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O Senhor Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, cumpriu a promessa de visitar a Serra das Mesas. Aconteceu ontem, dia 04 de Junho de 2012.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO Reverendo Bispo chegou ao Centro Cívico de Foios por volta das 10,30 horas onde era aguardado por um significativo número de fojeiros e fojeiras.
Depois de ter cumprimentado todas as pessoas usou da palavra para nos dar conta da enorme satisfação de estar mais uma vez em Foios.
Por volta das 11 horas todas as pessoas acompanharam o Sr. Bispo até ao planalto do Lameirão onde foi visitado o local onde vai ser construída a capela em homenagem às muitas pessoas que muito sofreram para ganhar a vida quer no contrabando quer a pastorearem os muitos e enormes rebanhos de cabras.
O Sr. Bispo gostou e aprovou o local onde vai ser construída a capela mas aquilo que Ele mais ambicionava era, na verdade, a subida ao ponto mais alto da Serra das Mesas onde vai ser implantada a mesa dos quatro bispos.
No percurso que tivemos que fazer, cerca de um quilómetro e meio, o D. Manuel Felício, em passo bastante acelarado. colocou-se à frente do grupo tendo deixado para trás a maioria das pessoas.
Já no local da Mesa, 1.256 metros de altitude, o Sr Bispo teve oportunidade de contemplar um horizonte como certamente poucas vezes lhe havia acontecido.
Lá no alto a Guarda, mais além a Serra da Estrela e a Covilhã, lá mais longe a Marofa, depois Monsanto, Vilar Formoso, Peña de Francia etc, etc.
Valeu mesmo a pena afirmava o Reverendo Bispo.
De seguida visitou-se a casa dos contrabandistas e por fim a nascente do Côa onde o Sr. Bispo já havia estado uma vez. Mas ontem foi muito diferente visto que o campo está florido, com particular destaque para as encantadoras mais amarelas.
Ficou combinado que a inauguração da capela e da Mesa dos Quatro Bispos acontecerá no último fim de semana do próximo mês de Maio de 2013.
Prometemos tudo fazer para poder satisfazer este grande sonho.
Por volta das 13 horas o grupo estava, de novo, na praça de Foios para, de seguida, viajar até ao viveiro das trutas onde o Antoine, patrão desse extraordinário complexo, recebeu e brindou o Sr. Bispo com uma visita guiada.
Quando subimos até ao restaurante já se encontrava presente o Senhor Presidente da Câmara que nos deu também a honra da sua presença no almoço convívio visto que da parte da manhã não nos pôde acompanhar por motivos de agenda.
O Povo dos Foios agradece, mais uma vez, a honra que Sua Excelência Reverendíssima nos concedeu com a Sua presença mas agradece, sobretudo, as palavras de incentivo e de encorajamento que nos deu em relação aos trabalhos que temos pela frente. Vamos tentar corresponder. O carreto já está pensado.
OBRIGADO, SENHOR BISPO, D.MANUEL.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

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Mais um ano se passou e com ele o oitavo convívio dos Badamalenses e seus amigos, como é habito o encontro foi no Parque Aventura Quinta Vinha da Ribeira, na Arrentela, Seixal.

Juntaram-se mais ou menos 180 convivas, vindos dos mais variados lugares, como Braga, Porto, Santarém, Amareleja. Até de França veio gente descendente da terra, e vindos do Concelho e proximidades, tivemos gente de Vilar Maior, Aldeia da Dona, Cerdeira do Côa, Miuzela do Côa, Bismula, Arrifana do Côa, e outras terras.
Como já é costume, foi um dia bem passado, com muita alegria e confraternização e também com brincadeira. Não faltaram as sardinhas, as febras, muitas sobremesas e, claro, «buida» com fartura. Este ano, como em anteriores, veio um autocarro com gente de Badamalos e de algumas Freguesias amigas,
Foi mais um ensaio para as festas do Mês de Agosto, que acontecerão nos dias 18,19,20 e 24. Badamalos espera por todos de braços abertos.

PS: Obrigado a todos os que apareceram, em especial a quem mais uma vez ajudou na logística deste evento. Para o ano há mais.
João Afonso

O crítico literário João Bigotte Chorão e o escritor Miguel Real estarão no Sabugal no próximo dia 9 de Junho (sábado), por ocasião da inauguração do Centro de Estudos Pinharanda Gomes.

Às 15 horas terá lugar uma cerimónia solene, a realizar no Salão Nobre da Câmara Municipal do Sabugal, onde intervirão João Bigotte Chorão e Miguel Real, que falarão da obra do escritor e pensador Jesué Pinharanda Gomes.
Seguidamente será inaugurado o Centro de Estudos, sito no edifício da Biblioteca Nacional, na rua Luís de Camões.
Pinharanda Gomes nasceu em Quadrazais em 1939. Estudou na Guarda e fixou-se em Lisboa, onde seguiu a carreira profissional numa empresa comercial, e onde se dedicou a uma intensa actividade de investigador independente e escritor. Como pensador beneficiou do magistério filosófico de Álvaro Ribeiro e José Marinho, inserindo-se no «Movimento da Filosofia Portuguesa», seguidora da herança de Leonardo Coimbra.
Escreveu e editou centenas de títulos, focados em diferentes áreas, como a Filosofia, História, Etnografia, Teologia, Geografia, Linguística e Literatura. Colaborou com mais de uma centena de jornais e revistas e proferiu cerca de 250 conferências.
É membro de diversas academias, entre elas a Academia Internacional da Cultura Portuguesa e a Academia Portuguesa da História.
Para além do manancial de livros que editou colaborou em diversas Enciclopédias, de onde se destacam a Verbo, Logos, Enciclopédia de Fátima e Dicionário da História Religiosa de Portugal.
Miguel Real, no seu extenso volume «O Pensamento Português Contemporâneo 1890-2010» dedica um capítulo ao pensador quadrazenho, que intitula: «Jesué Pinharanda Gomes (1939) – O Peregrino de Deus». Daí colhemos esta citação reveladora do valor da obra monumental de Pinharanda Gomes:
«Pinharanda Gomes estatui o seu pensamento do lado do peregrino que busca uma estalagem para o descanso do pensamento, sabendo que este se constitui como uma longa caminhada tortuosa, uma longa escadaria labiríntica, sem princípio nem fim que não seja o da transcendência da Graça. (…)
Nesta peregrinação labiríntica, o pensamento de Pinharanda Gomes não se perde – uma bússola espiritual orienta o caminho do viandante, indicando o Norte permanente da Filosofia Portuguesa.»
plb

É verdade querido leitor(a), muito deve o nosso País e principalmente o nosso Concelho aos emigrantes. A emigração está sempre ligada à economia, por isso, o «milagre económico» da Europa pós II Guerra Mundial dependeu muito da contribuição dos emigrantes e das remessas que mandavam para casa. Remessas essas que em Portugal correspondiam a 50 por cento do lucro das exportações do País.

