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No passado fim-de-semana, o Comando Territorial da Guarda da GNR realizou uma operação de fiscalização rodoviária, com o nome de código «Baco», incidindo na condução sob a influência do álcool.

Segundo um comunicado da GNR As acções de fiscalização foram orientadas para as vias mais críticas do Distrito e com maior índice de sinistralidade rodoviária, sensibilizando, desta forma, os automobilistas para o perigo de conduzir sob o efeito do álcool, considerado um dos factores que mais contribui para a ocorrência de acidentes de viação.
Durante a operação foram fiscalizados 463 condutores. Destes, 17 foram detectados com excesso de álcool no sangue, dos quais seis acima de 1,20 gramas por litro, incorrendo assim na prática de crime.
A GNR chama a atenção que, no primeiro semestre deste ano (por comparação ao primeiro semestre de 2011) foram fiscalizados no distrito da Guarda 35.551 (mais 4.217) condutores. Destes, 564 (mais 90) foram detectados em excesso, dos quais 221 (mais 57) acima de 1,20 gramas/litro de álcool no sangue.
plb

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Era tarde, quase noite e o sol apresentava-se palidamente frio para a época de Verão. Surgia-me, uma vez mais, a urgência de escalar o meu Monte, o Monte do Jarmelo. Assolava-me a tal vontade incontida de verificar as encostas com ervas expostas, de confirmar as moitas desordenadas e as margens das múltiplas regueiras secas a sulcar o chão, embora impotentes e inofensivas. Era mais uma subida, mais uma visita a somar a milhentas outras.

Martírio de Inês de Castro representado no alto do Jarmelo

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»No espaço lá em cima, naquele espaço coincidente com a Antiga Vila, lá onde, em tempos, as velhas ruas se encruzilhavam, irrompem agora rodeiras verdes que ziguezagueiam por entre a ingremidade das rochas.
É um o velho hábito, este, de aqui vir rever o Monte, para o saudar na sua quietude, para, junto com ele, imaginar tempos idos e para lhe averiguar a mutação do revestimento vegetativo.
Lá, nas alturas, um pouco abaixo do enorme marco geodésico persiste, ainda, alguma urbanidade. Para além das novas instalações da Junta de Freguesia e da Casa da Câmara, resiste ao tempo um velho campanário que continua a convidar os fiéis a entrar nas duas igrejas, convictas, onde os jarmelistas continuam a rezar. Os naturais do atual Jarmelo mantêm, no essencial, as mesmas características dos naturais do antigo Jarmelo. São gente que sempre se persignou numa fé sem dúvidas e é detentora de uma devoção e de um respeito isento de qualquer desconcerto.
Para além dos ténues sinais urbanos, quase tudo são ruínas. Mantêm-se restos de paredes destruídas, algo altivas e tristemente medievais, que impõem o silêncio da pedra e a perfusa dispersão da solidão. Mas nutrem-se, ainda, neste local alguns sentimentos anacrónicos dos escassíssimos habitantes da base do Monte completamente dados a efemérides.
O Jarmelo, acabou por sucumbir, ao lado de um passado histórico que continua a servir de pretexto para metáforas e alegorias. Na recordação dos amores de Pedro e Inês relembra-se a possibilidade de amores impossíveis.
As velhas casas, quase desfeitas, inundam-se de silêncios rudes e de ásperos esquecimentos ainda que deixando transparecer escassos sinais de uma Vila antiga, alta, volátil e trágica que, agora, se expõe em ruínas e recordações patrióticas, envolta numa melancolia amadurecida pela resignação dos séculos. São, sim, vestígios que não querem nem podem desistir da altura do monte, intrometido no céu, com um cimo aclarado pelo marco geodésico. De resto o cume do monte é esbelto, moldurado à imagem de dois seios de mulher, muito belo e sensual.
Este sítio testemunhou caçadas e estadias reais, numa terra com tradição de caça. Presentemente é um lugar de palavra pouco ouvida, virado para dentro dos seus próprios limites serracenos num território abençoado por história e lendas.
Por aqui se crê no milagre do sol em tardes de Inverno. Por aqui se grita verde até às securas do Verão e, sendo embora sítio de olvido, ainda é possível acreditar que algo de bom ou de mau possa acontecer.
Povoam ,ultimamente, o Monte, um conjunto de estátuas alusivas ao assassínio de Inês de Castro. Lá no cimo, à entrada da Vila, num quase paraíso para o olhar mas vencendo infernos de calor estival ou resistindo a invernos gélidos e ventosos as estátuas parecem conversar entre elas, em pose lenta, ensaiando a explicação do sucedido há vários séculos. Elas ligam o Monte a ele próprio através da história, trazem o passado ao presente e reforçam o carisma destes sítios provando, também, a arte, a criatividade e a sensibilidade jarmelistas visto que o escultor é natural do Jarmelo.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

A Banda Filarmónica de Pínzio – 1888-2012 – comemora, este ano, 124 anos de existência.

As comemorações dos 124 anos de existência da Banda Filarmónica de Pínzio decorreram nos dias 13, 14 e 15 de julho com grande adesão da população.
Nos dias 13 e 14, decorreu o 1.º Estágio de Orquestra Juvenil de Sopros e Percussão da Associação Cultural de Pínzio em que participaram elementos das bandas filarmónicas de Bendada, Covilhã, Malhada Sorda, Pinhel, Pínzio e Vale de Azares. Ainda no dia 14, teve lugar a audição dos alunos da Escola de Música e o Concerto da Orquestra Juvenil de Sopros e Percussão. Foram momentos de grande qualidade aqueles a que pudemos assistir.
No dia 15 a Banda anfitriã recebeu as Bandas de Santana (Figueira da Foz) e Charneca do Lumiar (Lisboa). Foi o reencontro de bandas amigas que há muito se conhecem. As três tiveram prestações de excelente nível.
As comemorações constituíram uma manifestação de grande vitalidade da Banda e da associação a que pertence: a Associação Cultural de Pínzio.
A todos os que contribuíram para o evento, aos convidados e aos executantes, a Banda Filarmónica de Pínzio e a Associação Cultural de Pínzio deixam o seu profundo e sentido agradecimento.
José Dinis

A Associação Sócio Terapêutica de Almeida (ASTA) realiza no pinhal circundante às suas instalações, na Cabreira, mais uma Feira de Solidariedade, pela qual conta recolher apoios para as suas actividades.

A oitava edição da Feira de Solidariedade realiza-se no próximo fim-de-semana, dias 21 e 22 de Julho, apostando em novas dinâmicas. A iniciativa conta com espectáculos diversos, exposições, tasquinhas, ateliers de pintura e muitas outras atractividades.
A Instituição Particular de Solidariedade Social de utilidade pública, foi fundada em 1998 por Maria José Dinis da Fonseca (mãe de um jovem com deficiência mental). Iniciou as actividades com 6 jovens na casa da fundadora, na aldeia onde nasceu, na Cabreira do Côa, Concelho de Almeida, tendo o projecto garantido o apoio da Segurança Social, o que lhe permitiu desenvolver-se e afirmar-se, expandindo as suas actividades na área pedagógica e sócio-terapêutica.
No ano passado a ASTA venceu o Prémio Manuel António da Mota, em resultado de ter sido considerada, a nível nacional, a melhor instituição de solidariedade no combate à exclusão social. Em resultado disso a instituição recebeu a visita pelo Presidente da República, Cavaco Silva, que quis conhecer e observar o trabalho de apoio aos deficientemente que ali é praticado com elevados níveis de sucesso.
A instituição acolhe também alguns jovens do concelho do Sabugal, que ali procuram as terapias adequadas, voltadas para a melhoria da autonomia e da auto-estima, com vista a proporcionar-lhes uma melhor condição de vida e uma melhor integração social.
plb

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) promoveu, no passado dia 7 de Julho, o X Concurso Nacional Robô Bombeiro.

Na edição deste ano do concurso inscreveram-se 43 equipas inscritas; 18 na Classe Standard (escolas secundárias e profissionais), 19 na Classe Sénior (universidades e institutos) e 5 na Classe Robôs com Pernas.
«O Concurso Robô Bombeiro tem vindo a crescer ao longo dos seus 10 anos de existência e a décima edição do contou com o maior número de equipas inscritas de sempre», salientou Carlos Carreto, docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG e um dos responsáveis por esta iniciativa.
«Este ano notou-se também, no geral, um elevado nível técnico dos robôs em competição. Apesar dos novos desafios técnicas que todos os anos são acrescentados às provas, este ano houve um grande número de equipas a superá-los, o que fez desta edição uma das mais competitivas de sempre. Este ano as provas da classe Sénior foram dominadas por equipas do IPG que se classificaram nos três primeiros lugares dessa classe», adiantou ainda o professor.
Na opinião daquele docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda, o concurso Robô Bombeiro é um evento nacional «muito conhecido e tem contribuído para divulgar o que de melhor se faz no IPG. O concurso é um bom exemplo do tipo de ensino praticado no IPG ao nível das engenharias. Um ensino virado para a prática e o saber fazer.»
Por outro lado, e como salientou, do ponto de vista pedagógico, o principal objetivo do projeto é «proporcionar um evento onde alunos e professores possam usar a Robótica como uma ferramenta pedagógica capaz de levar os alunos a adquirir competências não só científicas e técnicas, mas também competências transversais, tais como competências de trabalho em equipa, competências de liderança e sentido de responsabilidade, entre outras.»
Carlos Carreto considera o concurso é um elo de ligação entre o IPG e a comunidade, «tendo contribuído nos últimos anos para a criação de clubes de Robótica nas escolas secundárias da região e dando apoio ao desenvolvimento dos mesmos através da doação de equipamento e da prestação de apoio técnico».
Apontou, como exemplo, os casos de sucesso da Escola Secundária da Sé da Guarda, da escola Campos de Melo da Covilhã e da escola Frei Heitor Pinto do Fundão, que participam no concurso há vários anos.
plb (com IPG)

A GNR apreendeu produto estupefaciente no Sabugal e na Guarda, tendo ainda procedido à detenção de dois homens e à identificação de um suspeito.

Na tarde de 9 de Julho a GNR apreendeu, no Sabugal, duas plantas de cannabis sativa, com cerca de 2,40 metros de altura. Em consequência, foi identificado um individuo de 29 anos de idade, residente na cidade, como sendo o proprietário das plantas, tendo-se apurado que as cultivava no sótão da sua residência. O mesmo foi constituído arguido e os factos foram participados ao Ministério Público.
Ontem, dia 10 de Julho, a GNR deteve dois homens, ambos de 28 anos de idade, residentes na Guarda, pelos crimes de tráfico de estupefacientes e posse ilegal de armas. Os suspeitos, que já estavam a ser investigados há algum tempo, foram detidos no decurso de buscas realizadas às suas residências, onde foram encontradas 200 gramas de haxixe, quantidade suficiente para cerca de mil doses individuais.
Foram-lhes ainda apreendidas 25 armas brancas (sabres, punhais e facas), três armas de ar comprimido (duas espingardas e uma pistola), 29 munições de diversos calibres, 244 munições de «salva» (sem projéctil), uma caixa de chumbos de 4,5 mm e um aerossol de gás pimenta, uma soqueira, duas matracas, dois moinhos para produtos estupefacientes e diverso material relacionado com o tráfico e o consumo, assim como 867 euros.
No mesmo dia a GNR deteve em Fornos de Algodres um jovem de 21 anos de idade, residente naquela localidade, em cumprimento de mandados de detenção por crime de violência doméstica. A detenção do suspeito, que possui antecedentes criminais, ocorreu no âmbito de um Inquérito por crimes de violência doméstica e de extorsão. O mesmo foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado em prisão preventiva.
plb

Música, teatro e muito humor vêm ao Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG) «Uma bizarra salada», com Bruno Nogueira, Luísa Cruz e a Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Na próxima Sexta-feira, dia 13 de Julho, o TMG apresenta no Grande Auditório, às 21h30, o divertido espectáculo «Uma Bizarra Salada» que junta em palco o humorista e actor Bruno Nogueira, a actriz Luísa Cruz e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, numa co-produção do Festival de Almada, Metropolitana e São Luiz Teatro Municipal. «Uma Bizarra Salada» é para maiores de 12 anos e tem a direcção musical de Cesário Costa, direcção e espaço cénico de Beatriz Batarda, desenho de luz de Nuno Meira.
Trata-se de um espectáculo com música, teatro e muito humor que reúne textos de Karl Valentim. O autor «aproveita a metáfora da orquestra – corpo social complexo, mais problemático do que parece quando visto de fora – para questionar o mundo e as suas perplexidades. Um concerto onde as palavras irrompem? Um espectáculo de teatro em que a personagem principal é uma orquestra? Um recital absurdo onde dois comediantes improváveis estilhaçam a ideia simples de construir um espectáculo didáctico? Ninguém sabe. É Uma Bizarra Salada!», refere José Luís Ferreira no texto de apresentação desta singular salada musical.
Os textos reunidos, «reflectem o período de crise financeira profunda vivida na Europa antes da Segunda Grande Guerra. Infelizmente, muito a propósito do momento que vivemos actualmente, surgiu-nos como uma oportunidade pertinente voltar a trazer Karl Valentin à cena e juntar a Orquestra Metropolitana ao teatro do absurdo através da participação de Bruno Nogueira e Luísa Cruz. O humor e a sátira adoptaram as formas mais diversas dependendo dos seus autores e épocas, podendo ser triste, solitário, poético, feérico, filosófico, critico, absurdo ou surrealista. Neste espectáculo vivem-se momentos absurdos e podemos reconhecer a frustração do boicote provocado pelos outros ou por nós próprios», explica por seu turno a encenadora, Beatriz Batarda.

