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Foi com enorme prazer e alegria que o nosso conterrâneo José António içou a bandeira dos Fóios ao lado da bandeira da França e da União Europeia, em território francês.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaFoi no dia 25 de Junho do corrente ano de 2012, na empresa de exploração do talco em Lusenac, sul de França, local onde trabalharam mais de setenta fojeiros e muitos outros homens do concelho do Sabugal.
Um grupo de fojeiros fez uma visita ao local da exploração mineira tendo sido recebido pelo director, a quem entregaram a bandeira dos Fóios em homenagem a todos aqueles que lá ganharam a vida.
O encarregado geral nas minas do talco é o Zé António, natural dos Fóios, e trabalhador sazonal.
France: la mére du monde. Merci.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

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Damos continuidade à apresentação do léxico com as palavras e expressões populares usadas na raia ribacudana.

ALÇAPÃO – abertura no soalho com tampa levadiça que dá acesso à corte (estábulo) dos animais.
ALCAPARRA – azeitona curtida depois de se lhe retirar o caroço (Júlio António Borges).
ALÇAPREMA – barra de ferro para levantar pesos; alavanca.
ALÇAR – erguer; levantar. Alçar a pata: diz-se do cão quando urina. Júlio António Borges acrescenta: «na agricultura designa o trabalho do arado, ou da charrua, preparando a terra para nova sementeira; a primeira volta no cultivo dos cereais».
ALCATRUZ – cada um dos recipientes de latão que compõem a nora de tirar água, também chamados copos.
ALDEAGA – vadio; estroina; pessoa de carácter alegre e folgazão, que não pára quieta (Júlio Silva Marques). Trapalhão (José Prata). O m. q. adrega (Manuel Leal Freire). Também se diz aldeagante.
ALDONAIRO – peça de vestuário mal feita (Júlio António Borges).
ALDRA – mentira.
ALDRABA – argola de ferro para puxar e bater à porta. Júlio António Borges, de Figueira de Castelo Rodrigues, refere aldrave.
ALDRABÃO – mentiroso; intrujão.
ALDRABAR – mentir; enganar.
ALDRÁCIA – recompensa; reconhecimento. Não ter as aldrácias: não se obter um gesto de reconhecimento após prestar um favor a alguém (Júlio Silva Marques). Esperteza; habilidade; manha (Duardo Neves).
ALDRÚVIA – aldrabão; vigarista (José Pinto Peixoto). Os dicionários registam aldrúbio.
ALECRIL – alecrim (Clarinda Azevedo Maia, que também regista alicril).
ALEGUME – feijão – termo da gíria de Quadrazais (Franklim Costa Braga).
ALEIJÃO – entalão; fractura; lesão.
ALETRIA – doce feito com leite, massa delgada e açúcar.
ALEVANTO – acto de erguer da cama; hora de levantar. Andou de alevanto: teve diarreia durante a noite.
ALFAIATE – insecto, que anda sobre a água.
ALFOBRE – viveiro de plantas hortícolas, para transplantar.
ALFORGE – saco duplo que se põe sobre as cavalgaduras para transporte. Normalmente é feito com farrapos.
ALFORJADA – roupa velha que é costume vestir no dia de Entrudo (Clarinda Azevedo Maia – Aldeia do Bispo).
ALGARAVIADA – conjunto de vozes confusas e desacertadas (Carlos Guerra Vicente).
ALGEIRÁS – pessoa má (Júlio António Borges, que também regista aljaraz).
ALGUEIRO – argueiro; cisco que entrou para o olho. Vês os algueiros nos olhos de outros e não vês as trancas nos teus.
ALIFANTES – olhos – termo da gíria de Quadrazais (Franklim Costa Braga).
ALIMAL – animal; besta; homem estúpido (Francisco Vaz).
ÀLIMO – olmo (Clarinda Azevedo Maia).
ALÍMPIO – azeite – termo da gíria de Quadrazais (Nuno de Montemor).
ALIMPIOSA – azeitona – termo da gíria de Quadrazais (Nuno de Montemor).
ALINHAR – temperar ou adubar as comidas (Carlos Alberto Marques).
ALIPANTES – olhos – termo da gíria de Quadrazais (Nuno de Montemor).
ALJAROZ – casa velha e abandonada (Clarinda Azevedo Maia – Fóios).
ALJUBAR – dar para muito; surdir; render (José Prata).
ALJUBE – casa sem luz, sem condições; pardieiro (Júlio Silva Marques).
ALMA DE CEVADA – alcunha que se dava aos judeus (Júlio Silva Marques).
ALMA PENADA – alma que se extraviou e que vagueia pelo mundo. Uma alma penada é um risco para a sociedade, pela sede de vingança e pelo comportamento agressivo que pode ter, daí serem muito temidas pelas pessoas.
ALMAREADO – tonto; maluco (Fóios).
ALMÁRIO – armário (Franklim Costa Braga).
ALMAS DO PEDITÓRIO – objecto de madeira para onde se recolhem as esmolas nas missas (António Cerca).
ALMEIRÃO – planta espontânea (chicória brava), de que se fazem vassouras para limpar o pão nas malhas. O m. q. coanha.
ALMEIRO – leite – termo da gíria de Quadrazais (Nuno de Montemor). Segundo Franklim Costa Braga, também se dizia almerio.
ALMENDRA – amêndoa (Júlio António Borges).
ALMINHA – cruz ou nicho escavado em rocha, que assinala lugar de devoção, geralmente ao redor dos caminhos. Junto à alminha o viandante deve rezar uma oração pelas almas do purgatório. No plural também significa objecto, geralmente de madeira, para onde se recolhem as esmolas nas missas (Maria José Ricárdio Costa), que também se designa por almas do peditório (António Cerca).
ALMOFIA – prato de grandes dimensões, quase alguidar (Vitor Pereira Neves). Quase terrina (acrescenta José Pinto Peixoto).
ALMOTACEL – inspector camarário de pesos e medidas.
ALMOTRIA – almotolia (Francisco Vaz). Recipiente em folha de zinco, de forma cónica usado para guardar o azeite na cozinha, pronto a temperar as comidas. Duardo Neves refere almetria. Clarinda Azevedo Maia acrescenta ainda almotoria. Na linguagem de Monsanto diz-se almetoria (segundo Maria Leonor Buescu)
ALMUDE – medida de 28 litros (no concelho do Sabugal e demais Riba Côa). A medida do almude varia conforme a região do País, equivalendo, na maior parte delas, a 24 litros (12 canadas).
(Continua…)
Paulo Leitão Batista, «O falar de Riba Côa»

leitaobatista@gmail.com

No passado dia 25, no Complexo das Piscinas Municipais e à semelhança dos anos anteriores, o Município juntamente com a Empresa Municipal Nova Mêda EMM, celebraram a quadra dos Santos Populares com a realização de um convívio para a população com idade superior a 60 anos.

Sendo esta uma quadra festiva que todos os portugueses, quer sejam novos ou idosos gostam muito de comemorar, dedicada aos três Santos Populares, Santo António, São João e São Pedro, esta atividade teve uma grande aceitação, e contou a presença de cerca de 300 «convivas».
O encontro teve início pelas 10H30 com a chegada dos idosos ao complexo, onde foram devidamente acompanhados aos seus lugares para assistir à missa campal que teria inicia por volta das 11H00 na qual também marcou presença o Executivo Municipal. De seguida os presentes conviveram no almoço convívio onde não poderiam faltar a sardinha assada e o caldo verde tão típicos desta quadra. No final do almoço teve lugar à atribuição dos prémios para o melhor manjerico.
A parte de tarde foi reservada à animação musical, onde os utentes do Lar da Santa Casa da Misericórdia presentearam os presentes com a realização de uma pequena marcha popular.
Para o Executivo a realização deste tipo de atividades revela-se de extrema importância, pois ajudam a população mais envelhecida do concelho a viver de forma mais digna e animada.
plb (com CM Mêda)

Possivelmente, nenhuma outra região europeia suscitou até hoje tantos conflitos ou se manteve numa linha de indecisão de soberanias como a Alsácia.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaBárbara até Júlio César, entrou pelas vitórias deste sobre Ariovisto, chefe godo abatido no ano de 58 antes de Cristo, na órbita romana.
Limes imperial, converte-se numa constelaçao de fortalezas, correspondentes a cidades que logo ganharam notoriedade: Argentorate (actual Estrasburgo), Três Tabernas (agora Saverne), Argentovaria (a actual Hamburgo), Salécio (a nossa Setlz).
Quinhentos anos depois, sobreviria à queda do Império; e Átila, seu inimigo frontal, procuraria destruir todos os sinais de romanidade.
Sofrendo as vicissitudes por que passaram as monarquias góticas, apareceria cerca de setecentos da nossa era como uma unidade politíco-administrativa regida por um dux. De entre os vários, assinala-se como indiscutivelmente o mais famoso, o pai de Santa Odila, que a História regista sob o nome de Etichão ou Estilicão.
Integrada no Império Carolíngio, viveu com ele uma era de paz e prosperidade que, todavia, se havia de revelar de efémera duração.
As lutas pela sucessão de Luís, o Pio, filho do famoso imperador da barba florida, marcam o início dum tempo de extraordinária confusão.
Em 840, com o tratado de Estrasburgo, redigido simultaneamente em latim e alemão, imiscui-se na questão entre Carlos, o Calvo, e Luís da Baviera, por um lado, e Lotaário, pelo outro.
Quando os três partem o império pelo tratado de Verdun, o primeiro torna-se rei da França, o segundo da Baviera, e o terceiro da Lotaríngia, onde se inclui a Alsácia. Este reino, à semelhança de cerca de quatrocentos que pelos séculos se haviam de estabelecer na região, foi de meteórica existência. Não tardaria a sobrevir Otão, o Grande, fundador do Sacro Império Romano Germânico, base e embrião de varios outros que como aquele integrariam a Alsácia.
Daí que a região sofresse mudanças de esfera política, até excessivamente dramatizadas.
Na primeira centúria do milénio que findou, realça a questão das investiduras que opõem os bispos à alta aristocracia, guiada pelos Hobenstaufen. Triunfantes estes grandes senhores, verifica-se um grande surto de prosperidade que atinge o climax com Frederico II, fundador de numerosas cidades e impulsionador das corporações de artes e ofícios.
Aos Hobenstaufen seguem-se os Habsburgos. Mas nem tudo corria bem por então. O império mais uma vez ameaçava desagregar-se enquanto Luís IV da Baviera, substituindo-se ao imperador, enfrenta Filipe o Belo, rei de França, que desafia tanto a autoridade pontifícia como a dos sucessores de Rodolfo de Habsburgo, seus vassalos e aliados.
Inseguras, as cidades alsacianas formam uma liga defensiva, a Decapolis, integrada por Colmar, Mulhouse, Munster, Turcheim, Kayserberg, Selestat, Obermar, Rosheim, Wissembourg e Haguenau.
A liga dá origem a um florescente estádio de desenvolvimento: as cidades engrandecem-se; o comércio e a indústria progridem, a burguesia e as corporações ocupam um espaço dia a dia mais importante no govemo da república.
Já se aproximam, no entanto, as guerras religiosas. A cizânia espalha-se, com cada uma das mais importantes cidades a adoptar seu credo. Estrasburgo torna-se luterana, Mulbouse calvinista, outras ainda houssitas, enquanto que em muitos permanece a fé cató1ica e dominam os prelados.
Posteriormente, a confusão revela-se ainda maior. Como se pode ler, em «Toda Alsácia» cuja versão espanhola estamos a seguir, a região cissipariza-se em numerosos e pequenos senhorios que só muito paulatinamente, aliás, se irão agrupando, dando origem aos chamados Estados Gerais da Alsácia.
As guerras religiosas agravam-se. Os jesuítas, dominantes em Molsheim atacam Estrasburgo, que como ja referimos se tornara um balularte do protestantismo.
Na Guerra dos Trinta Anos, os suecos, primeiro, e os franceses depois acabam por dominar toda a região.
Daí para cá, tem sido entre a França e a Alemanha que tem oscilado a soberania.
Na Guerra Franco-Prussiana, de setenta, o triunfo das armas germânicas deu o território ao Império, de que a Alsácia-Lorena haveria de fazer parte até ao primeiro grande conf1ito mundial.
Não obstante a oposição de parte da população, decantada nalguns poemas que correram mundo (antigamente, dizia o velho professor, a escola era risonha e franca…) a Alsácia, foi anexada ao II Reich do Hoenzolern e só com o Tratado de Versalhes, voltaria à soberania francesa, aliás por um período curto, pois cerca de doze anos depois viria a cair sob o domínio de Hitler.
Com o fim da segunda grande guerra e a construção da Europa, para livrar a região de velhos fantasmas, elevou-se Estrasburgo à dignidade de capital europeia.
E a famosa Argentun Ratum de Júlio César é bem o símbolo das feridas, que têm dilacerado esta velha mater de civilizações que é a Europa.
Marco de fronteira a evitar o avanço das tribos bárbaras que ainda desafiavam Roma, arrasada por Átila e o seu eterno ódio aos Césares; renascida das cinzas sob o nome, pela primeira vez, de Stratiburgum, símbolo das cidades burguesa dos fins da Idade Média; grande empório comercial quando o Reno era a grande via angustiada pelo espiríto da reforma logo nos alvores do luteranismo, ora do sacro império, ora dos Hobenstaufen, ora dos Honenpolern, ora do Habsburgos, ora dos Bavieras ora dos reis franceses, quando não mesmo da coroa sueca cimentou-se ali um europeísmo, difícil de fazer convergir em qualquer outra parte.
E se há no mundo região que mereça na plenitude o título, é efectivamente a daquela que Estrasburgo servia de capital, antes de ser elevada à dignidade de capital de toda Europa.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

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