You are currently browsing the daily archive for Segunda-feira, 18 Junho, 2012.

Com realização agendada para os dias 20, 21, 22, 23 e 24 de Junho, o São João deste ano garante um cartaz atractivo em termos de animação musical, onde se destacam Zé Cabra, Quim Barreiros e Santos & Pecadores.

Na abertura das festas do Sabugal, na noite de 20 de Junho, quinta-feira, actuará a banda sabugalense Men´s, que preparará o ambiente para a exibição em palco de Zé Cabra e sua banda, que serão a grande actuação dessa primeira noite festiva.
Na sexta-feira, dia 21 de Junho, será a vez da Opus Band, que preparará o recinto para o grande Quim Barreiros que animará a noite com a sua concertina.
Na noite de sábado, 23 de Junho, a animação será inicialmente garantida pela banda Roda Viva, que depois cederá o lugar à grande atracção das festas deste ano: o grupo Santos & Pecadores.
No Domingo, dia 24, a derradeira noite das festas estará a cargo da banda Uskadcasa, que antecederá a tradicional queima do Carvalho (mastro vestido com rosmaninho).
As festas de S. João são uma ocasião especial para se visitar o concelho do Sabugal. Para além da animação musical, o recinto das festas garante bar e restaurante permanente onde se poderão degustar as sardinhas assadas e outras iguarias.
Outra atracção será o Festival de Folclore que se realiza na tarde de domingo, dia 24, no qual se exibirão vários grupos, que actuarão em palco e desfilarão nas ruas da cidade do Sabugal.
Tudo boas razões para ir ao Sabugal participar na tradicional festa sanjoanina.
plb

Anúncios

Ontem, domingo, dia 17 de Junho, realizou-se mais um interessante convívio entre homens dos Fóios e de Malcata. O «invido» tem sido o pretexto, mas os horizontes vão-se alargando.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTal como estava previsto os malcatanhos começaram a chegar aos Fóios por volta do meio-dia. Os fojeiros esperavam no largo da Praça e quando o grupo já era bastante significativo o Ti Quim Pagã fez questão de pagar uns aperitivos no bar do restaurante “Eldorado”.
O amigo Rui Chamusco pegou na concertina e muito simpaticamente começou por tocar o hino dos Fóios.
Quando as delegações das duas freguesias já estavam completas foi servido um vinho generoso no bar do centro cívico e usaram da palavra os dois presidentes de Junta para felicitar todos os presentes. Qualquer um dos presidentes disse que os jogos, tanto de cartas como da petanque, malha e raioula são importantes mas é absolutamente necessário que se vá muito mais longe sobretudo nos aspectos sócio-turísticos.
Quando os fojeiros se deslocarem a Malcata, no dia 2 de Setembro, irão usar o estradão que liga as duas localidades ao longo da fronteira. Este percurso mostra-nos um horizonte a perder de vista com paisagens absolutamente deslumbrantes.
Os elementos das duas Juntas de Freguesia combinaram uma reunião para que possam amadurecer a ideia das promoções turísticas através da serra das Mesas e da serra da Malcata. É urgente valorizar e dinamizar as potencialidades naturais com que a Mãe Natureza nos brindou.
Mas voltando ao encontro dos fojeiros e malcatanhos, o almoço teve lugar no pavilhão multiusos. Foi usado o assador das castanhas por ser polivalente e muito funcional. De uma só vez se assaram as sardinhas e as carnes para que todas as pessoas pudessem comer ao mesmo tempo.
Após o almoço fez-se a foto de grupo, junto do cruzeiro e, de seguida, organizou-se a ronda até ao largo da Praça, onde se localizam os bares e onde foi servido o café e copa.
A realização dos jogos do «invido» estava prevista para o pavilhão multiusos mas acabou por se realizar na esplanada do “Nosso Bar” visto que a grande maioria dos «viciados» haviam demonstrado alguma impaciência. As equipas foram constituídas por jogadores dos Fóios contra jogadores de Malcata mas, às tantas, já andava tudo misturado e o importante era jogar e tomar umas boas minis e uns tintinhos.
Por volta das 19 horas as duas delegações caminharam em ronda, que mais parecia uma procissão, até à casa do Amigo Lei Chão onde foi servido um lanche que acabou por servir de jantar visto que a maioria das pessoas já estavam algo impacientes, porque se aproximava a hora do encontro de futebol Portugal-Holanda, que acabou por nos ajeitar a jornada.
Foi um dia de convívio que culminou com essa importante vitória de Portugal.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Por impossível que pareça, o Sabugal continua estar entre os municípios portugueses que mais população vai perdendo em cada ano que passa.

Festas de Agosto - António Cabanas - Terras do Lince - Capeia Arraiana

Segundo os dados agora divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), entre os anos 2010 e 2011, o Sabugal voltou a estar entre os cinco municípios portugueses que mais sofreram com o abandono humano. Com perdas de população superiores a dois por cento destacaram-se os concelhos de Arronches e Crato (ambos no Alentejo) e Sabugal, Penamacor e Vila Velha de Ródão (estes três na região Centro).
A tendência para a despopulação do interior manifesta-se imparável, devido sobretudo a um modelo de desenvolvimento que favorece a litoralidade da economia. Junto ao mar estão as cidades mais dinâmicas, onde a indústria e os serviços possibilitam o emprego. O interior quase não tem actividade económica e a pouca que resta vai sendo progressivamente desmantelada.
Mau grado os tempos de crise, e apesar de Portugal ter perdido mais de 30 mil habitantes no período em análise, a chamada Grande Lisboa continuou a crescer populacionalmente, acentuando-se a visão macrocéfala do país. Na capital e ao seu redor concentram-se mais de dois milhões de pessoas, o que representa um quinto da população nacional.
Se a principal responsabilidade pela situação do concelho do Sabugal a podemos deitar para as costas deste errado paradigma de desenvolvimento, não devemos também deixar de imputar culpas à má governabilidade local. Nada do que no Sabugal é feito contribui para estancar esta sangria desatada que perdura há décadas. O anunciado fecho do Tribunal, o possível encerramento das Finanças e do Centro de Saúde (desde há muito na corda bamba), aliados ao insensato projecto de extinguir metade das Juntas de Freguesia, levam a crer que um dia, mais cedo do que tarde, decretarão o encerramento do próprio concelho e do seu Município. Voltaremos ao tempo do ermamento, quando, antes da chegada do rei Dinis, no século XIII, eramos terra erma, sem gente nem instituições.
O chão foge-nos debaixo dos pés e a Câmara assobia para o lado, preocupada com o calendário e a organização de festas e festarolas, numa paródia permanente.
Vem aí Agosto, mês em que alguns emigrantes ainda retornam, nem que seja por uns dias, criando as condições para a continuidade do movimento festivo. Será, como sempre foi, um tempo de mera ilusão.
Findo Agosto voltaremos à crua realidade: uma nova leva de jovens sairá para continuar os estudos, numa viagem sem regresso, porque a sua terra não lhes garantirá futuro.
É este o nosso triste fado!…
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Sabido que há na Raia sotaques e mesmo palavras diferentes das que usamos no Casteleiro e que na minha terra ninguém sabe o que significam, como poderemos explicar isso em terras tão próximas e que distam entre si apenas alguns quilómetros? Seremos, uns, descendentes dos «ocelenses» e, outros, descendentes dos «oppidenses» e/ou dos «transcudanos»? Talvez. Acho que é uma boa hipótese de trabalho.

