You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 1 Agosto, 2012.

O Conselho de Administração da empresa municipal Sabugal+ foi deposto na reunião desta quarta-feira, 1 de Agosto, da Câmara Municipal do Sabugal.

Empresa Municipal Sabugal +Os vereadores da oposição (eleitos pelo PS e pelo MPT) destituíram o Conselho de Administração da empresa municipal Sabugal+, o que vem na sequência da não aprovação das contas empresa decidida há algumas semanas, por alegada má gestão da mesma.
Este é o quarto conselho de administração da empresa municipal que cai em três anos, ficando a mesma agora fica sujeita às regras de gestão corrente, até que seja eleito um novo órgão directivo.
O presidente da Câmara António Robalo, do PSD, que estava sozinho na reunião perante dois vereadores do PS (Francisco Vaz e Roberto Lavrador – este último em substituição da veradora Sandra Fortuna que suspendeu o mandato) e o vereador independente Joaquim Ricardo, proferiu uma declaração face à decisão tomada. O presidente queixou-se de uma oposição que assume posições e toma decisões que impedem a normal governação da Câmara, considerando que, no caso concreto, a decisão tomada pode representar o princípio do fim da empresa municipal, com todas as consequências que isso acarreta.
Os demais vereadores presentes desdramatizaram por sua vez a situação, afirmando que a queda do conselho de administração da empresa foi a consequência lógica da não aprovação das suas contas e considerando que a empresa continua em actividade, embora em situação de gestão corrente. Afirmaram ainda não haver intenção de propor a sua extinção, embora tal possa suceder por decisão governamental, atendendo à proposta de lei que prevê a extinção das empresas municipais que não tenham viabilidade financeira.
O concelho de administração da Sabugal era composto pela vice-presidente do Município, Delfina Leal, o vereador Ernesto Cunha e o professor Amândio Pires.
plb

Escrevo agora a estória mais incrível da minha vida, acontecida desde que estou em Beja, cidade que abracei em 1970 e onde encontrei tudo a que julgava ter direito. Comidas boas, bebidas melhores, clima quente como eu gosto, ar puro, paisagens a perder de vista e mulheres lindas. Por que temos um pouco de marialvice, tinha que o escrever, aqui elas têm ADN’s diferentes das que vivem noutras províncias de Portugal.

José Jorge CameiraSempre senti um secreto prazer por automóveis e já os possuí das mais variadas marcas. Comprava-os a prestações, a pagar em 12 ou 18 meses, e no penúltimo mês do pagamento já andava meio louco, correndo os stands à procura de outro carro. Era de resto assim que toda a malta fazia…
Tinha então um Fiat 127, que andava um pouco mais que um boi enraivecido…
Passei pelo Stand do Senhor Domingos, da Auto Salúquia (infelizmente já partiu deste Mundo) e ele disse-me, mal me viu:
– Tenho ali um carro bom para si! O ideal para a sua categoria. Decida depressa porque anda muita gente à volta dele…
Fiquei boquiaberto! Mas que lindo carro!
Era um Citroen GS Pallas, amarelo, bonito, limpinho, com dois olhos grandes, que até pareciam suplicar-me para o levar…
Este carro tinha diversas particularidades que faziam aumentar a minha vaidade. Era bastante envidraçado, entrando muita luz no habitáculo, e as pessoas olhariam muito para quem ia a conduzir aquele carrão lindo e vistoso…
Além disso, quando se punha a trabalhar, o «gajo» subia lentamente! Isso fazia com que fosse extremamente confortável, como se se conduzisse sobre uma almofada de ar.
Mas o mais notável acontecia quando havia um furo. Ninguém gosta que lhe aconteça uma coisas destas, mas digo sinceramente que desejei que tal me acontecesse e de preferência no meio da cidade onde era forçoso passar muita gente. É que para mudar um pneu furado nesse carro não era preciso pôr o macaco e levantar o bólide: bastaria accionar o manípulo da suspensão de uma determinada maneira para que o pneu furado levantasse, ficando suspenso com as outras três rodas no chão!
Acertadas as contas, assinado o que era preciso para mais uns meses a pagar, o Senhor Domingos entregou-me o carro numa sexta-feira.
Pensei em fazer uma viagem para o experimentar, e decidi: «vou até à Praia de Montegordo, são só 120 quilómetros, vou sábado de manhã e volto à tarde».
Na viagem, logo depois de Mértola, vejo atrás de mim um Alfa Romeu ou Alfa Morreu (como eu lhes chamo) a pressionar-me em jeito de competição. Havia antigamente naquela estrada curvas e contracurvas, perigosas e junto a ravinas. Acelerei e, nas curvas, o gajo não teve hipótese. Mas veio uma recta e ultrapassou-me. A guerra repetiu-se e comecei a temer pelo Amarelinho, não fosse marrar numa árvore logo no primeiro dia!
Após uma curva em que me distanciei, escondi-me com o carro numa vereda com muitos arbustos. Passados uns segundos passou o Alfa em grande chiadeira à minha procura… bem, até hoje ainda não me apanhou!
Em Montegordo, depois de fazer praia e olhar as meninas de fato de banho completo (ainda não havia esses saborosos biquínis da Mary Quant) fui comer um belo peixe assado no Jaime, um restaurante mesmo dentro do areal.
Passei o dia e a tarde a comer camarão, gambas, cerveja, tremoços, vinho, finos ou imperiais (cerveja de copo à pressão), conversando com outros alentejanos que por ali andavam, mas sempre com o olhinho lá em frente onde estava o meu último amor – o Amarelinho, assim o baptizara!
Ao fim da tarde tinha que regressar a Beja mas estava meio cheio de cerveja e já com os copos (isto é, bêbado), pelo que decidi dormir dentro do carro. Se o assento se reclinava todo para trás e faz cama, não fazia sentido procurar uma pensão! Bem, o problema, na verdade, é que dava dó deixar o carro na rua…
Havia ali perto um pinhal onde entrei e estacionei. Deitei-me dentro carro, nu à Pai Adão – era Verão e fazia caloraça mesmo à noite. Mas tranquei as portas, não porque tivesse medo de bandidagem, não havia ainda dessa roupa naqueles tempos, mas o escuro-breu da floresta fazia impressão, a Lua tinha dificuldades em romper pela ramagem.
Às 4 horas da madrugada deu-me cá uma mijaneira, da cerveja, do vinho…
Saí do carro e comecei a regar a floresta, com a porta do carro meio-aberta. Mais eis senão quando soprou uma brisa leve… e a porta fechou lentamente. Eu no meio da mata todo nu, o carro fechado, a chave na ignição…
Perante tamanho contratempo, só havia uma solução: partir um vidro do carro!
Rebentar um vidro do meu amarelinho brilhante e logo na «noite de núpcias»?
Resignado e pragmático agarrei uma pedra… bati, mas o «sentimento» não me deixava bater com violência… eram, sim, «pancadinhas de amor»!!!
Decidi mudar de planos.
Peguei num papelão sujo que estava no meio dos pinheiros, sacudi-o, tapei as minhas farturas e fui até à estrada de asfalto, a 200 metros, pedir ajuda!
Coisa de doidos, tá bom de ver… pedir ajuda a quem, a uma hora daquelas?
Passou uma mota… agitei a mão e gritei: «Pare, espere aí…». Mas foi em vão.
Mas outra mota, com dois, parou e eles disseram:
– Vamos-te violar!!!
Agarrei dois bajolos do chão e ameacei:
– Se não ajudam vão-se embora, ou um fica estendido com o focinho e as cravelhas partidas!
Lá se foram, temerosos!!!
Um automobilista gritou com a janela meio-aberta, com medo que fosse emboscada:
– Vou chamar a polícia, vais preso… Já não há vergonha, nem respeito…. Agora já atacam em pelota!!!
Por fim apareceu uma carrinha com dez cachopas airosas, que vinham de um bar de alterne, seriam maganas da vida, sei lá…
O condutor parou – macho não pode mostrar fraqueza perante tanta mulher, né?
Disse-me, depois de eu explicar o sucedido:
– Ouve lá, se é armadilha partimos-te os cornos e ficas feito num rolo de carne picada! Vamos lá ver esse carro…
Pensei que ele me mandasse entrar na carrinha para indicar o caminho, mas não! Não queria mais nada?
Fui à frente, correndo, mas como ele levava as luzes apontadas para mim e ainda ligou os máximos, as meninas iam com a cabeça de fora, chingando-me:
– Ai, querido, que belo rabo tens!
– Mal empregado seres rabicha!
– Queres casar comigo? Ponho-te logo a render…
E outros piropos, qual deles o mais ordinário e humilhante.
Chegados junto ao meu querido carro – lá estava ele, orgulhoso, lindo, brilhando ao luar, inocente – o condutor riu-se e disse-me:
– Este carro é dos mais fáceis de abrir sem chave! Não dá luta! Ora porra…
Meninas, quem tem um corta-unhas?
Foi com essa peça de «alta serralharia», com um ténue clique, que o homem abriu o carro!
As meninas continuavam chingando, mas já com outra música:
– Aparece sempre, querido!
– Com esse carro deves ser rico, posso ficar contigo?
Humilhado, mas com sentimento de vitória, refastelei-me no carro, mas já não pude dormir – o Sol iluminava com pujança todo o Pinhal!
Se esse meu burro tivesse alma, por certo me agradeceria todo aquele meu empenho bastante sofrido!

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Provenientes do viveiro de Manteigas foram lançadas ao rio Côa, no dia 30 de Julho, mil e duzentas pequenas trutas, do tamanho de um dedo, em vários açudes da área geográfica de Vale de Espinho e Fóios.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaNa qualidade de Presidente da Junta de Freguesia dos Fóios acompanhei os dois funcionários dos Serviços Florestais e, no final, a Junta ofereceu-lhes um almoço no restaurante do Sr. José Nabeiro do Soito.
Apela-se à melhor compreensão das populações das nossas localidades para que não pratiquem o crime de envenenamento das águas só pela ganância de apanharem uns quilos de trutas para uma farra.
É que para apanharem três ou quatro quilos de trutas, a que poderão corresponder trinta ou quarenta, matam mais de trezentas ou quatrocentas se tivermos em conta as muitas pequenas que morrem e que ninguém aproveita.
Com o dinheiro da lixívia poderiam comprar três ou quatro quilos de trutas no viveiro e fazerem a farra.
Por favor, respeitem aquilo que é de todos!
Agradecemos aos Serviços Florestais a disponibilidade e já agora pedimos-lhe que façam uma séria fiscalização durante os meses do Verão e que castiguem severamente os criminosos caso sejam apanhados.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Antes da difusão generalizada dos chamados lares académicos, um dos problemas mais complicados que se punham às famílias que pretendiam matricular filhos no ensino secundário e residiam fora dos centros populacionais onde não existiam liceus ou colégios, era o do alojamento.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaOs hotéis e até as pensões, mesmo humildes, eram manifestamente inacessíveis para a quase totalidade das bolsas, além de não condizentes com o ambiente pretendido.
A solução foi propiciada por muitos particulares que, recebendo estudantes, obtinham reforço para os seus orçamentos, por via de regra magros.
E havia até pessoas, muitas vezes viúvas ou filhas-família, que, por qualquer razão, não haviam casado, para as quais esta actividade era a única fonte de rendimentos.
Os candidatos a hóspedes eram na generalidade descendentes de lavradores meãos que, tendo embora abundância do que a terra lato sensu ia dando, padeciam já de uma endémica falta de dinheiro. Daí que o alojamento fosse em parte sustentado pelo fornecimento de determinados víveres. Aliás, em casos extremos, o pagamento poderia ser feito unicamente com géneros.
Era o regime do farnel, que habitualmente se compunha de batatas, feijões, chicharos, gravanços, toucinho, enchidos, queijos, ovos, aves de capoeira e até caça.
As hospedeiras controlavam os regimes de modo a equilibrar os gastos.
Genericamente, vigorava uma divisão equitativa entre as duas formas de pagamento. Mas eram raros, raríssimos mesmo, os casos em que o dinheiro era o único meio.
Nisto se distinguiam os filhos dos contrabandistas, ou mais precisamente dos empresários de contrabando, que mesmo de pequenos negócios – e os grandes eram raridade – dispunham de dinheiro fresco e vivo. E que, para além de pagarem ao contado, por vezes até adiantadamente, deixavam nos bolsos dos estudantes mesadas que os distinguiam do comum.
Sob este duplo aspecto, os filhos dos contrabandistas eram um escol.
«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.166.113 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES