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O encerro e a capeia dos Forcalhos têm proporcionado, a cada ano, um encontro de amigos que para além de apreciarem as lides taurinas aproveitam a ocasião para realizar um almoço. O local eleito é o recinto da Senhora dos Prazeres, contíguo às ruínas do Sabugal Velho, no termo de Aldeia Velha.

No dia 20 de Agosto o encontro de amigos repetiu-se e a objectiva do Capeia Arraiana registou a foto de grupo de fiéis convivas.
O cozinheiro foi o Fernando Gomes, que preparou uma saborosa caldeirada de cabrito, que mereceu o elogio geral.
Entre os convivas contou-se a presença do cónego Júlio Esteves, de Aldeia do Bispo, que pastoreia em Estremoz, na arquidiocese de Évora, e também a do Engenheiro Ivo Portela, presidente da Câmara de Tábua que há poucos dias renunciou ao mandato e que veio até à raia reviver as tradições.
A foto de família foi captada no final da refeição, com o grupo debaixo dos telheiros do recinto de festas da Senhora dos Prazeres, assim protegido do sol abrasador que se fez sentir nesse dia.
plb

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Os bravos e encorpados toiros da ganadaria José Manuel Duarte proporcionaram excelentes lides no festival Ó Forcão Rapazes, que se realizou no Soito, no dia 18 de Agosto.

Perante uma praça municipal completamente lotada, em que os bilhetes se esgotaram e muitos não puderam entrar, teve lugar uma expressiva demonstração da maior e mais viva tradição do concelho do Sabugal, a Capeia Arraiana, que se realizou dentro do espírito de amizade e alegria que caracterizam a festa dos rapazes que pegam ao forcão.
Os toiros estiveram à altura das exigências do festival. Todos investiram bem ao forcão proporcionando óptimas lides às diferentes equipas.
Depois do desfile das nove equipas representativas de outras tantas aldeias raianas onde a tradição taurina não despega, iniciou-se o espectáculo, sob a orientação do experiente Esteves Carreirinha, o orador de serviço.

A primeira equipa a pisar a arena foi a dos Fóios, equipando com camisola azul. Os perto de trinta jovens que pegaram ao forcão enfrentaram um toiro preto forte e pujante, talvez o melhor de toda a tarde, que investiu vigorosa e continuadamente. O aparelho, seguro firmemente e dirigido com mestria pelo rabeador, rodopiou ao sabor das investidas do animal. Por mais de uma vez se pensou que o toiro iria contornar o forcão, mas os pegadores foram velozes e exímios no seu trabalho de plena sincronia, evitando o pior. Foi uma óptima lide, e certamente uma das melhores da tarde, o que fez com que o Festival abrisse com chave de ouro.

Seguiu-se a lide da equipa de Aldeia do Bispo, que equipou de azul claro. Os rapazes enfrentaram um toiro castanho muito forte que saiu fulgurante do curro, embatendo com violência na galha. O forcão aguentou firme e volteou ao sabor da investida. Porém o animal não marrava com a insistência do primeiro, afastando-se por vezes, sendo necessário incitá-lo para novos acometimentos. Ainda assim proporcionou uma boa lide, devido ao trabalho notável dos rapazes que pegaram ao forcão com valentia conseguindo tirar partido de um toiro que tinha que ser chamado para investir com alma.

O terceiro toiro da tarde coube a Alfaiates, cujos pegadores, ostentando a cor laranja nas camisolas, aguentaram um primeiro embate fortíssimo, a que se seguiram outros de igual vigor. Os rapazes mostraram-se sempre atentos e trabalharam em perfeita sincronia. De tanto embater e rodopiar o touro cansou-se e ficou menos insistente. Depois da lide os moços agarraram o animal, feito apenas igualado pela rapaziada de Aldeia da Ponte. O tempo concedido à equipa foi bem aproveitado, nomeadamente por dois jovens, os irmãos Batista, que cometeram a proeza de saltar sobre o dorso do animal, nomeadamente o Frank que deu um moral, o que causou espanto entre os espectadores e valeu um longo e merecido aplauso.

A turma de Aldeia Velha, vestindo de verde, enfrentou um dos melhores toiros da tarde, um animal castanho muito forte, que teve uma entrada fulgurosa, atacando a galha esquerda do forcão com muita violência, fazendo estalar o madeirame. À descomunal força do toiro contrapôs-se o empenho total da equipa, que segurou firme o aparelho e volteou ao sabor das endiabradas investidas. Com o correr do tempo e face ao cansaço o toiro bateu mais a compasso, ainda que sempre com força, obrigado os pegadores a um empenho permanente. A lide de Aldeia Velha esteve entre as melhores da tarde, o que lhe valeu sucessivos aplausos do público que enchia as bancadas da praça.

Os rapazes dos Forcalhos equiparam com camisolas castanho-avermelhadas (bordô) e enfrentaram com o forcão um toiro preto que bateu bem inicialmente, mas que depois passou a hesitar. Numa das investidas na galha o toiro correu com vigor tentando contornar o aparelho, o que gerou um clamor nas bancadas, num momento em que se anteviu o pior. Porém o intrépido rabeador acelerou o movimento circular do forcão e evitou que o animal o contornasse. No final, face às sucessivas hesitações do toiro, valeu o incitamento dos rapazes para que continuasse as fortes investidas no aparelho.

O Soito, que equipou de cinza, lidou um toiro castanho bastante alto, mas algo menos encorpado que os demais. Saiu no curro e investiu forte à galha esquerda, da qual demorou a despegar, proporcionando um bom momento de faena. Depois continuou a investir numa e outra galha, sendo contudo mais frouxo no encontro com o aparelho. A equipa da casa não beneficiou porém da bravura indómita do toiro que outras equipas tiveram em sorte, mas conseguiu ainda assim uma óptima lide. Encostado o forcão, os cortadores do Soito depararam-se com o toiro colado às tábuas, sendo de difícil chamamento para o meio da praça, o que desagradou à malta que gosta de «atentar» o animal.

A Lageosa equipou de azul escuro e lidou um toiro também negro que, tal como os restantes, bateu bem à investida inicial, quando saiu do curro. Marrou na galha direita, fazendo com que os pegadores rodopiassem rapidamente, o que fez levantar uma expressiva nuvem de poeira. Passado esse primeiro momento da lide, foi necessário incitar o animal para que voltasse a investir, conseguindo-se ainda assim bons momentos, em que os capeadores mostraram a mestria com que pegam ao forcão. O pó que se levantava da arena levou a que os Bombeiros do Soito regassem o solo, o que foi imprescindível para a continuação do Festival.

O Ozendo, que vestiu de vermelho, enfrentou um toiro preto, que quando entrou na praça deu um enorme trabalho à equipa, valeu-lhe permaneceu unida, bem agarrada ao aparelho, movendo-se em plena sincronia ao sabor das tremendas investidas do animal. O toiro meteu por mais de uma vez a cabeça por baixo do forcão tentando levantá-lo, valendo para o evitar a intrepidez e a boa atenção dos homens das galhas. Com o andar da lide o animal foi manifestando desinteresse pelo forcão, porém bateu sempre forte e com alma, partindo até uma galha numa das investidas. A equipa do Ozendo proporcionou uma das grandes lides da tarde.

Coube a Aldeia da Ponte fechar o Festival. Os rapazes, com camisola verde alface, lidaram um toiro preto, que marrou violentamente no forcão, fazendo estalar as galhas, o que chegou a criar um sussurro nos espectadores. Contudo a bravura do toiro não assustou os corajosos pegadores, que se mantiveram firmes e ágeis no lidar do forcão. Com o evoluir da faena o animal desinteressou-se pelo forcão, sendo necessário estimulá-lo para novas investidas. Aldeia da Ponte tem bons cortadores, que na fase que se segue à lide com o forcão geram um bom espectáculo, quase sempre coroado com a pega do animal, porém desta feita o toiro colou-se demasiadamente às tábuas, o que dificultou o trabalho dos aldeiapontenses, que no entanto honraram os seus créditos consumando a pega.

Foi uma tarde de excelente promoção da capeia arraiana, que mais uma vez se revelou enquanto manifestação popular emocionante e viva, com condições para se continuar a afirmar com um dos grandes potenciais de promoção do concelho do Sabugal.
plb

Militares da GNR do Posto Territorial de Vila Franca das Naves, detiveram, na tarde de 20 de Agosto, em Alto da Broca, Trancoso, um homem de 37 anos de idade, por crime de incêndio florestal por negligência.

GNR-Guarda Nacional RepublicanaO suspeito realizava trabalhos de manutenção da faixa de gestão de combustível, em linhas eléctricas da EDP, com um tractor agrícola que provocou a ignição do fogo que deixou descontrolar, dando origem ao incêndio de que o mesmo confessou ser o autor.
Em consequência da acção negligente arderam três hectares de mato, tendo a pronta intervenção dos bombeiros evitado que a área ardida fosse mais extensa.
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Trancoso, ficando o suspeito com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência a aguardar o resultado do Inquérito.
Segundo o comunicado semanal da GNR da Guarda, no dia 27 de Agosto, realizou-se uma operação de fiscalização, com particular incidência nos veículos de transporte de mercadorias que se destinavam à feira anual de Freixedas – Pinhel.
Foram fiscalizados 13 veículos de transporte de mercadorias em circulação, tendo sido elaborados cinco autos por crime de contrafacção de mercadorias, sujeitas a cumprirem com as formalidades legais relativas ao Código da Propriedade Industrial (CPI), e apreendidas 391 peças (vestuário, calçado, cintos, malas, óculos, relógios e perfumes) de diversas marcas conceituadas no mercado, com o valor total e presumível que ronda os 30 mil euros. Em consequência, foram identificados cinco indivíduos, residentes em Espanha e nos concelhos de Belmonte e Fundão, como sendo os proprietários das mercadorias apreendidas.
Na semana transacta o Comando Territorial, através do Destacamento de Trânsito da Guarda, levou a efeito uma operação de controlo intensivo de velocidade, denominada por «Operação Tispol», nas vias mais críticas do distrito. Durante a operação foram efectuadas 23 acções de controlo, tendo sido controlados 8.975 veículos, dos quais 283 circulavam com excesso de velocidade.
plb

Não deve haver terra nenhuma em Portugal em que os nomes que se davam dantes às crianças sejam matéria tão abstrusa como no Casteleiro. Tudo porque quer os padres, que dantes eram quem registava os nomes, como depois um delegado da Conservatória do Registo Civil com essa tarefa, seguiam caminhos ínvios. O resultado é o que se vê.

No Casteleiro, acho que ninguém jamais se preocupou verdadeiramente com isto, mas é matéria algo estranha para mim desde que me conheço.
Isso porque era até para mim fácil reconhecer grandes discrepâncias entre os nomes de irmãos em várias casas que conhecia.
Dou só um exemplo bem real:
Pai
Joaquim Augusto Catana.
Filhos
Vejam a disparidade e irregularidade de cada caso:
– José Augusto,
– Manuel Joaquim,
– António Catana,
– Augusto Catana.
(Sic: exactamente assim. Não inventei nada).
Como se vê, uns levam uma parte dos apelidos do pai, outros, nem isso. Manuel Joaquim é aquele que mais se afasta de todos os cânones, de qualquer regra. Uma pessoa receber apenas dois nomes próprios comuns e nenhum apelido de família é obra.
Isso deve ter-se passado há uns 80/90 e poucos anos (1920/30 e pouco).
E note que nenhum deles teve direito a qualquer nome de família da parte da mãe…

Nome próprio e apelido
Para nós hoje é fácil: “A escolha do nome próprio e dos apelidos do filho menor pertence aos pais; na falta de acordo decidirá o juiz, de harmonia com o interesse do filho” – artigo 1875.º, n.º 2 do Código Civil.
Mandam as boas normas que «os apelidos são escolhidos entre aqueles que os pais usem».
Mas noutros tempos como era?
Ao que sei, outra gente se metia nesse assunto: pelo menos o pároco e o tal delegado.
O resultado foi o que está à vista.
É rara a casa em que as regras foram seguidas.
E ninguém se preocupou nunca com isso.
Os miúdos ou levavam só o apelido da mãe ou só uma parte do apelido do pai.
O delegado chegava a impor que se a criança levava por exemplo o nome próprio José, igual ao do pai, então já não podia levar o apelido do pai pois «não podia ir duas vezes ao nome do pai». E aí ficava outro nome «coxo».
A minha geração deve ter sido a última mais «marcada» por estas anomalias.
A partir dali (1950) parece que as coisas entraram mais nos eixos.
Mas aí estamos hoje nós todos com estes fardos (nem leves nem pesados, mas que podiam bem ter-se evitado).
Se assim tivesse acontecido, o meu pai ter-se-ia chamado pelo menos José Augusto Catana e eu José Carlos Mendes Augusto Catana ou coisa no género – com ou sem o Augusto, admito, e ainda faltando o nome de família da minha avó, que não aparece no nome de ninguém lá de casa….

Nota
A pia baptismal que se publica não é a do Casteleiro – mas é idêntica.

Trouxe aqui apenas os exemplos do meu próprio nome e da minha família, pela via paterna, para que não haja dúvidas nem incómodos para ninguém.

PS 1
Era no baptismo que se fixava o nome das crianças. Conta-se até este diálogo já na pia baptismal do Casteleiro:
Padre:
– Que nome lhe pomos?
Mãe:
– Prantelhana, sr. Vigário.
Padre para o pai:
– O que é que ela disse?
Pai:
– Pescana, sr. Vigário.
Ana – era o nome que queriam. Só isso: Ana.

PS 2
Esta semana aprendi mais uma crendice popular da minha terra. Desconhecia por completo. Sei que há quem aprecie estas notas e por isso vou partilhar mais esta, que nunca tinha ouvido.
Já ouviram a expressão «bicho do ouvido»? Pois bem, soube agora que quando o bicho do ouvido mexe quer dizer que vai mudar o tempo. Isto foi-me contado depois de… uma mudança de tempo neste Agosto: o bicho do ouvido tinha mexido e zás: mudou o tempo…

«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

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