, com a colaboração da APCSE, vai ceder gratuitamente a produtores pecuários, proprietários de rebanhos que se candidatem a sorteio, cachorros da raça Serra da Estrela. Os contemplados comprometem-se a alimentar o cão, zelar pela saúde, cumprindo o plano de vacinação e desparasitação e a disponibilizar os machos para cobrição das fêmeas do protocolo durante pelo menos quatro anos. Os proprietários comprometem-se ainda a ceder à Câmara, dois cachorros povenientes de partos alternados, para que a autarquia possa manter o programa e ceder mais cachorros a candidatos que tenham ficado em lista de espera no sorteio. Os proprietários de fêmeas cedidas ao abrigo do protocolo estão obrigados a cruzar as cadelas apenas com cães registados no Clube Português de Canicultura (CPC) e a registar as ninhadas no CPC.
«A Associação tem cerca de 100 associados, entre criadores e proprietários de cães Serra da Estrela, e tem vindo a afirmar-se a nível nacional e internacional. Participamos em concursos internacionais, congressos, debates e estivemos presentes, recentemente, numa mostra fantástica na Festa da Caça no Casteleiro», disse-nos Alfredo Ferreira, presidente da APCSE. O dirigente considerou ainda que «o Serra da Estrela é um óptimo cão de guarda mas está geneticamente formatado para ser pastor». «Há associações de Serra da Estrela na Suécia, Finlândia, Inglaterra, Holanda e Estados Unidos e em Portugal concretizámos agora este protocolo mantendo uma relação espectacular com a Câmara do Sabugal. A disponibilidade da autarquia para apoiar estes dois projectos: o protocolo e a Confraria, são o ínicio, consideramos nós, de uma boa relação. Além disso o grupo Lobo vai acompanhar esta estratégia e tentar transportá-la para um âmbito nacional», disse ainda Alfredo Ferreira.
Esta protocolo inédito entre a Câmara Municipal do Sabugal e a APCSE vai permitir a defesa e a promoção dos cães Serra da Estrela (uma das oito raças portuguesas) e acrescentar qualidade e beleza visual aos rebanhos do concelho.
Percebe-se nesta iniciativa alguma influência da recém-criada Confraria do Cão Serra da Estrela que tem sede na Aldeia História de Sortelha. O movimento confrático atinge assim um dos seus maiores objectivos: promover e requalificar as marcas e produtos que estão na génese da sua criação.
Três vivas à Kika e a tudo o que ela simboliza.
jcl

O Capeia Arraiana e a LocalVisãoTv estiveram presentes na entrega do primeiro cão de raça Serra da Estrela ao abrigo do protocolo entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Associação Portuguesa do Cão Serra da Estrela.

GALERIA DE IMAGENS  –  11-7-2010
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

jcl

A Kika é uma cadelinha de raça Serra da Estrela. A Kika – estrela da Serra e do Sabugal – protagonizou a primeira entrega do protocolo celebrado entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Associação Portuguesa do Cão Serra da Estrela. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagem de Miguel Almeida da redacção da Local Visão Tv (Guarda).

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Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaA Serra da Estrela é um manancial de riqueza e por isso não se esgotam os pensamentos, os dizeres e os poemas à sua volta. E, já que falei deste tema a semana passada, vou continuar, na medida em que o Verão nos chama a deambular pelo campo, pelos espaços verdes e frescos que nos convidam ao silêncio e à paz interior. Nos tempos que correm, quem não precisará de momentos destes para um descanso do corpo, mas mais ainda do espírito? Num passeio feito há tempos atrás, em estudo sobre a natureza e a defesa do ambiente, muito aprendi. É numa linguagem mais erudita que apresento este poema, mas prometo traduzi-la, na semana a seguir, em linguagem popular, ou melhor, em linguagem do pastor.

À DESCOBERTA DA SERRA DA ESTRELA

Blocos erráticos salpicam
Os quatro degraus serranos
Do glaciar resultantes.
Pequeninos nos sentimos
Altas moreias esmagam
Escarpadas ondulantes.

E a Estrela bem sublime
Que aos estudantes anime
No seu majestoso trajar
Convida à descoberta
Pois a porta está aberta
E qualquer um pode entrar.

A Divina Providência
Facilita a escorrência
E das nascentes jorrar
Cursos de água brilhantes
Que deslizando, cantantes
Boas trutas vão criar.

A fário e arco-íris
Em Manteigas, seus viveiros
Têm como fim proteger.
Povoar outros ribeiros
Multiplicara espécie
Lagoas abastecer.

Xisto ou colmo em cobertura
É defesa da natura
Para as belas cortes telhar.
O granito, na sua rudeza
Aplica, com singeleza
Resultados do Glaciar.

Pseudotsuga, larício
Teixo, urze e giesta
São obra da natureza.
O cervum é protegido
Do montanheiro envolvido
Na protecção e defesa.

Vale do Zêzere encantado
Imponente e escarpado
No seu U a não esquecer
Mostra ao caminheiro atento
(de saber está sedento)
Que ainda mais deve aprender.

De pássaros a piar
E perdizes a saltitar
No seu modesto viver
Está a força da natureza
Paira a lagartixa presa
À cascalheira a trepar.

«Mens sana in corpore sano»
Rosto marcado pela vida
Traços de um povo serrano
De uma vida bem vivida
Em simplicidade e rudeza
No contacto com a natureza.

«O Cheiro das Palavras», opinião de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

A Confraria do Cão da Serra da Estrela iniciou formalmente a sua actividade no passado dia 20 de Junho, na Aldeia Histórica de Sortelha, com a realização de um encontro onde foram eleitos os órgãos sociais para o triénio 2010-2012.

Confraria do Cão da Serra da EstrelaMuitos criadores, amigos e admiradores do Cão da Serra da Estrela, vindos de vários pontos do País, juntaram-se com o objectivo comum de divulgar, fomentar e valorizar a raça. Marcaram igualmente presença os Presidentes da Associação Portuguesa do Cão da Serra da Estrela (APCSE) e da Liga dos Criadores e Amigos do Cão Da Serra da Estrela (LICRASE), instituições que integram por inerência a Direcção da Confraria.
A Junta de Freguesia de Sortelha e a Câmara Municipal do Sabugal, que desde o início se associaram a esta iniciativa, através da disponibilização de instalações para a sede, fizeram-se representar, respectivamente, pela Presidente, Fernanda Esteves e pelo Vereador Ernesto Cunha.
Após um almoço de confraternização e visita à futura sede, procedeu-se à eleição dos órgãos sociais que ficaram assim constituídos:

PASTORES (Direcção)
Chanceler: António dos Reis Nunes
Fiel das Usanças: António José Gonçalves Marques
Contador-Mor: Maria Teresa Azevedo Gomes
Primeiro Almoxarife: A.P.C.S.E.
Segundo Almoxarife: LICRASE

MATILHA (Assembleia Geral)
Grão-Mestre: António Nogueira Lourenço
Primeiro Escrivão: Maria Justina Bárbara Franco
Segundo Escrivão: Paiva Inácio

LOBOS (Conselho Fiscal)
Averiguador-Mor: Edgar Alexandre Mota Veiga Dolgner
Primeiro-Averiguador: Nuno Filipe Pereira Nina Xavier da Costa
Segundo-Averiguador: Francisco José Carreira da Silva

A Assembleia deliberou ainda proceder à escolha do logótipo, traje e outros símbolos. Terá agora início o processo de divulgação da Confraria e a preparação do I Capítulo, a par de outras iniciativas de carácter científico, pedagógico, cultural e lúdico que, de algum modo, possam concorrer para um melhor conhecimento, protecção, divulgação ou aproveitamento do Cão da Serra da Estrela.
António José Gonçalves Marques

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaEsta semana fui à serra da Estrela, onde o meu coração gosta de respirar. Saltita de alegria quando pisa aqueles verdes, os secos, as cascalheiras. O ar puro amacia a minha alma e o meu pensamento fica perto do céu. Recordo a infância onde passei muitas férias e rebusco um poema do Arco-Íris para deixar aqui. É a minha paixão pelo silêncio, a minha loucura pelo Azul e a minha alegria pela purezas das cores, das formas e das criaturas imaculadas que ninguém ousa manchar, por de mais afastadas das correrias do mundo actual.

ESTRELA

Ó Serra de ar puro,
Frescura, leveza…
Vida perfumada!
O bom que me cerca
As urzes do monte
Respiro encantada.

Na subida há sonho
Silêncio, beleza
Para o Alto a caminhada!
Quanto me delicia
Vida de montanha
Fico deslumbrada.

A paz que anseio
Apenas num sopro
Os montes me dão!
Feliz me elevo
Na alegria que sente
O meu coração.

Tão bem que me sabe
Viver quase alada
No cimo.
Ao canto das colinas
Ao murmúrio das fontes
Me arrimo.

Vê o horizonte
Que o olhar alcança
Onde pequena cresci.
Contempla a maravilha
Descansa teus olhos
E sorri.

in Arco-Íris

«O Cheiro das Palavras», opinião de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

O escritor da serra da Estrela e dos serranos que partiram em diáspora, fala-nos das ansiedades e das aventuras dos que nasceram nas encostas batidas pelo vento, sem nunca esquecer as referências às ementas tradicionais dos portos onde acosta esta gente errante.

