You are currently browsing the daily archive for Terça-feira, 24 Abril, 2012.

Tal como estava previsto foi inaugurado na freguesia de Fóios, o Museu «Portas do Côa» com a exposição «Côa: reinventar a arte da nascente à foz».

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO museu é da iniciativa da Câmara Municipal de Sabugal e da Junta de Freguesia de Fóios, através de candidatura ao PROVERE e teve o apoio técnico e científico da Fundação Côa Parque.
A data escolhida foi 18 de Abril porque assinala também o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.
No auditório do Centro Cívico usou da palavra o Senhor Presidente da Câmara do Sabugal, Eng.º António Robalo, bem como o Senhor Dr. José Ribeiro, membro do Conselho de Administração da Fundação Côa Parque.
O Centro Cívico, já está a funcionar, em algumas valência, desde o ano de 2008 mas a Junta de Freguesia de Fóios nunca procedeu a qualquer tipo de inauguração pelo facto de entender que faltava a componente museu. Agora sim. Agora podemos dizer que este espaço, dedicado à cultura, é uma realidade e está a funcionar em todas as valências como tinha sido projectado.
Interpretando fielmente o sentimento da população de Fóios pretendemos agradecer às muitas pessoas que nos ajudaram a alcançar tão importante objectivo. Agradecemos, igualmente às muitas pessoas que nos têm felicitado e incentivado nesta caminhada que não tem sido nada fácil.
Confesso que desenvolver os mais diversos aspectos ligados à cultura, no interior do interior, é bastante complicado. Só a persistência e a carolice de algumas pessoas, quase sempre poucas, vai fazendo com que poucos dos residentes vão entendendo e participando.
Claro que o museu – Portas do Côa – para a maioria das pessoas que por cá vivem não lhes dirá grande coisa mas o aprender a gostar também se vai ensinando. É obrigação daqueles que mais sabem ir explicando o que representa a história e a arte que o dito museu encerra.
Por outro lado é importantíssimo que as escolas saibam e tenham consciência dos conteúdos e da riqueza do museu. Vamos procurar divulga-lo junto das escolas da região quer de um lado quer do outro da fronteira.
No dia da inauguração deram-nos o prazer e a honra da sua presença muitos técnicos e políticos quer do concelho do Sabugal quer o concelho de Vila Nova de Foz Côa cuja delegação era chefiada pelo Senhor Presidente da Câmara, Eng.º Gustavo Duarte.
Também um especial reconhecimento ao Senhor Presidente da Junta, Fernando Fachada, e aos Ilustres amigos da Associação «Foz Côa Friends» que se fizeram representar pelo Sr. José Constanço.
Pretendemos ainda agradecer e reconhecer o trabalho e a dedicação do Sr. Arquiteto Paulo, do Município do Sabugal, do Sr. Arqueólogo António Batista, de Vila Nova de Foz Côa, bem como à empresa «Interacções do Futuro» que instalou as peças e os painéis do museu.
A amizade que vamos construindo, através do Côa, vai-se reforçando à medida que vamos convivendo e as ideias de boas e novas oportunidades vão, de facto, surgindo.
O fiozinho de água que brota da nascente é correspondente ao pequeno museu aqui existente e à medida que vai deslizando e engrossando chega, finalmente, a Vila Nova de Foz Côa onde se situa o moderno e empolgante Museu do Côa.
Se uma caminhada começa num paço já todos vamos andando.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

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A Comissão Política Concelhia da Juventude Social-Democrata (JSD) de Penamacor culpabiliza a maioria Socialista pelos retrocessos na economia Penamacorense, lamentado que os responsáveis autárquicos prefiram investir nos Concelhos vizinhos em vez de investirem no Concelho em que governam.

Em comunicado, a JSD de Penamacor critica as sucessivas atitudes dos governantes do Município, que optam por dar lucro aos empresários de concelhos vizinhos, dando-lhes oportunidades de investimento com manifesto prejuízo para Penamacor.
Renato Silva, presidente da JSD de Penamacor, diz que as situações são muitas e dá como exemplo o Lar D. Barbara Tavares da Silva, instituição de solidariedade social dirigida por Domingos Torrão, presidente da Câmara, que compra os medicamentos às farmácias dos concelhos vizinhos e não às farmácias de Penamacor, contribuindo para os retrocessos da economia do concelho.
Critica ainda algumas Juntas de Freguesia que assinaram protocolos com as farmácias de concelhos vizinhos, para que estas se deslocarem às extensões de saúde, fornecendo os medicamentos aos utentes.
Renato Silva considera estas atitudes como desprezo para com os empresários, «têm sido inúmeras as situações em que os responsáveis políticos ignoram os empresários do Concelho, desde dos serviços de restauração ao sector farmacêutico».
«Têm sido muitas as críticas feitas pelos responsáveis autárquicos, ao poder central pela falta de investimento no Interior, mas afinal constatamos que o desinteresse em investir no Interior, nas terras que governam é dos próprios governantes concelhios», conclui Renato Silva.
plb

Passou um ano desde que voltei a Lisboa. Entre Setembro de 2010 e Abril de 2011 colaborei na Câmara Municipal do Sabugal após insistentes e reiterados pedidos e convites do senhor engenheiro presidente António Robalo. Entendi escrever esta crónica após um estranho desabafo facebokiano provocador, desonesto, mentiroso e próprio de alguém que vive de truques para agradar à assistência. Nunca pensei ter de tornar públicos alguns episódios mas, de facto, no imaginário da conspiração qual labirinto subterrâneo que nos distrai do que acontece à superfície nem sempre ilusionista rima com estadista.

