You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 5 Setembro, 2012.

Eu cá falo sobre tudo e todos! Cá para o meu feitio não resulta emparelhar pelo que às vezes oiço por aí. Ou «emprenhar pelos ouvidos».

José Jorge CameiraDaí que dou em mim a analisar o porquê dessa tamanha hostilidade para com os Ciganos.
Lembrei-me que o facínora do Hitler mandou para a fogueira, juntamente com os judeus, milhares, ou talvez milhões, de ciganos.
Dos primeiros fala-se, falou-se e vai falar-se sempre… dos outros, nicles!
Há uns meses vi um Galo da França, agora apeado, mandar para a Roménia inúmeras famílias de ciganos. Deu uma mão cheia de euros a cada um.
É bem claro que foram de avião, mas de certeza que no outro dia já estavam preparados para voltarem de carro…
É fácil dizer que um cigano fez isto, fez aquilo. Será verdade, será exagero ou não será bem assim…
Mas o cerne da questão não é a Família Cigana. Alguns destes fazem desacatos, como fazem outros indivíduos de outras minorias étnicas e, já agora, os da Maioria Étnica também prevaricam. E de que maneira!
Perguntem a um Cigano o que é uma offshore? Não sabem…
Agora vão até Lisboa, ao Largo do Roedor, ao Freeport e perguntem o mesmo. Sabem de cor e salteado…
Eu vejo que desta Maioria Étnica poucos falam. Há indivíduos aqui deste segmento que transferem dinheiro para fora do País, são pedófilos, são sabotadores da economia, provocam desemprego, fazem falências… Em suma, são uma mafia que fazem corar de vergonha os mafiosos da Cosa Nostra italiana!
E a estes nada lhes acontece. O motivo?
É que a justiça não funciona, nem querem que funcione! E quando e se funciona é para lixar o elo mais fraco!
Aqui está o motivo que abrange ciganos, não ciganos, amarelos e azuis!
A justiça não funciona e, obviamente, nem interessa que funcione.
Olhem o Isaltino… Olhem a Face Oculta…
Se a justiça tivesse que funcionar para um branco, tinha de funcionar para todas as outras cores! E a coisa disciplinava-se, ou a bem ou a mal!
Ora isso os da Maioria Étnica não querem…
Por isso, vamos lá deixar de assobiar para o lado, como se o assunto não fosse nosso. Não sejamos mais hipócritas!
Façam a justiça funcionar e os problemas com ciganos, brancos, morenos, mais morenos, azuis, deixam de existir ou serão reduzidos!
Eu vou estar atento: o capanga Hitler para justificar o seu fracasso na Economia, disse que os culpados eram os judeus e os ciganos!
Aqui em Portugal, está se a caminho do mesmo.
Antes o Sócrates e agora o Passos já encontraram a Minoria que é «culpada» do descalabro da Economia: os trabalhadores!
Por isso estão a pagar pelas canalhices que os outros fizeram!

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Desde o mundo antigo a figura do touro tem sido exaltada pela sua força e vigor. Os mitos gregos falavam do Minotauro (monstro metade homem metade touro), a arte minoica representava acrobatas saltando sobre o dorso de touros. O altar do templo de Salomão era adornado com chifres de touros e um dos tetramorfos associados aos evangelhos é o touro.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaA mística deste animal sobrevive ainda nas touradas, e nas manifestações taurinas, porque elas têm, como é comummente sabido de quem estuda estes assuntos, origem nos rituais de fecundidade, das forças genésicas da renovação e criação, remontando ao período neolítico, aos antigos mistérios de Mitraicos e Dionisíacos, em que a sacralidade do touro se funda na percepção do seu vigor físico e genésico, como pai do rebanho.
Mas de entre estas manifestações, cujos testemunhos históricos remontam pelo menos à civilização cretense (2.200 a 1.400 a.c), a capeia é a mais completa, porque reúne o elemento vegetal (carvalho) além do elemento animal (touro), que tem a mesma simbologia que este.
De facto, o carvalho, roble (da raíz latina róbur), com que se faz o forcão, foi em todos os tempos sinónimo de força e a nível arquétipo, aponta para a Arvore do Mundo, que é o pilar genético da criação e que estava plantada no centro do jardim do Éden.
Muitas tradições consideram o carvalho uma árvore sagrada pela sua robustez e majestade e pelo seu poder de atração dos raios celestes, tinha a importância de meio de comunicação entre o céu e a terra, sendo a árvore por excelência:
Na idade média, tinha influência mágica sobre o tempo e fazia parte das poções mágicas que provocavam tempestades.
Abraão recebeu a revelação junto a um carvalho e a sua morada em Hebron era junto de um carvalho.
Ulisses, na Odisseia, consulta o carvalho de deus antes de regressar a casa.
As coroas da vitória em Roma eram feitas de folhas de carvalho e bolotas e o bosque de Diana era de carvalhos.
Os celtas veneravam o carvalho como uma divindade e na Irlanda as igrejas eram chamadas dairthech, «casas de carvalho», o mesmo nome que entre os druidas significava bosque sagrado.
Interessante, também é como Schopenhauer, na sua teoria sobre o pecado original, faz esta ligação entre a árvore do paraíso, o pecado original e a descoberta da sexualidade.
Em Pascoais, naquela obra magnífica, Regresso ao Paraíso, muito mais sublime que o Inferno de Dante, quando Adão e Eva regressam à terra no dia do Juízo final e passam junto ao que foi o Jardim do Éden, a árvore que vêm, dominando todas as outras, como centro do Jardim, não é a macieira, mas um Roble com muitos frutos.
Claro que o fruto do roble é a bolota, que tem aparência da glande, o que nos remete mais uma vez para a conotação genésica e sexual desta árvore.
O carvalho identificando-se portanto com a força genésica, é um dos símbolos de Mitra, Dionísio, Zeus ou Júpiter e Juno ou Vesta, no templo do qual havia um carvalho sagrado, sendo também com a sua lenha que se acendia o fogo sagrado.
E como, diz-nos Eliade, a fecundidade é uma especialização da vocação essencial de criadores, estes deuses celestes das religiões indo-mediterrânicas identificam-se também, desta ou daquela maneira, também com o touro.
Nas religiões do médio-oriente, Mitra (representado sob a forma de um jovem sentado num touro, ostentando na mão uma adaga para matar este, numa clara semelhança ao mito de Teseu e Minotauro ou à luta de S. Jorge com o Dragão, cujo culto esteve na origem do de Zeus e Júpiter, e se estendeu à península no período romano, surge também como divindade mediadora entre duas forças antagónicas (o Sol e a Lua), viabilizando o nascer de um novo dia, ou seja, não permitindo que a Lua ocultasse o Sol, representando a Luz Celestial, ou a essência da Luz, que desponta antes do Astro-Rei raiar e que ainda ilumina depois dele se pôr e, porque dissipa as trevas, é também o deus da Integridade, da Verdade e da Fertilidade, motivo pelo que também surge associado ao Touro primordial.
Segundo as lendas de origem persa, Mitra terá recebido uma ordem do deus-Sol, seu pai, através de um seu mensageiro, na figura de um corvo. Deveria matar um touro branco no interior de uma caverna.
O ritual de iniciação nos mistérios de Mitra era o Taurobolium, porque exigia esse sacrifício do touro. É através da sua morte ritual que se dá origem à vida com o seu sangue, à fertilidade, à dádiva das sementes que, recolhidas e purificadas pela Lua, concebem os «frutos» e as espécies animais, pois a sua carne é comida e o seu sangue bebido.
Este ritual de iniciação, em que inicialmente se sacrificava o touro e se bebia o seu sangue, evolui posteriormente para o sacramentum, banquete ritual mítraico, em que, se consagrava o pão e a água, se bebia vinho que simbolizava o sangue do touro, simbolizando o renascimento numa nova vida.
O culto de Dionísio, que é originário da Frígia (Anatólia) através da Trácia, onde Mithra se identificou também com Attis, é como estes, uma divindade associada à fertilidade. Tinha a forma de touro, liderava desfiles de bacantes e sátiros, ninfas e outras figuras disfarçadas para os bosques, que dançavam e esquartejavam animais e comiam as suas carnes cruas. Implicava também desfiles com falos, danças orgíacas de bacantes e delírio místico, o esquartejamento do touro ou do bode com o mesmo associado, cujas partes cruas eram consumidas em banquete (omofagia) e espalhadas com o sangue pelo campo como auspício de fertilidade, renascimento e imortalidade.
Na Península, onde o touro já era, desde o neolítico, um dos animais relacionados com as divindades, inserindo-se num culto com raízes comuns a todo o Mediterrâneo, à chegada dos romanos, cujos legionários tiveram contacto com o oriente, teve um novo surto orientalizante, chegando até ao fim do século III a rivalizar com o cristianismo, como se vê nos escritos de Tertuliano, espalhando-se pelos confins do mundo romano sob a designação de «Sol Invictus» (Mitra leoncéfalo) e desde a Bretanha até à China, sobrevivendo ainda no Oriente Próximo.
Daí que a partir do século I apareçam na iconografia com frequência bucrânios (crâneos de touro) e representações de touros, como aquele do silhar aparelhado que, associado à representação do sol, se encontra em exposição na Casa do Castelo, no Sabugal, o qual se assemelha a algumas imitações dos motivos helenísticos datadas do século I a.C. e que fazia parte possivelmente de uma ara funerária votiva romana, como já acontecia no mundo funerário ibérico, simbolizando a força fecundadora, ligada à crença astral de imortalidade.