Gabriel Raimundo nasceu na falda sul da serra, na vila do Tortosendo, de onde emigrou aos 17 anos, passando a viver a aventura dos que procuram melhor sorte em terras longínquas. Esteve em vários países da Europa e de África e também pisou as terras do Brasil. O gosto pela língua portuguesa e pelo povo serrano, levou-o a escrever e publicar vários livros, muitos deles tendo por base a aventura da emigração.
Sentindo o apelo das origens, Gabriel Raimundo deu à estampa um livrinho dedicado por inteiro aos que nasceram e viveram nas terras acolitadas na serra mais alta de Portugal. Intitulado «Estrela», o livro dá-nos conta das vivências das mulheres e homens serranos, revelando-nos o seu carácter, as ansiedades e os problemas que os afligem.
O livro é formado por um conjunto de contos, ou de crónicas, sobre a vida de tortosendenses e covilhanenses, criados ao som dos teares mecânicos, num sinal da industrialização têxtil, que é uma das marcas da região.
Não raro, o cenário é de outras urbes. A narrativa leva os personagens a Lisboa , aos Açores, à Madeira, ao Alentejo, e também a Paris e a terras de Espanha, mas volta sempre à terra-mãe. Dinis, e o seu irmão Amável, serranos típicos, amigos dos seus amigos, e homens dados a aventuras, estão quase sempre presentes nestas crónicas serranas, em que as vivências se sucedem.
São sucessivas as referências à gastronomia das terras por onde a acção decorre. Estando-se no Natal come-se a bacalhoada em família, viajando-se até ao Funchal, vem à colação o famoso bolo do caco, falando-se nos emigrantes de Paris, lá está a inevitável tachada de franco com massa, que era o mais usual prato da sua frugal alimentação.
Mas a mais significativa referência à gastronomia está na alusão aos amigos que se juntam na Taverna 2005, «cantinho convidativo à paródia e ao soltar da veia do fado vadio». O estabelecimento é local de petisqueira e arregimenta nas tardes de súcia «bons trabalhadores do garfo e do caneco». Hermínio, primo de Dinis e de Amável, juntou ali aos seus amigos das patuscadas a fim de emborcarem umas dezenas de tordos e um coelho bravo, a preparar por «mulher que em França assimilou todas as propriedades especiais do aromatismo, desde a flor de sabugueiro à de carqueja».
Contavam-se estórias, debatia-se o presente e o futuro da região, quando a comida veio à mesa:
«Os compinchas bateram palmas e pediram a D. Tangera que avançasse com a travessa de coelho bravo na sua caminha de carqueja e ainda agasalhado com salsa, rodelas de cebola e limão, acompanhado de umas batatinhas cozidas com molho, ao paladar da experiente cozinheira».
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Imagens do XXI Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela e da XIX Festa do Queijo e dos Produtos de Qualidade de Oliveira do Hospital.

GALERIA DE IMAGENS – 20-3-2010
Fotos Capeia Arraiana  –  Clique nas imagens para ampliar

Imagens do XXI Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela e da XIX Festa do Queijo e dos Produtos de Qualidade de Oliveira do Hospital.

GALERIA DE IMAGENS – 20-3-2010
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A XVIII Feira do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos de Oliveira do Hospital organizada pelo município local decorre entre os 7 e 20 de Março e inclui entre outras actividades o XXI Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela.

XVIII Feira do Queijo Serra da Estrela Mel Enchidos - Oliveira do HospitalA Câmara Municipal de Oliveira do Hospital está apostada em ajudar a promover como marca de excelência o Queijo Serra da Estrela – um dos melhores do país e do mundo – e organiza até 20 de Março a XVIII Feira do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos.
O pontapé de saída é dado este sábado, 6 de Março, com a realização do jantar promocional do certame na Pousada do Convento do Desagravo em Vila Pouca da Beira.
Entre 7 e 15 de Março decorre a Semana da Gastronomia Regional com a participação de 13 restaurantes locais. As ementas oferecem arroz de suã, caldeirada de borrego, borrego assado, torresmos à moda da Beira e enchidos com grelos e morcela da Beira. À sobremesa reina o Queijo Serra da Estrela acompanhado por tijelada, requeijão com doce de abóbora, mel e cavaleiros.
No mercado municipal os visitantes poderão provar e adquirir mel, enchidos, vinho do Dão, artesanato, coleccionismo e velharias ao som de música tradicional.
O programa do dia 20 inclui o XXI Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela com provas de iguarias e a tradicional mostra de ovinos da raça Serra da Estrela. A cerimónia solene que antecede o banquete terá lugar na Casa da Cultura César Oliveira com a entrega de prémios do concurso de fotografia e a entronização de novos confrades.
A autarquia celebrou, recentemente, um protocolo que envolve 18 municípios, e sete associações de desenvolvimento local – entidades gestoras do Proder como a Adiber, a Adruse, a Turismo Centro de Portugal e Turismo Serra da Estrela – e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC) para a valorização do DOP Serra da Estrela. O objectivo é criar condições para melhorar a comercialização dos produtos Serra da Estrela (queijo, requeijão, borrego e manteiga de ovelha) como produtos de excelência associados à DOP Serra da Estrela e a Oliveira do Hospital.

Recorde-se que a Confraria do Queijo Serra da Estrela é uma das duas madrinhas da entronização da Confraria do Bucho Raiano.
jcl

Neste período do ano em que a serra está coberta de neve e muitos turistas para ali se encaminham, a GNR mantém uma constante patrulhamento do maciço central, no intuito de garantir a segurança de todos os que para aí se dirigem.

Segundo o comunicado semanal do Comando Territorial da Guarda da GNR, ao longo da última semana, e com particular incidência no dia de Carnaval e durante o fim-de-semana, a GNR realizou diversas acções, nomeadamente, de normalização do trânsito, face à grande afluência de pessoas e veículos ao Maciço Central, bem como de prestação de auxilio a condutores e corte de estradas devido à queda de neve. Os meios da GNR da Guarda foram reforçados por militares da Base Táctica de Busca e Resgate em Montanha e do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro.
Devido à grande aglomeração de veículos nas estradas do Maciço Central, no sábado, dia 20 de Fevereiro, houve necessidade de efectuar um corte temporário de trânsito, em algumas estradas, o qual se manteve devido à queda de neve com intensidade. Foi prestado auxílio a 21 veículos, sendo seis pesados de passageiros. Um autocarro avariou junto da rotunda de acesso à Torre, tendo-lhe sido prestado o devido auxílio por parte da GNR e dos Bombeiros Voluntários de Seia, precedendo-se à evacuação dos 35 passageiros para a localidade de Sabugueiro.
Ainda no dia de sábado e após comunicação do Posto da Torre que dava como desaparecida uma criança de 13 anos, militares da Base Táctica de Busca e Resgate em Montanha iniciaram uma busca primária, que resultou infrutífera, mas após recolherem outras informações junto de crianças que tinham estado com o desaparecido, iniciaram nova busca onde integraram elementos dos Bombeiros e decorridos 30 minutos foi possível localizar e alcançar a criança desaparecida que se encontrava em estado de choque e com sinais visíveis de hipotermia.
Foram prestados cuidados primários à vítima, nomeadamente, proporcionando-lhe aquecimento com roupas polares secas para tentar amenizar os efeitos causados pelo frio, vento e neve, sendo, então possível iniciar a seu transporte do difícil local onde se encontrava para a Torre, o que só foi possível alcançar cerca de duas horas mais tarde. Daquele local a criança foi transportada, pelos Bombeiros Voluntários de Loriga, para o Hospital da Cova da Beira, na Covilhã.
Durante a semana foram empenhados, diariamente, entre 4 a 19 militares da GNR, apoiados por duas a seis viaturas Todo o Terreno, duas moto 4 e uma moto da neve.
plb

Finalizo esta rubrica com as casas rurais da zona da Serra da Estrela. Este conjunto é aconselhado a quem pretenda instalar-se à entrada ou em pleno Parque Natural da Serra da Estrela, sendo natural que, no Inverno, algumas fiquem rodeadas de neve, nomeadamente as do Sabugueiro e de Alvoco da Serra.

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»CASA DA CAPELA – Antigo solar fidalgo, situado em Rio Torto (Gouveia). Datado dos finais do Século XVIII. Dispõe de um apartamento, na casa principal, lugar de antigo silo. Um anexo alberga, dois apartamentos, equipados, com sala comum, lareira e uma cozinha e um terraço com excelente panorama sobre a região.Extriormente tem um jardim, com ciprestes, loureiros e nogueiras.
CASA DA PONTE – Outrora era uma fabrica de lanifícios, situada num socalco, bordejada por ribeira, óptimo local para pescar a boa truta da região onde um formoso açude servindo de piscina natural, para os mais afoitos. A casa dispõe de um apartamento no piso inferior com dois quartos que se abrem para o frondoso jardim. Fica situada em Alvoco da Serra (Seia).
CASA DA RIBEIRA – Também situada em Alvoco da Serra, dispõe de seis quartos, com excelente vista para a serra, com salas de estar, cozinha sala de jogos.
CASA DE SÃO ROQUE – Situada no meio da vila de Manteigas, é uma casa envelhecida, com atmosfera ancestral, propicia á nostalgia. Os quartos são pequenos e com mobiliário antigo.
CASA DO CRUZEIRO – Em plena aldeia do Sabugueiro, no alto da serra um conjunto de três casas que funcionam como apartamentos para oito pessoas. A mesma organização, possui além destas três casas licenciadas, 27 casas como turismo de aldeia. Bem recuperadas é modesto o seu interior. No Inverno, quando o tempo e estradas o permitem, organizam-se matanças de porco. Alugam-se bicicletas, esquis, cavalos, canoas e caiaques no rio Alva.