Termas do Cró - Sabugal

José Carlos LagesEstamos no final de Abril de 2012. Passou cerca de um ano desde que cessei funções na Câmara Municipal do Sabugal e no meu regresso a Lisboa tinha arquivado esse período no dossier dos grandes equívocos da minha vida. Olho para trás e confirmo que este último ano foi uma licença de nojo própria de quando perdemos algo muito querido. E eu perdi. Perdi a convicção que alimentei durante muitos e muitos anos de ajudar com os meus conhecimentos no futuro da minha terra. Promover o Sabugal tem sido o grande objectivo deste blogue que está na rede desde Dezembro de 2006 e desafio qualquer um a dar-me um exemplo de uma linha que tenha escrito durante o último ano sobre esse período ambíguo da minha vida profissional. Faço questão de reforçar a palavra profissional porque sabem os que comigo conviveram mais de perto este equívoco que sempre pretendi ajudar, com a minha experiência profissional, o meu concelho. Destaco, também, «concelho» porque sou raiano sabugalense recordando, sem qualquer prurido, que não habito no concelho do Sabugal. Apenas me limito a pagar IMI’s, contadores de água e taxas de lixo durante 12 meses por ano e a votar… na freguesia de Ruivós. E porque estamos em Abril reafirmo que continuarei a pensar o Sabugal e a ter opinião sobre o Sabugal. Ensinaram-me que em comunicação não há notícias boas e más. Há notícias. Mesmo que digam respeito a um lugar que parece parado no tempo e distante do mundo.
Aproveito para clarificar alguns episódios. A minha decisão de ir trabalhar para o Sabugal (contra a vontade da minha família e especialmente da minha querida mãe) foi o resultado de um intenso assédio em Lisboa, no Sabugal e na Ruvina onde por diversas vezes me reuni com o actual presidente, António Robalo, e onde este insistia na imperativa necessidade da minha colaboração na equipa da presidência. Ao contrário do que foi interpretado (por alguns interessados no tema) nunca fui convidado pelo vereador Joaquim Ricardo. O convite para colaborar na Câmara do Sabugal foi sempre endereçado pelo engenheiro António Robalo. «Grandes projectos pessoais do presidente precisam da tua experiência», dizia-me simpaticamente. Elaborei e deixei concluídos variados projectos. Alguns deles foram inclusivamente apresentados a todos os vereadores e técnicos camarários no salão nobre. Recordo alguns: levantamento fotográfico e candidatura da renovação sinalética turística e rodoviária de todos os cruzamentos do concelho do Sabugal; renovação do departamento de comunicação da câmara; estudo gráfico e jornalístico para produção do importantíssimo Boletim Municipal Mensal (projecto emblemático para a presidência); criação de parques para caravanas com sinalética promocional e rotas dos cinco castelos nas principais estradas de entrada no concelho; renovação sinalética do parque industrial do Sabugal; grande estudo de promoção e lançamento do complexo Termas do Cró (recordo um caricato episódio em que foi pedido um logótipo para as Termas que a presidência não sabia que estava já a ser elaborado por uma empresa da Guarda); restruturação dos sites da câmara, da empresa municipal e das Termas do Cró (para culmatar a falta de tempo dos técnicos camarários de webdesign); elaboração de uma exposição de trajes de confrarias no Museu e respectivo catálogo de apresentação (pedido muito especial do presidente); e a concretização de um encontro no Jamor com Mirandela da Costa para a elaboração de um projecto de um campo de golfe num determinado local do concelho do Sabugal que me abstenho de divulgar.
O vosso ar de espanto alimentará esta crónica que nunca pensei ter de escrever. O mundo está a mudar. Muda tudo tanto e tão depressa. Mas no concelho do Sabugal vive-se uma realidade irreal. Num concelho onde todos os indicadores estão no vermelho quanto à desertificação alimentamos os regulamentos e a regulamentação. Para quem? Estranho! E depois há regulamentações patéticas como aquela da praça de táxis do Sabugal no Largo da Fonte em frente à CGD onde o primeiro lugar da fila foi pintado num local onde os passageiros para entrar na viatura têm de passar pela relva. Não sei se já foi alterado mas inicialmente esqueceram-se que as pessoas entram no táxi pelo lado contrário ao do motorista. Neste caso passando por cima do canteiro da relva que de tanto pisado desapareceu. Magia.
Mas a verdade é que tudo se resume a uma impressionante capacidade de apresentar novos truques todas as semanas. Nestes truques só continuam a faltar pessoas, empresas, pessoas, fábricas, pessoas, pessoas e pessoas.
Diz o senhor engenheiro presidente que o blogue «no período em que um deles colaborou na Câmara… era tudo sucessos e o presidente o melhor do mundo». É verdade. Naquele tempo ainda houve muitos eventos e iniciativas que mereciam ser noticiadas. Destaco o centenário da República, o Balcão Único e a Taça Hugo Santos. Boas iniciativas que foram comunicadas e promovidas, ao mesmo tempo e sem privilégios, para todos os órgãos de informação com comunicados de imprensa e de acordo com o príncipio de um departamento de comunicação e imagem profissional. Se agora não há sucessos «políticos», perdão, autárquicos em forma de comunicado deverá o presidente questionar os seus assalariados porque parecem nem motivação ter para promover o esforçado trabalho da presidência.
Mas vamos a mais um tema que me agrada de sobremaneira. «O presidente (pessoa magestática) não está disponível para financiar devaneios». Será por isso que tudo fez para me convencer (depois de deixar o Sabugal e voltar a Lisboa) a ir trabalhar para o empresário António Reis do Ofelia Club? Será por isso que pediu ao seu chefe de gabinete para me convencer a aceitar o dito «emprego»? Será por isso que enviou um emissário a Lisboa para se reunir comigo no Olivais Shopping no sentido de me convencer a aceitar ir trabalhar para o dito empresário? Grande devaneio. E por falar em devaneios que tal recordar uma loja que foi comprada pela ProRaia em Campo de Ourique (Lisboa), com a assinatura do senhor engenheiro para promover os concelhos do Sabugal e da Guarda, que nunca chegou a abrir e que entretanto já foi vendida (ao que parece) a uma empresária farmacêutica guardense.
Devaneios senhor engenheiro presidente? E que dizer daquele projecto «Veneza da Beira» que pretende fazer a renovação urbana da cidade do Sabugal. «O conceito central está na Rua Teófilo Braga com a água a ser o tema principal do espaço público e pretende resolver os problemas de segurança rodoviária (?!?) e congestionamento de tráfego no cruzamento junto às Finanças(?!?)», mudando o curso da água do rio Côa de forma a transformar as ruas do Sabugal em pequenos ribeiros com cascatas que desaguam num imenso lago que cobrirá por completo o actual Largo da Fonte. – Mais uma mentira do blogue Capeia Arraiana? – O projecto foi apresentado pela arquitecta Cláudia a todo o executivo na reunião pública de 14 de Novembro de 2010.
Equívocos, senhor engenheiro presidente? Só os que dizem respeito à falta de espaço na sua Câmara e no seu desertificado concelho. Esse será o grande equívoco da sua presidência.
Uma das coisas que mais me surpreendeu no meu contrato de colaboração com a autarquia foi a ausência de qualquer alínea que me obrigasse ao sigilo profissional durante e após cessação de funções. Mesmo assim, assim fiz porque entendi ser o mais correcto. Assim o deixei de fazer hoje porque me difamaram. Muito fica por dizer. Gostaria que não me obrigassem a voltar publicamente a memórias de outros episódios que muito me desagradam.
A terminar recordo que, apenas por estar a colaborar na câmara, fui pessoalmente injuriado num blogue por um desprezível e reles anónimo (com a consentimento do seu também reles administrador) e num jornal do concelho (que deveria saber o que é responsabilidade editorial) por alguém que já tem idade para ter juízo e que faz do juízo o seu ganha-pão. Na altura, na presença de várias testemunhas, o presidente pediu-me para ficar calado porque «esses jornais» ele «nem do plástico tirava e iam directamente para o lixo».
Para os que ainda não sabem eu explico as razões de tanta azia do tal opinador/político/proprietário: em Março de 2006 fui convidado no Restaurante Robalo por essa pessoa para ser director do jornal de que é proprietário. Agradeci mas disse não ser possível aceitar porque os meus projectos passavam pelo online. Nunca me perdoaram. E o resto já todos sabem.
Fui, sou e serei sempre um sabugalense livre.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, é um político que no exercício do cargo não tem revelado visão nem perspicácia. É ademais despido de capacidade crítica. Incapaz de entrar no debate político público, vai ao facebook e dedilha banalidades, lança invectivas boçais e lastima-se de tudo e de todos.

Cabe perguntar se António Robalo, em dois anos e meio à frente do Município, apresenta obra visível. A resposta é sim: regulamentos. E uma impressionante restolhada deles: regulamentos do uso do autocarro, do serviço de táxi, do apoio ao associativismo, da biblioteca, do centro de estudos, das distinções honoríficas, do conselho da juventude, das actividades empresariais, do arquivo, do mercado municipal, da recolha dos resíduos… Cremos que ainda lhe faltam, e terá em preparação, o regulamento da distribuição do material ortopédico que a Câmara guardou no armazém do Tó Chuco, e o regulamento da pinga e dos couratos.
No resto, tirando o apego à produção de regulamentos, pouco há a assinalar… Suspendeu as obras de ligação à A23, suspendeu igualmente o projecto do parque de campismo e também as obras do percurso na barragem.
Concluiu, ou está em vias disso, duas estradas que recebeu em pleno andamento: a variante ao Cardeal e a variante ao Soito.
No mais são sonhos e devaneios: o anedótico projecto da construção de uma aldeia medieval e o descredibilizado projecto Ofélia Club.
Vereador de segunda linha durante vários mandatos (já vive na Câmara há 14 anos), serviu diligentemente os presidentes António Morgado e Manuel Rito, remetido porém ao papel de representar o Município em festas e romarias. Lá andou, cumprindo, mas sem apreender a arte do político autarca. Quando se viu presidente, trouxe a experiência de vereador e manteve-se em pândegas e festarolas, num roteiro imparável.
Acossado pela oposição por não encetar obra visível (além dos regulamentos), António Robalo anda pesaroso. Porém, incapaz de acudir à luta política, carpe mágoas no facebook.
Escreveu na rede social que a oposição é primária e tem falta de postura, declarando-se «em constante ameaça por parte de quem não se preocupa com o bem do concelho, mas com a destruição dos projectos do presidente». Sim, António Robalo fala em tom majestático: ele é, para ele próprio, o «presidente».
Há dias decidiu lastimar-se também do blogue Capeia Arraiana, que acusa de noticiar a mentira.
Pois no lugar de responder ao que o blogue informa, esclarecendo e porventura acrescentando, lança uma ofensiva a partir da sua muralha de espavento (o facebook), onde tece comentários grosseiros, que remata como um boçal: «não viro a cara á luta».
Mas que luta? Só conhece a da produção de regulamentos e a do roteiro das festas, onde procura, num lampejo final, evitar que lhe encerrem o concelho.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

É notório, só ainda não viu quem não quer ver, que em Portugal há uma estratégia de classe, banqueiros e grandes empresários estão a ultrapassar o Sistema Parlamentar. Quando isso acontece, a Democracia fica extremamente debilitada. Temo, que o tempo que vai de Spínola a António Guterres tenha sido mais um parêntese na História de Portugal…

António EmidioTambém é verdade que Portugal presentemente não está a ser governando por uma classe política, mas sim por tecnocratas a soldo do grande poder financeiro e empresarial. Estes tecnocratas estão a aproveitar-se da crise para lançar «reformas» que estão a debilitar o Estado Social, a precarizar o emprego e a entrarem num processo de subdesenvolvimento do País. Estas políticas beneficiam basicamente os grandes poderes económicos, não só portugueses mas também dos países centrais, como a Alemanha e a França. Impossível chamar-lhes políticos, um político guia-se por princípios, estes não os têm, para eles vale tudo, tudo está permitido. Passos Coelho e os seus ministros são a coisa mais parecida, em alguns aspectos, sublinho, em alguns aspectos, com aqueles ditadores sul-americanos que em finais dos anos 70 do século passado entregaram a riqueza dos seus países aos Estados Unidos e a uma oligarquia autóctone, deixando os seus povos na pior das misérias, tudo isto com o aval do FMI.
Quando por essa altura lia o que se passava na América Latina, ficava impressionado e, nunca me passou pela cabeça que um dia o meu País cairia presa de predadores internacionais. Visitei então um país da América do Sul, do muito que vi, e me contaram gravei isto: onde estava a verdadeira classe política desse país? Alguns homens e mulheres tinham sido assassinados pela ditadura, outros e outras, estavam presos, no exílio, ou votados ao silêncio. Tinham sido substituídos por uma classe de tecnocratas da estrita confiança dos Estados Unidos. Na Europa, presentemente têm que ser da confiança da Alemanha e do FMI.
Diz o primeiro-ministro Passos Coelho que é preciso retirar o Estado da economia e da política. Não deve ser assim, o papel do Estado é voltar já à política e à economia! Retomando as rédeas que abandonou ás mãos de gente incompetente que não é capaz de nos levar a lado nenhum, a não ser para o abismo. Como podemos pagar a dívida ilegítima com estas medidas económicas que são um travão ao crescimento? Para uma economia familiar, o rigor orçamental é motivo de satisfação e até de orgulho, mas para um estado significa a ruína de milhares e milhares de cidadãos, o que acontece em Portugal presentemente.
Se Passos Coelho fosse um político, dizia-lhe que a democracia vai muito mais além do acto eleitoral. A legitimidade dos governos vem da eleição democrática, mas esta legitimidade só se mantém com a fidelidade a um programa (o que não está a ser o caso dele, na campanha eleitoral disse todo o contrário) e com o serviço indiscutível a todos os cidadãos (o que também não é o caso dele). Se assim não for perde legitimidade.

Amanhã querido leitor(a) é dia 25 de Abril. É dia de mostrarmos a nossa insatisfação por toda esta maneira de governar, porque a razão moral e a razão política foram substituídas pala razão económica. Sabe-se que a União Europeia não exigiu uma reforma laboral tão radical como a que está a ser levada a cabo pelos actuais tecnocratas que nos governam, contrária ao Estado Social, Estado Democrático e Estado de Direito. Esses tecnocratas estão a receber ordens da classe financeira e empresarial portuguesa, é esta classe dominante que controla a economia e estabelece as normas segundo as quais actuarão os tecnocratas. Dentro do País a classe financeira e empresarial estão a aproveitar-se.

Quanto ao possível encerramento das Finanças no Concelho, só tenho a dizer o seguinte: quando o Estado abandona uma região, como é o caso do nosso Concelho, economicamente deprimido, com uma população envelhecida e com o êxodo dos mais jovens, alguém virá substituir o Estado. Esse alguém será um conservadorismo serôdio e inerte no pensamento, mas moderno no estilo de vida, o caciquismo e a corrupção. Nada me provocava uma imensa alegria, do que estar enganado…
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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