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Em Idanha-a-Nova Escutismo dá abraço que pode valer recorde mundial

Idanha-a-Nova, 08 de Agosto de 2012- Ao som do tradicional apito, cerca de 17 mil escuteiros presentes no XXII ACANAC (ACAmpamento NACional), em Idanha-a-Nova, irão tentar bater o recorde mundial do maior abraço do mundo. E é já no dia 09 de Agosto, na cerimónia de encerramento do maior acampamento da história do Movimento Escutista Católico português que tal façanha irá acontecer.
O atual recorde encontra-se nos 10.554 «abraços», mas este acampamento, que conta com a presença de cerca de 17.100 escuteiros, poderá facilmente quebrar esse recorde.
O grande objetivo é o de que, durante um minuto, todos os participantes nesta atividade se abracem e que isso seja gravado e fotografado para que, acompanhado da listagem de participantes, a informação possa ser enviada para o Livro dos Recordes.
Estes abraços representarão uma forma de distribuir paz, amor e afetos, sob a forma de um simples abraço, para quebrar as barreira que existem entre pessoas desconhecidas, mas que pertencem ao mesmo movimento.
plb (com CNE)

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O Toino e o Baltar eram dois serventes na famosa Mina de Aljustrel, a tal do oiro amarelo casado com a pirite verde. Faziam tudo o que era preciso: levavam, traziam, punham, compunham, partiam, desfaziam, transportavam…eram pau para toda a colher!

José Jorge CameiraDeviam ser muita competentes, pois entraram na Empresa sem cunhas!
Quando foram contratados tiveram que dar o nome certo lá nos papéis de muitas linhas. Na verdade eram António e Baltazar mas como estavam no Alentejo, para ficar mais rápida a conversa comeram-se as letras e ficaram Toino e Baltar.
Como eram de outras paragens, bem longe de Aljustrel, logo se tornaram companheiros inseparáveis, quer no serviço ou fora dele, nos passeios e deambulâncias pelas ruas a subir e a descer da vila.
Depressa se organizaram para o dormir, os comes e os bebes.
À noite, depois da banhoca debaixo de uma mangueira presa com arames, acomodavam-se num contentor metálico que fora esquecido perto da entrada da Mina por uma Empresa Metalúrgica do Barreiro. Com uma gambiarra puxaram a luz com uma ligação manhosa da Mina, embrulhada em plásticos. Assim poupavam uns tostanitos de renda de casa e a luz era à borliú.
Nas bebidas, é claro que estavam quase sempre apoisados na Taberna do Filipe. Sentados numa das mesas, com um pouco de linguiça, azeitonas ou uma fatia de queijo de ovelha do verdadeiro e o casqueiro que traziam nos bolsos, iam emborcando copos de tinto, daquele pesado que só há aqui no Alentejo.
O resto da malta na tasca já não ligava ao paleio deles – daquela mesa só vinham impropérios e bocas das venenosas, a toda a hora:
– Cabrões! Filhos dum cabrão! Puta cos pariu! Paneleros!
Já sabiam que se referiam a algum chefe ou então ao Bochechas, que era quem mandava nessa altura no Rectângulo.
O Toino e o Baltar estavam preocupados com a mansão onde viviam. No inverno a coisa ainda se gramava, pois o frio afastava-se com mais ou menos peso das mantas. Mas vinha o Verão e aqui a caloraça não perdoa. Nos telejornais bem que falam em 35 graus para não assustar mas na verdade no pino do Verão a agulha bate sempre acima dos 40… upa, upa!
Ora o Tê Zero que tinham era de ferro e sabiam que seria impossível dormir lá dentro com calor a dobrar.
É então que o Toino tem uma ideia brilhante:
– Ó Baltar, atão e se fizéssemos uma casinhota de madeira… há por aqui caídas tantas tábuas e das boas… Fazíamos uma casa inda melhor que aquele trambeque de ferro!
– Pois, mas para isso precisamos de autorização do Chefe do Material, o Engenheiro Almeida, para nos servirmos das tábuas, pedir emprestado o sarrote, o martelo e pregos dos grandes.
Nesse momento começou uma zanga entre eles. Um dizia ao outro para ir pedir o material ao Engenheiro. Discutiam sobre quem ia quem.
– Toino, tu tens mais jeito que eu para lidar com essa gente finória! Eu cá ando sempre com a barba por fazer…
O Toino lá se decidiu que seria ele a falar com o Engenheiro, mas pôs condições:
– Eu cá vou falar com ele, mas tenho de treinar o que hei-de dizer ao gajo…
Assim foi. Todas as noites, junto ao contentor e competindo com a sinfonia da grilada do campo, o Toino inventava os gestos e as palavras que teria de usar, logo que batesse na porta do escritório do Engenheiro.
Ou por ser mesmo verdade, por travessura ou por sádica malvadez, o Baltar ia dizendo:
– Não tá bem, Toino… tens que ser mais forte, mais directo!
– Toino, porra, se falas assim, ele diz-te que estás com os copos!
– Olha, dessa maneira, o gajo pôe-te logo na rua!
Durante duas semanas foi assim o arrazoado: um falando, outro desfazendo…
Ao fim desse tempo, o Toino já andava danado, porque ainda não tinha encontrado o palavreado certo para conseguir o empréstimo do material.
Numa dessas tardes que por acaso já tinha passado pela Taberna do Filipe, encheu-se de nervo, vai direito que nem uma lança ao escritório do Engenheiro Almeida, entra de rompante, joga a boina num repente ao chão e diz… melhor, grita:
– Ó Chefe, só venho aqui pra dizer que faça o favor de meter no olho do c… o sarrote, o martelo e os pregos!… E aprovete, vá-se fo…. também!
Após este desaforo, sai num repente do escritório, pegando na boina caída no chão, deixando o Engenheiro de boca aberta, sem saber nem perceber patavina do que se passava! Que afinal nada se tinha passado…
O Toino chega a «casa» e conta ao Baltar o acontecido.
– Porra… e ele não te disse nada? Não te mandou prender?
– Nadaaaaa…
– Então é por que gostou! Temos de celebrar essa nossa grande vitória! Derrubámos o Chefe! Ficou manso, o bicho…
– Tás cá um revolucionário, no fim és comunista…
Foram à mercearia da Ti Mariana e compraram duas garrafas de tinto de Reguengos, dessas com duas medalhas nos dizeres do papel colado, com mais de 14 graus…
Cantando e bebendo, lá foram pela estrada afora, seguindo em frente, aquela que vai dar ao Carregueiro, são 9 quilómetros e onde havia uma Estação de Caminho de Ferro para recolha da semente de trigo e ser transportado para as torres da Epac de Beja.
Com aquela pomada de Reguengos, ao fim de 2 ou 3 quilómetros, já a alegria era grande, sempre se sentindo vitoriosos da façanha do Toino!
– Ó Toino, és cá um grande revolucionário…!
Quase sem darem por isso, estavam na tal Estação CP do Carregueiro, já era noite.
Como a «bobadera» era grande, mal viram um vagão aberto, subiram para ele e assim adormeceram, sem conseguirem esvaziar as garrafas.
No outro dia acordaram já eram 10 horas. Sentia-se calor e olhando por uma e outra porta do vagão, apenas viram aqueles extensos campos amarelos já ceifados, apenas restolho…
– Ó Baltar, queres ver que o cambóio levou-nos para longe? Estamos em Espanha…
De repentemente, passa quase em frente deles um moiral com um rebanho de ovelhas e o Baltar pergunta:
– Ó Senhor espanhol, isto é Espanha? Estamos pierto de Sevilha?
– Isto aqui é o Carregueiro, seus bêbados dum cabrão!
Ganharam esta resposta, que mais esperavam?

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

A empresa municipal Sabugal+ foi criada no ano 2004 com um capital de 50 mil euros, totalmente realizado pela Câmara Municipal. Até 2009 teve uma gestão estável, mas depois entrou numa rota de turbulência que a levou ao estado actual, sem administração, sem horizonte de estabilidade e talvez prestes a ser extinta por aplicação dos critérios contidos num projecto de lei que poderá em breve entrar em vigor.

A polémica ao redor da Sabugal+ iniciou-se logo após as últimas eleições autárquicas, em Outubro de 2009. O presidente eleito, António Robalo, em minoria no executivo, e sem procurar acordo prévio, propôs a continuidade do Conselho de Administração anterior, presidido por Norberto Manso. Face à reprovação da proposta, a novela repetiu-se em reuniões sucessivas, insistindo o presidente com a famigerada proposta, que foi sucessivamente rejeitada. Pelo meio contou-se com um voto de louvor da Assembleia Municipal ao dito Conselho de Administração, tida pela oposição como forma de pressão sobre o executivo camarário.
O braço de ferro durou até Janeiro de 2010, altura em que o próprio presidente António Robalo avançou para a presidência da empresa, tendo como vogais a vereadora socialista Sandra Fortuna e a técnica do Município Teresa Marques.
Porém em Junho de 2010 António Robalo demitiu-se do Conselho de Administração e foi eleito um novo elenco directivo, desta feita presidido pelo vereador do MPT Joaquim Ricardo, com quem o presidente da Câmara chegara a acordo, ficando como vogais o chefe de gabinete do presidente, Vítor Proença, e a secretária da vice-presidente, Fernanda Cruz. Este processo gerou polémica. A vereadora socialista contestou a «queda» da Administração, uma vez que ela não se demitira do cargo que aí ocupava, e contestou a legalidade da eleição do novo presidente, na medida em que o mesmo participara na sua própria eleição.
A solução encontrada seria porém sol de pouca dura pois em Dezembro de 2010 Joaquim Ricardo demitiu-se da presidência da empresa, perante um parecer jurídico que considerou ilegal a sua eleição para o cargo. Face ao revés, António Robalo decidiu retomar a presidência do Conselho de Administração, mantendo como vogais Vítor Proença e Fernanda Cruz.
Em Julho de 2011 cai novamente a Administração da empresa, agora por efeito de uma inspecção ao Município, que alertou para a irregularidade da mesma, por incompatibilidade de funções dos vogais, que ao mesmo tempo assumiam na estrutura da Câmara cargos de confiança política. António Robalo aproveitou para se «livrar» da empresa e passou a presidência do Conselho de Administração à sua vice-presidente, vereadora Delfina Leal, ficando como vogais o também vereador Ernesto Cunha e o professor Amândio Simão Pires.
Em 1 de Agosto de 2012, o executivo municipal destituiu a Administração presidida por Delfina Leal, que, ainda assim, foi a mais longa neste ciclo político, ao durar um ano e 11 dias. A reprovação das contas da empresa relativas ao ano anterior foi a pedra de toque que levou à decisão radical, tomada pelos vereadores da oposição.

Face à situação António Robalo desafia agora a oposição a contribuir para resolver o problema, propondo um novo elenco para a Administração, porém o mais certo é que tenha que ser ele, que é presidente, a negociar uma solução que reúna o consenso político, de modo a dar estabilidade a uma empresa que gere importantes espaços municipais, desenvolve uma actividade relevante e emprega cerca de 30 funcionários.
plb

Hoje, à hora que escrevo, ainda é sábado e esta é uma noite de Verão embrulhada em nevoeiro tal como se embrulham algumas noites de Inverno. O escuro entremeia-se de humidade e névoa, sugerindo-me vontade de sossego e paz.

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Mas, dentro em pouco será domingo.
A aldeia, aplanada na baixa nascente jarmelista, despertará cedo para uma costumada e imensa onda de tédio dominical. Há-de instalar-se uma confortável melancolia que me livrará de pressas.
Será domingo e terei tempo para contemplar o dia, o Monte e a aldeia e para cultivar o meu sossego e a minha paz.
Relembrarei a emoção subtil de um acordar antigo. Só mais tarde, mais por dentro da manhã, uma determinação absoluta e austera me fará sair de casa e, num instante de libertação, lançar-me-ei num dia de domingo manso, contemplativo e espaçado de silêncios.
Direi sim às coisas aparentemente inúteis e escolherei, por mim, a minha própria forma de habitar o dia. Prevejo que ele nasça calmo e pressinto que se desenrolará nos domínios da felicidade.
O tempo passará com aparência de mais lento, docemente, criando idade.
Sei que devo deixar passar o tempo sem remorsos e sem rancores sabendo, ainda assim, que a passagem do tempo envelhece. Sim, envelhece. Todos envelhecemos desde o momento em que nascemos. Desde o nascimento fugimos do princípio e encaminhamo-nos para o fim. Tudo isto é, tão só, fatalidade. E não, não é triste. É assim mesmo. O importante é conseguir levar os melhores momentos de cada presente, pelo futuro dentro, até ao fim. Não posso deixar de pensar assim e sempre assim pensei. Nada me abalará a convicção de que ninguém nos conseguirá arrancar do futuro sobretudo se iniciarmos cada momento com o mais importante, com o que, em cada presente, for determinante.
Poderemos, então, envelhecer em dias, em meses, em anos mas uma vida plena, congruente e assumida será, de certeza, o melhor certificado que qualquer futuro receberá de nós.
Continuo, sim, consumindo presentes com sabores plenos (alguns deles de origem passada) que não desprezo e nem poderei desprezar em qualquer momento do futuro e penso estar lá, no advir, testemunhando a ruralidade e a sua alma projectada. Os montes, as baixas, as gentes e as aldeias sempre despertarão numa saborosa melancolia.
Sairei amanhã, domingo. Partirei ao reencontro da alegria. Escacarei a solidão desde que aconteça algum reencontro com presenças vivas, com aquelas presenças que, apenas pelo simples facto de existirem, farão recolher as sombras.
E, assim, amanhã será domingo.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

JOAQUIM SAPINHO

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