You are currently browsing the daily archive for Sexta-feira, 13 Abril, 2012.

O Padre Manuel Joaquim Martins nasceu nos primórdios da Primavera de 1939, na Freguesia da Bismula. Os seus Pais viviam junto à Igreja Matriz, que mais tarde foi destruída, reconstruindo a actual, sem qualquer espólio patrimonial e religiosos da anterior, a não ser o aproveitamento das suas pedras.

Seu Pai, Manuel Martins Salgueira, participou no Contingente Militar Português na I Grande Guerra de 1914 em Flandres – França. Ali sofreu as agruras de uma guerra injusta e desumana, regressando são e salvo à sua Bismula, onde casa com Rita Martins. Desta união conjugal nascem duas raparigas e cinco rapazes. O trabalho agrícola era árduo, sem horários, sem férias, sem subsídios, e assim sobreviviam, como a maioria dos habitantes bismulenses.
O seu filho Manuel Joaquim Martins, feito o exame da 4ª Classe no Sabugal, como ordenavam as normas escolares, vai trabalhar nas fainas agrícolas. Os Pais por motivos económicos não o deixaram ir para o Seminário. Porém, com o apoio dos seus conterrâneos, Padre Carlos Leal Moita, do Padre José Eduardo Videira e da sua Tia Célia Martins, Religiosa das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, os Pais autorizam-no a ir fazer as provas de admissão ao Seminário do Fundão, onde está seis anos. Ingressa de seguida no Seminário Maior da Guarda, onde durante quatro anos frequenta o Curso de Filosofia e Teologia chegando ao Presbitério.
A Ordenação Sacerdotal decorre no dia 19 de Agosto de 1962, na Histórica Vila de Trancoso. Segue-se a celebração da Missa Nova, em 26 daquele mês, na sua Terra Natal – a Bismula, que contou com a anuência e adesão de todo o povo bismulense. Foi seu padrinho o bismulense, Dr. Manuel Leal Freire e Esposa.
Inicia a sua caminhada de Pároco, como Coadjutor da Sé da Guarda, auxiliando o Padre Isidro. Seguem-se as Paróquias de Vilares e Carnicães do Arciprestado de Trancoso. Tive a oportunidade de num Verão o visitar e conviver, acompanhando-o numa velha mota, que passava por caminhos quase intransponíveis, em missão apostólica. Era um padre simples, humilde, muito próximo do povo, preocupado e atento às pessoas e dinâmico com a juventude. Tinha tido um grande mestre, o Padre Ezequiel Augusto Marcos, Pároco na Bismula, que lhe legou importantes ensinamentos e os colocou ao serviço do seu trabalho sacerdotal.
Uma terrível doença atirou-o para o Sanatório Sousa Martins na Cidade da Guarda, Unidade Hospitalar inaugurada com pompa e circunstância pelo Rei D. Carlos I e a Rainha D. Amélia, onde permaneceu vinte meses. Apesar de doente, aproveitou este facto para fazer apostolado junto dos outros doentes. Só um doente sabe e compreende melhor a dor e o sofrimento do seu próximo. Assim, junto dos seus companheiros doentes presta-lhes assistência espiritual e humana, ajuda-os a ter esperança, estimula-os, anima-os, mentaliza-os para terem fé, a acreditar na Primavera da Vida, em dias de sol e de felicidade. Todos o escutam, todos verificam que é um Padre com uma mensagem evangélica. A receptividade a estas verdades ajudam aqueles doentes a vencer obstáculos, os malefícios físicos, psíquicos e outros de uma malvada doença: a tuberculose.
Recuperado totalmente, são-lhe atribuídas as Paróquias de Aldeia de Joanes e Aldeia Nova do Cabo, do Arciprestado do Fundão. Não dispõe de Casa Paroquial, mas graças ao seu dinamismo e com o apoio dos seus paroquianos é-lhe construída uma habitação com toda a dignidade, junto à Igreja Matriz de Aldeia de Joanes. Também é da sua iniciativa, com o apoio da Paróquia de Aldeia de Joanes, que numa Missa Campal e Primeira Comunhão de Crianças, naquela Zona Rural, preparadas pela Catequista Maria Manuela Marques Bernardo, se decidiu fazer-se ali uma Capela. João Franco Diamantino e Teresa Brito Nogueira ofertaram o terreno e uma Comissão começou a recolher donativos para a construção nas Quintas de S. José, da actual Capela com o mesmo nome, onde celebrava a Eucaristia e se ensinava a Catequese. Fez obras de restauro na Igreja Matriz de Aldeia de Joanes, sem ajudas oficiais.
Converso com muitas pessoas que eram jovens, quando o Padre Manuel Joaquim Martins foi Pároco nestas Paróquias, durante dezasseis anos. Falo com muitas pessoas que com ele trabalharam durante os dez anos de Assistente do Agrupamento 120 do Corpo Nacional de Escuteiros do Fundão. Tenho trocado impressões com ex-colegas professores e ex-alunos e alunas da Escola Secundária do Fundão. Dizem-me que estava sempre próximo de todos, a sua casa sempre aberta para receber, para dar conselhos, dar uma palavra amiga, resolver os problemas das Paróquias, e não esquecia os jovens paroquianos em serviço militar, com quem trocava correspondência, e, chegados do Ultramar, visitava-os e contava com eles na sua missão evangélica.
No acompanhamento com os jovens apontava-lhes os valores do Evangelho, e, com eles celebrava todos os Sábados, na Igreja Matriz do Fundão, uma Eucaristia muito participativa com centenas de rapazes e raparigas. Em Aldeia Nova do Cabo celebrou uma Eucaristia com instrumentos musicais com os jovens que foi pioneira na Diocese da Guarda.
Do Fundão parte para a Zona Pastoral de Trancoso e um novo desafio lhe é colocado com a atribuição de outras Paróquias tendo Freches no centro da sua actividade Prebisteral. Dá aulas em Trancoso, Celorico da Beira e em Vila Franca das Naves. Actualmente é Pároco de Vila Franca das Naves, Póvoa do Concelho, V. Mouro e Feital.
O Padre Manuel Joaquim Martins foi um agente cultural, social e religioso, porque teve responsabilidades públicas e esteve sempre mais interessado, em alguma coisa, do que em ele próprio.
Com quarenta e nove anos de serviços às comunidades cristãs, este Bismulense, tem honrado a sua Terra Natal – a Bismula – e a Igreja de que é um simples servidor. Trabalhou sempre nos projectos que Jesus Cristo indicou nos seus Evangelhos.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

LAPSO – s. m. – espaço de tempo, descuido, falta, erro, inadvertência que se comete ao falar (lapso de língua) ou a escrever (lapso de pena). Ainda, esquecimento momentâneo de obrigações urgentes. Este substantivo tem como sinónimos, falha, falta, irregularidade, lacuna, niquice e omissão.

Parece-me que, desta forma, não haverá dúvidas sobre o sentido da palavra usada pelo senhor Ministro das Finanças, o poderoso Gaspar, no parlamento, para justificar o adiamento da provável reposição dos subsídios de Natal e de férias. Ora, se foi repetido vezes sem conta pelas vozes da trioka portuguesa, leia-se Passos Coelho, Victor Gaspar e Miguel Relvas, que estes seriam repostos em 2013, são agora apontados para 2015. Seria um lapso se, um deles o tivesse afirmado. Aceitável como lapso se, os três, o tivessem dito uma única vez. Mas ele foi apregoado e com aquele ar sério com que este governo gosta de se propagandear. Pois bem, este governo, tem vindo a cometer vários lapsos e em vários sentidos. Primeiro, o lapso de o programa de governo não ser o apresentado na campanha eleitoral e, portanto, a votos. Poderá dizer-se que o memorando da troika os impediu, contudo, ele foi assinado pelos partidos do governo e assistimos diariamente à tomada de medidas que vão muito além de tal memorando. Um lapso, certamente… Depois, têm sido as medidas tomadas (pelo menos anunciadas) num timing verdadeiramente extraordinário: os cortes dos subsídios próximo do Natal, a extinção da tolerância de ponto do Carnaval em vésperas, o fim dos feriados anunciados mas não assumidos pelo governo quais, os cortes na saúde, na educação, na justiça, o aumento de impostos por sistema (esta semana o governo apresentou à Confederação do Comércio uma proposta de um imposto para as superfícies comerciais com mais de quatrocentos metros quadrados, a proposta já lá apresenta o valor das multas aplicar, mas não diz de quanto é o imposto!), os combustíveis trepam por aí acima, tal como o desemprego, a economia está moribunda… Só pode ser um lapso! Lapso, também, o segredo com que o governo aprova a suspensão das reformas antecipadas e recorde com que foi pulicado em Diário da República (claro, com a condescendência do Presidente da República, que argumentou com o interesse nacional..) e, depois, explicado pelo sr. Primeiro Ministro em Moçambique, lá longe. Um lapso, claro! O orçamento não está a ser cumprido, os números que o governo apresentou têm-se revelado errados, as medidas tomadas apontam sempre na mesma direcção, os funcionários públicos e os trabalhadores. Os milhões continuam a deslizar para os BPN’s, para as PPP’s, para os escritórios de advogados dos amigos, para os inúmeros parasitas (leia-se assessores, especialistas, secretários e afins) que em nada são beliscados. Lapsos, com certeza.
A prática governativa deste governo tem-se revelado um verdadeiro lapso. Mas o governo acrescentou um novo significado à palavra lapso, mentira. Sim, sempre que se desculpa com um lapso, o governo está a mentir. E, lá diz o povo, «apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo».
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaTrancoso continua ser um dos meus roteiros preferidos. Ainda há muito pouco, voltei a passar nesta terra linda e foi bom rever as suas imponentes torres que tornam a vila, de longos séculos de história, um centro obrigatório de passagem para o norte, nas saídas ou entradas de Espanha. Muitos Espanhóis, ali abeiram na visita às suas majestosas muralhas e na compra de produtos regionais no Centro histórico, onde não faltam os bons queijos da Serra, os licores e o mel da região. Os Portugueses, que ali passam, não ficam sem repetir que Portugal tem muitos lugares encantados e belos, merecedores das nossas visitas. E eu, mais uma vez me sinto feliz por ser portuguesa e poder apreciar, a cada passo, a magnificência de cada palácio, a beleza de cada verde e o azul do Céu português que me encanta.

Trancoso

TRANCOSO

Trancoso é bela terra
No quente coração das beiras
E tu, castelo imponente
De Penedono, Parente
És assim, na verdade
Um ex-libris da cidade.

Erguido sobre um planalto
Guardador do rio Douro
Na raia foste importante
Tal te mantiveste doravante
Como nos reza a história
E nos deixa em memória.

Ao olhar teu brasão
Fácil é reconhecer-te
Bem rodeado ficas
Por freguesias bem ricas
De riquezas e de nomes
Que da história não escondes.

Castelo de fortes muralhas
Pequena me faz sentir
De origem medieval
O que se torna bem normal
Épocas de fortes significados
De nomes bem registados.

Terras de granito e xisto
Justiçam produção
Do teu vinho bem famoso
Que Urraca quer lembrar
De bons terrenos que recebeu
Quando o marido morreu.

Trancoso pequena foste
Muitas batalhas, suportaste
Mas a regra nos faz saber
Que o difícil faz crescer
Com Afonsos floresceste
E d’eles, Foral recebeste.

Feira Franca tu criaste
Com reunião de feirantes
Decerto não esqueceste
Que a Afonso III o deveste
Época áurea em que floriste
Teus bons dotes (de mercador), cumpriste.

Em três dias de folia
De constante compra ou venda
Eis que a Feira Franca anual
Faz criar outra mensal
Outras vendas e trocados
Que nesse tempo eram regrados.

E uma festa majestosa
Nos vem lembrar Isabel
Do grande milagre Senhora
Em que Dinis seu Senhor
Com ela se quis casar
Em Trancoso, e te honrar.

Tal era tua importância
De que destacamos a rigor
Pois nos impõe a verdade
A nova cerca foi realidade
Com este Senhor de vistas largas
Que ampliou tuas muralhas.

E vemos o bairro judaico
Que marcou vida económica
E também a Rua Direita
Que assim ficou dessa feita
E distinguiu seu traçado
Do Medieval assinalado.

Seus muros reedificados
Por D. João, acarinhados
Nas lutas heroicas sofridas
De Castela recebidas
Por defender Mestre de Avis
Assim parece que se diz.

Mostraram sua valentia
As tuas gentes, Trancoso
Nas várias guerras sofridas
Pelos séculos fora, vividas
E D. Manuel, o Venturoso
Com Foral, te fez poderoso.

Mas a vila viveu sempre
Alvores e resistências
Que outras guerras se seguiram
Trancosenses resistiram
E te tornaram sublime
Pois quem te ame, se anime!

No teu majestoso esplendor
Prolongadas tuas muralhas
Cidade digna e lutadora
Altiva e feliz Senhora
Honraste teus habitantes
E continuas a honrar, como dantes.

Assim continuas eufórica
Como n’outros tempos de então
Altiva, livre e cimeira
Cidade de muitas, primeira
Viva laboriosa e feliz
Como qualquer habitante diz.

E da minha admiração
Por isso merecedora
Feliz e Real Senhora

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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