António EmidioEste artigo não irá falar da componente económica da emigração no nosso Concelho, mas sim no começo de uma transformação cultural, social e também, em menor grau, política, que esta mesma emigração nos trouxe, principalmente pós Maio de 68 em França.
Foi tremendo o choque cultural de quem saiu de uma região como a nossa, predominantemente agrícola, onde nada havia e nada se passava, onde a luz eléctrica era uma raridade e outras necessidades básicas do homem eram um luxo ao alcance somente de uma pequena classe social e, mesmo esta não nadava num mar de abundância. A Guerra do Ultramar era muito distante e «silenciosa» as cartas dos soldados para as suas famílias eram lidas na maior parte das vezes por outrem, porque o analfabetismo a isso obrigava. Eramos um País isolado que olhava para o Atlântico, para o Império e para o Brasil. O Brasil tinha sido destino da emigração portuguesa desde o século XIX, a Argentina, outro país atlântico, tinha-o sido em princípios do século XX.
O que era a Europa? Uma desconhecida. Para Leste, o mais longe onde chegava a percepção de país e continente era até ao Pirenéus, era a nossa vizinha Espanha, companheira de ditadura, de emigração e de um nacional-catolicismo. Até que um dia alguém nos ensinou o que era a Europa, foram os emigrantes. O mês das suas férias, Agosto, converteu-se num mês de cor e alegria, de Liberdade, de rebeldia e de rechaço ao poder político que nos dominava. Conheciam já a Democracia e a Liberdade. Confrontavam-se à chegada com o mesmo que tinham deixado à partida, o receio de falar de questões políticas e sociais, a repressão sexual e a intransigência religiosa. Isso já não os amedrontava, as jovens já vestiam as suas calças, as suas mini-saias e os seus bikinis (o primeiro que vi no nosso Concelho, e bem atrevido, foi nas margens do Côa, no Roque Amador) amavam e beijavam os seus namorados em público, eles já vestiam os seus fatos calçando ao mesmo tempo sapatilhas, numa altura em que a maioria de nós só vestia o fato ao Domingo com os sapatos bem engraxados para ir à missa. A juventude europeia, principalmente a francesa, já tinha saído à rua com reivindicações anti-autoritárias, feministas e democráticas. O vestuário era importante, o vestuário específico dos jovens era uma afirmação de independência ou até de revolta.
Outro factor importante foi a música, em Portugal já havia grupos rock, grupos de rock português, mas a rádio ainda não os passava com muita frequência. Os jovens emigrantes e, os que aqui estudavam e iam passar uns dias de férias a casa dos pais que estavam emigrados na frança ou na Alemanha começaram a fazer a diferença. No princípio a música mais em voga era a francesa, Adamo, Silvie Vartan, Johnnny Halliday entre outros. Os emigrantes alemães, como a Alemanha estava mais exposta à música Anglo Saxónica já traziam Beatles e Rolling Stones. Dançou-se muitas vezes ao som de Hey jude e Satisfaction. Há outra razão importante para a mudança de música, no princípio a música francesa e também a italiana (esta romântica) eram as dominantes na Europa, mas depressa foram ultrapassadas pela Anglo Saxónica. Isto, os bailes e a música iam contra a decência e contra a pureza de costumes, ambas as coisas vigiadas pela Igreja e pelo Regime. Um baile particular numa garagem, por mais inocente que fosse, e tinha de o ser, podia transformar-se num escândalo. Recordo um dia em que um baile desses foi apelidado pelos senhores do regime como um «baile de putas». Quem dançou e se divertiu não temeu, indignou-se com essa afirmação. Isto querido leitor(a), eram tensões entre gerações, que também as havia nos países democráticos europeus, mas aqui tinham outro cunho.
Quanto à questão da língua, como é natural há um afrancesamento por parte dos emigrantes, mas que não interferiu com a língua autóctone, embora tenham ficado algumas expressões que são empregues em momentos de brincadeira.
Deixo para o fim a questão política, os emigrantes não vieram fazer revoluções, mas a sua indignação e a sua revolta traduziam-se numa rebeldia perante o poder político instituído e uma Igreja rural. Abordava-se a Guerra Colonial, mas muito «subterraneamente». Ouvia-se, mas muito pouco, a canção de protesto francesa. No nosso concelho, presumo que as autoridades políticas não tivessem mandado vigiar os emigrantes receando a subversão política e social, mas nas regiões industriais, aí sim, eram vigiados pela polícia política, compreende-se que assim fosse, subverter operários era diferente de subverter camponeses conservadores.
Com a emigração, assiste-se também ao início de uma mudança no campo social. Alguma da burguesia rural do concelho começou a perder poder económico. Em Portugal, nos finais dos anos sessenta começa uma ténue industrialização, dá-se então a partida do campo para a cidade, juntando a isto a emigração que tinha levado tanta mão-de-obra, os terrenos agrícolas começaram a ficar sem ninguém para os cultivar. Alguns emigrantes compraram esses terrenos. O poder de compra, o dinheiro, passa a estar nas mãos deles, a burguesia rural, alguma dela, começou a empobrecer e teve que procurar outros meios de subsistência.

O Concelho mudou na sua forma de se expressar e até de funcionar, não num ponto de vista político, a luta política era à partida uma causa perdida, mas ganhou-se socialmente, na relação entre homens e mulheres e entre pais e filhos. Também isto devemos aos emigrantes.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

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