You are currently browsing the daily archive for Segunda-feira, 11 Junho, 2012.

O salão nobre da Câmara Municipal do Sabugal foi pequeno para acolher as centenas de pessoas que assistiram à cerimónia solene de homenagem a Pinharanda Gomes, que se realizou no Sabugal, no dia 9 de Junho, em momento prévio à inauguração do Centro de Documentação com o seu nome.

A mesa da cerimónia foi constituída por António Robalo (presidente da Câmara Municipal), Manuel Felício (bispo da Guarda), Norberto Manso, João Bigotte Chorão, Paulo Leitão Batista, Renato Epifânio, José Eduardo Franco, para além do próprio Pinharanda Gomes. Todos usaram da palavra para enaltecer o homem e a obra, num momento marcante, que juntou inúmeras pessoas, vindas dos mais variados pontos do país.
Ressaltou das intervenções a importância e a imensidão da obra escrita do filósofo quadrazenho, a qual abarca diversas áreas do saber. O bispo da Guarda, D. Manuel Felício fez questão de tomar a palavra para enaltecer a decisão de Pinharanda Gomes de se afirmar como intelectual à margem das universidades, no sentido de que estas estão divorciadas do espírito e do pensamento português. João Bigotte Chorão enalteceu o grande escritor que é Pinharanda Gomes, com uma obra multifacetada, e cuja monumentalidade o coloca no ponto mais alto dos homens de cultura do Portugal contemporâneo.
Destacou-se a presença de muitos quadrazenhos, que assistiram comovidos à cerimónia de homenagem ao ilustre conterrâneo.
Depois a comitiva deslocou-se dos Paços do Concelho para o edifício da Biblioteca Municipal, onde foi oficialmente inaugurado o Centro de Estudos Pinharanda Gomes, que reúne os livros da biblioteca pessoal do autor, que a ofereceu ao seu concelho através da Câmara Municipal. O espaço passa a estar aberto ao público, sujeito a um regulamento próprio, para que os investigadores interessados possam procurar ali matéria para os seus estudos em variadíssimas temáticas.
Um grupo de «Cantadeiras de Quadrazais», capitaneadas pela presidente da Junta de Freguesia, entoou cantigas tradicionais, perante a surpresa do homenageado, que se mostrou particularmente comovido com esta homenagem do povo da sua terra natal.
plb

Anúncios

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) promoveu, na passada quarta-feira (6 de Junho), uma iniciativa designada «Polytechnic 2 Business» destinada a divulgar, junto da comunidade empresarial, o trabalho e as competências da instituição.

Neste encontro, para além dos dirigentes do IPG, e das Escolas Superiores que integra, participaram algumas dezenas de empresários do distrito da Guarda a quem foi apresentada uma publicação que descreve os serviços e competências do Politécnico da Guarda.
Para o Presidente do IPG, Constantino Rei, esta instituição «enquanto entidade integrada no sistema de ensino e investigação, deve potenciar o conhecimento» daquilo que aqui se produz «colocando-o ao serviço das empresas e instituições da região e do país, através de uma rede de parcerias».
Ainda de acordo com Constantino Rei, «a ligação à sociedade civil, o investimento em parcerias e acordos regionais são fatores de diferenciação, que criam novas exigências e uma atitude de maior abertura e competitividade mas que, seguramente, vão conferir ao Instituto Politécnico da Guarda maior capacidade de intervenção, projetando o seu nome no meio regional, nacional e internacional».
Aludindo à publicação que foi apresentada, o Presidente do Politécnico da Guarda salientou que ela tem por objetivo contribuir para a «aproximação do instituto à sociedade envolvente, divulgando e colocando à disposição das empresas e organizações» as competências e os recursos do IPG.
Constantino Rei considerou que «muito do futuro da região joga-se no êxito destas parcerias» as quais disse esperar «sejam abraçadas por todos quantos têm responsabilidades e mais contribuem para o desenvolvimento da região».
Por outro lado, no final deste encontro, manifestou-se satisfeito pela recetividade dos participantes neste encontro que tiveram também a oportunidade de comprovar a qualidade e serviço de um grupo de alunos dos cursos de Restauração e Catering e de Gestão Hoteleira, da Escola Superior de Turismo e Hotelaria/IPG. «Foi uma excelente demonstração pratica da experiência e dos conhecimentos adquiridos que agradou a todos os presentes e constituiu, estou certo, um excelente cartão de visita da ESTH», comentou o Presidente do IPG.
Este encontro com empresários, que decorreu nas instalações do Politécnico da Guarda, foi igualmente aproveitado para a apresentação da nova marca institucional, «mais consentânea com as exigências da comunicação atual, nos seus vários suportes, e com uma cor mais forte e apelativa que se coadune com a dinâmica do IPG», tal como afirmou Constantino Rei.
O Presidente do Politécnico esclareceu que esta nova imagem vai começar a ser utilizada a partir de agora, embora o logotipo anterior se mantenha ao nível da simbologia institucional associada aos diplomas e outra documentação onde se continua a adequar essa imagem.
De referir que o novo símbolo foi buscar vários elementos identitários ao anterior, assumindo o vermelho, o branco e o preto como novas cores, justificadas nas normas gráficas que foram igualmente divulgadas.
O Instituto Politécnico da Guarda integra a Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto; a Escola Superior de Tecnologia e Gestão; a Escola Superior de Turismo e Hotelaria e a Escola Superior de Saúde. No IPG são lecionados, atualmente, 23 licenciaturas, 13 mestrados e 22 cursos de especialização tecnológica.
plb (com IPG)

O comando territorial da Guarda da GNR deteve quatro caçadores furtivos nas Freixedas, concelho de Pinhel, e um menor por furto na Mesquitela, Celorico da Beira.

Guarda Nacional RepublicanaNo dia 5 de Junho, militares do Posto Territorial das Freixedas, detiveram quatro indivíduos de 19, 20, 21 e 41 anos de idade, residentes naquela localidade, por crime relativo à caça em época de defeso. A detenção acorreu após as autoridades ouvirem disparos com arma de fogo, tendo logrado interceptar os suspeitos num caminho rural. Fiscalizada a viatura que os mesmos usavam, depararam-se com uma arma de fogo (caçadeira) de 12 mm, acompanhada por cartuchos de chumbo, zagalotes e bala, bem como uma lebre que tinham abatido. Em consequência, foi apreendida a caçadeira e cartuchos, a peça de caça e a viatura. Presentes ao Tribunal Judicial de Pinhel, ficaram com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência a aguardar a leitura da sentença.
Já no dia 4 de Junho, militares do Posto Territorial de Celorico da Beira, detiveram um menor de idade, com 16 anos, residente no concelho de Mangualde, por crime de furto de veículo. A detenção ocorreu após ter sido recebida uma chamada telefónica no Posto, comunicando que um menor de idade andava a conduzir um veículo automóvel, na localidade de Mesquitela, Celorico da Beira. Os militares apuraram que o veículo havia sido furtado em Viseu, sendo o jovem localizado e detido, sendo o veículo recuperado e entregue ao seu proprietário. Presente ao Tribunal Judicial de Viseu, ficou com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência a aguardar o julgamento.
Em 9 de Junho, militares do Núcleo de investigação Criminal de Gouveia, identificaram um indivíduo de 30 anos de idade, residente no concelho de Seia, por crime de furto em estabelecimento comercial, em Loriga, Seia. A identificação ocorreu após a comunicação do furto pelo responsável do estabelecimento comercial. O suspeito possui antecedentes criminais e confessou a autoria do crime, tendo autorizado buscas à sua residência, donde resultou a recuperação dos artigos furtados, géneros alimentícios e produtos de higiene pessoal. Os factos foram participados ao Tribunal Judicial de Seia.
plb

Estava-se em 1758. O Marquês, no início desse ano, mandou perguntar a todos os Padres do País que tutelavam paróquias uma série de coisas sobre a organização local e as potencialidades das aldeias.

O Cura Manuel Pires Leal respondeu pelo Casteleiro a 25 de Abril de 1758. Já falei dessas «Memórias Paroquiais» em síntese global. Hoje trago dois pormenores muito interessantes para reflexão de quem se interessa por estas coisas.
Lendo com pormenor e muita atenção as perguntas do Marquês e as respostas do Cura, ficam algumas hesitações espalhadas pelo nosso cérebro fora…

Hoje, dedico umas linhas a duas dessas dúvidas.
Outras poderão vir mais tarde.
Porque acreditamos que o Padre Leal respondeu com verdade e respeitando a toponímia e a localização dos casarios da época, vem-me à cabeça desde o primeiro dia em que o li, que algo não bate certo com os dias de hoje e que há contradição entre a geografia do tempo do padre e a de hoje…
Se não, leia:

1º – O Casteleiro «mudou de sítio» durante o século XIX?
Isto é: será que o Casteleiro era mais estendido lá para os lados da Ribeira e quase nada cá para os lados da estrada nacional, onde está hoje a maior parte das casas, e será que esse crescimento para o que hoje é se deu durante o século XIX? E porquê?
Atenção: na altura (século XVIII) eram apenas 500 pessoas que aqui habitavam. É certo que hoje são um pouco menos, mas já chegaram a ser perto de 1 500, antes da emigração, segundo creio.
Tenho quase a certeza de que assim era. Mas mantenho a interrogação, para já.
Vamos então à minha dúvida.
Lendo uma das respostas do Cura da Freguesia, pode parecer que o Casteleiro no século XVIII não ficava no mesmo local onde hoje está. E pode de facto ter havido um crescimento para cima. Eu explico: hoje, sem dúvida, a aldeia está organizada sobretudo em relação à estrada. O domínio crescente do automóvel durante o século XX, sobretudo a partir da II Guerra Mundial, deve ter tido essa influência: a terra que estava virada mais para a Ribeira e para Sul, agora apresenta-se mais a Norte e alargou naturalmente ao longo da estrada nacional.
De facto, à pergunta do Terreiro do Paço «Se a paróquia está fora do lugar ou dentro delle», o Padre Leal respondeu assim, com a naturalidade de um espírito rural para quem nada mais havia do que a agricultura e por isso tomando a ribeira e Cantargalo como o centro da vida dos aldeões:
«A paróquia está feita no lugar e logo junto às casas, tem uma quinta que chamam Cantargalo tem um morador; e tem outra que chamam do Espirito Santo, tem outro morador».
Repare: Cantargalo tinha um morador, era uma quinta, está «logo junto às casas».
Por isso é que me ocorre que de duas uma:
a)- ou a aldeia se espalhava muito mais do que hoje acontece ao longo da ribeira (Cantargalo hoje fica a uns bons 1 500 metros do Alvarcão, últimos terrenos com uma casa); ou
b)- o Cura Leal chamou Cantargalo ao que hoje se chama Ribeira, depois, a seguir, Tinte – é que só depois é que vem aquilo a que hoje chamamos Cantargalo…
O que me parece verosímil é que a aldeia há 250 anos se localizasse mais lá para baixo para a Carreirinha e para a Ribeira e que só mais tarde, no século seguinte, tenha começado a estender-se para cima, na direcção da estrada romana – por onde depois acabaria por ser delineada a Estrada Nacional nº 345.
Mais e mais garantido: o Padre diz aí em baixo que há uma capela de «S. Francisco que está fora do lugar quase trinta passos». É isso, não posso ter qualquer dúvida. A aldeia desenvolvia-se para Sul, vinha de Cantargalo (deve ser exagero do Padre Leal) e chegava até ao Reduto ou um pouco mais acima. Disso não podemos ter dúvidas. Porque é o Padre Leal que o afirma peremptoriamente, quando diz que a capela de São Francisco (no Largo de São Francisco) fica fora do lugar quase 30 passos.
Ou seja: a aldeia terminava antes do Terreiro de São Francisco!
Mais propriamente: terminava 30 passos antes.
Mistérios insondáveis…

2º – Haveria a meia encosta da Serra d’Opa um pequeno povoado chamado Santa Ana?
Antes de mais, uma coisa importante e já várias vezes discutida aqui no «Capeia».
Note que o padre Leal escreve «Serra d’Opa» (ver abaixo), tal e qual como já uma vez aqui defendi que se devia dizer e não «Serra da Opa» nem nada que se pareça. Há que respeitar essa pronúncia popular – o Padre de certeza que não inventou essa grafia: antes pretendeu com ela reproduzir o linguajar do Povo da «sua» terra…

Voltando à minha hipótese: haveria a meia encosta da Serra d’Opa um pequeno povoado chamado Santa Ana?
Eu explico onde fui buscar essa ideia.
Num primeiro grupo de respostas, pareceu-me que a expressão «o mesmo povo» se referia ao Casteleiro propriamente dito e nem me passou pela cabeça que fosse outra coisa.
Mas mais tarde, ao ler com mais atenção, a ideia ficou presa cá dentro: será que havia ali a meia encosta um aldeamento?
Veja por si mesmo. Baseio a dúvida em dois grupos de respostas do Cura ao Marquês:

1º grupo de respostas do Padre Leal: «À ermida de Santa Ana costumam os moradores do mesmo povo fazer romagem». «Tem quatro ermidas. Uma de S. Sebastião, esta está fora do lugar quase cem passos, e outra do Divino Espírito Santo, esta está dentro do lugar, e outra de Santa Ana, esta está fora do lugar à distância de meia légua, e outra de S. Francisco que está fora do lugar quase trinta passos e nela está erecta a irmandade dos terceiros, sujeita ao convento de Santo António da vila de Penamacor e todas estam sujeitas à igreja matriz do dito lugar de Casteleiro».
«Mesmo povo», repare. É o que o Padre escreve, sem que eu possa garantir de que «povo» (aldeia) se trata.

2º grupo de respostas: «Quase no meio da serra chamada d’Opa está a Ermida da Sancta Anna, acima já declarada, e somente os moradores do mesmo povo costumam ir lá em romagem algumas vezes».

«Os moradores do mesmo povo» (povo aqui significa claramente também aldeia) serão então os moradores do Casteleiro ou os moradores de Santa Ana?
Não sei.
Não consigo afirmar. Só coloco na interrogativa: haveria a meia encosta da Serra d’Opa um pequeno povoado chamado Santa Ana, pertencente à Freguesia do Casteleiro e hoje totalmente desaparecido?
Custa-me a crer que não deixasse restos, mas a redacção do Padre permite-me pelo menos colocar-lhe a dúvida a si…
Se quiser seguir passo a passo as «Memórias», digo-lhe mais uma vez que basta seguir o link, ou seja: basta clicar aqui.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 835 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.113.839 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios