You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 13 Junho, 2012.

A Meimoa é muito conhecida por causa da respectiva barragem, junto ao início da Serra da Malcata, onde deveria viver o lince, com belos olivais, grandes pinhais, vinhas e a famosa Ponte Filipina (que não o é) que liga a Aldeia à Benquerença e daqui aos Três Povos, Alpedrinha, Fundão, Covilhã, Serra da Estrela…

José Jorge CameiraSabia que para lá da minha aldeia existia uma outra aldeia com o nome MEIMÃO, perto do Sabugal mas ainda concelho de Penamacor, e depressa pensei que o nome MEIMOA tivesse algo a ver com o outro. Mas não consigo descortinar parecenças…
Foi na Meimoa que me estreei na equipa de futebol dos Grandes do Vale da Senhora da Póvoa, aldeia a quatro quilómetros. Ou porque era bom a jogar ou talvez porque faltasse alguém, o seleccionador Norberto convocou-me. Lembro-me que a dado momento, durante o jogo, a bola sobrou para mim e chutei ao calhas para a frente… Só dei conta de dez latagões saltarem para cima de mim (um franganote moreno escanzelado e pau de virar tripas) abraçando-me e quase me esmagando. É que tinha marcado um golo, sem querer é claro, mas o único do desafio.
Os rapazes da Meimoa, capitaneados pelo Nuno Moiteiro, presentearam-nos com uma grade de gasosas do Soito, que serviu para recuperar forças, ainda tínhamos que fazer os tais quatro quilómetros a pé de volta à nossa aldeia…
Houve nesta aldeia um acontecimento célebre que é uma delícia recordar! Em todas as aldeias aos domingos os sinos das Igrejas badalavam às 19 horas, marcando o fim dos bailes e a obrigatoriedade dos jovens irem rezar o terço. Até no nosso Vale isso acontecia, os padres estavam combinados, era marosca, via-se… É claro que só as meninas donzelas iam, mas arrastadas pelas mães, que lhes diziam que só assim garantiam um bom casório!
Essa estória chegou-me aos ouvidos pelo meu Tio Manuel Cameira «Caixeiro», do Vale da Senhora da Póvoa e irmão do meu Avô, contada naqueles serões de Inverno junto à lareira e com os varões com enchido verde a pingar sobre todos. O Ti Manuel Caixeiro casou na Meimôa por volta de 1940 com uma senhora de nome Teresa Manteigas. Foi por essas idas e vindas à Meimoa que ele ouviu esta versão do acontecido e assim ma contou.
Numa tarde de um qualquer domingo, às 7 da tarde, o sino tocou e o baile acabou como era hábito.
O Padre Fernando à hora do terço deu pela falta nos bancos compridos de uma rapariga, a Maria Martins, já em namoro adiantado com o Tóino Berto (tudo nomes fictícios).
Não foi à Igreja, sabe-se lá onde terá estado a aproveitar melhor o tempo…
No domingo seguinte, em plena homília no cimo do púlpito, então não é que o Padre Fernando verbera em público, alto e bom som, que a Maria Martins (citou mesmo o nome dela) tinha faltado ao terço do outro domingo!!! Que era pecado, mau comportamento, imoral, uma vergonha…
A rapariga a chorar foi fazer as queixas ao namorado, e fez muito bem.
A coisa parecia ficar por aí, mas, de repentemente, o caso deu para o torto!
O Padre Fernando era encorpado, barrigona, parecendo prenhice à frente, e atrás um grande, largo e gordo traseiro!
Nessa noite, depois de rezado o terço, houve alguém que surgindo do escuro da rua, ferra uma valente e ruidosa chumbada de flobber no gordo e avantajado rabo do arrogante sacerdote…
– Aqui del-rei que querem matar o nosso santo Padre Fernando!! – gritaram as mulheres, ganindo a caozoada ao mesmo tempo!
– De certeza foi o Toino Berto! – gritaram as beatas da sacristia.
– Que nada, disse o Toino, estava a ouvir o relato do Artur Agostinho do Sporting contra o Salgueiros na Emissora Nacional!
Das desconfianças do autor do crime contra as gorduras traseiras do Padre, passou-se às certezas… foi o Toino Berto, pronto, já está!
Foi feita queixa-crime contra o rapaz na GNR de Penamacor… que ele queria mesmo era matar, tinha que ir para a cadeia, não se faz uma coisa dessas e logo ao nosso querido padre, ministro de Deus!
Foi marcado o dia do Julgamento no Tribunal da Comarca em Penamacor.
Entretanto, no «hospital» da Dona Bárbara de Penamacor, foi retirada uma boa mão cheia de chumbinhos do bundão do Padre – estou a imaginar o enfermeiro com uma pinça procurando dentro das entremeadas as bolinhas metálicas reluzentes de toucinho!
O Padre foi instruído para arranjar testemunhas.
– Até tenho muitas ! – disse ele, com ar de vingança demoníaca, esquecendo o perdoar das ofensas no Pai-Nosso.
Nos oito dias antes do julgamento, houve reunião diária, mas nocturna, marcada pelo Padre Fernando na sacristia da igreja com meia dúzia de beatas que assim orquestraram o testemunho contra o rapaz… Que sim, que viram o rapaz com a arma na mão, que disparou contra o Padre…
No dia do julgamento, o juiz interrogou uma a uma essas testemunhas… e todas diziam exactamente a mesma lenga-lenga, originando desconfianças. Terá interrogado de novo cada uma das mulheres de per si para saber quem lhes tinha ensinado aquelas respostas todas iguais.
Ingenuamente, lá foram dizendo que foi o Senhor Padre Fernando que as ensinou a responder daquela maneira na Sacristia, todas as noites, parecendo uma cantoria em coro…
Resultado: essas testemunhas beateiras foram todas um dia-de-cana para o xelindró a ver a Lua aos quadradinhos… e o Toino Berto foi ABSOLVIDO!
Nessa noite na Meimoa parecia a noite de Natal! Houve foguetes nos céus, mandaram até vir o acordeonista do Vale e comeu-se à la gardère um vitelo de churrasco no centro da aldeia bem regado com vinhaça da boa com que todo o Povo se alambazou, celebrando a vitória contra a Inquisição e o Inquisidor local!!
Muitos chumbinhos ficaram sossegados para sempre no rabo clerical, mais valeu isso que arriscar uma paralisia…

