You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 10 Outubro, 2012.

Dois militares do Destacamento de Trânsito da Guarda, de 32 e 33 anos, faleceram ontem, dia 9 de Outubro, depois de atropelados por uma viatura, pelas 21h30, na A23 ao quilómetro 194, no sentido norte/sul – zona de Belmonte.

Segundo um comunicado divulgado pelo comando da GNR da Guarda, os militares sinistrados encontravam-se na berma da estrada, com uma viatura de serviço devidamente sinalizada, a regularizar o trânsito e a suprimir uma das vias, em virtude de um incêndio florestal que deflagrava junto àquele eixo rodoviário.
A viatura que os vitimou embateu na traseira da viatura da GNR, provocando a morte de dois militares e ferimentos graves num terceiro, de 30 anos, que foi evacuado para o Hospital Distrital da Covilhã e depois transferido para os Hospitais da Universidade de Coimbra.
O condutor da viatura que provocou o acidente, de 34 anos, também sofreu ferimentos graves, encontrando-se igualmente no Hospital de Coimbra.
As famílias dos militares falecidos estão a receber apoio psicológico promovido pela GNR.
Na missiva à comunicação social, assinada pelo Tenente Coronel Cunha Rasteiro, a GNR refere lamentar «de forma sentida» a perda dos dois militares.
plb

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Conto hoje uma estória curiosa do Alentejo – Aconteceu mesmo! (Não digo o nome da aldeia, senão quando for lá, «mamo-as»!).

José Jorge CameiraHá uns 80 ou mesmo 90 anos a Aldeia dos Alguidares (nome fictício) tinha muita fama de ser comunista. É que refilavam muito com os donos dos latifúndios de centenas ou mesmo milhares de hectares de terras existentes à volta da Povoação. No tempo da Outra Senhora era coisa grave. Por isso a Diocese não mandava para lá nenhum Padre. Ou não fosse ele ficar também comunista ou era por castigo desse povo ser herege. Mas um dia um sacerdote mais afoito ofereceu-se ao Bispo para «cristianizar» essas gentes desencaminhadas do Divino Redil. E lá foi ele para o sertão…
Encontrou uma Igreja limpa e a brilhar. Por aqui as Gentes do Sul costumam caiar as casas uma vez por ano. Isso então não falha!
Mas faltava-lhe o sino. A Diocese não forneceu nenhum, porque não havia Padre para chamar os fiéis e também porque era parte do castigo para aquelas Almas desavindas. Não era preciso, nem mereciam!
Este Senhor Prior lá se foi aguentando e o horário da Missa, Terço era por passa-palavra. Casamentos havia poucos ou nenhuns, porque aqui o costume era ajuntarem-se, assim não se gastava dinheiro em bodas e festanças de um dia!
As mulheres gostavam de se ir confessar. Desabafavam as suas diabruras de fêmeas, havia confiança absoluta porque o que diziam na Confissão não podia ser divulgado e… tem de se dizer, o Senhor Prior era para elas um belo pedaço de homem, sendo bem olhado pelos buraquinhos do confessionário! Sempre lavadinho e penteado, unhas limpas. Nada parecido com os respectivos companheiros, sempre tresandando a suadouro do trabalho dos campos, quando não era também os cheiros mijalosos das vacas, ovelhas, cabritos e suínos!
Desse modo o Reverendo foi sabendo os pecados da Freguesia e à força do tempo, foi conhecendo o ambiente da aldeia.
Um dia uma Comissão de Moradores foi falar com o Padre, manifestando-lhe o desejo de terem um sino no alto do campanário, tal como todas as aldeias em redor. Desconfio eu, à distância do tempo, que a intenção não era lá muito pela fé, mas sim para os trabalhadores do campo ouvirem de longe o toque de recolher a casa…
– O Senhor Bispo diz que não tem dinheiro para dar um sino. Assim sendo, a única solução é o Povo fazer uma subscrição e eu mesmo me encarrego de ir a Lisboa comprar um sino de bronze, um bem bonito, com uma cruz e nome da nossa Aldeia.
Assim foi. Passados uns meses, essa tal Comissão de Moradores foi entregar ao Senhor Padre uma boa mão cheia de notas a fim de ele comprar o tal sino.
E lá foi o Ministro de Deus até Lisboa com o bolso da batina atafulhado das notas…
Passou-se um mês, dois meses…e nada de sino nem de padre.
Já o Povo desconfiava de marosca, quando numa bela manhã de domingo, ali junto ao Largo da Aldeia pára uma camioneta e o chauffeur pergunta ao primeiro aldeão:
– Aqui é que á a Aldeia dos Alguidares? Trago aqui um caixote pesado com ordens para deixar aqui na Aldeia…
Depressa se espalhou a notícia pela Aldeia e gritaram uns para os outros:
– Chegou o nosso sino!
Aquilo foi uma correria de todo o Povo para verem o seu sino. Ninguém quis ficar em casa. Todos queriam assistir ao abrir do pesado caixote.
Não havia maneira de abrir o caixote, tão bem pregado ele estava. Mas diziam: «isto abana muito…»
Com uma alavanca conseguiram tirar as tábuas cimeiras e após removerem o papelão protector, eis que fica destapada a mercadoria:
Então não é que o caixote estava completamente cheio de cornos! Isso mesmo: cornos de carneiros, de bodes, de bois…às dezenas, qual deles o mais torcido!
Bem. Nunca nenhuma pessoa do Mundo foi tão injuriada e difamada como esse Padre. Era filho disto, filho daquilo, cabrão, filho de uma folha de alface, paneleiro…
Até o ameaçaram com juras que se voltasse à Aldeia seria capado das partes inúteis!
O caixote cheio de cornos ali ficou especado ao sol uma porção de dias, à vista de todos. E o pior era que os carros e camionetas que passavam pela Aldeia eram obrigadas a olhar o caixote, estava rente à estrada…
Depressa o Povo converteu o acontecimento em brincadeira.
As mulheres, durante a semana, passavam pelo caixote e diziam umas às outras:
– Olha… aqueles ali parecem os do teu homem!
– Pelo menos é o mais bonito par de cornos, os do teu nem cabem no caixote…
Ainda hoje, volvidos quase cem anos, se alguém passa pela aldeia e pergunta pelo sino a algum habitante, de certeza que é corrido à pedrada!

