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Necessidades de povoamento ou políticas de fomento fizeram que frente a cada uma das aldeias portuguesas da orla raiana se erguesse uma outra de bandeira espanhola.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaRestringiremos, obviamente a nossa indagação, ao limes sabugalense na sua actual formulação ou seja à língua de terra que do nosso lado vai de Batocas, pequeníssimo burgo anexo da também pequena freguesia de Aldeia da Ribeira, até Malcata.
E por Espanha, da salamantina Alamedilha à já carcerenha Vilamiel, a primeira encontra-se praticamente colada à Raia e das Batocas não distará mais do que meia légua.
Os casamentos mistos eram frequentíssimos e apoiados pela Igreja Católica que, gozando de grande autoridade moral e de não menor influência política, removia os possíveis óbices de ordem legal que se viessem a suscitar.
Aliás era na igreja paroquial de Alamedilha que os batoqueiros cumpriam os preceitos da Madre, que, segundo a doutrina, nos Céus está em essência, nomeadamente ouvindo missa inteira aos domingos e festas de guarda, confessando-se pela Quaresma, comungando pela Páscoa da Ressureição, mandando celebrar exéquias e ritos pelos defuntos e ausentes.
Era no seu manúblio que os mais senhoritos passavam as horas de sesta e os tempos de lazer. Era junto das modistas e bordadeiras locais que as batoqueiras se iniciavam nas práticas da costura. Como era aos peluqueros alamedilhos que sécias e peraltas recorriam para operações de alindamento que, em Portugal, só achariam lá para as bandas da Guarda. Era ainda ali que as donas de casa se dirigiam ou mandavam molinetes para artigos de primeira necessidade.
Comprar cerilhas se entretanto se haviam esgotado os fósforos, azeite, sal, umas mandrujas de escabeche, uma almotolia de azeite era o trivial e habitual.
Rumando para Sul, segue-se do lado português Aldeia da Ponte, e do espanhol Albergaria de Arganhã.
Uma e outra ficarão a cerca de meia légua da Raia. São duas povoações importantes. Ligava-as através do Vale de Todo o Lugar e da sua continuação um troço do Caminho de Santiago. Os espanhóis aproveitaram-no construindo, há mais de cem anos, uma magnífica estrada que do nosso lado não teve continuaçao. Também, a ferrovia da Beira Alta, início da Grande Linha que chega a Vladivostoque, devia passar por ali, muito melhor traçado do que o que deu Vilar Formoso-Fuentes de Oñoro – o que foi impedido pelo Padre Paulo Chorão, rico terratenente e poderoso político, que temendo pelo corte de suas propriedades e a perdição de suas paroquianas, fez desviar o traçado inicial.
Aqui, tanto num povoado como no outro já havia comerciantes de alguma robustez.
Trata-se de freguesias com forte marca de monumentalidade religiosa, expressa no caso de Aldeia da Ponte por dois antigos conventos e uma densa teia de oradas.
O emparelhamento que se segue é Forcalhos-Casilhas de Flores, distando entre si cerca de duas léguas. Mas porque Casilhas está muito para dentro de Espanha, oito quilómetros sensivelmente de caminhos enlameados ou encharcados, os forcalheiros ou chocalheiros, como tamnédm se lhes chama, sentem-se mais atraídos por Albergaria ou Fuenteguinaldo, quando não Navasfrias, embora este burgo ainda salamantino seja par da Lageosa da Raia, distando-se também à volta de duas léguas
Aldeia do Bispo dista dois quilómretros da Fronteira e faz vida mercantil tanto com Navasfrias, povoado de que dista uma légua, como com Valverde del Fresno, que ficando três vezes mais longe goza da vantagem de se encontrar muito melhor provisionada.
Este Valverde é, por igual, o entreposto de Fóios, distando-se os dois burgos sensivelmente duas léguas. A povoação espanhola que lhe fica mais próxima é, todavia, Eljas, já carcerenha.
Mas o entreposto de Valverde domina como sucede ainda com Malcata.
Em toda aquela corda de povos, as relações vão muitas vezes para além da primeira linha, até para entrar em áreas de muito menor vigilância ou até já presunção de legalidade.
É o que sucede com Espeja, Puebla, Carpio, Pena Parda e Payo ou até Trevejo, San Martin, Vilamiel, Santo Estevao de Bejar.
O contrabando fazia-se por veredas e a corta-mato, mas mesmo à vista de Deus e do Mundo persistiram los caminos de herradura. E, como refere Clarinda de Azevedo Maia, in Os Falares Fronteiriços do Concelho do Sabugal e da Vizinha Região de Alamedilha e Xalma, o isolamento, o caracter montanhoso da região, aliados à pobreza do solo e à rudeza do clima, de nítida influência continental de Castela-Velha – inverno muitíssimo rigoroso, verão excessivamente seco e quente e grandes desvios de temperatura – ajudam a explicar toda uma vasta gama de entretecidas contratações…
«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

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A freguesia de Vale da Senhora da Póvoa vai estar em festa nos dias 2, 3, 4 e 5 de Agosto. No dia 2, festeja o seu 55º aniversário, data em que passou a ser designada pelo actual nome, pois anteriormente denominava-se Vale de Lobo.

A fim de comemorar esta data, vai a Junta de Freguesia iniciar os festejos com uma sessão solene no seu salão às 18h30, contando com alguns oradores. Às 20 horas, O Grupo Etnográfico e o Rancho Folclórico, ambos de Penamacor, brindarão os presentes com as suas actuações.
Os festejos continuam no dia 3 com a actuação do Grupo «As cantadeiras de Caria» pelas 20 horas, seguindo-se pelas 21h30 a participação da Banda Filarmónica União de Aldeia de João Pires, que se prolongará até às 23 horas.
O dia 4 será dedicado a Santiago, padroeiro da freguesia, cuja festa costuma ser realizado em meados de Agosto, mas este ano, excepcionalmente decorrerá mais cedo. A actividade musical começará às 20 horas com o Grupo de Cantares do Pedrógão de S. Pedro (Penamacor), seguindo-se às 22 horas o momento musical alto da festa com a actuação de Arlindo de Carvalho, acompanhado por Filipa Melo e Grupo Coral da Soalheira. Às 24 horas, será a vez do baile, com o organista Virgílio Faleiro que brindará os presentes com sua música.
O dia 5 começa com a chegada da Banda Filarmónica Boa Vontade Lorvanense, que percorrerá as ruas da aldeia. Às 9 horas será celebrada Missa em honra do Padroeiro Santiago – musicalmente acompanhada pelos músicos desta banda e pelo Grupo Coral Litúrgico, seguida de Procissão.
Às 12 horas, a Banda fará a tradicional arruada e pelas 17 horas dará um concerto dedicado a todos os presentes.
Às 18 horas o Grupo de Cantares desta aldeia, Grupo de Cantares de Vale da Senhora da Póvoa, estará presente com as suas cantigas populares.
Às 20 horas será a vez do Grupo de Cantares da Ribeira da Meimoa brindar os presentes com a sua música.
Às 22 horas haverá «Fados ao Luar» pelo Grupo de Fado da Guarda com António Pinto na Guitarra Portuguesa, Artur Conde na Viola, e vozes de Emília Leitão, José Coelho e Artur Conde.
Os festejos terminam com a actuação do Duo «Ana e Orlando» que abrilhantarão o baile a partir das 24 horas.
Além de todo este elenco musical, haverá todos os dias uma exposição e comercialização de artesanato e produtos locais, jogos tradicionais e um esmerado serviço de Bar.
Américo Valente

De regresso a Manaus, eu mesmo programei o dia seguinte. Fui visitar o famoso Mercado de Manaus: do peixe, da carne, da fruta, passarada, cobras secas, verduras esquisitas, de tudo…

José Jorge CameiraMas que coisa incrível esse Mercado! Vem gente de todo o interior vender os seus produtos.
Vi bancas cheias de peixões enormes, 50…100… 200 quilos!! Peixes do mais esquisito que já vi, cabeças tortas, torcidas, barbas aqui, barbichas ali… cortavam bifes desses peixes com mais de um quilo, que vendiam por 2 reais…
Naquele Mercado é tudo em grande! Carapauzinhos dos nossos? Nada disso! Nem para os gatos…
Cá fora, nas paredes – tudo se vende. Chás para todas doenças, tachos, panelas, malas…
À noite aquele Mercado transfigura-se: cá fora passa a ser poiso de Putas e Veados (gays). Às centenas, tudo alinhado à espera do freguês como naquelas filas à espera de táxi. Um cliente chega e não escolhe: é quem está a seguir, seja bonito ou feio, novo ou velho.
Em Manaus é vulgar o sol esconder-se de repente e cai uma formidável chuvada, todos se molham mas parece que ninguém se rala, pois a seguir o sol desponta, seca tudo e todos. Aquela cidade é a descair em direcção ao rio – então nesses momentos de chuvada as estradas de asfalto transformam-se em rios velozes correndo até o rio grande.
As ruas da Cidade, muitas delas exalam um perfume que me agradou muito – por volta do meio-dia inúmeros restaurantes começam a grelhar nacos grandes de carne de boi só com sal. Comi uma pratada dessa carne, tinha que ajeitar com a mão para não cair e apenas paguei 5 reais (2 euros).
No meu deambular pelas ruas da cidade, dois detalhes da vida amazónica me ocorreram.
No Séc. XVI na altura em que Portugal perdeu a Independência para Espanha, as possessões portuguesas tornaram-se por esse facto «colónias espanholas», ficando rasgado automaticamente o Tratado de Tordesilhas. Daí que inúmeros aventureiros, exploradores e militares daquele país (e de outros então inimigos de Espanha) tivessem penetrado nas entranhas da Amazónia, não para colonizar mas tão somente para procurar ouro. E faziam-no como procederam no México, Perú, etc: locupletavam-se com o vil metal à custa de chacinas dos indígenas. As populações indígenas locais estranharam esses comportamentos, diferentes dos usos lusitanos, que mesmo explorando as riquezas, também promoviam militantemente a miscigenação!
Militares e aventureiros espanhóis frequentemente subiam e desciam o Rio Amazonas. Eram atacados por indígenas, algumas vezes ao lado de portugueses.
Ficou conhecida uma célebre tribo índia, vivendo perto de Nhamundá – várias centenas de quilómetros a leste de Manaus – cujos soldados eram só mulheres. Estas guerreiras que causaram grande mortandade no meio da soldadesca espanhola, cortavam o seio direito para melhor manobrarem o arco e as flechas! Assim seriam mais eficazes nos ataques…
Frente a Nhamundá, do lado sul do Rio, está a cidade de Parintins. É famosíssima pelas suas grandes festas carnavalescas, embuídas de autêntico espírito decorrente da cultura amazónica…
Fui a um barbeiro, tinha de preencher os tempos mortos: cortar o cabelo e lavar, isso eu pedi. E sem pedir apararam-me os pêlos do nariz, dos ouvidos, arranjaram-me as unhas das mãos e dos pés com massagem, sentindo ser alvo de todos os olhares por ser «ave rara» – tudo por 15 reais (6 euros).
No último dia fui de táxi ver o mais famoso edifício de Manaus – o Teatro Amazonas, onde está a Ópera de Manaus, construído em 1896.
Manaus teve o seu auge de riqueza no tempo da procura da borracha. Foi dali que saíu pela primeira vez essa matéria-prima, com o trabalho quase escravo dos seringueiros (um pouco como a recolha da resina dos pinheiros em Portugal). Houve muito dinheiro, mas como sempre, mal dividido e mal gasto.
Daí que alguém rico se lembrou de construir na cidade o maior, o melhor e o mais bonito edifício onde se realizassem Concertos, Óperas e actividades afins, em ambiente rico e snob! Mesmo de avião se vê essa magnífica construção encimada por uma maravilhosa cúpula verde-dourada. Por dentro, não há palavras para descrever os tectos, os frescos, as pinturas, as colunas, adornado com o amarelo do ouro.
Todos os mais famosos tenores do Mundo ali actuaram, entre eles o Luciano Pavaroti…
Regressando a Natal (para mim a melhor cidade do Brasil para os Europeus) tive uma última surpresa: o avião sobrevoou a Amazónia para sul, até Brasília, onde após 5 horas regressei ao relativo sossego da cidade potiguar. Vi de novo um imenso e quase infindável mar verde da selva amazónica, o Pulmão do Planeta!
Já visitei essa maravilha da Natureza que é a Amazónia! – assim pensei no fim do périclo, como se fosse um dever cumprido! Dever de gozo, entenda-se!!!!
Veja aqui o mapa da região visitada.

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

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