You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 25 Abril, 2012.

No sábado, dia 28 de Abril, actuam no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG), às 21h30, os portugueses Fingertips. A banda acaba de lançar o disco «2» e vem ao TMG mostrá-lo.

Os Fingertips iniciaram em 2003 a sua carreira com o lançamento do disco «All ‘Bout Smoke ‘n Mirrors» e atingiram o 1º lugar de airplay nas rádios com o single «Melancholic Ballad». Seguiram-se mais duas edições: «Catharsis» em 2006 e «Live Act» em 2007.
Em 2010 a Banda segue um novo rumo e procura uma nova Voz. Entre muitos candidatos, Joana Gomes foi a escolhida, tendo gravado de seguida o álbum «Venice», editado no início de 2011.
Com um novo disco «2» e o novo single «Running Out of Time» a ganhar a atenção das rádios, os Fingertips fazem nestes primeiros meses do ano uma digressão por algumas das principais salas do país onde apresentam as novas músicas e um novo espectáculo.
Durante a tarde de sábado a banda promove ainda no Café Concerto do TMG um «Workshop de Bateria» destinado a apaixonados, curiosos ou estudiosos da percussão. A sessão começa às 16h00 e será orientada pelo baterista dos Fingertips, Marito Marques. O workshop tem entrada livre.

Teatro no Café Concerto
No próximo dia 27 de Abril, sexta-feira, o TMG apresenta no Café Concerto às 22h o monólogo «Adalberto Silva Silva – um espectáculo de realidade». Uma comédia de Jacinto Lucas Pires com a interpretação do actor Ivo Alexandre.
«Adalberto Silva Silva — um espetáculo de realidade» é a alma de Adalberto Silva Silva em formato «televisivo». Adalberto é o célebre desconhecido, o triste homem comum, um tipo que de tão normal se apalhaça dos modos mais surpreendentes. Um cidadão que, neste país pobre e maravilhoso, quer juntar-se a uma cidadã para se descobrir por inteiro. Em resumo, a personagem do mais adalbértico dos anti-heróis portugueses sai agora do papel do teatro para o oxigénio da realidade.
Uma comédia em formato de bolso sobre o desejo, o sonho e os chamados problemas práticos. A entrada é livre.

Exposições de pintura
A partir de terça, dia 2 de Maio e até ao final desse mesmo mês, o TMG apresenta no Café Concerto a exposição de pintura do artista plástico Luíz Morgadinho. «Ad Instar… À semelhança de…» é o título desta exposição que pode ser visitada no horário de funcionamento do CC e que tem entrada livre.
Luiz Morgadinho nasceu em Coimbra em 1964 e reside actualmente em Santa Comba, Seia.
Pintor autodidacta, define-se como «operário plástico do naïf e do bizarro». Recentemente participou no «Surrealism in 2012» do Goggleworks Center for the Arts, Reading, EUA com trabalhos individuais e colectivos, executados em parceria com elementos do Cabo Mondego Section of Portuguese Surrealism.
Está representado em várias Câmaras Municipais de Portugal, no Museu do Café de Cadenazzo na Suíça e no Ayuntamento de Olivenza em Espanha.
O TMG tem também patente na Galeria de Arte a exposição «Vivência a cores d’um andarilho», do pintor Moçambicano Roberto Chichorro.
Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e arquitectura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espectáculos e ilustrou vários livros. Foi bolseiro do Governo Espanhol, em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi) e do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura. Participou é várias exposições individuais e colectivas por todo o mundo, desde 1960. É um dos mais conceituados pintores Africanos da actualidade.
Sobre a sua obra, escreve Álvaro Lobato Faria: «Qualquer obra de Roberto Chichorro poderia começar assim. A construção do seu imaginário decorre do enquadramento de sonhos e memórias de histórias vividas, fragmentadas e esfarrapadas pelo esquecimento, que procura repor numa unidade lógica própria da narração. Sabe-se lá que promessas, que juras ou votos ficariam por cumprir, mas para Chichorro todas as histórias são dignas de serem contadas. Há mais mundos do que este e para que disso tomemos consciência, a imaginação é tão indispensável quanto o olhar, receptivo à descoberta. Aqui, reside uma das marcas da originalidade e da intemporalidade do seu imaginário: ele opera em nós um desenraizamento, obriga-nos a abandonar os lugares-comuns, transporta-nos para algures e daí para nenhures».
A exposição ficará patente na Galeria de Arte do TMG até 20 de Maio e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

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O Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sabugal, Ramiro Matos, convocou a reunião magna da associação para o dia 28 de Abril (sábado), às 20 horas e trinta minutos a fim de se analisarem as contas de 2011.

Bombeiros Voluntários SabugalTranscrevemos a convocatória da Assembleia Geral:
«Usando dos poderes que me são conferidos pela alínea a) do Art.º 38º dos Estatutos da referida Associação, convoco a Assembleia Geral a ter lugar no dia 28 de Abril de 2012, pelas 20 horas e trinta minutos na Sede da Associação, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Análise, discussão e votação do Relatório e Contas relativos ao ano de 2011
De acordo com o Artº 43º dos mesmos Estatutos se à hora marcada não houver número suficiente de sócios, a Assembleia funcionará meia hora depois com um mínimo de dez sócios presentes.
Sabugal, 10 de Abril de 2012
O Presidente da Assembleia Geral
Ramiro Manuel Lopes de Matos»
plb

Terreiro das Bruxas foi o nome escolhido para a Oficina Municipal de Teatro para crianças em Coimbra.

A curiosidade veio no Diário de Notícias de 20 de Abril, no caderno Cartaz, cujo texto transcrevemos:
«O Terreiro das Bruxas existe mesmo, é uma aldeia no Sabugal. A Oficina Municipal do Teatro roubou o nome para brincar com as crianças com este lugar onde as bruxas e feiticeiras se juntam para fazer feitiços.
Mais uma etapa do ciclo “Repicar Giacometti”, agora numa oficina para crianças, dos 6 aos 9 anos, onde brincam às bruxas que misturam ervas, dizem rezas e cantam ladainhas, que sabem segredos e curas, que conhecem todas as plantas e que podemos encontrar nas encruzilhadas.
Durante 90 minutos brincam com os frascos e o saquinhos que se entornam para o panelão a partir de recolhas feitas um pouco por todo o país.»
plb

Depois de alguns meses de trabalho sério e duro, porque tínhamos uma data combinada, eis que chegou o dia da inauguração da área de serviço de apoio às auto-caravanas.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaHá cerca de dois meses combinámos com o nosso amigo Nando a data de 23 de Abril para inauguração da referida área de serviço.

O Nando disse, na altura, que viria o seu grupo de amigos que são amantes desse desporto, para poderem participar na dita inauguração. Assim aconteceu.
Muito embora a inauguração só tivesse acontecido segunda-feira, dia 23, o grupo chegou a Foios ao final da tarde de domingo.
As caravanas foram guiadas para o referido espaço e ficou combinado que, após o jantar, todas as pessoas se deslocariam para o Centro Cívico em cujo auditório lhes seriam exibidas imagens desta bonita zona raiana.
Depois desta sessão visitou-se o museu “Portas do Côa” e, no final, toda a gente tomou um vinho generoso que a Junta costuma oferecer nestas ocasiões.
No dia seguinte, segunda-feira, o grupo decidiu fazer uma caminhada, desde o parque das caravanas até à nascente do Côa.
Entretanto um grupo de pessoas de Foios trabalhava afincadamente, preparando o almoço, para que às 13 horas todas as pessoas pudessem ser servidas.
Após o almoço usou da palavra o Sr. Presidente da Câmara para agradecer à Junta de Freguesia de Foios o facto de ter levado por diante tão importante melhoramento. Agradeceu, igualmente, aos caravanistas o facto de se terem associado à inauguração da estação.
O Presidente da Junta de Foios também usou da palavra para agradecer a todas dos Foios que trabalharam para que esta obra pudesse ter sido inaugurada. Agradeceu a colaboração que a Câmara também prestou tendo inclusivamente referido os nomes dos Senhores Engenheiros Tavares e Miguel, que também estavam presentes, porque sempre estiveram dispostos a colaborar sobretudo nos aspectos mais técnicos.
O grupo dos caravanistas, cerca de quarenta pessoas, passearam pelas ruas dos Foios, fizeram compras nos estabelecimentos e compraram todos os queijos que, lhes iam surgindo, a ponto de os terem esgotado.
O jantar de segunda-feira foi também no telheiro do parque e o grupo convidou o Presidente da Junta e a esposa a participar no jantar convívio tal como, de facto, aconteceu.
O Presidente da Junta ofereceu um galhardete dos Foios a cada caravana, um boletim informativo e distribuiu uma folha onde todas as pessoas escreveram os seus contactos.
No final o representante do grupo entregou um envelope, ao Presidente da Junta, que continha a quantia de cento e quarenta e cinco euros para que a Junta possa adquirir uns sacos de cimento para a construção do quiosque e das casas de banho que também estão a acontecer.
Finalmente um carinho e um reconhecimento muito especial para o nosso ilustre amigo Nando, digníssimo empresário na cidade do Sabugal, porque para além de nos ter orientado na instalação da estação ainda nos ofereceu alguns equipamentos, que ele próprio confecionou e ofereceu lembranças a todas as pessoas.
Obrigado Amigo Nando pelo excelente grupo que fez deslocar até Foios. Pessoas com muito nível e com uma educação e cultura por quem ficámos verdadeiramente apaixonados.
Confesso que não estou mais triste porque, a grande maioria das pessoas, prometeram que voltariam. E algumas, provavelmente, à capeia que vai ter lugar no dia 21 de do próximo mês de Agosto.
TURISMO É FUTURO.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Os Bombeiros do Sabugal e do Soito terão de assegurar ao longo do ano a limpeza de alguns espaços públicos, por compromisso assumido com o Município, podendo usar para o efeito as respectivas equipas de sapadores.

Nos termos dos protocolos celebrados entre o Município do Sabugal e as duas Associações Humanitárias de Bombeiros do concelho, do Sabugal e do Soito, estas assumiram o compromisso de assegurar a limpeza das linhas de água e de espaços púbicos, sempre que para tal sejam solicitados pela Câmara Municipal, nos termos de uma calendarização pré-estabelecida.
Os bombeiros do Sabugal comprometeram-se a fazer a limpeza da praia fluvial do Sabugal, dos terrenos da zona industrial, terreno do lado esquerdo da rua de Alcanizes (a subir), terreno adjacente ao parque infantil na quinta das Poldras, lotes junto ao Centro de Saúde, terreno junto ao Jardim de Infância na rua Jeremias Amaral Dias, terreno anexo às piscinas municiais, terreno anexo à capela velha da Senhora da Graça, terreno junto à padaria Santos, faixa de terreno que vai da ribeira de Arnes à quinta da Carrola (na estrada de Quadrazais), margens do rio Côa (nos limites Sabugal / Aldeia de Santo António), alguns loteamentos da Calçada e a generalidade dos caminhos e estradas municipais da sua área de intervenção.
Já os Bombeiros do Soito terão sobretudo que garantir a limpeza de caminhos agrícolas na sua área de actuação, a saber: ribeira do Bispo, fonte Larga, rua do Forno, vale Penago, cabeço do Odre, Granja, Carriçal, alto da Batecovinha, fonte da Cal, ribeira do Poço, cabeço da Vaca, moita do Borrego, Pevide, Janadão, rua do Pinhal, espaço envolvente às escolas, área que rodeia a Etar e envolvente à praça de Touros do Soito.
Os Bombeiros do Soito terão ainda que limpar as seguintes linhas de água: ribeira do Bispo, ribeira da Granja, ribeira de S. João.
plb

Naqueles tempos, há mais de cinquenta anos, os habitantes da Bismula viviam com imensas dificuldades. Era fundamentalmente através das atividades agrícolas e da pastorícia que sobreviviam, com a ajuda das jornas contrabandistas em terras fronteiriças. Todos os terrenos disponíveis eram cultiváveis. Não havia campos incultos.

Os cereais (centeio, trigo, cevada e milho) eram primordiais na alimentação humana e também para os animais.
Os terrenos das searas passavam por três fases ou folhas como o povo chamava. Na primeira, em Março, começava- se a decrua das terras, eram lavradas. Na segunda as searas ficavam no seu normal crescimento e na terceira as terras estavam de poisio ou em repouso.
Começa aqui o ciclo do Pão. Em finais de Setembro e Outubro procedia-se à sementeira do centeio. Onde não chegava o arado eram feitos os cadabulhos com a enxada. As terras eram adubadas com o Nitrato do Chile. Com a semente nascida procedia-se a uma apara com dois objetivos: uma melhor ceifa manual e arrancar algumas ervas daninhas.
As ceifas iniciavam-se pelo S. João, S. Pedro, em finais de Junho. Organizavam-se os ranchos de ceifeiros e ceifeiras em trabalho de parcerias, dado que rareava o dinheiro, daí a necessidade desta permuta. Era um trabalho árduo, debaixo de sol escaldante, que exigia refeições reforçadas. Não faltava o presunto, a chouriça do porco caseiro ou as saladas de bacalhau. Matava-se um borrego, um cabrito, fazia-se um bom ensopado acompanhado com uma refrescante salada de alface. Ao cair da noite regressavam à aldeia cantando ao desafio os diversos ranchos. Antes do repouso justo ainda se comiam as milharadas, feitas com farinha de milho e trigo, misturada com leite.
Feitas as ceifas, atados os molhos das espigas, seguia-se o trabalho da «carranja», que era o transporte em carros de bois para as Lages ou Eiras, onde organizavam as medas, um belo conjunto ordenado dos molhos do centeio.
Na Bismula havia naqueles tempos as Eiras ou Lages dos Pinas, da Tia Maria Emília no Barroco Grande, do Corvo, do Chão do Pinto, do Vale das Mós e do Pombal. Ali malhava-se o cereal com um grupo de homens que, sob a voz de comando, com mestria e cadência, exercitavam os manguais. Destacavam-se neste trabalho Manuel Moleiro, José Vaz, Francisco Carvalho, Joaquim Salgueira, José Pinheiro, Joaquim André Teixeira, entre outros. A ajudá-los havia duas ou três mulheres, as espalhadeiras, com destaque para Maria da Graça Polónia e Maria Pinheira.
Mais tarde surgiram as malhadeiras, que trabalhavam por força de um motor através de correias anexas, de forma a facilitar a tarefa da separação do cereal e da palha. Foi um grande avanço tecnológico, de grande rapidez e sem esforço humano. Também começaram a surgir os motores de rega a petróleo, que também veio revolucionar as regas.
Recolhido o centeio, este seguia para as arcas, a fim de cumprir os compromissos anuais da irmandade, as côngruas, os pagamentos dos adubos e, em maior quantidade, para ser moído, escolhendo-se a melhor semente para futura germinação.
A moagem era concretizada nos Moinhos de Água, na Tapada Ribeira, propriedade de Maria Luiza Fernandes e José Polónia. Mais abaixo, perto de Badamalos, na Negreira, uma outra propriedade de Manuel Salgueira e Manuel Joaquim Polónia. Em Valongo do Coa, também havia o moinho de César Moleiro e Manuel Pires e na Rapoula do Coa moeram muito cereal dos bismulenses.
Obtida a farinha era peneirada e o farelo era de muita utilidade para as viandas dos porcos caseiros. A sua cozedura acontecia principalmente no Forno Comunitário, ainda existente. A Junta de Freguesia procedia à arrematação de lenhas, ramos de pinheiro, giestas, para o seu aquecimento. Muitas vezes, Manuel Martins Salgueira e António Fernandes ganharam esse concurso público. As grandes forneiras eram a Alexandrina Abeira e a Guilhermina…
Conforme o número de pães cozidos, assim se pagava a poia e o seu tamanho era variável de acordo com a fornada.
Tinham fama as célebres broas feitas com farinha de cevada e leite feitas pela Maria Rita Trindade. Cada vez que penso nelas, vem-me muita água à boca, porque as tenho muito presentes.
Além do Forno Comunitário, havia mais quatro fornos de propriedade particular. O mais antigo situava-se no local do Cabeço e pertencia a António Fernandes, José dos Santos Leal e Manuel Martins Salgueiro. Também naquele local havia um outro, pertença do Carloto e Varjão. Junto do Forno Comunitário, havia o dos Pinas e o quarto era propriedade de Manuel Lourenço e Joaquim Rasteiro.
A maior parte dos habitantes da Bismula tinham pequenas searas. Mas os grandes produtores eram Manuel Joaquim Polónia, Manuel Martins Salgueira, António Fernandes, José dos Santos Leal, António Lopes Carreto, Albertino Vaz, José Maria Fernandes Monteiro, Celestino Nunes, Joaquim Cordeiro, Manuel Varjão, Joaquim Leal, João Polónia, João «Lagarto» Fernandes, António Adão Fernandes, António Valente, Joaquim Leal Fernandes e tantos outros.
Assim se fecha este Ciclo do Pão na Bismula, que envolvia um Povo Trabalhador.
Ao terminar este texto, recordo duas frases que a minha avó repetia muitas vezes: «o Pão é como a roupa, umas vezes melhor que a outra, e os meus saudosos Pais ensinaram aos filhos que «o Forno deve cozer todos os dias e o Pão que lá seja colocado é o fruto do suor do nosso rosto». Além de uma grande simbologia religiosa que o pão encerra.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

JOAQUIM SAPINHO

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