(Continua)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O Padreca era um habitante enigmático e sui generis do meu imaginário infantil. Nunca o pude observar pessoalmente. Apenas dele ouvi falar em criança.

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Certo dia estaria o Padreca sentado à luz de um sol amaciado por leve neblina, numa manhã de Outono, na margem esquerda do ribeiro passando os olhos descuidados pelos campos, olhando-os sem os fixar. Seria capaz de jurar que eu próprio o teria visto, tão fortemente se cumularam a minha crença com a minha imaginação.
Das águas do ribeiro ainda hoje se avizinham freixos e choupos frondosos. Ainda hoje, por aí, poisam pássaros irrequietos, a refazerem-se dos voos mais pesados.
A paisagem era uma linha de solidão e silêncio apenas pintalgada pelo piar de alguma ave ou levemente sonorizada pelo empurrar mais impetuoso da brisa pouco atrevida.
Há dias de Outono que são assim, herdeiros de madrugadas húmidas e manhãs pouco claras, muito silenciosos e carregados de melancolia. Os dias assim nascidos parecem conter algo de sagrado. Há décadas atrás, tais dias, mostravam, desde a madrugada, homens e mulheres a denunciar sacrifícios. Iniciavam-se, nessa época, àquela hora, as fainas agrícolas, à hora mágica em que a luz ainda não consegue revelar as cores.
O homem de que me falaram deveria ter cinquenta e alguns anos, um vago perfil de pássaro soberbo e uns olhos invictos, implantados num rosto marcado de rugas. Era assim que eu o imaginava. Chamavam-lhe «Padreca» e era uma espécie de versão mais recente do Zé do Telhado. Roubava, apenas, aos ricos muito embora não conseguisse entregar nada aos pobres porque o que furtava mal lhe bastava para saciar a sua própria fome.
Foi, portanto, numa manhã assim, numa manhã de Outono que tudo passou por um grito:
– Olha o Padreca!!
Á hora do grito a aldeia parecia cansada de si mesma. Descia pela colina abaixo, até ao sopé onde se estendiam as velhíssimas casas térreas. Os rostos das gentes permaneciam mal acordados, quase tão pálidos quanto a própria manhã e as pessoas trabalhavam mais do que falavam. Ao grito de «olha o Padreca» o homem ter-se-ia sentido observado e, no seu olhar, terá nascido uma compreensão fatigada. Terá baixado a cabeça e, como num cumprimento, terá aberto um curto sorriso. Depois examinaria o redor e ter-se-á ficado entre a curiosidade e a preocupação antes de cumprir a vontade de fugir.
Após o alarme criou-se, na manhã da aldeia, uma atmosfera densa e barulhenta, quase perigosa, que fez seguir, à frente e em busca do Padreca, alguns rapazes mais novos.
Correram como quem entra num terreno de jogo. Todas as caras do grupo eram minhas conhecidas e ostentavam a gravidade de quem quisesse aprisionar um homem perigoso. Partiram da aldeia, a correr, como uma tribo de guerreiros com gritos e estratégias a tentar intervir na liberdade do Padreca. No entanto, mantinham-se íntimos e programados, calculados, condicionados por eles próprios, quase hostis entre si embora formando uma banda que não precisava de falar para se entender. Entendiam-se por gestos, por olhares enquanto tomavam a direção do riacho.
Ainda hoje não sei se a esse conhecimento entre eles se poderá chamar amizade!
Mas, nada. Nada disso acabou por valer a pena porque se a principal personagem desta história alguma vez esteve na margem do ribeiro, terá desaparecido como a mais volátil imagem. Consta, até, que, logo a seguir, teria retirado de um cesto de merendas o tacho de caldo que uma patroa, abastada, transportava para os seus assalariados rurais. Logo ali, no meio do caminho e na presença da dona, terá deglutido tanto caldo quanto teria sido capaz. O resto, o que não conseguia comer, que o levasse a dona aos trabalhadores que também haveriam de ter precisão de sustento.
Nesta história, que hoje conto, garanto o reboliço da aldeia não sabendo até onde vai a veracidade no que respeita à presença e à fuga do Padreca. Não sei mesmo se ele esteve ou não na ribeira, se durante a fuga roubou o caldo ou se a sua presença naquele dia foi, apenas, fruto de férteis imaginações.
Contudo, o Padreca de que me falaram foi muito além do meu acreditar de criança e desenhou-se na minha memória como um singular e assustador assaltante de caldos.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.158.566 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES