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Capeia Arraiana, tradição única no mundo criada pelos nossos preservada por nós…
A pouco tempo do concelho parar!

Já é habitual nesta altura os rebuliços que se começam a sentir por estas terras da raia, o mês que todos esperam está preste a iniciar e o ponto alto destas «férias» é definitivamente a tradicional Capeia Arraiana que este ano tem um sabor especial pela classificação como património imaterial da humanidade. Como já é hábito tudo começa na Lageosa da raia que tem o principal papel da abertura desta maratona de eventos/capeias em diversas aldeias. Passando durante o restante do mês pela capeia do Soito, Aldeia do Bispo, Nave, Aldeia da Ponte, Ozendo, Alfaiates, Forcalhos, Fóios e por fim Aldeia Velha que encerra este que é o período festivo do conselho.
Contudo importa referir e estabelecer que esta nossa tradição já embutida no nosso sangue raiano partiu á muitos anos pelos «nossos» que como o passar dos tempos se veio a actualizar e apaixonar muitos dos que por esta altura aqui passam e vivem esta adrenalina. São diversos os comentários que se ouvem em cada esquina sobre esta tradição, é já instintivo referenciar qual o touro que bateu melhor, qual a melhor, onde se vê melhor espectáculo, qual o melhor forcão, a garra das pessoas, os sustos que se viveram ali e aqui entre muitos outros dizeres que tornam esta tradição ainda melhor e com o espírito de ser maior e melhor.
Principais razoem para a construção deste wallpaper tipográfico onde podemos encontrar todas as frases, palavras, dizeres, sentimentos, objectos, organizadores, entre muitas outras coisas que estão presentes do mundo da Capeia Arraiana que merece a nossa maior estima. Podemos encontrar nesta pequena imagem uma enchente de tradição, e de passada sendo este o principal propósito que todos a analisem, se identifiquem e partilhem para que esta tradição seja conhecida pelo ser real valor.
E como slogan nada melhor do que Capeia Arraiana, tradição única no mundo criada pelos nossos preservada por nós…
É com agrado que deixo aqui o meu trabalho para que todos o possam apreciar, partilhar e utilizar para comunicar a nossa tradição.
Edgarfernandes|design | facebook.com/EdgarFernandesS | Nave’12

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Damos continuidade à apresentação do léxico com as palavras e expressões populares usadas na raia ribacudana.

APAGA-LUME – pirilampo (Francisco Vaz).
APAJEAR – adular; lisonjear; dar mimos.
APALPADEIRA – mulher ao serviço da Guarda Fiscal, que fazia despir as mulheres contrabandistas para as revistar. «Levava-a ao posto da Lageosa, para que a apalpadeira a visse» (Nuno de Montemor).
APANHA – colheita. Apanha da castanha.
APANHAR – fazer a colheita ou a apanha.
APARADOR – homem que, na apanha da azeitona, a deita dos cestos para os sacos (Clarinda Azevedo Maia – Vale de Espinho).
APARELHAR – colocar os arreios às cavalgaduras; arrear.
APARELHO – albarda. Clarinda Azevedo Maia traduz assim: manta ou saco com que se cobre a albarda (Aldeia da Ponte). Nas Terras do Campo (Monsanto) além de arreio designa amojo dos animais (Maria Leonor Buescu).
APARRINADO – adoentado; amofinado; entristecido (José Pinto Peixoto).
APARTAR – separar; escolher; afastar. «Aparte-se um bocadinho, para olhar de mais longe esta beleza» (Nuno de Montemor).
APARTO – escolha e separação dos touros para a tourada.
APATANHAR – pisar; destruir com o andamento. «O gado bravo fugia das herdades espanholas para terra portuguesa, apatanhando as colheitas» (José Prata). Duardo Neves refere apatunhar, que traduz como: «atropelar com as patas – relativo a animais de grande porte».
APEAÇA – correia para jungir as vacas à canga. Para jungir ao jugo é usada a soga.
APEAR – pear; colocar peias: atar as patas dianteiras do cavalo.
APEADO – preso com peias.
APEGUILHAR – comer pão com peguilho (ou conduto).
APEIAS – peias; corrente de ferro com que se atam as patas das cavalgaduras.
APEIRADOR – o m. q. aparador (Clarinda Azevedo Maia – Fóios).
APELAZAR – apalpar; tactear. (Joaquim Manuel Correia).
APERALTADO – bem vestido.
APERNAR – prender pelas pernas; atar as patas das ovelhas para a tosquia. Bom enraizamento dos cereais (Duardo Neves).
APERREAR – fazer troça; insultar.
APESSOADO – de boa aparência; circunspecto.
APESTAR – exalar mau cheiro: cheira mal que apesta. Também se diz empestar.
APESUNHAR – espezinhar; andar sobre terras cultivadas (José Pinto Peixoto).
APIAR – prender; atar os braços e as pernar de uma criança (Clarinda Azevedo Maia – Aldeia do Bispo): o m. q. apear.
APICHAR – acender o lume; atiçar ou açular o cão. Levantar falsos testemunhos a alguém (Clarinda Azevedo Maia – Forcalhos).
APILHAR – a comida conter sal em demasia. Agarrar; alcançar: aqui te agarro, além te apilho. Mais a Sul (Monsanto), significa atirar pedras a alguém (Maria Leonor Buescu).
APISTADEIRA – fisga (José Prata).
APISTAR – acertar, ter boa pontaria (José Prata).
APLICAR – trabalhar muito depressa; comer à pressa (Clarinda Azevedo Maia – Aldeia do Bispo).
APONTAR – afiar; aguçar; fazer ponta. Apontar a relha – aguçar a relha do arado (Clarinda Azevedo Maia).
APORTEIRAR – gritar (Franklim Costa Braga).
APREGOAR – anunciar; fazer ler os pregões, ou banhos, anunciadores de casamento.
APREGUEJAR – praguejar, rogar pragas; blasfemar (José Pinto Peixoto).
APRISCO – cancelas onde se recolhe o gado; bardo (também se diz prisco). Júlio António Borges, de Figueira de Castelo Rodrigo, traduz de forma diferente: local separado, no redil, onde as ovelhas são ordenhadas.
APROCHEGAR – aproximar; chegar para perto.
APUCARAR – amealhar; guardar (Júlio António Borges).
APULAR – apanhar ou conter algo que vem pelo ar. Apular o cântaro: costume da Páscoa em que rapazes e raparigas seguem cantando a atirar um cântaro de uns para os outros. José Prata chama-lhe jogo do cântaro.
APUNHAR – tomar a massa nas mãos para dar forma aos pães (Clarinda Azevedo Maia – Fóios).
AQUENTAR – aquecer; estimular – não me aquenta nem me arrefenta.
AR – mal que provoca, nas crianças, um aspecto adoentado e amofinado, definhando continuamente, sem haver razão evidente. Se não for atalhado o doente pode ficar tísico. «Se, num prato com água, o azeite se espalhava era porque a criança tinha um ar, que devia de ser, logo, atalhado. Para atalhar um ar fazia-se um defumadoiro» (José Pinto Peixoto).
A RABO DE – atrás de… «Vem a rabo de mim» (José Manuel Lousa Gomes).
ARADA – terra lavrada.
ARADO – utensílio da lavoura para lavrar a terra. O tradicional é conhecido por arado de pau, é do tipo radial e é constituído pelas seguintes peças, segundo Manuel Santos Caria: sega, teiró, rabeca, avecas, mexilho, relha, tamão, pescunhos ou cunhas e chavelha (acessório). Já segundo Clarinda Azevedo Maia as peças são: rabela, tamão, tairó, traitora, mexilho, torno, prego, dente.
ARADO DE CEGA – arado equipado com uma cega, ou lâmina de ferro, a qual encaixa no toiró, variando a sua posição com o sentido da torna, de forma a cortar e virar a leiva para o lado da arada (Jarmelo).
ARADO ESPANHOL – arado com camba curta, que se prende ao timão por intermédio de duas argolas de ferro e cunhas de madeira (pescunhos).
ARANCOTAR – pavonear; ostentar (José Prata).
ARANCU – pirilampo. Joaquim Manuel Correia refere o termo arancu sem asas. Em Alfaiates Francisco Vaz chama-lhe apaga-lume. Clarinda Azevedo Maia refere: arancu, bicho da seda, bicho qu’alumia, bicho-arancu, sarançum saranrum, luzinha, vaga-lumo, pastorzinho. Nas terras do Campo (Monsanto) dizem arancum (Maria Leonor Buescu).
ARANHEIRA – teia de aranha.
ARANHÃO – pessoa atada, sem acção, sem destreza. «Sempre me saistes uns aranhões!…» (Abel Saraiva).
ARANZEL – pessoa ou coisa frágil (Júlio António Borges).
ARAVIAS – habilidades sem valor (José Pinto Peixoto).
ARCA – grande caixa rectangular de madeira, com o interior dividido em compartimentos, onde se guardavam os cereais. Também havia a arca salgadeira, para conservação da carne do porco, e as arcas para guardar a roupa.
ARCÁDIAS – argolas que as mulheres usam nas orelhas. Também se diz arrecádias e arrecadas.
ARCAZ – arca grande (Júlio António Borges).
ARCO-CELESTE – arco-íris (Clarinda Azevedo Maia). Em muitas terras diz-se arco-celestre.
ARCO DA VELHA – arco-íris (Franklim Costa Braga). A expressão histórias do arco da velha, designa narrações fantasiosas.
ARCO DA VIRGEM – arco-íris (Clarinda Azevedo Maia). Em muitas terras diz-se: arco da birge.
ARCO DE NOSSA SENHORA – arco-íris (Clarinda Azevedo Maia – Cerdeira do Côa).
ARCO-ÍRIS – meteoro luminoso, que apresenta as sete cores do espectro solar. Esta expressão era apenas usada pelas crianças, pois os mais velhos usavam outras variantes, como atrás se disse: arco-celeste, arco da velha, arco de Nossa Senhora, arco da Virgem.
ARÇOLHO – armadilha de caça, formada por tábuas moveis que cobrem um buraco feito no solo (Carlos Alberto Marques). A perdiz, ao pisar a tabuinha cai na cova, que a tábua volta a fechar.
ARCOSO – anel – termo da gíria de Quadrazais (Nuno Montemor).
ARDOSA – aguardente – termo da gíria de Quadrazais (Nuno de Montemor)
AREIA – palerma; tonto. «És um areia» (Clarinda Azevedo Maia).
ARELO – tira de pano que segura o arméu de estopa à roca – as estrigas de linho eram seguras pelo cartapel (Manuel Santos Caria).
ARENGAR – fazer arenga; falar demoradamente e de forma enfadonha. O que estás para aí a arengar? Vitor Pereira Neves traduz por: resmungar; José Prata por: discursar, beldar, rezingar; Júlio António Borges por: falar sem interesse para quem ouve.
ARESTA – miolo da planta do linho, que se retira ao longo das várias fases da sua preparação até que fica a estriga de linho puro.
ARESTO – solução perante uma dificuldade. Não dar aresto: não encontrar caminho ou solução (Júlio Silva Marques).
ARGADILHO – rodízio usado para dobar o linho; dobadoura (José Pinto Peixoto).
ARGANEL – arame que se coloca no focinho dos porcos para que não revolvam palha da cama.
ÁRGIO – dinheiro (em moeda ) – termo da gíria de Quadrazais (Franklim Costa Braga).
ARGOLADA – pancada com a aldraba na porta; asneira.
ÁRIA – aspecto; fisionomia.
ARIADO – palerma; tonto (Clarinda Azevedo Maia).
ARICAR – passar o arado para remover as ervas daninhas. Segundo Francisco Vaz, também significa dizer asneiras.
ARIOSCA – tramóia; armadilha (Júlio António Borges).
ARMAÇÃO – esqueleto.
ARMAR-SE UMA TROVOADA – o tempo dar mostras de trovoada eminente – estando muito calor, o céu ficou escuro, cor de chumbo.
ARMAS DA GADANHA – cabo de madeira que se adapta à folha da gadanha. Em Vale de Espinho dizem armes, segundo Clarinda Azevedo Maia.
ARMÉU – porção de linho que vai de uma vez à roca para fiar. Manuel Santos Caria escreve ármeo e armo. Júlio Silva Marques e Clarinda Azevedo Maia escrevem ármio.
ARNAZ – robustez; força. «Vejo que estás com bom arnaz, homem» (Carlos Guerra Vicente).
AROLAS – pessoa sem préstimo, reles.
ARPALHÃO – pessoa sem jeito (Júlio António Borges).
ARQUEJO – alqueire – termo da gíria de Quadrazais (Nuno de Montemor). Franklim Costa Braga refere arquerio.
(Continua…)
Paulo Leitão Batista, «O falar de Riba Côa»

leitaobatista@gmail.com

A Europa nasceu sob o signo imperial.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaCom pés de barro, como na visão do chamado festim de Baltasar, foram-se, mesmo assim, os impérios que neste velho Continente se começaram a erigir no tempo de César, mantendo, na generalidede até fim da Primeira Grande Guerra, tendo-lhe alguns até sobrevivido.
A queda de Roma, no último quartel do século V deixou logo o fermento para três novas sedes imperiais: o bizantino (que, de resto, desde a tetrarquia já rivalizava com aquela), o franco (que terá atingido o seu zénite europeu com Carlos Magno, o Imperador da Barba Florida, de resto também precursor do terceiro) e o germânico que remontará no mínimo a Otão, o Grande, pai de um amplexo que tentou a fusão de dois mundos culturais através da instituição do Sacro Imério Romano-Germânico.
Mais tarde, viriam ainda a afirmar-se com apetência imperial a Prússia e a Suécia, com pretensões apenas em relação ao Continente; a Rússia, mais voltada para a Ásia; e as potências marítimas – Portugal, a Holanda, a Espanha, a Inglaterra, a França, a Bélgica e até a Dinamarca.
Outros impérios, não de raiz europeia, mas asiática, exerceram grande influênda no nosso continente.
Para além de hunos, mongóis, e tártaros, que passaram como relâmpagos, há a referir os califados Bagdad e Damasco, ou, acima de todos, o turco, a Sublime Porta do Grão-Turco.
Bizâncio, que depois se chamou Constantinopla, e, mais tarde ainda, Istambul, nasceu mesmo fadada para urn destino imperial, tendo sido por mil anos nó fulcral duma civilização, e, por mais quinhentos, da que lhe sucedeu.
Na Europa, a irrupção de nacionalidades operou a secessão, dando origem aos actuais estados da Grécia, da Bulgária, da Roménia, da Albânia e das repúblicas por que se cissiparizou a Jugoslávia…
Os czares russos e seus sucessores, sempre apostados na dilatação das fronteiras ocuparam-lhe extensos territórios na regiãoo caucásica, enquanto que os austríacos os haviam repelido de todo o cisdanúbio.
A Inglaterra e a França, empenhadas na expansão para além dos mares, apoderaram-se, a primeira da i1has mediterraânicas de Malta e Chipre (embriões de futuros estados), Palestina, Egipto e vastas parcelas das Arábias; enquanto que a segunda estabelecia zonas de influência ou impunha mesmo a sua soberania em zonas imperiais sobrantes do Norte de África e Próximo Oriente.
E até a Itália, país de recentíssima implantação (só em 1861, o Rei do Piemonte se faz aclamar monarca de todo o actual território, aliás depois de, no ano anterior, Garibaldi, com um exército de apenas mil homens, ter arrebatado Nápoles e Sicília aos Bourbons), ainda apareceu a tempo de ficar com uma parte dos despojos; os arquipélagos de Rodes e Dodecaneso nos extremos do mare nostrum; a Tripolitânia e a Cirenaica, que, fundindo-se, geraram a actual Líbia.
Aliado da Áustria e da Alemanha na Primeira Grande Guerra, havia de pagar, quando sobreveio a derrota, a factura sempre exigida aos vencidos, que, na circuntância se cifrou essencialmente na perda de terras.
Dos impérios continentais, só a Rússia, tendo embora sofrido pequenas desanexações, se não viu excluída dos grandes dominios territoriais na Europa e seus limes.
No intervalo entre dois grandes conflitos de dimensao mundial, as potências europeias consolidaram as suas posições para além dos mares.
Mas também esta dominação se revelou éfemera…
Em Ialta e Potdsam.,Estaline e Roosevelt tratavam de revoltar contra a Europa os territórios dos demais continentes onde a colonização estava em marcha, impondo aos povos que as não desejavam, nem para elas estavam preparados, ilusórias e precoces independências, que haviam de levar todos os flagelos aos povos supostamente emancipados.
O homem europeu que, genericamente, acreditava em vantagens recíprocas da sua acção junto dos pretos, amarelos e índios, viu-se contra vontade, liberto de ónus de civilizador.
Esquecia-se, assim, um dos mandatos do Evangelho: Ite et docent omnes gentes.
Esquecia-se também que a génese imperial da Europa nascera com a autoridade papal que se situava acima dos reis e dos povos e esteve na base do nascimento e consolidação de muitos reinos.
O papa encontrava-se efectivamente chefiando uma federação de estados, uma sociedade das nações, a que ele imporia a obrigação de estabelecerem por toda a parte o reino de Cristo, combatendo também pelo aumento da Cristandade.
Monarcas, principes, grãosduques, bem como outros poderosos senhores, embora de menor grau em soberania, buscaram a protecção da Santa Sé.
Uns procuravam protecção contra aspirarações hegemónicas de estados vizinhos (casos de Aragão e da Hungria), dos monarcas normandos das Duas Sicílias ou de Quieve. Outros pretendiam ver-se reconhecidos eomo reis por um poder superior, como Portugal ou a Boémia, as realezas da Sérvia e da Dinarmarca, os reinos cristãos que as cruzadas fizeram nascer no Próximo Oriente.
Outros ainda, como João-Sem-Terra pretendiam também controlar os desmandos dos seus barões. Aquele pobre rei da Inglaterra, em luta contra a França declarou-se vassalo da Santa Sé a quem pagaria anualmente mil libras esterlinas de censo, possivelmente por ver ali uma última esperança de sobrevivência.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

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