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A Feira do Livro de Penamacor já decorre na Biblioteca Municipal, onde irá permanecer até ao final do mês de Abril.

Ficção, auto-ajuda, biografias e livros infantis, são exemplos do que se pode encontrar no certame.
O destaque vai porém para a visita da escritora Catarina Águas, que no dia 28 de Abril, pelas 14h30, fará a apresentação do livro «Letras com História».
Em simultâneo com a Feira do Livro, a Biblioteca Municipal acolhe até ao final do mês de Abril a exposição «Pedras de Leitor». A mostra, baseada no trabalho de Madalena Bensusan, visa a divulgação do livro e da leitura.
«Um dia, olhando para o Tejo, imaginei pequenas criaturas sobre as rochas adaptando as suas formas a cada uma delas, em busca da posição ideal para a leitura. Foi assim que surgiu esta exposição, juntamente com a mensagem que pretende transmitir, a de que é urgente e necessário que todos façamos uma corrida ao livro», refere a autora.
O horário da feira/exposiçãoé o seguinte: segunda a sexta-feira, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.
plb (com CM Penamacor)

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A cidade do Sabugal teve dois cemitérios na Época Medieval, segundo as conclusões resultantes de achados arqueológicos descobertos durante obras em edifícios do centro histórico.

A notícia foi veiculada pela agência Lusa, que se baseou em informação prestada pelo arqueólogo Marcos Osório, responsável pelo Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal do Sabugal. Segundo o mesmo, a Câmara Municipal acompanhou, através do gabinete, oito obras na parte antiga da cidade, tendo sido encontradas cinco estelas funerárias em granito com cruzes e outros símbolos gravados, geralmente colocadas à cabeceira dos túmulos nos cemitérios medievais anexos às igrejas.
O arqueólogo explicou que a primeira estela foi descoberta em 2006, durante a intervenção na Casa do Castelo, edifício situado no largo junto do castelo do Sabugal.
«Em 2011, num edifício ao lado apareceram mais três estelas e, este ano, numa outra casa, na mesma fiada de construções que delimitam o largo do castelo pelo lado sul (onde se erguia até aos inícios do século XX a extinta igreja de Santa Maria do Castelo), apareceu a quinta estela consecutiva», indicou.
Os arqueólogos que têm acompanhado as obras no centro histórico asseguram ter agora «evidências de que existia um pequeno cemitério anexo a esta igreja, no interior das muralhas».
Na década de 1980 tinham já sido encontradas algumas estelas deste tipo no local onde existia a primitiva igreja medieval de Santa Maria Madalena, no arrabalde do burgo medieval, lembrou Marcos Osório.
«Era conhecido um conjunto de estelas proveniente deste sítio, algumas expostas no Museu do Sabugal, que provavam que havia um cemitério à saída da vila», disse o arqueólogo.
As recentes descobertas mostram que, no Sabugal, «haveria não um mas dois cemitérios durante os séculos XI-XII, correspondentes às duas freguesias (intramuros e arrabalde), totalmente distintos um do outro, onde se efectuavam simultaneamente enterramentos», admitiu.
Segundo Marcos Osório, em todos os centros históricos do concelho (Alfaiates, Vilar Maior, Sortelha, Vila do Touro e Sabugal) têm sido identificadas estelas funerárias do mesmo tipo, bem como no povoado medieval abandonado de Caria Talaia (freguesia de Ruvina), e também nas aldeias de Seixo do Côa, Aldeia da Ponte e Santo Estêvão.
«Infelizmente, o inventário completo destes vestígios arqueológicos ainda está por fazer, mas eles provam desde já a existência de necrópoles recuadas à Idade Média nestas actuais povoações do concelho», admitiu.
Para este técnico, «o número de achados existente mostra, por outro lado, que o concelho do Sabugal é uma das regiões mais ricas na Beira Interior neste tipo de monumentos».
O arqueólogo lembrou que a prática funerária da colocação de estelas discoides perdeu-se durante a época moderna e não perdurou até aos nossos dias porque, mais tarde, foram substituídas pelas tampas tumulares rectangulares, no interior e exterior das igrejas.
plb (com Lusa)

«Testemunhar a alegria e a esperança do Ressuscitado», é a epígrafe da mensagem de Páscoa de D. Manuel Felício, bispo da Guarda, que vai estar nos Fóios, concelho do Sabugal, no domingo de Páscoa, dia 8 de Abril. Transcrevemos, na íntegra, a mensagem que o prelado entretanto divulgou através da agência Ecclesia.

«Vamos viver a Páscoa, neste Tríduo Pascal, deixando-nos preencher pela novidade de Cristo, que aceitou passar pelo sofrimento e pela morte para ressuscitar e ser fonte de alegria e de esperança para o mundo inteiro.
Principalmente na Noite Pascal, testemunhamos a renovação que em nós opera o próprio Cristo, de modo particular quando formos chamados a renovar as promessas do nosso Batismo.
No Domingo de Páscoa e em toda a Oitava Pascal queremos deixar que a alegria do Ressuscitado seja intensamente vivida em nós e nas nossas comunidades, com as expressões habituais e, se possível, reforçadas pela especial atenção ao mundo que nos rodeia.
Os mesmos sentimentos desejamos manter em toda a Cinquentena Pascal, até ao Pentecostes, tempo que Deus nos dá para vivermos a alegria de Cristo Ressuscitado e aprofundarmos a renovação das nossas comunidades, sempre na fidelidade aos Evangelho interpretado pela voz autorizada da Igreja e também às novas exigências do mundo em que vivemos.
Estamos a preparar a celebração de um Ano da Fé convocado pelo Papa Bento XVI e também a celebração de um Sínodo sobre a Nova Evangelização para a transmissão da Fé. Que esta Páscoa e o Tempo Pascal nos ajudem a progredir na nossa renovação e das nossas comunidades para sabermos encontrar os melhores meios de transmitir a Fé às novas gerações e a anunciar, em linguagem renovada, ao mundo moderno.
D. Manuel R. Felício, bispo da Guarda»

Sempre considerei que a capeia era a actividade que envolvia toda a comunidade, directa ou indirectamente. A capeia arraiana tem sido contada, estudada, fotografada, filmada, noticiada… mas penso que sempre faltou um estudo centrado numa perspectiva mais sociológica e até antropológica. Obviamente, que não pretende esta crónica sê-lo! Mas, aproveito este início de época das capeias, agora que a capeia é património nacional cultural imaterial, para analisar o anúncio que a inventaria.

O documento apresenta as razões que levaram a comissão a considerar a capeia património. E neles, estão alguns aspectos que sustentam a minha ideia. A primeira é que ela é «identitária e de ancoragem territorial». Identitária porque identifica, não só os que são das aldeias onde se realizam mas, também, os de todo o concelho. Territorial porque, sendo de uma parte, ela é regional, enquanto concelho. É esta identidade e identificação com a capeia que, praticamente, nos torna gente com uma matriz social e cultural única. Mas importa verificar que, o anuncio, aponta dois pontos que me parecem os mais relevantes, «a produção e reprodução efectivas que caracterizam esta manifestação do património cultural na actualidade, devendo ser salientado o papel de mobilização social e de reforço identitário que esta prática cultural desempenha no interior da respectiva comunidade» e «a efectiva transmissão intergeracional desta manifestação». Relevantes, porque a capeia é um fenómeno aglutinador e dinamizador. A realização da capeia é um trabalho que envolve toda a comunidade. É verdade que são responsáveis os mordomos (e não serão estes mordomos os herdeiros daqueles, que as cartas de foral autorizavam os «vizinhos» (habitantes) dos concelhos a escolher como recolectores de impostos(?!), mas no momento em que são nomeados, toda a comunidade o é. È preciso escolher os touros, fechar a praça, tapar os caminhos do encerro, andar com o rol, cortar e fazer o forcão… todo este trabalho é feito pela comunidade, por todos. E reparem que, mesmo o esperar o touro e afoliá-lo é uma actividade que envolve todos. A capeia é, efectivamente, um polo de mobilização social. Junta todos e, aqui, não só os da comunidade que a organiza, mas toda um região.
O outro ponto que me parece relevante, é o facto de a capeia ainda ser um fenómeno de transmissão intergeracional. Numa altura em que, por motivos que aqui agora não importa desenvolver, os saberes, os sabores e, portanto, muitas tradições se perdem porque não têm um veículo de transmissão às gerações seguintes, a capeia, ainda, repito, ainda, é uma tradição que se vai transmitindo às gerações futuras. E aqui, reforço, porque ela é uma tradição identitária e que não pertence a nenhuma elite, a nenhum grupo, mas porque é de todos.
Ora, o facto de a capeia ter sido considerada património cultural imaterial nacional, não representa um prémio, no sentido de nos terem dado um rebuçado, mas representa um acrescentar de responsabilidade. Já não é só nossa, partilhamo-la com todo o país. Contudo, é a nós, arraianos dessas aldeias, e sabugalenses, que compete a tarefa de a preservar, manter, divulgar e, essencialmente, transmiti-la às gerações futuras. È esta a principal tarefa e ninguém se pode excluir, porque seria negar a sua própria identidade.
Oxalá saibamos ser dignos da consideração com que nos distinguem a herança que recebemos.
Ó forcão rapazes!

P.S. Desejo a todos uma santa e óptima Páscoa.
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

Vivemos o Tempo Quaresmal. O espaço de preparação para a Grande, a Maior Festa da Igreja – A Ressurreição de Jesus Cristo. S. Paulo, numa das suas Cartas, avisa-nos que «se Cristo não ressuscitou é vã a nossa pregação e vã a nossa fé…».

Regresso às minhas memórias e recordo as manifestações e vivências desses Tempos Quaresmais e Pascais. Viviam-se, com total participação, as Procissões dos Passos, os Jejuns e Abstinências, as Músicas e os Cânticos Quaresmais. Havia também um respeito pelo silêncio, retirando-se o barulho aos sinos e saíam para a rua as matracas. Sentia-se e respirava-se a religiosidade.
Com a dinâmica, liderança, força, fé e sentido de missão do Pároco da minha aldeia (Bismula), o Padre Ezequiel Augusto Marcos, nunca mais esqueci a Via Crucis, onde toda a comunidade bismulense participou. Foi a melhor lição de Catequese que vivi. A Via Sacra era uma oração diária durante a Quaresma, com a participação ativa do pároco, dos movimentos da catequese, da ação católica, da irmandade e outros.
Hoje, na maioria das Paróquias, esta oração é uma efeméride longínqua e quase desconhecida, embora em todas as nossas igrejas estejam bem expressas as imagens ou retratos do Caminho do Calvário de Jesus Cristo. Sei que o analfabetismo religioso é grande e muitos não sabem o que representam aqueles quadros. Neste deserto de indiferença, salvaguardo o Agrupamento 1335, do CNE, de Aldeia de Joanes, que por iniciativa própria, vai organizar uma oração de Via Sacra, nesta comunidade paroquial, um ato e exceção única, que será na noite de 4 de Abril.
Neste Caminho do Gólgota, muitos fogem ou se escondem, mas também muitos ficam e o seguem, com olhos de fé na construção dos projetos de Deus, no projeto da sua salvação.
Com estes últimos, vou caminhar e partilhar a Via Sacra, parando e refletindo em cada uma das catorze estações.
Na primeira estação – Jesus é condenado à Morte – seria importante que cada um de nós O visse e corrigisse a injustiça do seu Julgamento. Muitos cristãos, ainda hoje, pela sua fé, são condenados à morte.
Na segunda estação – Jesus toma a Cruz aos Ombros – vejo a vida de muitos cristãos, que suportam a cruz do desemprego, da exclusão social, das incompreensões, das perseguições, dos ultrajes, e outras tropelias.
Na terceira estação – Jesus cai pela Primeira Vez – sinto as quedas que todos nós damos e assim verificamos as nossas fragilidades humanas. Quem cai é alguém que desfalece, não deve ficar sozinho.
Na quarta estação – Jesus encontra sua Mãe – lembrei-me da minha lição de Domingo, na Catequese, «Ele é o Senhor da Vida», e da oração de S. Maximiliano Kolbe: «Mãe Santíssima, por vosso amor, eu me ofereço neste duro cárcere de Auschwitz, mesmo que aos outros seja concedido voltarem para casa. Permanecerei esquecido e desposado a sofrer por Vós. Ofereço-me a Vós, Maria, para que encontre a morte neste campo de concentração no meio de homens hostis e indiferentes.»
Na quinta estação – Jesus é ajudado por Simão de Cirene – apercebi-me que é difícil partilhar, dar e disponibilizar as nossas vidas ao serviço dos outros, dos que precisam. Lembro muitos que praticam o voluntariado nos hospitais, nas cadeias ou nos lares, vejo Simões de Cirene, anónimos em muitas instituições, na sociedade.
Na sexta estação – Verónica enxuga o Rosto de Jesus – lembrei-me daqueles que limpam as lágrimas dos doentes de oncologia em estado terminal, que já não dispõem de forças para as limpar… São Rostos de Cristos Vivos.
Na sétima estação – Jesus cai pela segunda vez – muitos ficam indiferentes perante a segunda queda do seu próximo, é sempre um problema dos outros, não lhes diz respeito, alguns ainda se riem…
Na oitava estação – Jesus encontra as Mulheres de Jerusalém – recordei o sonho de Martin Luther King: «Sonho que um dia os homens se vão levantar e compreender que foram feitos para viverem como irmãos. Sonho que a justiça correrá como a água. Os homens irão transformar as espadas em arados e as lanças em foices. As estrelas da manhã cantarão em maravilhosos coros, e os filhos de Deus, gritarão de alegria.»
Na nona estação – Jesus cai pela terceira vez – urge olhar para a fraqueza humana.
Na décima estação – Jesus é despojado das suas Vestes – vemos como O Senhor sofreu todos estes vexames por amor, por nosso amor, para nos fazer santos, para nos redimir.
Na décima primeira estação – Jesus é pregado na Cruz – aprendemos a não alimentar o ódio no nosso coração contra aqueles que nos ofendem, porque todos nós temos defeitos. Aprendamos a força do perdão, que apregoamos e rezamos na oração do Pai Nosso.
Na décima segunda estação – Jesus Morre na Cruz – rasgam-se os véus de uma vida inútil, sem sentido, sem partilha, sem comunhão.
Na décima terceira estação – Jesus é descido da Cruz – pedi as palavras de S. João «se um grão de trigo caído na terra, não morrer, fica sozinho. Mas, se morrer, dá muito fruto.»
Na décima quarta estação – Jesus é colocada no sepulcro – recordei também o Evangelista S. João, quando Jesus diz: «EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA; QUEM ACREDITA EM MIM, AINDA QUE VENHA A MORRER, VIVERÁ.»

Desejo a todos os meus leitores uma Páscoa de fé na ressurreição de Jesus Cristo.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

JOAQUIM SAPINHO

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