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

A capeia raiana deriva do culto de Mitra? Entendemos que não… pondo, antes, o acento tónico no aspecto lúdico.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaEntre os numerosíssimos estudiosos que se têm debruçado sobre a origem e a essência da capeia raiana e do seu símbolo maior – o forcão – não podemos deixar de considerar os que têm pretendido religá-la ao culto de Mitra.
As ligações de Aníbal, o Barca, filho de Amilcar e neto de Asdrubal, a Mitríades, rei do Ponto e sumo sacerdote daquele antiquísssimo rito, podem servir de base para o estudo.
Anibal, o grande chefe cartaginês que não soube aproveitar o choque vivido em Roma com as derrotas de Canas e do Lago Transimeno, deixando-se ficar em doce far niente com as moças da Apulia, tinha para com a Ibéria Interior profundos laços de vivência.
Aqui recrutara os tércios e tiufados que o acompanhariam nas travessias dos Pirinéus e dos Alpes.
Daqui teria levado as cabras que municiaram de leite e carne os seus famosos esquadrões – rezes que enfeitadas nos chifres com luzentes archotes disseminaram o terror por entre as legiões, de Cipião.
Aqui se abasteceu com municiosos carregamentos de queijo velho de ovelha que forneceu aos seus homens um suplemento alimentar que lhes permitiu enfrentar os gelos na travessia dos dois maiores colossos orográficos da Europa.
Como todos os colonizadores deixou também entre nós sinais materiais e espirituais.
E, dentre estes, os cultos, um dos quais foi certamente o de Mitra, o do Minotauro e o de Zeus – touro divino responsável pelo rapto da Europa.
Tanto mais quanto é certo que os cartagineses eram os herdeiros e depositários das civilizações fenícia e cretense.
Aliás foi essa característica marcadamente mercantilista e nauta a principal responsável pelo fracasso de Cartago ante Roma – que extremando os campos fez desta a cidade eterna enquanto daquela só restam umas vagas ruínas na foz do Rio Bragadas, algures na Costa Tunísina.
E quanto à capeia raiana, como, de resto, à tourada em geral, embora lhe reconheçamos um aspecto cultual, de religiosidade profunda, pensamos nada ter a ver com o púnico culto de Mitra.
Mas sendo essencialmente uma manifestação lúdica da valentia dos vergalhudos da Raia, comporta e transporta fé.
«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

