O tráfego médio diário nas auto-estradas nacionais teve uma quebra na ordem dos 11 por cento no último trimestre de 2011, segundo dados do Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (INIR), porém nas ex-SCUT essa quebra foi numa percentagem muito superior – só na A23 a diminuição de tráfego foi de 30,9 por cento.

Segundo a agência Lusa, que analisou os dados do INIR, em Outubro de 2011 circularam em média por dia 16.428 veículos nas auto-estradas, enquanto no mesmo mês de 2010 tinham circulado 18.401.
Feitas as contas, regista-se uma descida de 10,7 por cento.
Em Novembro, a redução de veículos situou-se nos 10,6 por cento, tendo em 2011 circulado, em média diária, 15.397 carros, enquanto em 2010 esse número foi de 17.230.
No mês de Dezembro, registou-se uma diminuição do tráfego de 11,6 por cento (em 2011 circularam 15.154 veículos e m 2010 17.148).
As ex-SCUT, onde foram introduzidas portagens, foram as auto-estradas que mais quebra tiveram no tráfego.
A A22, no Algarve, teve em Dezembro uma quebra de 48,4 por cento, seguindo-se a A23, na Beira Interior, com 30,9 por cento e a A24, que liga Trás-os-Montes à Beira Interior, com 29,6 por cento.
Além das ex-SCUT, a maior quebra deu-se na A9 – Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL), que teve menos 28,9 por cento de tráfego em Dezembro de 2011, quando comparado com o mesmo mês de 2010.
A A14, que liga Figueira da Foz a Coimbra Norte, teve uma quebra de 17,6 por cento no mesmo período e a A16 (Belas – Alcabideche) 17,2 por cento.
Na A13, que liga Almeirim à Marateca, a redução foi de 16,6 por cento, enquanto na A10 (Bucelas – Benavente) e a A15 (Caldas da Rainha – Almeirim) foi de 15,1 por cento.
Em Portugal existem 30 auto-estradas.
plb (com Lusa)

Anúncios