Além destas casas tipicamente rurais, existem, solares, quintas, e propriedades, em parte aproveitadas também como espaço para turismo rural, em várias localidades espalhadas pela Serra da Estrela, nomeadamente: Casa Grande (Paços da Serra, Gouveia); Casa da Queijeira (Torrozelo, Seia); Casa das Tílias (São Romão, Seia), Casas do Toural (Gouveia); Quinta das Adegas (Nabainhos, Melo Gouveia), Solar das Oliveiras (Girabolhos, Vila Nova de Tázem).
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

«Alto da Senhora de Fátima», na estrada do Souto da Casa, o arruinado convento franciscano, onde, reza a tradição, viveu retirado o «nosso» Gil Vicente em fim de vida. Vinha cansado da viagem e sentei-me no alpendre da pequena ermida. Lá fora, o Sol de Outono brilhava sobre os muros da cerca, sobre as escadas de granito e o carreirinho em terra batida, que da estrada subia por entre o arvoredo, até ao cruzeiro. Aos meus pés estendia-se a fértil planície da Cova da Beira, onde florescem oliveiras, milho, fruta e videiras, pequenas aldeias e quintas nos seus muros brancos e telhados vermelhos; e para além delas, os contrafortes acinzentados da Estrela, que subiam a pique desde o Tortozendo.

João ValenteO meu olhar deteve-se numa quinta delicadamente pousada em socalco sobre uma pequena encosta, onde iam e vinham trabalhadores com cestos carregados. Sobre uma elevação, junto à casa principal, dois imponentes ciprestes, erguiam ao céu a sua chama verde. Fizeram-me recordar os ciprestes à entrada da minha aldeia, à sombra dos quais tantas vezes descansei quando vinha do campo.
Um pardal solitário e sonhador equilibrou-se precariamente numa tenra ramada de pinheiro. Duas lagartixas vieram brincar na base do cruzeiro. Corriam velozes, às vezes paravam, cabeças levantadas, a gozar com deleite o ar fresco que subia do vale, depois escondiam-se nas fendas de uma pedra, deixando as caudas de fora. Enfadando-se da brincadeira, acabaram por desaparecer.
Estas observações eram alegres e felizes como o íntimo dos meus pensamentos; Tinha estudado nesta região há longos anos e naquele momento deliciava uma vez mais o olhar naquela verde liberdade, o meu espírito voava de regresso aos dias em que usava sotaina e aos passeios felizes da minha juventude, como se nas minhas recordações a paisagem viesse desfilar em imagens, uma a uma, diante de mim.
CiprestesSurpreendido pelas saudades, comecei trautear entre dentes o estribilho duma velha canção, aprendida nessa época feliz: «Jamais ne sont oubliés les amis du temps passes.» Mais uma vez me veio à memória, a conversa que tivemos há precisamente trinta e dois anos, aqui sob este mesmo alpendre o Lúcio o Camejo e eu, quando ainda tinha uma grande fome em conhecer o mundo e os homens, a essência do amor.
Eu continuaria os estudos eclesiásticos e Filosofia, o Lúcio seguiria a carreira militar como o pai, o Camejo leis. A partir deste dia os nossos caminhos divergiriam para sempre. Agora vejo quão inconscientemente feliz era nessas minhas ilusões! Como se alguém pudesse conhecer os homens, a essência do amor… O amor! O meu caminho, é bom de ver, enviesou, e depois de uma breve incursão na Teologia e Filosofia, acabei em Direito também!
Olhei de novo a paisagem. Sobre o vale pairou um aroma a folhas secas, e o crepúsculo deu um repentino tom azul e sombrio à Estrela e laranja ao céu. Então julguei ver na sombra projectada do cruzeiro o espectro do meu passado, e senti um arrepio de frio na espinha. De um pulo levantei-me, vesti o casaco, e com passos ligeiros desci pelo carreirinho à beira da floresta, em direcção à estrada que serpenteia até à cidade.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O primeiro Festival da Memória Sefardita que se realizará em Novembro na Guarda está a ser promovido pelo Turismo Serra da Estrela com a presença das autarquias de Belmonte, Guarda e Trancoso na Feira Internacional de Turismo do Mediterrâneo, na cidade israelita de Tel Aviv.

Delegação Turismo Serra da Estrela em IsraelO objectivo é sair do mapa de Espanha, criando Portugal, assim uma identidade própria, criando uma nova oferta no turismo judaico.
A delegação é constituída por Jorge Patrão, presidente da Turismo Serra da Estrela, os presidentes dos municípios de Belmonte, Amândio Melo, de Trancoso, Júlio Sarmento, e da Guarda, Joaquim Valente, pelo director da agência de viagens Alegretur, Isaac Assor (membro da Comunidade Judaica), jornalistas e técnicos da Turismo Serra da Estrela.
Isaac Assor não tem dúvidas de que «existe aqui um potencial grande que pode ser desenvolvido tendo em conta que em Belmonte existe uma Comunidade Judaica, de raízes ancestrais, ainda viva e activa, além do Museu Judaico (único no país), a Judiaria (bairro judeu) e a Sinagoga Beit Eliau (Casa de Elias) mas também em Trancoso onde esta em curso o processo de construção do Centro de Estudos Isaac Cardoso (médico, filosofo e escritor, nascido nesta cidade em 1603 filho de cristãos novos, entre outras obras das Excelências e Calúnias dos Judeus publicado em Amesterdão em 1678) além da sua extensa Judiaria e a Guarda onde vai ser instalado o Memorial dedicado ao Cônsul de Bordéus, Aristides Sousa Mendes, e pelo facto de ali existir uma Judiaria de origem medieval».
Jorge Patrão realçou a «importância que a componente do turismo judaico, em alternativa à neve, sazonal, pode ter no contexto do turismo regional mas também de impacto nacional e internacional, até porque em toda a região, sobretudo em Belmonte, Trancoso e Guarda, os testemunhos são muitos e o património material e imaterial é abundante».
No ano passado, o Museu Judaico de Belmonte recebeu 17 840 visitas, mais 16 por cento que no ano anterior. Destes visitantes, dez por cento eram judeus oriundos de países como Israel, Estados Unidos da América, Brasil e Canadá.
O primeiro Festival da Memória Sefardita realizar-se-á de 1 a 7 de Novembro no Teatro Municipal da Guarda, com actividades em Belmonte, Trancoso e dois dias com data a definir, em Lisboa.
O programa inclui conferências dedicadas à história sefardita com especialistas internacionais, actividades ligadas à música e cultura judaica e abertura de novos equipamentos ligados à temática.
Para Trancoso está prevista a inauguração do Centro de Estudos Isaac Cardoso e na Guarda deverá ser inaugurado um memorial a Aristides de Sousa Mendes. Previsto está ainda a apresentação de novos produtos kosher da região.
aps

A 3.ª edição dos Roteiros Gastronómicos do concelho do Sabugal vai estar em destaque, na próxima quinta-feira no programa «Portugal em Directo» da RTP-1. Os sabores gastronómicos à disposição nos 13 restaurantes aderentes e o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano serão tema de conversa na reportagem assinada pelo jornalista Jorge Esteves.

Roteiros Gastronómicos do Sabugal - 13 a 16 de FevereiroEsta quinta-feira, 11 de Fevereiro, o programa da RTP-1 «Portugal em Directo», emitido entre as 18 e as 19 horas, estará em directo no concelho do Sabugal para divulgar os Roteiros Gastronómicos organizados pela Câmara Municipal. Entre outros estão previstas as intervenções de responsáveis autárquicos, de gerentes de restaurantes e do grão-mestre do Capítulo da Confraria do Bucho Raiano.
No fim-de-semana alargado do Carnaval multiplicam-se pelas terras beirãs as iniciativas para seduzir turistas nacionais e internacionais a visitar as belezas naturais e provar a diversificada gastronomia regional. O concelho do Sabugal juntou-se à «oportunidade» e desde há uns anos que tem vindo a promover a gastronomia raiana durante este período de folia ampliado pelas férias escolares. A possibilidade de ter a Serra da Estrela a poucos quilómetros de distância e a «sorte» de poder ver cair neve é mais uma sedução para rumar até às terras raianas.
A 3.ª Edição dos Roteiros Gastronómicos do Sabugal, organizada pela Câmara Municipal decorrem entre 13 e 16 de Fevereiro e são introduzidos na sexta-feira pelo Colóquio «Entre o Fogão e o Cliente» no Auditório Municipal. A intervenção principal estará a cargo de Paulo Vaz, director da Escola de Hotelaria e Turismo do Douro com o tema «A importância da Gastronomia no Turismo e na Economia Local».
Ao longo dos quatro dias estarão disponíveis nos 13 restaurantes aderentes – «O Pelicano», em Alfaiates; «Bica dos Covões», em Badamalos; «El Dorado», nos Fóios; «Trutalcôa», em Quadrazais; «Éden», na Rebolosa; «Zé Nabeiro», no Soito, «D. Sancho I», em Sortelha; e «Atlântida», «O Lei», «O Templo», «RaiHotel», «Sol-Rio» e «Robalo» no Sabugal – os petiscos e os pratos tradicionais estarão disponíveis nas ementas. Trutas do Rio Côa, caldudo, caldo escoado, canja dos cornos, vitela, borrego e cabrito do Sabugal, castanhas, tortulhos, salada de meruges e os enchidos onde reina o bucho raiano como especialidade máxima. As sopas paridas, os coscoréis e as floretas são algumas das sobremesas típicas que podem, também ser apreciadas durante o fim-de-semana de Carnaval no Sabugal.
Uma das iniciativas em destaque é o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano, no sábado de Carnaval, no Restaurante Robalo com a presença de confrades devidamente trajados e seus convidados que vão ter à sua disposição o Bucho Raiano.

Nunca é tarde para mudar e emendar especialmente se os argumentos forem positivos e fortes. «Roteiros Gastronómicos» podem ser feitos em qualquer concelho deste país mas… «Roteiros Gastronómicos do Bucho Raiano» apenas o Sabugal pode apresentar.
jcl

Ainda por terras da Beira Baixa, no Fundão e Covilhã não podemos esquecer o aproveitamento de duas Quintas e de um Solar, para turismo rural…

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»QUINTA DO OURIÇO – Em Castelo Novo (Fundão) que é uma das dez localidades beirãs, abrangidas pelo Programa das Aldeias Históricas. A construção impressiona pela unidade arquitectónica do conjunto e pela manutenção de um ambiente rural que se julgava há muito extinto.
A Casa da Quinta do Ouriço data do Século XVII destacando-se, no seu exterior, a fachada da capela onde ainda se vêem um sino e o brasão da família Correia de Sampaio.
É rodeada por um espaço bem cuidado, com um campo de ténis com vista para a aldeia e o vale e uma piscina construída junto das antigas dependências agrícolas, agora adaptadas ao lazer. Completam o quadro um jardim com camélias centenárias, tendo à vista trecho da ribeira que atravessa o subsolo da quinta. Apresenta duas suites, cinco quartos e varias salas com tectos de masseira.
CASA DOS MAIAS – Solar barroco do século XVIII, dotado de capela e jardim, encontra-se situado na praça principal da cidade do Fundão. Como os antigos solares têm a forma de um L, conservando o pátio de entrada onde estacionavam as carruagens de onde sai imponente escadaria para o primeiro piso. O salão nobre é um verdadeiro retorno ao passado, com uma conversadeira de três lugares, um canapé império, várias mobílias do século XIX em pau-santo, fotos e óleos de antepassados.
A casa tem cinco quartos com espelhos rotativos e aliam o bom gosto e vários estilos. Tem ainda uma ampla sala de jantar, um jardim de Inverno com vistas para o jardim exterior, uma enorme sala para pequenos-almoços na antiga cozinha com uma chaminé de fumeiro e uma colecção de utensílios antigos.
QUINTA DO SANGRINHAL – Está situada em plena Cova da Beira a dois quilómetros do centro da Covilhã, em Boidobra. Era uma casa agrícola que apoiava a quinta. Trata-se de uma típica casa beirã de paredes de granito, a única coisa que ficou de pé na fase de reabilitação. Está decorada no estilo rústico com mobílias antigas. Na quinta, de catorze hectares, além de actividades agrícolas funciona um canil de cães da raça Serra da Estrela.

Na crónica anterior sobre as casas de habitação rural da Beira Interior Norte, referiram-se somente as existentes no concelho do Sabugal. Nesta zona e nos concelhos da Guarda, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Meda, existem também as seguintes casas de habitação rural:
QUINTA DA PONTE – Fica situada entre Celorico da Beira e a Guarda. É num cenário bucólico entre rochedos da serra e onde corre o rio Mondego, que foi construída a Quinta da Ponte. Durante 50 anos a casa foi submetida a várias obras entre as quais a mais importante foi a construção de uma capela em 1725 de frontaria neoclássica e consagrada a Nossa Senhora da Vitória. A quinta resultou de um projecto de restauro do solar do século XVII e do reaproveitamento dos jardins e espaços verdes para a construção de um conjunto de apartamentos T1, quartos, salas e tenda para acontecimentos sociais. Possui ainda piscina, campo de ténis e um picadeiro a 4 km.
QUINTA DO PINHEIRO – Situada em Cavadouce (Guarda) localizada no vale do Mondego, a quinta do Pinheiro assume-se como produtora de queijo da Serra da Estrela, recorrendo aos métodos tradicionais característicos da região. Quinta do século XVI, terá sido o seu primeiro proprietário o cronista-mor do reino, no tempo do Rei D.Manuel I. De linha arquitectónica senhorial todos os edifícios foram recuperados segundo a traça original sendo o granito uma presença relevante. Os três quartos de que dispõe ficam situados no edifício da quinta mas em zona independente da casa principal, sendo amplos e de decoração rústica agradável. A sala comum, espaçosa e acolhedora dá para o pátio interior, como é característico das casas beirãs convidando a um tempo repousante. Existe também um amplo salão de jogos e uma piscina bem enquadrada no jardim.
QUINTA DE SÃO JOSÉ – Situada em Aldeia Viçosa (Guarda) é uma casa agrícola na posse da mesma família há várias gerações e inserida no meio de genuína actividade agrícola. Oferece a serventia de um apartamento com decoração rústica e sóbria, que em tudo diz estarmos em verdadeira casa rural, não faltando a lareira com ancestral fumeiro.
Na falta de piscina, o tanque de rega confere a autenticidade final e se tiver licença de pesca, poderá pescar trutas no rio Mondego que confina com a quinta.
CASA DE SÃO PEDRO DE LINHARES – Situada no centro da aldeia histórica do mesmo nome Linhares da Beira, o seu acesso faz-se através de um pátio tipicamente beirão de casa de aldeia sala está situada no piso térreo e o quarto desafogado, no primeiro andar. Em Linhares pode-se assistir a provas de parapente, cujos praticantes iniciam os seus voos nas arribas rochosas sobranceiras à aldeia.
CASA DO BRIGADEIRO – Solar agrícola, situado na Lageosa do Mondego, deve o seu nome a um antigo proprietário, militar de carreira e cuja patente apadrinhou a casa. Construída por um avô do militar e proprietário de uma roça em São Tomé, esta casa chega aos nossos dias com visíveis ligações aquela ilha. Os hóspedes poderão desfrutar de frondoso jardim com uma centenária magnólia de resto classificada como de interesse público.
CASA DOS OSÓRIOS – Situada em Celorico da Beira, é uma construção solarenga com acesso por elegante balcão, com escadaria de granito, rematado com pináculos e ostentando na frontaria, uma bonita pedra de armas.
A sua construção data de fins do Século XVIII, tendo sofrido transformações no Século XIX. Para a prática de turismo rural dispõe no edifício principal de quatro quartos duplos, com casa de banho privativa e em construção anexa mais dois apartamentos.
Possui confortáveis salas de convívio, biblioteca, sala de snooker, sala de musica, de campo de ténis e bar.
SOLAR DE LONGROIVA – Situado no centro da aldeia que lhe dá o nome do concelho de Meda, esta construção solarenga, dispõe de quatro quartos que facultam uma óptima vista sobre as serranias envolventes..
CASA DO BALDO – O antigo proprietário João Baldo, deu nome a esta casa e os actuais proprietários procederam à sua reconstrução.
Hoje encontramos uma casa que exteriormente se enquadra perfeitamente na histórica aldeia de Castelo Rodrigo, sendo que o seu interior nos oferece uma casa moderna. Do alto das muralhas da cidadela medieval, o visitante tem soberbo panorama sobre as Terras de Riba-Côa.
CASA DO PÁTIO DA FIGUEIRA – No interior da praça-forte de Almeida, vamos encontrar uma casa especialmente concebida para quem por aqui quer ficar.
Duas salas grandes e bem decoradas no rés-do-chão, dão para um pátio donde se vê a piscina e está plantada a figueira que dá nome à casa. Nos andares cimeiros, encontram-se os quartos, numerados, segundo datas importantes do historial da vila (1296, 1385, 1762 e 1810).
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

O Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela agrupa cada vez um maior número de municípios, que pretendem beneficiar do turismo que a serra mais alta de Portugal proporciona. Depois e Oliveira do Hospital, Penamacor e Mangualde, surge também agora o município de Tábua a manifestar interesse em deixar o Turismo Centro de Portugal para integrar o Turismo Serra da Estrela (TSE).

Jorge Patrão, líder do Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela, sucedâneo da anterior Região de Turismo, tem razões para sorrir. O TSE é uma marca em expansão, atraindo cada vez mais visitantes e fazendo também crescer o interesse dos autarcas da região em integrarem esta estrutura recentemente formada.
O presidente da Câmara Municipal de Tábua, Engenheiro Ivo Portela, manifestou agora interesse em fazer com que o seu município saia do Turismo Centro de Portugal e passe a integrar o Turismo Serra da Estrela. O autarca considera que Tábua tem grandes ligações à Serra da Estrela, razão principal para a pretendida mudança. Ainda que por ora tal não passe de uma intenção, o certo é que Ivo Portela, que tem uma forte ligação afectiva ao concelho do Sabugal, disse gostar de estar onde possa tirar mais contrapartidas para o seu concelho, dando claramente a entender que a Serrada Estrela poderá ser a breve trecho a solução para tábua em termos de aposta turística.
Originalmente o Pólo de Desenvolvimento do Turismo Serra da Estrela, criado com a mudança na organização da regiões de turismo, surgida em 2008, era integrado pelos municípios de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia (Serra da Estrela), Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal e Trancoso (Beira Interior Norte) e Belmonte, Covilhã e Fundão (Cova da Beira).
O Sabugal, que durante anos esteve afastado da Região de Turismo da Serra da Estrela, optou por integrar a nova estrutura de apoio ao turismo, logo que a reforma de 2008 foi aprovada.
plb

O concelho da Mêda mostrou-se este ano, perla primeira vez na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) que decorreu de 13 a 17 de Janeiro, na Feira Internacional de Lisboa (FIL), numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal, inserida no espaço dedicado ao Pólo Turismo Serra da Estrela, a que pertence.

Jorge Patrão e Armando CarneiroO presidente do Município, Armando Carneiro, que desde o inicio do certame acompanhou a iniciativa, considerou que «este foi um local que permitiu ao concelho da Mêda mostrar-se aos portugueses e estrangeiros, aos empresários e operadores turísticos, as potencialidades económicas, patrimoniais e turísticas de um concelho que, sendo do interior, tem vontade de afirmar-se e desenvolver-se».
O espaço dedicado ao concelho da Mêda foi visitado por elevado número de visitantes da BTL que tiveram ocasião de degustar alguns produtos desta terra, onde os vinhos, sobretudo, foram atractivo e referência.
O presidente da Câmara Municipal, Armando Carneiro, foi o anfitrião desta iniciativa a que se associaram produtores-engarrafadores da Mêda, José Rocha (vinho «Aravos») e José Cardoso (vinho «Quinta dos Romanos»). É de assinalar que o «vinho generoso ou fino» da Mêda foi um dos produtos que acolheu os visitantes neste espaço partilhado com as autarquias da Guarda, Seia e Trancoso.
«Foi em ambiente de festa que os presidentes de Juntas de Freguesia, vereadores e outras entidades do concelho de Mêda visitaram o stand numa iniciativa patrocinada pelo Município que conferiu uma vontade de querer e afirma a Mêda e seu concelho como referência quer no pólo de Turismo Serra da Estrela quer no contexto do turismo nacional e internacional», referiu ainda o presidente Armando Carneiro.
aps (com «Mêda em Movimento»)

GALERIA DE IMAGENS – BTL 2010 – 16-1-2009
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

A Espanha celebrou em 1998 o 4.º Centenário da morte de Filipe II. Por todo o País (e também no estrangeiro) realizaram-se exposições, congressos, seminários, cerimónias públicas, etc. Na verdade, o país vizinho tinha toda a razão em homenagear condignamente a memória de um dos seus melhores monarcas, aquele que conduziu a Espanha à sua época mais gloriosa, o «Siclo del Oro». O império de Filipe II era tão vasto que nunca nele o Sol se punha: estendia-se de Barcelona a Lisboa, da Sicília à Flandres, de Ceuta ao Cabo, de Goa às Filipinas, do México ao Brasil.

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaE Portugal, do qual ele também foi monarca, que fez? Assobiou para o ar, distraidamente, fingindo nada ser consigo. Fez e disse bravatas nacionalistas, com as quais pensava esconjurar o papão do iberismo. Foi incapaz de lembrar Filipe II sem complexos.
Que sentido tem, nos dias de Schengen e do euro, a hipersensibilidade portuguesa face ao seu poderoso vizinho espanhol? Por que razão, sempre que falamos da invasão do mercado português por produtos espanhóis, gritamos logo «Vêm aí os Filipes»? Que explicações daria Freud para a algazarra mediática que aqui há tempos se escutou, só porque uma senhora acusou o Governo português de fazer fretes aos Espanhóis ao construir o TGV? «Aqui-del-rei, aí está o imperialismo espanhol!», gritaram os pequenos e médios nacionalistas. «Às armas, às armas, contra os castelhanos marchar, marchar!», bramiram os ultranacionalistas.
Disparates! A partilha dos poderes do Estado português começou a fazer-se no dia em que, no Mosteiro dos Jerónimos, foi assinado o Tratado de Adesão à CEE. A partir de então, o nosso destino colectivo passou a estar associado ao da Espanha e ao de mais 25 países. Essa comunidade de destinos é hoje económica, social, cultural e, no futuro, será cada vez mais, também, política. Queiram ou não os nacionalistas de todas as dimensões e os velhos do Restelo de todos os matizes, a União Europeia não volta atrás. O tempo do «orgulhosamente sós» acabou definitivamente.
A União Europeia contém dentro de si, como é óbvio, uma componente de União Ibérica. Mas a União Europeia, simultaneamente, é a nossa melhor defesa contra as tentações hegemónicas castelhanas.
Portanto, exorcisemos de vez os fantasmas iberistas e esqueçamos que «de Espanha nem bom vento nem bom casamento». Este ditado deve ter sido inventado por algum marido régio, dasapontado com o camafeu que lhe impuseram como noiva. Nós, os raianos, que contamos como amigos muitos espanhóis, nunca notámos que de lá soprassem maus ventos. Aliás, eram bem mais frios os da serra da Estrela que os da serra da Xalma. Bem fazem os autarcas da Raia em abrir estradas a ligar as aldeias dos dois lados da fronteira e em geminar povoações. Que nunca as mãos lhes doam!
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

O concelho do Sabugal marca presença na 22.ª edição da BTL (Feira Internacional de Turismo de Lisboa) em dois espaços de referência promovidos por técnicas do município no pavilhão 2. O turismo sabugalense (restauração e alojamento) está integrado na Região de Turismo da Serra da Estrela e o complexo das Termas do Cró no stand das Termas de Portugal.

A 22.ª edição da BTL-Feira Internacional de Turismo dirigida aos profissionais do sector foi inaugurada esta quarta-feira, 13 de Janeiro, pelo Ministro da Economia, da Inovação e Desenvolvimento, José Vieira da Silva. O governante aproveitou a ocasião para relembrar o «estatuto de grande palco internacional das actividades turísticas com a presença de mais de 1000 empresas de 45 países, dez dos quais estreantes».
A maior feira de turismo nacional propõe aos visitantes profissionais e ao grande público visitar Portugal de Norte a Sul, ao longo de 3 pavilhões, oferecendo destinos e actividades de todas as regiões do País.
O concelho do Sabugal mostra-se no Pavilhão 2 no stand da Região de Turismo da Serra da Estrela (com uma enorme fotografia do castelo de Sortelha) oferecendo a boa gastronomia raiana e os alojamentos em turismo rural e unidades hoteleiras e no stand «Termal & Spa’s» das Termas de Portugal que inclui este ano a grande novidade «Centro Termal do Cró – Sabugal» dando a conhecer a oferta turística e os serviços e equipamentos envolvidos. NOs dois espaços estão presentes para promover e dar todas as informações necessárias as técnicas da autarquia sabugalense.
A vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Delfina Leal, representou a autarquia na III Conferência Internacional da BTL «Saúde e Bem-Estar – Novas Oportunidades para Portugal» promovida pela AIP-CE, a Associação de Turismo de Lisboa, o Turismo do Estoril e a Associação das Termas de Portugal. O turismo termal (Saúde e Bem-Estar) é uma das grandes apostas estratégicas da edição 2010 como destino turístico assim como a aposta continuada nos sectores da gastronómia e do turismo rural.
O congresso teve lugar no primeiro dia da maior feira do Turismo nacional e projectou para profissionais do sector a temática da «Saúde e Bem-Estar» identificada no Plano Estratégico Nacional de Turismo como um dos dez produtos turísticos em que deverá assentar a estratégia de desenvolvimento turístico de Portugal. A autarca sabugalense tomou conhecimento com as boas práticas nacionais das Estâncias Termais e das unidades hoteleiras com SPA que contribuem para a afirmação de Portugal como destino de saúde e bem-estar, bem como as experiências internacionais de operacionalização turística deste segmento.
O sector da Saúde e Bem-Estar é um dos 10 produtos definidos pelo PENT – Plano Estratégico Nacional do Turismo, com um crescimento previsto, a nível europeu para os próximos anos, que oscilará entre os 5 e os 10 por cento atingindo 6 milhões de viagens anuais.
As estâncias termais portuguesas estão a desenvolver e diversificar a sua oferta, com vista às novas necessidades e hábitos de consumo, investindo em novos equipamentos e requalificação dos recursos humanos. O perfil de clientes destes produtos turísticos aponta, por razões de saúde, para estâncias termais, tradicionalmente vocacionados para a terapia, com a dignidade e o conforto que a sua situação específica aconselha e a procura do seu destino é escolhido como um fim. Acima de tudo o que qualquer pessoa procura, além dos tratamentos das mais diversas tipologias, ou apenas de passagem, é toda uma sensação de comodidade e bem-estar aliada à descoberta da paisagem da região envolvente.
A BTL tem com estrelas a África do Sul (a nível internacional) e Lisboa (no plano nacional) e decorre na FIL, Parque das Nações, para profissionais nos dias 13, 14 e 15 de Janeiro (das 10 às 20 horas) e para profissionais e público no dia 16 (das 10 às 23 horas) e finalmente no dia 17 (das 10 às 20 horas).

Há um ano teve lugar neste espaço uma ampla discussão sobre a não-presença do Sabugal na BTL. Mais vale tarde do que nunca.
jcl

Dentre as centenas de locais nomeados para o concurso «7 Maravilhas Naturais de Portugal» está o Parque Natural da Serra da Malcata, atendendo à sua beleza e unicidade da paisagem, sua importância ecológica e estado de conservação, critérios de base de que se serviram os especialistas.

Serra da MalcataO concurso integra sete categorias: Zonas Marinhas, Zonas Aquáticas Não Marinhas, Grutas e Cavernas, Praias e Falésias, Florestas e Matas, Grandes Relevos e Áreas Protegidas.
De acordo com dados constantes na página on-line das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, fazem ainda parte dos nomeados outros locais da região, como a Serra do Pisco (Guarda), o Vale do Rio Águeda (Figueira de Castelo Rodrigo), Casais do Folgosinho (Gouveia), Vale Glaciar do Zêzere e Covão d’Ametade (Manteigas), Rio Ocreza e Serra da Gardunha (Fundão), Ribeira do Paul (Covilhã), Parque Icnológico de Penha Garcia e Inselberg de Monsanto (Idanha-a-Nova).
A maior parte das candidaturas validadas são montanhas, vales, serras e formações rochosas, onde se destacam, entre outras as serras de Marvão e São Mamede (Portalegre) ou as Pedras Parideiras (Arouca) e a Pedra Bolideira (Chaves). O rio Vez (Arcos de Valdevez), as Fisgas de Ermelo (Mondim de Basto) e as Portas do Vale do Almourão (Proença-a-Nova).
A categoria de Zonas Aquáticas Não Marinhas inclui a Lagoa de Óbidos, a Ria de Alvor (Portimão), os rios Mouro (Monção), Alva (em Moura Morta, Poiares), Douro (Peso da Régua) e Paiva (Arouca). Integra ainda a Cascata da Cabreia (Sever do Vouga), a Fraga da Pena (Arganil) e o Sapal do Rio Coina (Barreiro).
Já nas Zonas Marinhas destaca-se a Ilha da Berlenga e a Onda dos Supertubos, na praia do mesmo nome, em Peniche.
A praia da Amoreira (Aljezur), o Litoral do Guincho (Cascais), a Ponta João D’Arens (Portimão), o Cabo da Roca (Sintra) e a Fajã dos Padres (Madeira) integram a categoria Praias e Falésias. Esta inclui ainda a Praia Velha, Concha e São Pedro de Moel (Marinha Grande), as Falésias do Cabo Mondego (Figueira da Foz) e as praias fluviais de Fragas de São Simão e Ana de Aviz (Figueiró dos Vinhos).
A Furna do Enxofre (Santa Cruz da Graciosa, Açores), as grutas de Alvados, Santo António e Mira e Aire (Porto de Mós), Moeda (Batalha) e o Algar do Pena (Santarém) aparecem na categoria Grutas e Cavernas.
Nas Florestas e Matas há a assinalar as candidaturas da Mata Nacional do Buçaco (Mealhada), o Pinhal do Rei/Mata Nacional de Leiria (Marinha Grande) e os Montados de Sobro e Azinho (Avis, Portalegre), entre outras.
A Reserva Natural da Serra da Malcata concorre na categoria reservada às áreas protegidas, donde ainda fazem parte o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a Ria Formosa (Algarve), o Estuário do Tejo ou a Floresta Laurisilva (São Vicente, Madeira), o Parque Natural de Montesinho (Vinhais) e a Área da Reserva da Lagoa de Santo André (Santiago do Cacém).
A lista de candidaturas será analisada por 77 especialistas que vão eleger as 77 candidatas (11 de cada categoria) para a fase seguinte, o que acontecerá a 7 de Fevereiro.
Em 7 de Março são anunciados os 21 locais finalistas (três por categoria). A votação pública para as 7 Maravilhas Naturais de Portugal acontecerá depois até 7 de Setembro.
plb

A Guarda Nacional Republicana registou na última Operação Natal e Ano Novo 52 acidentes de viação nas estradas do distrito da Guarda, de onde resultaram um morto, dois feridos graves e 15 feridos leves, números que representam um aumento dos acidentes e das suas consequências em relação ao ano transacto.

Brigada Trânsito GNRA Operação Natal e Ano Novo decorreu no período entre 23 de Dezembro de 2009 e 3 de Janeiro de 2010. Comparativamente ao ano anterior, verificou-se um aumento no número de acidentes (mais 8) e, no tocante as consequências registou-se igual número de feridos graves (2), e um aumento nos feridos leves (mais 7). Registou-se ainda uma vitima mortal (em 2008 não houve qualquer morte nas estradas neste período).
Mau grado os resultados, o Comando Territorial da Guarda refere em comunicado que durante a Operação exerceu um grande esforço em matéria de segurança rodoviária, tendo efectuado 310 patrulhamentos e empenhando um total de 694 efectivos. «Também a acção fiscalizadora foi tida em conta, nomeadamente, no tocante as manobras perigosas e condução sob efeito do álcool. Em matéria de álcool foram fiscalizados 1535, condutores, tendo-se verificado 11 excessos, dos quais 3 constituíram ilícito criminal por apresentarem uma TAS igual ou superior a 1,2 gr/l», refere a GNR. Em matéria de excesso de velocidade foram controlados 3619 veículos e registaram-se 44 situações de infracção, informa ainda o comunicado.
No dia 29 de Dezembro, o Comando Territorial levou a efeito uma Operação na área do Parque Natural da Serra da Estrela, onde foram empenhados 34 efectivos com vista a detectar situações de infracção e sensibilizar as populações para as preocupações e cuidados a ter na preservação da natureza e ambiente. Foram elaborados dois autos de contra-ordenação.
Ao longo da semana, foram empenhados diariamente, nas vias de acesso ao Maciço Central da Serra da Estrela, entre 10 e 20 militares da Base Táctica de Busca e Resgate em Montanha do GIPS/GNR e cinco do Comando Territorial da Guarda, os quais desempenharam missões de regularização de trânsito e vários fechos e reaberturas ao tráfego das vias da serra, em função das condições meteorológicas. Também auxiliaram o Centro de Limpeza de Neves na retirada de turistas, comerciantes e trabalhadores da zona da Torre, face a situações de intensa queda de neve. Auxiliaram ainda na busca de duas pessoas que, por instantes, se desorientaram, junto à estância de esqui.
Durante a semana a GNR da Guarda deteve sete Indivíduos em flagrante delito, pela prática dos crimes: condução sob o efeito do álcool, condução sem habilitação legal, desobediência (condução com carta apreendida), posse de estupefacientes, falsificação de documentos (titulo de condução) e ameaças e injúrias a militares da GNR.
plb

O Turismo de Portugal vai financiar a construção de três novos hotéis na região da Serra da Estrela, com o fim de dar suporte ao turismo. O investimento nos novos hotéis beirões ronda os 20 milhões de euros.

Penamacor, Fornos de Algodres e Gouveia serão as localidades que recebem as novas unidades hoteleiras. Em Penamacor vai construir-se o hotel de três estrelas Quinta do Cafalado, que orça em 6,3 milhões de euros. Trata-se do primeiro hotel deste concelho raiano da Beira Interior, e terá 52 quartos. A sua construção resulta de um consórcio entre a Câmara de Penamacor e a empresa de gestão de complexos urbanísticos Martep, de Pombal. Esta nova unidade hoteleira poderá complementar o serviço já prestado pelas unidades hoteleiras de Belmonte e Sabugal, apoiando o turismo na região raiana.
Também Fornos de Algodres terá um hotel pela primeira vez na sua história. Terá quatro estrelas e chamar-se-á Hotel Terras Serranas, tendo 108 quartos e correspondendo a um investimento privado de 8,5 milhões de euros.
Em Gouveia será construído o Hotel Lótus, sendo das três novas unidades hoteleiras a que fica mais próxima da Serra da Estrela. Para este investimento ainda falta assinar o respectivo contrato de construção, cujo texto está em fase de conclusão. Será um hotel de charme, de quatro estrelas, a ele correspondendo um investimento de 4,3 milhões de euros.
plb

A Estância Vodafone reabriu hoje, 15 de Dezembro, duas das suas nove pistas de esqui na Serra da Estrela, o que garante a possibilidade da prática da modalidade pelos desportistas e turistas que decidam subir ao alto da serra.

As baixas temperaturas que se têm vindo a fazer sentir nestes últimos dias permitiram à estância fabricar grande quantidade de neve, assim se assegurando a abertura de duas pistas: a do Covão e a do Cântaro.
As restantes pistas encontram-se ainda encerradas: Vale, Loriga, Lagoa, Viriato, Estádio, Estrela e Torre. Também se mantém fechado o Snow Park. Tudo poderá porém abrir em breve, caso as temperaturas baixas se mantenham e neve em abundância na serra.
Na falta de neve suficiente a estância produz neve artificial através dos canhões que a equipam, assim garantindo condições de funcionamento. A estação de esqui possui infra-estruturas para a prática de desportos de Inverno, sendo possível alugar equipamentos para a prática de esqui e snowboard.
Esta estância de esqui possui nove pistas, com um total de 7,7 quilómetros, consideradas boas para esquiadores iniciados, havendo também pistas para esquiadores experientes.
Desde 2005 que a empresa de telecomunicações britânica Vodafone patrocina a estância de esqui, sendo também responsável por muitas das melhorias que foram introduzidas e que permitem o seu melhor aproveitamento pelos desportistas e turistas que sobem ao alto da serra.
plb

A Turistrela é uma empresa vocacionada para o ambiente e turismo de natureza que calendarizou para o mês de Setembro actividades de interpretação da Natureza no Parque Natural da Serra da Estrela.

Lagoa Comprida - Serra da EstrelaO calendário de actividades do mês de Setembro da Turistrela-Ambiente e Turismo de Natureza propõe diversas iniciativas de interpretação da Natureza no Parque Natural da Serra da Estrela.
Decorreu no passado dia 5 de Setembro uma saída de campo para «Observação das borboletas no Parque Natural da Serra da Estrela». Em todo o Parque Natural existem cerca de 100 espécies de borboletas diurnas e 700 de borboletas nocturnas. Nesta actividade pretende-se dar a conhecer algumas das espécies que vivem no Parque e como se desenvolve o estudo deste grupo de animais ainda pouco conhecido em Portugal. O encontro foi marcado para o CIT-Centro de Interpretação da Torre e incluiu sessão nocturna.
Para sábado, dia 19, está marcado um workshop sobre «A transumância e a pastorícia na Serra da Estrela», dinamizado por técnicos do Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, na Covilhã. No encontro vão ser abordadas as temáticas do enquadramento geográfico, abordagem histórica, evidências patrimoniais e sobrevivências e reminiscências do pastoreio na actualidade. O encontro terá início às 10 horas no CIT-Centro de Interpretação da Torre.
No domingo, dia 20, será feita uma «Observação de aves no Parque Natural da Serra da Estrela». As aves são o grupo de animais mais fáceis de observar e que, desde sempre, despertaram a nossa curiosidade, sobretudo pela sua peculiaridade na capacidade de voar e pelo canto. Também na Serra da Estrela encontramos algumas espécies de aves que se adaptaram às condições da montanha e aos ecossistemas de altitude e, por isso, muitas delas são raras no nosso país. Das cerca de 100 espécies de aves nidificantes na Estrela a organização do evento destaca as mais emblemáticas: melro-das-rochas (monticola saxatilis), melro-azul (monticola solitarius), sombria (emberiza hortulana), cia (emberiza cia), águia-caçadeira (circus pygargus), falcão-peregrino (falco peregrinus), águia-real (aguila chrysaetos), águia-cobreira (circaetus gallicus), abutre-do-egipto (neophron percnopterus), corvo (corvus corax), gralha-de-bico-vermelho (pyrrhocorax pyrrhocorax), chasco-cinzento (oenanthe hispanica), cegonha-negra (ciconia nigra), petinha-dos-campos (anthus campestris). Os interessados devem comparecer equipados com binóculos (8x a 10x), guia e caderno de campo, às 10 horas, no Hotel Serra da Estrela.
No último sábado, dia 26, a Turistrela organiza um percurso circular em torno da maior lagoa da Serra da Estrela. O percurso é acessível com uma primeira parte em caminho largo de terra batida. A segunda parte do percurso é mais acidentado, embora não muito desnivelado, pois o itinerário é feito na vertente mais rochosa da Lagoa Comprida. A paisagem no local apresenta vestígios do glaciar do Covão Grande. O ponto de encontro é no CIT-Centro de Interpretação da Torre às 10 horas.

Os contactos para marcações ou informações devem ser feitos para a Turistrela-Ambiente e Turismo de Natureza. Aqui.
jcl

A associação Movimento Independente de Manteigas (MIM), com a colaboração de outras associações do concelho, vai realizar nos dias 1 e 2 de Agosto a iniciativa «Manteigas Sport’s Alive», que inclui um conjunto de actividades de cariz cultural e desportivo.

DJ's_webHaverá torneio de futebol de praia, orientação pedestre, esqui, rapel, escalada, canoagem, parapente, ginástica. Está ainda previsto um serão musical com diversas actuações e ainda muitos e variados jogos tradicionais. Os participantes poderão também acampar.
Destaque para o primeiro dia, às 23 horas, dm que haverá um espectáculo de música e dança com a intervenção de diferentes artistas.
As actividades previstas no «Manteigas Sport’s Alive» têm por objectivo promover aquele concelho serrano e o Complexo Lúdico/Desportivo da Relva da Reboleira, onde as mesmas se realizarão.
O MIM é um movimento independente que pretende contribuir positivamente para o desenvolvimento de Manteigas a diversos níveis, sentido em que se inscreve esta interessante iniciativa repleta de actividades desportivas e culturais.
plb

A Turismo Serra da Estrela (TSE) está representada na feira que decorre em Zamora, Espanha, entre os dias 2 e 5 de Junho, para promover produtos alimentares regionais.

TSE - Turismo Serra da EstrelaA Turismo Serra da Estrela (TSE) está representada na feira que decorre em Zamora desde o passado dia 2 e até ao próximo dia 5. Esta feira, que conta com a participação das principais entidades regionais de turismo de Portugal e de Castilla y León, pretende promover produtos alimentares de qualidade típicos de cada entidade regional de turismo, através da exposição e degustação dos mesmos.
Nesta feira a TSE está representada com três espaços promocionais: «Serra da Estrela-Turismo», «Produtos Regionais» e ainda «Produtos Kosher Serra da Estrela».
Entretanto, em comunicado, a TSE informou que vai integrar, a convite da Junta de Castilla y León, o projecto de colaboração transfronteiriça «MIT – Mobilidade, Inovação e Território». No âmbito daquele projecto de colaboração, participa no Foro Coopera 2009, em Zamora, que tem como tema o «Turismo como Eixo de Desenvolvimento Conjunto».

Página oficial da TSE-Turismo Serra da Estrela. Aqui.
aps

O segundo aniversário do Porsche Fans Portugal está marcado para os dias 27 e 28 de Junho na Serra da Estrela. As míticas máquinas vão passear-se pelas belas paisagens naturais de Belmonte, Fundão e Torre depois de se terem concentrado, em Maio, na região de Mafra para visitar a colecção de carros clássicos do engenheiro José Mira. Entretanto o presidente do clube, José Jacob, já mostrou interesse em voltar a organizar uma concentração no Sabugal em 2010…

Porsche Fans Portugal

As iniciativas do Porsche Fans Portugal – a próxima denomina-se «IX Encontro Porsche Fans -II Aniversário – 27, 28 Junho» – são momentos marcantes para os participantes, para os espectadores e para os organizadores e apoiantes.
O Capeia Arraiana dá a palavra a palavra José Jacob, porschista convicto, e presidente do Porsche Fans Portugal que lembra como tudo começou: «Vamos celebrar o nosso segundo aniversário. Comecei a trabalhar neste projecto no dia 5 de Julho de 2007. Sexta-feira, 6 de Julho, pelas 00.31 horas, o Porsche Fans Portugal nascia, e a aventura começava. O primeiro aniversário foi celebrado na Serra da Estrela nos dias 4, 5 e 6 de Julho de 2008. A concentração foi em Sortelha e depois partimos para Seia. Tivemos 18 carros.»
«Para este ano voltamos à Serra da Estrela, um local emblemático, que nos traz gratas recordações», revela o presidente do Clube Porsche Fans.
A concentração está marcada para o dia 27 de Junho no Hotel Varanda dos Carquejais. Após as boas-vindas será dada a saída para um passeio pela Serra da Estrela com almoço na Pousada Histórica de Belmonte. O passeio da parte da tarde inclui uma visita com lanche à Adega Quinta dos Termos e regresso ao hotel ao final do dia para jantar. O segundo dia o GPS indicará a direcção do Fundão onde terá lugar um slalom em espaço vedado com almoço no Restaurante Regional «O Mário».
O VIII Encontro Porsche Fans e Clássicos, no passado mês de Maio, levou os aficcionados até à zona de Mafra para visitarem o Museu de Carros Clássicos do engenheiro José Mira que marcou presença no Sabugal com dois Porsches e um Ford A.
Para José Jacob o encontro na zona de Mafra superou todas as expectativas. «Sabemos que fazer algo perfeito não é possível contudo por vezes sentimos que dificilmente poderemos melhorar algo. Neste grande encontro juntámos cerca de 100 automóveis, Porsches e Clássicos em geral, num evento nunca antes tentado em Portugal, e que resultou muito bem, numa simbiose perfeita entre máquinas e pessoas. Seria possível fazer melhor, ou termos mais sucesso? Não sei mas penso que dificilmente, tal o grau de satisfação que sentimos, neste evento, em que tudo funcionou, ainda melhor do que previsto. Ainda por cima todas as receitas recolhidas reverteram a favor das obras de restauro da Igreja da Azueira. Fez-me lembrar o Sabugal em Novembro de 2008, mas agora ainda numa escala maior, já que se no Sabugal tivemos cerca de 35 carros, aqui foram 100, e se no Sabugal não havia mais do que três clássicos, aqui passaram os 60, com os Porsches a atingirem a marca histórica de 37», concluiu José Jacob.
Entretanto o calendário provisório das actividades para 2010 do Porsche Fans Portugal inclui a II Concentração Ibérica Porsche Fans no concelho do Sabugal. Vamos tentar concretizar este desejo mútuo.

