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Durante o primeiro e segundo dia, de pura navegação, pensei: vou fazer uma corridinha à volta do navio. Decepção: em 10 minutos estava a volta feita!

José Jorge CameiraFoi então que tive o primeiro incidente, que poderia ter sido um acidente bera para mim. No deck superior está a piscina. Sempre com muitas pessoas dentro de água ou por ali perto.
Eu não sei nadar. Bem, nadar normalmente, não sei. Mas ainda ninguém me explicou porque cargas de água eu nado e bem durante muito tempo debaixo de água. À tona de água, é como um prego, vou logo ao fundo…
Vou à piscina com os tais calçanitos bermudas floreados e jogo-me para dentro do tanque. Isso foi o pensei, era um tanquezinho. Mas não… era fundo e bem fundo! Então não é que vi jeitos de ali mesmo morrer afogado?
Safei-me porque criei uma técnica para uma emergência destas: bati com os pés no fundo da Piscina e fazendo mola com as pernas, impulsionei-me para cima!
Mesmo assim, ainda engoli uns pirolitos de água, porque na ascensão ainda fui batendo com a cabeça nuns e noutros…
Portanto, piscina… estava confessado!
Finalmente e após dois dias de navegação só vendo mar (era já um fastio da prisão), chegámos à Ilha de Lanzarote, pertencendo às Canárias, arquipélago insular pertencente a Espanha.
Foi aqui que se refugiou até falecer o grande Escritor de Língua Portuguesa e Prémio Nobel da Literatura, José Saramago e a sua Pilar.
Um grupo onde eu estava inserido foi visitar a ilha: aquilo é tudo cinzento ou mesmo negro. De origem vulcano-basáltica.
Ninguém podia apanhar uma pedrinha para recordação – assim o Guia informou! Isso para Portugueses não é válido. Tenho a certeza que só por causa desse aviso todos encheram os bolsos de pedras negras, houve um esvaziamento na Ilha de muitos quilos de pedras negras…. porque a Malta Lusa quer sempre recuerdos, nem que seja para deitar fora no outro dia!
No meio da Ilha é curioso ver-se centenas de pequenos lotes quadrados cercados de pedras negras. São vinhas! Produz-se vinho no meio daquelas cinzas!
Após mais dois dias de navegação, eis-nos à vista do Continente Africano, que eu já não via há muitos anos. Marrocos ali à nossa frente.
Nesse momento lembrei-me de um acontecimento trágico da História de Portugal que se desenrolou a alguns quilómetros para dentro daquela orla marítima:
Em 1580 o Rei português D. Sebastião, praticamente adolescente e doente, comandando um grande exército com alguns Portugueses e destes muitos Nobres e Fidalgos, os restantes mercenários contratados por toda a Europa tenta conquistar Marrocos enfrentando em Alcácer-Quibir um Rei Árabe. Foi um desastre completo. O Rei desaparece criando o mito do Sebastianismo que perdura até hoje. O Rei de Castela apodera-se de Portugal e os inimigos dos espanhóis sentem-se assim no direito de atacar o Brasil e Angola, colónias portuguesas. Durou 60 anos este cataclismo para Portugal!
Mal chegamos a Marrocos, logo ali no Porto de Casablanca se organizaram excursões à cidade. À entrada dum feirão vi um pórtico e uma rampa por onde se subia para a dita feira.
Reparei que corria permanentemente um líquido por essa rampa em direcção ao mar. Estranhei, porque era Agosto, mês seco e não havia indícios de ter chovido. Diz-me o Luis:
– Ó Zé Jorge, não vês que é mijo? Toda aquela gente que está vendendo na feira tem de mijar nalgum lado…
Passados uns momentos, ficando eu sozinho com a Sofia porque o Luís foi comprar cigarros, chega-se junto a mim um árabe com ar de rico, bem vestido e diz-me em francês (a segunda língua deles):
– Monsieur, quer vender esta mulher (apontando a Sofia)?
– Vender? Nem sequer é minha mulher…
– Dou-lhe 50 camelos por ela!
Em Marrocos ter um camelo é sinónimo de riqueza e posição social. É um animal de enorme utilidade, carrega muito peso e é capaz de atravessar o Deserto sem beber água. Acumula água num saco no interior do seu corpo e a bossa é gordura que colmata as necessidades energéticas. Animais desses foram exportados para a cidade de Natal no Brasil, onde é possível vê-los hoje em Genipabu passeando gringos, isto é, turistas estrangeiros.
Não sendo a Sofia minha mulher e em brincadeira eu respondo ao árabe rico, sem ela perceber patavina do teor das «negociações»:
– Vendo-lha por MIL CAMELOS! – Esta quantidade de dromedários é incomportável para qualquer árabe, eu sabia isso de antemão…
Com ar contrariado, o muçulmano retira-se barafustando com ambas as mãos: ainda não seria desta que teria uma mulher branca, grande ambição de qualquer árabe, rico ou pobre.
(Continua)

