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No seguimento do almoço convívio de sabugalenses realizado no dia 1 de Maio, do corrente ano, surge agora um magusto no concelho do Fundão.
Os organizadores são os mesmos que estiveram na base do convívio de Maio: António Alves Fernandes, da Bismula e António Vicente Leal, da Bendada, ambos residentes naquele concelho da Cova da Beira.

O magusto acontecerá no dia 10 de Novembro de 2012 (sábado), a partir das 14 horas, no recinto da capela de S. José, nas Quintas de S. José, em Aldeia de Joanes.
O tradicional Magusto de São Martinho dos sabugalenses está aberto à participação de todos os interessados, bastando fazerem a sua inscrição pelos telefones de:
António Alves Fernandes, 275752726 / 962820107, ou António Vicente Leal, 275771937 / 933635637.
plb

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Como é do conhecimento geral o magusto que junta Fóios e Eljas, localidades geminadas, realiza-se todos os anos, alternadamente.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaEste ano, de 2012, o convívio vai ter lugar no Pavilhão Multiusos dos Fóios no próximo sábado, dia 3, do corrente mês de Novembro, com a seguinte programação:
15h00 – Recepção a Nuestros Hermanos no Largo da Praça – Centro Cívico – em cujos mastos serão içadas as duas bandeiras nacionais, a de Foios, a de Eljas e a da Comunidade Económica Europeia.
15h30 – Atuação do Grupo de Sevilhanas
16h30 – Magusto
17h30 – Baile abrilhantado pelo extraordinário «Homem Orquestra», que consegue pôr toda a gente a bailar.
19h30 – Ronda pelos bares da localidade.
A organização é da Junta de Freguesia dos Fóios, e do Ayuntamiento de Eljas, contando com a prestimável colaboração da Câmara Municipal do Sabugal, Grupo Cultural e Desportivo dos Fóios, Damas de Casa de Eljas, Equipa de Sapadores dos Fóios, Comissão de Melhoramentos e Associação de Caça e Pesca dos Fóios.

Nota: Para além dos 300 quilos de castanhas e cem litros de jeropiga haverá também vinhos e produtos regionais provenientes de nuestros hermanos de Eljas. O magusto transfronteiriço é aberto à população das duas localidades, bem como a outros amigos que pretendam comparecer.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A família é a primeira e a mais perfeita e natural das comunidades de base. E é a familia de origem que assegura, até que o cidadão constitua a sua própria casa a exercitação do direito à habitação.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaAlçapremando-se pelo casamento à plenitude da cidadania é sobre os cônjuges que passa a pender aquela obrigação.
Todos os nossos romancistas – e o romance, incluído o menos realista, é sempre um espelho da vida – nos dão conta do esforço, com todos os foros de ingência, de um casal de rústicos para levantarem a casa, dota-la de um poço e horta e, ao lado, fazerem vingar uma figueira.
Assim se exaure o melhor de duas vidas, lamenta Vergílio Godinho, in O Calcanhar do Mundo, não diferindo muito a xácara de Mestre Aquilino, em Terras do Demo.
No Portugal urbano dos últimos lustros, o esforço tem sido financeiro. As instituições bancárias, com o pleno apoio do Estado, propiciaram a aquisição de casa própria praticamente a todos os casais com um mínimo de solvabilidade.
Negociaram-se empréstimos a longo prazo e juros acessíveis. Ficou, é certo, a pender sobre os imóveis uma hipoteca. Mas, embora com aquele ónus, a casa pertencia-lhes.
Genericamente, as coisas têm corrido bem e os mutuários estão a pagar. Exceptuam-se, e são infelizmente já muitos, os casos de inopinado desemprego, que leva os atingidos por aquela fatalidade à impossibilidade prática de cumprir.
E aqui falhou o legislador e falhou o sistema bancário.
Sempre com o torvo olhar posto unicamente sobre o lucro, os bancos não encararam qualquer solução humanamente realista. Avançaram para a execução pura e dura dos créditos, leoninamente engrossados com juros e alcavalas, que tornaram o pacto autenticamente desumano.
A dívida facilmente galgou todas as raias da moralidade. De ascenso em ascenso, ultrapassou o valor venal do imóvel e as coisas só valem o que dão por elas.
Em corolário, o desgraçado fica sem a casa e com dívidas que até ao fim da vida, por mais longa que seja, não conseguirá solver.
Se os administradores bancários tivessem peso de consciência, mediriam o criminoso da situação. Uma dívida, por causa dum imóvel, não pode, não deve legitimamente exceder o valor do imóvel.
Os banqueiros não têm alma.
Mas, se não estivessem cegos pela codicía do lucro, veriam que à distância, até materialmente perdem. E semeiam o ódio e a fúria entre os fracos, sementeira que leva fatalmente a progtromes e destruições.
As perseguições a judeus e banqueiros – e o povo tende a identificar a raça e a usura – tem aqui uma herança genética.
Quem explora o povo, morre às mãos do povo.
Ora, se a banca, ofuscadamente cega pelas ânsias de lucro, não vê o perigo que corre, os governos deviam impor-lhe normas de conduta. Obrigá-la a negociar soluções de solvabilidade e, no limite dos limites, impor que a entrega do imóvel pague todas as dívidas directa ou indirectamente emergentes.
«Caso da Semana», opinião de Manuel Leal Freire

Sem querer alimentar questões estéreis, porque, de um modo geral, parece-me que todos estamos de acordo, não posso deixar de fazer algumas referências à questão da capeia (parece que o Sabugal não tem mais soluções e questões para resolver, mas…) e ao comentário de João Valente, sobre algo que sugeri.

(clique nas imagens para ampliar.)

António Pissarra - Raia e Coriscos - Capeia ArraianaÉ com algum sentimento de raiva que vejo como vamos debatendo questões enquanto os grandes decisores se estão, passe a expressão, marimbando para nós. A não ser assim, o País ter-se-ia desenvolvido de forma mais harmoniosa, menos assimétrica e talvez houvesse menos problemas que aqueles que agora temos em Portugal.
O concelho do Sabugal é bem o exemplo da incúria dos sucessivos governos e um espelho do Interior. Com uma grande extensão o Sabugal só não tem perdido território, porque, quanto ao resto: população e serviços, por exemplo, é o que se sabe. E nem se pode dizer que a culpa pode ser só imputada aos governantes locais, pois a corda da fronteira sofre do mesmo mal. É por isso que recorrentemente insisto que ninguém fará nada por nós; a mudança far-se-á ou não pela nossa ação ou pela falta dela. Não estamos entregues à nossa sorte, mas perto disso.
É pela perspetiva estrutural, mas também conjuntural, que nos vamos agarrando àquilo que pode ajudar ao desenvolvimento ou, pelo menos, a evitar o definhamento. Compreende-se, assim, que por argumentos racionais, mas também emocionais, haja quem, exageradamente, considere a capeia arraiana a maior indústria do concelho. Consciente dessa importância, na economia dos afetos e na identidade cultural, a câmara do Sabugal resolveu acrescentar valor e preservar aquilo que é uma marca única. A classificação da capeia como Património Cultural Imaterial e as jornadas que decorreram dias 19 e 20 de outubro, no Auditório Municipal, subordinadas ao tema «Pensar a tauromaquia em Portugal – diversidade, valorização, sinergias», são um bom exemplo.
As jornadas apresentaram um vasto leque de assuntos e pessoalmente só posso lamentar não ter podido estar presente em todas as intervenções por razões profissionais. Infelizmente também não terão estado tantas pessoas quantas as que seria desejável, algumas com obrigações, mas as coisas são mesmo assim. Talvez noutro contexto temporal fosse mais apelativo – a festa dos touros quer calor. Ainda assim, perdeu quem esteve ausente, como por exemplo a intervenção de Luísa Mendes Jorge, arraiana, da Faculdade de Medicina Veterinária, que apresentou alguns dados preliminares sobre um estudo com caráter científico sobre o impacto socioeconómico da capeia arraiana. Aguardo com expectativa a conclusão desse estudo que trará alguma luz sobre um aspeto a propósito do qual tanta gente opina, mas ninguém apresenta dados concretos.
Reconhecida essa vertente económica da capeia, considera-se que deve potenciar-se sem, contudo, adulterar a sua essência. Na intervenção que tive fiz questão de frisar esse risco; que o sucesso mediático da capeia pudesse ser causa da transformação em algo que não corresponde a uma manifestação de cultura popular, que emanou do Povo e é propriedade do Povo e de mais ninguém. Foi nesses termos, como salientou Paulo Costa, da Direção-geral do Património Cultural, que a capeia arraiana obteve a classificação. Portanto, há uma matriz que engloba várias facetas, nomeadamente o contexto geográfico, o facto de ser uma festa do Povo, consequentemente não comercial, como acontece com outras manifestações tauromáquicas, e, ainda que «cada terra com seu uso», é essa diversidade e unidade que a tornam única, razões mais que suficientes para «não andar com o forção para todo o lado» e manter as coisas nos termos da inventariação. Pela parte que nos toca, em Aldeia Velha continuarão os carros de vacas, continuará o Rol e tudo o resto que é ancestral, continuar-se-á a receber bem quem quiser aparecer, mas sem esquecer que é o folguedo dos da terra.
Postas as coisas nos termos anteriores, não devemos esquecer que nestas terras vive gente, que gostaríamos que mais gente se mantivesse e outra regressasse e que todos tivessem uma qualidade de vida adequada aos tempos atuais, preservando as tradições, mas sem aquela ideia que basta o ar puro e a paisagem para se viver feliz.
É por isso que não vejo mal nenhum em ter iniciativas que possam ajudar as pessoas. A capeia é a capeia, o rock é o rock. Uma coisa não tem nada a ver com outra. No entanto, nada impede que a Raia tenha um grande festival de verão para a juventude que seja potenciado pelas nossas tradições. O pão é o pão e o queijo é o queijo, mas nada nos impede de comer pão com queijo e se for pão centeio, malhado ao mangual e moído num moinho recuperado, para não esquecer como se fazia antigamente, acompanhado de um queijinho de cabra, daqueles que nós conhecemos, nem perde o pão nem o queijo.
«Raia e Coriscos», opinião de António Pissarra

Dia 1 de novembro é dia de lembrarmos os nossos que já partiram…

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - Capeia ArraianaSei cada vez mais o que devo aos homens mais importantes da minha vida – o meu avô Manuel Gonçalves e o meu pai Armando Matos.

Devo-lhes esta forma de estar na vida.
Devo-lhes o acreditar que vale mais ser do que ter.
Devo-lhes o valor que dou a palavras como honestidade, honradez, lealdade, amizade, cumprimento da palavra dada.
Devo-lhes a forma simples mas firme de estar na vida.
Não me deixaram dinheiro nem propriedades, que não tinham, pois foram homens cuja riqueza se media pela sua estatura humana e pela capacidade de trabalhar.
Do meu avô recordo hoje coisas simples:
A maçã, a noz, a castanha que sempre havia nos seus bolsos quando ao fim do dia voltava da horta e via o neto;
A ida às cerejas na manhã de São João;
A ida à Sra da Póvoa em dias de romaria;
A ferramenta de sapateiro, único bem material, mas tão cheio desse homem bom, de que solenemente fez questão de me nomear seu herdeiro…
De meu pai recordo:
A sua severidade que escondia, sei hoje, uma ternura envergonhada, reprimida desde a sua infância;
A capacidade de trabalho, desde que se levantava até altas horas da noite quando voltava das escritas que fazia para poder ter os filhos a estudar;
A amizade que dedicava a quem o conhecia e que lhe mereceu o apelido de “Armando Colega”;
A doença dele que o levou praticamente à cegueira e as da minha mãe que sentia como suas;
A dedicação à causa pública, desde os bombeiros à Câmara (foi vereador), passando pelos seus escritos sob o pseudónimo de «SOTAM».
Neste dia 1 de novembro corporizo no meu avô e no meu pai todos os familiares e amigos que já vi partir.
De todos colhi ensinamentos.
A todos devo uma parte do que sou hoje…

PS1. Infelizmente a Igreja Católica acordou com este (des)Governo acabar com o feriado de 1 de novembro.
Para uma Instituição que tanto diz defender os valores da família, só falta acordar também o fim do feriado do 25 de dezembro, pois assim, já não havia nenhum feriado que os portugueses associassem à família.

PS2. Como já tive oportunidade de dizer à Presidente da Junta de Freguesia não me vai ser possível estar presente na Mostra de Doces e Compotas Locais que decorre entre hoje e domingo que vem em Sortelha.
Eu é que perco, pois pelo que por lá vi, vai ser de olhar, provar e chorar por mais. E já agora comprem para o prazer não acabar ali…

PS3. A situação a que estes garotinhos, mas malfeitores, nos estão a conduzir, traz-me à memória uma exclamação do meu avô, face a qualquer coisa que corresse mal no País: «Ai portugalito, portugalito!»
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

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