Panelas e rodas de bicicleta no folk de Le Skeleton Band
No próximo sábado, dia 14 de Julho, o TMG apresenta no Café Concerto a banda francesa Le Skeleton Band. Um trio que se formou em 2007 e que viu o seu primeiro álbum – Blues Preacher -, editado nesse mesmo ano, ser aclamado pela crítica musical francesa. A banda trabalha sonoridades folk e blues sempre fazendo-se acompanhar de estranhos objectos musicais, como panelas e rodas de bicicleta, aos quais junta outros mais convencionais, como guitarras, trompete, banjo e percussão.
No final do ano de 2010 a banda resolveu que estava na altura de regressar a estúdio, e gravaram novo disco. Com o título de Bella Mascarade, o novo álbum de Le Skeleton Trio foi editado em Fevereiro. É este o trabalho que a banda francesa vem apresentar ao TMG.
O espectáculo tem início marcado para as 22h00 e tem entrada livre.

Exposição de Mário Cesariny
O TMG tem patente na Galeria de Arte a exposição «Visto a esta luz», do artista plástico português Mário Cesariny, por muitos considerado o expoente máximo do surrealismo na pintura em Portugal. Esta exposição ficará patente até 29 de Julho e é apresentada no âmbito de uma parceria com a Fundação Cupertino de Miranda. A fundação assumiu nos últimos anos de vida do artista plástico uma relação de grande proximidade e amizade. Nesta exposição procura dar-se uma visão global da sua obra no contexto da Colecção da Fundação Cupertino de Miranda. A exposição é comissariada por António Gonçalves.
A exposição pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

Vai realizar-se a quarta edição do «Transblues – Festival ee Blues Béjar/Guarda», uma iniciativa que arrancou pela primeira vez em 2009 e que o Teatro Municipal da Guarda e a Junta de Castilla y León promovem com o apoio da Câmara Municipal da Guarda e do Ayuntamiento de Béjar, no âmbito do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP). O Festival estará em Béjar de 11 a 14 de Julho e na Guarda de 18 a 22 de Julho.

Dia 18 (quarta-feira): Frankie Chavez (Portugal) no Café-Concerto do TMG – 22.00 horas.
Frankie Chavez é um dos mais promissores talentos da nova música portuguesa, tendo vindo a ser referido como a mais recente revelação blues do Sul da Europa. A sua música conjuga diferentes tipos de sonoridades, resultando num Blues/Folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos. Apesar de se identificarem diferentes influências musicais (Robert Johnson, Jimi Hendrix, Kelly Joe Phelps, Ry Cooder), é difícil encontrar um único termo para definir a sua música, o que lhe garante um estilo único e inconfundível.
Além de abordar instrumentos tão típicos dos blues como o Lap Slide Guitar, uma das características únicas da sua sonoridade é o facto de ter reinventado a abordagem da Guitarra Portuguesa.
Acompanha Frankie Chavez, João Correia – músico – Bateria/voz.

Dia 19 (quinta-feira): Indiana Blues Band (Portugal) no Café-Concerto do TMG – 22.00 horas.
Indiana Blues Band é um projecto do músico André Indiana que incorpora toda a estética dos Blues e de uma «Blues Band». Apresentam o seu primeiro disco intitulado «bloodline» com 7 temas originais e algumas versões de temas muito conhecidos como «Love Me 2 Times» (Doc Pomus) ou «Hoochie Coochie Man» (Willie Dixon).
Os Indiana Blues são: André Indiana – guitarra e voz; Hugo Danin – bateria; Joao André – baixo; Paulo Veloso – teclas.

Dia 20 (sexta-feira): Spikedrivers (Reino Unido) no Jardim José de Lemos – 21.30 horas.
Inspirados nas suas raízes americanas e no legado musical norte-americano, as músicas, as harmonias vocais e as suas composições instrumentais fazem do som dos Spikedrivers algo fresco e emocionante. A crítica especializada considera a banda como uma das mais inovadoras e originais da actualidade. A atmosfera criada pelos Spikedrivers ao vivo transporta-nos pelas estradas secundárias americanas, numa autêntica banda sonora que se movimenta entre os alpendres ao fim de tarde das casas do Sul da Carolina, e os enormes espaços abertos, sacudidos pelo vento e pela erosão, com as linhas-férreas a desaparecerem no horizonte.
Spikedrivers são; Ben Tyzack – Guitarra, voz e harmónica; Constance Redgrave – baixo, voz e percussão; Maurice McElroy – bateria, voz e percussão.

Dia 21 (Sábado): Sharrie Williams (EUA) no Jardim José de Lemos – 21.30 horas.
Desde a sua última actuação em 2002 no The Blues Estafette na Hollanda, Sharrie Williams despertou as atenções na Europa. Os seus concertos são incríveis. Sharrie impressiona pelas suas poderosas performances cheias de alma; tem como influências e referências as vozes de grandes vocalistas como Koko Taylor, Aretha Franklin, Tina Turner ou Etta James. A cantora norte-americana é apaixonada por gospel, soul, blues e rock.
Nos EUA ela é apelidada de «Princesa do Rockin’ Gospel Blues», um nome que lhe assenta que nem uma luva. O seu novo disco «I’m Here To Stay» foi gravado em Ann Arbor (Michigan, EUA), produzido e remisturado por Michael Freeman que afirma que a música de Sharrie vai directamente ao coração do público. O disco tem sido muito badalado pela crítica da especialidade e foi nomeado a vários prémios nos EUA.
Acompanham Sharrie Williams os músicos: Lars Kutschke – guitarra e voz; Attila Herr – baixo; Chris Jones – bateria e voz; Till Sahm – teclados.

Dia 22 (Domingo): Guitar not so Slim (Espanha)no Jardim José de Lemos – 21.30 horas.
O grupo espanhol vem mostrar as canções do seu último disco «Bailout». Uma viagem musical que passa pela denominada Roots Music, pelo Ragtime e os Blues dos anos 20/30. «Guitar not so slim» é uma banda que mistura o melhor de dois mundos, o velho e o novo, no que a música e a continentes diz respeito. Neste disco, a banda regressa ao verdadeiro âmago dos Blues, que sempre se destacaram pela sua componente de alerta social e de protesto. As canções são uma mistura eclética e as críticas vão desde o resgate financeiro e a crise europeia à cirurgia estética, tudo isto com sons tribais. A banda editou até ao momento dois discos, ambos com muito sucesso nos meandros dos Blues e muito elogiados pela crítica especializada.
Guitar not so Slim são: Troy Nahumko – guitarra e voz; Moi Martin – contrabaixo e voz; José Luis (Armónica Naranjo) – harmónicas; Lalo González – bateria.

Dia 12 (quinta-feira): Mr. Blues (Portugal) no Parque Municipal de Béjar – 20.00h (hora espanhola).
No âmbito do habitual intercâmbio do Transblues, o grupo português actua em Béjar, nesta edição. Trata-se de um dos projectos mais proeminentes de Portugal na vertente dos Blues. A linguagem musical e a vasta experiência dos músicos envolvidos já lhe permitiu tocar em vários Festivais Internacionais de Jazz & Blues fazendo as primeiras partes de artistas como Alvin Lee ou Sharrie Williams.
Mr Blues: Steve Rego – guitarras, kazzoo, harmónica, bombo, tarola e pratos de choque
plb (com TMG)

No final da tarde de ontem, 4 de Julho, a GNR deteve três indivíduos, dois homens, de 19 e 27 anos de idade, e uma mulher de 44 anos de idade, residentes em Seia, por crime de tráfico de estupefacientes.

Preso algemadoOs suspeitos, que já estavam a ser investigados há algum tempo no âmbito de um inquérito a correr termos no Núcleo de Investigação Criminal de Gouveia, foram detidos no decurso de buscas domiciliárias realizadas às suas residências, em Seia, onde detinham o produto estupefaciente (heroína e cocaína), quantidade suficiente para cerca de 75 doses individuais. Foram-lhes ainda apreendidos, um veículo ligeiro de passageiros, quatro telemóveis, 455,00€ e diversos objetos relacionados com o tráfico e consumo de estupefacientes.
Os detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Seia, no dia de hoje, para aplicação de eventuais medidas de coação.
No mesmo dia foi também detido um indivíduo de 51 anos de idade, residente em Ervas Tenras, concelho de Pinhel, por crime de posse ilegal de arma. A arma, que foi apreendida, era de caça, de calibre 12, em situação ilegal. O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Pinhel.
plb

Como está agendado há muitos anos, no último sábado do mês de Junho decorre em Gouveia o Encontro dos Antigos Alunos. Assim aconteceu nesta data o vigésimo sétimo evento, com a particularidade de se verificar a presença de muitos alunos das últimas décadas do século passado. Alguns participaram com algum sacrifício, por se encontrarem desempregados, enquanto a velha guarda já se encontra aposentada. Espera-se que este facto seja uma alavanca para nos próximos encontros surgirem os mais novos.