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

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A Câmara Municipal do Sabugal vai distribuir medalhas de mérito e de distinção a pessoas, empresas e associações que se revelaram merecedoras do reconhecimento público.

As propostas de atribuição das medalhas honoríficas, já aprovadas pelo executivo, serão apresentadas na próxima Assembleia Municipal para aprovação e serão atribuídas no agora designado Dia do Concelho: 10 de Novembro.
São as seguintes as medalhas a atribuir:
Medalha de Mérito Desportivo: para a judoca Carla Vaz.
Medalhas de Mérito Cultural: para o Grupo Etnográfico do Sabugal, Grupo Etnográfico de Sortelha, Grupo de Teatro Guardiões da Lua e Jesué Pinharanda Gomes.
Medalhas de Mérito Empreendedor: para as empresas Univest Confeções; Palegessos – Industria e Comércio de Paletes e Gesso, Lda.; Lactibar – Laticínios do Sabugal, S.A.

O Dia do Concelho foi criado por um artigo do Regulamento das Distinções Honoríficas, publicado no Diário da República no ano 2011. Esse artigo do regulamento nada explica quanto à razão pela qual esse dia é designado Dia do Concelho, o que se estranha, até por que o Dia do Concelho sempre foi a segunda-feira de Pascoela, data em que é feriado municipal no Sabugal, e que coincide com algumas festas marianas de grande relevância, como a Senhora da Graça no Sabugal e a Senhora da Granja no Soito.
Porém consta que o dia 10 de Novembro foi escolhido para Dia do Concelho por se tratar da data aposta no foral dionisino do Sabugal, outorgado em 1296.

plb

Quando saiu o meu artigo sobre o ethos do povo raiano, o José Nunes Martins, de Malcata, observou que o referido ali, a respeito do povo raiano, se aplicava também ao povo português.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaTratou-se de uma observação inteligente, que me fez pensar. De facto, em resultado de uma feliz conjugação da herança étnica e paisagem própria de Riba-Côa, que são as mesmas que se verificam no todo do território nacional, as mesmas características da alma portuguesa manifestam-se a do povo raiano, como talvez em nenhum outro. São precisamente essas circunstâncias étnicas e de paisagem, que estão na origem na religiosidade cristã e pagã do povo raiano, afloradas na parte final do artigo sobre o Aspecto Sagrado Das Capeias.
Daí que, o que se afirma do povo da raia pode extrapolar-se para o português e para se analisar a alma portuguesa pode-se tomar como exemplo a particularidade da alma ribacudana.
Existe um livrinho, de 120 páginas, com o título Arte de Ser Português, editado em 1920, escrito por Pascoais para leitura no ensino público, a fim de incutir na juventude o sentido patriótico, que aborda esta questão da alma do povo português.
Trata-se de um livro muito importante porque resume a doutrina do “existencialismo lusitano”, e ao qual nos cingimos, para transpor para a alma ribacudana tudo o que no mesmo Pascoais refere a propósito da alma portuguesa.
O pensamento subjacente a esta obra, que Pascoais já exprimira em vários artigos da Águia, e desenvolve na Saudade e o Saudosismo (em forma de polémica epistolar com António Sérgio), é a de que ser português é uma arte e como tal, digna de cultura.
Por isso caberia aos professores, trabalhando como se escultores fossem, modelar as almas dos jovens para lhes imprimir os traços da raça lusíada. Traços estes que lhe dão personalidade própria, «a qual se projecta em lembrança do passado, e em esperança e desejo do futuro».
Isto é, o fim desta arte seria «a renascença de Portugal, tentada pela reintegração dos portugueses no carácter que por tradição e herança lhes pertence, para que eles ganhem uma nova actividade moral e social, subordinada a um objectivo comum e superior».
As descobertas teriam sido o início desta obra, e desde então a pátria tem dormido. Despertando, saberia continuá-la.
A Raça, em Pascoais, não tem o sentido pejorativo, conotado com o Estado Novo, sendo apenas um «certo número de qualidades electivas, próprias de um povo, organizado em pátria, isto é, independente sob o ponto de vista político e moral».
Estas qualidades são, ainda segundo ele, de natureza animal e espiritual e resultam do meio físico (paisagem) e da herança étnica (tradição), histórica, jurídica, literária, artística, religiosa e económica.
Na Raça portuguesa a sua herança étnica está nos povos que primitivamente habitaram a península e dos quais descendem os portugueses, castelhanos, vascos, andaluzes, catalães, galegos, etc.
Esses povos pertenciam a dois ramos. O ariano (galegos, romanos, godos, celtas, tec.) e o semita (fenícios, judeus e árabes).
Dos primeiros veio a civilização greco-romana, o culto pela forma, a beleza como representação da realidade próxima e tangível (naturalismo), o paganismo e o panteísmo; dos segundos veio a civilização judaico-cristã, bíblica, o culto de espírito, a unidade divina, a beleza concebida para além da matéria.
Ao primeiro corresponde a verdadeira alegria terrestre, a infância, a superfície angélica da vida, o naturalismo, o amor carnal que continua a vida; ao segundo a dor salvadora que nos eleva ao céu, o sonho da redenção, o espiritualismo judaico, o amor ideal que purifica e diviniza.
Do ponto de vista étnico, o indivíduo, porque não cabe dentro dos seus limites individuais, porque é um ser social, herda as qualidades da família e da sua raça. Assim sendo, o português participa também desta herança étnica e histórica, «adquirindo uma segunda vida que mais vasta, domina a sua existência como indivíduo».
Por sua vez, exceptuando a planície monótona do Alentejo, de cariz mourisco, resume Pascoais a paisagem portuguesa aos planaltos desnudos de Trás-os-Montes, de hostil aridez judaica, e ao Minho viridente, alegre e colorido, de vales e pradarias, de matriz celta e ariana, que estão de acordo pela sua apetência dolorosa com o genuíno semita, e pela sua apetência alegre com o genuíno ariano.
A alma lusíada tem a sua origem na fusão dos antigos povos da península e na paisagem. Nas belas palavras de Pascoais «esta bela flor espiritual brotou de uma haste mergulha as raízes na terra e no sangue, entre os quais se estabeleceram verdadeiros laços de parentesco».
Ou seja, a paisagem é fonte psíquica da raça, porque ainda segundo Pascoais «tem uma alma que actua com amor ou dor sobre as nossas ideias ou sentimentos; transmitindo-lhes, o quer que é da sua essência, da sua vaga e remota qualidade que, neles, conquista acção moral e consciente».
Foram destes dois sangues, que equivalendo-se em energia «deram à Raça lusitana as suas próprias qualidades superiores», e trabalhadas e combinadas desta forma feliz pela paisagem, resultaram na criação da alma portuguesa.
Foi da combinação entre a herança e a paisagem que esta alma, absorveu por essa razão na sua feição religiosa a ideia pagã e a cristã, dualismo este de que resultaria o saudosismo.
É precisamente na paisagem original da região do Tâmega, segundo Pascoais a que conjuga a paisagem dolorosa de Trás-os-Montes e a paisagem alegre do Minho, onde a voz do sangue (herança) e da terra (paisagem), estabelece o diálogo que caracteriza o carácter desta complexa fisionomia dualista portuguesa, alegre e ao mesmo tempo dolorosa; materialista e ao mesmo tempo espiritual.
Ora, é aqui divergimos de Pascoais: Podendo concordar que na região do Tâmega se reúnam os dois elementos da paisagem; falta-lhe sempre o elemento semita da origem étnica, que só existe abaixo do Douro.
Sucede também que, mais que na região do Tâmega, é na região de Cima-Côa que se reúnem de forma clara o elemento paisagístico e étnico na sua plenitude.
Em nenhuma parte do território português se concentram tanto a paisagem de contrastes, a aparência alegre dos verdes campos minhotos, com a mágoa e a dor silenciosa dos ermos transmontanos, como na paisagem mediata e extática dos lameiros, veigas, hortas, cabeços, tapadas e planalto de Cima-Côa.
Em nenhuma parte as brancas nuvens do céu, aonde sob o beijo da chuva amorosa vão beber os ramos sequiosos dos carvalhos e dos freixos; a linfa que, nascendo nos corações dos montes, atravessa os vales estreitos, envolvendo as pedras musgosas, viridificando regatos e prados.
Em nenhuma parte o sol irrompendo ébrio de fortaleza acima dos carvalhais, energia vital que todo o mundo inunda, sangue revigorante da videira, essência de cor que a verdura floresce e a terra alegra num íntimo acordar.
Em nenhuma parte a brancura da lua, entre o arvoredo, projectando no silêncio da noite inquietas formas de luz e de sombras, almas sem corpo, espíritos mortos, onde os olhos bebem a luz das estrelas, e os ouvidos escutam o sinistro lamento da paisagem.
Em nenhuma parte o imenso clarão que a todo o ser deslumbra e incendeia de loucura e alucinação; a branda luz como o roçar de asas de uma ave, convidando ao sonho e à viagem.
Em nenhum outro lugar, como em Cima-Côa, existe tão bem resumido este sentido alegre e plástico do mundo, inspirando uma religião sui generis, tão pagã como cristã.
(continua)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O meu estimado parente e confrade nesta irmandade dos cultores do Regionalismo Sabugalense , de que já seu pai foi denodado lutador, vem dando público testemunho do seu amor à Terra Patrum, de uma entranhada vivência da nossa vida comunitária e de um apurado sentido da História numa série de crónicas reveladoras dum domínio da dificil língua portuguesa a atestar a sua passagem por essas excelentes casas de formação intelectual que foram e continuam a ser os seminários.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaNuma exaustiva análise do ciclo dos cereais panificáveis, um dos pilares da economia de subsistência que caracterizou a vida das famílias da zona antes do grande surto migratório, tratou exemplarmente e de forma absolutamente exaustiva como se aproveitavam até os campos mais sáfaros e difíceis de agricultar, pois só a enxada ali podia penetrar, por vezes até com precedência da picareta e do ferro pistolo, utilizado para remover pedregulhos.
Era a prefiguração do poema de Correia de Oliveira:
Quando a preguiça morrer
Até o monte maninho
Até as penhas da serra
Darão rosas, pão e vinho

As terras centeeiras, assim chamadas por não terem aptidão para qualquer outra cultura eram objecto de permanente atenção.
Até quando estavam de pousio.
Repare-se que era este que determinava a existência de folhas ou terras afolhadas
A fraca fertilidade natural da generalidade das tapadas – nome dado aos agros onde se cultivava o pão – vocábulo identificado com o centeio – levava a que se dividisse o limite das freguesias em zonas – normalmente três.
As terras integradas em cada uma dessas áreas – as folhas – só davam cereal de três em três anos. E, mesmo assim, com baixos índices de produção. A menos que o lavrador possuisse rebanho que as estrumasse. Ou lhes reforçasse o tónus de rentabilidade, através de químicos. Mas estes eram caros e o dinheiro pouco. Além de que nem sempre atingiam compensatório índice de produção.
E as pastorícias de gado sempre foram apanágio de poucos.
Remover o solo pelo arado com a decrua e uma ou duas estravessas, antes da sementeira e depois com a aricagem permitiam uma azotagem natural e quanto mais vezes a relha passasse mais o ar entraria.
E mais se converteriam em matéria orgânica os corpos parasitários.
Mas até nisto se tinha de ser comedido, que o ferro era caro e aguçar as pontas, mau grado a modicidade dos ferreiros, também pesava.
Ao esforço do lavrador e das reses de jugo não se faziam contas. De outro modo, bem caras ficariam palhas e paveias.
Nos anos de pousio, as courelas eram abertas aos rebanhos.
E das restolhadas subsequentes às ceifas até às sementeiras trinta e seis meses depois, cresciam pequenos arbustos, nomeadamente giestas e bela-luz que bom jeito davam para a cozinha, o forno, a cama dos gados, a tapetagem das ruas.
No entrementes, os moços de lavoura não esqueciam nem desdenhavam da rabiça, vaidosos da sua condição.
Alfaiates não são homens
Sapateiros também não
Homens sim são os ganhões
Que enchem as arcas de pão.

«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

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