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

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Começamos por transcrever do trabalho «Algumas Notas», do geógrafo e sociólogo valedespinhense, que foi também um dos mais notáveis professores do Liceu da Guarda, o saudoso doutor Carlos Alberto Marques, esta constatação.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaOs povos raianos do Ribacoa são altamente influenciados em toda a sua vida pela Espanha. Vestem-se à espanhola, com fazendas fabricadas na Catalunha. Usam alpergatas ou albarcas que da Espanha vêm. Comem azeitonas e consomem azeite que se produz nas províncias espanholas de Salamanca e Céceres, fumam tabaco espanhol e dançam à espanhola.
Depois, o Autor acrescentava num misto de lamentações com arroubos de amor pátrio: Só, gracias agamus Domino – demos graças a Deus (traduzo eu para quem não tenha sequer uns rudimentos de latim) – não são ainda espanhóis pelo sentimento.
A seguir expressava um receio: O de que, pela força dos costumes e dos hábitos, o sabugalense raiano se venha a espanholizar de tal sorte que perca o amor da sua pátria, enfraquecendo e desfazendo as barreiras nacionais.
Esta ideia ressalta um pouco no Cancioneiro:
Amo e adoro Portugal
Mas não me sai da ideia
Que a Pátria é o guarda fiscal
O citote e a cadeia.

Possivelmente, los pueblos cercanos de Espeja a Las Eljas teriam as mesmas razões de queixa quanto a Manuel Azaña e Casares Quiroga, governantes à epóca, sendo certo que o tempo não corrigiu antes agravou as dissemetrias e do lado de cá e de lá os tratadistas continuam a queixar-se da fronteira do subarrolho
Quando Carlos Marques começou a escrever – antes, pois, da Segunda Guerra Civil Espanhola – as povoações, mesmo os simples hojares de Castela e da Estremadura Cacerenha, dispunham de estruturas que à Raia Sabugalense só chegaram meio século mais tarde.
Alamedilha, modesto pueblocito fronteiro às Batocas,umas vezes referenciado como Del Chozo, outras como Del Azaba, ribeiro feudatário do Águeda e que individualiza vários termos, v g Carpio e Ituero, foi electrificado por Primo de Rivera, nos anos vinte do século passado. Para desespero dos larápios de calle que se queixavam da existência de candeias que alumiavam toda a noite e se não apagavam nem com a chuva nem com o vento, mas para gáudio dos alamedilhos de bem, que eram quase todos.
E para além de energia eléctrica, o burgo dispunha, como todos os outros de escassa população, de um serviço médico, assegurado por um praticante, suponho que facultativo em início de carreira e de uma botica aprovisionada do essencial. Gozava também de apoio administrativo, com um contable, afectado, embora, a várias aldeias, mas com horário certo em todas elas, e até de um pequeno clube, o Manublio, onde à hora da sesta – este nome vem da linguagem canónica (hora de sesta, hora do calor, meio dia solar) – e à noite, se bebia, moderamente por força dos regulamentos, charlava e bailava.
Em Madrid, o Governo estabelecia preços políticos, apoiados para uma extensa série de artigos. Para a pana, barata e que durava uma vida, mesmo nas calças de um moço de campo. Para o calçado, alpergatas de cotio e albarcas, misto de borracha e não sei que mais, mas que até mais do que as calças eram quase eternas. No cesto dos preços protegidos cabia o pão-trigo obrado à espanhola, como nós ainda hoje dizemos, o azeite, de elevado grau de acidez, porque fundia mais, a carne de toucinho, em grandes peças.
E de tudo isso beneficiavamos nós.
Na sazão, chegavam à Raia carregamentos sobre carregamentos de melocotones, laranjas e pimentos para curtir (não-picantes e picantes), gingas garrafais e miúdas. Também havia mimos subsidiados – torrões e galhetas, gomas e açucares. Ou petiscos, como peixe grosso em escabeche, vindo em dornas, toucinho fumado, azeitonas… Havia cigarros fortes e conhaques.
Prevenindo ou tratando doenças lançavam-se no mercado ceregumiles e vinhos nutritivos de carne. E até se propiciavam a baixo preço visnus para as damas e perfumes para secias e peralvinhos – todos com nomes sonoros como maderas del-Oriente ou diamante negro.
Todos esses artigos de preço político chegavam a Portugal, trazidos pelos que iam usá-los ou mais comumente, por contrabandistas de bufarinha. E foram um elemento importante para o dia a dia, as agruras das más horas e a letificação dos dias santificados.
«O concelho», história e etnografia das terras sabugalenses, por Manuel Leal Freire

Os poetas, nas palavras de Erasmo, «formam uma raça independente, que constantemente se preocupa em seduzir os ouvidos dos loucos com coisas insignificantes e com fábulas ridículas. É espantoso que com tal proeza se julguem dignos da imortalidade». E continua: «esta espécie de homens, está, acima de tudo, ao serviço do Amor-Próprio e da Adulação». E dizia isto Erasmo, não por julgar a poesia um género literário menor, mas por saber que o mudo da poesia é o da adulação e da crítica elogiosa, com que de poetas medíocres, se fazem poetas da moda. (parte 3 de 4).

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaAs imagens da imaginação dão-nos «mais que pensar que o próprio pensamento», as imagens para os conceitos indeterminados são mais ricas do que a explicação dos conceitos. Mas é exactamente na explicação da imagem que o entendimento tenta demonstrar porque é que o Pavão de Juno é uma ilustração da beleza. Podemos responder que é por o Pavão ter todas aquelas cores, que para aqueles que o admiram as suas cores não têm nenhuma utilidade, etc. Ou seja, a imaginação é um campo muito fértil que deixa muita coisa em aberto para que o entendimento se aplique na imagem, numa troca de informação, num diálogo entre a imaginação e o entendimento, a que Kant chama «jogo livre das faculdades». Livre porque a imaginação e o entendimento funcionam de certa forma a sós, sem nenhuma determinação objectiva. Não há nenhum dado empírico que ajude o entendimento a estabilizar a informação que retira da imagem proposta pela imaginação. Se fosse possível determinar algo objectivo para estas imagens o jogo livre das faculdades cessaria. É precisamente o carácter inesgotável deste jogo, de troca de informações entre o entendimento e a imaginação, que explica a sensação de prazer cognitivo tida perante o belo.
Ao longo desta relação entre a imaginação, o entendimento e a imaginação vão-se conhecendo um ao outro e perceber como concordam entre si de forma a aquele tentar explicar este, e não a esgotando volta a tentar explicá-la, ao longo de uma troca cognitiva inesgotável entre ambos.
Este jogo livre das faculdades é tão importante para nós, «a sensação de prazer» que daí decorre é tão intensa, que nós queremos que os outros sintam a mesma coisa. Quando digo este poema é belo, não espero que o outro concorde comigo mas quero que o faça, é isto que ele deve fazer, embora não haja nenhum motivo para acreditar que ele o faça porque não há nada de objectivo em nenhuma forma que permita resolver as questões de gosto, mas se todos chegarmos a um acordo aceitando que estamos diante de uma determinada forma sentimos o jogo livre das faculdades, uma determinada imagem, todos concordarão com a beleza do poema. Vemos a forma e depois podemos virar-lhe costas porque a imagem estética do poema vai permanecer.
Percebe-se agora melhor, além da preferência de Hegel pelo belo artístico, formal, o que o separa de Kant:
Para Hegel, o Espírito, o Absoluto incarnam-se nas próprias coisas. Não há nada na realidade, que não seja, em graus diversos, a manifestação do Espírito absoluto, e nada, por consequência, que o espírito humano, ao menos em teoria, não possa conhecer: tudo o que é real é racional, e acessível à razão. A recíproca também é verdadeira: tudo o que é racional é suscetível de se concretizar na realidade. O belo encontra-se na forma, na estética, do conteúdo para a forma.
Kant, ao contrário, apesar de falar de ideias estéticas, limita o poder da Razão ao conhecimento dos fenómenos. A Razão, o espírito humano não têm acesso às coisas em si, ao Absoluto. O belo está apenas na imagem que o jogo dialético entre o entendimento e a imaginação extrai da forma, na ética, da forma para o conteúdo.
A consequência, é que para Hegel, o único belo que o interessa é o belo artístico, o das produções humanas, excluindo-se o belo natural, porque aquele, sendo produção do espírito e comunicando a sua superioridade aos seus produtos e à arte, é superior a este.
Uma das consequências dessa superioridade incontestável do espírito é que a arte não deve imitar a natureza, ao contrário do que defendia Aristóteles, mas expressar o belo, porque o seu objetivo não é de satisfazer a lembrança, mas a alma, o espírito.
E por isso é que para Hegel, a ideia do belo é a própria realidade concreta que toma a forma sensível do belo artístico, um pensamento que não é atividade passiva, recolhimento ou distanciamento, mas na faculdade activa responsável pelo domínio da criatividade, da capacidade de criar formas e instaurar significados, contrário a Kant, que à semelhança de Platão, para quem a ideia do Belo, como a do Verdadeiro e do Bem, é abstrata, a-temporal, a-histórica.
Percebe-se claramente, de novo, quanto a Ideia hegeliana do belo difere da Ideia kantiana:
Em Hegel, o belo é a própria realidade concreta apreendida no seu desdobramento histórico. Quando esta realidade toma a forma sensível do belo artístico, determina o Ideal do belo artístico. E este Ideal do belo aparece na história de várias formas fundamentais (arte simbólica, clássica e romântica), que traduzem o modo como a imaginação tenta escapar da natureza, dar forma a um conteúdo.
Para kant, o belo existe enquanto fim em si mesmo: agrada pela forma, mas não depende da atração sensível nem do conceito de utilidade ou de perfeição. A ideia do Belo, como a do Verdadeiro e do Bem, é abstrata, a-temporal, a-histórica, dá conteúdo à forma, vai além da forma.
Entre nós, foi Antero com a sua visão Hegliana, e Pascoais, com a sua visão Kantiana, que mais profundamente pensaram a arte poética.
Em Antero, apesar de atraído pelo positivismo de Proudhon e Michelet, foi a filosofia de Hegel, com a sua manifestação do ideal em arte, que mais influenciou a sua evolução intelectual, onde o lugar concedido à criação artística, enquanto manifestação do espírito humano, configura um pensamento estético singular, de cariz metafísico, no qual o belo surge como um absoluto.
No que diz respeito à sua concepção estética, Antero evolui em três estádios; no primeiro, onde se manifesta a herança estética do ideal Platónico, o sentimento e a verdade constituem o fundamento da arte e da poesia. Num segundo momento, e já profundamente imbuído da concepção hegeliana e algo positivista da arte, reconhece que a razão substituíra o sentimento, e se convertera na fonte do novo modelo naturalista da arte.
Nesta fase, Antero admite a morte da arte. À semelhança de Hegel, entende que o século XIX, como século científico e positivo, viria a prescindir da arte, por esta já não corresponder à necessidade de uma consciência que se supera, ou seja, por já não corresponder a um ideal que existe por si mesmo, e que não carece de formas sensíveis para subsistir, mesmo as «mais esplêndidas».
Numa terceira e última fase Antero defende, numa síntese entre o espírito e a natureza, entre o Sentimento e a Verdade, um estado superior da consciência que possa conciliar ciência e arte, poesia e filosofia, confirmando o Homem com o único e o último fim da arte, que é a Estética da Natureza.
O sentimento; à semelhança da intuição poética em Pascoais, seria a fonte da criação artística, em particular da poesia, e da gnoseologia a partir da noção de verdade intimamente relacionada com a espontaneidade sentimental do eu, à semelhança da imaginação em Pascoais.
A poesia, segundo Antero, a grande a verdadeira poesia, a que se escreve com uma mão sobre o coração, sem querer outros modelos além da natureza, outras leis mais que as da razão, essa vive e chega longe nos séculos.
(Continua)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

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