Também é significativo a Assembleia Geral ter eleito para os corpos sociais um elenco diretivo jovem, que vai contar com o apoio incondicional das anteriores direções.
Na Eucaristia, o Padre José Cristino, coadjuvado pelo Padre Carlos Jacob, falou da sua experiência como assistente hospitalar, em que os valores humanos e espirituais de muitos doentes se vêm nos momentos mais críticos e se necessita tanto da Fé como suporte para vencer as dificuldades. Nesta Casa também se ensinaram esses valores a mais de mil alunos que passaram pelos bancos das salas de aulas e por esta capela.
O almoço, servido no refeitório que nos é tão familiar, foi um importante momento para trocarmos conhecimentos e alicerçar amizades. Foi oportunidade para ouvir alguns alunos sobre as motivações que os conduziram a este convívio.
Assim, António Jacinto Fonseca de Freches (Trancoso, 1966-1969) afirmou que «o fundo deste encontro é a amizade e a formação para a vida. Aqui, passámos um dos melhores períodos da nossa juventude. Aqui, aprendemos vivências. Temos de ser solidários para esta Obra, principalmente neste período complicado».
José Lazaro de Fiães (Trancoso, 1972-1974) escreveu, embora tenha passado por esta Casa pouco tempo, que este «foi um local onde encontrei um abrigo, graças ao Padre Cristino. Soube de Encontro através do Facebook. Não podia faltar, não só para agradecer, mas também para conviver. A esta Casa devo muito como pessoa e cidadão. Obrigado.»
Manuel Cabral, de Cubos (Mangualde, 1990-1994), diz que vem «para encontrar velhos amigos e principalmente conhecer os alunos que nos antecederam».
José Barros Figueiredo de Cabanas de Viriato (1960-1966), afirma que vem «para reencontrar amigos. Também não esqueço que foi aqui o princípio da formação como homem».
Ricardo Lacerda, de Torre de Moncorvo, 1996, diz que está aqui «para reviver e confraternizar com os amigos».
António José Dias dos Santos de Aldeia de S. Sebastião (Almeida,1966-1974), afirma que «este encontro é algo que nos liga, que nos une muito a esta Casa, que é um pouco de nós. Proporciona-nos ver antigos companheiros de estudo e devemos manifestar a nossa gratidão».
Pedro Costa, de Seia (1995-2000), diz que «este encontro é um reencontro».
José Fonseca de Fornotelheiro (Celorico da Beira, 1966-1971) veio para «ver a malta e conviver».
A tarde foi ocupada num jogo de futebol entre as Velhas Glórias da Escola Apostólica de Cristo Rei, arbitrado por um juiz estrangeiro.
A tarde aproximava-se do fim. Tivemos mais uma jornada de convivência, de saudade e de recordações. Numa troca de abraços fraternos íamos partindo enquanto decorria o lanche-convívio. Lançávamos os últimos olhares para a exposição e álbuns fotográficos, onde cada um de nós tinha ali a sua história, uma história coletiva.
António Alves Fernandes, Aldeia de Joanes

A Portugal Kyokai Karate-Do Shotokan, juntamente com a Academia Egitaniense de karate Shotokan, organizaram o 3º Estágio de Karate desta associação nacional e a 3ª Fase de Exames de Graduação da época desportiva 2011-2012. Este foi realizado durante todo o sábado dia 30 de junho no Pavilhão Municipal de São Miguel da Guarda.

Com cerca de uma centena de participantes no Estágio durante a parte da manhã, e mais de 50 participantes nos Exames de Graduação durante a parte da tarde, a organização considerou um sucesso este evento na cidade da Guarda.
O Estágio e Exames foram orientados por Rui Jerónimo, José Jerónimo, Carla Jerónimo, Rosa Jerónimo, e Eduardo Rafael, treinadores responsáveis pelos diversos clubes presentes.
Para além de se salientar a grande adesão dos karatecas e seus familiares, um especial agradecimento à parceria entre a AEKS e a Câmara Municipal da Guarda, que permitiu o excelente sucesso desta iniciativa.
Rui Jerónimo

No passado dia 25, no Complexo das Piscinas Municipais e à semelhança dos anos anteriores, o Município juntamente com a Empresa Municipal Nova Mêda EMM, celebraram a quadra dos Santos Populares com a realização de um convívio para a população com idade superior a 60 anos.

Sendo esta uma quadra festiva que todos os portugueses, quer sejam novos ou idosos gostam muito de comemorar, dedicada aos três Santos Populares, Santo António, São João e São Pedro, esta atividade teve uma grande aceitação, e contou a presença de cerca de 300 «convivas».
O encontro teve início pelas 10H30 com a chegada dos idosos ao complexo, onde foram devidamente acompanhados aos seus lugares para assistir à missa campal que teria inicia por volta das 11H00 na qual também marcou presença o Executivo Municipal. De seguida os presentes conviveram no almoço convívio onde não poderiam faltar a sardinha assada e o caldo verde tão típicos desta quadra. No final do almoço teve lugar à atribuição dos prémios para o melhor manjerico.
A parte de tarde foi reservada à animação musical, onde os utentes do Lar da Santa Casa da Misericórdia presentearam os presentes com a realização de uma pequena marcha popular.
Para o Executivo a realização deste tipo de atividades revela-se de extrema importância, pois ajudam a população mais envelhecida do concelho a viver de forma mais digna e animada.
plb (com CM Mêda)

A Culturguarda vai produzir para a Câmara Municipal da Guarda duas visitas encenadas para este verão, que propõe dois roteiros distintos no concelho da Guarda: «Passos à volta da Memória III: A Presença Judaica na Guarda» e «Passos à Volta da Memória IV: Romagem Teatral ao Cabeço das Fráguas».

Trata-se de roteiros divertidos e originais que prometem surpreender visitantes e turistas.
O roteiro «Passos à Volta da Memória (III): A Presença Judaica na Guarda» está previso para o período de 19 de Junho a 31 de Agosto, às 17h30, de Terça a Sábado17h30, com início na Praça Luís de Camões, estão previstas 54 sessões.
A coordenação geral é de Américo Rodrigues, sendo o texto e encenação de Antónia Terrinha, e a interpretação de Antónia Terrinha ou Isabel Leitão.
«Seja bem-vindo quem vier por bem» é o mote para uma visita ao «tempo e espaço» daquilo que foi a presença dos Judeus na Guarda. Entre cultura, tradições e fé, os visitantes são convidados a assistir a uma história, que embora ficcionada, podia muito bem ter acontecido. Percorrendo as suas ruas, visitando suas casas, observando seus altares, damo-nos conta daquilo que foram os amores e desamores, hábitos e perseguições de hebreus. São estes os ingredientes duma visita que pretende chamar a atenção para esta comunidade que tanto contribuiu para o desenvolvimento da cidade.
A encenadora Antónia Terrinha começou o seu percurso no Teatro O Bando, tendo passado por outras companhias como A Comuna e a Cornucópia. Esteve ligada a projectos de teatro infantil, como actriz e como encenadora. Dirigiu com Cândido Ferreira a Companhia do Teatro Chaby Pinheiro da Nazaré e fundou a companhia «Teatro em Curso». Participou também em filmes para cinema e televisão.
O segundo roteiro cultural de Verão na Guarda, «Passos à Volta da Memória (IV): Romagem Teatral ao Cabeço das Fráguas». Está previsto para o período de 14 de Julho a 22 de Setembro, das 16h30 às 20h00, todos os Sábados, num total de 11 sessões.
A partida será do Largo Dr. João de Almeida (junto à Igreja da Misericórdia), sendo a viagem em autocarro até ao lugar de Demoura. Dali ao Cabeço das Fráguas o percurso será a pé. Tem um limite de 25 participantes e caba bilhete custará 5 euros.
A Culturguarda recomenda o uso de roupa e calçado confortáveis, bem como de chapéu e protector solar. Os participantes devem levar água e uma merenda para partilhar no final.
A montanha sobe-se e os vales, antes caminhos, tornam-se horizontes aos olhos de todos. O Cabeço das Fráguas será transformado nesta migração de sensações. Da História à lenda. Do Teatro ao mito. Das palavras rigorosas às oníricas fantasias.
As personagens históricas e contemporâneas, divinas ou humanas, misturam-se nesta caminhada, serra acima, até à inscrição lusitana com caracteres latinos, a célebre «Laje da Moura». Aí, a 1015 metros, terá lugar o ritual de oferenda aos deuses que será partilhado por todos, actores e público, numa comunhão de memórias.
O texto e encenação são de João Neca, cabendo a interpretação a António Rebelo, David Ribeiro, João Neca, João Pereira, Luís Teixeira, Marco Cruz, Nuno Rebelo e Pedro Sousa (sendo cada elenco constituído por quatro actores, que se revezam).
O Cabeço das Fráguas é um sítio arqueológico da maior importância, referente a um antigo local de culto a divindades lusitanas, datado do séc. V a.C.. Localiza-se junto da Quinta de S. Domingos, na zona Este da freguesia de Benespera, no limite do concelho da Guarda com o do Sabugal. No topo encontra-se uma escavação arqueológica que prova a existência de algumas edificações lusitanas possivelmente destinadas ao culto. A consubstanciar essa mesma ideia está a existência de uma das únicas inscrições em língua lusitana escrita com caracteres latinos.
Nas imediações do cabeço foram encontradas 20 aras religiosas contemporâneas dos lusitanos, o que se reveste da maior importância já que, por comparação, em toda a província vizinha de Salamanca, Espanha, apenas existem 18 aras.
O encenador João Neca é licenciado em Estudos Artísticos, com especialização em Teatro, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e tem o Mestrado em Estudos Artísticos na mesma Universidade. No âmbito do curso fez assistência de encenação no espectáculo «Pedro e Inês», criação do Teatro O Bando, com direcção artística de João Brites e encenação de Anatoly Praudin. Porém, o seu envolvimento com o Teatro começou muito mais cedo. Aos 5 anos estreou-se num grupo de teatro amador, o já extinto Teatro à Vela. Mais recentemente dedicou-se à escrita, dramaturgia e encenação de vários espectáculos, entre 2008 e 2011, no grupo de teatro «Gambozinos e Peobardos».
plb (com Culturguarda)

A Companhia Nacional de Bailado (CNB) vai estar no TMG na quarta, dia 20 de Junho, no Grande Auditório, às 21h30 para apresentar a curta-metragem «La Valse» realizada por João Botelho e com coreografia de Paulo Ribeiro e música de Maurice Ravel e o bailado «A Sagração da Primavera» com direcção e coreografia de Olga Roriz e música de Igor Stravisnsky.

Ravel compôs «La Valse» influenciado pela experiência da guerra, o romantismo perde dominância e o ritmo da valsa deriva frequentemente para o caos, numa metáfora à Europa de então. A estreia acabou por acontecer em Dezembro de 1920, sem que Diaghilev a tivesse utilizado, por a ter considerado «não como um ballet, mas como um retrato de um bailado».
Quando os laços da Europa são repetidamente equacionados, a CNB decidiu desafiar um coreógrafo (Paulo Ribeiro) e um realizador (João Botelho) a explorarem a composição de Ravel e a conceberem um olhar cinematográfico sobre o movimento dos corpos.
Segue-se o bailado «A Sagração da Primavera», numa coreografia de Olga Roriz. «O tempo parece não ter passado desde que, ainda jovem, interpretei o papel da eleita do coreógrafo Joseph Roussillo no Ballet Gulbenkian. O tempo parece não ter passado desde a primeira vez que vi, num minúsculo televisor, a versão de Pina e ter decidido nunca coreografar esta peça. O tempo parece não ter passado desde a polémica estreia de Nijinski/Stravinski. Mas o tempo passou e a obra perdura no nosso imaginário cultural. O fascínio e respeito pela partitura foram determinantes para a minha interpretação, construção dramatúrgica e coreográfica da peça. A fidelidade ao guião de Stravinski foi, desde o início, o único caminho com o qual me propus confrontar. No entanto, dois aspectos se distanciaram do conceito original. Visões personalizadas que imprimem à história uma lógica mais possível à minha compreensão, mais aprazível à minha manipulação», escreve a coreógrafa sobre «A Sagração da Primavera».
plb (com TMG)

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) promoveu, na passada quarta-feira (6 de Junho), uma iniciativa designada «Polytechnic 2 Business» destinada a divulgar, junto da comunidade empresarial, o trabalho e as competências da instituição.

Neste encontro, para além dos dirigentes do IPG, e das Escolas Superiores que integra, participaram algumas dezenas de empresários do distrito da Guarda a quem foi apresentada uma publicação que descreve os serviços e competências do Politécnico da Guarda.
Para o Presidente do IPG, Constantino Rei, esta instituição «enquanto entidade integrada no sistema de ensino e investigação, deve potenciar o conhecimento» daquilo que aqui se produz «colocando-o ao serviço das empresas e instituições da região e do país, através de uma rede de parcerias».
Ainda de acordo com Constantino Rei, «a ligação à sociedade civil, o investimento em parcerias e acordos regionais são fatores de diferenciação, que criam novas exigências e uma atitude de maior abertura e competitividade mas que, seguramente, vão conferir ao Instituto Politécnico da Guarda maior capacidade de intervenção, projetando o seu nome no meio regional, nacional e internacional».
Aludindo à publicação que foi apresentada, o Presidente do Politécnico da Guarda salientou que ela tem por objetivo contribuir para a «aproximação do instituto à sociedade envolvente, divulgando e colocando à disposição das empresas e organizações» as competências e os recursos do IPG.
Constantino Rei considerou que «muito do futuro da região joga-se no êxito destas parcerias» as quais disse esperar «sejam abraçadas por todos quantos têm responsabilidades e mais contribuem para o desenvolvimento da região».
Por outro lado, no final deste encontro, manifestou-se satisfeito pela recetividade dos participantes neste encontro que tiveram também a oportunidade de comprovar a qualidade e serviço de um grupo de alunos dos cursos de Restauração e Catering e de Gestão Hoteleira, da Escola Superior de Turismo e Hotelaria/IPG. «Foi uma excelente demonstração pratica da experiência e dos conhecimentos adquiridos que agradou a todos os presentes e constituiu, estou certo, um excelente cartão de visita da ESTH», comentou o Presidente do IPG.
Este encontro com empresários, que decorreu nas instalações do Politécnico da Guarda, foi igualmente aproveitado para a apresentação da nova marca institucional, «mais consentânea com as exigências da comunicação atual, nos seus vários suportes, e com uma cor mais forte e apelativa que se coadune com a dinâmica do IPG», tal como afirmou Constantino Rei.
O Presidente do Politécnico esclareceu que esta nova imagem vai começar a ser utilizada a partir de agora, embora o logotipo anterior se mantenha ao nível da simbologia institucional associada aos diplomas e outra documentação onde se continua a adequar essa imagem.
De referir que o novo símbolo foi buscar vários elementos identitários ao anterior, assumindo o vermelho, o branco e o preto como novas cores, justificadas nas normas gráficas que foram igualmente divulgadas.
O Instituto Politécnico da Guarda integra a Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto; a Escola Superior de Tecnologia e Gestão; a Escola Superior de Turismo e Hotelaria e a Escola Superior de Saúde. No IPG são lecionados, atualmente, 23 licenciaturas, 13 mestrados e 22 cursos de especialização tecnológica.
plb (com IPG)

O Padre António Manuel Moiteiro Ramos, natural da freguesia de Aldeia de João Pires, no concelho de Penamacor, e actual pároco da Sé e de São Vicente, na cidade da Guarda, foi nomeado Bispo Auxiliar de Braga pelo Papa Bento XVI nomeou como bispo auxiliar da Arquidiocese de Braga o padre António Manuel Moiteiro Ramos, pároco da Sé e de São Vicente, na cidade da Guarda.

Bispo António Manuel Moiteiro Ramos - Aldeia João Pires - Penamacor - Bispo Auxiliar BragaEstá marcada para o dia 12 de Agosto, na Sé da Guarda, a ordenação Episcopal de D. António Manuel Moiteiro Ramos, com o título de Cabarsussi. Será ordenado pelo Cardeal D. José Saraiva Martins, sendo consagrantes o Bispo da Guarda, D. Manuel da Rocha Felício e o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.
O Padre António Manuel Moiteiro Ramos nasceu a 17 de Maio de 1956, na freguesia de Aldeia de João Pires, concelho de Penamacor e distrito de Castelo Branco, na diocese da Guarda.
Frequentou os Seminários Diocesanos do Fundão e da Guarda, sendo ordenado sacerdote a 8 de Abril de 1982 e nomeado Vigário Paroquial das paróquias de São Vicente e de São Miguel da Guarda. Em 1987 foi nomeado pároco, como membro de uma equipa sacerdotal, das paróquias de São Miguel da Guarda, Alvendre, Avelãs de Ambom, Rocamondo e Vila Franca do Deão e, em 1996, assume o cargo de Director Espiritual do Seminário Maior da Guarda, acumulando, ao mesmo tempo, com a assistência pastoral às paróquias de João Antão, Santa Ana d’Azinha e Panoias. Em 2006, e também como membro de uma equipa sacerdotal, foi nomeado pároco da Sé e de São Vicente, na cidade da Guarda.
Para além da paroquialidade exerceu, ao longo destes 30 anos de sacerdote, outros serviços na diocese da Guarda, tais como o de Responsável pelos Departamentos de Catequese da Infância e Adolescência e do Ensino da Igreja nas Escolas e, actualmente, o de Director do Secretariado Diocesano da Educação Cristã, Coordenador da Pastoral, Assistente Diocesano das Conferências Vicentinas, Membro do Conselho Presbiteral, do Conselho Episcopal e do de Pastoral.
Em 3 de Setembro de 2005 foi nomeado Assistente Geral da Liga dos Servos de Jesus, uma Associação Pública de Fiéis, fundada, em 1924, pelo bispo auxiliar da diocese da Guarda, o Servo de Deus D. João de Oliveira Matos, tendo, no momento actual, 23 comunidades em Portugal e uma em Angola e, em 2006, Vice-Postulador do Processo de Beatificação e Canonização do Servo de Deus.
Entre 1984-1986 fez a licenciatura em Teologia, com especialidade em catequética, no Instituto Superior de Teologia San Dâmaso, em Madrid, filiado na Universidade Pontifícia de Salamanca e, nos anos 1994-1996, frequentou as aulas no Instituto Superior de Pastoral, em Madrid, concluindo o doutoramento em Teologia Pastoral, em 1997, com a tese «Os catecismos portugueses da infância e adolescência de 1953-1993». Desde 1987 foi professor de catequética no Seminário Maior da Guarda e, actualmente, é professor de teologia pastoral no Instituto Superior de Teologia Beiras e Douro, com sede em Viseu.
De entre as várias publicações do autor destacamos as que se dedicam à catequese e à formação de catequistas:
1991 – Membro da equipa que elaborou os catecismos do Programa Nacional de Catequese Jesus gosta de Mim (1º ano) e Estou com Jesus (2º ano).
1998 – Guia de leitura do Directório Geral de Catequese.
1998 – Os catecismos portugueses da infância e adolescência de 1953-1993.
2003 – A catequese na diocese da Guarda.
2006 – Procuramos o rosto de Deus e Celebramos o encontro com Cristo.
Pe. Hélder Lopes

Um destes dias (de uma Primavera tardia que parece querer disfarça-se de Verão) fui chamado, pela festa, a Castelo Mendo e tive oportunidade de me sentar em sítio propício à observação. Surgiu-me, assim, pretexto para contar e, o que a vista me ofereceu, levou–me a começar por «era uma vez».

Castelo Mendo - Ruta de los Castillos

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Era, então, uma vez uma aldeia de pedra, muito antiga e muralhada. As ruas eram estreitas e curvosas. O chão era de granito irregular. As casas eram pequenas e sóbrias e com telhas de barro castanho/avermelhado. As portas das casas eram baixas e as janelas desenhavam pequenos quadrados enfeitados com vasos de flores. Entrava-se, na aldeia, por uma porta rasgada na muralha.
À entrada o largo com tílias grandes e sombrosas ajudava a construir um cenário que me trouxe à memória os contos de fadas e os livros de leituras infantis.
Num olhar mais largo, confirmavam-se, no horizonte, as escarpas da margem esquerdina do Rio Coa que ali se abria, abruptamente, num vale (qual clareira entre montes) às portas do concelho de Almeida. No centro do vale empolava-se uma colina, que tentava, sem conseguir, equivaler-se às alturas circundantes. A orlar o cimo da colina surgia, sobranceira, a antiquíssima Vila de Castelo Mendo, qual página histórica, escrita de lutas e defesas antigas. Há, de facto, supremacia das alturas sobre o chão do vale e a durabilidade granítica das muralhas ainda decora e preserva o ambiente medievo provando resistências de outros tempos.
Da aldeia, olhando em redor, observam-se encostas e cumes pontuados de rochas cujos intervalos se enchem de ervas, giestas, carrascos e carvalhos, estes com folhas achatadas, elevando-se a cima da restante vegetação e crescendo para além de si mesmos. Agora, em época de Primavera, as giestas baixas e coloridas pelas maias pintam os campos lembrando extensos jardins amarelos a perfumar ambientes primaveris. Havia, claro, algumas (poucas) terras cultivadas, bastante próximas do rio verde que descansa na passividade calada do vértice fundeiro do vale.
A aldeia apresenta-se, assim, ao visitante, como uma proposta agradável, impressa numa extensa página de natureza e oferecendo, primeiro, a muralha, depois as três igrejas, o pelourinho, as casas, as ruas e os pequenos largos, tudo enraizado na época medieval. A modernidade acrescentou-lhe, já, um pequeno museu de arte sacra, um café, um bar de uma associação e algumas casas de turismo rural.
Da Igreja de Santa Maria, a mais alta, em ruinas, surgem espetaculares vistas sobre o Côa e os olhares podem, então, perder-se seguindo a estreiteza e a austeridade das margens, lá por onde se distendem as águas do rio, mansas este ano, numa direta relação com a fraca intensidade das chuvas.
Castelo Mendo é uma aldeia histórica, no verdadeiro sentido da palavra, que não disfarça profundas antiguidades. É sitio onde a história lançou raízes e, agora grita memórias guardadas em cada monumento, em cada recanto ou, até, entre as sombras.
Permito-me comparar esta a outras aldeias deste interior profundo, encostadas à raia, que me fazem lembrar pérolas dispersas a exalar perfumes históricos.
O prazer que obtenho ao percorrer estas aldeias e ao perder-me de sítio em sítio como se procurasse histórias ou lendas do meu próprio imaginário é, de facto, difícil de descrever.
Durante o ano Castelo Mendo veste-se de festa várias vezes e regressa a vários passados, uns mais profundos que outros. Na festa de treze de maio vai, apenas, até meados de século passado mas, com a Feira Medieval, regressa ao século XII. Neste evento anual recriam-se culturas, usos e costumes antigos, ceias e torneios medievais e a aldeia enche-se, de personagens vestidos a preceito num imperativo retorno a toda a antiguidade da terra.
É, então, daqui, desta observação, de hoje, que me atrevo a propor uma visita a esta raia de castelos e muralhas, de cor verde/amarelada e, sempre, prenhe de história.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

No dia 9 de Junho (sábado), o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no âmbito da iniciativa Famílias ao Teatro o espectáculo «Farfalle» (borboleta), pelo Teatro de Piazza o D’Occasione (Itália).

O espectáculo é uma extensão do FITEI (Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica) e é apresentado em duas sessões: 16h00 e 21h30. Teatro e multimédia para toda a família.
Tudo é contado com música e imagens por dois bailarinos. A cenografia é formada por um tapete branco com duas asas. As imagens são projectadas em diferentes planos: o plano horizontal do tapete e o vertical das duas asas oblíquas. Alguns objectos estilizados decoram o cenário. O público é convidado a participar, a entrar dentro do cenário, a movimentar-se entre as imagens que reagem aos seus gestos, aos seus movimentos. As imagens envolvem-no.
Com «Farfalle», a TPO continua a experiência sobre as potencialidades expressivas relacionadas com a utilização de novas linguagens digitais (computação gráfica/tecnologias interactivas) associadas à dança, à música e ao movimento.
«Farfalle» tem a direcção de Francesco Gandi e Davide Venturini e a interpretação de Anna Balducci e Erika Faccini.
Esta actividade é apresentada no âmbito da Rede 5 Sentidos.

Canções de protesto dos novos tempos
Pedro Esteves Trio é a proposta musical do TMG para a noite do próximo dia 8 de Junho no Café Concerto. O músico Pedro Esteves vem apresentar o disco de estreia «Mais um dia», acompanhado por Filipe Raposo nos teclados e por António Quintino no contrabaixo. Uma fusão de baladas com canções de protesto dos novos tempos. Um espectáculo com boa música e cheio de bom humor e ironia.
A propósito do seu primeiro trabalho, o Jornal de Letras escreveu sobre Pedro Esteves: «Ele tem a timidez de Chico Buarque, a delicadeza de Fausto, o gosto pelos arranjos de José Mário Branco, o prazer da escrita de Sérgio Godinho (…) “Mais um dia” é um hino à arte de fazer canções, como sempre, como dantes».
O espectáculo está marcado para as 22h00 e a entrada é livre.

