You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 4 Julho, 2012.

Realizaram-se no passado dia 29 de Junho em Castelo Branco exames de graduações para acesso a cinturão preto de judo, merecendo destaque a atleta Carla Vaz do Sporting Clube do Sabugal.

Desde alguns anos até hoje, os elementos das comissões distritais que realizavam os exames de graduações para os cinturões pretos de 1º e 2º grau (Dan), têm de ser compostas por judocas federados nas próprias associações, com graduação mínima de 2º Dan. Não tendo até hoje elementos suficientes para a formação de uma equipe que permitiria satisfazer as necessidades da Associação de Judo do Distrito da Guarda (AJDG), cinco judocas do nosso distrito prepararam-se e, com a concordância da Federação Portuguesa de Judo e a amabilidade da associação de Judo do Distrito de Castelo Branco, realizaram os seus exames nas instalações da academia de judo de Castelo Branco, sendo o júri a comissão associativa de graduações daquele distrito, fazendo assim parte dos doze candidatos a ser avaliados.
Os candidatos chegaram bastante mais cedo de que a hora prevista, permitindo assim acertar alguns pormenores para que tudo saísse da melhor forma. Os candidatos egitanienses mostraram a sua mais-valia mostrando estarem devidamente preparados para o acesso ao nível seguinte da formação desportiva nesta modalidade. Estando agora uma nova etapa a começar para o judo distrital, pois a AJDG tem agora condições para formar a sua própria Comissão Associativa de Graduações.
Deixa-se ainda o destaque para a presença feminina do Sporting Clube do Sabugal, Carla Vaz, que mais uma vez faz história no Judo Distrital, sendo a primeira judoca do judo da Guarda a alcançar aquela graduação e fazer parte da já referida comissão, restando agora dar continuidade ao trabalho e projeto da AJDG em dar mais visibilidade a esta modalidade olímpica, com mais meios humanos e qualidade.
djmc

Anúncios

Estando em Manaus, na Amazónia, como contei na última crónica, fui com muita excitação ao passeio no rio, pensando: antes de morrer, poderei vangloriar-me de que já naveguei no Rio Amazonas!

José Jorge CameiraO barco é parecido com aqueles cacilheiros antigos que faziam Lisboa/Cacilhas, antes de haver a Ponte. Na parte de cima havia um lanchinho com muita fruta, queijo e fiambre (presunto, no Brasil). Música, sempre muita música, como em todo o Brasil…
Havia o guia, um cara «légáu», todo cheio de simpatias com este gringo portuga – coisa rara de ser vêr por ali, disse ele. E um outro cara com uma filmadora (máquina de filmar) para gravar todo o passeio e vender as cassetes respectivas a cada um de nós, por 80 reais…
De facto, estar por cima do exacto lugar onde se juntam as águas, ver aquele remoinho de plantas, é visão impossível de esquecer…
O barco acostou numa espécie de grande barcaça ancorada perto da margem (mas que margem, se só via água e plantas?). De um lado uma grande Sala de Venda de Artesanato; do outro a Sala de Refeição onde me fartei de provar os inúmeros petiscos locais, penso que até havia cobra frita.
Depois da refeição fomos ao IGAPÓ, ou seja, parte da floresta inundada pela subida das águas do Rio. O recuo das águas do rio, deixando o leito lamacento à vista, é o IGARAPÉ. Fomos por uma ponte, espécie de jangada comprida, olhar e fotografar as Vitoria-Regiae, mais conhecidas por Nenúfares. Eu, que tenho 1,80m de altura, à vontade me deitava sobre uma e sobrava espaço, portanto uns dois metros de diâmetro. Lindas, verdes, com nervuras castanhas bem nítidas. Por baixo, escondem-se peixinhos… que são procurados pelas piranhas, os famosos peixes dentuços comedores de tudo o que mexe…
Num determinado momento viu-se um grande vulto a 100 metros de distância: era um enorme peixe-boi (mesmo grande como um boi) a devorar um nenúfar…
No regresso para o barco, o guia dá um grito – Ei, meu povo, párem todos!
Uma cobra comprida, totalmente verde, fina, esguia e venenosa viajava de ramo em ramo, passando sem medo mesmo a uns metros do grupo. Côr verde, aviso de veneno…
Houve ainda um passeio de pirogas pelo meio do igapó e outra surpresa nos prepararam – vários meninos vieram ter connosco em barquinhos pequenos trazendo toda a espécie de bichos da selva. Por um real, colocaram-me à volta do meu pescoço uma enorme anaconda, que só eu preferi em vez de uma preguiça ou um saguim (macaco do tamanho da palma da mão).
Olhando as pouco perceptíveis margens do Grande Rio, tão longe estavam, lembrei-me da imensa tarefa «faraónica» que os indígenas de antanho tiveram para tornar produtivas as terras do lado norte do Rio. Não querendo sair das margens por causa da abundância de peixe, transportaram do interior durante séculos grandes quantidades de terra de boa qualidade a fim de terem as suas hortas, regadas pela água ali mesmo à mão. Ainda hoje se descobrem tesouros arqueológicos debaixo dessas terras, entre os quais os conhecidos Vasos Antropormóficos que continham as cinzas dos seus defuntos, vasos esses que são património de elevada protecção pelo Ibama.
Navegando em direcção à foz pode-se visitar cidades fundadas por Portugueses, todas com mais de um milhão de habitantes: Santarém, Arraiolos, Alter do Chão…
Já no barco, de regresso, vejo quase no meio do rio, algo distante, vários barquinhos a motor que se deslocavam para uma barcaça grande presa a uns troncos de algo que parecia ser uma ilhota no meio do rio. Explicou-me o guia que era uma Escola Primária para a criançada. Lá vivia permanentemente uma professora e os pais levavam os filhos de manhã e traziam-nos de volta a casa à tarde, fazendo as refeições nessa ilhota.
Mas que maravilha de organização, pensei eu! Que amor pelas crianças!

Visitar a Amazónia e concretamente a cidade de Manaus foi o concretizar de um sonho da minha juventude. Durante as férias de Agosto passadas na minha Aldeia, um dos passatempos que tinha era a leitura. Foi assim que «vi» a primeira vez o «Pulmão do Mundo» lendo A Selva, de Virgílio Ferreira, e principalmente Os Velhos Marinheiros, obra fantástica de Jorge Amado, escritor brasileiro que deveria ter ganho o Prémio Nobel da Literatura e que influenciou decisavamente a minha personalidade. Nesse livro é impossível esquecer aquela imagem do capitão à força de um barco cujo verdadeiro Capitão morreu na viagem. Na chegada ao Porto de Manaus esse capitão substituto mandou prender o navio com todas as cordas, sendo motivo de chacota na cidade ver-se um navio todo amarrado! Só que nessa noite houve uma tão tremenda tempestade que todos os barcos foram ao fundo menos aquele!
(A aventura na Amazónia continua na próxima crónica…).

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Dispersam-se, por todo o território vulgarmente denominado por «Interior Beirão», pequenas aldeias, despojadas de habitantes e em marcha acelerada para a completa desertificação. À primeira vista Peva, distrito da Guarda e concelho de Almeida, poderia ser, apenas, uma delas.