Acho interessantes as propostas do artigo de António Pissarra, no sentido de «potenciar economicamente» a Capeia Arraiana.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaTudo o que sejam propostas e ideias, são sempre oportunidade de reflexão, discussão e progresso. Não sendo inimigo do progresso, contudo, vejo algumas delas com algumas reservas! Eu diria mesmo, com muitas reservas! E explico muito resumidamente porquê:
A Capeia não é um produto do portefólio de uma empresa oferecido a um determinado mercado, mas um produto cultural, manifestação, entre outras, de uma alma, de uma sensibilidade excessiva que a paisagem extrema e particular de Riba-Côa produziu num povo.
Peço que leiam aquele artigo de Alexandre S. Martins, no último Cinco Quinas, a propósito dos encerro em Aldeia Velha, que é um bom exemplo desta alma excessiva. Neste texto, de genuíno sabor popular, vê-se, pelo como o autor fala, pensa, sente, age, como ser ribacudano é uma arte. Da alma ribacudana, vemos sem dificuldade neste texto as seguintes qualidades: Sinceridade, bravura, generosidade, orgulho!
O homem ribacudano tem um carácter próprio, um conjunto de qualidades, conservadas e transmitidas pela herança e tradição, de que a Capeia é uma das várias manifestações.
É por intuir nas Capeias este alto sentido transcendental, de manifestação da sua alma, que o povo a ela adere de forma tão espontânea e entusiástica. Não é outro o motivo!
Adivinho o sorriso de quem lida com as coisas da ciência, troçando desta minha fé «ingénua» no espírito e na alma dos povos.
Aqui remeto-os para aquele belo poema de Leal Freire, Prece (aqui), sobre a terra de Riba-Côa, como a «terra mãe», onde a alma do poeta, que é «um balão voador que pelo espaço deambula», depois da sua viagem, quer ser amortalhada. As almas pertencem a uma paisagem, que é o seu pai e sua mãe, como defendia Pascoais. Os poetas, esses seres divinos que pressentem as almas nas sombras, como Leal Freire, sabem-no:
A alma de Leal Freire…
«Começa em Ciudad Rodrigo
Acaba em Vilar Maior
[…]
Levita o ar a Bismula
Desce em Aldeia da Ponte
[…]
Ruelas de Almedilha
Ou esquinas de Valverde
Picos rupestres dos Foios
Cercanias de Arganhã
».

Como dizia Pascoais, «se a montanha é a terra firme que pisamos, a nuvem intangível e aérea não será a água que a fecunda?». A matéria sem o espírito não é nada!
O primeiro período da infância dos povos foi o poético, como o do ciclo da natureza é a Primavera. E digam os sábios o que quiserem, como referia Pascoais também, a poesia é muito mais antiga e muito mais bela que a ciência. Logo muito mais verdadeira.
Se Leal Freire diz que há uma «Alma Ribacudana» própria de uma «Paisagem Ribacudana», quem somos nós para o negarmos?
Oxalá a gente de Riba-Côa e quem está á frente destas iniciativas pensem nisto. Muitas vezes é necessário intercalar o espirito no deve e haver, pôr um poema no lugar das regras de marketing.
A alma é a compensação da matéria. E é precisamente isto que me preocupa: É que tornando a Capeia num mero produto comercial, ponham no lugar do Ser, de que ela é manifestação, o Ter!
Adulterando o que há em nós de genuíno, misturando-o ou copiando-o com o que nos é alheio, entre outras coisas com um festival de Rock, como entre outras coisas, nos é sugerido, destruam o nosso carácter…
Troquem a nossa figura por uma máscara!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

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