Ver reportagem do 1.º Aniversário do Porsche Fans Portugal Aqui.
Ver reportagem da visita ao Museu dos Clássicos de José Mira Aqui.

Porsches no Sabugal em 2010? É possível! Mas… sem neve e com muito sol!
jcl

A única prova portuguesa pontuável para o Campeonato Europeu de Montanha decorre mais uma vez na Serra da Estrela entre os dias 8 e 10 de Maio. A Rampa Internacional de Portugal – Serra da Estrela é a segunda prova do Campeonato Europeu antecedendo a competição de Oviedo (Espanha).

Rampa Internacional de Portugal - Serra da EstrelaTal como em anos anteriores, a edição de 2009 da Rampa Internacional de Portugal – Serra da Estrela vai contar com alguns dos principais candidatos ao título Europeu de Montanha.
O espectáculo da velocidade está assegurado e conta mais uma vez com apoio do canal televisivo internacional Eurosport.
Desde 1999 que a Rampa Internacional da Serra da Estrela tem conquistado o prestígio de ser a única prova pontuável para o Campeonato Europeu de Montanha a decorrer em Portugal.
A competição tem conquistado um público internacional que segue o Campeonato Europeu de Montanha e que valoriza as características da prova portuguesa.
Nos últimos três anos o número de turistas entusiastas da modalidade cresceu de forma acentuada na região de acordo com os números confirmados pela taxa de ocupação hoteleira.
Espanha continua a ser o principal país emissor de turistas/adeptos representando já cerca de 60 por cento do público da Rampa Internacional da Serra da Estrela.
aps

A 24.ª edição da Feira das Tasquinhas decorreu em Rio Maior, entre 27 de Fevereiro e 8 de Março, e contou com a presença de dois restaurantes da região da Serra da Estrela.

Feira das Tasquinhas de Rio MaiorAs «Tasquinhas de Rio Maior» são já um evento de âmbito nacional, incontornável para muitos entusiastas de todos os cantos do País, facto que se traduz pelo número de visitantes registado nas edições anteriores, que rondou os 150 mil participantes.
Como resultado do empenho, criatividade e orgulho que todos os riomaiorenses lhe conferem, a Feira das Tasquinhas obteve em 2005 a «Declaração de Interesse para o Turismo», emitida pela DGT-Direcção-Geral de Turismo. O conceito «Tasquinhas» é, já ela própria, uma marca registada.
A Feira das Tasquinhas de Rio Maior é promovida pela Câmara Municipal local, em parceria com a Associação Empresarial do Concelho (semelhante à ADES sabugalense), mas as receitas revertem para a colectividade responsável por cada tasquinha, reavivando desta forma o espírito comunitário de outros tempos.
As «Tasquinhas 2009» decorreram no Pavilhão Multiusos, que dispõe de 15 mil metros quadrados para receber sem atropelos todos os participantes e visitantes. O concelho de Rio Maior esteve representado por 11 colectividades e freguesias. Os convidados desta edição foram o Município de Cantanhede (cidade geminada com Rio Maior) e a Região de Turismo do Algarve. Este ano o destaque foi para a participação de 5 tasquinhas de carnes certificadas, nomeadamente, a Carne Certificada dos Açores, representada por Espora Brava, Lda., a Associação de Produtores da Raça Maronesa, a Associação Nacional dos Criadores da Raça Arouquesa – ANCRA, a Carnalentejana, S.A. e a Associação de Produtores da Raça Marinhoa.
A região da Serra da Estrela esteve presente com duas tasquinhas, uma de Seia e outra do Sabugueiro, que trouxeram até à região ribatejana os petiscos beirões.
Paulo Saraiva

Dois simples folhetos desdobráveis, editados pela Câmara Municipal, é o que, a muito custo, é possível encontrar na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) acerca do concelho do Sabugal.

FolhetosArrancou ontem, dia 21 de Janeiro, a BTL.09, sob o signo «Próximo destino: negócios de sucesso e férias de sonho». Confiança e optimismo foram as palavras de ordem dos discursos oficiais no maior evento português de divulgação da oferta turística mundial. Pretende-se expurgar a crise e evitar que o pessimismo inviabilize as oportunidades ali sugeridas.
Até ao dia 25 de Janeiro, nas instalações da FIL – Parque das Nações, 900 expositores nacionais e internacionais (mais 15 por cento que no ano passado) oferecem oportunidades de viagens de sonho.
O turismo nacional está fortemente representado, com pavilhões das diferentes regiões de turismo, câmaras municipais, empresas e associações, apelando a diferentes destinos. Do distrito da Guarda têm espaço próprio os municípios de Vila Nova de Foz Côa, Gouveia, Seia, Aguiar da Beira, Guarda e Trancoso. Também marcam presença a Região de Turismo da Serra da Estrela e a Associação Raia Histórica, que junta no mesmo espaço os Municípios de Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Meda, Pinhel e Trancoso.
Dentre os municípios guardenses representados destaca-se claramente Trancoso, com um espaço próprio muito sugestivo, ocupando uma grande área de exposição, com uma decoração fabulosa, exibindo os monumentos da vila histórica. Para além do espaço próprio, marca ainda presença no espaço da Associação Raia Histórica e ainda no espaço da Serra da estrela.
Foram diversos os presidentes de câmara do distrito da Guarda que estiveram presentes no arranque da BTL deste ano, acompanhados por outros agentes turísticos da região, numa perspectiva de divulgarem da melhor forma os seus municípios para que se tornem destino dos portugueses.
O Sabugal não tem qualquer representação no evento. Os mais atentos conseguirão descortinar dois pequeno folhetos desdobráveis existentes no pavilhão da Serra da Estrela, certamente enviados pela Câmara Municipal, uma vez que são da sua edição.
Representado o Sabugal esteve apenas no arranque da exposição a operadora privada Natália Bispo, da Casa do Castelo, que, tendo apresentado candidatura aos «Prémios Turismo de Portugal», foi chamada à cerimónia de abertura para receber um diploma de participação.
plb

O concelho de Mêda foi o primeiro destino para Jorge Patrão, recém-eleito presidente da Turismo Serra da Estrela, que sucede à extinta Região de Turismo da Serra da Estrela. A visita contemplou um concelho que se transferiu da Região de Turismo Douro–Sul para a da Serra da Estrela.

Termas de LongroivaO presidente do Município da Mêda, João Mourato, recebeu Jorge Patrão acompanhado pelo vereador Paulo Amaral, sublinhando que «o Turismo é um sector importante para o desenvolvimento regional e potenciador do aproveitamento dos recursos locais e regionais».
Realçou que esta primeira visita do responsável da Turismo Serra da Estrela revestiu-se de «pragmatismo e de grande significado nas aspirações que o Município tem e deposita no Turismo como um vector gerador de riqueza, em todas as suas vertentes».
João Mourato, presidente do Município de Mêda, justificou a adesão à Turismo Serra da Estrela por considerar que «está intimamente ligado ao Douro a que nunca deixará de pertencer por razões culturais, sociais e económicas, se deve essencialmente a uma questão de pragmatismo até porque o Douro pode ser também considerada como uma porta importante de acesso à Serra da Estrela».
«Queremos potenciar aquilo que possuímos de bom, fomentar actividades, realizar iniciativas, divulgar as nossas riquezas patrimoniais e paisagísticas, mas também as manifestações populares e culturais, as festas e romarias, as feiras e exposições, os monumentos, as antigas Vilas Medievais de Longroiva, Marialva, Casteição, Ranhados e Aveloso, o artesanato e as gentes medenses», disse.
Por seu turno, Jorge Patrão afirmou que «o Douro, em que se integra parcialmente o concelho de Mêda, e a Serra da Estrela, são verdadeiras referencias turísticas, económicas e sociais e as duas grandes marcas turísticas do interior de Portugal que em muito podem contribuir para o desenvolvimento e criação de riqueza».
Jorge Patrão esteve em Longroiva onde visitou o complexo da Estância Termal daquela antiga vila medieval. Trata-se de um, edifício cuja construção foi apoiada pela Acção Integrada de Base Territorial do Vale do Côa (AIBT) onde foram investidos cerca de cinco milhões de euros e cuja inauguração está prevista a curto prazo, equipado com as diversas valências de tratamento termal.
O termalismo tem grandes potencialidades de desenvolvimento mas é necessário ser rentabilizado através da cativação de gente, onde a animação é também um dos factores a ter em conta.
O presidente da Turismo Serra da Estrela defendeu então que o aproveitamento dos recursos locais e patrimoniais na área do turismo «podem constitui um elemento importante de fixação das populações e fomentar o crescimento sócio-económico, de uma forma integrada apoiado em importantes núcleos históricos, designadamente Marialva, Meda, Casteição e Ranhados, antigas vilas medievais mas também sítios arqueológicos e a viticultura de qualidade que estão em desenvolvimento».
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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