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«Menos paixão e mais razão» é tema deste documentário sobre a reforma administrativa autárquica que para uns será demagógico e para outros uma realidade inevitável.



O documentário é da autoria do grupo parlamentar do PSD. Compara o séc. XIX com o séc. XXI em termos tecnológicos e evolução científica mas faz o que todos os estudos fazem – esquece as pessoas. Vale o que vale.
jcl

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Quero dizer-vos algumas palavras acerca do Encontro de Agentes de Viagens ao Concelho do Sabugal. Tudo começou com um convite que lhes enderecei, há cerca de fim de mês e meio, para visitarem o concelho e conhecerem de perto a gastronomia e outras valências a fim de, numa fase posterior, elaborarem roteiros turísticos que contemplem a região raiana.

(Clique nas imagens para ampliar.)

A vinda deles só foi possível graças à pertinácia e persistência junto dos empresários e dos poderes públicos. Não foi fácil convencê-los da importância para a região da vinda destes especialistas de turismo. Uma luta ganha da qual nunca me arrependerei. Amo este concelho tão esquecido e desconhecido aquém e além-fronteiras.
Depois de todo este trabalho de relacionamento e compromissos firmados, cá chegaram na sexta-feira, dia 4 de Maio de 12, os agentes turísticos tão ansiosamente desejados, partindo para Lisboa no domingo à tarde, dia 6 do mesmo mês.
Tendo por base a Rota dos Cinco Castelos percorreram o concelho tomando contacto com a nossa gente, os nossos hábitos, e os nossos usos e costumes. Provaram a nossa comida e deliciaram-se com ela; visitaram os nossos castelos e admiraram a sua beleza majestática; olharam as nossas paisagens e deleitaram-se com os vales, as serras, o rio e as ribeiras que as constituem. Ficaram impressionados com o que viram e comeram e estou plenamente convencido que farão tudo o que estiver ao seu alcance para trazerem turistas ao Concelho do Sabugal.
Tanto os Hotéis, como os restaurantes e as casas de turismo rural aproveitaram a sua estadia, entre nós, para trocarem informações e conhecimentos, mas também aproveitaram para encetarem negócios possíveis num futuro que se espera bem próximo.
O levantamento das potencialidades turísticas, que temos para oferecer a quem nos visita, foi feito e relatado via oral ou através de um Questionário que lhes foi entregue à chegada e que contemplava todos os lugares por onde passaram ou restaurantes aonde comeram. A análise do questionário permite-me dizer que a gastronomia e a paisagem beirã, aonde se incluem os castelos, constituem os ex-libris do Concelho do Sabugal. Ressalta igualmente na necessidade de se apostar, cada vez mais num turismo com qualidade, a preços sempre concorrenciais, a única fórmula de sobrevivência num mercado altamente organizado e competitivo.
Os organizadores tiraram as suas conclusões, caberá também às entidades privadas e públicas que participaram tirarem as suas conclusões para que esta e outras iniciativas não caiam no rol do esquecimento. Pela nossa parte cabe-nos a árdua tarefa de conciliar o aparentemente inconciliável, com o propósito de defender um rico património que urge preservar a VIDA HUMANA.
Uma palavra de agradecimento à Natália Bispo pelo carinho com que acolheu a iniciativa. Tudo faremos para lutar contra a desertificação a que têm votado a nossa terra. A semente foi lançada à terra, agora é fundamental adobá-la para fortalecer o tronco e dar bons frutos no futuro.
Alberto Martins Luís

Os tempos que vivemos mudam rapidamente, e tão rapidamente, que se torna difícil registar as mudanças que vão surgindo pelo mundo. Mas antes das mudanças, algumas referências que me parecem importantes. O mês de Maio comemora datas importantes e que merecem ser referenciadas.

O 1º de Maio, dia do trabalhador. A comemoração deste dia é uma conquista alcançada pelos trabalhadores e pelos sindicatos. Representa, precisamente, a conquista de direitos e garantias no trabalho. Li, por essa altura, aqui no blogue, um comentário a um artigo, em que falava no fim do 1º de Maio, pois já não há trabalhadores. A ideia faz sentido. O governo devia acabar com o feriado do 1º de Maio. Razões? Ao ritmo a que o governo empobrece o país e o número galopante de desempregados, rapidamente não haverá trabalhadores. Portanto, faz sentido acabar com o 1º de Maio como feriado. Resposta do primeiro-ministro: habituem-se!
A três de Maio, comemora-se o dia da Liberdade de Expressão. Quase nem nos damos conta da importância do uso e do usufruto desta liberdade. Habituámo-nos a dizer, a expressar livremente o pensamento e nem pensamos que esta é uma das mais significativas conquistas de Abril. Pilar de uma sociedade autónoma e livre.
8 de Maio, dia da Vitória. Comemora-se a vitória dos Aliados sobre a Alemanha Nazi.
9 de Maio, dia da Europa. È urgente pensar ou repensar a Europa. Pois ela afasta-se cada vez mais dos cidadãos e, dessa forma, afasta-se de si mesma. Os princípios e os objectivos que levaram à sua criação estão a ser ignorados. E o colapso do projecto europeu é um fracasso civilizacional. E contra a corrente, proponho que este dia seja feriado em todos os países da União Europeia! E esta semana lá veio o senhor ministro da economia com aquele ar de quem saiu da tasca lembrar que existem estudos quanto ao benefício de acabar com os feriados. Estamos safos! Com o fim dos feriados, Portugal sai da crise num instante, se acabarmos com mais dois feriados ficamos, quase de certeza, com super havit! Mas eu também posso dizer que existem estudos que apontam para um benefício da economia com a existência de feriados. É que, quanto a estudos, volto a repetir, nunca se sabe quem os fez, quem os encomendou e onde estão.
Todavia, o que foi verdadeiramente importante esta semana, foi um estudo/relatório internacional sobre o nível da «cunha», colocando Portugal como o país onde a «cunha» é mais usada. Só que o estudo não incide sobre a sociedade em geral, mas sobre os políticos e os governantes! E estes são considerados os mais corruptos. Assim de clarinho. E quando ouço estas notícias, lá me vem à memória, o caso Face oculta, Freeport’s, Portucale’s, a licenciatura do outro, BPN’s, … só para citar alguns.
Na segunda-feira, dia 7, a TVI (passe a publicidade), mostrou uma interessante reportagem sobre a electricidade/energia. As barragens e as eólicas. Parece que foi de propósito. Pois a reportagem mostra como o estado fez, faz, negócios excelentes para as empresas e ruinosos para os contribuintes e para o país! Provou-se que não era necessário construir mais barragens. Pois as barragens existentes já estão aplicar o sistema de bombagem de água. Ou seja, a mesma água vai passar pelas turbinas as vezes que a barragem quiser. E este plano, de apetrechar as barragens com este sistema, já estava a ser implementado, quando o anterior governo anunciou com pompa o fim da foz do rio Tua e da sua linha férrea e o fim do único rio selvagem em toda a Europa, o rio Sabor. E para quê? Para encher os bolsos a uns quantos amigos. É o contribuinte e cliente da EDP que paga a electricidade produzida pelas eólicas a um preço exorbitante. E o negócio foi tão bem feito que, às eólicas, está garantido o dinheiro mesmo sem electricidade. Não há absolutamente nenhum risco. Uma maravilha!
Sobre estes roubos, literalmente, não ouvimos uma única palavra do senhor primeiro-ministro, nem do todo poderoso e soturno ministro das finanças. Nada. No entanto sabemos bem em quem batem… são uns valentões!
Agora, par o fim, quero falar-vos das mudanças. Elas começam mais lá atrás no tempo. Começam com a primeira volta das eleições presidenciais francesas e com a vitória do sr. Hollande, socialista e que, na campanha eleitoral, endureceu o discurso contra uma Europa míope quanto às pessoas e obcecada com a austeridade quanto à economia. Bastou esta pequena vitória para colocar todos os líderes europeus a dizer que sim senhor, é preciso outra atitude e outras políticas. Até a senhora Merkel mudou o discurso e até já admite, vejam, admite repensar o plano para Europa. Pois bem, o sr. Hollande ganhou as eleições presidenciais em França. Pela primeira vez na história da república francesa um presidente não foi reeleito. Creio que está tudo dito. A próxima, acreditem, é a senhora Merkel, na Alemanha, a ser corrida. É esta a grande virtude da democracia, ninguém é dono do voto do cidadão. O facto é que o discurso europeu mudou. E irá mudar muito mais. Pois a Europa está a ser conduzida por gente medíocre e para um beco sem saída.
Por cá, realizou-se esse encontro luso-espanhol. Dos discursos inócuos e repetitivos, sobra-me uma imagem: um está roto e o outro está nu.
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