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Peva é uma pequena povoação, situada na banda poente do extenso planalto do Côa, algo afastada do rio (já sem o conseguir enxergar) e um pouco arredada das profundezas ribacudanas. Em vez do Côa esgueira-se-lhe aos pés, do lado poente, a Ribeira das Cabras, mais pequena que o rio mas igualmente curvosa, cujo leito se adensa de pedregulhos a espreitar acima da corrente das águas.
Os incêndios têm devastado as margens da ribeira fazendo das encostas circundantes escarpas despidas, cinzentas e desoladas. A única e estreita estrada que se aventura a trepar a altura do planalto, a poente, provém de uma aldeia vizinha, a Atalaia, e atinge Peva por uma entrada secundária.
Peva expõe-se, portanto, alta e plana, servida de ligações rodoviárias, com acesso à autoestrada, para leste, a pouco mais de dois quilómetros, oferecendo a possibilidade de ser visitada por quem goste de se perder na procura de sensações fortes em territórios de famas apagadas, ainda que muitas das vezes, de forma injusta.
Pode, então, chegar-se à aldeia pela sua principal entrada, isto é, do lado nascente, oposto à ribeira. Desse lado não é tanta a ingremidade. Ultrapassa-se uma curta zona verde de pequenos lameiros e de velhos e sombrosos freixos. A seguir entra-se no pequeno povoado e fica-se com a ideia de que, apesar da sua origem se ter perdido no tempo, ainda não está moribundo. São algumas as construções recentes a casar-se com um estilo denunciador de antiguidades, um estilo granítico, sóbrio, tipicamente beirão e razoavelmente conservado. Circula-se, depois, por ruas estreitas até se dar com uma construção maior com ares de instituição. É o Lar da Associação dos Amigos de Peva.
Ora, numa aldeia pequena, uma instituição de tal dimensão, não deixa, per si, de surpreender. Quem entre no território da Associação verifica um exterior vedado e cuidado. Depois surge o edifício, com um interior moderno, pensado de forma prática, bem adaptado aos utentes e decorado com gosto. O rasgar das extensas janelas e vidraças permitem aos utentes sensações específicas simulando-lhes um ambiente exterior, saudável e campestre ainda que permanecendo, comodamente, no interior do edifício.
É frequente avistarem-se, de dentro, a execução de trabalhos agrícolas, vacas a pastar ou pastores a pastorear.
A própria construção circundou um jardim que, assim, se tornou interior contendo um pequeno lago e uma oliveira centenária.
Se eu tivesse que qualificar este contexto diria, muito simplesmente, que se trata de um ambiente «anti stress». Ao constatar-se a existência deste local, pode falar-se de um lugar ideal para quem, depois de uma vida rural de trabalho duro e desgastante, queira manter, na velhice e na alma, a essência de muitas das vivências passadas.
Isto é o que diariamente nos é dado observar. Mas, uma das últimas visitas a minha mãe, para quem escolhi a agradabilidade que descrevo, coincidiu com o dia de S. João. Já fui, por aqui, surpreendido com festas e convívios mas, hoje, adivinhava-se algo diferente. O jardim interior estava transformado numa esplanada onde predominavam ocupantes idosos. Havia mesa posta e lanche a condizer disponível a residentes e visitantes. A animação e a festa eram características do S. João. Não faltava música e baile nem a montanha de rosmaninhos com o boneco de braços abertos, hirto e içado ao alto, num pau estreito, insinuando a dispersão de odores que, aliás, veio a suceder, após a queima das ervas no decorrer da festa. A exalação perfumou e purificou ares, gentes e edifício.
Claro que não é possível passar ao lado de tudo isto. É evidente que não se pode ficar indiferente. É impossível não prever aqui, na direcção desta instituição, uma enorme dinâmica e muito mais que isso. Adivinha-se, também, muita lucidez no traçar dos rumos. Puramente surpreendido, não posso deixar de dar os meus parabéns.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

Somos todos uns ingénuos que gostam de acreditar na patranha de que a União Europeia foi construída deforma romântica, com todo o povo europeu pondo-se de acordo para construir um melhor futuro comum.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaA realidade é outra: A União Europeia surgiu das elites empresariais e financeiras que procuravam alcançar um mercado comum para o qual necessitavam de uma moeda, o euro, que substituísse as moedas nacionais.
É por isso não resultou!
Um exemplo: A Acta Única, que estabelecia as condições prévias de criação da União Europeia, foi da iniciativa de Wisse Dekker, dirigente da Phillips, que se encarregou de reunir quarenta representantes «das maiores empresas europeias» e de preparar entre eles um documento que foi assumido pelo comissário Cockfield para a elaboração das 300 directivas em que se baseia a Acta Única.
Outro exemplo: A banca alemã também impôs que o marco fosse substituído pelo euro, de forma ao Banco Europeu poder controlar a inflação, principal inimigo dos bancos, porque desvaloriza o dinheiro, impondo também que não pudesse comprar dívida pública dos estados, e impondo ainda uma austeridade em que cada estado não podia imprimir moeda nem ter assegurada a sua venda a um banco central, como até então faziam, para terem antes de recorrer à banca privada.
Como se sabe, o negócio dos bancos é gerar dívidas aos clientes; é desta forma que, transformando os depósitos bancários em créditos a clientes, criam artificialmente moeda bancária e geram lucro.
Foi assim que os estados necessitando de financiar o défice dos orçamentos, recorreram a empréstimos públicos, criando a espiral das dívidas soberanas, que está nas mãos da banca e especuladores privados, e a qual continuará a aumentar porque os estados, face às politicas de austeridade erradamente aplicadas e geradoras de recessão, têm menos receitas fiscais, tendo de recorrer a novos empréstimos.
Foram pois os interesses financeiros e monetários das grandes empresas e dos bancos europeus que levaram à actual Europa.
Outra condição foi o tratado de Maastrich, que obrigava os estados membros a ter um défice público inferior a 3 % do PIB e ma dívida pública inferior a 60 % do PIB, o que constituiu um grande entrave ao crescimento económico e à produção de emprego, tudo medidas que o capital financeiro queria para prevenir o crescimento da inflação, que defendiam. Devia manter-se a 2 %.
A consequência foi que os países em recessão (por sinal todos periféricos), que antigamente podiam combate-la estimulando a economia, não podendo lançar mão aos mecanismos de compensação (V.G desvalorização da moeda para incremento das exportações) e não podendo competir com as empresas e bancas alemãs, foram perdendo tecido produtivo e capacidade de gerar receitas, enquanto os grandes grupos financeiros e empresas alemães foram acumulando grande quantidade de euros, que por sua vez emprestaram aos bancos e estados desses países periféricos, facilitando o crescimento da divida privada e pública destes países.
E esta política não foi inocente: Desta forma a Alemanha evitava a quebra das suas exportações, financiando a procura dos outros, apesar da capacidade aquisitiva das populações dos países periféricos estar em queda.
O mais irónico é que tendo sido a Alemanha a responsável por tudo isto, vem agora impor como receita de austeridade para debelar a crise, assente nos famosos quatro pilares do Pacto do Euro:
Competitividade com baixos salários; emprego com flexibilidade laboral; finanças públicas com diminuição da despesa pública e sistema financeiro com privatização da banca.
Tudo medidas que geram diminuição de procura privada, precariedade de emprego, diminuição de investimento e especulação financeira, e como consequência de tudo isto, aumento de desemprego diminuição de receitas fiscais, recessão e aumento da dívida.
São as mesmas receitas das políticas neoliberais que de há trinta anos para cá conduziram ao problema que agora querem resolver com aos mesmos métodos já testados na Irlanda, e que originaram uma recessão de 30%, quando o FMI previa um crescimento de 1%.
A diminuição dos índices salariais, geram diminuição de rendimento, capacidade aquisitiva, receitas fiscais e de emprego, é do mais elementar bom senso económico.
O crescimento económico da Alemanha, com a politica de La Fontaine (governo social democrata de Shroeder), deveu-se precisamente ao aumento da procura privada gerada pelo aumento do salário dos trabalhadores; não ao contrário!
Foram pois os interesses particulares das grandes financeiras e empresas alemães na criação do euro que criaram as condições para a actual crise.
E a politica de austeridade e restrição salarial imposta pela Alemanha foi a gasolina que a fez aumentar ao: diminuir a procura dos países periféricos, e financia-la com empréstimos às exportações alemãs, aumentando as suas dívidas.
E fê-lo ainda lançando mais gasolina na fogueira: emprestando, através do BCE à banca privada dos países periféricos a juros baixos, a qual, já em dificuldades por ter financiado as dívidas públicas e investimentos especulativos, em vez de financiar o tecido empresarial, estimulando o crescimento económico, comprou nova dívida pública a juros altos, dos estados, que com cada vez menos receitas fiscais, tiveram de se voltar a endividar.
Como se resolve o problema?
Gerando crescimento económico… aumentando o PIB!
E como se faz crescer a economia, quando o panorama é o do controle do défice orçamental, redução de receitas fiscais que condicionam o investimento, falta de liquidez nas pequenas e médias empresas que impedem o relançamento da actividade económica?
Muito simples:
a) O Estado, através da mudança do paradigma fiscal que é maioritariamente sobre o consumo (em queda) e carga salarial, para impostos sobre o rendimento, tributando a riqueza, incluindo a especulação financeira, a verdadeira beneficiária da crise, aplicando esta nova receita fiscal em investimentos produtivos (formação empresarial, investigação, educação, etc).
b) Aumentando paulatinamente os salários reais, para, através do aumento do poder de compra, estimular a procura, a produção e a criação de emprego.
c) Injectar liquidez na economia, financiando as pequenas e médias empresas, as verdadeiras criadoras de emprego e motores da economia, através da banca pública, que pode prosseguir políticas sociais, ao contrário da banca privada, só interessada no lucro e na especulação financeira.
d) Controle dos preços das grandes empresas prestadoras de serviços (energia, água, comunicações, etc.) quase monopolistas, que devido à sua posição dominante no mercado e condição de fornecedoras de bens essenciais, não influenciáveis pela procura, são as únicas beneficiárias da redução salarial, que lhes permite diminuir os custos de produção e aumentar a margem de lucro e continuar a financiar-se.
e) O Banco Central Europeu deve comprar a dívida dos estados (Eurobonds), com um período de carência, de forma a permitir-lhes aplicar os empréstimos no relançamento das respectivas economias, ao contrário de financiar a banca privada, como até aqui, que aplica o dinheiro para resolver os seus problemas de tesouraria resultantes da especulação financeira e na compra de nova divida pública a juros mais elevados.
Mas tudo isto exige bom senso e coragem política… coisas que não abundam, nem por estas bandas, nem nos órgãos de decisão Europeus…
E a Alemanha, vendo que os países periféricos dificilmente recuperam o puder de compra que lhes permita continuarem a comprar as suas exportações, já desistiu de financiar a crise do Euro, voltando-se para novos mercados, como a China e os EUA.
É precisamente neste sentido que devem ser interpretadas as recentes palavras da chanceler alemã, quando diz não estar a Alemanha interessada a continuar a financiar a Crise do Euro.
As empresas e financeiras Alemãs sugaram-nos quanto puderam, e agora partem para outras paragens, tal como as empresas capitalistas que explorando a nossa mão-de-obra barata e incentivos fiscais enquanto podem, se deslocam depois, oportunamente para os novos países emergentes.
Portanto, a vontade da Alemanha não é nenhuma em resolver a actual crise… a menos que seja obrigada!
E quem na Europa tem força para vergar a vontade Alemã?
Ninguém…
Por isso a União Europeia já é um cadáver com a certidão de óbito assinada…
Resquiet in pace!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

A Portugal Kyokai Karate-Do Shotokan, juntamente com a Academia Egitaniense de karate Shotokan, organizaram o 3º Estágio de Karate desta associação nacional e a 3ª Fase de Exames de Graduação da época desportiva 2011-2012. Este foi realizado durante todo o sábado dia 30 de junho no Pavilhão Municipal de São Miguel da Guarda.

Com cerca de uma centena de participantes no Estágio durante a parte da manhã, e mais de 50 participantes nos Exames de Graduação durante a parte da tarde, a organização considerou um sucesso este evento na cidade da Guarda.
O Estágio e Exames foram orientados por Rui Jerónimo, José Jerónimo, Carla Jerónimo, Rosa Jerónimo, e Eduardo Rafael, treinadores responsáveis pelos diversos clubes presentes.
Para além de se salientar a grande adesão dos karatecas e seus familiares, um especial agradecimento à parceria entre a AEKS e a Câmara Municipal da Guarda, que permitiu o excelente sucesso desta iniciativa.
Rui Jerónimo

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.141.777 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios