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Cascais acolheu no passado fim-de-semana o Campeonato Nacional Infantil, Iniciado e Juvenil de Karate, onde o atleta Diogo Rafael, do KS Trancoso, recebeu a Medalha de Bronze.

Diogo Rafael ficou em 3.º Lugar

A organização da prova esteve a cargo da Federação Nacional de Karate de Portugal, em parceria com a Liga Portuguesa de Karate-Do.
Nesta que foi a ultima prova do calendário federativo, estiveram presentes centenas de jovens até aos 13 anos oriundos de todo o continente e ilhas, que lutaram não só por um lugar de pódio mas também pela entrada no processo de preparação com vista à participação de Portugal no Campeonato Europeu 2014 que será realizado no nosso país.
A associação nacional local (Portugal Kyokai Karate-do Shotokan) fez-se representar por 6 atletas.
Diogo Rafael (KS Trancoso), o atleta mais experiente desta comitiva, como era esperado teve uma excelente prestação ganhando todas as eliminatórias, perdendo apenas, e pela diferença mínima de 3-2, a final da sua pool o que o impediu de disputar a final. Na repescagem não teve qualquer dificuldade em alcançar a medalha de bronze.
Iara Silva (AEKS) que participou pela primeira vez nesta prova conseguiu logo na sua estreia disputar a medalha de bronze, a qual lhe escapou pela diferença mínima de apenas uma bandeira. 5º Lugar Kata Iniciado, um excelente resultado para esta jovem atleta.
João Domingues (AEKS) ganhou várias eliminatórias, alcançando a semifinal da sua pool, o que lhe deu o 7º Lugar na prova de Kumite Juvenil -60Kg.
Estiveram também presentes Anaisa Cardoso (KSTrancoso), Rafael Cruz (NKSPinhel) e Soraia Marques (NKSPinhel), que embora tenham ganho algumas eliminatórias não conseguiram alcançar um lugar de pódio.
Rui Jerónimo

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A Associação Transcudânia promoveu no concelho do Sabugal, Freguesia de Malcata, a exposição «Lince Ibérico: A sua história em Portugal».

Exposição MalcataA exposição pôde ser visitada entre os dias 23 de Março e 1 de Maio, no Forno Comunitário da aldeia de Malcata. Durante este período, cerca de duas centenas as pessoas visitaram a exposição, vindas de diferentes pontos do país (Porto, Coimbra, Aveiro, Elvas, Lisboa, Guarda, Setúbal e de várias freguesias do concelho do Sabugal) e da Europa, nomeadamente de Inglaterra.
Os responsáveis da Associação Transcudânia mostraram agrado face ao número de visitantes e ao interesse em conhecerem a história de um animal que está ligado à serra da Malcata e ao concelho do Sabugal. Revelaram estar espacialmente gratos aos parceiros que tornaram o evento possível no concelho, nomeadamente a Associação Cultural e Desportiva de Malcata e a Junta de Freguesia de Malcata, que acarinharam e dinamizaram o projecto, à ADES, que disponibilizou os cavaletes para os quadros, à Aldina Amândio, que elaborou os cartazes, e à Liga Portuguesa da Natureza, pela disponibilidade e profissionalismo com que orientou o projecto.
A Exposição «Lince Ibérico: A sua história em Portugal» regressará em breve ao concelho do Sabugal, para ser recebida pela Junta de Freguesia dos Fóios, entre os dias 26 de Julho e 24 de Agosto.
plb (com Transcudânia)

Irei contar neste espaço do Capeia Arraiana algumas estórias verdadeiras vividas no Vale da Senhora da Póvoa, as quais me chegaram por duas vias.

José Jorge CameiraA minha Tia Ana (irmã do meu Avô) nasceu em 1886 e faleceu com 99 anos. Era uma mulher perspicaz, alta e forte, de quem eu confesso que tinha medo, uma chapada dela matava-me de certeza e por isso tive de aprender a correr muito. Juntamente com outras irmãs, irmãos e sobrinhos, naquelas noites de Inverno gélido características da região, ficavam à roda do lume de chão, com as panelas de ferro onde se fazia o comer e normalmente dependuradas pelas trempes negras de fumo que surgiam dos interiores já bem encarvoados da lareira. Foi nessas noites que ela me contou algumas estórias que ainda recordo.
Outra fonte foi o Ti Manel Adriano era homem alto, corpulento, mas perneta. Vivia de fazer vassouras e vendê-las ao povo. Tinha uma perna de pau e apoiava-se num grande e ameaçador bordão. No Inverno usava um grande e pesado capote amarelado, que mais parecia um cobertor de pápa. Quando se ouvia o toc-toc da perna postiça nas pedras da Rua Direita já se sabia que ele ia para casa. Era então que a moçada ia atrás dele injuriando-o e atirando-lhe pedrinhas. Ele então virava-se para trás, fazia zunir no ar o bordão em círculo e lançava um grito pior que um rugido de leão:
– ARREDA QUE VAI DA PÓSTA!
E os passarinhos em forma de gente fugiam chilreando pela ladeira da Igreja acima…
Eu, ou por lhe ter medo ou por pensar que fosse contar ao meu Avô (o tenente Cameira, então Presidente da Junta de Freguesia) que eu também o «judiava», o que originaria as inerentes sevícias, nunca me meti com ele. O que me valeu ser pessoa, melhor dizendo menino, com elevado estatuto de confiança junto de si.
Daí que ele me contou muitas das estórias que guardava na memória. As narrações aconteciam numa escadaria de recanto que havia do lado esquerdo de quem desce a Rua Direita, antes do Chafariz. Mas algo insólito aconteceu um dia comigo e com ele. Ainda hoje não sei os porquês, uma tarde o Ti Manel Adriano pede lá em casa que me deixem ir jantar à casa dele…
Vestiram-me um calçanito branco ou beje e lá fui todo lampeiro, até levei uma garrafa de vinho, lá na nossa casa havia várias pipas cheias.
O Ti Manuel Adriana fez-me sentar num mocho (esses banquinhos baixos, feitos de folhas grossas de cortiça) enquanto o crepitar da lareira fazia o guisado de carne. Assim foi, comi daquilo à farta, sabe melhor na casa dos outros e ainda mais por insistência dele. Pelas 11 da noite, sonolento, voltei para casa e no outro dia havia risada da grande por parte das minhas primas!
É que na retaguarda dos meus calções estava desenhado a negro da fuligem o tal mocho onde me sentara na casa do Ti Manel Adriano!
Decorriam os anos de 1940 e havia imensas convulsões políticas, sociais e bélicas por essa Europa. Acabara uma guerra que fora um balão de ensaio para outra bem mais mortífera.
Em Portugal reinava esse Cônsul déspota de nome Salazar, que urdia planos camaleónicos – ora autorizava os ingleses e americanos a utilizarem os Açores e a Madeira, para apoio logístico de aviões e barcos carregados de bombas nos bojos, ora vendia ao III Reich de Hitler e Goering, alguns produtos alimentares em conserva e determinado minério, matéria prima necessária para os fabrico de blindados Panzers para o Africa Corps do nazi Himmler no Norte de África.
Esse minério – o volfrâmio – sempre o houve no Vale da Senhora da Póvoa, já os Romanos, Celtas e Mouros sabiam disso!
Houve um conterrâneo do Vale de Lobo (em 1955 mudou o nome para Vale da Senhora da Póvoa), o Ti Valdemar Carolo (nome fictício), que passava a vida apascentando as suas cabras um pouco mais acima da Ermida da Senhora da Póvoa, em Sortelha-a-Velha, nos contrafortes de cá da Serra da Opa, vigiando-as não fosse o demo empurrá-las para dentro de uns buracos que por ali havia tapados por silvas. O rebanho era controlado por estridentes assobiadelas e o zurzir sonante das varas de marmeleiro e por um possante cão rafeiro, que malhava dentadas nos animais mais ariscos.
Tornou-se dono desses tais buracos onde os antigos extraíam essa «coisa» pesadota, bem escura e de cheiro pestoso.
Há uma estória – será lenda? – em que um dia o Ti Valdemar terá visto uma alcateia de lobos descer a encosta da Serra da Opa, vindo dos lados do Anascer. Tendo enxotado as suas cabras em direcção à aldeia, atraiu para si esses predadores, empoleirando-se no alto de uma árvore e ali permanecendo dois dias e duas noites, até que os bichos abalaram, cansados de tanta espera…
Será que vem daí o nome «Vale de Lobo»?

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Esta e outras «estórias» que se seguirão nesta coluna serão contadas semanalmente pelo José Jorge Cameira, um filho do Vale da Senhora da Póvoa (que noutro tempo se chamou Vale de Lobo) e da Moita, que está radicado na cidade de Beja, onde vive e trabalha há muitos anos.
jcl e plb

Têm sido risonhas as madrugadas e soalheiras as manhãs. As tardes, velozes e secas, têm cruzado um ano fazedor de história em matéria de falta de chuva. Os serviços meteorológicos têm insistido na necessidade de recuar, profundamente, no tempo e na história das medições para nos garantir que, um ano assim, só há mais de oitenta anos.

Primavera Seca

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»A meteorologia estuda, evidentemente, a orientação do vento, a qualidade do ar, a força e a frequência de eventuais tempestades. Compara a escassez de humidade com chuvas diluvianas e conclui que, neste ano, é quase certa a continuação da seca.
Uma sondagem recentemente divulgada confirma que mais de trinta por cento das conversas têm começado pelo assunto do tempo. Eis, portanto, a prova de que a seca tem sido motivo de aflição tal como têm sido aflitivas outras adversidades (porventura económicas).
Os velhos do interior raiano, esses eternos e verdadeiros conhecedores do tempo, observam exaustivamente as centenas de sinais que indicam no horizonte a eventual presença ou ausência de chuva. Consideram tais indícios pequenos tesouros, pormenores de luxo, que constituem base de referência para as suas previsões. Têm concluído que a seca vai continuar.
Pouco antes da minha quase diária volta do fim de tarde, ofereceu-se-me um horizonte dilatado pelas alturas. Também eu me baseio no que tenho bebido da sabedoria popular, decalcada de deliciosas histórias e de algumas vivências de infância em manhãs e tardes que, ora passadas, se me representam na memória. Também eu tento interpretar sinais, ler futuros de chuvas, saber dos calores ou dos frescos, analisar húmidos detalhes. Também eu tento tornar útil o meu conhecimento. Concluo (verdade provada) que este é um ano mau, até no tempo!
Ora, se as preocupações já sobejavam, junta-se-lhes, então, um tempo de amarga secura.
Hoje, tarde de terça, dia de março quente com o dialho no ventre, olho o horizonte e só as palavras simples me motivam. A simplicidade ajuda, claro, seja qual for a matéria, seja qual for o tema, seja qual for a luta.
Constato, portanto, a realidade da vida e (re)olhando o horizonte, ausente de chuva e prematuramente primaveril, reconheço a dureza da seca e a dureza da vida, tantas vezes um quase prematuro inferno!
Mas não, nem tudo pode ser mau. A Primavera está no seu início. Por coincidência (feliz) cruzou-se, recentemente, com o dia nacional da poesia , 21 de março. Ora, a poesia é síntese do real e pode ser síntese do tempo. Limpa a realidade de pequenez e de imbecilidade. Não será, portanto, de admirar que a poesia melhore o tempo. A sua força é imensurável! Florbela Espanca esclarece que a poesia faz os homens maiores do que os homens.
Então que o ar poético da Primavera, ainda que sem chuva e sem muitas nem difíceis palavras (essas poderão soar-me a lugar comum) seja uma espécie de cura. Que nos tranquilize. Que nos componha um pouco a vida.
Valha-nos, ao menos, o ar poético primaveril.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

JOAQUIM SAPINHO

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