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A notícia caiu como uma bomba e foi esta quarta-feira, 22 de Agosto, dada pela RTP e pela SIC. A Fundação AGAPE afinal não foi fundada pelo ex-futebolista e emigrante português na Suécia, Carlos Quaresma. A troco de 13 mil euros foram muitas as autarquias, incluindo o Sabugal, que receberam um camião carregado de material hospitalar usado proveniente da Suécia. Mas afinal nem tudo é como parecia…

Carlos Quaresma - AGAPE - Arquivo SIC

O português Carlos Quaresma não é fundador da Fundação AGAPE, uma ONG com sede na Suécia e os principais responsáveis pela organização afirmam desconhecer os«negócios» do emigrante luso. Quem o diz é a RTP e a SIC nos noticiários da hora do almoço desta quarta-feira, 22 de Agosto, onde ficaram prometidos desenvolvimentos para os jornais da noite.
Foram muitas as autarquias portuguesas, incluindo o Sabugal, que aceitaram o tal camião com material hospitalar «oferecido» pela AGAPE a troco de 13 mil euros para pagamento do transporte desde a Suécia. A face visível em Portugal destes actos de solidariedade foram os ex-futebolistas e velhas glórias do Benfica, José Augusto e Veloso, que se deslocavam aos concelhos para fechar o «negócio» e a cantora Micaela que realizou alguns concertos de solidariedade em apoio à causa.
Para o Sabugal ficou acordada (de acordo com informações tornadas públicas) a entrega de diverso material ortopédico – cadeiras de rodas, camas eléctricas, andarilhos eléctricos, canadianas, material de fisioterapia, um equipamento hospitalar bastante caro para tratamento de derrames cerebrais e… um piano.
A acta da reunião ordinária de 22 de Junho de 2011 do executivo da Câmara Municipal do Sabugal esclarece, pelo voz do presidente da Câmara Municipal do Sabugal, como decorreu o processo de aquisição de material hospitalar «oferecido» pela AGAPE, uma ONG com sede na Suécia. As questão são da vereadora Sandra Fortuna e as respostas do presidente Robalo:
Sandra Fortuna declarou que «(…) tinham sido informados de que a Câmara já tinha recebido o material ortopédico, vindo da Suécia, pretendendo saber qual o valor final do seu transporte. Disse ainda que estava disponívelo na LocalVisão, um vídeo onde se podia verificar que este material tinha sido colocado num armazém, no Alto do Espinhal, pertencente a um privado, pelo que pretendiam saber qual o motivo, considerando que a Câmara dispunha de locais para colocação deste material.» Em resposta «o Presidente da Câmara disse que o custo do transporte tinha sido de 13.000,00 euros, tendo o equipamento sido avaliado no montante de 500.000,00 euros. Que o material tinha sido colocado nesse armazém em virtude da Câmara não dispor de um espaço com agilidade de carga e descarga. Por isso agradecia ao privado a sua disponibilidade para ceder gratuitamente as suas instalações. Disse ainda que tinha enviado à AGAPE uma listagem das necessidades, baseada no inquérito efectuado aos Lares e Associações do Concelho, contudo não tinha vindo o material referenciado mas o material que, no momento, estava disponível, nomeadamente cadeiras de rodas e andarilhos.(…)»

Imposto de Selo de oito mil euros é ilegal
De acordo com a reportagem da SIC «o homem que ficou conhecido por trazer material hospitalar e ortopédico da Suécia para distribuir em Portugal pode afinal ter burlado autarquias e instituições. Carlos Quaresma dizia-se fundador de uma associação de beneficência e oferecia camas articuladas, cadeiras de rodas e outro equipamento, dispensado pelos hospitais suecos. Em troca, pedia o pagamento do transporte, feito em camiões, por cerca de cinco mil euros, e de um imposto de selo, no valor de oito mil euros. Uma investigação SIC apurou que esse imposto, afinal, não existe. Por outro lado, o preço do transporte também era muito superior ao real.» A SIC adiante ainda que «a burla pode ultrapassar um milhão de euros e está a ser denunciada pela fundação sueca AGAPE que já apresentou queixa à polícia. Algumas autarquias ponderam fazer o mesmo em Portugal».

Reportagens na RTP (Aqui) e na SIC (Aqui).

Agora, após a investigação da RTP e da SIC, parece que o benemérito Carlos Quaresma vai ter de clarificar algumas coisinhas…
jcl

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Passei a primeira quinzena de junho a pensar na viagem de fim de ano. A véspera já foi, para mim, um dia eufórico. Mal dormi a última noite. Acordei, no dia da saída, muito mais cedo do que era preciso. Viajar da serra ao mar era um acontecimento demasiado importante para poder ser calmo.

Praia Figueira da Foz

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Ainda hoje consigo descrever o meu vestuário daquele longínquo dia. Vestia uns calções verdes. A camisa era de manga curta e muito mais verde que os calções. As sandálias eram castanhas assim como eram acastanhadas as meias que me afagavam os joelhos. O boné que encimava a minha frágil silhueta infantil era também, em tom castanho e, sobre a pala, na parte frontal, mostrava bordada, uma estrela cor de ouro.
No dia da excursão não iria vestir a bata branca que levava diariamente para a escola. Aliás, nunca gostei de usar tal bata. Ela impedia-me não sei bem de quê. Inibia-me os movimentos. Via-me preso e estranho dentro dela. Adorava os domingos por diversos motivos mas, principalmente, por não ser obrigado a usar bata. No dia da visita de fim de ano não vestiria bata apesar de não ser domingo.
Em casa ficaria a pasta castanha, afivelada de amarelo dourado. Essa sim, adorava levá-la para a escola. Ninguém tinha uma pasta igual à minha. Meu pai tinha-ma oferecido após uma das suas viagens ao Porto. Meu pai negociava em madeiras e deslocava-se mensalmente ao Porto transportando, em camionetas pesadas e lentas, enormes troncos de carvalho. Dizia-me que dos troncos se faziam pipas para o Vinho do Porto e eu achava que devia ser fácil fazê-las porque os troncos já quase pareciam pipas. Mas, naquele dia, em vez da pasta das fivelas douradas levei uma sacola de alça cuja origem se perdeu na minha memória. Deitei-a ao ombro. Dentro ia o lanche. Levei pão com queijo, uma garrafa de refrigerante que sabia a laranja e várias bolachas embrulhadas num guardanapo de pano azul. Levei também uma daquelas bananas tão amarelas que pareciam torradas. Minha mãe comprava-as ao merceeiro ambulante. Numa minúscula carteira, feita de um cartão que imitava muito mal o cabedal, guardei algumas moedas que meu pai me deu. Somadas, perfariam a quantia de vinte e cinco tostões.
Quando cheguei à escola, de manhã, pela mão da minha mãe, já o motor do autocarro rufava em frente à porta expelindo fumo negro. Muitos dos meus colegas já observavam e rodeavam a camioneta. A senhora professora já tinha chegado e quando deu ordem de entrada empurrámo-nos uns aos outros. Depois corremos por dentro do autocarro em busca de um lugar à frente ou, pelo menos, junto à janela como se essa procura fosse a coisa mais importante daquele dia.
Era quase Verão e, fora da camioneta, cheirava a fumo e a gasóleo queimado. Por dentro havia um cheiro quente e enjoativo. Julgo que cheirava a bancos de napa.
Durante o caminho a senhora professora fez muitas explicações, contou-nos muitas histórias e nós também cantámos muitas canções até chegar à Figueira da Foz, frente ao mar.
À chegada saímos atabalhoadamente do autocarro e corremos todos para a praia. A extensão ondulante e o azul marinho inebriavam-me. Depois, segundo as orientações da senhora professora, que a custo se conseguia impor, caminhámos na areia fininha juntinho à água. O mar tinha um odor novo, fresco, húmido e agradável. De mãos dadas, seguimos, na longa praia, mais de quinhentos metros junto à espuma das ondas. A água e a cor azul, o som, o movimento, a brisa e a humidade transcendiam-me.
Ouvi tudo quanto a senhora professora nos explicou. Ela falava-nos, na entoação que muito bem lhe conhecíamos, do mar, de sal, de lágrimas salgadas, de descobertas e também de peixes e pescadores. Acreditei, piamente, em tudo o que ela disse.
Eram precisas mais de mil palavras para descrever o que significou, para mim, estar ali, naquele lugar, solenemente, perante o mar.
O meio dia apanhou-me de surpresa mas, logo junto à água, sacámos das merendas e almoçámos. A seguir, despedi-me do mar, emocionado e tive, talvez pela primeira vez na vida, saudades do presente.
Iniciámos o regresso. Recordo o caminho do retorno. Com espanto e com emoção passei por Coimbra. A professora disse-nos, enigmaticamente, que era a cidade dos doutores. Admirei o movimento de peões e automóveis, estranhei os elétricos a rolar nas calhas, observei estudantes de capa e batina e vi, apenas por fora, a universidade.
Regressei a casa transportando comigo um mar que guardei até hoje na memória e… também na alma.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

Voltamos a Frederico Garcia Lorca para de novo dissertarmos sobre a magia do toureio e suas cores. Agora,fazemos apelo a uma charla sobre SOL Y SOMBRA.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaTranscrevamos, traduzindo:
Basta escrever aquelas duas palavras, assim, sol com letra amarela e sombra com letra escura para caracterizar a estética do toureio.
E assim teria que ser quando se jogasse com o sol e a sombra, quando daquelas palavras se queira fazer metáfora e conceito.
E isto não depende de nuvem, espelho ou muro, mas apenas do toureiro, pois é dele que brotam na arena o sol e a sombra.
Lagartijo, por exemplo, conseguiu corridas, em que não houve senão sol – gloriosa experiência de uma estética de estátuas, como a do touro, antes das banderilhas.
A sombra, em Lagartijo, era pura especulação, ou mera simulação.
Ele amava a nudez e a linha concreta, amava a roda do sol e suprimia o ângulo infinito da sombra.
Mas para muitos outros toureiros continuou a haver sol e sombra.
Bombito, esse aprendeu a lidar, sem riscos, com o sol e a sombra.
El Gallo levou a um alto expoente esse jogo de luzes.
Mas só a capeia raiana tem o condão de fazer apelo a um terceiro elemento – o arbóreo, personificado no forcão.
É a imagem protectora do carvalho-roble, é a floresta intrometendo-se neste duelo homem-touro.
Todos os contendores se sentem atraídos e protegidos por aquele nume.
O touro avança buscando na sombra projectada pelos troncos e ramos da floresta perdida.
Os bravos e possantes moços que guarnecem as alas, sentem o alívio de asas e o próprio rabejador na sua essência de timoneiro, não deixa de pressentir o hálito benfazejo da árvore mesmo desnudada.
As divindades que se acoitam no bosque transferem-se meteoricamente para a arena.
A dança do forcão é um baile mandado em que, fantagórica, mas harmoniosamente se agitam todas as divas da pradaria…
Até os freixos para que os vaqueiros sobem quando o espírito do mal açula os toiros.
«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

Na passada semana, o Comando Territorial da GNR da Guarda desenvolveu uma operação de fiscalização geral de trânsito, incidindo na entrada ilegal em território nacional de cidadãos suspeitos da prática de crimes.

Operação STOP da GNRAs acções de fiscalização inseridas na operação, com o nome de código «Vagão 09.3» foram orientadas para as principais vias fronteiriças do distrito.
Durante a operação foram fiscalizados 45 veículos, elaborados sete autos por contraordenação e foi detida uma pessoa por posse ilegal de arma.
Durante toda a semana foram ainda detidos mais 2i indivíduos, em flagrante delito, pelos seguintes motivos: 12 por crime de condução sob o efeito do álcool, dois por condução sem habilitação legal, quatro por resistência e coacção sobre autoridade, dois por desobediência e um por detenção e posse ilegal de arma.
Segundo o comunicado da GNR da Guarda na semana anterior registaram-se 28 acidentes de viação, tendo 18 deles resultado de colisão, oito de despiste e dois de atropelamento. Desses acidentes resultaram um ferido grave e 16 feridos leves.
Na semana em apreço, as Secções de Programas Especiais dos Destacamentos Territoriais da Guarda, Gouveia e Vilar Formoso, realizaram cinco ações de sensibilização inseridas nos programas «Residência Segura» e «Apoio 65 – Idosos em Segurança», em freguesias dos concelhos de Guarda e Pinhel. No decurso das ações foram contactados 81 idosos.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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