Há umas semanas escrevi num comentário neste mesmo blog que tenho uma intuição há muitos anos: «As diferenças entre o sotaque da Raia (mais cantado, mais aberto, mais espanholado) e do Casteleiro (mais fechado, mais átono, digamos) devem ter tido uma origem histórica: devem ter sido grupos humanos diferentes os que povoaram uma e outra zona».
É que do Terreiro das Bruxas ou quando muito de Santo Estêvão para cima e para a fronteira, a forma de falar é tão diferente da nossa (Casteleiro, início da Cova da Beira, que segue para Sul: Belmonte, Caria, Covilhã) que às vezes nem percebemos lá muito bem tudo o que se diz nas terras mais para cima.
Desde criança que acho que Quadrazais e Vale de Espinho, então, são o máximo, de tão longe do modo de falar que eu considerei sempre normal… (Quando somos miúdos é assim: o que é nosso é que é normal, o dos outros, se for diferente, é anti-natural…).
Pois bem: houve ou não povos diferentes na formação dos povoados destas duas zonas ao longo dos séculos?
Não sei. Mas parece que sim.

Ocelenses e «oppidenses»?
De facto, podem mesmo ter sido povos diferentes os que habitaram a Cova da Beira e os que se sediaram ou que foram empurrados mais para os lados do Côa.
Serei eu um descendente dos ocelenses e vocês, da Raia, descendentes de oppidenses ou de transcudanos?
Estou ainda meio a brincar com uma coisa séria – mas se calhar isto tem mais razão de ser do que eu próprio agora penso…
Há uma tese que me agrada bastante, nesta matéria.
Li-a em Marcos Osório, «O Povoamento no I Milénio AC na transição da Meseta para a Cova da Beira…».
Para este autor, seguindo o historiador de Coimbra Prof. Jorge Alarcão, basicamente terá sido assim: quando os romanos chegaram, já havia aglomerados populacionais de vigilância espalhados pela bacia de visão de São Cornélio, nos «okellos» / ocelos (pontos altos – o «palavrão» tão usado aqui à época é afinal de origem indo-europeia e significa mais ou menos «monte»).
Se isto lhe interessa, pode abrir aqui e consultar o estudo.
No que toca aos arredores do Casteleiro, nada custa a acreditar: havia de um lado, a meio da Serra d’ Opa, um castro, a que depois se chamou Sortelha-a-Velha; e havia do outro lado as povoações «vigilantes» do que hoje é o Cabeço de São Cornelho, como diz o povo da minha terra (ou seja: os pontos altos do que hoje é Sortelha). Desses «okellos» se vigiava todo o vale onde começa a Cova da Beira. Não custa a crer que assim fosse, de facto.
Ora, com a chegada dos romanos, quando aqui já havia celtas há quase mil anos…, podem ter sido criados então mais para Norte e Leste os «oppida» (plural latino de «oppidum», palavra que também significa «lugar elevado»). Em direcção ao que hoje é a Espanha. Estes «oppida» eram muitas vezes locais fortificados, marcos de defesa em pontos elevados dos montes circundantes.
Há ainda outra tese que me agrada e vai no mesmo sentido de as nossas duas zonas poderem ter tido povoamentos diversos – e, daí, os diferentes quadros fonéticos e outros, a começar pelo «ethos», o modo de ser e de estar.
Essa outra tese leio-a em Arlindo Correia e aponta para a hipótese interrogada de que «a Cova da Beira seria a região dos Lancienses Ocelenses ficando os Lancienses Transcudani na zona da Guarda e Sabugal». Ressalvo que há quem «coloque» Cuda (de onde vem «transcudano») ali por alturas do Teixoso, mas há também quem a coloque mesmo junto do Rio Côa.
Estas teorias podem ser lidas, em síntese claro, aqui.
Cabe perguntar onde ficava então a povoação «beirã» de Lancia Oppidana, que terá dado nome a toda a região no século I antes de Cristo, aquando do assentamento da tropa romana e seus acompanhantes? Há aqui quem diga que era no exacto local do santuário da Senhora da Póvoa… Ou seja: a ser assim, o Vale (de Lobo, hoje da Senhora da Póvoa) poderá ter sido, antanho, um povoado principal, quase a capital de toda a zona.

Linguajares diferentes
Assim sendo, teremos sido à data todos lancienses (povo lusitano), mas uns como ocelenses (que já cá estavam) e os outros como opidenses, numa das teses ou, na outra, «transcudani» (que chegaram com os romanos ou foram por eles deslocados mais para Norte, miscigenando-se muito, ao longo dos tempos, com os povos mais a Norte e Oriente, na zona que hoje pertence à Espanha).
Então pode admitir-se que as bases linguísticas fossem diversas, mesmo que forçadamente depois se unificassem em torno das corruptelas locais do latim, como sabemos.
Latim que, neste rincão do Império Romano teria duas características: 1ª – Não era o latim dos literatos: esses ficaram em Roma ou, quando muito, acompanhavam os generais e suas cortes…; 2ª – Nem sequer já era o latim do povo de Roma: os soldados que o trouxeram eram muito pouco letrados, iam sendo arregimentados aqui e ali e iam adoptando vocábulos e formas ao longo dos anos e das suas marchas pelo «mundo romano». Eram pois corruptelas sobre corruptelas.
E, pronto, daí resultaram os linguajares locais da época, misturando-se as línguas locais com o «falajar» dos soldados… sei lá.
Não se admirem de tantos pontos de interrogação. É que falta investigar muita coisa nesta matéria. Os autores que descobri, quando falam disto, fartam-se de expressar teorias de que eles mesmos duvidam. O acima citado Marcos Osório, aliás, às tantas diz mesmo o seguinte: «Reconhecemos que muitos dos pressupostos aqui equacionados carecem ainda de verificação arqueológica…».
Mas atenção: se promete não ficar muito confundido, veja aqui a enorme diversidade de povos enquadrados pelos Lusitanos e aqui o mapa do nosso orgulho, cuja publicação pedi: foi aqui que nasceu a original Federação Lusitana (!).
(Como não somos a Sra. Merkel, sei que conseguiremos apontar a nossa terra neste mapa!!)
Ora, voltando ao séc. I AC, a verdade é que a composição diversificada dos povos lusitanos que os romanos vieram encontrar tinha resultado de antigos povos em mistura com os invasores celtas, mil anos antes de Cristo.
Uma miscelânea respeitável, portanto. E é daí que nós todos vimos, afinal, quaisquer que sejam as diferenças entre nós.

Notas finais
1
Desculpem a extensão da coisa… O leitor a estas horas, de duas uma: ou está ainda sedento de mais informação e acha que isto é uma peça ligeirinha e que eu devia aprofundar mais a coisa… ou já vomita teses de História pelos olhos e está mesmo a pensar que eu sou um grande «snob».
Nada disso, meu caro: trata-se de uma necessidade minha: saber de onde venho e para onde podia ter ido (bastava que os romanos tivessem pegado nos meus antepassados da época e tivessem enfiado com eles num qualquer dos vossos «oppida» de Ribacôa, como escreve o Paulo Leitão Baptista todas as semanas!).
Prometo apenas uma coisa: se descobrir algo mais que ache que vale a pena trazer aqui, cá estarei com esse material para o partilhar com o leitor, sem mais objectivos que não seja esse de nos conhecermos melhor, sabendo de onde vimos uns e outros.

2
É que estas coisas, lá bem atrás, ligam-se todas com dias mais recentes.
Por exemplo, uma curiosidade que muita gente desconhece: nesta região, já no tempo dos romanos houve grandes explorações de vários metais muito valorizados pelos ocupantes. Prova disso é que Lúcio Cecílio, o dono da torre Centum Cellae ou Cellas ou Celli (no Colmeal da Torre, próximo de Belmonte), era no tempo dos romanos um tipo que já então comercializava estanho em grande escala. Imaginem de onde vem a coisa! Já agora digo-lhe que o dito local teve foral (ou seja: foi concelho) antes de Belmonte, embora por pouco tempo: era o concelho de Centocelas.

«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 835 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3,091,331 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios