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O Comando Territorial da GNR da Guarda comunicou ter procedido a diversas detenções na semana transacta, por furtos em residência e de metais não preciosos, crimes maioritariamente praticados por jovens.

GNR-Guarda Nacional RepublicanaNa tarde de 16 de Abril, a GNR deteve em Trancoso dois jovens de 17 e 18 anos de idade, residentes respectivamente em Fornos de Algodres e em Gouveia, por furto em residência. A detenção ocorreu após denúncia, o que levou a GNR a lograr localizar e deter os suspeitos, quando estes circulavam em bicicletas que tinham furtado, tendo as mesmas sido recuperadas e entregues ao proprietário. Os suspeitos, um deles já com antecedentes criminais, estavam indiciados pela prática de vários furtos na zona de Fornos de Algodres e Gouveia. O Tribunal de Fornos de Algodres aplicou a cada um 60 dias de pena de prisão, substituída por multa de 300 euros.
No dia 19 de Abril foi detido em Chafariz do Vento (Trancoso) um jovem de 21 anos de idade e uma mulher de 31, ambos desempregados, residentes em Carnicães (Trancoso), por furto de metais não preciosos. A detenção ocorreu após ter sido comunicado para o posto da GNR que estavam a furtar os pilares das barreiras de protecção da estrada, tendo os militares surpreendido os suspeitos, que já tinham carregado numa viatura nove vigas das ditas barreiras de protecção.
No dia 19 de Abril, em Celorico da Beira, foi identificado um indivíduo de 47 anos de idade, residente no concelho de Fornos de Algodres, suspeito da prática de diversos furtos de metais não preciosos, designadamente nos concelhos de Celorico da Beira e Fornos de Algodres. O mesmo, que já estava referenciado em Inquéritos a correr termos na GNR, confessou a autoria dos crimes e indicou como receptadora dos metais furtados uma sucateira, da qual é gerente uma mulher de 39 anos de idade, que também já está identificada, sendo indiciada pelo crime de receptação. Os factos foram participados ao Tribunal de Celorico da Beira.
plb

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O deputado Manuel Meirinho, eleito como cabeça de lista do PSD pelo círculo da Guarda, vai sair da Assembleia da República para assumir a presidência do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas ISCSP).

Manuel Meirinho, natural do Soito, vai suspender o mandato para regressar ao ISCSP, onde era vice-presidente na altura em que se candidatou a deputado, por convite pessoal de Passos Coelho. No Instituto vai substituir na presidência João Bilhim, que passará a presidir à comissão de regulação das contratações de dirigentes para a administração pública.
A notícia da saída de Meirinho do Parlamento foi recebida com surpresa, pois ainda há poucos dias dera a cara pelo PSD no esclarecimento de algumas questões relacionadas com a reforma autárquica em curso, da qual era uma das principais figuras envolvidas por parte do grupo parlamentar social-democrata.
Para além do seu envolvimento nesse processo, Manuel Meirinho destacou-se no parlamento por ter feito diversas declarações de voto, na sequência da tomada de posições contrárias às do PSD, quase todas relacionadas com a introdução de portagens nas ex-SCUT’s.
O ainda deputado assumirá a presidência do ISCSP no dia 2 de Maio, data em que o mandato de deputado ficará suspenso.
A saída de Manuel Meirinho trará de volta ao Parlamento o guardense João Prata, que o substituirá.
plb

A Câmara Municipal do Sabugal celebrou com as duas associações humanitárias de bombeiros do concelho, Sabugal e Soito, novos protocolos, pelos quais se compromete a prestar apoio financeiro em contrapartida a um conjunto de serviços que os bombeiros terão que garantir.

Os novos protocolos têm por base as disposições que integram o Regulamento de Apoio ao Associativismo Concelhio, que está em vigor desde o dia 19 de Outubro de 2011.
O apoio a conferir aos Bombeiros está incluído no desenvolvimento de acções de defesa e valorização ambiental.
A ajuda financeira visa criar condições para a obtenção de melhores capacidades operacionais e de resposta no desenvolvimento de tarefas condizentes com as suas funções humanitárias e de prestação de socorro às populações.
O apoio camarário será traduzido em 80 mil euros para cada corporação, pagos em tranches trimestrais de 20 mil euros.
Dentre os valores financeiros dos apoios há uma verba de 30 mil euros destinada a custear metade da despesa com a criação das equipas de intervenção permanente, protocoladas com a Autoridade Nacional de Protecção Civil.
Pelo protocolo a câmara compromete-se ainda a apoiar projectos financiados por verbas da União Europeia.
Como contrapartida ao apoio financeiro do Município as Associações Humanitárias dos Bombeiros comprometem-se a manter cada uma a respectiva equipa de sapadores florestais e a garantir o abastecimento de água, através do seu transporte em autotanque, às localidades do concelho que ainda não se encontram servidas pela empresa Águas do Zêzere e Côa.
Os bombeiros também terão que coordenar com o Município acções de protecção civil que sejam necessárias. Outro compromisso protocolado é a limpeza das linhas de água e de espaços púbicos sempre que para tal sejam solicitados pela Câmara Municipal, nos termos de uma calendarização pré-estabelecida.
Os bombeiros terão também que vigiar as praias fluviais do concelho.
Os protocolos foram assinados pela vice-presidente da Câmara, Delfina Leal, e pelos presidentes das associações de Bombeiros do Soito e do Sabugal, Maria Benedita Dias e Luís Carlos Carriço, respectivamente.
Os mesmos terão validade até ao final do presente ano, podendo depois ser revalidados, se para isso houver vontade de ambas as partes.
plb

Manuel Meirinho convoca os partidos da oposição para a reforma do sistema de governo local. O parlamentar lembrou que as instituições políticas requerem um olhar constante sobre o seu ajustamento às funções para as quais foram desenhadas.

Manuel Meirinho fez, esta quinta-feira, uma declaração política sobre a necessidade da reforma do sistema de governo local. No entender do social-democrata «tal como a democracia é um regime em permanente construção, também as instituições políticas requerem um olhar constante sobre o seu ajustamento às funções para as quais foram desenhadas. O sistema de governo local não escapa a este desafio. Na sua arquitetura original, o sistema acolheu a mudança do regime, a implantação dos partidos, e as especificidades das comunidades locais».
«Esta reforma aconselha a um debate sereno sobre a natureza e as competências dos órgãos, sobre a sua racionalização e a sua eficiência, mas também sobre os mecanismos associados ao processo eletivo que os institui e ainda sobre as práticas e as condições em que se exerce a cidadania local».
De seguida, o parlamentar referiu que, na sua génese, o sistema eleitoral foi concebido num modelo misto legitimado pelo duplo sufrágio. «O sistema gerou um parlamento forte no executivo e um parlamento fraco no deliberativo. Eis um sistema singular, único e inclassificável na teoria das instituições. A verdade é que esta configuração do sistema evidencia um duplo paradoxo. Por um lado, o órgão executivo junta, no seu seio, quem governa e quem faz oposição. Por outro lado, o órgão deliberativo acomoda a representação dos partidos políticos mas acolhe, simultaneamente, as forças de apoio a quem governa e as forças da oposição. Em suma, o modelo não clarifica a natureza dos órgãos, esvazia a ação das assembleias municipais, e, em certos casos, força soluções de governo prisioneiras de coabitações políticas contra-natura».
Perante este cenário, o social-democrata afirmou que «o PSD assume o imperativo de uma reforma ampla que responda de forma integrada a quatro objetivos». Em primeiro lugar, impõe-se uma clarificação da natureza dos órgãos, que autonomize a dimensão de «governo» e a dimensão de «oposição». Desta forma, ambos os órgãos se valorizam, porque se distinguem ao combinar a governabilidade do órgão com funções executivas com a pluralidade representativa do órgão com funções deliberativas. Em segundo lugar, as alterações devem clarificar as estruturas de decisão, melhorando-lhe a sua eficácia, nomeadamente através da coesão das equipas de governo e respetiva responsabilização pela sua escolha e futura recomposição.
Este facto, aliado à inexistência de mecanismos de coabitação política incerta, reforça a autonomia dos órgãos. Em terceiro lugar, a reforma deve racionalizar as estruturas de decisão. Nesta matéria, importa adequar as equipas que integram o órgão executivo e as assembleias municipais, ajustando a sua composição às respetivas funções e à nova configuração do sistema. Em quarto lugar, a reforma deve agilizar o processo eleitoral e revitalizar a cidadania local.
A concluir a sua intervenção, Manuel Meirinho frisou que o dinamismo das instituições impõe igual dinamismo aos atores políticos. «Mas reclama também compromisso. Um esforço a que todos somos chamados, para, em primeiro lugar, clarificar e consensualizar a matriz e o alcance de uma reforma que é parte de um desenho mais amplo para a nossa administração local. No enunciado dos objetivos desta reforma está inscrita a visão do PSD, quanto à sua matriz e quanto ao seu alcance. Neste enunciado, está igualmente inscrita a disponibilidade do PSD para dialogar, de forma serena e construtiva, com os restantes partidos. Será particularmente importante a colaboração do PS, no contributo para realizar este percurso que é também um compromisso com o país».
jcl (com agência Lusa)

Casteleiro não é só nome de terra. É também nome de família. E é também substantivo comum: de profissão ou de condição. E é nome próprio, nome de família, não só em Portugal, e em várias terras pelo menos próximas da minha aldeia: também na Galiza e ainda no Brasil. Descobri isso há dias.

Vou falar de como me deu para investigar um pouco isto tudo. Num daqueles azares da vida, há dias fiquei sem gasolina, mesmo ao pé de casa. Uma vergonha para quem conduz há meio século ou mais e nunca, mas nunca, teve esse deslize. Um telefonema longo – e a distracção inerente (nunca mais: mesmo com os auriculares, não me mintam, um tipo pensa em tudo menos na estrada e nas luzinhas do carro…). Mas tive a sorte de, mal ter parado, o Sr. Casteleiro me ter de imediato resolvido a questão.
Eu conheço-o. Eu também já o vi. «Eu chamo-me José Carlos Mendes. Eu chamo-me Casteleiro. Sei que o senhor é do Casteleiro mas eu sou Casteleiro de nome, e conheço a sua terra. Ah, sim, então e é de onde? Sou do Paul. Ah, interessante, ali tão perto».
Agora deu-me mesmo vontade de tirar a pontuação e dar uma de Saramago. Este diálogo seria escrito assim (divirta-se): «Eu conheço-o Eu também já o vi Eu chamo-me José Carlos Mendes Eu chamo-me Casteleiro Sei que o senhor é do Casteleiro mas eu sou Casteleiro de nome e conheço a sua terra Ah sim então e é de onde Sou do Paul Ah interessante ali tão perto».
(Faltou-me perguntar se era da família do famoso Prof. João Malaca Casteleiro, que é do Teixoso. Mas isso de pouco adiantaria: há outra família Casteleiro na Covilhã, já que a demissão de um dos seus membros da Misericórdia local foi notícia há dois meses. E, soube agora, lá para Santo Tirso há também notícia de uma família Casteleiro. Acabo também de saber na net, aqui, que várias outras palavras com a mesma origem são nomes de família em Portugal, no Brasil e até na Galiza. Interessante. São os seguintes esses nomes de família da mesma raiz: Castelão, Casteleiro, Castelo, Castro.)
Ponto final na história e vamos então ao tema do artigo: esta palavra Casteleiro e ou casteleiro.

De onde virá esta palavra Casteleiro?
Há quem não tenha dúvidas: os casteleiros são as pessoas que constroem os castelos, os castros, as fortificações – seja o que for: construção civil.
Um exemplo disso é o que se lê na Wikipedia, aliás num português um tanto irregular: «A origem etimológica da povoação está ligada ao facto de aqui procederem os canteiros e casteleiros que edificaram e fizeram a manutenção do castelo e fortificações de Sortelha».
Isto vale o que vale: vale a opinião de quem inseriu a nota.
Mas, concordo numa coisa: havendo à volta do que hoje é o Casteleiro tantos restos de fortificações, dificilmente se concebe que as pessoas do Casteleiro não tenham sido forçadas a construir esses «castros»: o mais antigo de que há notícia, perto do Vale da Senhora da Póvoa, do tempo do domínio romano, e ainda os três castros menores das faldas da Serra d’Opa e, a meia encosta da mesma, a fortificação castreja chamada Sortelha-a-Velha (ver foto neste artigo).
Uma nota pessoal: perante estas referências, não entendo como é que, numa terra com tanta tradição secular de construção civil, não houve quem construísse a torre da igreja nos anos 50 e foi preciso virem de fora os pedreiros que a construíram.

Castelo de Sortelha
Para outros, a origem será a seguinte: «Casteleiro: Aldeia que podemos ver do alto do Castelo de Sortelha. Seriam estes os casteleiros que construíram este Castelo histórico de Sortelha? Na área do Casteleiro podemos ainda hoje encontrar alguns vestígios dos Celtas, através dos castros aqui existentes ainda está bem à vista o castro actualmente designado por Sortelha Velha. encontra-se a poente, na Serra de Opa».
Portanto, a eterna alusão ao castelo e aos castros das serranias envolventes.
Outra tese… Pode consultá-la aqui.

O dono do Castelo
Quanto a mim, o nome da aldeia pode derivar de uma situação histórica ou lendária concreta que já contei. Há tempos escrevi sobre isso no «Viver Casteleiro». Na sua origem, a palavra Casteleiro relaciona-se sempre e de certeza absoluta com «castelo»: como adjectivo significa sempre algo que diz respeito ao castelo; como substantivo significa «castelão», ou seja, o dono do castelo.
Ou então: «casteleiro» pode ser o mesmo que «castelário» (senhor de castelo; casteleiro, castelão – segundo se lê no Dicionário On Line de Português).
Paralelamente é referida uma estória da História: haveria em Sortelha uma princesa cristã que se apaixonou por um árabe. Deram um beijo eterno, que ficou para sempre plasmado na rocha.
Os pais da princesa, donos do castelo de Sortelha, com o desgosto, renunciaram ao castelo e refugiaram-se nas suas terras do vale, já no local onde hoje fica a minha aldeia. Como eles eram chamados «os casteleiros», donos do castelo, a terra que fundaram passou a chamar-se assim: Casteleiro.
Verdade ou imaginação? Sabe-se lá…
Mas a verdade é que não resta no Casteleiro qualquer vestígio credível dessa migração fidalga. Não se vislumbra hoje no Casteleiro qualquer casa apalaçada que os senhores de Sortelha certamente teriam construído para viverem. Não estou a ver um senhor feudal a viver numa casinha das mais antigas do Casteleiro. Ora, onde está a casa feudal? Só se os palacetes do Largo de São Francisco foram construídos em cima de uma ruína desse género…
Mas a lenda com mais pormenores pode ser lida aqui.

Arquivo
Mas há mais para saber. Muito mais. Por exemplo, no Arquivo Distrital da Guarda. Para quem um dia quiser investigar parte do passado (população, baptizados, casamentos, óbitos, por exemplo, desde o séc. XVIII) aqui fica uma remissão útil.

Mapa
Onde fica a minha aldeia? Ali no fim do concelho, em direcção a Caria, logo depois do Terreiro das Bruxas e da Moita Jardim. Fui buscar aqui, na Wikimapia, um mapa sugestivo, diferente do habitual. Abra e analise.

O filme
Finalmente aqui, um filme gravado em diversas situações reais na minha terra: um vídeo que o leitor pode ver em sossego. São apenas quatro minutos e pouco.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

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