You are currently browsing the daily archive for Terça-feira, 4 Dezembro, 2012.

O Doutor Tavares de Melo – o Morgado de Santo Amaro – foi o maior de entre os proprietários do concelho do Sabugal.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaTive o grato prazer de lidar muito de perto com aquele grande terratenente e de ser seu seu comensal ao longo dos anos por que vivi na cidade de Castelo Branco.
O Morgado tinha sempre a mesa posta para os correligionários amigos – mesa fartíssima e muito portuguesa.
E eu – com o meu particularíssimo amigo Henrique de Atahyde, quando nos apetecia lá íamos de longada até Santo Amaro usar da hospitalidade do velho fidalgo e receber uma lição de portugalidade.
Tavares de Melo ultrapassara já a casa dos noventa, mas mantinha-se aprumado, alto e direito como um ferro pedral.
E com uma enorme lucidez, apenas traída por uma arreliadora falha de memória para nomes.
Estranhamente não se recordava do nome de Salazar, então nosso todo poderoso primeiro-ministro, que assinalava como o contabilista que manda de Lisboa.
Mas discreteava sobre o Integralismo Lusitano e a Nobiliarquia Portuguesa.
O meu companheiro Henrique de Atahyde era mais monárquico que o Senhor Dom Duarte e tinha um nome ainda mais extenso do que o dos pretendentes à Coroa de Portugal. Com efeito, assinava-se ele Henrique Manuel da Senna Bello Queirós Pinto de Atahide de Serpa e Mello e não sei quantos antropónimos mais, rematando em Tavares Geraldes.
Com o nosso anfitrião usava os eónimos Tavares e Mello. MELLO sem dom, prova de grande filhamento e TAVARES devia ser TAVAREZ como aquele Tavarez Rombo armado cavaleiro com Dom Afonso Henriques em Zamora.
E não se desdenhava sequer do ónimo GIRALDES que ressumava ao Sem Pavor, redimido de quadrilheiro pela integração de Évora no património régio…
Assim, em amena e folgosa cavaqueira, se passavam as copiosas banqueteações.
Algumas vezes, ali assistimos à passagem das ovelhas que em transumância desciam das cumeadas da Estrela para as campanhas do Almurtão.
O Morgado organizava uma espécie de serões para trabalhadores em homenagem aos zagais da mesta. Até com a contratação de robertos.
E uma das cubas grandes da ampla adega levava grande míngua.
Mas o Morgado rejubilava.
E título e quinta afamavam-se. Aliás, até economicamente a opção rendia. No tríduo da festarola, os rebanhos deixavam nas veigas uma forte adubadela, que bem seria paga pelos batatais, ajudando a uma maior produção e ainda à qualidade do produto.
Batatas boas são as das três «itas» – terra granita, água granita e caganita.
A Quinta produzia milhões que não apenas milhares de arrobas. Como também se alçapremava a todas as outras em cântaros de azeite.
De resto, o nome era-me familiar desde os verdes anos pela apanha da azeitona.
Um casal meu vizinho – Joaquim Carreto e Maria Antónia Neto, morando embora a fartas léguas de Santo Amaro, porque eram parentes de um dos feitores do Morgado, na sazão aparelhavam o burro e rumavam para a apanha.
Voltavam com o animal a ajoujar sob a carga de azeite e azeitona com que os mimoseavam, retribuindo bem o trabalho.
E gababam a hospitalidade do bom fidalgo, cuja fama voava por uma outra razão.
Fora um dos primeiros portugueses a possuir automóvel. Logo na primeira década de mil e novecentos.
Ao mesmo tempo que um Bragança, irmão de Dom Carlos, o Dom António, que ficou conhecido por o Arreda – por gritar ao povo, quando passava tripulando o bólide – arreda, arreda
«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

Anúncios

O Capeia Arraiana está a publicar as contratações da Câmara Municipal do Sabugal e de outras entidades que, por ajuste directo, envolvam o concelho sabugalense entre Janeiro e Novembro de 2012. As regras da contratação pública previstas no Código dos Contratos Públicos aplicam-se a todo o sector público administrativo tradicional: o Estado, as Autarquias Locais, as Regiões Autónomas, os Institutos Públicos, as Fundações Públicas, as Associações Públicas e as Associações de que façam parte uma ou várias pessoas colectivas referidas anteriormente.