Comemoram-se este ano os cinquenta anos da fundação do Agrupamento 160 do CNE na cidade albicastrense. As suas origens remontam aos anos 1957/58, em que D. Agostinho de Moura quis que o Escutismo fosse uma realidade em Castelo Branco.

A semente foi o Clan S. Miguel, a funcionar no Seminário Maior de Portalegre, de que faziam parte três jovens seminaristas José Dias da Costa, Luís Moreira Armando e João Ribeiro. Assim, Acácio da Silva Meira Rosado, Arnaldo Vieira, Maria Teresa Cardoso Salema, Mila Rosado, Joaquim de Sousa Castanheira, Padre João de Deus e Maria Graciete Santos Quintas, lançaram 1962 mãos à obra escutista e fundaram o escutismo em Castelo Branco, oficializado nos Serviços Centrais na O. S. nº 222, funcionando como sede no Arco do Bispo na sede da J.OC., e mais tarde na Rua Ruivo Godinho. Mais tarde passou para o edifício onde hoje funciona o Conservatório Regional de Música. Estava criada esta grande escola da vida com os valores do Escutismo e da Igreja para a juventude albicastrense.
No dia 14 de Abril na Biblioteca Municipal decorreu uma sessão comemorativa desta efeméride com dois momentos importantes: a inauguração no átrio da mesma de uma exposição sob o lema «AO ENCONTRO DA HISTÓRIA… RUMO AO CENTENÁRIO», e uma palestra do Chefe João Aramando, Membro do Comité Mundial do Escutismo, sobre o «ESCUTISMO SÉCULO XXI», tendo como moderador o Dr. José Pires, também escuteiro do Agrupamento de Castelo Branco.
Com o auditório da Biblioteca repleta de escuteiros, familiares e amigos, abriu a sessão o Chefe do Agrupamento José dos Santos Mendes que saudou todos os presentes, prestou homenagem aos dirigentes e escuteiros da atualidade, os que passaram por esta instituição, sem esquecer aqueles que já estão no eterno acampamento. Esta Escola de valores que é o escutismo merece que a cidade de Castelo Branco tem de apoiar, para bem da sua juventude.
O conferencista o dirigente João Armando pretendeu partilhar reflexões, para passar um pouco para os desafios do Escutismo no Século XXI. Já somos Escuteiros deste século. Lança algumas perguntas. Como éramos há vinte anos atrás? O Escutismo esteve sempre ligado à sociedade. É perigoso falar sobre o Escutismo neste século. O mundo mudou…e muito. Aqui aponto as mudanças:
Acesso à informação – o maior desafio que nos é apresentado é selecionar a informação. Temos de ajudar os mais novos a escolher a qualidade da informação. Hoje o acesso é imediato. Deve fazer-nos pensar.
Novas formas de comunicação – Hoje estamos ligados a todos. Hoje não estamos a falar sozinhos.Com os SMS, mails, telemóveis. Estamos em rede.
Novas formas de relacionamento – Não estamos sozinhos. Hoje temos muitos “ amigos” e partilhamos com eles muitas coisas.
Acesso aos recursos – Parece um paradoxo com a crise com que vivemos, mas sabemos a oportunidade de recursos que existem e se aproveitam.
Crescente mobilidade – Sabemos a deslocação que se verifica com as pessoas pelos mais diversos motivos. Vejam o que é isto em termos escutistas. Antes estávamos fechados e não passávamos de Badajoz. E hoje? Vejam os fluxos migratórios no nosso País, na Europa, no Mundo.
Sociedades multiculturais – hoje no nosso ensino há nas turmas alunos de várias nacionalidades. O Escutismo tem de repensar o seu oferecimento. Esta “ mistura “ podem trazer grandes benefícios para a Escola Escutista.
Mudanças demográficas – no Ocidente cada vez mais envelhecido. Em África, Ásia nascem mais pessoas. Portugal é o segundo país do mundo com menos natalidade. Não vamos ter crianças e dirigentes «velhos», na idade.
Novas formas de trabalho e organização – no século passado víamos a divisão de trabalho as hierarquias chefias. Hoje, as normas são diferentes com as novas tecnologias. Estão em mudança as relações laborais.
No CNE. Estamos habituados a uma organização com fluxos verticais de pedir ao outro. Algo terá de ser mudado. Ginasticar com novas formas de pensar e de nos organizarmos uns com os outros.
Oportunidades internacionais – todos conhecem os esquemas de voluntariado, Erasmus, oferta e troca de vivências esporádicas de turismo.
Globalização – cada vez mais estamos ligados aos sectores políticos, económicos, sociais e ambientais e naturais.
O mundo amanhã como será? Como será daqui a cinquenta anos? Como estará o Escutismo posicionado?
O futuro do escutismo passa por:
Valorizar experiências com significado.
Consciência coletiva de um mundo melhor – fazer parte da grande família, cuidarmos do local onde habitamos, a boa ação, seguida por outras ações.
Organização – que as pessoas se sintam bem no seu processo de desenvolvimento.
Tribos – em mantas de retalhos, no encontro do bem comum. Organização em grupos e na defesa dos seus interesses. Saber «cozer» esses retalhos.
A missão e o peso – das mulheres que vão aumentar o seu número na sociedade, e no escutismo são em maior número que os homens. É interessante e importante pensar neste facto para olhar para o futuro.
Que escutismo amanhã? – Apresento um caleidoscópio que passa por reforçar os propósitos educativos, centrar a atenção pedagógica a nível local, responder às exigências da própria multiculturalidade, equilíbrio entre a tradição e renovação, sentido vivencial da pedagogia escutista, reforçar realidades extra escutistas e diversificar a presença dos adultos.
Os sinais do futuro estão na missão educativa, ambiente de aprendizagem, experiência intensa (hard skills et softskills), espaço de liberdade e aventura, um ponto de encontro de amigos, mais global, mais internacional, mais urbano, adaptação aos diferentes «tubos» de digital, mais colaborativo e aberto e uma organização mais «plana», isto é o retorno do perfil do movimento, menos burocracias, nível local ao mundial, uso a fundo das tecnologias na comunicação, formação, entrada na era
Seguiu-se um debate vivo, com perguntas por parte dos jovens escuteiros e as respostas do conferencista sobre esta temática.
Era final de tarde quando abandonei as instalações da Biblioteca Municipal de Castelo Branco, sentindo-me muito feliz por ali ter estado. Dei o último olhar pela enriquecedora e histórica exposição, que aconselho uma visita. Vieram-me à memória tantos momentos felizes vividos, quando admirei as fotografias dos meus dois filhos quando no espaço da Senhora de Mercules,
Fizeram as suas Promessas de Lobitos, dos acampamentos, dos convívios, da amizade dos dirigentes como o Chefe Arnaldo, Félix, Mendes, Armindo, Fátima (Fatuxa), e a Chefe Etelvira, e tantos outros, que com os seus ensinamentos escutistas, os meus filhos aprenderam valores cívicos, de amor à natureza que nunca mais esqueceram. Nesta hora vai a minha gratidão para estes homens e mulheres que gratuitamente colaboraram e colaboram na formação global dos jovens albicastrenses e lhes apontavam e indicam caminhos de fé, de solidariedade, de verdade, de justiça e de amor à natureza.
PARABÉNS AO AGRUPAMENTO 160 DO CNE DE CASTELO BRANCO.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

JOAQUIM SAPINHO

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