Cinema no Pequeno Auditório
A 13 de Junho (quarta-feira), o Cineclube da Guarda apresenta, com o apoio do TMG, o filme «O tio Boonme que se lembra das suas vidas anteriores», de Apichatpong Weerasethakul. A sessão está marcada para as 21h30 no pequeno auditório.
Na história, tio Boonme resolve passar os seus últimos dias de vida no campo, rodeado das pessoas que ama. Esta é a quinta longa-metragem do tailandês Apichatpong Weerasethakul, o filme complementa o projecto Primitiv, ligado à ideia de extinção e da recordação de vidas passadas.
Filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2010.

Histórias de Manuel António Pina
Na quarta, dia 13 de Junho, o TMG apresenta através do seu Serviço Educativo o espectáculo «Histórias que me contaste tu no país das pessoas de pernas para o ar», criadas a partir de livros escritos pelo sabugalense Manuel António Pina.
O espectáculo é apresentado em duas sessões: às 10h e às 14h30 na Sala de Ensaios e tem por destinatárias as crianças dos jardins-de-infância.
Os dois livros «Histórias que me contaste tu» e «No país das pessoas de pernas para o ar» de Manuel António Pina inspiraram as criadoras Tânia Cardoso e Joana Manaças, que fizeram este espectáculo onde uma é bailarina e a outra contadora de histórias. Os contos têm finais improváveis e o mundo às avessas domina todas as narrativas. Trata-se de uma produção do Teatro Maria Matos, apresentado no TMG através da Rede 5 Sentidos.
plb (com TMG)

Hoje destacamos o semanário «O Interior». O jornal dirigido Luís Baptista-Martins deu destaque (merecia ser manchete) a uma morte anunciada: «Águas do Zêzere e Côa tem os dias contados. A empresa vai ser extinta e dar lugar à Águas do Zêzere e Vale do Tejo, no âmbito da reestruturação do setor das águas em Portugal.»

Jornal O Interior

O semanário «O Interior», de Luís Baptista-Martins, deu esta semana à estampa a morte da «Águas do Zêzere e Côa». A decisão anunciada por Manuel Frexes, autarca da Câmara do Fundão e administrador da «Águas de Portugal» é o ponto final em gestões por muitos consideradas duvidosas (como foi o caso de Esmeraldo Carvalhinho, presidente da autarquia de Manteigas) e que parecem ter sobrevivido graças ao aval dos seus «accionistas», representados pelos presidentes de muitas das câmaras da Beira Alta e da Beira Baixa.
Por respeito ao trabalho do jornalista aqui fica, na íntegra, a peça sobre um dos elefantes brancos do nosso reino.

«A empresa Águas do Zêzere e Côa, que gere o sistema multimunicipal de águas e resíduos em 16 concelhos da região vai ser extinta no âmbito da reestruturação do setor das águas em Portugal, para se fundir numa das quatro mega concessões que vão ser criadas a nível nacional. A nova concessão, que terá a designação de Águas do Zêzere e Vale do Tejo, agregará os municípios do Interior Centro e da Área Metropolita de Lisboa.
Em consequência deste alargamento de escala, será possível conseguir uma «harmonização tarifária», anunciou o administrador da Águas de Portugal, Manuel Frexes. O antigo presidente da Câmara do Fundão afirma que «não faz sentido uma pessoa que vive no litoral pagar dois euros por metro cúbico de água, e no interior esse valor subir para o triplo». «Assim, através da fusão do litoral com o interior, conseguiremos regionalizar as águas e criar uma tarifa nacional», acrescenta. Manuel Frexes diz que o objetivo passa por estabelecer um «preço suportável» para as tarifas da água, tanto residuais como de abastecimento, «que esteja dentro de uma margem que consideramos correta, nunca superior a 30 euros mensais».
Para além da equidade de preços, esta redução é também feita com o propósito de reduzir custos, pois «ter 40 empresas no grupo é demais e é sinónimo de desperdício». A distribuição em baixa, isto é, da água ao consumidor final, passará a ser gerida pela mesma entidade, a Águas de Portugal, pelo que as faturas deixarão de ser cobradas pelas Câmaras. «Pretendemos com isso ter ganhos de gama e de escala, bem como tarifas mais baixas, e impedir que pelo meio haja a divisão do problema, que depois se traduz na situação do acumular de dívidas por parte dos municípios», refere Manuel Frexes. «As tarifas em alta são bastante elevadas, os municípios têm de as suportar, enquanto os custos em baixa, junto do consumidor, são bastante baixos e não incorporam os custos da atividade, o que representa uma discrepância com prejuízos para as duas partes, municípios e empresa pública», explica. Acrescenta que «os municípios, como muitas vezes não conseguem recuperar os custos da operação, não têm capacidade para pagar a água em alta, e a Águas de Portugal, que realizou o investimento mais significativo, não consegue recuperar os custos para continuar a operar».
Relativamente às dívidas dos municípios, Manuel Frexes diz que a questão «está a ser resolvida». «Vamos promover uma verificação para chegar a um entendimento com as Câmaras, que contemple, por exemplo, a entrega de ativos em troca da dívida, ou um acordo para pagamentos faseados». Mas para já, o administrador apela aos municípios para que «cumpram as suas obrigações, pagando a fatura mensal do serviço que reconhecem, até porque só assim se conseguirá equilibrar o preço da água». «Esta reforma vem também ajudar a resolver este problema e é do agrado da maioria dos autarcas», revela.
Já quanto à sede da empresa, que se encontra a funcionar na Guarda, Manuel Frexes garante que o imóvel vai continuar em atividade. «Ali funcionará o centro de exploração do novo sistema», afirma, afastando também qualquer cenário de redução de postos de trabalho. «Haverá um redirecionamento de algum pessoal diretivo e de administração, mas não há necessidade de reduzir o número de trabalhadores, e nem sequer há margem para isso», assegura.
O administrador revela que o processo de fusão «já está em vias de implementação», sendo que a Águas de Portugal pretende «ter tudo pronto até ao final do ano», para que o novo figurino seja uma realidade no primeiro semestre de 2013.

Joaquim Valente favorável ao processo de fusão
Na reunião do executivo da passada segunda-feira, o presidente da Câmara da Guarda disse que «não vê nenhum inconveniente nesta integração, desde que o modelo de gestão possibilite um melhor serviço no abastecimento de água e no saneamento e que a água possa ser consumida a um valor mais baixo». Para Joaquim Valente, o valor cobrado atualmente é «injusto», considerando que «somos penalizados porque somos menos», e que por isso a tarifa única é «essencial». «Justiça seria haver uma tarifa única para todo o país, como acontece com a eletricidade», defende.
Quanto ao facto desta fusão ser um primeiro passo para a privatização da água em Portugal, Joaquim Valente admite o cenário, «desde que seja salvaguardado o interesse público que está subjacente a este serviço». Ainda assim, o edil lembra que «o país está a desbaratar o seu património, porque privatiza o que dá dinheiro e fica sem nada».

1 – Esta notícia merecia ser manchete até porque a decisão de «embaralhar e dar de novo» parece mais uma fuga para a frente para resolver um grande berbicacho. A decisão, não tenho qualquer dúvida, tem a assinatura de Manuel Frexes que conhece de gingeira os problemas da malfada empresa. Além disso não tenho motivos para duvidar que tão importante assunto/decisão que diz respeito a «águas» que até dão pelo nome de «Côa» já foi discutido em reunião de vereadores e mesmo em Assembleia Municipal no concelho do Sabugal.
2 – Ilustre director Luís Baptista-Martins. Reconheço o esforço hérculeo para manter vivo um semanário nos montes Hermínios. Mas deixe que lhe diga que se fosse à banca talvez não comprasse uma publicação que me quer comunicar que «o mundo da Diana ainda não é o melhor». Mas, contudo, aqui fica o meu abraço solidário pelo trabalho desenvolvido na sua redacção.
3 – «A nova concessão, que terá a designação de Águas do Zêzere e Vale do Tejo, agregará os municípios do Interior Centro e da Área Metropolita de Lisboa.» Não sei se repararam mas cai a palavra «Côa» que até tem mais a ver com o Douro… Ele há coisas!

jcl (com redacção do semanário «O Interior»)

Aquela que é, seguramente, a obra mais célebre de William Shakespeare, «Romeu e Julieta», estará em cena na caixa de palco do Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG) na próxima sexta-feira, dia 1 de Junho, às 21h30, na versão sempre original e electrizante da Companhia João Garcia Miguel.

Romeu e Julieta são duas vítimas, quase inexplicáveis de um grande amor. Para eles tudo se conjugou em contrariedade, como se não existisse lugar para o seu amor no mundo em que viviam. É uma estranha metáfora, esta, de não existir lugar para o amor no mundo, e de todas as forças se conjugarem para de forma consciente e, também inconsciente, para a sua limitação. Romeu e Julieta tiveram uma noite de amor tão extraordinária que lhes custou a vida.
«Fazer um Romeu e Julieta, no actual momento, foi um erro infantil, com o qual nos deliciámos e sofremos, uma vez mais. Fazer teatro nos dias que correm é um erro que atenta contra a vida daqueles que o fazem. Aliás, os fazedores de teatro são Romeus e Julietas, tal é a paixão que os move e os riscos que correm. Contudo o mundo precisa mais do que nunca de gente apaixonada por aquilo que faz, de pessoas apaixonadas pela vida e por aquilo que trazem diariamente ao mundo. É de um grande conjunto de desordens, de pequenas desordens criativas, espalhadas por todos os lados da vida, espalhados em todos os momentos do dia, que precisamos mais do que nunca; que outra coisa se pode esperar daqueles que se dedicam a criar e a recriar o mundo senão: erros infantis?», escreve a propósito desta versão de Shakespeare João Garcia Miguel, o encenador e director da companhia.
A peça, classificada para maiores de 12 anos, conta com a interpretação de David Pereira Bastos e Sara Ribeiro; a música e vídeo são de Rui Gato; os figurinos são de Steve Denton e o desenho de luz é de Luis Bombico.

Exposição de Mário Cesariny
No sábado, dia 2 de Junho, o TMG inaugura, pelas 18 horas, na Galeria de Arte, a exposição «Visto a esta luz», do artista plástico português Mário Cesariny, por muitos considerado o expoente máximo do surrealismo na pintura em Portugal. Esta exposição ficará patente até 29 de Julho e é apresentada no âmbito de uma parceria com a Fundação Cupertino de Miranda. A fundação assumiu nos últimos anos de vida do artista plástico uma relação de grande proximidade e amizade. Nesta exposição procura dar-se uma visão global da sua obra no contexto da Colecção da Fundação Cupertino de Miranda. A exposição é comissariada por António Gonçalves.
Mário Cesariny nasceu e viveu em Lisboa (1923- 2006). Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio. Estudou também música com Lopes Graça. Posteriormente frequentou o primeiro ano do curso de Arquitectura da ESBAL. Participou nos encontros do «Café Herminius» e aderiu ao Neo-realismo, do qual se vem a desligar em 1946. No ano de 1947 conhece André Breton e é nesse mesmo ano que participa na fundação do «Grupo Surrealista de Lisboa», do qual se afasta em 1948, vindo a formar um novo grupo «Os Surrealistas». Com este participa na Primeira Exposição dos Surrealistas.
«Ao longo da exposição encontram-se alguns dos seus objectos que adquirem uma particularidade e mesmo uma aura que os retira do sentido do objecto escultórico e do ready-made. Apresentam-se antes com encontros de sentidos muito apurados, enquanto relações poéticas. Resultam de uma abordagem de vivência com o quotidiano e salientam-se pela sua simplicidade. É uma prática constante a dos objectos que vão sendo encontrados, e que Mário Cesariny vai revelando, quer pela articulação que estabelece entre eles, quer pela importância que lhes dá no seu dia-a-dia, quando os remete para o seu espaço particular, em específico o seu quarto e ali os vai mistificando e desmitificando, como se lhes fosse encontrando uma consideração, uma poética», escreve António Gonçalves a propósito desta exposição.
A exposição pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

Na sua missão de auxiliar as entidades associativas a desempenhar melhor a sua missão junto das comunidades, a Fundação INATEL está a lançar até 15 de Junho o Programa de Apoio à Cultura Amadora (PACA).

A iniciativa apoia a aquisição de instrumentos musicais, material de som e luz e outros equipamentos técnicos até ao valor de 2.500 euros. O Programa é destinado às associações filiadas na Fundação INATEL (CCD – Centros de Cultura e Desporto), sendo uma ótima oportunidade para reequipamento das bandas e grupos musicais não etnográficos da região centro, já que a verba destinada a este tipo de agrupamentos é este ano reservada para esta região, que inclui os distritos de Guarda, Castelo Branco, Viseu, Aveiro, Coimbra e Leiria. No resto do país, o Programa prevê que o Norte seja contemplado com verbas destinados aos grupos de folclore e que Lisboa, Sul e Ilhas recebam verbas para teatro e produção audiovisual.
plb (com Fundação INATEL)

A inauguração de uma exposição bibliográfica sobre Virgílio Afonso na Biblioteca Geral do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) foi precedida de uma palestra do filósofo, ensaíasta e investigador quadrazenho Jesué Pinharanda Gomes.

Pinharanda Gomes

Na Biblioteca Geral do Instituto Politécnico da Guarda está patente, desde 10 de Maio e até 10 de Junho de 2012, uma exposição bibliográfica sobre Virgílio Afonso.
A inauguração desta exposição foi precedida de uma palestra, alusiva, a proferir pelo ensaísta e investigador Pinharanda Gomes.
Virgílio Afonso nasceu em Gonçalbocas, aldeia do concelho da Guarda, no dia 21 de janeiro de 1923 e faleceu nesta cidade no dia 20 de setembro de 1998.
Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, depois de se ter formado na Escola do Magistério Primário da Guarda, iniciou desde muito jovem a sua colaboração na imprensa regional, concretamente em jornais da cidade da Guarda.
Fez o estágio de jornalista no antigo «Novidades de Lisboa», quando ainda estudante, tendo como mestres os conhecidos jornalistas: Padre Moreira das Neves, Tomás de Gamboa e Padre Miguel de Oliveira, que constituíam o principal elenco da direção e redação daquele diário que suspendeu a publicação após a revolução de 25 de Abril de 1974.
Virgílio Afonso foi delegado da Emissora Nacional da Guarda, chefiou a redação do semanário «Correio da Beira», que por ordem do Movimento das Forças Armadas foi extinto após o «25 de Abril», e foi cronista na revista «Flama», jornais «Diário de Coimbra», «Diário da Manhã», «Acção» e «Diário do Norte», entre outros.
Finalmente radicado na cidade da Guarda, o jornalista e escritor, continuou a sua atividade na Comunicação Social, tendo colaborado no «Jornal do Fundão», «Notícias da Covilhã», «Notícias de Gouveia», «Notícias da Guarda», Rádio Altitude, RDP-Guarda e «Revista Altitude».
Em 1975 fundou e dirigiu o quinzenário «Alta Cidade», que publicou 12 números, continuando colaborador e correspondente de outros órgãos da comunicação social.
jcl (com IPG)

No sábado, dia 19 de Maio, Jorge Palma vem ao Teatro Municipal da Guarda (TMG) para o concerto de apresentação do novo álbum, intitulado «Com todo o respeito», editado em Outubro de 2011. Trata-se de uma digressão acústica criada especificamente para salas onde o artista, ao piano, se faz acompanhar pelo filho, Vicente Palma, ao piano e à guitarra.

Em «Com todo o respeito», aquele que é por muitos considerado o melhor «cantautor» português cria um ambiente intimista de interatividade com o público e viaja por temas bem conhecidos dos seus mais de 40 anos de carreira.
Sobre o músico, alguém escreveu que «Em Jorge Palma sobressai a capacidade de redescobrir a música, de criar uma forma atraente, de exibir sentimentos, explorar emoções, e cativar sempre mais gente, a acompanhar a sua solidão junto ao piano, num misto de querer estar só, mas com todos os outros».
De referir que este último disco de Jorge Palma foi galardoado com o Prémio Pedro Osório pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Carlos Barretto e António Eustáquio no Café Concerto
Na próxima quinta-feira, dia 17 de Maio, os músicos Carlos Barretto e António Eustáquio apresentam no Café Concerto o espectáculo «Guitolão», pelas 22h00.
«Guitolão» é um instrumento musical nascido em Portugal e é também o sonho do guitarrista Carlos Paredes tornado realidade pelo construtor Gilberto Grácio. Trata-se de um cordofone, baseado na guitarra portuguesa, mas com um registo mais grave.
«O encontro entre António Eustáquio (guitolão) e Carlos Barretto (contrabaixo) faz-se, pois, sob a égide deste raro instrumento que, nas mãos de António Eustáquio ganha vida». Um concerto que promete surpreender e onde a dupla apresenta o disco com o mesmo nome, «Guitolão», lançado com a etiqueta da JACC Records. A entrada é livre.
Trata-se de uma iniciativa apresentada através da Rede 5 Sentidos e em parceria com o Jazz Ao Centro Clube.

SoniCC com Alone in the Darkness + Ésse
Na sexta, dia 18 de Maio, actuam no Café Concerto do TMG, às 22 horas, mais duas bandas selecionadas no âmbito do SoniCC: Alone in the Darkness (Guarda) e Ésse (Vilar Formoso).
Trata-se da terceira sessão desta actividade que tem como objectivo dar oportunidade às bandas e projectos da região da Guarda de se revelarem no TMG.
Alone in the Darkness é um projecto de quatro jovens da Guarda, surgido em 2011. Aspiram tocar ao lado de grandes bandas do movimento underground português. Os Alone in the Darkness são António Farinhas (Guitarra/baixo/voz), Bernardo Delgado (Bateria), Leonardo Rodrigues (Teclado/voz) e Lucas Martins (Guitarra e backing vocals).
Ésse vem de Vilar Formoso (concelho de Almeida) e é um amante dos ritmos Hip Hop. Começou a cantar aos 13 anos. «Desde cedo que desenvolvi o meu gosto pela escrita, e naturalmente este estilo musical cativou-me, tanto pelo seu poder introspectivo, como interventivo, entre ritmo, rimas, métrica.», refere o jovem no seu texto de apresentação.
O SoniCC entrará brevemente numa nova fase, alargando o âmbito da iniciativa a bandas também do Distrito de Castelo Branco. Os projectos interessados deverão enviar informação e maquetas para o TMG.
plb (com TMG)

Cascais acolheu no passado fim-de-semana o Campeonato Nacional Infantil, Iniciado e Juvenil de Karate, onde o atleta Diogo Rafael, do KS Trancoso, recebeu a Medalha de Bronze.

Diogo Rafael ficou em 3.º Lugar

A organização da prova esteve a cargo da Federação Nacional de Karate de Portugal, em parceria com a Liga Portuguesa de Karate-Do.
Nesta que foi a ultima prova do calendário federativo, estiveram presentes centenas de jovens até aos 13 anos oriundos de todo o continente e ilhas, que lutaram não só por um lugar de pódio mas também pela entrada no processo de preparação com vista à participação de Portugal no Campeonato Europeu 2014 que será realizado no nosso país.
A associação nacional local (Portugal Kyokai Karate-do Shotokan) fez-se representar por 6 atletas.
Diogo Rafael (KS Trancoso), o atleta mais experiente desta comitiva, como era esperado teve uma excelente prestação ganhando todas as eliminatórias, perdendo apenas, e pela diferença mínima de 3-2, a final da sua pool o que o impediu de disputar a final. Na repescagem não teve qualquer dificuldade em alcançar a medalha de bronze.
Iara Silva (AEKS) que participou pela primeira vez nesta prova conseguiu logo na sua estreia disputar a medalha de bronze, a qual lhe escapou pela diferença mínima de apenas uma bandeira. 5º Lugar Kata Iniciado, um excelente resultado para esta jovem atleta.
João Domingues (AEKS) ganhou várias eliminatórias, alcançando a semifinal da sua pool, o que lhe deu o 7º Lugar na prova de Kumite Juvenil -60Kg.
Estiveram também presentes Anaisa Cardoso (KSTrancoso), Rafael Cruz (NKSPinhel) e Soraia Marques (NKSPinhel), que embora tenham ganho algumas eliminatórias não conseguiram alcançar um lugar de pódio.
Rui Jerónimo

Manuel Maria Carrilho é o próximo convidado da tertúlia «Café Desconcerto» que o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no Café Concerto no próximo dia 10 de Maio, às 21h30.

Manuel Maria Carrilho no TMG

O professor e escritor vem apresentar o seu mais recente livro, editado em 2011, intitulado «De olhos bem abertos». A conversa será conduzida por José Manuel T. Mota da Romana.
Professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa onde é titular da área de Filosofia Contemporânea, Manuel Maria Carrilho é autor de uma vasta bibliografia com destaque para: «Razão e Transmissão da Filosofia» (1987), «Dicionário do Pensamento Contemporâneo» (1991), «Rhétoriques de la Modernité» (1992), «Aventuras da Interpretação» (1995), «O Estado da Nação» (2001).
Manuel Maria Carrilho foi Ministro da Cultura e Deputado da Assembleia da República. Foi ainda representante permanente de Portugal na UNESCO, em Paris.

Cinema no Grande Auditório
Mais de 450 crianças do Agrupamento de Escolas da Área Urbana da Guarda vão passar pelo TMG nos próximos dias 9 e 11de Maio (quarta e sexta-feira, respectivamente).
No dia 9, as crianças assistirão no Grande Auditório ao documentário «Planeta Sagrado», de Robert Redford e ainda ao filme de animação digital «Animusic». No dia 11, também no Grande Auditório, assistirão à projecção do filme «As aventuras de Tim Tim», de Steven Spielberg. Nos dois dias, as sessões têm início marcado para as 10 horas. Trata-se de uma iniciativa levada a cabo pelo TMG, através do seu Serviço Educativo, que surge a pedido do Agrupamento de Escolas.

Marionetas, circo e dança no OVNI
Continua o OVNI – Festival Internacional de Objectos Vivos, na próxima semana, com espectáculos de marionetas, novo circo e dança, vindos de Espanha, França e Portugal.
Na sexta, dia 11, apresenta-se no OVNI a companhia Telón de Azúcar, de Espanha, que leva ao palco do Pequeno Auditório «Crónicas de lo Diminuto», um espectáculo que explora as técnicas do teatro de sombras e de luz negra e que conta a história de uma menina curiosa que certo dia conhece um investigador que lhe fala sobre uma das suas descobertas: os mundos diminutos. Um espectáculo, único em Portugal, para maiores de 4 anos, que está marcado para as 21h30.
No dia seguinte, dia 12 (sábado), há novo circo no OVNI com «Debout de Bois», da companhia francesa «La Maind’Oeuvres». Um espectáculo maravilhoso, para maiores de 6 anos, que tem como objecto central um tronco, que serve de parceiro, de instrumento musical e de aparelho de circo. Acrobacias e movimento num universo sonoro e cenográfico feito de pedaços de madeira e de máquinas. Este é um espectáculo apresentado no âmbito da Rede 5 Sentidos e sobe ao palco do Pequeno Auditório às 21h30.
O OVNI prossegue depois na quarta-feira, dia 16, com «A Nova Bailarina», de Aldara Bizarro/Jangada de Pedra. Um espectáculo apresentado pelo TMG, através do seu Serviço Educativo, com movimento, humor e sobre valores e ética. «A Nova Bailarina» tem como destinatárias as crianças dos jardins-de-infância e escolas de 1º Ciclo e é apresentado na Sala de Ensaios do TMG em duas sessões, às 10h00 e às 14h30. Espectáculo apresentado no âmbito da Rede 5 Sentidos.
O OVNI decorre no TMG até 26 de Maio.
plb (com TMG)

Vão decorrer no Instituto Politécnico da Guarda (IPG), nos dias 23 e 24 de Maio, as IV Jornadas de Engenharia Topográfica, organizadas pela Unidade Técnico Científica de Engenharia e Tecnologia (área de Ciências Geográficas) do IPG e Colégio de Engenharia Geográfica da Região Centro da Ordem dos Engenheiros.

Subordinadas ao tema «O Mundo na Mira das Ciências Geográficas», estas jornadas têm por objetivo a promoção e divulgação das áreas temáticas subjacentes, bem como o seu contributo para decisões essenciais ao nível do planeamento e gestão do Território.
O programa vai integrar a apresentação de diversos estudos de índole técnica e científica que cobrem as várias áreas da IG, desde aplicações com dados LiDAR (Light Detection And Ranging), Redes de Estações Permanentes, GNSS (Global Navigation Satellite Systems), diversas aplicações em ambiente SIG, entre outros.
Por outro lado, a organização destas jornadas pretende potenciar as ligações entre instituições de ensino superior (que lecionam cursos afins) com a administração pública e com o mercado empresarial do setor.
A informação Geográfica (IG) é cada vez mais um garante na resolução de inúmeros problemas das sociedades atuais.
«É a Informação Geográfica que fornece apoio na busca de soluções para as melhores intervenções e para uma melhor organização do território, evitando que se acentuem assimetrias extremas entre regiões o que não beneficia nenhuma das partes», refere a organização destas IV Jornadas de Engenharia Topográfica, que chama a atenção para a «notória proliferação e difusão na utilização de IG em inúmeros setores, nomeadamente a Engenharia, a Gestão o Ambiente e os Transportes».
plb (com IPG)

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia Arraiana«La Ruta de los Castillos» fez uma pequena viragem para homenagear também outros castelos de fronteira como: Pinhel, Penha Garcia, Penamacor e Castelo Bom que, não sendo castelos de Aldeias Históricas – que me propus destacar – são também monumentos que gravam em pedra, páginas da História. Portugal com seus castelos foi ganhando glória ao longo de todas as épocas em que, cada pedaço de pedra que se ergue ou ergueu nos recorda valores pátrios reveladores de majestade e coragem, na defesa dos povos e das gentes.

Pinhel

PINHEL

Foste castro pré-histórico
Ó castelo de Pinhel
Com túrdulos ou lusitanos
Desempenhaste teu papel
Vigiaste estrada romana
D. Sancho Foral te doou
Retomaste teu fulgor
Outro rei te revigorou
Aqui referimos D. Dinis
Com Tratado de Alcanizes.

Envolveste antiga vila
Nesse jeito acolhedor
Mantendo-te em alerta
Como poderoso senhor
Mas sofreste derrocadas
Pilhagens e vilanias
Salvando-te D. Manuel
Que tu bem o merecias
Devolvendo respeito ao povo
Concedendo o Foral Novo.

Até mil setecentos e setenta
Crescendo, foste cidade
Foi pena que até XIX
Muito mudou, na verdade
As guerras te molestaram
Perdeste muitos afetos
Assim o tempo foi passando
À espera de novos projetos
Em XX um Decreto te classificou
E mais digno te tornou.

E esse ar imponente
Com tua torre de Menagem
Que alguns chamam de vigia
Lembram a tua coragem
Acolhes quem te visita
Mostrando a dignidade
Na proteção e defesa
De toda a tua cidade
Quem perto ou longe te vendo
Sabe que o estás acolhendo.

O meu respeito a Pinhel
«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis

netitas19@gmail.com

Em Maio, entre os dias 4 e 26, o Teatro Municipal da Guarda volta a apresentar o OVNI – Festival Internacional de Objectos Vivos. Trata-se da quarta edição deste festival que apresenta companhias de vários países com espectáculos de teatro visual, marionetas, teatro de objectos, teatro de sombras e de novo circo.

O Festival começa no dia 4 com «A cerejeira da lua», de António Torrado, pela companhia Lua Cheia Teatro para Todos. Trata-se de um espectáculo de teatro de marionetas com luz negra que nos confronta com a sabedoria oriental em torno da dimensão humana e da importância do sonho. O espectáculo é para maiores de 4 anos e está marcado para as 21h30 no Pequeno Auditório.
Segue-se «Smart as a Donkey», da companhia holandesa TAMTAM Theatre, no dia 5 (sábado), numa extensão do FIMFA LX12 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas. A companhia utiliza objectos rotineiros, do quotidiano e acrescenta-lhes música e vídeo para contar a história de um burro que afinal não o era. Este espectáculo está classificado para maiores de 6 anos e subirá ao palco do Pequeno Auditório às 21h30.
Na sexta, dia 11, apresenta-se no OVNI a companhia Telón de Azúcar, de Espanha, que leva ao palco do Pequeno Auditório «Crónicas de lo Diminuto», um espectáculo que explora as técnicas do teatro de sombras e de luz negra e que conta a história de uma menina curiosa que certo dia conhece um investigador que lhe fala sobre uma das suas descobertas: os mundos diminutos. Um espectáculo, único em Portugal, para maiores de 4 anos que está marcado para as 21h30.
No dia seguinte, dia 12 (sábado), há novo circo no OVNI com «Debout de Bois», da companhia francesa «La Main d’Oeuvres». Um espectáculo maravilhoso, para maiores de 6 anos, que tem como objecto central um tronco, que serve de parceiro, de instrumento musical e de aparelho de circo. Acrobacias e movimento num universo sonoro e cenográfico feito de pedaços de madeira e de máquinas. Este é um espectáculo apresentado no âmbito da Rede 5 Sentidos. Sobe ao palco do Pequeno Auditório às 21h30.
O OVNI prossegue no dia 16 (quarta) com «A Nova Bailarina», de Aldara Bizarro/Jangada de Pedra. Um espectáculo apresentado pelo TMG, através do seu Serviço Educativo, com movimento, humor e sobre valores e ética. «A Nova Bailarina» tem como destinatárias as crianças dos jardins-de-infância e escolas de 1º Ciclo e é apresentada na Sala de Ensaios do TMG em duas sessões, às 10h00 e às 14h30. Este espectáculo apresenta-se no âmbito da Rede 5 Sentidos.
O Festival Internacional de Objectos Vivos termina no dia 26 com o espectáculo «Catabrisa», de Joana Providência, Gémeo Luís & Eugénio Roda. Um espectáculo de teatro de sombras, para maiores de 6 anos, que conta a história de um menino e da sua paixão pela aventura e que o TMG apresenta em duas sessões, às 11h00 e às 15h00, na Sala de Ensaios do TMG, integrado na iniciativa Famílias ao Teatro.
O preço dos bilhetes para o festival andam entre os 3 e os 6 euros e estão disponíveis no TMG e na sua bilheteira online.

A «Telefonia de Abril», de Suzana Branco
Na próxima quarta-feira, dia 2 de Maio, o TMG apresenta, através do seu Serviço Educativo, a oficina / acontecimento teatral «Telefonia de Abril», orientada por Suzana Branco. Esta actividade, que decorrerá na Sala de Ensaios, será apresentada em 2 sessões – às 10h00 e às 14h30 – e tem como destinatários os alunos das Escolas de 1º, 2º e 3º Ciclos e ainda o público sénior.
Em «Telefonia de Abril» uma contadora de histórias desvenda-nos as memórias, sons, cartas, poemas e depoimentos sobre a revolução dos cravos: 25 de Abril.

Exposição na Galeria de Arte
O TMG tem patente na Galeria de Arte a exposição «Vivência a cores d’um andarilho», do pintor Moçambicano Roberto Chichorro. Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e arquitectura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espectáculos e ilustrou vários livros. Foi bolseiro do Governo Espanhol, em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi) e do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura.
A exposição ficará patente na Galeria de Arte do TMG até 20 de Maio e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

O Núcleo regional da Guarda da associação Quercus, em parceria com a Birds & Nature, com o apoio da autarquia da Guarda, vai organizar um Workshop de Iniciação ao Birdwatching nos dias 12 e 13 de Maio.

A grande diversidade paisagística, da Serra da Estrela, a existência de diferentes ecossistemas, nomeadamente zonas húmidas, florestas, montanha, praias fluviais, escarpas, zonas agrícolas, entre outras, levaram à organização da iniciativa.
A Quercus e a Birds & Nature, pretendem promover a reflexão sobre as potencialidades turísticas que os recursos ornitológicos representam, e que valorizam e promovem o património natural em benefício das comunidades, dos operadores económicos e da experiência proporcionada aos visitantes.
Esta formação inclui temas como a iniciação ao Birdwatching, a identificação de grupos específicos de aves, a identificação de aves de determinadas áreas geográficas e assuntos como a fotografia ou a ilustração de aves.
O Workshop compreende uma parte prática e uma parte teórica; esta última, no entanto, incide essencialmente em aspectos como o trabalho de identificação com fotografias e o treino de audição de cantos e vocalizações.
Este curso tem uma duração de dois dias (um dia no caso dos workshops), decorrendo habitualmente durante um fim-de-semana. A carga horária usual é de 12 horas. O Workshop de Identificação das Aves da Serra da Estrela, de um dia e meio (cerca de 3 horas de parte teórica e cerca de 9 horas de parte prática)
Com o objectivo de obter um elevado nível de aprendizagem e de participação. O workshop é limitado a 25 participantes.
O preço de inscrição é de 40 euros, e inclui o acompanhamento técnico permanente do formador, o manual do Workshop, a checklist das espécies a observar, o certificado de participação, a disponibilização de binóculos, telescópios e guias de campo, bem como seguro de acidentes pessoais.
plb (com Quercus – Núcleo Regional da Guarda)

A cidade de Trancoso recebeu no domingo, dia 22 de Abril, o Campeonato Regional de Karate dos escalões de formação (infantis, iniciados e juvenis), uma organização do Clube Karate Shotokan de Trancoso em parceria com a Federação Nacional de Karate – Portugal e o apoio da Câmara Municipal de Trancoso.

Estiveram presentes cerca de 300 jovens até aos 13 anos, que lutaram por um lugar de pódio que permitia o acesso ao Campeonato Nacional que se realizará em Cascais no primeiro fim-de-semana de Maio.
A associação nacional local (Portugal Kyokai Karate-do Shotokan) fez-se representar através de alguns dos clubes associados (AEKS, AEKSP, KST e NKSP).
A AEKS (Guarda) marcou presença com 5 atletas:
Iara Silva – 1º Lugar Kata Iniciado (Campeã Regional)
João Domingues – 1º Lugar Kumite Juvenil -60Kg (Campeão Regional)
Participaram também Rodrigo Makoviychuk, António Farias e Rafael Fernandes.
A AEKSP (Piscinas Guarda) esteve presente através do atleta Diogo Grilo.
O KST (Trancoso) esteve presente com 4 atletas:
Diogo Rafael – 1º Lugar Kumite -55Kg (Campeão Regional) e 2º Lugar Kata Juvenil (Vice-Campeão Regional)
Anaisa Cardoso – 3º Lugar Kumite -40Kg
Participaram também Rita Rafael e Teresa Pedro.
O NKSP (Pinhel) esteve presente com 4 competidores:
Rafael Cruz – 2º Lugar Kumite -50Kg
Soraia Marques – 3º Lugar Kumite -55Kg
Participaram ainda Leandro Silva e Francisco Marques.
Rui Jerónimo

No sábado, dia 28 de Abril, actuam no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG), às 21h30, os portugueses Fingertips. A banda acaba de lançar o disco «2» e vem ao TMG mostrá-lo.

Os Fingertips iniciaram em 2003 a sua carreira com o lançamento do disco «All ‘Bout Smoke ‘n Mirrors» e atingiram o 1º lugar de airplay nas rádios com o single «Melancholic Ballad». Seguiram-se mais duas edições: «Catharsis» em 2006 e «Live Act» em 2007.
Em 2010 a Banda segue um novo rumo e procura uma nova Voz. Entre muitos candidatos, Joana Gomes foi a escolhida, tendo gravado de seguida o álbum «Venice», editado no início de 2011.
Com um novo disco «2» e o novo single «Running Out of Time» a ganhar a atenção das rádios, os Fingertips fazem nestes primeiros meses do ano uma digressão por algumas das principais salas do país onde apresentam as novas músicas e um novo espectáculo.
Durante a tarde de sábado a banda promove ainda no Café Concerto do TMG um «Workshop de Bateria» destinado a apaixonados, curiosos ou estudiosos da percussão. A sessão começa às 16h00 e será orientada pelo baterista dos Fingertips, Marito Marques. O workshop tem entrada livre.

Teatro no Café Concerto
No próximo dia 27 de Abril, sexta-feira, o TMG apresenta no Café Concerto às 22h o monólogo «Adalberto Silva Silva – um espectáculo de realidade». Uma comédia de Jacinto Lucas Pires com a interpretação do actor Ivo Alexandre.
«Adalberto Silva Silva — um espetáculo de realidade» é a alma de Adalberto Silva Silva em formato «televisivo». Adalberto é o célebre desconhecido, o triste homem comum, um tipo que de tão normal se apalhaça dos modos mais surpreendentes. Um cidadão que, neste país pobre e maravilhoso, quer juntar-se a uma cidadã para se descobrir por inteiro. Em resumo, a personagem do mais adalbértico dos anti-heróis portugueses sai agora do papel do teatro para o oxigénio da realidade.
Uma comédia em formato de bolso sobre o desejo, o sonho e os chamados problemas práticos. A entrada é livre.

Exposições de pintura
A partir de terça, dia 2 de Maio e até ao final desse mesmo mês, o TMG apresenta no Café Concerto a exposição de pintura do artista plástico Luíz Morgadinho. «Ad Instar… À semelhança de…» é o título desta exposição que pode ser visitada no horário de funcionamento do CC e que tem entrada livre.
Luiz Morgadinho nasceu em Coimbra em 1964 e reside actualmente em Santa Comba, Seia.
Pintor autodidacta, define-se como «operário plástico do naïf e do bizarro». Recentemente participou no «Surrealism in 2012» do Goggleworks Center for the Arts, Reading, EUA com trabalhos individuais e colectivos, executados em parceria com elementos do Cabo Mondego Section of Portuguese Surrealism.
Está representado em várias Câmaras Municipais de Portugal, no Museu do Café de Cadenazzo na Suíça e no Ayuntamento de Olivenza em Espanha.
O TMG tem também patente na Galeria de Arte a exposição «Vivência a cores d’um andarilho», do pintor Moçambicano Roberto Chichorro.
Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e arquitectura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espectáculos e ilustrou vários livros. Foi bolseiro do Governo Espanhol, em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi) e do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura. Participou é várias exposições individuais e colectivas por todo o mundo, desde 1960. É um dos mais conceituados pintores Africanos da actualidade.
Sobre a sua obra, escreve Álvaro Lobato Faria: «Qualquer obra de Roberto Chichorro poderia começar assim. A construção do seu imaginário decorre do enquadramento de sonhos e memórias de histórias vividas, fragmentadas e esfarrapadas pelo esquecimento, que procura repor numa unidade lógica própria da narração. Sabe-se lá que promessas, que juras ou votos ficariam por cumprir, mas para Chichorro todas as histórias são dignas de serem contadas. Há mais mundos do que este e para que disso tomemos consciência, a imaginação é tão indispensável quanto o olhar, receptivo à descoberta. Aqui, reside uma das marcas da originalidade e da intemporalidade do seu imaginário: ele opera em nós um desenraizamento, obriga-nos a abandonar os lugares-comuns, transporta-nos para algures e daí para nenhures».
A exposição ficará patente na Galeria de Arte do TMG até 20 de Maio e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

Tal como estava previsto foi inaugurado na freguesia de Fóios, o Museu «Portas do Côa» com a exposição «Côa: reinventar a arte da nascente à foz».

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO museu é da iniciativa da Câmara Municipal de Sabugal e da Junta de Freguesia de Fóios, através de candidatura ao PROVERE e teve o apoio técnico e científico da Fundação Côa Parque.
A data escolhida foi 18 de Abril porque assinala também o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.
No auditório do Centro Cívico usou da palavra o Senhor Presidente da Câmara do Sabugal, Eng.º António Robalo, bem como o Senhor Dr. José Ribeiro, membro do Conselho de Administração da Fundação Côa Parque.
O Centro Cívico, já está a funcionar, em algumas valência, desde o ano de 2008 mas a Junta de Freguesia de Fóios nunca procedeu a qualquer tipo de inauguração pelo facto de entender que faltava a componente museu. Agora sim. Agora podemos dizer que este espaço, dedicado à cultura, é uma realidade e está a funcionar em todas as valências como tinha sido projectado.
Interpretando fielmente o sentimento da população de Fóios pretendemos agradecer às muitas pessoas que nos ajudaram a alcançar tão importante objectivo. Agradecemos, igualmente às muitas pessoas que nos têm felicitado e incentivado nesta caminhada que não tem sido nada fácil.
Confesso que desenvolver os mais diversos aspectos ligados à cultura, no interior do interior, é bastante complicado. Só a persistência e a carolice de algumas pessoas, quase sempre poucas, vai fazendo com que poucos dos residentes vão entendendo e participando.
Claro que o museu – Portas do Côa – para a maioria das pessoas que por cá vivem não lhes dirá grande coisa mas o aprender a gostar também se vai ensinando. É obrigação daqueles que mais sabem ir explicando o que representa a história e a arte que o dito museu encerra.
Por outro lado é importantíssimo que as escolas saibam e tenham consciência dos conteúdos e da riqueza do museu. Vamos procurar divulga-lo junto das escolas da região quer de um lado quer do outro da fronteira.
No dia da inauguração deram-nos o prazer e a honra da sua presença muitos técnicos e políticos quer do concelho do Sabugal quer o concelho de Vila Nova de Foz Côa cuja delegação era chefiada pelo Senhor Presidente da Câmara, Eng.º Gustavo Duarte.
Também um especial reconhecimento ao Senhor Presidente da Junta, Fernando Fachada, e aos Ilustres amigos da Associação «Foz Côa Friends» que se fizeram representar pelo Sr. José Constanço.
Pretendemos ainda agradecer e reconhecer o trabalho e a dedicação do Sr. Arquiteto Paulo, do Município do Sabugal, do Sr. Arqueólogo António Batista, de Vila Nova de Foz Côa, bem como à empresa «Interacções do Futuro» que instalou as peças e os painéis do museu.
A amizade que vamos construindo, através do Côa, vai-se reforçando à medida que vamos convivendo e as ideias de boas e novas oportunidades vão, de facto, surgindo.
O fiozinho de água que brota da nascente é correspondente ao pequeno museu aqui existente e à medida que vai deslizando e engrossando chega, finalmente, a Vila Nova de Foz Côa onde se situa o moderno e empolgante Museu do Côa.
Se uma caminhada começa num paço já todos vamos andando.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Irá ter lugar, no próximo fim-de-semana, entre os dias 21 a 22 de abril, a segunda edição do Encontro de Associações do Concelho de Meda, iniciativa da Câmara Municipal, das Casas do Benfica e do Porto e do Núcleo Sportinguista de Mêda.

O evento integra actividades desportivas, palestras, jogos tradicionais, concurso de pesca, passeio de motorizada, provas de perícias automóveis e espectáculos musicais.
As iniciativas das Associações do concelho merecem o apoio da Câmara Municipal de Mêda e são incentivadas pela Autarquia através de uma cooperação estreita e sólida. A Autarquia tem apostado numa política de parceria e de incentivo ao Movimento Associativo, através da atribuição de diferentes apoios logísticos e financeiros, valorizando sempre o papel fundamental do associativismo, pelo que a organização desta actividade se insere nesta lógica de pensamento.

PROGRAMA
Sábado (dia 21):
10:00 – Torneio de Futebol de 7 (Estádio Dr. Augusto César de Carvalho)
14:00 – Abertura Oficial do II Encontro das Associações do Concelho de Mêda (Nave de Exposições do Mercado Municipal)
14:15 – Palestra «Segurança na 3.ª Idade» (Nave de Exposições do Mercado Municipal)
15:15 – Jogos Tradicionais (Recinto das antigas Escolas Primárias)
17:30 – Final do Torneio de Futebol de 7 (Estádio Dr. Augusto César de Carvalho)
22:00 – Grupo de Cantares «O Sincelo» (Nave de Exposições do Mercado Municipal)
Domingo (dia 22)
07:00 – Início do Concurso de Pesca à Truta (Barragem de Ranhados)
09:00 – Passeio de Motas 50cc (Concentração – Nave de Exposições do Mercado Municipal)
10:30 -Início Oficial da I Prova de Perícia Automóvel Cidade de Mêda (Parque de estacionamento do Centro Escolar do 1.º CEB de Mêda)
14:00 – Abertura do recinto do II Encontro das Associações do Concelho de Mêda (Nave de Exposições do Mercado Municipal)
14:30 – I Prova de Perícia Automóvel Cidade de Mêda – prova cronometrada (Parque de estacionamento do Centro Escolar do 1.º CEB de Mêda)
21:30 – Grupo Musical MC (Nave de Exposições do Mercado Municipal)
plb (com CM Mêda)

A karateca da Guarda Rita Morgado alcançou o terceiro lugar na edição deste ano do Maia Open, ganhando os confrontos com grandes prestações, perdendo apenas uma eliminatória e pela diferença mínima de 3-2.

Realizou-se no passado sábado e domingo mais uma edição do Maia Open, prova internacional, que juntou centenas de atletas oriundos de todo o país e estrangeiro como por exemplo Espanha, Marrocos, Andorra e França.
A Academia Egitaniense (AEKS) marcou presença com dois atletas que ainda que não sejam seniores, participaram na categoria Open Kata.
Rita Morgado obteve um brilhante terceiro lugar. Já Pedro Carvalho não conseguiu alcançar um lugar de pódio, mas representou muito bem a AEKS. Estes atletas foram acompanhados pelos treinadores Rosa e José Jerónimo que exerceram também funções de arbitragem.

Rui Jerónimo em Madrid
Rui Jerónimo, diretor técnico da Portugal Kyokai Karate-Do Shotokan esteve presente no talvez último Curso Internacional de Karate-Do Shotokan ministrado em Espanha pelo Kancho Hirokazu Kanazawa, único mestre com a graduação máxima de 10º Dan de Karate Shotokan, mas que dada a sua elevada idade (81 anos), declarou oficialmente que irá realizar a partir de agora menos viagens pelo mundo.
Rui Jerónimo aproveitou esta oportunidade para realizar um exame de graduação com este lendário mestre que tem milhares de seguidores da sua linha (associação) em mais de 130 países.
plb (com AEKS)

No dia 19 de Abril (quinta-feira), a partir das 9 horas, realiza-se na cidade da Guarda o seminário «Prevenção dos Maus Tratos na Infância», organizado pelo Núcleo Desportivo e Social (NDS).

O seminário acontecerá na sala da Assembleia Municipal, e surge no âmbito da campanha do Mês da Prevenção dos Maus Tratos (Abril 2012).
O Projecto Tu Decides+… do NDS, que está inserido no Programa Escolhas 4.ª Geração, em associação com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Guarda, prevê a dinamização de um conjunto de acções em prol da prevenção dos maus tratos na infância, onde se destaca a realização do seminário «Prevenção dos Maus Tratos na Infância».
O evento realiza-se com os apoios do Município da Guarda, Ministério Público, Instituto Politécnico da Guarda e do Núcleo de Atendimento de Apoio à Vítima de Violência Doméstica do CFAD.
O Projecto Tu Decides+… espera a participação no seminário de todas as instituições, entidades e técnicos que diariamente trabalham no âmbito do apoio à família, infância e juventude e que directa ou indirectamente se envolvem na causa da Prevenção dos Maus Tratos.
Da realização do seminário resultará a assinatura de uma Declaração de Compromisso em prol da Prevenção dos Maus Tratos na Infância.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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