SETEMBRO DE 2012

:: 04-09-2012 ::
Descrição: Programa Municipal para uso efeiciente da água – rega de espaços verdes.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Albino Teixeira – Construções, Lda.
Preço Contratual: 51.999,15 €

:: 04-09-2012 ::
Descrição: Plano de Animação – Evento Dias da Lua 2012.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Centro de Convivio Cultural e Desportivo de Quarta-Feira
Preço Contratual: 6.000,00 €

:: 06-09-2012 ::
Descrição: Empreitada de execução de adutora à freguesia da Lomba.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Luís Pais dos Santos, Lda.
Preço Contratual: 46.935,00 €

:: 06-09-2012 ::
Descrição: Aquisição de uma solução de nova infra-estrutura de hardware para o Data Center da C.M. do Sabugal – Rede Digital de Educação e do Conhecimento do concelho do Sabugal.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: InforSabugal, Lda.
Preço Contratual: 60.824,00 €

:: 19-09-2012 ::
Descrição: Reparação da super estrutura da viatura de recolha de lixo de caixa rotativa.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Vecofabril, S.A.
Preço Contratual: 6.850,00 €

:: 21-09-2012 ::
Descrição: Plano de animação – Muralhas com História – Viagens Históricas Heranças.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Companhia de Teatro Viv´Arte
Preço Contratual: 27.417,89 €

:: 21-09-2012 ::
Descrição: Aquisição de estantes rolantes.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Pedrasina, Lda.
Preço Contratual: 19.196,00 €

:: 21-09-2012 ::
Descrição: Contrato de prestação de serviços na área da medicina do trabalho – 12 meses, renovado automaticamente por igual período até ao máximo de 3 anos.
Adjudicante: Município do Sabugal
Adjudicatário: Medempresa, S.A.
Preço Contratual: 6.600,00 €

:: 25-09-2012 ::
Descrição: Execução da rede primária de faixas de gestão de combustível na Fregusia da Nave (Sabugal).
Adjudicante: Freguesia da Nave
Adjudicatário: Fortunato Canhoto Construções, Lda.
Preço Contratual: 21.052,40 €

O Código dos Contratos Públicos criou o Observatório das Obras Públicas e o sistema de informação dos contratos de bens e serviços, incumbindo-os de acompanhar e avaliar a contratação pública. São ferramentas essenciais para o aperfeiçoamento de opções e para a promoção de boas práticas.
jcl

Comemorou-se ainda o 1º de Dezembro, lembrando os 40 conjurados de 1640, pois já diz alguém que a história dos heróis tem de escrever-se á luz bruxuleante dos seus túmulos. É ali que a língua calada fala mais eloquentemente; os olhos cerrados irradiam profusamente a claridade duma vida impoluta e os braços descaídos fazem brandir, como nunca, a espada justiceira dos seus exemplos.

1º Dezembro

Até na morte são heróis, porque morrendo vivem no pensamento dos vivos. Os seus túmulos são as colunas da história; os exemplos o sangue das pátrias e o coração o altar das novas imolações.
Negar isto, é rematada cegueira; denegrir a sua vida é inveja cobardia; rasgar a história é imperdoável traição.
Por certo, cada um de nós ainda não rasgou a história na sua mente e no coração ainda não se apagou o amor sagrado da Pátria. Sendo assim, á luz fulgurante da nossa história, descobriremos o sentido profundo e atual deste dia no coração de portugueses e guardaremos a alta lição dos conjurados – uma página da história de imputável valor heroico.
Leiamos, pois, esta página aberta ao acaso:
– Era uma vez um rei valente, jovem e esperançoso. A História chama-lhe D. Sebastião. Que importa o nome? Nós preferimos chamar-lhe o jovem Rei-Sol, porque o brilho da sua mocidade era capaz de ofuscar a claridade de milhares de sóis.
A história curta da sua vida diz ainda:
– Foi um jovem valente e o seu fulgor sentiu lá nas terras orientais as agonias do entardecer. No coração trazia Portugal. Alcácer-Quibir seria o poente dum reinado, o eclipse duma nacionalidade, mas ele, montado no seu corcel de fogo, voltaria numa manhã de nevoeiro, quando os portugueses dormissem, para derrubar do seu trono os intrusos.
Povo apanha o conde AndeiroHaveria de reinar, já que, antes de morrer, muitos o haviam matado no seu coração. Porém, Portugal não encontrou a morte e um eclipse jamais é negação de sol e 1580 não era sinal de perda de independência. Foi um desvio ocasional do rumo da história, uma página por escrever no glorioso livro dos nossos destinos. É que a história das pátrias, como a dos homens, por vezes, sofre cortes inesperados, cruza-se e entrelaça-se, mercê de circunstâncias várias no tempo e no espaço. A razão é simples. Cada homem isolado, com a sua personalidade inconfundível, é, conscientemente ou não, uma das muitas letras que, sabiamente combinadas, fazem a história gloriosa ou infame dum povo. A vida é de quem a souber viver, a história é de quem a escrever melhor. Eis a razão por que, em todos os tempos, as pátrias tiveram o seu período negro e a história as suas erratas. A nossa fora começada por D. Afonso Henriques, escrita com o sangue de heróis, aquecida com as lágrimas salgadas e quentes e ilustrada pela mão hábil dos seus chefes.
Já diz o poeta, em versos, a ressoar de unção e de verdade:
Ó Pátria…ó mar,
Quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal
.

Em 1580 acabaram os reis? Gelou o sangue dos heróis? As lágrimas já não salgaram? Não.
A voz dos poetas não emudecera, os heróis não minaram de pasmo ante o espectro de Alcácer-Quibir, nem a paleta dos artistas perdera o contraste e a perspetiva das cores.
O Rei-Jovem eclipsara-se gloriosamente nas escaldantes terras de África e o povo sem o apoio psicológico sentia profundamente a orfandade prematura. O Rei-Sol havia declinado no poente da vida e os portugueses, amarfanhados com tão duro golpe, inclinaram forçadamente a cabeça ao jugo castelhano. Algemadas as mãos, jamais o espírito irrequieto se submeteu a ferros estrangeiros.
Sessenta anos durou o cativeiro do corpo nacional que não o espírito.
Na manhã do dia 1 de Dezembro de 1640 despertou a aurora, rica de promessas. Os grilhões, carcomidos pela ferrugem dos erros castelhanos, quebraram-se; a base do trono, mirrada pela hipocrisia e cobiça, ruiu estrondosamente nesse 1º de Dezembro de 1640. Portugal riu-se do papão, caído de bruços, e o medo-arma psicológica- venceu-se a si mesmo e o jovem Rei-Sol voltou triunfante com a vitória dos conjurados heroicos de 1640, na pessoa de D. João IV, Duque de Bragança.
Todos, remoçados da alma nacional, com fé no ressurgimento nacional, saíram para a rua e, no coração de cada um, cresceu a esperança, ateou-se o fogo sagrado. Portugal, o gigante que desconhecia a sua força, conscientemente aprendeu a lição dos seus heróis que galhardamente derrubaram do trono o poderio espanhol e aclamaram D. João IV, Rei de Portugal.

Por outras razões e não com um historial tão longo e complicado como o do cativeiro de 1580 a 1640, o povo português republicano, o exército e a armada, descontentes com a má governação dos atuais políticos monárquicos, outra solução não havia a tomar, senão empreender uma revolução de que resultou a vitoriosa implantação da República, no dia 5 de Outubro de 1910.
Exilado o Rei D. Manuel II, foi nomeado um governo provisório, a que presidiu Teófilo Braga.

RepúblicaEis a lição profunda da página histórica dos conjurados de 1 de Dezembro de 1640 e dos revolucionários de 5 de Outubro de 1910.
Com tais feitos heroicos, impensável seria retirar os feriados, ainda que provisoriamente, de 1 de Dezembro, dia da restauração da Independência de Portugal do jugo de Espanha; do dia 5 de Outubro, comemorativo da implantação da República com os seus ideais e dos dias de Corpo de Deus e de Todos os Santos, dias Santos de Guarda, de tão grande devoção da maioria do povo português, mesmo assim, foram retirados.
Rasgar a história, a memória coletiva dum povo que é Portugal, não é, por certo, patriotismo.
Assustados e revoltados, dos heroicos conjurados e revolucionários que jazem no eterno descanso ouvem-se gritos de contestação, dizendo que só se calarão, quando os feriados retirados voltarem a ser comemorados.
Em sinal de agradecimento e reconhecimento, desculpai terem-vos quebrado o silêncio sagrado em que viveis. Obrigado pelo vosso heroísmo, porque até na sepultura sois heróis.
Descansai eternamente que bem o mereceis, na certeza de que Portugal continuará a respeitar e a comemorar os feriados retirados
Daniel Machado

Em 20 de Outubro de 1940 o dirigente Nazi Heinnrich Himmler, assistiu na praça de touros de Madrid, Las Ventas, a uma tourada em sua homenagem, convidado por Franco, Claro! Não sei o que lá viu nem o que não, mas as crónicas da época dizem que o chefe das S.S. saiu horrorizado da praça e quase desmaiou durante o espectáculo. E este tipo foi um sanguinário…

Republicanos são conduzidos à Praça de Badajoz

António EmídioOutra praça de touros, a de Badajoz no mês de Agosto de 1936 e durante a Guerra Civil Espanhola. A cidade foi tomada pelos nacionalistas (franquistas), foram fuzilados perto de 4.000 republicanos nos dias que se seguiram à entrada dos nacionalistas na cidade. As novas autoridades militares franquistas convidaram para assistir a esse macabro espectáculo dos fuzilamentos vários latifundiários alentejanos. Como é lógico e normal, nessa Guerra Civil matou-se e fuzilou-se dos dois lados, mas segundo historiadores, os republicanos abatiam principalmente grandes terratenentes, padres, freiras, e toda uma classe social alta e riquíssima, os nacionalistas abatiam indiscriminadamente as classes populares. Portanto tem lógica o convite aos latifundiários alentejanos…
Um jornalista português assistiu à cremação dos corpos dos fuzilados no cemitério da cidade de Badajoz, estava junto a um padre que pertencia ao bando nacionalista, então o padre desabafou «mereciam isto», tem lógica também o desabafo do padre.

Vamos até outra praça de touros, a de Salamanca. Depois do Golpe de Estado de 28 de Maio de 1926, instala-se em Portugal uma ditadura militar. Não sei se ainda durante os governos que antecederam o de Salazar ou já com este no governo, porque Salazar ainda nomeou governadores civis militares, as autoridades espanholas convidaram o Governador Civil da Guarda, um militar para assistir a uns festejos em Salamanca. O Governador Civil tinha a noção de ser uma nulidade política, mas não uma nulidade como militar. Na praça de touros, estando todas as individualidades presentes, alguém deu conta que o Governador Civil da Guarda não tinha cadeira para se sentar, então em voz alta exclamou:
– Una silla para el señor gobernador!
O Governador ouviu e disse para o subordinado que estava junto dele:
– Vê lá que até aqui sabem que sou burro!
Ouviu falar em – silla – e confundiu…
Foi-me contada esta historieta, ou anedota, por alguém do Sabugal, já falecido e que pertenceu aos quadros do Estado Novo no Concelho

Vamo-nos manter noutra praça de touros, mas desta vez em Lisboa Campo Pequeno. Nas negociações com os Estados Unidos sobre a Base das Lages nos Açores, Salazar fez-lhes a «vida negra», só tergiversava, fazia-se difícil! Um dia os americanos num gesto de cooperação e amizade trouxeram até ao Tejo uma poderosa esquadra de guerra, tendo à frente o porta-aviões Franklin Delano Roosevelt. Em honra dos marinheiros norte-americanos foi organizada uma tourada. Faço ideia o «frete» que os marinheiros não fizeram, a vontade deles era terem ido para o Cais do Sodré e Bairro Alto! Salazar foi visitar o porta-aviões e, segundo palavras de Marcello Mathias, diplomata do Estado Novo, o chefe do governo anda a bordo «com o chapéu enterrado até às orelhas», com medo que o vento o levasse. Também, mas agora sou eu a dizê-lo, a forte ventania devia ter mostrado as suas célebres botas…

Termino, não numa praça de touros, mas à volta de uns sanitários públicos no Sabugal. Era Presidente de uma Comissão da Câmara Municipal do Sabugal no ano de 1926 do século passado, o político do Casteleiro, Joaquim Mendes Guerra. O Povo da então Vila reivindicava uns sanitários públicos. No dia de Carnaval, e numa das muitas paródias que se faziam, alguns foliões traziam dois pares de calças vestidos e, junto a uma árvore ou a um muro desciam o par de fora e acocoravam-se como quem estava a fazer as necessidades. O Joaquim Mendes Guerra mandou então fazer uns sanitários públicos. Acontece que só os «alinhavou» e num sítio em que o Povo do Sabugal dizia que davam guerra a toda a gente. No ano seguinte, e também no dia de Carnaval, os foliões levavam uma espécie de maqueta dos sanitários públicos, e um cartaz onde estava escrito: «A retrete que deu Guerra a todos» vejam a subtileza…
Foi-me contada esta história por alguém que conheceu esses tempos, também já não vive. Vou perdendo aqueles, e também aquelas, que me falavam da antiga Vila, dos seus costumes, da alegria, da tristeza, dos dramas, e das esperanças do seu Povo.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Dezembro 2012
S T Q Q S S D
« Nov   Fev »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.139.448 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios